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Há alguns dias, Palden Choetso ateou fogo em si mesma e morreu. Desde o mês passado, nove monges e freiras budistas se auto-imolaram para protestar contra uma crescente repressão chinesa sobre o Tibet. Estes atos trágicos são um apelo desesperado por ajuda — e podemos responder a seu chamado. A China restringe o acesso à região do Tibet, mas se conseguirmos persuadir seis governos que têm laços próximos com a China a enviarem diplomatas para essa área, vamos expor uma repressão esse ascendência, e salvar vidas. Assine a petição urgente agora!
Há alguns dias, Palden Choetso saiu do convento, despejou gasolina sobre seu corpo e ateou fogo em si mesma enquanto pedia por um “Tibet livre”. Ela morreu alguns minutos depois. Desde o mês passado, nove monges e freiras se auto-imolaram como protesto contra uma crescente repressão chinesa sobre o pacífico povo tibetano.
Estes atos trágicos são um apelo desesperado por ajuda. Com metralhadoras em punho, as forças de segurança chinesa estão espancando e sequestrando monges, cercando os monastérios, e até mesmo assassinando idosos que defendem os monges — tudo isso em uma tentativa de suprimir os direitos tibetanos. A China restringe severamente o acesso à região. Mas se conseguirmos persuadir alguns governos a enviarem diplomatas e expor essa crescente brutalidade, poderemos salvar vidas.
Temos de agir rapidamente — essa situação horrível está saindo do controle por trás de uma cortina de censura. Cada vez mais temos visto que quando os próprios diplomatas são testemunhas das atrocidades, eles são motivados a agir, e aumentam a pressão política. Vamos responder ao apelo trágico de Palden e criar uma petição massiva para que seis líderes mundiais, que têm maior influência sobre Pequim, enviem uma missão ao Tibet e se posicionem contra a repressão. Assine a petição urgente:
Os tibetanos estão sufocando com o estrangulamento feito pela China. Eles são impossibilitados de praticar sua religião livremente — fazer o download de uma foto do Dalai Lama na Internet pode levar um tibetano à prisão. E a situação fica cada vez pior na medida em que as tropas chinesas estão bloqueando os maiores monastérios, sequestrando monges e levando-os para programas de “re-educação patriótica”. Essa situação horrorosa está saindo do controle.
Desde o começo do ano, 11 monges e freiras atearam fogo em si mesmos e a cada protesto a China aumenta o controle. Para os tibetanos, as auto-imolações são um sacrifício bastante sério que revelam o seu nível de desespero. Eles acreditam que o suicídio têm um impacto devastador no ciclo das reencarnações e pode levar uma pessoa a regredir 500 vidas. Mas a situação do Tibet é tão horrível que os monges e freiras estão perdendo sua posição nesse ciclo em troca de esperança pela atenção internacional e liberdade para seus irmãos e irmãs.
O governo chinês não permitirá que jornalistas e ativistas de direitos humanos entrem na região — há algunas dias, jornalistas da Sky news e AFP foram expulsos da área. No entanto, diplomatas podem requisitar acesso. E, como vimos recentemente na Síria, são eles a melhor forma de conseguirmos relatos em primeira mão, de mostrar a China que o mundo está observando e de começar conversas políticas de alto-nível sobre os direitos humanos dos tibetanos.
Cabe a nós ativar o alarme global sobre a questão. Se conseguirmos que os EUA, Reino Unido, Austrália, Índia, França e a União Europeia envie uma delegação agora, eles podem pressionar a China por ação. Não temos tempo a perder — assine a petição urgente:
Os membros da Avaaz apoiaram projetos que estão trazendo luz ao apagão de informações e defendendo a cultura tibetana e sua práticas religiosas. Mas a repressão impiedosa da China está aumentando. É hora de toda nossa comunidade se juntar para apoiar esse povo pacífico que está sacrificando suas próprias vidas em busca de direitos básicos. Vamos mostrá-los que o mundo não esqueceu os tibetanos.
Com esperança e determinação,
Emma, Iain, Dalia, Ricken, Diego, Shibayan, Giulia, e toda a equipe da Avaaz
Nesse exato momento, o Congresso dos EUA está debatendo uma lei que pode conferir ao país o poder de censurar a Internet do mundo inteiro — criando uma lista negra que pode ter o YouTube, Wikileaks e até mesmo a Avaaz como alvos! Agora, se apoiarmos alguns membros-chave do Congresso dos EUA, podemos derrotar essa tentativa de centura global da Internet. Clique aqui e ajude a construir uma petição global unca antes vista por uma internet livre e aberta:
Nesse exato momento, o Congresso dos EUA está debatendo uma lei que pode conferir ao país o poder de censurar a Internet do mundo inteiro — criando uma lista negra que pode ter o YouTube, Wikileaks e até mesmo a Avaaz como alvos!
Sob essa nova lei, os EUA podem forçar os provedores de Internet a bloquearem qualquer website que seja suspeito de violar as leis de copyright e propriedade intelectual, ou que falhem em policiar suficientemente as atividades de seus usuários. E, por conta da maioria dos serviços de hospedagem de Internet estarem localizados nos EUA, essa lista negra poderia reprimir a web livre para todos nós.
A votação pode acontecer a qualquer dia, mas podemos ajudar a impedir isso — alguns membros do Congresso querem preservar a liberdade de expressão e nos informaram que um clamor internacional ajudaria a aumentar a força deles lá dentro. Vamos urgentemente levantar nossas vozes de todos os cantos do mundo e criar uma petição global como nunca antes vista, apelando para que os tomadores de decisão nos EUA rejeitem esse projeto de lei e impeçam a censura da Internet. Clique abaixo para assinar e, em seguida, encaminhe para a maior quantidade de pessoas possível — nossa mensagem será entregue diretamente para membros do Congresso dos EUA antes da votação crucial:
Durante anos, o governo dos EUA condenou países como a China e o Irã pela repressão ao uso da Internet. Mas o impacto das novas leis de censura na América do Norte pode ser ainda pior — efetivamente bloqueando sites para todos os usuários de Internet ao redor do planeta.
No ano passado, um projeto de lei de censura da internet semelhante foi impedido antes de chegar ao Senado dos EUA, mas agora esse projeto está de volta em uma forma diferente. As leis de copyright e direitos autorais já existem, e são aplicadas pelas cortes. Mas essa nova lei vai muito além — garante ao governo e a grandes corporações poderes enormes para forçar os provedores de serviço e ferramentas de busca a bloquearem websites, baseando-se somente em alegações de violações — sem um julgamento ou prova de que o crime aconteceu!
Os defensores da liberdade de expressão nos EUA já ativaram o alarme, e alguns senadores estão tentando reunir apoio suficiente para impedir esse perigoso projeto de lei. Não temos tempo a perder. Vamos apoiá-los para garantir que os legisladores americanos preservem o direito por uma Internet livre e aberta como uma maneira essencial das pessoas ao redor do mundo trocarem ideias, comunicarem-se e trabalharem coletivamente para construir o mundo que queremos. Assine abaixo para impedir a censura nos EUA, e salvar a nossa Internet:
Nos últimos meses, da Privamera Árabe ao Movimento Occupy ao redor do mundo, temos visto em primeira mão como a Internet pode estimular, unir e mudar o mundo. Agora, se ficarmos juntos, podemos impedir esse novo ataque contra a liberdade da Internet. Já conseguimos isso antes — no Brasil e na Itália, os membros da Avaaz conseguiram grandes vitórias na luta pela liberdade da Internet. Vamos fazer dessa uma luta global, e nos mobilizarmos para derrotar a mais poderosa ameaça de censura que a Internet já viu.
Com esperança,
Luis, Dalia, Diego, Emma, Ricken, Aaron, Antonia, Benjamin e o restante da equipe da Avaaz
Editorial: Projeto de Lei da lista negra permite que juízes federais removam sites da Internet (em inglês) (Digital Journal) http://digitaljournal.com/article/313463
Uma estudante de 21 anos foi molestada por um advogado na noite de ontem dentro de um vagão da Linha 3 – Vermelha do Metrô, em São Paulo. Por volta das 18h40, ela trafegava no sentido Itaquera, e desceria na estação Belém.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), a estudante relatou que o advogado Walter Dias Cordeiro Júnior colocou o genital para fora da calça e passou a se esfregar nela. Em pé, dentro do trem lotado, ele teria impedido a jovem de deixar o vagão. Ela começou a passar mal e, quando os usuários foram socorrê-la, descobriram que estava sendo molestada. Os seguranças do Metrô o levaram para a Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom). O advogado foi preso em flagrante por violência sexual mediante fraude.
01/12/2010 10h51 – Atualizado em 01/12/2010 11h50
Corregedoria vê indícios de fraude em licitação da Linha 5 do Metrô de SP
Resultado oficial da concorrência, divulgado em outubro, foi suspenso.
Empresas negam participação em eventual acordo entre os licitantes.
Letícia Macedo
Do G1 SP
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A Corregedoria Geral da Administração do Estado de São Paulo constatou que há indícios de fraude na concorrência para execução das obras da Linha 5-Lilás do Metrô. O resultado oficial da licitação foi divulgado em 21 de outubro de 2010, mas a concorrência foi suspensa em novembro depois que o jornal “Folha de S.Paulo” informou que tinha registrado o resultado em cartório e em vídeo em 23 de abril de 2010. O relatório da corregedoria foi concluído na segunda-feira (29).
“Ainda que nestes autos não tenha sido identificada irregularidade praticada por agentes públicos, há indícios de ocorrência de ajuste entre os licitantes, passível de frustrar o caráter competitivo da licitação”, diz o relatório assinado pelo corregedor Walter Dias Cordeiro Junior.
O relatório apontou que as empresas licitantes se focaram em um único lote. As empresas vencedoras apresentaram preços acima do orçamento nos demais lotes aos quais elas também estavam habilitadas a concorrer. “Este comportamento indica uma estratégia arriscada do ponto de vista individual e faz mais sentido num contexto em que as ações de cada um dos licitantes se apresentam como parte de um plano coletivo”, afirma o relatório.
Metrô
De acordo com a Corregedoria, o Metrô ponderou que a lista divulgada pelo jornal
poderia ter sido elaborada em várias versões e reconhecidas firmas na mesma data. Poderia ainda “se tratar de mera conclusão efetivada pelo jornalista, ou por quem possa ter encomendado, pela simples avaliação segundo a capacidade técnica dos licitantes”. O Metrô argumentou que, ainda que se tenha como verídica a acusação de conluio entre as empresas proponentes, a empresa “não teria como suspeitar de tal fato externo”. O Metrô afirmou que, no âmbito interno da Companhia, atuou sempre respeitando os princípios e leis licitatórios.
Embora não tenha se comprovado o envolvimento de funcionários do Metrô na fraude da concorrência, diante dos indícios de conluio, a corregedoria sugere a instauração de procedimento para avaliar a anulação do processo de licitação.
O Metrô informou nesta quarta-feira (1º) que adotará a recomendação da corregedoria e tomará as providências necessárias, “considerando os procedimentos já adotados e as investigações em curso”. A empresa afirmou que a Secretaria dos Transportes Metropolitanos determinou, ainda no mês de outubro, que o Metrô instaurasse uma sindicância interna para apurar eventual formação de cartel entre empreiteiras participantes da licitação para execução das obras da Linha 5-Lilás. A apuração deve ser concluída nos próximos dias.
Consórcios negam acordo
Os consórcios Carioca Cetenco; Largo Treze; Servix – Fidens; Galvão – Serveng; CCI; Consórcio Andrade Gutierrez – Camargo Correa; CR Almeida – Consbem; Heleno & Fonseca – Triunfo IESA; Construcap – Constran; e a empresa Mendes Júnior são citados pelo relatório e negaram à Corregedoria Geral da Administração do Estado de São Paulo a participação em qualquer ação que pudesse interferir no caráter competitivo do processo de licitação. O Consórcio Construtor Linha 5, ao ser interrogado pela corregedoria, explicou que teria interesse em vários lotes, mas não disse nada a propósito de um eventual acordo entre os licitantes.
O Carrefour deverá indenizar uma ex-funcionária, demitida por justa causa, em R$ 27 mil. A demissão ocorreu sob acusação de que a trabalhadora teria se apropriado de R$ 50 do caixa de uma das unidades da rede.
A decisão é da Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que manteve a condenação imposta em primeira instância na Justiça.
A demissão ocorreu em agosto de 2004. A ex-funcionária afirma que foi chamada para exercer a função de operadora de caixa, tarefa que, segundo ela, desempenhava com frequência, apesar de ter sido contratada como auxiliar de operações.
Ela afirma que ao ir para o caixa, esqueceu de retirar do bolso uma nota de R$ 50. Após o fechamento do balanço do dia, segundo a funcionária, ela foi chamada à sala da supervisão por ser acusada de ter pego a quantia de R$ 50. A ex-trabalhadora afirma que o dinheiro era seu . O caso foi encaminhado para a delegacia.
Após ser demitida, a funcionária entrou na Justiça alegando que a dispensa por justa causa não poderia ter ocorrido e que não havia comprovação do furto.
Em primeira instância, a Justiça entendeu que em nenhum momento a empresa tentou comprovar a suspeita: não indicou testemunhas, não apresentou documentos contábeis que demonstrariam a diferença do caixa e não apresentou os vídeos de vigilância.
Já ouviu falar de empresa que força funcionários a vestir chapéu de burro por mal desempenho? Ou que isola o funcionário para forçá-lo a pedir demissão? E aquele chefe que pede metas confusas e contraditórias – e depois “desconta” no funcionário? São diferentes tipos de Assédio Moral no trabalho.
O Assédio Moral guarda estreita relação com o Bullying e com o Cyber-Bulliyng, eis que todos atacam a dignidade da pessoa vitimada. O Assédio Moral é vil e pernicioso justamente por atacar a dignidade da pessoa humana!!!
Assediar significa cercar, rondar, sitiar. Daí, já percebemos que para se tratar de assédio moral é preciso que fatos ocorram continuadamente, e não seja apenas um incidente isolado.
Ou seja, uma briga e chamar de burro é uma ofensa, mas não assédio. Esta é uma característica essencial do assédio: ele cerca, cerca, mas não se esgota. Prolonga pelo tempo, como uma corda de violino esticada ao extremo, sempre prestes a romper. Esta situação debilita a vítima, que passa a acreditar nos argumentos do assediador e passa a se questionar sobre sua capacidade, e sobre a imagem que terceiros têm dela.
Então, temos já 3 tipos de atores no assédio moral: o agressor, a vítima e os “by-standers” – a “platéia”.
O agressor é aquele que busca maliciosamente a agressão continuada e camuflada, a conta-gotas, para que a vítima caia em sua “teia” e assim sofra com a situação. Os “by-standers” apenas observam a situação, por vezes rindo de deboches do agressor, o que legitima a posição dele sobre a vítima. Alguns “by-standers” pensam “melhor que peguem a vítima para Cristo do que eu”. Outros são perversos como o agressor e se satisfazem com o sofrimento alheio, transformado a situação em verdadeiro “mobbing”. E “a injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à injustiça em todo lugar” (Martin Luther King – ver piada no final do post!).
Mobbing: ataque de um grupo sobre um indivíduo O Assédio Moral, assim, é um jogo sutil de atos, palavras, meneios e gestos que agride dentro do contexto que os atores se encontram, e que se fosse observado isoladamente provavelmente nem uma agressão seria.
Um exemplo simples é colocar “apelidos”. Por exemplo “loira burrinha”, “gordinho”, “escurinho”. Dito uma vez soa como uma agressão, dito todo dia é assédio moral. A prática subtrai dignidade da vítima ao diminuir sua condição ao apelido jocoso.
O assédio moral é um assunto atualíssimo, pois o Direito tem dificuldade em tratar da questão. A psicologia tem facilidade em receber as informações em terapia, mas o Direito precisa de elementos de prova para poder decidir um caso.
Neste sentido, muitos estudiosos de várias áreas têm estudado o tema, em alguns países até criando leis.
Aqui no Brasil, poucos municípios e estados têm leis específicas sobre assédio moral, e merece destaque o Projeto de Lei Federal do Deputado Aldo Rebelo n. 6.625/09, do qual reproduzimos um trecho bem ilustrativo sobre o tema:
Art. 4º. Sem prejuízo do disposto no art. 3º, são ações que
caracterizam o assédio moral:
a) tratar de forma preconceituosa condições de gênero, etnia e opção sexual;
b) sonegar informações de interesse comum, de forma insistente;
c) obstruir o exercício profissional, por intermédio da retirada e sonegação imotivada de materiais e equipamentos necessários ao desenvolvimento das tarefas;
d) divulgar informações maliciosas a respeito do empregado no ambiente de trabalho;
e) apropriar-se do crédito de idéias, propostas, projetos ou de qualquer trabalho de subordinado ou de colega de trabalho;
f) valer-se de ordens e orientações confusas ou contraditórias com a finalidade de induzir empregado a erro;
g) explorar fragilidades físicas e psíquicas do empregado em qualquer momento;
h) desrespeitar limites decorrentes de condições de deficiência física e mental impondo ao trabalhador deficiente tarefas inadequadas;
i) designar para o exercício de funções triviais o empregado de funções técnicas, especializadas, ou aquelas para as quais, de qualquer forma, exijam treinamento e conhecimentos específicos;
j) transferir imotivadamente o empregado do ambiente de trabalho, turno, setor, sala ou localidade;
k) sugerir ou induzir pedido de demissão a subordinado;
l) manter o empregado em condições precárias de segurança e saúde para o exercício profissional;
m) manter o empregado em estado de ociosidade, sem prévia motivação;
n) Designar o empregado para exercer função incompatível com o cargo;
o) Utilizar, de forma maliciosa, informações sobre estado de saúde física ou mental do empregado;
Segue uma lista de livros interessantes sobre o assunto, para quem desejar se aprofundar no tema:
ASSÉDIO MORAL: A violência perversa no cotidiano
Marie-France Hirigoyen
Bertrand Brasil
ASSÉDIO MORAL: Um Manual de Sobrevivência
Ana Parreira
Russel
ASSÉDIO MORAL / ORGANIZACIONAL: Uma Análise da Organização do Trabalho
Lis Andréa Pereira Soboll
Casa do Psicólogo
Apesar de toda a atenção que o tema recebe de estudiosos, acredito que o melhor caminho para lidar hoje com o Assédio Moral é a informação e prevenção. Ter conhecimento do que é, onde acontece, quais instrumentos o agressor possui, e o que fazer / a quem recorrer são “botes salva-vidas” neste assunto. Muito melhor evitar problemas de assédio moral do que gastar anos juntando provas e mais outros anos de desgaste em longo processo judicial…. muitas vezes, a auto-estima da vítima é reduzida a ponto de afetar permanentemente sua saúde, suas relações sociais.
Assim, a melhor defesa é a prevenção!! Os três livros indicados são excelentes, o primeiro para conceituar psicologicamente o fenômeno; o segundo como um manual prático e referência; e o terceiro como um aprofundamento nas práticas institucionalizadas de assédio moral – em especial no caso dos bancários. Quem nunca ouviu que gerente de banco tem meta para cumprir e empurra produto que você não precisa? Este livro aborda isto e muito mais … Recomendo fortemente a quem quer saber mais sobre o assunto, e também ler os livros nesta ordem. O primeiro é excelente ao conceituar o fenômeno, com casos reais, daí ser interessante ler primeiro.
Cabe ainda um alerta sobre o tema. De maneira geral, as pessoas têm uma visão preconceituosa do fenômeno, banalizando os fatos, como se o agressor fosse “forte” e a vítima um “fraco”, como se esta visão justificasse a agressão. Isto é o que o agressor busca transmitir aos “by-standers”, no maior estilo “bullying” / intimidação, mas de acordo com o livro de Marie-France Hirigoyen os agressores são “narcisistas perversos” que “sentem uma intensa inveja daqueles que parecem possuir coisas que lhes faltam, ou que simplesmente sabem extrair prazer da vida.” […] Assim, “dirigem a seguir seus ataques à auto-estima, à confiança em si do outro, para aumentar o próprio valor” (livro citado, pp. 146). Ou seja, de acordo com o livro, ambos possuem desequilíbrios, tanto o agressor quanto a vítima, que levam ao fenômeno. O agressor tem necessidade de diminuir a vítima, a vítima é propensa a cair neste tipo de ataque.
Bullying afeta quase 50% dos jovens no ambiente de trabalho, diz pesquisa
Perseguições causam problemas psicológicos e desmotivam os funcionários
A gerente de Recursos Humanos (de costas), que prefere não ser identificada, quase desistiu de uma cargo em função dos ataques e chacotas de sua equipe – Marcos Alves / Agência O Globo
Quem observa a gerente de recursos humanos de uma empresa de tecnologia comandar com segurança sua equipe de 12 homens e quatro mulheres não imagina as provações já vividas em sua carreira. Quando ainda tinha 21 anos, ela, que prefere não ser identificada, recebeu uma promoção na metalúrgica onde trabalhava por meio de um processo seletivo. A missão era chefiar mais de cem homens formados em engenharia e mais velhos do que ela. Foi um quase desastre.
— Quando viram uma mulher e, ainda por cima, mais nova assumindo o cargo, começaram logo com piadas e provocações. Falavam que eu não tinha que estar ali, mas numa passarela ou fazendo book. Comentavam que minhas mãos eram muito delicadas para entender de máquina e, quando eu ia com uma calça mais justa, ficavam comentando e dando risadinhas — recorda-se ela, dizendo que a parte mais difícil era quando menosprezavam sua inteligência. — Como ainda não tinha terminado a faculdade, faziam perguntas difíceis na frente dos outros, tentando demonstrar que eu não tinha conhecimento sobre o trabalho, e procuravam defeito em tudo o que eu fazia.
Depois de um mês passando por isso, ela quis entregar o cargo. Foi impedida por seu superiores, que acreditavam no seu potencial e reuniram a equipe para tomar as medidas cabíveis. As brincadeiras cessaram, e sua carreira seguiu em frente. Mas, nem sempre é assim.
PRÁTICA RECORRENTE
Em uma pesquisa feita com 4.909 estudantes entre 15 e 26 anos pela agência recrutadora de estágios e aprendizes Nube, 49,52% deles revelaram sofrer bullying (classificado como brincadeiras de mau gosto e perseguições) em seu local de trabalho. Muitas vezes, vindo de seus pares.
— Isso é comumente tratado como uma brincadeira, mas não é bem assim. Pode até adoecer as pessoas. E os jovens são os mais vulneráveis. É comum ter aquele colega de trabalho que menospreza a idade e a roupa dele ou o põe para buscar o cafezinho. As pessoas ainda têm muita dificuldade em aceitar quem tem menos experiência — avalia a analista de treinamento do Nube, Rafaela Gonçalves.
Segundo ela, quem enfrenta essa situação tem medo de reagir e quem pratica não se dá conta do quanto é prejudicial, ao ponto de limitar o desenvolvimento profissional e até o networking das vítimas. Além disso, como ela destaca, há uma engrenagem que precisa ser desfeita: 6,78% dos entrevistados admitiram já ter sido vítima, mas também ter praticado, indicando autodefesa.
— Percebemos, então, que se trata de algo que vai se perpetuando, como os trotes universitários — compara.
Levadas às últimas consequências, práticas assim podem interromper uma carreira. Foi o que aconteceu com a estudante de Administração Carolina Peres, de 29 anos. Ela era estagiária de uma empresa de informática e recebia investidas de sua chefe sobre sua forma física.
— Quando ficava doente, ela falava que era porque não me alimentava direito e precisava emagrecer. O tempo todo, enfatizava isso. Um dia, me viu comendo na cantina e falou ‘você realmente não consegue parar de comer. Desse jeito, vai explodir’. No dia seguinte, pedi demissão — conta.
EMOCIONAL ABALADO
Carolina deixou várias vezes o local de trabalho chorando e afirma que o pior era a sensação de impotência, pois não acreditava em solução.
— Fui indicada para um processo seletivo interno, mas não participei, porque não suportava mais. Não tinha clima para continuar — diz. — Isso atrapalhava meu rendimento e meu emocional.
A psicóloga do trabalho Maíra Andrade observa que, em geral, classifica-se como o bullying ofensas individuais, que partem de atitudes consideradas mais leves, como chacota ou isolamento da vítima. Mas isso também pode chegar a condutas extremas e abusivas, com uma clara configuração de assédio moral.
— O bullying pode ser o início de um assédio. Por isso, precisa ser combatido logo, para que não vire uma bola de neve e desestabilize todo o ambiente de trabalho. Às vezes, o gestor percebe apenas quando o problema já tomou uma proporção tão grande, que já afeta a vítima psicologicamente.
CADA VEZ MAIS DENÚNCIAS
O Ministério Público do Trabalho não faz a separação entre bullying e assédio moral. No Rio, só este ano, já são cem denúncias e 20 inquéritos instaurados por assédio moral e discriminação a trabalhadores. No ano passado, foram 632 denúncias e 271 inquéritos, além de 12 ações civis públicas. E a tendência é que as pessoas denunciem cada vez mais.
De acordo com a procuradora do Trabalho Luciana Tostes, integrante do Núcleo de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho do órgão no Rio, o trabalhador passou a reconhecer a prática do assédio moral, não mais o confundindo simplesmente com uma gestão empresarial rigorosa.
— As novas denúncias encaminhadas registram fatos objetivos que caracterizam o assédio, com relatos de exposição a situações humilhantes detalhadamente identificadas, vexatórias, constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante o trabalho — afirma, ilustrando com a exposição de empregados ao ridículo, como obrigá-los a dançar perante os demais colegas de forma vexatória, caso não alcance uma meta. — A partir do reconhecimento da ilegalidade desta prática abusiva, os trabalhadores passaram a denunciá-la com maior frequência.
A diretora de ética da L’Oréal Brasil, Rosmari Capra-Sales – Divulgação
Como ela ressalta, a vítima pode ser assediada por um superior, um colega de trabalho e até um subordinado.
— O Ministério Público do Trabalho tem ciência de ocorrências nas quais os trabalhadores são assediados por colegas do mesmo patamar. Porém, este tipo de denúncia não é comum, principalmente quando comparada às crescentes denúncias formuladas em face de superiores hierárquicos — diz.
Se tem empresa fazendo vista grossa para o problema, outras tratam o clima dentro da corporação como prioridade. A L’Oréal tem um Código de Ética em vigor há mais de 15 anos, que abrange diversas perspectivas, como concorrência leal, diversidade, privacidade e assédio. Também foi criado o canal Voz Ativa, que recebe denúncias sobre desvios de conduta observados nas equipes para interrompê-los e responsabilizar seus agentes.
TREINAMENTO E APURAÇÃO
Segundo a diretora de ética da empresa, Rosmari Capra-Sales, é possível evitar o bullying dentro do ambiente de trabalho por meio de treinamentos dos funcionários e de uma rápida apuração de casos dessa natureza.
— Dependendo do assunto, corrigimos o comportamento através de conversa, advertência, suspensão ou, até mesmo, demissão — descreve. — Na medida em que não haja aderência ao valor “respeito”, os colaboradores entenderão que o jogo pode ser feito da maneira que lhes convierem e isso é ruim para os negócios.
Fonte: O globo
O que preocupa é justamente o vazio pessoal levar o agressor à inveja e assim ao assédio, num mundo contemporâneo onde muitos prezam o “ter para ser”, as coisas privadas, as aparências, obviamente deixando de lado necessidades humanas e sociais, o que acaba por levar aos sentimentos de inveja ao ver outro que não liga para o “ter para ser” e consegue ser feliz e realizado desta maneira. Ou seja, não é difícil encontrar ambientes onde apenas é socialmente permitido ser como verdadeiramente é se ostentar uma posição sócio-econômica. Como se felicidade e realização pessoal fossem privilégios de faixas sociais elitizadas. Assim, unir em um mesmo ambiente de trabalho pessoas com perfis de vítima e de agressor seria preparar uma bomba relógio. Pior: em ambientes corporativos é comum ver as formas de assédio como “técnicas de gestão”, quando o que o bom administrador deveria é, verdadeiramente, liderar sua equipe e não dominá-la através da doutrina do medo e da vergonha.
Por último, segue uma matéria sobre o inédito acordo visando ao combate ao assédio moral entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e a Federação Nacional dos Bancos (Febraban).
Sai acordo inédito sobre assédio moral
GABRIELA GARCIA
Dalva Radeschi durante greve de bancários: elogios ao acordo/Crédito: Arquivo/Jornal de Limeira
Entendimento envolve setores patronal e de trabalhadores
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e a Federação Nacional dos Bancos (Febraban) assinaram um acordo inédito na quarta-feira com o intuito de combater o assédio moral nos locais de trabalho.
Há um bom tempo, a questão do assédio moral vem sendo debatida pelo Sindicato dos Bancários de Limeira, que comemorou o acordo. “É um fato extremamente positivo. Cria um protocolo de prevenção de conflitos no ambiente de trabalho”, disse a presidente Dalva Radeschi.
Segundo ela, os bancos impõem metas abusivas para os trabalhadores e este acordo é uma das principais conquistas da Campanha Nacional dos Bancários do ano passado. “O acordo irá valorizar o empregado, conscientizar os empresários da necessidade de um local de trabalho sadio e realizará a promoção dos valores ético, moral e legal”, apontou.
A medida também foi vista com bons olhos pelo professor universitário e ex-prefeito de Iracemápolis João Renato Alves Pereira. Quando vereador, em 2000, foi responsável por apresentar projeto de lei na cidade vizinha prevendo penalidades para funcionários públicos que praticassem assédio moral. “Tornou-se a primeira lei no País sobre assédio moral no ambiente de trabalho”, apontou Pereira. “É uma vitória. Espero que as outras categorias consigam isso por meio de seus sindicatos patronais. A próxima etapa é que seja criada uma lei em nível federal para os trabalhadores de setores públicos e privados”.
ACORDO
O presidente da Contraf, Carlos Cordeiro, apontou que o acordo aditivo ao Protocolo para Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho prevê adesão espontânea, já confirmada pelo Bradesco, Itaú/Unibanco, Santander, HSBC e Citibank. Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal instalaram comitês de ética no ano passado para apurar denúncias de assédio moral.
No acordo, os bancos se comprometem a declarar explicitamente condenação a qualquer ato de assédio e reconhecem que o objetivo é alcançar a valorização de todos os empregados, promovendo o respeito à diversidade, à cooperação e ao trabalho em equipe em um ambiente saudável.
As denúncias deverão ser feitas aos sindicatos e a instituição terá um prazo para apurar os fatos e prestar esclarecimentos. Denúncias anônimas continuarão a ser apuradas pelas entidades, mas fora das regras estabelecidas no acordo com os bancos. (Com Agência Brasil)
Em 18 de Junho, cerca de 500 mulheres participaram da Marcha das Vadias em Brasília, contra o machismo e a violência contra a mulher, incluindo assédio e estupro. Também protestaram contra a ideia de que usar minisaia é um convite à violência. Algumas frases de efeito que elas usaram foram: “Se o corpo é da mulher, ela dá pra quem quiser” e “Ei, quero respeito. Mulher não é só bunda e peito. A manifestação foi pacífica.
Em 22/12/12, a polícia de Nova Délhi, a capital da Índia, usou gás lacrimogêneo e canhões de água para conter milhares de pessoas que tentavam chegar à residência do presidente do país para protestar contra o estupro coletivo e o espancamento de uma estudante no interior de um ônibus.
Vários manifestantes sofreram ferimentos ao tentar romper o bloqueio formado por barricadas de aço na região, que conta com forte esquema de segurança. A polícia lançou bombas de gás lacrimogêneo e usou cassetetes contra os manifestantes, alguns dos quais atacaram a política durante esporádicos confrontos durante o dia.
À noite, os confrontos se intensificaram. Um grande número de manifestantes se dirigiu para o prédio do Parlamento, que fica nas proximidades da residência do presidente, e atacou a polícia com pedras, que revidou. Mais tarde, os manifestantes se reagruparam e acenderam velas.
O protesto pede a pena de morte para os seis suspeitos que foram detidos pela polícia após o ataque, ocorrido em 16 de dezembro, na capital indiana.
O ministro do Interior Sushilkumar Shinde disse aos jornalistas que o governo vai examinar atentamente o pedido e anunciar a abertura de um inquérito oficial sobre o estupro, ocorrido no último domingo, além de sugerir medidas para melhorar a segurança das mulheres.
Shinde disse que cinco policiais de Nova Délhi foram suspensos por não terem agido prontamente, após o ataque sofrido pela jovem. Ele também reuniu-se com uma delegação de manifestantes estudantis e pediu a eles que encerrassem seu protesto.
O ataque deu início a vários dias de protesto em todo o país. As mulheres exigiram que as autoridades tomem ações mais duras para protegê-las contra a ameaça diária de assédio e violência. Na sexta-feira, autoridades indianas anunciaram uma ampla campanha para proteger as mulheres de Nova Délhi.
Alguns manifestantes deste sábado seguravam faixas nas quais se lia: “Salvem as mulheres. Salvem a Índia” e “Enforquem os estupradores”.
O aposentado V.K. Singh, que foi chefe do Exército, se uniu aos manifestantes e responsabilizou “a apatia política e burocrática em relação aos crimes contra mulheres”. Ele exigiu reformas imediatas na política para treinar e armar as forças de segurança.
O ministro do Interior também anunciou que aparelhos de GPS serão instalados nos ônibus do governo para evitar que eles saiam de suas rotas. Além disso, os motoristas terão de deixar suas identidades à vista. Há relatos de que entre os pelos menos quatro homens – que estupraram a jovem e feriram gravemente a vítima e o amigo que estava com ela -, estava o motorista e o cobrador do ônibus.
Internada, a Jovem vítima de estupro coletivo em ônibus corre risco de vida na Índi
Outro dia, outra garota estuprada, outra rodada de indignação. No entanto, mais de 630 estupros aconteceram na cidade até agora neste ano, e nada parece que realmente mudará.
Os médicos que tratam a estudante paramédica atacada, que atualmente está conectada a aparelhos de suporte de vida em um lotado hospital da cidade, estão horrorizados. Eles disseram que esse é o caso “mais grave” de estupro que já cuidaram.
“Isso foi muito mais do que estupro. Havia lesões extensas. Aparentemente um objeto contundente foi usado repetidamente (pelos agressores)”, disse um dos médicos.
O incidente da noite de domingo de 16 de dezembro na “capital do estupro” da Índia foi simplesmente brutal, mesmo para uma cidade que se tornou insensível aos crimes contra as mulheres.
Os maus-tratos e abuso contra mulheres são um grande problema especialmente em Nova Délhi e no norte da Índia. A mentalidade social patriarcal, uma cultura descarada de abuso do poder político, um desdém generalizado em relação à legislação, uma força policial em grande parte insensível e uma população de migrantes sem raízes, sem lei, são apenas algumas das razões. Devem haver muitas outras.
Então, é provável que qualquer mulher – exceto as muito ricas e privilegiadas – esteja propensa a enfrentar indignidade e humilhação nessa cidade.
Nessa parte do mundo onde vivo e trabalho, as pessoas dizem que os estupros são consequência da pornografia, da influência das mulheres estrangeiras – por usarem vestidos ocidentais e por saírem com seus amigos. Quando outro incidente acontece, as manchetes indignadas, talk shows de TV, vigílias à luz de velas, promessas pelas autoridades e chavões por parte dos políticos aparecem novamente.
Mas nada realmente muda para as mulheres em Délhi. “É como se houvesse uma conspiração silenciosa na cidade”, disse uma amiga, “para que as mulheres continuem com medo”. Elas dizem que não estão seguras em nenhum lugar, em casa, na rua, no ônibus, no novo sistema de metr
Uma amiga que trabalha como fotógrafa de uma agência internacional de notícias me contou a história de sua vida como uma mulher em Délhi. É infinitamente pior para aquelas que são menos favorecidas do que ela.
Quando ela vivia como hóspede em um luxuoso bairro na região sul de Délhi alguns anos atrás, um cozinheiro bêbado invadiu seu quarto à noite, puxou o lençol de cama e tentou atacá-la. O homem fugiu depois que ela gritou.
“O meu senhorio, uma pessoa perfeitamente respeitável no exterior, veio e disse que provavelmente foi um sonho, que não poderia ter sido um ataque. Sua mãe tinha ouvido os meus gritos, e acreditou em mim. Fui embora do local, e eles disseram que tinham demitido o cozinheiro. Quando cheguei mais tarde, descobri que o cozinheiro havia retornado e estava trabalhando”, lembrou.
Depois de alguns anos, ela se matriculou em aulas de salsa, e seus amigos chegaram para buscá-la para uma competição. Eles esperavam um táxi quando um policial se aproximou e questionou os meninos. “Vocês estão saindo com uma mulher promíscua”, resmungou. “Dê-me o telefone de seus pais, vou ligar para avisá-los disso.”
Quando seus amigos protestaram, o policial foi até a dona da casa e solicitou um suborno. “Ele lhe disse que abriria um processo dizendo que ela tinha alugado um quarto para uma mulher suspeita e sem um acordo de aluguel adequado.”
Uma noite, há alguns anos, ela voltava para casa do trabalho quando um jovem se aproximou e disse algo muito obsceno. Ela pediu para ele calar a boca e continuou andando. O homem correu atrás dela, parou em sua frente, e lhe disse sem rodeios: “Derramarei ácido em seu rosto se você falar isso novamente” e então desapareceu
“Cheguei em casa e comecei a chorar. Fique com medo de sair de casa durante os dias seguintes”, disse.
Não ajuda muito a mulher estar acompanhada por um amigo ou cônjuge. Outra amiga que andava de carro com um amigo foi atacada por um grupo de rapazes em um bairro chique alguns anos atrás. Eles bloquearam a pista em um cruzamento, apontaram uma arma para seu amigo e o xingaram.
“Eles quiseram provocá-lo, falaram que ele saía com uma prostituta. Meu amigo ficou em silêncio e pediu desculpas. Eles nos deixaram ir embora depois de nos roubarem”, lembrou.
O desdém de Délhi por suas mulheres reflete possivelmente a própria cidade, disse um amigo cínico e residente de longa data da cidade.
Uma cidade que em grande parte, segundo ele, foi criada por uma geração de imigrantes sem raízes, ricos e pobres, que viviam em seus próprios mundos em bairros fechados e favelas imundas, atualmente torna difícil uma ação coletiva genuína. Uma polícia ineficaz e um sistema de justiça que não funciona também não contribuem para a situação
Fonte: Ig
A esperança de Malala: vote pelo Site da Avaaz
Malala dedicou sua infância para defender a educação de garotas como ela no Paquistão. Enquanto ela se recupera em uma cama de hospital, vítima de atiradores do Talibã, vamos ajudar o seu sonho a se tornar realidade.
Já existe, em uma parte do Paquistão, um programa bem sucedido que dá benefícios para famílias que enviarem suas filhas para a escola com frequência. No entanto, na província da garota Malala, o governo está de braços cruzados. Alguns políticos de cargos altos lhe ofereceram ajuda e se agirmos agora podemos fazer com que eles se comprometam a implementar essa ideia em todo o país.
Antes que a atenção da mídia se volte para outro caso, vamos elevar nossas vozes e exigir que o governo do Paquistão anuncie medidas de auxílio financeiro para todas as garotas paquistanesas irem à escola. Em alguns dias, o enviado da ONU para educação se encontrará com o presidente paquistanês Asif Ali Zardari e disse que a entrega em mãos de 1 milhão de assinaturas pode dar força à sua presença. Assine a petição e compartilhe com todos – vamos ajudar a tornar o sonho da garota Malala realidade.
Fonte: Avaaz
Mulher palestina diz que ficou 10 anos trancada no banheir
Baraa Melhem na casa de sua mãe
Uma mulher palestina de 21 anos disse a autoridades que passou os últimos 10 anos trancada em um banheiro por seu próprio pai, que só a deixava sair durante a noite para que ela limpasse a casa.
Baraa Melhem contou que seu pai dizia a ela que “as pessoas são monstros”, segundo uma assistente social que está trabalhando no caso.
A polícia palestina disse nesta segunda-feira que libertou Melhem no sábado do pequeno banheiro de uma casa na cidade de Qalqilya, na Cisjordânia, após uma denúncia anônima.
O pai dela, que tem cidadania israelense, foi preso e entregue a autoridades de Israel. Ele vai prestar depoimento a um tribunal israelense na quarta-feira, de acordo com um porta-voz da polícia.
Melhem disse a uma rádio palestina que ela tinha 11 anos quando seu pai a trancou dentro do banheiro e não a deixou mais ir à escola ou ver a mãe, de quem ele é divorciado.
Ele batia nela com um pedaço de pau com arames de metal e dava apenas uma coberta para ela se aquecer, de acordo com a assistente social Hala Shreim.
“O banheiro tinha apenas um metro e meio, era como uma cela”, disse Shreim.
De acordo com um comunicado da polícia palestina, o pai, citando uma “disputa familiar”, admitiu ter trancado a filha e que a alimentava basicamente só com pão.
A assistente social disse que o pai de Melhem frequentemente encorajava a filha a cometer suicídio.
“Seu único consolo era um rádio que a mantinha conectada ao mundo”, disse a assistente social Shreim.
A jovem agora está de volta com sua mãe.
Fonte: Yahoo
RELEMBRE OUTRO CASO
Uma mulher foi presa na Arábia Saudita, só porque dirigiu um carro e postou um vídeo sobre isso no youtube, com 500 000 visualizações, pela “mataw”, a polícia religiosa, que costuma humilhar as mulheres em público. Mesmo assim, em 17 de Junho, algumas repetiram a proeza de Manal al-Sharif, sendo presas, e foi fundada a Comunidade “We are all Manal al-Sharif” no Facebook.
Nesse país, além de não poderem dirigir, as mulheres precisam da autorização de algum homem da família para fazerem as atividades quotidianas, como trabalhar fora e viajar para o exterior. Elas não podem andar sozinhas nas ruas, acessar a net sem a presença de um guardião masculino (“mihrim”), nem subir nos elevadores com os homens
Todavia, hoje, asssiste-se a um verdadeiro “despertar árabe”, em que as mulheres muçulmanas vêm participando dos movimentos na Tunísia, Egito, Líbia, Iêmen, Bahrein e Síria, ao lado dos homens, mesmo os governantes considerando os protestos “haram”, ou seja, pecado punível com cadeia e flagelação.
Essas mulheres são, portanto, um contraponto à submissão em que vivem na Arábia.
Um novo episódio maculou a imagem da mulher muçulmana, desta vez, da Rainha da Jordânia, Rania, chamada de “piranha” por comentarista da TV fechada da Rede Globo, causando reação da comunidade no Brasil.
Estamos vendo, todos os dias, nos noticiários, as mais infames notícias sobre violência entre as pessoas, com crianças, jovens e os cidadãos brasileiros. A violência praticada em escala institucional, tendo o mau e exemplo dado por políticos, governantes e poderosos, pelo não cumprimento dos deveres oficiais e de seus votos de lealdade e fidelidade para com a sociedade, permeiam a vida nacional. As pessoas imitam a falta de respeito aos valores e direitos humanos e banalmente se atiram umas contra as outras por trivialidades, por falta de amor e tolerância às diversidades de opinião, raça e credo. Nem as crianças escapam dos padrões de ódio e violência (“bullying”), reproduzindo, entre os colegas, os modelos que vêem em casa e que são imitados dos pais e familiares, que, por sua vez, absorvem-nos da mídia, dos governos e das classes sociais poderosas que não fazem uso adequado do poder. Precisamos meditar pela dissolução do ódio na causa e na manifestação.
“Muitos na Terra, nestes dias, em todo o mundo, estão perdendo a centelha divina porque, tal como está escrito, as nações estão raivosas. As pessoas estão raivosas. E elas têm raiva de Deus. Uma coisa é sentir raiva de um ser humano. Mas ao sentirdes raiva do SENHOR Deus Todo-Poderoso, correis o risco de perder a Chama Trina da vida. E se ela se apaga amados, podereis caminhar sobre a Terra na escuridão, talvez durante muitas vidas, até que Deus esteja pronto para vos dar de novo uma Chama Trina. Portanto, amados, o maior pecado que se pode cometer na Terra é enraivecer-se com o Senhor Deus, não apenas porque não devemos sentir raiva do Senhor Deus, mas, porque aquela raiva poderá causar a perda da nossa centelha divina.”
(Pérola de Sabedoria, vol. 46, n. 11)
“Na verdade, grande parte, se não toda a violência com a qual a humanidade se depara hoje em dia é resultado de deliberada manipulação das mentes das pessoas por aqueles que estão embriagados pelo poder. Guiados pelas estrelas mais escuras, eles desvalorizam meu Filho, destroem a consciência crística e desmoralizam a graça salvadora essencial que é inerente à percepção daquele que é unigênito de Deus.”
Trecho do livro: Mensagens de Maria sobre o Amor Divino pág. 111
Vamos fazer o seguinte decreto:
“Em nome do EU SOU O QUE EU SOU, do Santo Cristo Pessoal de todos os portadores de Luz, invocamos a Luz do Raio Rubi, os amados Senhor Sanat Kumara, Gautama Buda, Senhor Maitreya, Jesus Cristo, Amados Guru Ma e Lanello, os anjos do Raio Rubi e o Amado Maha Chohan para que comandem a poderosa ação do Raio Rubi, consumindo todo ódio e rebelião contra Deus Pai e Mãe, expressos em todas as formas de violência e covardia, especialmente contra aqueles que são mais vulneráveis, as crianças, os jovens, as mulheres e todos os portadores de luz.
Amados Saint Germain e Pórcia, Elohim Arcturus e Vitória, Arcanjo Zadkiel e Santa Ametista, Amados Oromasis e Diana pedimos que envieis todo o Sagrado Fogo Violeta, para transmutar a causa e o núcleo da desobediência à lei do Amor de Deus naqueles que comandam as massas e detém o poder, com seus valores invertidos e equivocados. Amados Deus e Deusa Meru, Arcanjos Jofiel e Cristina, Amado Senhor Lanto vinde com o vosso momentum de iluminação para que os brasileiros compreendam a manipulação do mal e da violência propagados pela mídia, pela impunidade, pelo crime organizado, pelo abuso do poder e do fogo sagrado pelos corruptos e os que detém o poder e não fazem bom uso do mesmo. Poderosos anjos da Cruz Rosa purgai os padrões de ódio e dissolvei integralmente as forças do anti-amor. Em nome do EU SOU O QUE EU SOU e do Arcanjo Chamuel, dizemos: Fora forças do Anti-amor! Que a raiva interna e externa seja purgada, bem como a sua manifestação em forma de violência nos relacionamentos, na mídia, no mau uso do poder pelos governantes e poderosos, nas famílias, nas escolas e na sociedade em geral. Que o amor e a paz do Cristo preencham o vácuo desta purificação. Que o ódio a Deus Pai e Mãe seja transformado no Poder, Sabedoria e Amor divinos. Que a vontade de Deus seja feita.”
Amém!
Em Nome do EU SOU O QUE EU SOU em nome do Arcanjo Chamuel: Fora Forças do Anti-Amor! Fora Forças do Anti-Amor! Fora Forças do Anti-Amor! (3X).
Vemos que a natureza está em convulsão por toda a parte no planeta, todas as semanas vemos que os cataclismos continuam ocorrendo. Chamado do Foco Secundário: “Em nome do EU SOU O QUE EU SOU, invocamos Saint Germain e Pórcia, Omri-Tas, Arcanjo Zadkiel e Santa Ametista, Zaratustra e os Sacerdotes de Melquisedeque, Elohim Arcturus e Vitória, os 144. 000 sacerdotes e sacerdotisas do fogo sagrado do coração do Planeta Violeta, o Amado Maha Chohan e os poderosos Anjos do Raio Rubi, Santo Justinius e os Serafins e Querubins de Deus, Guru Ma e Lanello, todo o Espírito da Grande Fraternidade Branca e a Mãe do Mundo, vida elemental do fogo, do ar, da água e da terra. Intensificai a luz e a chama violeta para que sejam mitigados os cataclismos. Transmutai, dissolvei e consumi as profecias sobre os cataclismos, as predições negativas e o desânimo gerado pelas notícias a este respeito, bem como a continuidade da ocorrência dos mesmos em todos os pontos da Terra.
Amados Oromasis e Diana, Áries e Thor, Netuno e Luara, Virgo e Pelleur, protegei a Terra, a vida Elemental e todos os portadores de luz dos efeitos negativos dos terremotos, maremotos, tsunamis, ciclones, ventanias, tufões, erupções vulcânicas, chuvas intensas, chuvas de pedra, secas, incêndios, derretimento dos gelos polares, explosões nucleares e radioatividade, pós, gases sufocantes, mudanças na crosta terrestre, falta de oxigênio, alimentos e água potável, aproximação de cometas e queda de meteoros.
Mitigai a ocorrência destas circunstâncias no planeta, em nome e por intercessão do Amado Saint Germain e de toda a Hierarquia Cósmica encarregada das evoluções da Terra. Pedimos a poderosa ação da chama violeta para transmutar o carma pessoal e planetário.
Nós somos Saint Germain em ação, não esperaremos as calamidades se abaterem sobre nós. Levantamos a mão e dizemos: Basta! Não caireis sobre o nosso planeta! Nós temos a consciência da vitória, temos conosco o Poderoso Vitória e vamos vencer: Com Deus nada é impossível!
Decretos Sugeridos: chamado ao Cálice dos Elohim (abaixo), decretos aos elementais, decretos de proteção, decretos ao Amado Vitória, muita chama violeta. Podem reforçar com os decretos aos Elohim, do livro de decretos com o 10.14, 10.05, 30.16, 50.05 e 70.18
Chamado aos ELOHIM do 1º Raio
Elohim Hércules e Amazônia!
Elohim Hércules e Amazônia!
Elohim Hércules e Amazônia!
Derramai através do cálice dos Elohim fitas de fogo branco e relâmpago azul para que fiquem entre a humanidade e o seu carma que retorna!
Dirigi o vosso poder divino para a causa e o núcleo do terrorismo doméstico e internacional, para as mudanças na crosta terrestre e para tudo o que se opõe ao governo e à liderança divina nesta organização, na minha comunidade local e em todas as nações do mundo!
Chamado aos ELOHIM do 2º Raio
Elohim Apolo e Lumina!
Elohim Apolo e Lumina!
Elohim Apolo e Lumina!
Intensificai a ação da vara da iluminação para a aceleração da iluminação em toda a Terra!
Que esta vara pulsando dentro do cérebro restabeleça a Mente de Deus em todos os portadores de luz e aumente a percepção divina na Terra!
Amados Apolo e Lumina, enviai o sagrado fogo dourado da sabedoria de Deus para a aceleração do chakra da coroa, para a educação do coração, da mente e da alma dos jovens do mundo e para o uso correto da tecnologia na educação!
Chamado aos ELOHIM do 3º Raio
Elohim Heros e Amora!
Elohim Heros e Amora!
Elohim Heros e Amora!
Intensificai a ação dos blocos de raio rubi que cravastes na Terra para equilibrar os níveis interiores do centro da Terra, que estão mais próximos do núcleo.
Ratifico a profecia de Heros e Amora de que, por meio destes blocos de raio rubi e da chama violeta, o poder dos que perseguem o corpo de Deus na Terra será reduzido!
Heros e Amora, intensificai o vosso amor divino na Terra para derrotar todas as forças de anti-Amor que se opõem à união das chamas gêmeas e à união de cada um com o seu Eu Superior!
Chamado aos ELOHIM do 4º Raio
Elohim Pureza e Astrea!
Elohim Pureza e Astrea!
Elohim Pureza e Astrea!
Em nome de Jesus Cristo, peço-vos que coloqueis o vosso círculo e espada cósmica de chama azul em torno de todos os padrões que estejam em mim e em todas as crianças de Deus, que nos mantêm escravizados aos maus hábitos, tendências carnais e vícios de qualquer tipo!
Invoco os Elohim Pureza e Astrea e a Deusa da Luz, a Rainha da Luz e a Deusa da Pureza, para que enviem o seu fogo branco e o seu círculo e espada de fogo azul para frustrar todas as ofensas, vícios, suicídios, abortos e violências contra as crianças.
Em nome de Deus Todo-Poderoso, de Jesus Cristo, do Espírito Santo e da Mãe Divina, invoco a amada Astrea e todos os poderosos Elohim para que selem o círculo e a espada de chama azul em torno da causa e do núcleo de tudo o que se opõe à minha identidade divina.
Chamado aos ELOHIM do 5º Raio
Elohim Cyclopea e Virgínia!
Elohim Cyclopea e Virgínia!
Elohim Cyclopea e Virgínia!
Penetrai o planeta Terra com o raio esmeralda e o Olho Onividente de Deus para a cura das nações, de sua economia e de seu povo!
Entrai em ação agora para impedir a criação e a disseminação de vírus e micróbios malignos, a guerra bacteriológica e todos os abusos na música, na tecnologia e na ciência, especialmente a engenharia genética e a clonagem.
Amados Cyclopea e Virgínia, imprimi na minha alma a minha matriz divina. Ajudai-me a manifestar esta matriz e a realizar a minha missão na vida para a glória de Deus e para o seu serviço.
Chamado aos ELOHIM do 6º Raio
Elohim Paz e Aloha!
Elohim Paz e Aloha!
Elohim Paz e Aloha!
Enviai a vossa brilhante luz púrpura e dourada da paz para fazer cessar toda a guerra e consumir toda a força de anti-paz — interna e externa!
Eu invoco a dispensação de Paz e Aloha de dez mil Anjos da Paz e comando os Anjos da Paz a mim designados para irem agora dissolver totalmente a guerra em todos os níveis e a “guerra entre os membros”.
Chamado aos ELOHIM do 7º Raio
Elohim Arcturus e Vitória!
Elohim Arcturus e Vitória!
Elohim Arcturus e Vitória!
Enviai oceanos de chama violeta para transmutar a causa e o núcleo de todo o fanatismo; toda a poluição física, emocional, mental e etérica; tudo o que se opõe ao relacionamento pessoal da Alma com Deus!
Que todas as almas de luz realizem a sua transcendência pessoal através da autonomia concedida hoje pelos Elohim!
A previsão é de que o plebiscito contra o desarmamento ocorra em 2 de Outubro.
O banho de sangue na escola do subúrbio carioca acirrou o clamor da sociedade pelo fim do comércio de armas de fogo. Estima-se que 50% dos 16 milhões de armas de fogo existentes no Brasil sejam ilegais.
O projeto de decreto legislativo já está em tramitação no Senado, mas terá de ser aprovado pela Câmara dos Deputados também.
Em 2005, já houve um referendo, em que a população concordou com o comércio de armas, com 63,94% dos votos.
Há extratos sociais, assim, que são contra o plebiscito, que foi ideia do Presidente do Senado, José Sarney, inclusive políticos, alegando que ele custará cerca de R$ 270 milhões aos cofres públicos. Além disso, acredita-se que o plebiscito até possa acalmar os ânimos, quando a população encontra-se revoltada com o assassinato dos alunos, mas não ataca as raízes da violência no País.
Querido leitor, deixe seu comentário no blog sobre as causas de tanta violência no Brasil.
Na última quarta-feira, novo ataque de skinheads a homossexuais ocorreu na região da Avenida Paulista. Vale lembrar que, em ataque anterior, um rapaz foi atingido por outros quatro com uma lâmpada florescente, mas só um deles está preso, pois os outros foram liberados por serem menores.
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