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Palavra-chave: Estados Unidos

Será que o eixo da Terra já virou?

30/12/2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Queridos Leitores,

Nós, do Terra 2012, estamos encerrando nosso primeiro ano juntos, e não poderíamos deixar de registrar nosso agradecimento a todos vocês, leitores de tantas cidades do Brasil e do mundo.

Além disso, vamos conversar um pouco sobre o tema principal de que trata nosso site: a Terra

2011 foi um ano muito intenso, e é por isso que usamos a expressão acima de que seu eixo já poderia ter virado, em analogia a tantas mudanças que houve no planeta.

Vamos relembrar alguns fatos que mostram que a Terra está mesmo saindo da terceira e entrando na quinta dimensão:

* o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) tenta controlar os abusos dos juízes, contando com o apoio da população, mesmo o próprio STF, por meio de uma liminar, restringindo-lhe os poderes; em outros Poderes também se tenta varrerr a corrupção, como o que fez Dilma, ao demitir 5 ministros acusados de irrregularidades

* o aumento do salário mínimo para R$ 622,00 deve injetar R$65 bilhões de Reais na economia em 2012

* as chuvas na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, o tsunami atômico do Japão e o tufão das Filipinas provocaram o desencarne de muitas pessoas, mas isso faz parte do processo de retirada do planeta dos espíritos que não estão preparados para viverem na nova dimensão, associado ao renascimento dos sobreviventes na própria Terra, baseado em uma vida mais simples e verdadeira, focada no que realmente vale a pena, que é a vida e o convívio com as pesss quoae amamos

* um vulcão espalhou cinzas por todo o planeta, e isso também mostra o movimento de deslocamento daquele no universo

* na Arábia Saudita, o Rei Abdullah permitiu a entrada do Twitter e que as mulheres votem e sejam votadas nas eleições locais, diante dos movimentos populares da “Primavera Árabe”, que visam à derrubada das ditaduras do Islã, como ocorreu no Egito e na Tunísia

* os Estados Unidos podem vir a dispensar os vistos de turistas a brasileiros, devido à expansão de nossa economia

* no Brasil, já há crise de mão-de-obra, principalmente, em setores como a construção civil, também em decorrência da boa fase da economia

* os Estados Unidos e a Europa enfrentam grave crise econômica, marcada, sobretudo, pelo desemprego, mostrando a derrocada do atual modelo econômico, com a emergência de outro mais igualitário entre os povos, sentimento abertamente defendido pelo povo de países essencialmente capitalistas, como os nova-iorquinos

* o Estado pacificou e reocupou vários morros cariocas, levando à derrocada do poder dos traficantes de drogas

* o MST (Movimento dos Sem Terra) praticamente acabou, graças aos avanços no campo, programas sociais e redistribuição de renda no Brasil

*Steve Jobs, com sua Apple, conseguiu trazer o microcomputador para o quotidiano das pessoas, ajudando-as a viverem na era da informação

* Entretanto, como Gaia ainda é um planeta em regeneração, não faltaram fatos que mostram que boa parte dela ainda permanece na terceira dimensão. Vejamos alguns deles:

* a Coreia do Norte, um dos países mais fechados do mundo, perdeu seu ditador, mas ameaça o resto do mundo com seu arsenal nuclear

* mais de 11 milhões de brasileiros ainda vivem em favelas, a maioria deles, no Rio e São Paulo

* terroristas como Kadafi e Bin Laden, em vez de serem presos, foram mortos e torturados por dirigentes ou pelo próprio povo, mostrando que o primitivismo ainda faz parte da natureza de muitos espíritos encarnados na Terra

* assassinos eliminaram vidas inocentes em escola do subúrbio carioca e da Noruega

* já somo 7 bilhões de pessoas para serem alimentadas no planeta, e produzir alimentos para todos é um desafio, principalmente, ante as mudanças climáticas e a necessidade de preservação ambiental

* a epidemia de contaminação por bactérias e pelo câncer indica que há espíritos que terão de desencarnar da Terra por não vibrarem na mesma nova dimensão desta, apesar de que o poder da fé em Deus, por meio da oração e das terapias naturais, como Reiki e chama violeta, por exemplo,  pode levar os doentes à cura, aliado a tratamentos médicos adequados, já que a medicina vem se sofisticando dia a dia, sobretudo em países como o Brasil

Abraços fraternos,

Equipe Terra 2012, diretamente de Goiânia, linda Capital do Estado de Goiás

 

 

Mesmo com novas leis para imigrantes nos Estados Unidos, brasileiros tornam-se vedetes do consumo global

15/10/2011

Cerca de 4 milhões de brasileiros devem viajar para o exterior nos próximos seis meses, segundo o Ministério do Turismo. Mais do que conhecer lugares e culturas diferentes, a maioria vai comprar roupas, sapatos, eletrônicos e outros mimos por menos da metade do preço no Brasil.

Em 2011, os brasileiros gastaram perto de US$ 22 bilhões em viagens ao exterior, 33% mais do que em 2010, segundo a OMT (Organização Mundial do Turismo). O crescimento dos gastos dos brasileiros só perde para o dos chineses, que saltaram 38% e atingiram US$ 55 bilhões.

Não por acaso, o presidente Obama anunciou na quinta-feira, na Disney, que vai facilitar a concessão de vistos a brasileiros e chineses.

Preço, variedade, qualidade e real forte –que lembra o câmbio fixo dos anos 90– explicam por que o brasileiro é tão assediado no exterior.

Mas o que faz uma pessoa pegar um avião para comprar o enxoval do bebê em Miami? É que ficou fácil comparar preços pela internet e mais gente pode fazer essa viagem, revela a reportagem de Toni Sciarretta e Verena Fornetti.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha)

Fonte: Uol

Enquanto isso, a nova lei sobre imigração que entrou em vigor no Alabama, Estados Unidos, está causando polêmica, além de já haver provocado a fuga de muitos imigrantes hispânicos do Estado. Na Carolina do Sul, Utah, Indiana, Arizona e Georgia, também tem havido protestos e ações judiciais.  

Como exemplos do caráter discriminatórios dessas leis, há a possibilidade de a polícia parar no trânsito os imigrantes, exigindo que eles comprovem estarem legais no País, além de tornar-se crime estadual alugar imóvel ou dar carona a imigrantes irregulares.

Entidades de defesa dos direitos humanos e civis têm pressionado Obama a intensificar reação federal a essas legislações discriminatórias nos Estados, mesmo porque a revisão da política de imigração no País foi promessa de campanha por ele não cumprida até agora. De fato, na eleição de 2008, Obama contou com muitos votos dos 50 milhões de latinos, ou seja, a sexta parte da população, que vivem nos Estados Unidos

Estima-se que haja cerca de 12 milhões de imigrantes ilegais nos Estados Unidos, e, com a crise americana, o sentimento xenófobo vem se recrudescendo.

A lei citada vai de encontro com a realidade nos Estados Unidos, de onde muitos brasileiros vêm fugindo de volta ao Brasil.

De fato, cresce a pressão nos Estados Unidos para que seja cada vez mais facilitadoo visto para os brasileiros que desejem entrar no país, como informa a Folha. Fala-se até, quem sabe, numa medidaradical: o fim do visto. A razão disso é simples: o país está em crise e quantomais turistas, melhor.

Há umdetalhe nesse debate: os brasileiros estão deixando os Estados Unidos, atraídospelo mercado de trabalho brasileiro. Escolas públicas que eram bilíngues(português e inglês) estão demitindo professores de português por falta dealunos.

A regiãoonde Boston tem uma grande concentração de brasileiros. É visível aonda de retorno, especialmente do pessoal que trabalhava aqui com construçãocivil. Empresários até reclamam dessa falta de mão-de-obra. Muitos deles sãomineiros e goianos, considerados trabalhadores e responsáveis.

Nacomunidade brasileira, circulam conversas sobre salários de mestres de obra nasprincipais capitais, especialmente em São Paulo e Rio –em São Paulo, a cifra seria de R$12 mil por mês.

De um lado, um país com pouco emprego, onde muitos brasileiros vivem na ilegalidade–e até são acusados de tirar postos dos americanos. De outro, um país que,pelo menos até agora, não para de reduzir seu nível de desemprego, tornando-seuma das estrelas da economia mundial na visão dos americanos.

Entretanto, em 20/1/12 foi anunciado que Os Estados Unidos devem aumentar a capacidade de processamento de seus vistos para Brasil e China em 40% nos próximos doze meses, ordenou nesta quinta-feira o presidente Barack Obama, como parte de um pacote de estímulo turístico para seu país.

A ordem executiva divulgada pela Casa Branca pediu aos ministérios envolvidos para que preparem um plano em 60 dias que assegure que “80% das solicitações de vistos sejam atendidas em até três semanas” nesses dois países, salvo exceções que envolvam a segurança do país.

Os requisitos para os turistas e homens de negócios estrangeiros têm sido motivo de queixas por parte de alguns países emergentes, que não pertencem ao chamado programa de isenção de visas, o qual beneficia a maioria dos países europeus e as nações ricas e aliadas dos Estados Unidos.

Altos funcionários diplomáticos já anunciaram em novembro que aumentarão o número de funcionários nas embaixadas de Brasil e China devido a grande demanda de visas.

Dos 820.000 brasileiros que pediram permissão para viajar aos Estados Unidos entre outubro de 2010 e setembro de 2011 (ano fiscal americano), 791.000 a obtiveram.

A demanda superou em 40% a cifra do ano anterior.

Os Estados Unidos concederam 885.000 vistos a chineses, ante mais de um milhão de solicitações durante o mesmo período, num aumento de demanda de 34%.

Segundo cálculos citados pela Casa Branca, o crescimento das classes médias na China, Brasil e Índia devem provocar um aumento do número de viagens para esses países de 135%, 274% e 50%, respectivamente, até 2016.

O Departamento de Comércio calcula que os turistas chineses gastam mais de 6.000 dólares quando viajam aos Estados Unidos, com todo incluso, e os brasileiros cerca de 5.000 dólares.

A ordem presidencial acontece num contexto de perda de mercado internacional, explicou a Casa Branca.

“A participação do mercado americano no gasto dos turistas internacionais caiu de 17% para 11% entre 2000 e 2010”, explicou o comunicado emitido pelo governo que detalha as medidas.

Ante esta situação, Obama anunciou seu objetivo de fazer dos Estados Unidos o primeiro destino turístico mundial para impulsionar a criação de empregos dentro do setor, informou a Casa Branca.

“Quanto mais gente visita os Estados Unidos, mais americanos voltam a trabalhar”, disse o presidente em um comunicado após firmar um decreto convocando várias agências federais a tomar medidas para estimular a atividade turística no país.

Tirar ovisto ou reduzir suas exigências não é, portanto, um favor dos EUA ao Brasil.

É um favor do Brasil aos Estados Unidos.

Fonte: Yahoo

Estados Unidos, 10 anos após os atentados terroristas

08/09/2011

Com o WTC ganhando os céus, Lower Manhattan se vê em situação melhor do que há 10 anos. Foto: Moreno Osório/Terra 
Ontem, em uma entrevista coletiva, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, disse que a revitalização da chamada Lower Manhattan (a parte sul da ilha) será lembrada como uma das grandes viradas da história americana. A reconstrução, iniciada há 10 anos, ainda está em andamento – a conclusão do 1 World Trade Center, a principal torre do novo complexo, está prevista para 2013 – mas o renascimento da região já é evidente. Segundo pessoas envolvidas diretamente no processo, a área está melhor do que nunca. E os números confirmam isso.

A população, por exemplo, dobrou na última década, chegando a 56 mil pessoas. Segundo um relatório da Alliance for Downtown New York, uma organização que reúne dados sobre Lower Manhattan, essas pessoas foram atraídas pela qualidade de vida. A região é habitada basicamente por casais. Vinte e cinco por cento deles têm ao menos uma criança, enquanto 40% dos que ainda não têm filhos pretendem ter nos próximos três anos. O resultado disso é o aumento do número de escolas (são seis novas só nos últimos dois anos), carrinhos de bebê a perder de vista nas ruas e muitas crianças correndo pelos parques.

Catherine Hughes não é uma das que se mudou recentemente – ela mora em Downtown Manhattan há 23 anos -, mas comemora o florescimento da região. “O que vimos aqui nos últimos dez anos foi o renascimento de Downtown. Houve um comprometimento das pessoas em fazer o bairro melhor e mais forte do que era antes dos atentados de 11 de setembro”, diz ela, que tem dois filhos e é vice-presidente do Community Board 1, umas das 59 organizações que buscam o desenvolvimento de diferentes regiões da cidade. A CB1, como também é chamada, reúne cerca de 50 pessoas preocupadas com Downtown Manhattan.

Catherine também é responsável por uma comissão ligada diretamente ao pós-11/9, fiscalizando o trabalho das autoridades envolvidas e ajudando a tomar decisões que dizem respeito à comunidade. Naquela terça-feira, ela saiu de casa apenas com as chaves e a carteira e teve de ficar quase 30 dias longe do seu apartamento, localizado a um quarteirão do World Trade Center. “Antes de voltar, foi necessário que nosso prédio fosse avaliado, para saber se não havia danos estruturais. Foi como se um terremoto tivesse afetado a região. Depois, levou muito tempo para limpar toda a sujeira”, lembra Catherine.

Naquele dia, mais de 20 mil pessoas deixaram suas casas. “Na volta, sabíamos que tínhamos de nos esforçar para deixar o bairro ainda melhor”. Para isso, os moradores de Lower Manhattan receberam ajuda. As principais foram um programa denominado Liberty Bond, que liberou, entre 2001 e 2005, US$ 1,6 bilhão para o incremento do mercado imobiliário, e a iniciativa 421g, que permitiu que mais de 1,39 milhão de m³ fossem convertidos de espaço comercial para residencial. Hoje, há 28.121 unidades residenciais distribuídas em 312 edifícios.

Economia
A economia de Lower Manhattan também dá sinais de recuperação. A mais notável é o turismo. É difícil de saber se há mais turistas ou moradores nas ruas, diariamente. O local do World Trade Center, é claro, atrai muita gente. Mas a vizinhança também tem locais bastante procurados, como Wall Street, o Battery Park, a ponte do Brooklin, a Governor’s Island e a Liberty Island, onde fica a Estátua da Liberdade. “Entre 2003 e 2011, Lower Manhattan viu um acréscimo de 157% no número de visitantes a atrações e eventos turísticos”, diz Nicole Kolinsky, diretora de Relações Públicas da Alliance for Downtown New York.

Outro número que demonstra o renascimento da região é a volta das empresas. Nos primeiros dois anos após o 11 de setembro, Downtown Manhattan viu 754 empresas deixarem a região. A partir de 2004, a situação começou a mudar. Naquele ano, 200 empresas se instalaram no espaço localizado abaixo da rua Chambers . Hoje, 8.428 companhias estão baseadas lá, 130 a mais do que em setembro de 2001. Catherine Hughes atribui essa recuperação ao mesmo espírito que levou os moradores a contribuírem com a região. “Empresas como a American Express, por exemplo, se envolveram diretamente na reconstrução”.

Ainda há o grande espaço a ser ocupado quando os novos prédios do World Trade Center ficarem prontos. Em entrevista ao canal local NY1, o investidor Larry Silverstein, da Silverstein Properties, dona do WTC, disse não ter dúvidas sobre a total ocupação dos prédios que estão sendo erguidos no lugar das torres gêmeas. Silverstein também pareceu ter o mesmo espírito que fez Lower Manhattan renascer. “Naquele momento (após o 11/9), houve um grande êxodo de Lower Manhattan. Eu vi aquilo acontecer e disse para mim mesmo: ‘Nós temos que parar isso, e o único modo é começar a reconstrução'”, disse Siverstein à NY1.

O único número que ainda não voltou aos níveis de 2001 é o de empregos. Naquele ano, a região contava com 325.352 vagas. Hoje, são 309.500. No entanto, segundo a Alliance Downtown, o 11 de setembro não é o único responsável por essa queda, já que muitas dessas vagas foram fechadas durante a crise de 2008 e 2009. Por outro lado, nos últimos 12 meses, a região gerou 4 mil empregos, número que deve crescer ainda mais assim que os novos prédios do World Trade Center forem entregues. Com a inauguração, consequentemente deve aumentar o número de turistas, e, por sua vez, o número de hotéis. Espera-se que Lower Manhattan ganhe 4.948 quartos em 25 novos hotéis nos próximos anos. Hoje são 18.

Por outro lado, a crise americana tem feito os brasileiros que vivem nos Estados Unidos voltarem ao Brasil

Depois de 11 anos vivendo nos Estados Unidos, o trabalhador da construção civil Jovino Caldeira Coutinho, de 45 anos, por exemplo, resolveu fazer as malas e voltar ao Brasil em 2009. Em meio à estagnação do mercado imobiliário norte-americano, os serviços de reforma, construção e demolição ficaram escassos.

Em compensação, no Guarujá (SP), onde participa das obras de um condomínio, Coutinho disse que “não está dando conta” de tanto trabalho.”Lá [nos Estados Unidos] estava muito ′ruinzinho` mesmo. Tenho amigos que estão lá, sem dinheiro para voltar, trabalhando sem receber. Falei para um deles abrir mão [do dinheiro que lhe é devido], que aqui ele vai ter trabalho”, acrescentou.

A norte-americana Donna Roberts, de 48 anos, que saiu da Flórida para o Brasil em fevereiro, relatou contraste semelhante. “Lá, víamos muitos restaurantes e negócios fechando, nossos amigos perdendo suas casas”, diz a documentarista e educadora ambiental. “Aqui, parece que nada está reduzindo o ritmo [da economia]”, contou.

Como maior economia do mundo, os Estados Unidos têm um Produto Interno Bruto (PIB) quase sete vezes maior que o do Brasil, e PIB per capita de US$ 47,2 mil – quatro vezes superior ao brasileiro.

Mesmo após o 11 de setembro, a economia americana manteve taxas de crescimento entre 2% e 3,5% até 2007, e o país continua sendo um dos mais procurados por estrangeiros em busca de oportunidades.

Em contrapartida, os Estados Unidos mergulharam em duas guerras na última década, sofreram com o estouro de uma bolha imobiliária e chegaram a um endividamento de US$ 14,3 trilhões, teto que foi elevado após uma desgastante votação no Congresso.

Um mercado deprimido e o índice de desemprego de cerca de 9% desafiam o governo do presidente Barack Obama. O Brasil veio de anos de baixo crescimento econômico, mas domou a inflação e o desemprego, estabilizou sua dívida e criou um mercado de consumo interno forte nos últimos dez anos, decorrente da entrada de milhões de pessoas na classe C.

Em 2008, a Standard & Poor`s, mesma agência que neste ano rebaixou a nota da dívida norte-americana, deu ao Brasil o título de grau de investimento, o que fez com que o país fosse considerado de baixo risco para aplicações estrangeiras.

O cenário se tornou mais atraente para estrangeiros. No primeiro semestre de 2011, 4.312 americanos receberam vistos do Ministério do Trabalho brasileiro, em comparação com 3.622 no mesmo período de 2010.

O professor de macroeconomia da Fundação da Getulio Vargas (FGV) em São Paulo Rogério Mori disse que enquanto os Estados Unidos tiveram um grande crescimento amparado pela expansão do crédito até 2007, no Brasil a lógica foi outra: um crescimento mais moderado, derivado do fortalecimento do mercado interno e dos altos preços das commodities. “A diferença é que, de 2008 para cá, o motor do crescimento americano se esgotou. No caso brasileiro, as bases foram preservadas”, avaliou.

Fonte: Diário de Pernambuco

A Crise Nos Estados Unidos

16/07/2011

O Presidente Barak Obama dependeu de o Congresso elevar o limite de endividamento em U$2,5 trilhões para evitar que os Estados Unidos deem calote, sobretudo na China, seu maior credor, deixando de pagar os juros de suas dívidas. Os mercados, com isso, estão sob tensão, pois as agências de rating ameaçam rebaixar a nota de crédito dos Estados Unidos, que hoje é “AAA”.

Todavia, houve impasse ainda quanto ao corte de gastos que seria necessário fazer, pois Obama defende o aumento dos tributos para grandes empresas e pessoas físicas, a que se opõem os Republicanos. O impasse já dura semanas.

Em 29 de Julho, o projeto foi rejeitado pelo Congresso.

Para refletirmos sobre o início da crise nos Estados Unidos, relembre esta matéria:

domingo, 15 de março de 2009

Crise obriga milhares de famílias americanas a viver em tendas de campanha


Paula Gil.

San Francisco (EUA), 15 mar (EFE).- Até há pouco tempo trabalhadores de classe média viviam em casas com jardim, mas a recessão está empurrando milhares de famílias nos Estados Unidos para o inimaginável: viver em tendas de campanha, quartos ou motéis baratos de estrada.

Em Sacramento, capital do estado da Califórnia e uma das regiões do país onde a crise imobiliária bateu com mais força, um acampamento para gente sem lar já abriga centenas de pessoas e cresce a um ritmo de 50 novos residentes por dia.

Este assentamento de tendas de campanha sem serviços de nenhum tipo atraiu a atenção da imprensa e das ONGs, que alertam para as más condições higiênicas e do risco de que doenças como o cólera comecem a se propagar.

Os moradores da “tent city”, como estes acampamentos são conhecidos nos EUA, não são apenas vagabundos e alcoólatras, mas também várias famílias que perderam seus trabalhos e suas casas por não poder arcar os pagamentos da hipoteca.

“Há entre 300 e 400 pessoas vivendo aqui, é difícil de dizer porque seu número cresce a cada dia”, disse à Efe um porta-voz da organização humanitária Loaves and Fishes, que atende as necessidades das pessoas sem lar.

“Estamos preocupados com as condições sanitárias”, acrescentou. “Não há saneamentos, não há água, só latas de lixo”.

Sua organização apoia a proposta do prefeito de Sacramento, Kevin Johnson, de transformar o acampamento em um assentamento permanente. “Se não é possível dar a estas pessoas uma casa, que pelo menos tenham um lugar para viver com os serviços adequados”, disse.

Johnson, uma antiga estrela da equipe de basquete Phoenix Suns, conseguiu atrair a atenção dos meios de comunicação para “tent city” de Sacramento que, embora não seja a única do país, se transformou em um símbolo da recessão.

“Durante anos tentamos colocar os “sem-teto” debaixo do tapete”, reconheceu Johnson em entrevista esta semana. “Apoiamo-nos nos bons samaritanos e nas ONG’s, mas agora o problema nos supera”.

Johnson propôs a criação de um assentamento permanente para estas famílias com a ajuda de parte dos US$ 2,3 bilhões que o programa de estímulo econômico do presidente Obama dedica para resolver os problemas do povo sem lar.

A organização Loaves and Fishes denuncia que o número de pessoas sem casa cresceu na região 26% no último ano e que estão se encontrando com famílias em situações dramáticas.

Segundo uma pesquisa do Centro Nacional Para Famílias sem Lar, cerca de 1,5 milhão de crianças nos EUA, uma em cada 50, carecem de casa, mas a própria organização reconhece que os números estão defasados.

“Estes números crescerão à medida que as execuções de (embargos de) casas continuarem aumentando”, disse Ellen Bassuk, presidente do centro, em comunicado.

Em Orange County, ao sul da Califórnia, a imprensa alertou de um triste fenômeno: cada vez mais famílias vivem em quartos de motel durante meses, ou inclusive, anos, após perder seus lares ou trabalhos.

A região é conhecida pelos altos preços dos aluguéis, a escassez de casas subsidiadas pelo Estado e a abundância de motéis vazios que em outros tempos alojavam os turistas da Disneylândia.

Em seus quartos vivem hoje, segundo as organizações humanitárias da região, mais de mil famílias, que pagam em torno de 800 dólares semanais pelo alojamento, mas que não têm economias para enfrentar o depósito de um aluguel nem acesso a créditos para a compra de uma casa.

É necessário que tenhamos em mente que a crise dos Estados Unidos, em que, além do endividamento, há o passivo ainda de 2009, com a dificuldade de geração de empregos, é, apenas, um das faces do sistema financeiro atual, em que outras delas são a incapacidade de a União Europeia consolidar-se como bloco econômico sustentável, com destaque para a fragilidade da Grécia, Portugal, Irlanda e, agora, da Itália e Espanha, além da dificuldade de potências emergentes controlarem a inflação advinda das altas taxas de crescimento e, consequentemente, da expansão do consumo.

Na Espanha, por exemplo, a dívida é de 60% do PIB, enquanto, na Grécia, é de 140% deste. Aquele país perdeu competitividade externa, assim como Portugal, e também viveu “bolha” imobiliária, como Estados Unidos e Irlanda, graças ao crédito fácil e ao juro baixo. Todavia, só ela possui 22% da População Economicamente Ativa (PEA) desempregados, assim como só lá permanecem alguns direitos trabalhistas da época do Ditador Franco, como 16 o. salário, expediente de 6h durante o verão, 30 minutos para o café da manhã e a “siesta” após o almoço, por exemplo. Em caso de desemprego, o espanhol tem direito a 45 dias de remmuneração para cada ano trabalhado, além de o governo, durante quatro meses, pagar-lhes 3/4 do salário. Apenas o funcionalismo público espanhol está imune ao desemprego, mesmo o Primeiro-Ministro Zapatero tentando implantar medidas de contenção do gasto público, como a redução do salário de alguns deles e o aumento da idade de aposentadoria de 65 para 67 anos

Nos Estados Unidos, de fato, nos últmos 60 anos, nunca foi tão difícil conseguir emprego, ainda que a crise de 2009, oficialmente, já tenha acabado. São cerca de 13 milhões de americanos em busca de trabalho, sendo um terço deles, há mais de um ano, o que gera preconceito pelos empregadores, que acreditam que eles estejam desempregados ou não queiram trabalhar. Estima-se que a economia teria de crescer 3% ao ano para abrir vagas para os desempregados, além daqueles que estão ingressando no mercado de trabalho, mas, em 2010, ela só cresceu 0,9%. A política macroeconômica que poderia reativar a economia americana seria mediante o aumento do gasto público, mas a crise da dívida americana impede Obama de fazê-la.

Em 9 de Agosto, o Governo Americano anunciou que a taxa de juro passa a ser zero, visando ao estímulo da economia. De qualquer modo, a demora desse País em elevar o teto de seu endividamento, causando, inclusive, seu rebaixamento na classificação efetuada por agência de rating, implicou, em 8 de Agosto, muita perda de recursos pelos investidores, nas bolsas de todo mundo.

E a União Europeia já começou a fazer os ajustes necessários para sobreviver, demitindo funcionários, congelando salários, aumentando a idade da aposentadoria e cortando benefícios sociais, por exemplo. Só que sua fragilidade mostrou ao mundo que o Bloco não tem condições de substituir os já cambaleantes Estados Unidos à frente das potências mundiais

O Brasil, por outro lado, vem se protegendo da crise global. O crédito vinha crescendo muito rápido, assim como o gasto público e a inflação até 2010, mas, neste ano, iniciaram-se medidas de contenção, que, graças ao forte mercado interno, além do bom preço das commodities, exportadas pelo País, não frearam a economia. Outros fatores importantes são o fato de o sistema financeiro estar regulado e a atração do capital externo para cá.

Além dos Estados Unidos, em Agosto, o Japão teve seu rating rebaixado, devido ao pujante endividamento desde a crise de 2009.

Leia esta matéria sobre manifestação ocorrida em Outubro de 2011.

 

Manifestantes que ocupam Wall Street conseguem evitar expulsão

Local está ocupado há 28 dias. Grupo protesta contra o capitalismo e a ganância de instituições financeiras

 

 

Manifestantes reunidos no centro financeiro de Nova York conseguiram evitar que fossem expulsos da praça que ocupam há 28 dias.

Eram 6h da manhã quando a Prefeitura de Nova York desistiu de fazer a limpeza programada para esta sexta-feira (14) na praça perto de Wall Street. “Era um pretexto para nos tirar daqui e quase conseguiram”, disse um homem.

Centenas de pessoas lotaram a praça em apoio ao protesto. Uma mulher dirigiu seis horas, da Virginia até Nova York. Um professor de economia assumiu a liderança do batuque. “Eu tenho dois mestrados, família e não consigo emprego há dois anos”, reclamou ele.

A praça é particular e os proprietários têm reclamado da sujeira. A comida doada é farta. Uma pizzaria divulgou o número de telefone em redes sociais da internet e tem recebido pedidos até da Europa para entregar pizzas na praça.

À tarde, a praça ficou ainda mais cheia. Operários que trabalham na construção do novo World Trade Center aproveitaram o intervalo no trabalho e também foram protestar. Confrontos entre manifestantes e a polícia resultaram na prisão de 14 pessoas.

Em 15 de Outubro, ocorreu manifestação contra o sistema financeiro mundial em 951 cidades de 82 países, entre elas, Washington, Nova York, Miami e Chicago, nos Estados Unidos, da qual resultou a detenção de 175 pessoas que não queriam desocupar parque, sendo 92 delas, só em Nova York. Trata-se de mais um episódio do “Movimento dos Indignados”.

Em Novembro, o mercado de trabalho americano continua enfraquecido, em que pese a perspectiva de crescimento de 3% em relação a 2010.  Assim, como o seguro desemprego só dura até 99 semanas, boa parte dos desempregados do País está vivendo sem o auxílio do Governo. Por outro lado, 15% da população ou cerca de 45 milhões de americanos utilizam os “vale-comida” do Governo. Estima-se que haja hoje 13,9 milhões de desempregados nos Estados Unidos. Também ocorreu o rebaixamento das notas dos principais bancos americanos, juntamente com os europeus, bem como, a concordata da American Airlines.

 

Fonte: Rede Globo

Notícias dos Estados Unidos

05/06/2011

O Governo dos Estados Unidos apertou a vigilância sobre a entrada de tomates, alfaces e pepinos oriundos da União Europeia, devido à bactéria E.coli.  A FDA está efetuando testes nessas mercadorias que se importam para os Estados Unidos. Só na Alemanha, a bactéria já matou 25 pessoas, além de uma na Suécia

Por outro lado, uma notícia boa para os Estados Unidos é que retomaram o crescimento econômico, havendo queda dos índices de desemprego e aumentos de preços, estes, devido, também, ao terremoto com tsunami no Japão.

Há, também, as restrições impostas pelos americanos à Venezuela, acirradas pelo envio de gasolina ao Irã, que, mesmo possuindo bastantes reservas, tem dificuldades para refinar o petróleo, em áreas como empréstimo de recursos e fornecimento de tecnologia pelos Estados Unidos. Mesmo assim, hoje, a Venezuela exporta-lhe até 1,2 milhão de barris por dia. Hugo Chávez, fora de Caracas, recuperando-se de problema de saúde, vem se mantendo em silêncio.

Em 4 de Julho de 2011, os Estados Unidos comemoraram 235 anos de independência.

 

Fonte: The New York Times

AGRADECIMENTO POR NOSSO GRANDE NÚMERO DE LEITORES NOS ESTADOS UNIDOS

26/05/2011

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