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A Terra na Terceira Dimensão

Aquecimento dificulta vida no Kuwait e pode inviabilizar diversas cidades no mundo

11/11/2021
Fonte: Youtube

Sem reduzir CO2, avanço do mar põe em risco 50 cidades do mundo, incluindo 7 do Brasil, diz pesquisa

No pior dos cenários, com um aumento de 3°C na temperatura global até o fim do século, nações insulares podem desaparecer quase por completoAmanda Scatolini*11/11/2021 – 17:58 / Atualizado em 11/11/2021 – 22:29

Simulação de como o museu Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya, em Mumbai, na Índia, pode ficar com as inundações causadas pelo aumento no nível do oceano até o fim do século Foto: Picturing Our Future / Climate Central
Simulação de como o museu Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya, em Mumbai, na Índia, pode ficar com as inundações causadas pelo aumento no nível do oceano até o fim do século Foto: Picturing Our Future / Climate Central

Um aumento de apenas 3°C na temperatura global pode transformar alguns dos pontos mais conhecidos do mundo em paisagens parcial ou totalmente submersas nos próximos séculos, afetando até 10% da população mundial. Isso porque, conforme o planeta aquece rapidamente e derrete as calotas polares, o nível dos oceanos consequentemente aumenta, podendo avançar sobre cidades e engolir populações costeiras. O Climate Central, um grupo de pesquisa sem fins lucrativos, publicou recentemente um estudo com imagens e vídeos impactantes que mostram o quanto o mar pode avançar sobre cerca de 50 cidades consideradas vulneráveis nas próximas décadas, caso não se cumpram as metas de redução de emissões de carbono

Com uma costa de mais de 7 mil km no Oceano Atlântico, o Brasil aparece na 17ª posição entre os mais vulneráveis na lista da Climate Central. As cidades apontadas como mais suscetíveis a inundações pela maré são o Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Santos (SP) e São Luís (MA). Segundo relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, publicado em agosto deste ano, Recife é a capital brasileira mais ameaçada pelo avanço do mar, ficando na 16ª posição entre as cidades mais vulneráveis do planeta.

Publicadas na revista Environmental Research Letters em colaboração com a Universidade de Princeton, dos EUA, e o Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático, na Alemanha, as imagens do estudo da Climate Central fazem comparações que vão desde cenários considerados mais otimistas, com o aumento de 1,5 grau — limite proposto pelo Acordo de Paris —, aos mais pessimistas, caso nenhuma medida seja tomada para reduzir a zero as emissões de carbono até 2050. Nesse cenário, a temperatura média do planeta pode chegar a 3°C ainda neste século.

“Os líderes mundiais têm uma oportunidade fugaz de ajudar ou de trair o futuro da humanidade com as ações tomadas hoje sobre as mudanças climáticas”, diz no documento o cientista-chefe da Climate Central e principal autor do relatório, Benjamin Strauss. “Medidas robustas e imediatas para uma economia mundial limpa e segura para o clima podem ajudar bilhões de pessoas, preservando cidades e nações inteiras para o futuro. As escolhas de hoje definirão o nosso caminho”, completa.

O trabalho pode ser visto no site Picturing Our Future (“Retratando nosso futuro”), em que os usuários podem selecionar centenas de imagens de locais de risco em todo o mundo, incluindo centros financeiros, estádios, museus, templos e igrejas e outras construções históricas ou culturalmente significativas

Segundo os dados do estudo, cerca de 510 milhões de pessoas vivem atualmente em terras que poderão ser afetadas por inundações de maré alta, mesmo com o mais otimista dos cenários. No mais pessimista, esse número chega a mais de 800 milhões de pessoas, cerca de 10% da população global. As simulações do estudo, no entanto, não levam em consideração barreiras físicas, como diques e paredões, capazes de reter o avanço da água, algo que os cientistas apontam como fundamental nos projetos urbanos futuros para evitar o agravamento dos impactos causados pelo avanço do mar devido ao aquecimento global.

As projeções também apontam que a região a ser mais afetada é a da Ásia, com a China, Índia, Vietnã, Bangladesh e Indonésia entre os países mais vulneráveis em longo prazo. Estas, aliás, são nações que adotaram capacidade adicional de queima de carvão nos últimos anos, conforme apontam os pesquisadores. Países asiáticos constituem 8 das 10 grandes nações sob maior risco, de acordo com o levantamento. 

Além disso, pequenas nações insulares estão ameaçadas de perda quase total. Sob o cenário mais alarmante, as Bahamas, Maldivas, Ilhas Marshall, Ilhas Cayman, Tuvalu — cujo ministro de Relações Exteriores, Simon Kofe, discursou com água até os joelhos, dentro do mar, durante a COP26, na quarta-feira —, entre outras, enfrentam uma ameaça de 90% de exposição. No melhor dos cenários, com um aquecimento de 1,5°C, esse número ainda ultrapassa os 60% e coloca essas nações em risco eminente.

“O aumento do nível do mar ameaça nossa herança. Não apenas a herança antiga, mas as cidades em que vivemos hoje, em que as nossas ações hoje estão pavimentando o mundo para a próxima geração”, afirma no documento o coautor do estudo e professor do Instituto Potsdam, Anders Levermann.

Apesar dos números e das imagens preocupantes, o estudo deixa claro que essas mudanças podem levar muitos anos, até séculos, para se desdobrarem. Contudo, tais consequências serão diretamente determinadas pelas ações tomadas pela humanidade nos próximos anos, que podem ser irreversíveis. Isso porque o carbono já presente na atmosfera é suficiente para fazer com que o nível do mar suba cerca de 2 metros no próximo século, conforme projeções do IPCC. Esse número pode chegar a 5 metros em 2150, caso não sejam feitas mudanças significativas. Fonte: O Globo

Terremoto no Haiti

20/08/2021

Cinco dias depois do terremoto que abalou o sudoeste do Haiti e deixou mais de 2.000 mortos, as autoridades enfrentam o desafio de entregar ajuda humanitária de maneira segura a centenas de milhares de desabrigados, incluindo muitos que vivem em áreas isoladas. 

O serviço de Proteção Civil do Haiti atualizou o balanço do terremoto na quarta-feira (18) à noite: 2.189 mortos, 332 desaparecidos e mais de 12.000 feridos.

O caos impera na região sudoeste do país e os desabrigados também precisam enfrentar as chuvas provocadas pela passagem do furacão Grace.

Maniche fica a apenas 20km do litoral, onde fica a capital da província de Les Cayes, no sul do Haiti, mas o trajeto a carro leva uma hora para ser feito, por causa das estradas ruins. Situado em um vale entre montanhas, poucos edifícios resistiram ao terremoto de domingo. Fonte: Notícias ao Minuto

Protestos em várias partes do mundo contra lockdown para conter a Caronga Vi

21/03/2021
Fonte: Youtube

Terremoto atinge Turquia e Grécia em 30/10/20 e faz parte do reset dos oceanos

02/11/2020

Fonte: Youtube

Cuidado com os projetos de controle da mente como HAARP e satélites Starlink, de Elon Musk, da Tesla e SpaceX

01/06/2020

HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica.

Tire proveito das ondas Shan, emitidas pelas naves de Ashtar Sheran para aumentarmos nossa vibração

Fonte: Youtube

Imagem de: HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica
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Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

Visão aérea do HAARP

Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.

Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.

Ionosfera fica entre 100 e 350 Km sobre a superfície

A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.

O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.

Antenas de transmissão

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.

Antenas de recepção e diagnóstico

As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.

Geradores de energia poderosos

Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações

Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projeto.

Arma geofísica: a denúncia russa

E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.

Vladimir Putin

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.

Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti

Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

Mapa dos terremotos no Haiti

Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.

Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Bloqueio militar

Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.

Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.

Radares poderiam ser bloqueados facilmente

Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.

Controle mental

Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.

Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

Ondas de controle mental estão no ar

Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Nota sobre as teorias conspiratórias

É necessário lembrar que estas teorias são originadas em fontes que, muitas vezes, não possuem informações concretas sobre os assuntos tratados. Logo, a utilização delas neste artigo possui fins ilustrativos e não devem ser encaradas com verdades absolutas.

Pura ficção?

No desenho G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projeto em uma arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.

Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.

Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada em uma antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.

Frequências altíssimas saem destas antenas

Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão sendo utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projeto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.

Fonte: Tecmundo

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By Vital Frosi (Youtube)

 

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