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Por que juízes ganham salários fora da realidade do País?

15/08/2017

Salários acima do teto de técnicos e analistas juridicos são amparados por decisões do próprio STF e estão dentro da legalidade; entenda como

Entre as justificativas dos salários altos no STF estão indenizações por férias não usufruídas
Nelson Jr./SCO/STF – 31.5.17

Entre as justificativas dos salários altos no STF estão indenizações por férias não usufruídas

Diante de um cenário de alerta que se encontra o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) devido aos pagamentos que ultrapassam o teto constitucional nos tribunais estaduais, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou os servidores da Corte a receberem salários que superam R$ 33,7 mil, que é o limite.

Só em 2017, nove técnicos e analistas judiciários lotados no STF  foram remunerados com valores entre R$ 37,8 mil e R$ 226,8 mil líquido. De acordo com a reportagem divulgada pelo jornal “O Globo”, para justificar os salários exuberantes os termos jurídicos usados são de difícil compreensão, como, por exemplo, a “conversão de licença-prêmio em pecuniária”, que pode ser traduzido como transformar em dinheiro o direito e descanso remunerado, premiação prevista após certo tempo de serviço.

Além desse, outro argumento utilizado é indenização por férias não aproveitadas e decisões judiciais que determinam pagamentos retroativos. Porém, é preciso ressaltar que no mesmo momento que os pagamentos extras estão sendo feitos, o Conselho Nacional de Justiça cobra a reavaliação de valores pagos no Judiciário.

Benefício

O “privilégio”, como foi mencionado pela própria ministra Cármen Lúcia, presidente do CNJ e do Supremo, ‘deve acabar’, conforme foi admitido por ela, completando ainda que é necessário transformar o Brasil “numa República verdadeira, não apenas de papel”.

Ainda segundo a apuração feita pelo jornal, os beneficiados são servidores que estão como inativos na folha de pagamento do STF. De acordo com a assessoria da ministra, essa situação é legal.

Mas as ações que permitiram que os pagamentos acima do teto se enquadrassem dentro da legalidade vêm de decisões do próprio tribunal: a sugestão do ministro Dias Toffoli que, depois de acatada, se transformou na ata da sessão administrativa de 21 de setembro de 2011. Em 2015, a resolução 555, sob presidência do ministro Ricardo Lewandowski, tratou a indenização por férias não usufruídas.

Ambas as decisões estabeleceram jurisprudência e frequentemente são usadas em pedidos de outros funcionários públicos do Judiciário e do Ministério Público, que recorrem a tribunais para tentar pedir as mesmas condições do STF.

Fonte: IG

Juízes recebem gratificação por serviço acumulado mesmo em férias

Justiça do Trabalho pagou R$ 3,3 milhões de gratificação irregular a magistrados, aponta auditoria

Sede do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, em Minas Gerais – Divulgação

As irregularidades nos pagamentos, detalhadas no relatório de auditoria do CSJT, foram verificadas em 17 Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) e dizem respeito a pagamentos feitos entre novembro de 2015 e abril de 2016. De R$ 23 milhões pagos em gratificações a juízes e desembargadores no período, R$ 3,3 milhões – 14,3% – foram irregulares e devem ser ressarcidos aos cofres públicos, como concluiu a auditoria.

Uma resolução do CSJT de outubro de 2015 estabeleceu as regras para o pagamento da gratificação por acúmulo de trabalho. A auditoria foi feita levando em conta essas especificações. A gratificação corresponde a um terço do salário do juiz. Um magistrado em primeira instância começa ganhando R$ 27,5 mil, o que coloca o benefício na ordem de R$ 9,16 mil.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou que juízes de segunda instância recebam a gratificação por acúmulo de trabalho, submetidos ao abate-teto. Assim, o valor máximo do salário total não pode ultrapassar R$ 33,7 mil, valor do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A auditoria do CSJT apontou falhas nos mecanismos de controle interno do pagamento do benefício. Essas falhas “propiciaram pagamentos a juízes que se encontravam em situação de atraso reiterado na prolação de sentenças, que estavam atuando concomitantemente com outro magistrado na mesma Vara do Trabalho, que teriam acumulado acervo processual inferior a 1,5 mil processos novos ou que se encontravam de férias ou afastados da atividade judicante”.

A resolução de 2015 do CSJT estabelece que a gratificação é válida em casos de varas que recebem mais de 1,5 mil processos novos por ano. O benefício deve ser pago basicamente a juízes que acumulam processos de dois gabinetes.

Outros pontos da resolução foram contrariados, aponta a auditoria. Segundo a resolução, a gratificação deve ser paga a magistrados designados para a função em mais de uma vara por período superior a três dias úteis e não inclui sábados, domingos e feriados, a não ser que a substituição seja por período igual ou superior a 30 dias. “As falhas nos mecanismos de controle interno permitiram a percepção de valores referentes a períodos de concessão inferiores a quatro dias úteis; a sábados, domingos e feriados em designações inferiores a 30 dias; à utilização de divisor diferente de 30 para apuração do valor diário devido”, diz a auditoria.

A gratificação também foi paga a desembargadores que não ocupavam cargos de direção, nem atuavam em órgão especial ou seção especializada. O pagamento foi considerado uma irregularidade.

INVESTIGAÇÃO NO TCU

A determinação do TCU para que ocorra uma auditoria nesses pagamentos foi feita pelo ministro Bruno Dantas e comunicada nesta quarta-feira em plenário. Segundo o ministro, caso a área técnica entenda ser necessário, uma medida cautelar poderá ser adotada para a “suspensão imediata de eventuais pagamentos irregulares”.

Dantas afirmou que, em 2016, a despesa com a gratificação foi superior a R$ 49 milhões, dinheiro gasto com juízes de 24 TRTs. Neste ano, já ultrapassa R$ 31 milhões.

– Num momento em que o país enfrenta grave crise fiscal e financeira, com os setores político e econômico envidando grandes esforços para contornar tais dificuldades, me parece temerário que os já consideráveis gastos com a gratificação sejam majorados. Igual vantagem está sendo concedida também no âmbito da Justiça Federal, o que só reforça a necessidade de descortino do tema, a fim de interromper pagamentos indevidos antes que o rombo atinja montantes ainda mais substanciais – disse o ministro do TCU.

Em nota divulgada na noite desta quarta-feira, o CSJT afirmou que o relatório de auditoria enviado ao TCU ainda será julgado administrativamente e que precisa ser votado pelo plenário do conselho para “ter validade e comprovar, de fato, as irregularidades”. “As informações enviadas são preliminares, sem caráter oficial”, diz a nota.

“A instauração do processo pelo CSJT demonstra a preocupação e o engajamento da Justiça do Trabalho para restringir o pagamento de gratificações de forma ampliada aos magistrados. O conselho também recorreu das decisões do CNJ, que determinaram que os TRTs pagassem a cerca de 570 magistrados gratificação extra por excesso de processos.“

Fonte: O Globo

Exclusivo. Juiz do MT recebeu em julho meio milhão de salário

O juiz Mirko Vincenzo Giannotte, da 6ª Vara de Sinop (MT), recebeu no mês de julho R$ 415.693,02 líquido de salário, segundo dados do portal da transparência do Tribunal de Justiça do Mato Grosso. O valor bruto pago foi de R$ 503.928,79.

O rendimento inclui uma  remuneração de R$ 300.200,27; indenização de R$ 137.522,61, mais R$ 40.342,96 de vantagens eventuais e R$ 25.779 de gratificações.

Procurada pela Coluna, a assessoria de imprensa do TJMT informou que não se trata de erro e  divulgou nota (abaixo) para explicar o salário milionário do juiz no mês de julho. Segundo a assessoria, o pagamento do valor foi autorizado pelo CNJ

No mês de junho, o juiz recebeu R$ 53.432,92 líquido. O valor bruto foi de R$ 65.872,83.

Leia a nota do TJMT sobre o assunto:

Em atenção a solicitação deste veículo de comunicação informamos que considerando a decisão proferida pelo Conselho Nacional de Justiça no Pedido de Providencias n. 0005855-96.2014.2.00.0000, no mês de julho/2017, no Pedido de Providências 18/2009 (Prot.Atenas 213.568), em que é requerente a Associação dos Magistrados de Mato Grosso (Amam), foi determinado pela Presidência deste Tribunal o pagamento do passivo da diferença de entrância aos magistrados que jurisdicionaram, mediante designação, em entrância ou instância superior no período correspondente a 29/5/2004 a 31/12/2009.

Fonte: Estadão

Juiz recebe no dia do aniversário salário de quase meio milhão de reais

Mirko Giannotte trabalha no Mato Grosso e ocupou cargo de salário superior durante seis anos, ganhando valor menor

 

 

 

Um juiz do Mato Grosso recebeu no contracheque, no dia do aniversário dele, no mês passado, quase meio milhão de reais.

Mirko Vicenzo Giannotte é titular da 6ª Vara de Sinop, município a quase 480 km de Cuiabá, capital do estado.

O valor exato foi R$503.928,79, quase oito vezes o que ele recebeu no mês anterior, e caiu para R415.693,02, de acordo com revelação feita pelo O Estado de São Paulo.

O Portal da Transparência informa que o total recebido pelo juiz é a soma de  R$ 300.283,27 em salário, R$ 137.522,61 em indenizações, R$ 40.342,96 em vantagens eventuais e R$ 25.779,25 em gratificações.A remuneração, autorizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é fruto de um passivo registrado entre 2004 e 2009, período em que o juiz ocupou o posto em uma comarca de maior porte mas continuou recebendo o salário da posição inferior.O juiz Mirko Giannotte deu entrevista ao jornal O Globo e disse que “não estou nem aí. Eu estou dentro da lei e estava recebendo a menos. Eu cumpro a lei e quero que cumpram comigo”.

O magistrado informou ainda a O Globo que aguarda receber outros passivos de cerca de R$750 mil, por acúmulo de varas.

E completou: “O valor será uma vez e meio o que recebi em julho. E quando isso acontecer, eu mesmo vou colocar no Facebook

Fonte: em

84 magistrados de MT receberam mais de R$ 100 mil em julho

 

 

 

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, no mês de julho, pagou vencimentos superiores a R$ 100 mil a 84 magistrados, entre juízes e desembargadores. Juntos, os rendimentos brutos destes togados, consumiram o montante de R$ 19.013.038,80.

Da lista, o juiz Mirko Vincenzo Giannotte, da 6ª Vara de Sinop, aparece na primeira posição, com o valor bruto de R$ 503.928,79. Em segundo lugar, seguem empatados com o valor de R$ 414.709,76, os juízes: Jorge Iafelice Dos Santos (3ª Vara Especial de Direito Bancário de Cuiabá), Debora Roberta Pain Caldas (2ª Vara Criminal de Sinop), Wanderlei José Dos Reis (1ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Rondonópolis), Tatyana Lopes De Araújo Borges (4ª Vara Criminal de Rondonópolis) e Rachel Fernandes Alencastro Martins (Vara Especializada de Direito Bancário de Várzea Grande).

O pagamento bruto ao juiz da 2ª Vara Criminal de Rondonópolis, Leonardo De Campos Costa E Silva Pitaluga, foi no valor de R$ 414.709,75, um centavo de diferença dos magistrados que ocupam a segunda colocação.

Apenas os pagamentos dos sete magistrados acima listados consumiram o montante de R$ 2.992.187,34.

A juíza Selma Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, aparece na lista como a 82ª mais bem paga no mês em todo o Estado, com pouco mais de R$ 103 mil.

Na lista dos 84 magistrados com pagamentos superiores a R$ 100 mil aparecem cinco desembargadores: Gilberto Giraldelli, Antônio Siqueira Rodrigues, João Ferreira Filho, Sebastião Farias e Serly Marcondes.

O TJ-MT anunciou que vai se pronunciar em breve para detalhar as origens dos alto valores pagos aos magistrados, mas adiantou que todos eles são legais e amparados por decisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Confira aqui a lista completa dos pagamentos de julho.

Confira a lista dos 84 magistrados que tiveram vencimentos superiores a R$ 100 mil em julho:

1. Mirko Vincenzo Giannotte – 6ª Vara da Comarca de Sinop – Entrância Especial – R$ 503.928,79

2. Debora Roberta Pain Caldas – 2ª Vara Criminal da Comarca de Sinop – Entrância Especial – R$ 414.709,76

3. Jorge Iafelice Dos Santos – 3ª Vara Esp. Direito Bancário da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 414.709,76

4. Rachel Fernandes Alencastro Martins – Vara Especializada de Direito Bancário (Antiga 5ª Vara Criminal) da Comarca de Várzea Grande – Entrância Especial – R$ 414.709,76

5. Tatyana Lopes De Araújo Borges – 4ª Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis – Entrância Especial – R$ 414.709,76

6. Wanderlei José Dos Reis – 1ª Vara Especializada de Família e Sucessões da Comarca de Rondonópolis – Entrância Especial – R$ 414.709,76

7. Leonardo De Campos Costa E Silva Pitaluga – 2ª Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis – Entrância Especial – R$ 414.709,75

8. Lamisse Roder Feguri Alves Corrêa – Juiz de Direito do 5° Juizado Especial Cível de Cuiabá (Planalto) da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 414.067,76

9. Elza Yara Ribeiro Sales Sansão – 4ª Vara Cível da Comarca de Tangará da Serra – 3ª Entrância – R$ 413.262,38

10. Mario Augusto Machado – 2ª Vara da Comarca de Sinop – Entrância Especial – R$ 404.112,09

11. Graciene Pauline Mazeto Correa Da Costa – 2ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres – 3ª Entrância – R$ 387.662,22

12. Joseane Carla Ribeiro Viana Quinto Antunes – 4ª Vara da Comarca de Cáceres – 3ª Entrância – R$ 366.196,01

13. Cleber Luis Zeferino De Paula – 5ª Vara da Comarca de Sinop – Entrância Especial – R$ 354.422,16

14. Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni – 2ª Vara Cível da Comarca de Rondonópolis – Entrância Especial – R$ 353.345,04

15. Alex Nunes De Figueiredo – Juiz de Direito do 6° Juizado Especial Cível de Cuiabá (Porto) da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 346.246,53

16. Marcelo Sebastião Prado De Moraes – 2º Juizado Especial Cível de Cuiabá da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 326.627,16

17. Geraldo Fernandes Fidelis Neto – 2ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 319.803,95

18. Sebastião De Arruda Almeida – 6° Juizado Especial Cível de Cuiabá (Porto) da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 319.413,82

19. Hildebrando Da Costa Marques – Juiz de Direito do 1º Juizado Especial Cível de Cuiabá da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 311.499,54

20. Milena Ramos De Lima E Souza Paro – 4ª Vara da Comarca de Alta Floresta – 3ª Entrância – R$ 311.034,60

21. Ângelo Judai Junior – Vara Especilizada dos Juízados Especiais da Comarca de Tangará da Serra – 3ª Entrância – R$ 297.762,70

22. Jurandir Florêncio De Castilho Júnior – 14ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 291.355,50

23. Carlos José Rondon Luz – V. Esp. Infância e Juventude da Comarca de Várzea Grande – Entrância Especial – R$ 284.161,25

24. Hugo José Freitas Da Silva – 4ª Vara da Comarca de Lucas do Rio Verde – 3ª Entrância – R$ 271.473,28

25. José Mauro Nagib Jorge – 5ª Vara da Comarca de Diamantino – 3ª Entrância – R$ 263.725,24

26. Gleidson De Oliveira Grisoste Barbosa – 2ª Vara da Comarca de Lucas do Rio Verde – 3ª Entrância – R$ 244.146,83

27. Jones Gattass Dias – 2ª V. Esp. Fazenda Pública da Comarca de Várzea Grande – Entrância Especial – R$ 240.740,37

28. Gilberto Giraldelli – Tribunal de Justiça – R$ 228.836,20

29. Ana Paula Da Veiga Carlota Miranda – 5ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 225.813,41

30. Rhamice Ibrahim Ali Ahmad Abdallah – 5ª Vara Cível da Comarca de Rondonópolis – Entrância Especial – R$ 219.064,40

31. Claudio Roberto Zeni Guimarães – Juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 217.331,22

32. Luís Aparecido Bortolussi Júnior – V.Esp. Ação Civil Publica e Ação Popular da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 208.948,29

33. Jacob Sauer – Vara Especializada dos Juizados Especiais da Comarca de Sorriso – 3ª Entrância – R$ 198.458,48

34. João Thiago De França Guerra – 8º Juizado Especial (Antigo J.E. Parque Cuiabá) da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 197.769,81

35. Tulio Duailibi Alves Souza – 2ª V. Esp. da Infância e Juventude da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 197.769,81

36. André Maurício Lopes Prioli – 2ª Vara Cível da Comarca de Várzea Grande – Entrância Especial – R$ 196.246,25

37. Patricia Ceni Dos Santos – 8º Juizado Especial (Antigo J.E. Parque Cuiabá) da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 196.246,25

38. Renan Carlos Leão Pereira Do Nascimento – 4ª Vara Cível da Comarca de Rondonópolis – Entrância Especial – R$ 196.246,25

39. Júlio César Molina Duarte Monteiro – 2ª Vara Cível da Comarca de Barra do Garças – 3ª Entrância – R$ 194.798,87

40. Silvia Renata Anffe Souza – 2ª Vara Civel da Comarca de Sorriso – 3ª Entrância – R$ 194.798,87

41. Gilberto Lopes Bussiki – 9ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 194.185,85

42. Alberto Pampado Neto – 3ª V. Esp. Família e Sucessões(Antiga 6ª V. Esp. Família e Sucessões) da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 192.860,09

43. Francisco Rogério Barros – 1ª Vara Esp. da Fazenda Pública da Comarca de Rondonópolis – Entrância Especial – R$ 187.295,74

44. Tiago Souza Nogueira De Abreu – 7ª Vara da Comarca de Sinop – Entrância Especial – R$ 185.706,20

45. Anderson Gomes Junqueira – 3ª Vara Cível da Comarca de Tangará da Serra – 3ª Entrância – R$ 184.258,82

46. Cássio Luis Furim – 1ª Vara da Comarca de Lucas do Rio Verde – 3ª Entrância – R$ 184.258,82

47. Emanuelle Chiaradia Navarro Mano – 1ª Vara Criminal da Comarca de Sorriso – 3ª Entrância – R$ 184.258,82

48. Flávio Maldonado De Barros – 1ª Vara Cível da Comarca de Tangará da Serra – 3ª Entrância – R$ 184.258,82

49. José Eduardo Mariano – 3ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres – 3ª Entrância – R$ 184.258,82

50. Patricia Cristiane Moreira – 2ª Vara da Comarca de Poxoréu – 2ª Entrância – R$ 184.258,82

51. Carlos Roberto Barros De Campos – 3ª V. Esp. Família e Sucessões da Comarca de Várzea Grande – Entrância Especial – R$ 183.776,48

52. André Barbosa Guanaes Simões – 1ª Vara da Comarca de Campo Verde – 2ª Entrância – R$ 182.883,81

53. Valmir Alaércio Dos Santos – Primeira Turma Recursal Temporária da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 181.718,42

54. Melissa De Lima Araújo – 2ª Vara da Comarca de Barra do Bugres – 2ª Entrância – R$ 180.872,74

55. Anna Paula Gomes De Freitas – 2ª Vara Criminal da Comarca de Tangará da Serra – 3ª Entrância – R$ 179.948,30

56. Douglas Bernardes Romão – 5ª Vara da Comarca de Alta Floresta – 3ª Entrância – R$ 176.987,03

57. Lidiane De Almeida Anastácio Pampado – 1ª Vara da Comarca de Primavera do Leste – 3ª Entrância – R$ 176.987,03

58. Alexandre Delicato Pampado – Vara Criminal da Comarca de Primavera do Leste – 3ª Entrância – R$ 175.570,61

59. Gabriel Da Silveira Matos – 1ª Vara da Comarca de Campo Novo do Parecis – 2ª Entrância – R$ 174.576,18

60. Gustavo Chiminazzo De Faria – 1ª Vara da Comarca de Nova Xavantina – 2ª Entrância – R$ 174.576,18

61. Caroline Schneider Guanaes Simões – 3ª Vara da Comarca de Campo Verde – 2ª Entrância – R$ 174.195,56

62. Giovana Pasqual De Mello – 4ª Vara da Comarca de Sinop – Entrância Especial – R$ 173.740,55

63. Antônia Siqueira Gonçalves Rodrigues – Tribunal de Justiça – R$ 170.081,10

64. José Arimatéa Neves Costa – 3ª Vara Esp. Direito Bancário da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 156.449,93

65. Aristeu Dias Batista Vilella – 6ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 155.827,06

66. Bruno Doliveira Marques – 10ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 153.321,97

67. Emerson Luis Pereira Cajango – 4ª Vara Cível (Antiga 21ª Vara Cível) da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 152.319,07

68. Onivaldo Budny – 1ª V. Esp. Fazenda Pública da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 142.788,36

69. Paula Saide Biagi Messen Mussi Casagrande – 1ª Vara Cível da Comarca de Sorriso – 3ª Entrância – R$ 138.863,65

70. Hanae Yamamura De Oliveira Gabriel – 5ª Vara da Comarca de Cáceres – 3ª Entrância – R$ 137.254,82

71. Marco Antônio Canavarros Dos Santos – 2ª Vara da Comarca de Chapada dos Guimarães – 2ª Entrância – R$ 126.827,95

72. Gerardo Humberto Alves Da Silva Júnior – 2ª Vara Cível da Comarca de Diamantino – 3ª Entrância – R$ 126.184,02

73. João Ferreira Filho – Tribunal de Justiça – R$ 126.114,27

74. André Luciano Costa Gahyva – 1ª Vara Civel da Comarca de Diamantino – 3ª Entrância – R$ 125.739,54

75. Wagner Plaza Machado Junior – 3ª Vara Cível da Comarca de Barra do Garças – 3ª Entrância – R$ 124.857,76

76. Carlos Augusto Ferrari – 1ª Vara Criminal da Comarca de Barra do Garças – 3ª Entrância – R$ 124.736,60

77. Marcos Terencio Agostinho Pires – 5ª Vara Cível da Comarca de Tangará da Serra – 3ª Entrância – R$ 124.736,60

78. Gilperes Fernandes Da Silva – 4ª V. Esp. Família e Sucessões da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 112.355,44

79. Sebastião Barbosa Farias – Tribunal de Justiça – R$ 111.275,85

80. Serly Marcondes Alves – Tribunal de Justiça – R$ 106.919,08

81. Anglizey Solivan De Oliveira – 4ª Vara Cível da Comarca de Várzea Grande – Entrância Especial – R$ 104.380,81

82. Selma Rosane Santos Arruda – 7ª Vara Criminal(Antiga Esp. Crime Organizado). da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 103.651,67

83. Rosângela Zacarkim Dos Santos – 1ª Vara Criminal da Comarca de Sinop – Entrância Especial – R$ 100.672,84

84. Silvana Ferrer Arruda – 5ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá – Entrância Especial – R$ 100.672,84

Fonte: Folhamax

Acidente de trem no Egito

13/08/2017

 

Choque entre trens deixa 36 mortos e mais de 120 feridos no Egito

As vítimas foram levadas por 75 ambulâncias a hospitais de Alexandria

Colisão entre dois trens na cidade de Alexandria, no Egito

Colisão entre dois trens na cidade de Alexandria, no Egito – 11/08/2017 (Osama Nageb/Reuters)

Dois trens colidiram na cidade costeira egípcia de Alexandria nesta sexta-feira, deixando 36 mortos e 123 feridos, informou o Ministério de Saúde do Egito. O acidente aconteceu na região de Korshed, perto da estação ferroviária do município de Abis, segundo a agência oficial Mena.

Os feridos foram levados por 75 ambulâncias a hospitais de Alexandria, a segunda maior cidade do Egito, segundo informou o porta-voz do Ministério de Saúde e Moradia, Khaled Mujahid, citado pela agência. Os corpos de 22 vítimas foram encaminhados ao necrotério de Kum al Deika, nove para o de Sadr al Maamura e os outros cinco ao de Ras al Tin, detalhou Mujahid. Uma autoridade médica disse à TV estatal que alguns feridos ainda estavam presos nos trens.

“O trem em que eu viajava estava indo muito rápido”, disse o passageiro Moumen Youssef. “Eu me vi no chão. Quando nós saímos, nós encontramos quatro vagões de trem destruídos e muitas pessoas no chão”.

Fonte: Veja

 

Conflitos raciais nos Estados Unidos

13/08/2017

 

EUA: protesto de supremacistas brancos deixa 1 morto e 19 feridos

Grupos racistas e rivais se enfrentam nas ruas de Charlottesville com socos, chutes e golpes de bastões de pau e ferro; motorista joga carro sobre multidão

Supremacista branco agride outro manifestante em Charlottesville, na Virgínia (EUA) (Joshua Roberts/Reuters)

Ao menos um pessoa morreu e ao menos 19 ficaram feridas na esteira de uma série de confrontos entre supremacistas brancos e manifestantes antirracistas que se enfrentam neste sábado nas ruas de Charlotteville, no Estado da Virgínia(EUA). A morte foi confirmada no final da tarde pelo prefeito Mike Signer, que pediu às pessoas que não saiam de casa. A polícia, que deslocou cerca de mil homens para conter os tumultos, está orientando as multidões a se dispersarem.

Pouco antes, o governador da Virgínia (EUA), o democrata Terry McAuliffe, havia declarado estado de emergência para “ajudar na resposta do poder público” à onda de violência, que começou na noite de sexta-feira por causa de uma manifestação de militantes nacionalistas e racistas de direita contra a retirada de uma estátua do general Robert E. Lee, líder dos confederados na Guerra Civil americana. Horas depois, um carro atropelou uma multidão que protestava no centro da cidade, deixando vários feridos – o número não foi divulgado.

O presidente Trump condenou a violência. “Nós devemos TODOS estar unidos e condenar tudo o que representa o ódio”, escreveu em mensagem no Twitter. “Não há lugar para esse tipo de violência na América”, disse.

Tudo começou na noite de sexta-feira, na Universidade da Virginia, quando supremacistas brancos, carregando tochas, protestavam contra a retirada da estátua de Lee gritando slogans como “os judeus não irão tomar nosso lugar” e “vidas brancas importam” – esta última uma referência ao movimento negro Black Lives Matter, contra a violência policial. A manifestação gerou confrontos com estudantes durante a madrugada. Alguns militantes carregavam símbolos nazistas e ofendiam negros, judeus e gays.

Na manhã deste sábado, mesmo após o governo local declarar ilegal o protesto, os supremacistas decidiram realizar uma marcha chamada “Unite Right” (“Unir a direita”), o que ampliou ainda mais os confrontos com grupos rivais, agora com paus, barras de ferro, socos e pontapés. Brigas se espalharam pelas ruas de Charlottesville. Há feridos, mas nenhum número oficial foi divulgado ainda.

Supremacistas brancos se reúnem na Universidade da Virgínia, em Charlottesville , para protestar contra a remoção da estátua do general confederado Robert E. Lee – 11/08/2017 (Alejandro Alvarez/News2Share/Reuters)

O principal palco dos tumultos é o local que abriga a estátua, o Emancipation Park, que antes se chamava Robert E. Lee e teve o nome alterado – a polícia, com megafones, pediu aos frequentadores que evacuassem o local.  Mais de mil policiais foram deslocados para conter os confrontos. Segundo a polícia, a marcha, prevista para esta tarde, deve reunir até 6.000 pessoas, incluindo membros da Ku Klux Klan, histórico grupo racista dos EUA.

Cidade progressista

Charlottesville, onde nasceu um dos pais da democracia americana, Thomas Jefferson, é conhecida como uma cidade progressista. Com cerca de 50 mil habitantes, em torno de 80% dos eleitores votaram na democrata Hillary Clinton na disputa contra o republicano Donald Trump pela presidência do país no ano passado.

Os movimentos de direita na cidade, no entanto, têm crescido nos últimos meses, por conta de indignação com a suposta intenção do governo local de remover símbolos dos confederados, como a estátua de Robert E. Lee.

militantes da extrema-direitaManifestantes protestam contra supremacistas brancos, em Charlottesville, Virginia – 120/802017 (Joshua Roberts/Reuters)

O prefeito de Charlottesville, Mike Signer, divulgou uma nota na qual chama a marcha dos supremacistas de um “desfile covarde de ódio, fanatismo, racismo e intolerância”, que marcham pelos gramados do arquiteto da nossa Declaração de Direitos”, em referência a Thomas Jefferson.

“Todo mundo tem direito, sob a Primeira Emenda, de expressar sua opinião de forma pacífica, então aqui está a minha: não só como prefeito de Charlottesville, mas como membro e ex-aluno do corpo docente da Universidade da Virginia, estou incomodado com essa indicação pública de intimidação desautorizada e desprezível”, afirmou.

Jason Kessler, que organizou a “Unite the Right”, afirmou que não se considera um nacionalista branco, mas disse que “vamos começar a defender nossa história”. “A estátua em si é simbólica de muitas questões maiores. As três principais questões são a preservação da história contra essa censura e revisionismo – essa correção política -, o direito de os brancos também defenderem seus interesses e a liberdade de expressão”, disse à CNN. Segundo ele, a marcha visa respaldar os “grandes homens brancos que estão sendo difamados, caluniados e derrubados nos EUA”.

  • Supremacistas brancos se reúnem  na Universidade da Virgínia, em Charlottesville , para protestar contra a remoção de uma estátua de um general das forças da Confederação - 11/08/2017

    26/26Supremacistas brancos se reúnem na Universidade da Virgínia, em Charlottesville , para protestar contra a remoção de uma estátua de um general das forças da Confederação – 11/08/2017 (Alejandro Alvarez/News2Share/Reuters)

  • Supremacistas brancos entram em confronto contra opositores do movimento, em Charlottesville, Virginia

    1/26Supremacistas brancos entram em confronto contra opositores do movimento, em Charlottesville, Virginia (Joshua Roberts/Reuters)

  • Fonte: Veja

 

TEMER não consegue deter as denúncias contra ele

10/08/2017

Fachin decide destino de Temer até esta sexta-feira, diz colunista

Ministro deve “bater o martelo” quanto ao inquérito do quadrilhão do PMDB

Fachin decide destino de Temer até esta sexta-feira, diz colunista

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), deve decidir até amanhã sobre o inquérito contra Rocha Loures, e se aceita o pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para incluir o presidente Michel Temer no caso do “quadrilhão” do PMDB.

De acordo com informações do colunista Lauro Jardim, de O Globo, o ministro precisa decidir se mantém o caso de Loures tramitando no STF, agora que a denúncia contra Temer foi barrada na Câmara, ou se o remete à 1ª instância.

Os nomes de Loures e de Temer aparecem juntos, no mesmo inquérito, referente à delação da JBS que motivou a acusação contra o presidente, por corrupção passiva, de autoria da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Sobre o “quadrilhão”, a defesa de Michel Temer pediu, na última sexta-feira (4), que Fachin negasse a inclusão do peemedebista no inquérito. Para o advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, a PGR está “inovando” e usando um “artifício” para investigar o presidente em outro procedimento sem que haja fatos novos que justifiquem a medida.

Mariz também pediu que, caso venha a ser tomado novo depoimento do presidente, as perguntas sejam formuladas por Fachin, e não pela Polícia Federal, como foi em junho, “evitando-se a apresentação de um novo interrogatório totalmente descabido, impossível de ser respondido, como aquele formulado pela autoridade policial”.

Fonte: Notícias ao minuto

Delação de Joeslei Batista contra Dilma e Lula não pode ser comprovada

10/08/2017

‘História é incomprovável’, diz procurador sobre contas de Dilma e Lula

Informações foram dadas pelo empresário Joesley Batista, em delação premiada, mas não há documentos que comprovem o recebimento do dinheiro no exterior por parte dos ex-presidentes

'História é incomprovável', diz procurador sobre contas de Dilma e Lula

 

Oprocurador federal Ivan Cláudio Marx, responsável por investigar as informações repassadas por Joesley Batista de que os ex-presidentes Lula e Dilma receberam cerca de R$ 500 milhões em contas no exterior, disse que há pelo menos três pontos de difícil comprovação no depoimento do empresário.

“A história dele é incomprovável. Pedimos documentos para comprovar, e não veio nada”, afirmou.

As declarações de Joesley constam em delação premiada aos investigadores da Lava Jato. Segundo ele, dinheiro de propinas referentes a contratos da J&F com o BNDES era depositado em duas contas em seu nome, que atendiam às demandas do governo Lula e, depois, de Dilma.

Ainda de acordo com o empresário, os extratos com os depósitos eram entregues ao ex-ministro Guido Mantega, que os mostraria aos ex-presidentes. Esse dinheiro, posteriormente, acabou descontado, durante as campanhas eleitorais.

“Ele diz que as contas teriam recursos em favor dos ex-presidentes, mas as contas estavam em nome do próprio Joesley. Era ele quem operava as contas. Além disso, ele disse que o Guido Mantega havia falado que os dois [Lula e Dilma] sabiam das contas e viam os extratos. Depois, afirmou que teve conversas tanto com Lula quanto com Dilma sobre essas contas. Mas, até agora, só temos a palavra dele. Por fim, disse que o dinheiro saía do Brasil e ia para essas contas no exterior, mas não voltava ao país para fazer as doações. Segundo ele mesmo, o dinheiro das doações não saía dessa conta”, disse o procurador.

Mantega nega as acusações, assim como Lula e Dilma, segundo o portal Uol.

Procurada, de acordo com informações do portal Uol, a defesa de Joesley negou que o empresário tenha mentido e afirmou que os delatores continuam à disposição da Justiça.

Já a Procuradoria-Geral da República disse que, se ficar comprovado que Joesley mentiu em seus depoimentos, o acordo de colaboração pode ser “revisto”.

 Fonte: Notícias ao minuto

Câmara dos Deputados articula a implantação do “distritão”

10/08/2017

Comissão da Câmara aprova ‘distritão’ e fundo de R$ 3,6 bilhões para campanhas

Medidas foram aprovadas após votação do texto-base da reforma política. Para vigorar em 2018, terão de passar até outubro por votações em dois turnos nos plenários da Câmara e Senado.


Comissão da Reforma Política aprova fundo de R$ 3,6 bilhões e 'distritão'

Comissão da Reforma Política aprova fundo de R$ 3,6 bilhões e ‘distritão’

Após aprovar o texto-base da reforma política, a comissão da Câmara que discute mudanças no sistema eleitoral aprovou na madrugada desta quinta-feira (10), por 17 votos a 15, uma emenda que estabelece o chamado “distritão” nas eleições de 2018 e de 2020 para a escolha de deputados federais, deputados estaduais e vereadores.

A comissão também aprovou dobrar o valor previsto de recursos públicos que serão usados para financiar campanhas eleitorais. Segundo o texto, seria instituído o Fundo Especial de Financiamento da Democracia, que em 2018 levaria R$ 3,6 bilhões do Orçamento da União.

>> Saiba mais abaixo ponto a ponto o que prevê a reforma política

A comissão não terminou de analisar a reforma porque os deputados precisam votar mais destaques (sugestões de alteração) ao texto do relator, deputado Vicente Cândido (PT-SP). A fim de que a votação fosse concluída, uma nova sessão foi marcada para a manhã desta quinta.

Após passar na comissão, o projeto seguirá para o plenário da Câmara. Por se tratar de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), terá de ser aprovada em dois turnos antes de seguir para o Senado. A proposta necessita do apoio mínimo de 308 deputados em cada turno de votação. Para valer na eleição do ano que vem, precisa ter sido aprovada na Câmara e no Senado até a primeira semana de outubro deste ano.

Imagem mostra os deputados da comissão da reforma política, durante a discussão do parecer de Vicente Cândido (PT-SP) (Foto: Fernanda Calgaro/G1)Imagem mostra os deputados da comissão da reforma política, durante a discussão do parecer de Vicente Cândido (PT-SP) (Foto: Fernanda Calgaro/G1)

Imagem mostra os deputados da comissão da reforma política, durante a discussão do parecer de Vicente Cândido (PT-SP) (Foto: Fernanda Calgaro/G1)

 

Ponto a ponto

 

Saiba abaixo o que prevê a reforma política aprovada até agora na comissão:

 

‘Distritão’

 

Regra atual

 

  • Deputados federais, estaduais e vereadores são eleitos no modelo proporcional com lista aberta.
  • Somados os votos válidos nos candidatos e no partido ou coligação, é calculado o quociente eleitoral, que determinará o número de vagas a que esse partido ou coligação terá direito.
  • Os eleitos são os mais votados dentro do partido ou coligação, de acordo com o número de vagas.

 

Como funciona o ‘distritão’

 

  • Cada estado ou município vira um distrito eleitoral.
  • São eleitos os candidatos mais votados dentro do distrito.
  • Não são levados em conta os votos para partido ou coligação.
  • Na prática, torna-se uma eleição majoritária, como já acontece na escolha de presidente da República, governador, prefeito e senador.

 

O “distritão” é criticado por PT, PR, PSB, PRB, PDT, PCdoB, PPS, PHS, Rede, PV, PEN e PSOL, que argumentam que esse formato enfraquece as legendas.

Os partidos dizem entender que a medida vai encarecer as campanhas individuais e somente os candidatos mais conhecidos conseguirão se eleger, dificultando o surgimento de novos nomes na política.

Partidos que defendem o “distritão” afirmam, porém, que o modelo acabará com os chamados “puxadores de votos”, candidatos com votação expressiva que ampliam o quociente eleitoral do partido ou coligação e garantem vagas para outros candidatos, mesmo que esses “puxados” tenham votação inexpressiva.

O “distritão” já foi rejeitado pelo plenário da Câmara em 2015, quando a Casa era comandada por Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Nos últimos dias, porém, o sistema ganhou força entre parlamentares e lideranças partidárias

 

Eleições de 2022

 

Em 2022, conforme o relatório de Vicente Cândido, será adotado o sistema “distrital misto” nas eleições para deputado federal, deputado estadual e vereador nos municípios com mais de 200 mil eleitores. O modelo é uma mistura dos sistemas proporcional e majoritário.

No “distrital misto”, a eleição dos deputados federais, por exemplo, seria assim:

 

  • O eleitor vota duas vezes: nos candidatos do distrito e em uma lista fechada de candidatos estabelecida pelos partidos.
  • Metade das vagas, portanto, vai para os candidatos mais votados nos distritos.
  • A outra metade é preenchida pelos candidatos da lista partidária.

 

No caso de municípios de até 200 mil eleitores, será adotado o sistema eleitoral de lista pré-ordenada nas eleições para vereador.

 

Fundo de campanha

 

Ao apresentar o parecer, o relator Vicente Cândido (PT-SP) dobrou o valor previsto de recursos públicos que serão usados para financiar campanhas  eleitorais.

O projeto institui o Fundo Especial de Financiamento da Democracia, que será mantido com recursos públicos, previstos no Orçamento.

Na versão anterior do relatório, Cândido havia estabelecido que 0,25% da receita corrente líquida do governo em 12 meses seria destinada a financiar campanhas.

Havia uma exceção somente para as eleições de 2018, com o valor do fundo em 0,5% da Receita Corrente Líquida, o que corresponde a cerca de R$ 3,6 bilhões.

No novo parecer, Vicente Cândido tornou a exceção uma regra. Pelo texto reformulado, o valor do fundo será de 0,5% da receita corrente líquida em 12 meses, de maneira permanente.

 

Extinção do cargo de vice

 

O relatório aprovado em 9/8/17  extingue as figuras de vice-presidente da República, vice-governador e vice-prefeito

 

Vacância da presidência

 

No caso de vacância do cargo de presidente da República, será feita eleição 90 dias após a vaga aberta.

Se a vacância se der no último ano do mandato presidencial, será feita eleição indireta, pelo Congresso, até 30 dias após a abertura da vaga.

A regra também valerá para governadores e prefeitos.

 

Mandato nos tribunais

 

O texto define que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), do Tribunal de Contas da União (TCU) e de tribunais superiores serão nomeados para mandatos de dez anos.

A mesma regra valerá para os membros de tribunais de contas dos estados e dos municípios, tribunais regionais federais e dos estados. Os juízes dos tribunais eleitorais terão mandato de quatro anos.

 

Posse

 

Pela proposta, as datas das posses dos eleitos passam a ser as seguintes:

 

  • 6 de janeiro: governadores e prefeitos;
  • 7 de janeiro: presidente da República;
  • 1º de fevereiro: deputados e vereadores.

 

 

Suplente de senador

 

A proposta reduz o número de suplentes de senadores, de dois para um. Em caso de morte ou renúncia do titular, será feita nova eleição para o cargo, na eleição subsequente. Esse substituto terá mandato somente até o término do mandato do antecessor.

O texto define ainda que o suplente de senador será o candidato a deputado federal que ocupar o primeiro lugar na lista pré-ordenada do partido do titular do mandato.

 

Imunidade do presidente da República

 

Inicialmente, Vicente Cândido chegou a propor estender aos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) a imunidade garantida ao presidente da República

Pela Constituição, o presidente não pode ser investigado por crime cometido fora do mandato.

Diante da reação negativa de diversos integrantes da comissão, o relator informou que retiraria a proposta do parecer

 Fonte: G1

Constituinte na Venezuela é golpe

08/08/2017

Ex-procuradora denuncia Maduro no Tribunal de Haia

Luisa Ortega Díaz, destituída pela Assembleia Nacional Constituinte (ANC), apresentou denúncia nesta quinta

Ex-procuradora denuncia Maduro no Tribunal de Haia

 

A ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega Díaz, destituída pela Assembleia Nacional Constituinte (ANC), apresentou nesta quinta-feira (17) uma denúncia no Tribunal Penal Internacional de Haia, na Holanda, contra o presidente Nicolás Maduro e outros membros de seu governo por crimes contra a humanidade.

Segundo Díaz, que anunciou a ação por meio de um vídeo no Periscope, o mandatário e seus colaboradores, incluindo os ministros da Defesa (Vladimir Padrino López) e do Interior (Néstor Reverol) e o chefe do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin), Gustavo González López, cometeram delitos de homicídio, tortura e prisão abusiva durante a onda de manifestações realizadas pela oposição no primeiro semestre.

“Foi necessário recorrer a essa instância internacional porque não há justiça na Venezuela”, declarou a ex-procuradora. Dissidente chavista, Díaz rompeu com o governo após o Tribunal Supremo de Justiça ter anulado as prerrogativas da Assembleia Nacional, dominada pela oposição, no fim de março.

Ela acabou destituída pela ANC em agosto e fugiu com o marido, o deputado chavista Germán Ferrer, para a Colômbia, onde pediu asilo. A ex-procuradora alega ter provas de corrupção envolvendo Maduro e a empreiteira brasileira Odebrecht. Por sua vez, Díaz e Ferrer são acusados pelo novo chefe do Ministério Público da Venezuela, Tarek William Saab, de ter liderado uma “quadrilha de extorsão” e uma “máfia transnacional” para chantagear investigados.

Essa não é a primeira denúncia em Haia contra Maduro, que já é alvo de ações semelhantes impetradas por senadores colombianos e chilenos e por parlamentares de oposição venezuelanos. Criado em 2002, o TPI reúne mais de 120 nações e julga pessoas em casos de genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra. No entanto, é muito raro que presidentes sejam processados durante o exercício do cargo.Com informações da Ansa.

Fonte: Notícias ao minuto

Constituinte aprova controle total dos poderes do Estado na Venezuela

Decisão foi tomada na terceira sessão da Constituinte desde sua instalação, na última sexta (4)

© Andres Martinez Casares/Reuters

A Assembleia Constituinte da Venezuela aprovou nesta terça-feira (8) decreto que lhe dá o controle de todos os outros cinco poderes do país, o que permite a Casa a reformar todos os aspectos do Estado sem ser impedida pelas outras autoridades.

Uma das principais razões de Nicolás Maduro para convocar a troca da lei máxima, a Constituinte agora pode tomar decisões como dissolver o Legislativo opositor e processar os rivais pela onda de protestos contra o regime.

O poder supremo da Casa está previsto no artigo 349 da Constituição de 1999, que diz: “Os poderes constituídos não poderão de forma alguma impedir as decisões da Assembleia Nacional Constituinte”.

A decisão foi tomada na terceira sessão da Constituinte desde sua instalação, na última sexta (4). Mais cedo, os constituintes aprovaram uma declaração de apoio a Maduro ante as sanções dos EUA ao mandatário.

“Damos nosso respaldo à sua investidura, à sua imagem, frente às agressões que os centros imperiais pretendem impor para atacar o mandatário nacional”, disse, em discurso, a presidente da Casa, Delcy Rodríguez.

Também prestaram solidariedade às Forças Armadas depois da ação comandada por um militar dissidente ao forte Paracamay, em Valencia (a 167 km de Caracas), no domingo (6), que chamaram de “ataque terrorista”.

Com a declaração, ofereceram aos militares o poder constituintes “para consolidar a defesa da pátria, da soberania e da integridade territorial”. Eles, porém, não detalharam que medidas tomarão para apoiar as tropas.

O local foi aberto na segunda (7) pela Guarda Nacional, a pedido de Rodríguez.

A mesa diretora do Legislativo afirma que as portas do plenário foram arrombadas. Enquanto ocorria a sessão da Constituinte, os deputados opositores afirmam que foram impedidos pela Guarda Nacional de entrar no Palácio Legislativo.

Os adversários do regime pretendem fazer uma sessão plenária nesta quarta (9), mas não se sabe se eles serão autorizados a entrar. Os 545 constituintes planejam se reunir de novo no dia seguinte. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao minuto

Violência contra a mulher na Rússia

30/07/2017

 

Por que os russos podem bater em suas esposas?

Uma lei permite aos homens usar a força dentro de casa. Eles só não podem deixar marcas ou quebrar ossos

Rússia: violência doméstica contra mulheres

Protestos de mulheres na Rússia contra a violência doméstica (Sergei Fadeichev/TASS/Getty Images)

Em fevereiro de 2017, o presidente russo Putin sancionou uma lei, previamente aprovada pelo Congresso, que descriminaliza a violência doméstica

Se um homem bater em sua esposa ou nas crianças, mas não deixar marcas ou não quebrar ossos, ele não é mandado para a prisão. Apenas precisa pagar uma multa ou praticar trabalho voluntário.

O sujeito só corre o risco de ir para atrás das grades se abusar mais de uma vez em menos de um ano. Para enquadrá-lo, contudo, é necessário que as vítimas colham as evidências necessárias para apresentá-las em uma corte.

A Rússia tem números bem tristes de violência doméstica. Um estudo de 2005 com 2200 pessoas em 50 cidades mostrou que 70% das russas sofriam algum tipo de violência — física, sexual, econômica ou psicológica — por parte de seus maridos.

O índice de homicídios de mulheres é de 6 para cada 100 000 habitantes. No Brasil, é de 4,4 para 100 000.

A Igreja Ortodoxa é parcialmente responsável por isso. Para seus adeptos, a força física conta com a aprovação de deus e é uma maneira de os pais orientarem suas esposas e filhos

Quando a nova lei entrou em vigor, o padre Dmitry Smirnov, diretor da comissão do Patriarcado Ortodoxo para assuntos familiares, disse em um programa de televisão que a noção de que o governo pode se meter dentro dos lares e impedir a violência é um exemplo da má influência ocidental. Para ele, a privacidade dos cidadãos deve ser respeitada. “Algumas das coisas que estão acontecendo no norte da Europa agora são de tal modo que nem Hitler poderia sonhar com elas”, disse o religioso.

Outro fator é a tradição. Os russos sempre foram machistas. Mesmo na União Soviética, onde as mulheres foram estimuladas a ir trabalhar, elas tiveram de continuar com os afazeres domésticos. Os homens nunca as ajudaram dentro de casa.

Além disso, no período soviético, movimentos a favor das mulheres não foram permitidos, uma vez que isso poderia enfraquecer o conceito de classes sociais. Desde a Revolução Russa de 1917, a maior parte dos ganhos das mulheres aconteceu por decisões do Partido Comunista feitas de cima para baixo. Nunca foram o resultado de uma luta genuína das bases.

Fonte: Veja

 

Falsos médicos aplicavam golpes em parentes de doentes no Rio

28/07/2017

Presos se passavam por médicos para aplicar golpes em familiares de pacientes

Quadrilha aplicava golpes no Rio e em outros estados do país, chegando a movimentar R$ 200 mil por mês. Quatro pessoas foram presas

A Polícia Civil do Rio desmantelou uma quadrilha de presos que atuava de dentro de um presídio de Mata Grande, em Rondonópolis, no Mato Grosso, se passando por médicos para aplicar golpes em familiares de pacientes internados em hospitais de todo o país. Foram presas quatro pessoas na cidade onde fica a cadeia que auxiliavam os criminosos no golpe.

De acordo com o delegado Gabriel Ferrando, da 12ª DP (Copacabana), o crime começou a ser investigado há seis meses, após registros de ocorrência feitos por vítimas na delegacia. Entretanto, o golpe é praticado em nível nacional em diversas redes hospitalares há pelo menos três anos, e é estimado que tenham lucrado cerca de R$ 200 mil por mês. A Polícia Civil do Mato Grosso  e o Presídio de Mata Grande auxiliaram nas investigações.

Presos se passavam por médicos e aplicavam golpes em familiares de pacientes de hospitaisDivulgação

“São vários hospitais, inúmeros. Todas as grandes redes hospitalares foram vítimas, sejam públicos ou particulares. As denúncias chegaram em inúmeras delegacias do estado, mas há vítimas de pacientes e hospitais no Brasil todo”, disse Ferrando.

Em posse de informações sobre pacientes internados, eles ligavam para os familiares e diziam que os internados tinham piorado o seu estado de saúde, necessitando realizar algum procedimentos urgentemente. Emocionalmente envolvidos e preocupados com a vida do parente, os familiares aceitavam pagar a quantia informada para realizar os tais “exames”, pelos quais chegavam a cobrar R$ 9 mil. Uma conta era informada para que o dinheiro fosse depositado.

Quatro pessoas que atuavam de fora das cadeias no golpe contra pacientes de hospitais foram presasDivulgação

O caso foi revelado pelo Jornal Nacional desta quinta-feira. Os dados dos pacientes eram conseguidos pelos criminosos também a partir de fraudes, quando também se passavam por médicos para conseguir as informações.

“A rede hospitalar também figura como vítima, tendo em vista que as informações eram obtidas dos hospitais mediante, também, o emprego de fraude, tendo em vista que os criminosos se especializaram em se passar por médicos para extrair informações de pacientes internados”, aponta a investigação.

Após autorização da Justiça, foram realizadas interceptações telefônicas, quebra de sigilo bancário e busca e apreensões. A investigação contou com o monitoramento de 95 mil chamadas telefônicas, que totalizaram 1.930 horas de ligações e localizaram 52 ramais telefônicos utilizados pelos criminosos.

A função de cada um na quadrilha: bandidos ligavam para familiares de pacientes dizendo que eles tinham piorado e pediam dinheiro para examesDivulgação

Os quatro presos moravam em Rondonópolis e eram ligados aos presos que aplicavam os golpes. Eles atuavam captando os dados dos pacientes nos hospitais e passando estes para os presos, captando contas para os depósitos, comprando créditos para celulares, e realizando saques, enviando parte do dinheiro para a cadeia. Contra eles foram cumpridos mandados de prisão temporária.

Segundo as informações, há alvos dos criminosos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Santa Catarina. É estimado que pelo menos 500 pessoas tenham sido vítimas.

Contra os detentos também foram cumpridos mandados de prisão, além de busca e apreensão nas celas, onde foram encontrados cinco celulares e cadernos com informações sobre como era praticado o golpe. Um papel com o texto falado pelos presos no momento do golpe foi encontrado pela polícia.

Policiais acharam texto usado no golpe pelos criminosos ao falarem com as vítimasReprodução Vídeo / Divulgação

 

 Fonte: O Dia

Conheça São José dos Campos

27/07/2017

G1 traça perfil de São José dos Campos no aniversário de 250 anos da cidade

Pluralidade da maior cidade do Vale do Paraíba é reflexo de sua história e da identidade de seus moradores.

 

Quantas cidades cabem dentro de São José dos Campos?

Grande e cheia de contrastes, dentro de São José moram outras ‘São Josés’ – dos operários, dos cientistas, dos migrantes, urbana e do campo, tradicional e moderna. Diversidade é a palavra que define São José dos Campos.

Por isso, para retratar essa pluralidade, o G1 produziu cinco reportagens – nelas, o perfil de cada região é traduzido por meio de seus moradores. São eles que ajudam contar a história da cidade que completa 250 anos nesta quinta-feira (27).

Urbanização de São José teve início na região no entorno do sanatório Vicentina Aranha (Foto: Adenir Brito/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)Urbanização de São José teve início na região no entorno do sanatório Vicentina Aranha (Foto: Adenir Brito/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

Urbanização de São José teve início na região no entorno do sanatório Vicentina Aranha (Foto: Adenir Brito/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

 

Centro

 

 

Uma cidade à margem do desenvolvimento durante o ciclo do café – assim era São José antes da fase sanatorial.

Com a instalação de sanatórios para tratamento de tuberculosos, no começo do século passado, a cidade ganhou visibilidade. Esse primeiro eixo-econômico de São José, ligado a saúde, ajudou a ‘divulgar’ a cidade para o restante do país e atraiu novos moradores.

Santana, na zona norte, é o bairro mais antigo de São José dos Campos (Foto: Antonio Basílio/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)Santana, na zona norte, é o bairro mais antigo de São José dos Campos (Foto: Antonio Basílio/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

Santana, na zona norte, é o bairro mais antigo de São José dos Campos (Foto: Antonio Basílio/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

 

Zona norte

 

Primeiro foco industrial de São José dos Campos, a zona norte foi berço das maiores empresas de São José até a metade do século passado. O povoamento da região tem como protagonistas a Tecelagem Paraíba, em 1925; e depois a Cerâmica Weiss, em 1942.

A zona norte, hoje conhecido reduto mineiro, ainda preserva o ritmo da vida no campo. O bairro Santana é o mais antigo da cidade.

Avenida Andrômeda, com perfil comercial, é um dos principais corredores de São José e o mais importante da zona sul (Foto: Antônio Basílio/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)Avenida Andrômeda, com perfil comercial, é um dos principais corredores de São José e o mais importante da zona sul (Foto: Antônio Basílio/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

Avenida Andrômeda, com perfil comercial, é um dos principais corredores de São José e o mais importante da zona sul (Foto: Antônio Basílio/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

 

Zona sul

 

Superlativo define a zona sul. A região que mais parece uma ‘cidade’ – maior até que a vizinha Jacareí e onde vive a maioria dos habitantes do munípio.

A urbanização da zona sul teve um ‘boom’ com a instalação do CTA e o início do processo industrialização da cidade, a partir da década de 50. Operários contratados pelas recém chegadas empresas a São José mudaram em massa para a cidade. Na zona sul, eles encontraram espaço para fazer moradia.

Hoje, principal característica dessa área, segundo os próprios moradores, é a subsistência. A zona sul tem um centro comercial forte e grande oferta serviços.

Zona leste cresceu ao redor do eixo da Dutra a partir da década de 1950 (Foto: Antonio Basílio/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)Zona leste cresceu ao redor do eixo da Dutra a partir da década de 1950 (Foto: Antonio Basílio/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

Zona leste cresceu ao redor do eixo da Dutra a partir da década de 1950 (Foto: Antonio Basílio/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

 

Zona leste

 

Endereço das maiores empresas de São José dos Campos, a zona leste é considerada também polo tecnológico da cidade – abriga o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no Jardim da Granja; e o Parque Tecnológico, em Eugênio de Melo.

Antes da instalação de gigantes como a General Motors, Eriscon, Embraer e Petrobras, no eixo da Dutra, a atividade agrícola era a principal fonte de renda dos moradores da região. Hoje, a região dá impulso à economia da cidade.

Reduto de trabalhadores, atraiu mão de obra da região norte do país para trabalho na construção civil. Nos bairros da zona leste, esses redutos dos migrantes são marcados pela tradição e sotaque nordestino.

Prédios formam 'cinturão de concreto' no Jardim Aquárius (Foto: Adenir Britto/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)Prédios formam 'cinturão de concreto' no Jardim Aquárius (Foto: Adenir Britto/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

Prédios formam ‘cinturão de concreto’ no Jardim Aquárius (Foto: Adenir Britto/Divulgação Prefeitura de São José dos Campos)

 

Zona oeste

 

Com urbanização mais recente, foi na região oeste que São José dos Campos teve o mais recente ‘boom’ de crescimento. Com a identidade ainda em construção, a região atrai principalmente famílias que buscam mais segurança e qualidade de vida.

Segundo o IBGE, dentre todas as regiões de São José, a zona oeste foi a que mais cresceu em uma década – entre 2000 e 2010 -, com taxa de 4,99% de expansão. O indicador mostra que, percentualmente, a zona oeste cresceu no período mais do que o dobro de outras regiões da cidade.

Fonte: G1

 

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