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Palavra-chave: crise

Crise das Bolsas de Valores

20/08/2011

As bolsas de valores de todo o mundo têm operado em baixa, nos últimos dias, haja vista à crise de confiança dos investidores decorrente da situação das finanças nos Estados Unidos e Europa, marcada pelo grande endividamento e baixo crescimento econômico. Com isso, as empresas desvalorizaram-se bilhões de dólares no total, sem contar a falência de vários bancos americanos em 2011.

Fonte: Rede Globo

A Crise Nos Estados Unidos

16/07/2011

O Presidente Barak Obama dependeu de o Congresso elevar o limite de endividamento em U$2,5 trilhões para evitar que os Estados Unidos deem calote, sobretudo na China, seu maior credor, deixando de pagar os juros de suas dívidas. Os mercados, com isso, estão sob tensão, pois as agências de rating ameaçam rebaixar a nota de crédito dos Estados Unidos, que hoje é “AAA”.

Todavia, houve impasse ainda quanto ao corte de gastos que seria necessário fazer, pois Obama defende o aumento dos tributos para grandes empresas e pessoas físicas, a que se opõem os Republicanos. O impasse já dura semanas.

Em 29 de Julho, o projeto foi rejeitado pelo Congresso.

Para refletirmos sobre o início da crise nos Estados Unidos, relembre esta matéria:

domingo, 15 de março de 2009

Crise obriga milhares de famílias americanas a viver em tendas de campanha


Paula Gil.

San Francisco (EUA), 15 mar (EFE).- Até há pouco tempo trabalhadores de classe média viviam em casas com jardim, mas a recessão está empurrando milhares de famílias nos Estados Unidos para o inimaginável: viver em tendas de campanha, quartos ou motéis baratos de estrada.

Em Sacramento, capital do estado da Califórnia e uma das regiões do país onde a crise imobiliária bateu com mais força, um acampamento para gente sem lar já abriga centenas de pessoas e cresce a um ritmo de 50 novos residentes por dia.

Este assentamento de tendas de campanha sem serviços de nenhum tipo atraiu a atenção da imprensa e das ONGs, que alertam para as más condições higiênicas e do risco de que doenças como o cólera comecem a se propagar.

Os moradores da “tent city”, como estes acampamentos são conhecidos nos EUA, não são apenas vagabundos e alcoólatras, mas também várias famílias que perderam seus trabalhos e suas casas por não poder arcar os pagamentos da hipoteca.

“Há entre 300 e 400 pessoas vivendo aqui, é difícil de dizer porque seu número cresce a cada dia”, disse à Efe um porta-voz da organização humanitária Loaves and Fishes, que atende as necessidades das pessoas sem lar.

“Estamos preocupados com as condições sanitárias”, acrescentou. “Não há saneamentos, não há água, só latas de lixo”.

Sua organização apoia a proposta do prefeito de Sacramento, Kevin Johnson, de transformar o acampamento em um assentamento permanente. “Se não é possível dar a estas pessoas uma casa, que pelo menos tenham um lugar para viver com os serviços adequados”, disse.

Johnson, uma antiga estrela da equipe de basquete Phoenix Suns, conseguiu atrair a atenção dos meios de comunicação para “tent city” de Sacramento que, embora não seja a única do país, se transformou em um símbolo da recessão.

“Durante anos tentamos colocar os “sem-teto” debaixo do tapete”, reconheceu Johnson em entrevista esta semana. “Apoiamo-nos nos bons samaritanos e nas ONG’s, mas agora o problema nos supera”.

Johnson propôs a criação de um assentamento permanente para estas famílias com a ajuda de parte dos US$ 2,3 bilhões que o programa de estímulo econômico do presidente Obama dedica para resolver os problemas do povo sem lar.

A organização Loaves and Fishes denuncia que o número de pessoas sem casa cresceu na região 26% no último ano e que estão se encontrando com famílias em situações dramáticas.

Segundo uma pesquisa do Centro Nacional Para Famílias sem Lar, cerca de 1,5 milhão de crianças nos EUA, uma em cada 50, carecem de casa, mas a própria organização reconhece que os números estão defasados.

“Estes números crescerão à medida que as execuções de (embargos de) casas continuarem aumentando”, disse Ellen Bassuk, presidente do centro, em comunicado.

Em Orange County, ao sul da Califórnia, a imprensa alertou de um triste fenômeno: cada vez mais famílias vivem em quartos de motel durante meses, ou inclusive, anos, após perder seus lares ou trabalhos.

A região é conhecida pelos altos preços dos aluguéis, a escassez de casas subsidiadas pelo Estado e a abundância de motéis vazios que em outros tempos alojavam os turistas da Disneylândia.

Em seus quartos vivem hoje, segundo as organizações humanitárias da região, mais de mil famílias, que pagam em torno de 800 dólares semanais pelo alojamento, mas que não têm economias para enfrentar o depósito de um aluguel nem acesso a créditos para a compra de uma casa.

É necessário que tenhamos em mente que a crise dos Estados Unidos, em que, além do endividamento, há o passivo ainda de 2009, com a dificuldade de geração de empregos, é, apenas, um das faces do sistema financeiro atual, em que outras delas são a incapacidade de a União Europeia consolidar-se como bloco econômico sustentável, com destaque para a fragilidade da Grécia, Portugal, Irlanda e, agora, da Itália e Espanha, além da dificuldade de potências emergentes controlarem a inflação advinda das altas taxas de crescimento e, consequentemente, da expansão do consumo.

Na Espanha, por exemplo, a dívida é de 60% do PIB, enquanto, na Grécia, é de 140% deste. Aquele país perdeu competitividade externa, assim como Portugal, e também viveu “bolha” imobiliária, como Estados Unidos e Irlanda, graças ao crédito fácil e ao juro baixo. Todavia, só ela possui 22% da População Economicamente Ativa (PEA) desempregados, assim como só lá permanecem alguns direitos trabalhistas da época do Ditador Franco, como 16 o. salário, expediente de 6h durante o verão, 30 minutos para o café da manhã e a “siesta” após o almoço, por exemplo. Em caso de desemprego, o espanhol tem direito a 45 dias de remmuneração para cada ano trabalhado, além de o governo, durante quatro meses, pagar-lhes 3/4 do salário. Apenas o funcionalismo público espanhol está imune ao desemprego, mesmo o Primeiro-Ministro Zapatero tentando implantar medidas de contenção do gasto público, como a redução do salário de alguns deles e o aumento da idade de aposentadoria de 65 para 67 anos

Nos Estados Unidos, de fato, nos últmos 60 anos, nunca foi tão difícil conseguir emprego, ainda que a crise de 2009, oficialmente, já tenha acabado. São cerca de 13 milhões de americanos em busca de trabalho, sendo um terço deles, há mais de um ano, o que gera preconceito pelos empregadores, que acreditam que eles estejam desempregados ou não queiram trabalhar. Estima-se que a economia teria de crescer 3% ao ano para abrir vagas para os desempregados, além daqueles que estão ingressando no mercado de trabalho, mas, em 2010, ela só cresceu 0,9%. A política macroeconômica que poderia reativar a economia americana seria mediante o aumento do gasto público, mas a crise da dívida americana impede Obama de fazê-la.

Em 9 de Agosto, o Governo Americano anunciou que a taxa de juro passa a ser zero, visando ao estímulo da economia. De qualquer modo, a demora desse País em elevar o teto de seu endividamento, causando, inclusive, seu rebaixamento na classificação efetuada por agência de rating, implicou, em 8 de Agosto, muita perda de recursos pelos investidores, nas bolsas de todo mundo.

E a União Europeia já começou a fazer os ajustes necessários para sobreviver, demitindo funcionários, congelando salários, aumentando a idade da aposentadoria e cortando benefícios sociais, por exemplo. Só que sua fragilidade mostrou ao mundo que o Bloco não tem condições de substituir os já cambaleantes Estados Unidos à frente das potências mundiais

O Brasil, por outro lado, vem se protegendo da crise global. O crédito vinha crescendo muito rápido, assim como o gasto público e a inflação até 2010, mas, neste ano, iniciaram-se medidas de contenção, que, graças ao forte mercado interno, além do bom preço das commodities, exportadas pelo País, não frearam a economia. Outros fatores importantes são o fato de o sistema financeiro estar regulado e a atração do capital externo para cá.

Além dos Estados Unidos, em Agosto, o Japão teve seu rating rebaixado, devido ao pujante endividamento desde a crise de 2009.

Leia esta matéria sobre manifestação ocorrida em Outubro de 2011.

 

Manifestantes que ocupam Wall Street conseguem evitar expulsão

Local está ocupado há 28 dias. Grupo protesta contra o capitalismo e a ganância de instituições financeiras

 

 

Manifestantes reunidos no centro financeiro de Nova York conseguiram evitar que fossem expulsos da praça que ocupam há 28 dias.

Eram 6h da manhã quando a Prefeitura de Nova York desistiu de fazer a limpeza programada para esta sexta-feira (14) na praça perto de Wall Street. “Era um pretexto para nos tirar daqui e quase conseguiram”, disse um homem.

Centenas de pessoas lotaram a praça em apoio ao protesto. Uma mulher dirigiu seis horas, da Virginia até Nova York. Um professor de economia assumiu a liderança do batuque. “Eu tenho dois mestrados, família e não consigo emprego há dois anos”, reclamou ele.

A praça é particular e os proprietários têm reclamado da sujeira. A comida doada é farta. Uma pizzaria divulgou o número de telefone em redes sociais da internet e tem recebido pedidos até da Europa para entregar pizzas na praça.

À tarde, a praça ficou ainda mais cheia. Operários que trabalham na construção do novo World Trade Center aproveitaram o intervalo no trabalho e também foram protestar. Confrontos entre manifestantes e a polícia resultaram na prisão de 14 pessoas.

Em 15 de Outubro, ocorreu manifestação contra o sistema financeiro mundial em 951 cidades de 82 países, entre elas, Washington, Nova York, Miami e Chicago, nos Estados Unidos, da qual resultou a detenção de 175 pessoas que não queriam desocupar parque, sendo 92 delas, só em Nova York. Trata-se de mais um episódio do “Movimento dos Indignados”.

Em Novembro, o mercado de trabalho americano continua enfraquecido, em que pese a perspectiva de crescimento de 3% em relação a 2010.  Assim, como o seguro desemprego só dura até 99 semanas, boa parte dos desempregados do País está vivendo sem o auxílio do Governo. Por outro lado, 15% da população ou cerca de 45 milhões de americanos utilizam os “vale-comida” do Governo. Estima-se que haja hoje 13,9 milhões de desempregados nos Estados Unidos. Também ocorreu o rebaixamento das notas dos principais bancos americanos, juntamente com os europeus, bem como, a concordata da American Airlines.

 

Fonte: Rede Globo

Crise da Europa chega à Itália

13/07/2011

Embora a economia italiana venha se recuperando da crise de 2009, segue com endividamento acima de 3% do PIB e com baixa taxa de crescimento econômico. Além disso, em 5 de Outubro, houve rebaixamento da nota de empresas e bancos italianos

A partir do final de Outubro de 2011, os credores da União Europeia, sobretudo, França e Alemanha, FMI e Banco Central Europeia passaram a pressionar a Itália a endurecer nas medidas de redução do gasto público, em um momento em que Berlusconi enfrenta dificuldades políticas, que acarretaram seu pedido de renúncia.

Além disso, há dúvidas quanto à capacidade de os mecanismos atuais conseguirem combater a crise, como mostra a matéria abaixo

BRUXELAS, 9 Nov 2011 (AFP) -O deterioramento da situação financeira da Itália têm colocado em dúvida a efetividade das ferramentas propostas pela Eurozona para tirar a Europa da crise, dizem especialistas de mercado.

Após uma série de reuniões, acordos e negociações, a Europa continua perdendo credibilidade no mercado financeiro, afirmam os analistas.

“A Eurozona enfrenta agora uma crise política, econômica, finaceira e institucional”, comentou Sony Kapoor, diretor do centro de Análisis Re-Define.

As principais bolsas europeias fecharam com fortes perdas e os juros dos bônus italianos ficou acima dos 7%, apesar do anúncio da renúncia do chefe de governo italiano, Silvio Berlusconi.

Os mercados, no entanto, receberam com alívio o anúncio da Grécia de que o primeiro-ministro grego, Georges Papandreou, e o líder da oposição conservadora, Antonis Samaras, chegaram a um acordo para formar um novo governo.

As medidas da reunião europeia de 27 de outubro em Bruxelas, que incluem um fortalecimento do fundo de resgate europeu (FEEF), a recapitalização dos bancos e um resgate da Grécia através do perdão de 50% da sua dívida pelo setor privado (bancos e fundos de investimento).

O taxa de risco da Itália (que mede o diferencial entre o rendimento do bônus nacional à dez anos e o alemão, e marca a confiança dos investidores) chegou aos 555 pontos.

O alto rendimento da dívida foi o que obrigou Grécia, Irlanda e Portugal a pedir resgates.

“A saída de Berlusconi não necessariamente corrigirá as contas da Itália”, disse Peter Morici, da Universidade de Maryland. A Itália possui uma dívida de 1,9 trilhão de euros, muito maior que a dos três países resgatados juntos.

A quebra da Itália, terceira maior economia da Eurozona (20% da União Monetária), poderia liquidar o euro.

Para blindar a Itália, os europeus decidiram em outubro ampliar o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) para 1 trilhão de euros, mediante um mecanismo que incite a compra da dívida dos países mais frágeis, oferecendo uma garantia de 20% das eventuais perdas.

Além disso, está previsto que o FEEF deve receber investimentos do setor privado e de países emergentes, apesar de nenhum deles terem demonstrado interesse nessa aplicação.

“Não cremos que o FEEF seja uma rede de segurança adequada”, disseram analistas do Barclays Bank.

Caso este fundo não consiga “recapitalizar os bancos, os bancos europeus com problemas seguirão em queda”, disse Sony Kapoor.

Segundo o último relatório da Autoridade Bancária Europeia (EBA), os bancos europeus precisam de uma injeção de 106 bilhões de euros.

Fonte: Rede Globo

CRISE NA EUROPA – ESPANHA

26/03/2011

CRESCE O DESEMPREGO NA ESPANHA

 
Pelo sétimo mês consecutivo, o número de desempregados na Espanha subiu em fevereiro em 112.269 pessoas até situar-se nos 4.712.098, informou hoje o Ministério de Emprego e Segurança Social.A cifra representa uma ascensão de 2,4 por cento em relação a janeiro de 2012, quando 177.470 espanhóis engrossaram as filas do desemprego, precisou a fonte.No espaço de um ano (desde fevereiro de 2011), o desemprego aumentou, ademais, em 412.835 pessoas, 9,6 por cento a mais.Segundo a carteira trabalhista, trata-se da segunda maior subida do desemprego em um mês de fevereiro em toda a série histórica, só superada pela de 2009, quando se situou em 154.058 pessoas.

Por setores econômicos, o desemprego escalou em fevereiro nos serviços, com 59.230 desempregados a mais (2,1 por cento), seguido da construção, com 15.656 (2,0), a agricultura, com 11.219 (7,3), e na indústria chegou a 10.269 (1,9).

De acordo com os dados, o desemprego afeta a 2.353.264 homens, depois de incrementar-se em fevereiro em 64.871 novos parados (2,8 por cento a mais), e a 2.358.834 mulheres, depois de remontar em 47.398 mulheres (2,05 por cento).

Entre os jovens menores de 25 anos cresceu em 24.885 em fevereiro (5,22 por cento) e entre os de acima de 25 anos subiu em 87.384 (2,12 por cento).

Estes são os primeiros algarismos sobre desocupação depois de ter sido posta em marcha a nova reforma trabalhista pelo governo conservador de Mariano Rajoy, o qual, a julgamento dos sindicatos e partidos da oposição, abarata e facilita a demissão.

A Espanha fechou 2011 com 5.273.600 desempregados, o que situou a taxa de desemprego em 22,85 por cento da população economicamente ativa, informou no dia 27 de janeiro o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O número de desocupados neste país ibérico aumentou em 295.300 pessoas no quarto trimestre do último exercício, indicou o Questionário da População Ativa (EPA) elaborada pelo INE.

Segundo a EPA, uma ferramenta que oferece mais precisões sobre a evolução desse flagelo que o estudo realizado pelo Ministério de Emprego, se trata da taxa de desemprego mais elevada desde o primeiro trimestre de 1995, quando atingiu 23,49 por cento.

Pela primeira vez na história, a cifra de espanhóis na rua superou de forma oficial os cinco milhões, pois no fechamento de setembro passado esta era de 4.978.300 pessoas, isto é, o 21,52 por cento da população ativa.

Dentro dos 27 países membros da União Europeia, a Espanha ostenta a cifra mais alta de desemprego.

Fonte: Prensa Latina

Pacote dá mais tempo à Grécia, mas não resolve problemas

“É impossível saber por quanto tempo o país poderá aguentar antes de chegar novamente a um ponto crítico”, afirma analista

 O novo empréstimo concedido na madrugada dE 21 de Fevereiro à Grécia pela União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) ajudará o país a evitar um calote dentro de um mês, mas não resolverá seus problemas a longo prazo, afirmam analistas ouvidos pela BBC Brasil.

“Claro que esse resgate não resolverá o problema da Grécia, mas será uma ajuda imensa durante os próximos meses”, opina Karel Lanoo, diretor executivo do Centro para Estudos de Política Europeia.

O resgate, de 130 bilhões de euros para os próximos dois anos, permitirá ao governo grego pagar 14,5 bilhões de euros em dívidas que vencem em 20 de março.

Segundo Lanoo, “é impossível saber agora por quanto tempo o país poderá aguentar antes de chegar novamente a um ponto crítico”.

“Vai depender muito de se o governo vai implementar as medidas de austeridade (combinadas com os credores internacionais) e com que velocidade. A Grécia precisa solucionar problemas acumulados durante anos para recuperar o equilíbrio”

Para Jean Pisani-Ferry, diretor do centro de estudos econômicos Bruegel, com sede em Bruxelas, “está claro agora que levará anos, talvez uma década, para reformar o país e corrigir seus desequilíbrios econômicos”.

Austeridade

As autoridades europeias reclamam que a Grécia passou muitos anos gastando mais do que arrecada e que a situação não mudou com a concessão do primeiro resgate, de 110 bilhões de euros, em maio de 2010.

O plano de austeridade imposto pela UE e o FMI em troca da nova ajuda visa recortar o gasto público grego em um valor equivalente ao 1,5% do PIB em 2012, com o objetivo de reduzir a dívida pública dos atuais 160% do PIB para 120,5% em 2020.

“Até agora não se fez nada substancial sobre o crescimento. Um programa de ajuste é necessariamente recessionário, mas não precisa impedir a mobilização de ferramentas para a recuperação econômica”, critica Pisani-Ferry.

“Uma quebra ou a saída da zona do euro seria muito pior, seria um desastre para o país.”
Karel Lanoo, Centro para Estudos de Política Europeia.

No entanto, Lanoo defende que a Grécia “não tem alternativa a receber esse resgate e cumprir as condições” exigidas por seus credores, que incluem redução de salários e aposentadorias, demissão de funcionários públicos, flexibilização do mercado de trabalho e liberalização dos mercados.

“Uma quebra ou a saída da zona do euro seria muito pior, seria um desastre para o país. A expectativa (com o atual plano) é de que a redução dos salários e outras reformas tornem o país mais barato e, portanto, mais atraente para as empresas. Isso ajudaria a melhorar a economia a longo prazo”, explica.

Calote

Ao mesmo tempo, ambos analistas concordam que a evolução da situação dependerá, igualmente, de como os investidores privados responderão ao acordo fechado na madrugada desta terça-feira, que inclui o cancelamento de 106 bilhões de euros da dívida grega em mãos do setor bancário.

“Essa operação é um calote voluntário. Mesmo se a UE não quer usar esse termo, trata-se de um calote, e a UE e os mercados sabem disso”, ressalta Lanoo.

Por sua parte, a Comissão Europeia (CE) recorda que a conclusão do segundo resgate para Grécia terá também “efeitos positivos” sobre os demais países vulneráveis da zona do euro, como Portugal, Espanha e Itália.

“Portugal e outros países vulneráveis da UE sofrem os impactos das incertezas sobre a resposta global (europeia) à crise e da situação em Grécia. Por isso, a solução de um segundo resgate para Grécia também terá um impacto positivo em todos os países vulneráveis da UE”, afirma o porta-voz de Assuntos Econômicos, Amadeu Altafaj.

Fonte: Ig

Após um dia de violentos confrontos à porta do Parlamento de Atenas que se prolongaram até ao início da noite, os deputados gregos aprovaram um novo plano de austeridade. Muito contestado nas ruas, o Governo da coligação deu à zona euro a garantia que os parceiros europeus pediam para accionar um segundo pacote financeiro. Internamente, contudo, os partidos estão longe de um consenso. Dezenas de socialistas e conservadores desrespeitaram a disciplina de voto e serão expulsos da coligação.

Antes da votação terminar, o Governo de coligação liderado por Lucas Papademos já tinha conseguido fazer passar a nova vaga de austeridade, ao alcançar minutos antes da 1h locais (23h em Portugal Continental) o número de votos necessários (151) para a aprovação do pacote de reformas económicas e de poupanças no valor de 3,3 mil milhões de euros. No final, feitas as contas, 199 deputados votaram a favor e 74 contra.

Dezenas de deputados dos partidos socialista e conservador, que suportam o Executivo de unidade nacional, desrespeitaram a disciplina de voto e votaram contra. A esses, os partidos já anunciaram a expulsão: 20 dos 153 socialistas do PASOK e 21 dos 83 da Nova Democracia.

No hemiciclo, o primeiro-ministro condenou com veemência a violência que durante a tarde e o início da noite tomou conta do centro da capital. A polícia e grupos de manifestantes envolveram-se em confrontos, num cenário de batalha campal, e edifícios ficaram em chamas. Em Atenas estiveram, segundo as contas da polícia, 80 mil pessoas em protesto a partir do iníco da tarde e outras 20 mil em Salónica.

“A violência e as destruições não têm lugar em democracia”, afirmou Papademos, lembrando que, no Parlamento, os deputados dariam o seu voto de responsabilidade para com a Europa e a moeda única. Seria a definição da “escolha mais importante” para o futuro do país, sustentou.

Os conservadores e socialistas da coligação de Governo falaram em cenários catastrofistas em caso de não aprovação das medidas de austeridade – o mesmo que tinham feito os membros do Executivo nos últimos dias.

Quando em Outubro, o líder dos socialistas, Georgios Papandreou, estava no lugar de primeiro-ministro a pedir ao Parlamento que fizesse passar um pacote de austeridade, o Executivo tinha uma maioria frágil, com menos garantias de conseguir aprovar o projecto-lei das reformas económicas.

Neste domingo, o partido da coligação de Papademos contava no hemiciclo com uma maioria confortável. Mas, mesmo assim, o líder do PASOK acompanhou as palavras de Papademos e fez um apelo à unidade, insistindo que o pacote de medidas é “a única esperança do país”.

Enquanto os deputados debatiam as medidas de reforma económica e de poupança no valor de No valor de 3,3 mil milhões de euros que a troika quer ver implementadas este ano, as principais artérias de Atenas transformavam-se num cenário de batalha campal. Cinemas históricos, cafés e lojas ficaram em chamas. E nas ruas próximas do Parlamento a polícia e grupos de manifestantes envolviam em confrontos violentos.

As autoridades contabilizaram 80 mil pessoas nos protestos da capital. À ofensiva de grupos de manifestantes, a polícia respondeu com uma carga policial, lançando gás lacrimogéneo. Projécteis foram lançados contra a polícia e edifícios, enquanto manifestantes arremessavam pedras em direcção às forças de segurança.

Foi o dia em que se registou maior violência nas ruas desde terça-feira, o primeiro de três dias de greves e manifestações na última semana.

A Grécia, que actualmente está a receber um empréstimo externo de 110 mil milhões de euros suportado pela União Europeia e o FMI, só terá luz verde da zona euro para continuar a receber financiamento externo e ver libertado o segundo resgate financeiro se fizesse aprovar o plano. Essa é a contrapartida dos parceiros europeus, que deverão agora avaliar se têm as garantias necessárias para avançar com o pacote de 130 mil milhões euros.

Mas em jogo estão também os encargos financeiros que a Grécia tem de garantir no próximo mês – 14,5 milhões de euros em empréstimos que o Estado terá de pagar até 20 de Março. Isto numa altura em que a Grécia está totalmente dependente do financiamento externo para assegurar os compromissos financeiros.

Fonte: O Público (Portugal)

Os principais índices acionários de Wall Street encerraram o pregão desta sexta-feira em queda, pressionados pela incerteza na Grécia e pelo fraco desempenho do nível de confiança do consumidor, que recuaram acima do esperado.

Ao final desta jornada, o índice industrial Dow Jones caiu 0,69% aos 12.801 pontos. O S&P 500 recuou 0,69% para 1.342 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq perdeu 0,80% aos 2.903 pontos.

Na agenda local, o déficit do comércio exterior de bens e serviços avançou em dezembro e chegou aos US$ 48,8 bilhões.

Em novembro, o déficit havia sido de US$ 47,1 bilhões. O resultado veio acima da estimativa de mercado, que era de déficit de US$ 48,1 bilhões (previsão Forex Factory).

A confiança do consumidor caiu entre janeiro e fevereiro. A leitura preliminar do índice, medido pela Universidade de Michigan, caiu para 72,5 este mês, após leitura anterior de 75 pontos (dado revisado).

O déficit em conta corrente caiu para US$ 27,4 bilhões em janeiro, segundo dados preliminares divulgados pelo Departamento de Comércio norte-americano.

No dezembro, o saldo havia ficado negativo em US$ 86 bilhões. O resultado veio acima do esperado pelo mercado, de déficit de US$ 58,5 bilhões (previsão Forex Factory).

No Velho Continente, a produção industrial francesa registrou desaceleração em dezembro, informou o Instituto Nacional de Estatística (INSEE).

A produção industrial caiu 1,4% no último mês de 2011, contra o avanço de 1,1% em novembro.

A inflação da Alemanha subiu 2,1% em janeiro comparado ao mesmo mês de 2011. A previsão dos analistas era de avanço de 2% no período.

Na comparação mensal, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do país caiu 0,4% em janeiro ante aumento de 0,7% no mês anterior. O resultado está em linha com o estimado pelo mercado.

O índice de produção industrial na Itália registrou avanço de 1,4% em dezembro de 2011, em relação ao mês anterior, após a aceleração de 0,3% em novembro. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (Istat).

O índice ficou acima da expectativa de mercado, que aguardava recuo de 0,5% (previsão Forex Factory).

O índice de preços cobrados pelos produtores na porta das fábricas (PPI output), subiu 0,5% em janeiro, comparado a dezembro de 2011, que caiu 0,6% de acordo com dados do Escritório para Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês).

Já o indicador de preços que os produtores pagam por bens e serviços (PPI “input”) também apresentou elevação de 0,5% em janeiro, ante queda de 0,2% no mês anterior.

Fora da agenda econômica, o Eurogrupo adiou ontem o aval ao plano de resgate à Grécia por considerar que ainda faltam elementos para o acordo, além de pedir à Atenas cortes de € 325 milhões em gastos públicos neste ano para garantir o cumprimento da meta de déficit.

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker explicou que os parceiros europeus reconhecem o esforço dos cidadãos gregos, mas ressaltou a necessidade de esforços adicionais para retomar o crescimento econômico, além de afirmar que o Parlamento grego deverá aprovar neste domingo o plano de reformas estipulado entre o governo e a troika.

Contudo, o partido ultradireitista grego Alerta Popular Ortodoxo (LAOS) afirmou nesta sexta-feira que não votará a favor do acordo feito com a troika, por considerar que a medida “humilha” o país.

O partido possui 16 dos 252 deputados que formam a coalizão de governo da qual participam também social-democratas e conservadores, onde também aumenta o descontentamento com os ajustes.

Relembre:

Britânicos desesperados, com crescentes problemas de custos por conta das medidas de austeridade do governo, estão se voltando para a prostituição, os jogos de azar e outras atividades perigosas para financiar seus estudos, disseram líderes estudantis e de cooperativas de trabalhadores na quarta-feira.

A Cooperativa Inglesa de Prostitutas (ECP, na sigla em inglês), uma entidade que cuida das trabalhadoras do sexo, disse que o número de pessoas que procurou a organização em busca de ajuda dobrou no último ano, com estudantes se esforçando para cobrir as despesas.

“(O governo) conhece os cortes e os programas de austeridade e a remoção dos empréstimos, ele sabe que quando remove esses recursos empurra as mulheres para a pobreza”, disse Sarah Walker da ECP à Reuters.

“O modo como as mulheres sobrevivem à pobreza geralmente é pela prostituição. O governo sabe disso e, francamente, não parece se importar.”

Jovens foram os mais atingidos pela recessão econômica, com o desemprego juvenil agora totalizando 1,03 milhão dos 2,64 milhões de desempregados, o maior índice desde 1992.

No ano passado, o governo disse que iria se desfazer da Pensão para a Educação, um subsídio para estudantes adolescentes para ajudá-los a permanecerem na escola, e permitiu que as taxas de mensalidade subissem para 9.000 libras (14.000 dólares) por ano a partir de 2012.

Com empregos de meio período escassos e o custo de vida apertado pela inflação, a União Nacional dos Estudantes (NUS) disse que os jovens estavam adotando medidas desesperadas e perigosas para pagar por sua educação.

TRABALHO PERIGOSO

“Em alguns casos é a prostituição, mas também escutamos histórias de testes como cobaia em clínicas, jogos de azar… atividades perigosas, em que praticamente não há nenhum tipo de direito trabalhista”, disse Estelle Hart, da NUS.

“Você sempre escuta que é muito fácil conseguir um trabalho em um bar. Bem, não é fácil conseguir trabalho em bar nesse clima econômico, não é fácil conseguir trabalho nenhum.”

Um estudo feito por pesquisadores de uma universidade londrina, publicado no ano passado, mostrou que 16 por cento dos alunos estavam dispostos a se prostituir para pagar sua educação e 11 por cento iria trabalharia para agências de acompanhamento.

Hart disse que um estudo recente da Universidade de Leeds, no norte da Inglaterra, revelou que 25 por cento das strippers eram estudantes Ela disse que o governo tinha o dever de investigar quais eram os efeitos de suas mudanças e cortes nos orçamentos da educação.

A cooperativa das prostitutas disse que mulheres de todas as idades estavam sendo afetadas.

“Com a prostituição você pode trabalhar por talvez uma noite por semana e conseguir dinheiro para cobrir suas despesas”, disse Walker.

O governo disse que estava providenciando 180 milhões de libras por ano para ajudar as adolescentes mais vulneráveis, e que nenhum estudante teria que pagar adiantado por seus estudos.

“Nossas reformas tornarão o sistema ainda mais justo, com mais apoio financeiro e menos mensalidades para pagar o empréstimo quando se conseguir um emprego bem remunerado”, disse um porta-voz do Departamento para Negócios, Inovação e Habilidades do governo.

Fonte: Yahoo

Relembre os principais fatos da crise na Europa

Em 26 de Março, houve manifestação em Londres, contra o corte estimado de 130 bilhões de dólares nos gastos públicos, reunindo cerca de 250 mil pessoas. Os manifestantes creem que essa contenção vai prejudicar a recuperação econômica do País. Foi a maior concentração de populares desde 2003, quando se reuniram contra a Guerra do Iraque. Algumas pessoas fizeram quebradeira, enquanto outras vestiram-se de preto e atiraram bombas feitas de amônia na polícia. O Primeiro-Ministro, David Cameron, considera o corte necessário, porque o déficit público é de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) da Grã-Bretanha, além de já haver elevado o imposto sobre as vendas e anunciado restrição aos serviços públicos.

Em Portugal, a crise financeira derrubou o Primeiro-Ministro, José Sócrates, no cargo desde 2005, porque o Parlamento não aprovou o plano de austeridade por ele proposto para combater a crise que assola o País. O mercado espera que ele seja o próximo a utilizar a ajuda do FMI (Fundo Monetário Internacional) , depois da Irlanda e Grécia. Hoje, o déficit público português é de 7,3% do PIB,  a taxa de juros dos títulos da dívida portuguesa é de 8%, o desempenho da economia é o pior em 90 anos, e a dívida pública, a maior em 160 anos, o que, porém, não fez cair o gasto público.  Com isso, caiu a taxa de poupança do País, mesmo porque a taxa de desemprego segue elevada (13,2%),  a maior dos últimos oitenta anos, assim como a emigração. Em março, havia 112 000 pessoas com ensino médio e 48 000 com ensino superior procurando emprego, sendo maior entre as mulheres.

Na verdade, em 2011, tem havido protestos em toda a Europa, diante da crise financeira que a atinge, com destaque para a Espanha, com protestos em 170 Cidades e cinco milhões de desempregados, cujos manifestantes são chamados de “Indignados”, mas também há na Itália, Berlim, Paris, Viena e Bruxelas. Com grande endividamento, o Continente já teve de oferecer ajuda financeira à Irlanda e Grécia, além de Portugal. Em 27 de Maio, em Barcelona, os protestos sofreram repressão policial, com cerca de 121 pessoas feridas. Em 28 de Agosto, as manifestações ocorreram em Madrid, favoráveis a um referendo para acatar ou não as medidas de contenção da economia

Na Grécia, em 29 de Junho, houve os protestos mais intensos desde o início da crise, já que, no dia anterior, o Parlamento havia aprovado plano de austeridade de cerca de 28 bilhões de euros. Jovens puseram fogo em prédios públicos e confrontaram-se com a polícia. Esse plano vai implicar corte de gastos e aumento de impostos, e foi condição estabelecida pelo FMI para liberar-se parcela de 12 bilhões de euros do empréstimo total de 110 bilhões de euros

Em Outubro, professores protestaram em Portugal contra o desemprego e o aumento de impostos, e, na Grécia, o Governo aprovou a demissão de cerca de 30 mil servidores públicos, além de outros deles poderem receber metade do salário durante um ano, sendo demitidos após. Na verdade, o Governo vem sinalizando dificuldades para pagar os salários do funcionalismo já em Outubro de 2011. O quadro no País agravou-se em 3 de Outubro, quando o Governo divulgou que não honrará o compromisso firmado com o FMI e União Europeia e que, em 2012, o crescimento econômico deverá recuar cerca de 2,5%. Em 10 de Outubro, os credores da Grécia resolveram reduzir em 60% a dívida do País

Assista a este vídeo para entender melhor a questão

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Fonte: Youtube

Em 13 de Outubro, houve nova manifestação em Atenas, desta vez, contra novo tributo imposto sobre as novas propriedades e os trabalhadores do setor de transportes

Em 19 de Outubro, houve greve geral no País, uma reação contra as várias medidas adotadas pelo Primeiro-Ministro, George Papandreou, envolvendo cortes orçamentários, visando a satisfazer aos credores estrangeiros, tendo em vista que ainda há risco de a Grécia deixar de honrar os compromissos financeiros com eles assumidos

Durante a greve, houve confrontos entre policiais e manifestantes, estimados em 80 mil, e incluíram prisões. O pacote aprovado pelo Parlamento abarca novos impostos, mais cortes de salários e aposentadorias e demissão de 30 mil servidores públicos

As más notícias na Grécia vêm refletindo no resto do mundo, por meio da queda das Bolsas e da alta do dólar.

Em 2 de Novembro, houve reunião do G-20, encabeçada pela França e Alemanha, além do FMI, Banco Central Europeu e outros líderes da União Europeia, em que se discutiu com a Grécia a necessidade do referendo que o Primeiro-Ministro Giorgos Papandreu quer convocar para saber se tem apoio popular para as medidas de contenção de despesa que vêm sendo implantadas no País. Os credores não aprovam a ideia, mesmo porque acabam de perdoar 50% da dívida do País.  Diante da pressão, Papandreu desistiu do referendo em 3 de Novembro.

Fonte: Terra

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