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Palavra-chave: Brasil

Estados Unidos barram suco de laranja brasileiro

03/02/2012

O Brasil é o maior exportador mundial do suco concentrado e congelado

 
Ainda assim, inspetores dos Estados Unidos impediram o desembarque de 20 cargas de suco de laranja no país – sendo 11 delas procedentes do Brasil, maior produtor mundial – por conterem traços de um fungicida proibido, disse o governo americano na quinta-feira.

 

 

Desde que começaram as inspeções à procura de traços do fungicida carbendazim, 86 carregamentos foram examinados, e 46 foram liberados. Os resultados de outros 20 estão pendentes.

 

 

“Com base em todos os resultados que vimos até agora, continuamos confiantes de que o suco de laranja nos Estados Unidos pode ser consumido sem preocupações com a segurança devido à possível presença desses resíduos”, disse a Administração de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) em um relatório semanal.

 

 

O preço do suco de laranja concentrado e congelado no mercado futuro tem oscilado muito por causa de incertezas sobre a possibilidade de que a FDA proíba a importação de suco brasileiro.

 

 

O Brasil é o maior exportador mundial do suco concentrado e congelado, e os EUA são os maiores importadores. O suco brasileiro representa um décimo de todo o consumo americano.

 

 

Além das 11 cargas brasileiras, foram barradas também nove do Canadá. Os carregamentos liberados incluem um do Brasil, 21 do México e 14 do Canadá.

 

 

A FDA disse que não houve mudança nos seus padrões para a presença de resíduos no suco de laranja. A agência proíbe a entrada de carregamentos que contenham pelo menos 10 partes por bilhão de carbendazim

Fonte: Terra

Argentina faz controle de importações do Brasil

03/02/2012

 


 

 

A Argentina pediu nesta quinta-feira aos industriais brasileiros que tenham “um pouco de paciência” para avaliar medidas de controle às importações implementadas nesta quarta-feira pelo governo da presidente Cristina Kirchner, questionadas por seus parceiros do Mercosul.

 

 

“Recebemos a informação dos funcionários argentinos de que não haverá prejuízos, e sim soluções equilibradas, graduais. Pediram que tivéssemos um pouco de paciência e para não nos precipitarmos”, disse o presidente da Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, após uma reunião em Buenos Aires com os ministros argentinos da Economia, Hernán Lorenzino, e da Indústria, Débora Giorgi.

 

 

Os importadores deverão apresentar a partir da quarta-feira que vem uma declaração juramentada com detalhes de suas compras e as autoridades levarão 72h para autorizar as operações, após a fiscalização dos organismos envolvidos no comércio exterior, embora o prazo possa se estender por dez dias.

 

 

A Fiesp calcula que aproximadamente 80% das exportações brasileiras para a Argentina poderão ser afetadas, o que afeta um universo de 5.500 importadores argentinos.

 

 

Além do Brasil, principal parceiro comercial da Argentina, os outros sócios do Mercosul, Paraguai e Uruguai, expressaram suas críticas às medidas de Buenos Aires, que se somam a outras de caráter protecionista, cuja intenção é acumular divisas, em um âmbito de crise financeira internacional.

 

 

“A reunião (com os ministros) foi muito positiva na busca de um entendimento cada vez maior entre os dois países, para que as vendas brasileiras para a Argentina não sejam reduzidas e as vendas argentinas ao Brasil aumentem”, acrescentou Skaf.

 

 

A balança comercial da Argentina com o Brasil teve um déficit em 2011 de 4,242 bilhões de dólares, com aumento de 20% do saldo negativo com relação a 2010, segundo dados oficiais da Argentina.

 

 

Em 2011, a Argentina importou do Brasil US$ 21,944 bilhões de dólares (+22%) e exportou ao vizinho US$ 17,702 bilhões (+23%).

Fonte: Terra

Brasil atrás no ranking de países com melhor retorno para o cidadão do que paga em impostos

27/01/2012

 

O estudo analisou o comportamento dos consumidores e a aplicação dos recursos em 30 países. Pela ordem, os piores colocados no ranking são o Brasil, a Itália, a Bélgica, a Hungria e a França

 

 A arrecadação de impostos no Brasil pode ser melhor investida em benefício da população, diz estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). De 30 países observados, o Brasil está na última posição no ranking sobre aproveitamento dos recursos arrecadados, inclusive entre os sul-americanos – Argentina e Uruguai. O primeiro colocado é a Austrália, depois vêm os Estados Unidos, a Coreia do Sul, o Japão e a Irlanda.

O presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike, defendeu a redução da quantidade de impostos cobrados no país e o aperfeiçoamento na utilização dos recursos. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, Olenike disse que o resultado da pesquisa mostra que é necessário agir rapidamente.

“O Brasil, como potência que é hoje, economicamente, vem sendo o sexto maior em termos de PIB [Produto Interno Bruto] e em termos de crescimento econômico. Mas, ao mesmo tempo, não transforma isso em qualidade de vida para a população, o que é bastante lamentável”, disse Olenike.

O estudo analisou o comportamento dos consumidores e a aplicação dos recursos em 30 países. Pela ordem, os piores colocados no ranking são o Brasil, a Itália, a Bélgica, a Hungria e a França. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores consideraram a carga tributária de cada país, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e elaboraram o que foi chamado de Índice de Retorno de Bem Estar da Sociedade (Irbes).

 
 

De acordo com o IBPT, em 2011, o Brasil arrecadou cerca de R$ 1,5 trilhão em pagamentos de tributos. “Esse valor deveria voltar mais significativamente para a população”, defendeu Olenike. Segundo ele, um dos aspectos considerados graves pela pesquisa é que não há retorno em investimentos básicos para a população.

Olenike citou como exemplo serviços relativos à educação, saúde e segurança. De acordo com ele, a classe média se vê obrigada a complementar o que o Poder Público deveria arcar. “O pessoal da classe média é obrigado a pagar uma tributação indireta e complementar, [por exemplo, pagando] o plano de saúde privado”, disse ele, citando também escolas particulares e pedágios nas estradas

Fonte: Site Administradores

Brasil já é a sexta maior economia do mundo

28/12/2011

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira que nos próximos quatro anos o Brasil, que acaba de tornar-se a sexta maior economia mundial, terá desbancado a França da quinta posição, antes do que prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI).

“O FMI prevê que o Brasil será a quinta economia em 2015, mas eu acredito que isso ocorrerá antes”, declarou Mantega durante uma entrevista coletiva em São Paulo.

O ministro considerou que a velocidade de crescimento do país supera a de nações europeias e por isso é “é inexorável que nós passemos a França e no futuro, quem sabe, a Alemanha, se ela não tiver um desempenho melhor”.

Mantega lembrou que o crescimento econômico do Brasil entre 2003 e 2010 atingiu uma média de 4,5%, nível que será alcançado novamente em 2012, com previsões entre 4% e 5 %.

O ministro apontou que a geração de emprego e uma inflação sob controle são os principais suportes para que o Brasil se mantenha na “vanguarda do crescimento”.

“O importante é que estaremos crescendo mais em 2012 do que em 2011. O câmbio estará melhor e o crédito estará mais barato”, ressaltou.

Na segunda-feira, o Governo profetizou que o país vai se consolidar nos próximos anos como uma das principais potências mundiais, ao referir-se a um estudo que coloca o Brasil como sexta maior economia do mundo, após superar o Reino Unido.

“Os países que crescerão mais são os emergentes como Brasil, China, Índia e Rússia. Desta maneira, essa posição vai ser consolidada e a tendência é que o Brasil se mantenha entre as maiores economias do mundo nos próximos anos”, disse Mantega em comunicado.

O estudo do Centro de Pesquisas para Economia e Negócios (CEBR), com sede em Londres, publicado hoje pelo jornal “The Guardian”, aponta que o Brasil se encontra agora atrás apenas de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França na lista de maiores economias do mundo.

A economia brasileira cresceu 3,2% entre janeiro e setembro deste ano, mas nos últimos meses sofreu uma estagnação devido à crise internacional.

O Banco Central informou nesta segunda-feira que os economistas das entidades bancárias do país reduziram sua previsão de crescimento para este ano para 2,90%.

Fonte: Yahoo

Crescimento do PIB Brasileiro de 2011 deve ficar abaixo de 3%

13/12/2011

A agência de classificação de risco Fitch reviu para baixo hoje sua previsão de crescimento para a economia do Brasil em 2011 para 2,8%, da estimativa anterior de 3,5%. Em seu relatório trimestral Perspectiva Econômica Global, a agência afirma ainda que o PIB brasileiro deve crescer 3,2% em 2012.

“A economia brasileira desacelerou este ano devido à política monetária mais apertada, incluindo medidas prudenciais para controlar o crescimento do crédito e uma postura fiscal restritiva. O setor manufatureiro foi atingido pela força do real até recentemente e o fim de medidas de estímulo. Questões estruturais como a alta carga de impostos e a fraca infraestrutura estão dificultando a competitividade do setor”, diz a Fitch no relatório.

Para o ano que vem, a previsão é de que o Brasil cresça abaixo do seu potencial, enquanto os riscos de baixa continuarem. “O ímpeto do crescimento será prejudicado pela alta volatilidade financeira internacional, que afeta o câmbio, commodities e mercados de ativos domésticos, o que, por sua vez, atinge a confiança local”, alerta a Fitch.

Mesmo assim, é a demanda doméstica que vai dar suporte ao crescimento no ano que vem. A agência aponta para o aumento do salário mínimo, medidas de estímulo monetário e o recente afrouxamento nas ações para controlar a oferta de crédito introduzidas em 2010. “Um pacote fiscal contracíclico não pode ser descartado se a desaceleração econômica for significativa”, acrescenta.

A Fitch afirma ainda que a inflação deve encerrar 2011 perto do teto da meta, de 6,5%. Para o ano que vem, as expectativas de inflação continuam acima do centro da meta. “A indexação de certos preços ao salário mínimo torna difícil reduzir agressivamente a inflação no Brasil”, analisa a agência. Mas ela lembra que, apesar da alta inflação, o Banco Central tem cortada a taxa básica de juros, devido aos receios com os impactos negativos da deterioração na economia global.

Fonte: Estadão

A corrupção no Brasil

23/11/2011

 

O Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo) realizou um estudo com o objetivo de mostrar os prejuízos econômicos e sociais que a corrupção causa no Brasil. A corrupção vem dos setores públicos e privados.  Denunciadas em parte pela imprensa, em parte por setores privados fiscalizadores, não se havia medido ainda o tamanho do rombo, além disso, afeta todas as esferas. O prejuízo causa desestabilização na educação, saúde, infraestrutura, habitação e saneamento.

De acordo com o relatório apresentado pela FIESP o custo chega a R$ 69 bilhões de reais por ano. Segundo o levantamento, a renda per capita do País poderia ser de US$ 9 mil, 15,5% mais elevada que o nível atual. A pesquisa mostra que no ano de 2008, o custo médio anual da corrupção no Brasil representou de 1,38% a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa um valor entre 41,5 bilhões a R$ 69,1 bilhões.Já no período anterior, entre 1990 e 2008, a média do PIB do Brasil era de US$ 7.954.

Contudo, o estudo constatou que se o Brasil estivesse entre os países menos corruptos este valor subiria para US$ 9.184, aumento de 15,5% na média do período, equivalente a 1,36% ao ano.Na lista do ranking da corrupção, que foi elaborada pela Transparência Internacional, existem 180 países. O Brasil está na 75° colocação. Em uma escala de zero a dez, sendo que números mais altos representam países menos corruptos, o Brasil tem nota 3,7. A média mundial é 4,03 pontos.

O levantamento também aponta quanto a União poderia investir nas diversas áreas econômicas e sociais, caso a corrupção fosse menor. De acordo com a pesquisa, o dinheiro público usado na corrupção poderia ser investido no Brasil na educação, saúde, habitação, saneamento e infraestrutura. Abaixo segue a lista com os valores:

Educação – O número de matriculados na rede pública do ensino fundamental saltaria de 34,5 milhões para 51 milhões de alunos. Um aumento de 47,%, que incluiria mais de 16 milhões de jovens e crianças.

Saúde – Nos hospitais públicos do SUS (Sistema Único de Saúde), a quantidade de leitos para internação, que hoje é de 367.397, poderia crescer 89%, que significariam 327.012 leitos a mais para os pacientes.

Habitação – O número de moradias populares cresceria consideravelmente. A perspectiva do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) é atender 3.960.000 de famílias; sem a corrupção, outras 2.940.371 poderiam entrar nessa meta, ou seja, aumentaria 74,3%.

Saneamento – A quantidade de domicílios atendidos, segundo a estimativa atual do PAC, é de 22.500.00. O serviço poderia crescer em 103,8%, somando mais casas com esgotos. Isso diminuiria os riscos de saúde na população e a mortalidade infantil.

Infraestrutura – Os 2.518 km de ferrovias, conforme as metas do PAC, seriam acrescidos de 13.230 km, aumento de 525% para escoamento de produção. Os portos também sentiriam a diferença, os 12 que o País possui poderiam saltar para 184, um incremento de 1537%. Além disso, o montante absorvido pela corrupção poderia ser utilizado para a construção de 277 novos aeroportos, um crescimento de 1383%.

Como fazer para fiscalizar
Para controlar o que está sendo gasto pelos setores públicos é necessário fiscalizar, acompanhar e cobrar. Para o cidadão ter acesso aos gastos é necessário que os órgãos tenham os chamados Portais da Transparência. No local serão divulgados os recursos investidos, relação dos funcionários, folha de pagamento, entre outros. A Lei da Transparência foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 27 de maio de 2009 e publicada no dia seguinte. Desde então não havia sido regulamentada.

Quase um ano depois, o governo federal publicou em uma edição extra do “Diário Oficial da União” de 27 de maio de 2010, as regras para divulgação de gastos públicos nos sites dos estados e prefeituras, com a definição de que as informações financeiras estejam disponíveis até um dia útil depois das operações. Além disso, os sites não podem exigir cadastramento prévio de usuários e nem utilizar senhas de acesso.

A exigência de sites com informações sobre pagamentos e recebimentos para todos os estados e as 273 cidades com mais de 100 mil habitantes começaram a valer dia 28 de maio. A lei determina que os gastos estejam disponíveis “em tempo real”, mas o próprio governo federal já havia definido que incluiria as informações diariamente. A lei estipula que estejam disponíveis as informações sobre receitas e despesas. A regulamentação determina que para as despesas seja informado o valor, o número do processo, a fonte dos recursos que financiaram o gasto, beneficiário e dados sobre a licitação realizada, quando houver.

Anticorrupção
De acordo com Jorge Hage, ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), a melhor medida contra a corrupção e o desperdício do dinheiro público é a transparência nas ações públicas. O site de Informações Diárias no Portal da Transparência permite que qualquer cidadão obtenha informações sobre todos os gastos dos governos (empenho, liquidação e pagamento).

Para Hage, tal medida vai permitir que o cidadão acompanhe diariamente a execução orçamentária e financeira dos órgãos e entidades do Poder Público que usam o Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). Lembrando que antes o acesso era restrito aos gestores. Segundo ele, a CGU exibe os gastos do governo desde 2004 e que o cidadão pode acompanhar desde os investimentos em obras até o repasse aos municípios.Para evitar problemas com o uso de recursos públicos para a promoção da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, foi lançado pela Controladoria os portais dos dois eventos, detalhando a execução de cada obra.

ONG
A ONG Contas Abertas em parceria com um grupo de especialistas em contas públicas desenvolveram um projeto. Nele um índice de transparência para avaliar a qualidade das informações divulgadas na internet pela União, estados e municípios, foi implantado. Os critérios para avaliação dos portais são: nível de detalhamento das despesas, as possibilidades de download dos dados, a freqüência de atualização das informações e as facilidades na navegação. Com base nos parâmetros serão dadas notas de zero a dez.

Outra ONG é a Transparência Brasil que em parceria com a Controladoria-Geral da União disponibiliza (www.transparencia.org.br) um manual de aplicação da metodologia de levantamento do mapa de riscos de corrupção em instituições públicas. Tal medida é um instrumento auxiliar na prevenção à corrupção.As ações adotadas são: a criação de métodos de mapeamento e avaliação das áreas de maior risco de corrupção e a implementação de medidas que reduzam, cada vez mais, possíveis focos capazes de fragilizar as instituições públicas.

O Mapeamento de Riscos de Corrupção permite aos agentes públicos mapear os processos organizacionais das instituições que integram, de forma a identificar fragilidades que possibilitem a ocorrência de atos de corrupção. E, a partir disso, são implementados mecanismos que irão prevenir e minimizar a prática de corrupção.

Dia Internacional Contra a Corrupção
Para marcar Dia Internacional Contra a Corrupção, 9 de dezembro, será realizado um seminário. O evento será realizado no Pará pela Rede de Controle da Gestão Pública no Estado, composta pela Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas da União, Auditoria Geral do Estado, Tribunal de Contas dos Municípios, Governo do Estado, Ministério Público Federal e Observatório Social de Belém.

Seminário do Dia Internacional Contra a Corrupção
Data: 09 de dezembro
Local: Hangar -Centro de Convenções e Feiras da Amazônia (av. Dr. Freitas, s/nº – Março – Belém)
Horário: a partir das 14 horas
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do site do Ministério Público Federal – Procuradoria da República do Pará.

Fonte: Sinafresp

Brasil, sétima potência do mundo, torna-se novo destino para imigrantes do mundo inteiro

16/11/2011

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Fonte: Youtube

7 de Setembro: Dia da Independência do Brasil

08/09/2011

Introdução

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.”

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o ” cumpra-se “, ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : ” Independência ou Morte !”. Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Bandeira do Brasil Império. Primeira bandeira brasileira após a Independência.

Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

  Fonte: Site Suapesquisa

Impacto da nova crise financeira no Brasil

25/08/2011

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ue a crise financeira internacional já mudou o comportamento tradicional do desemprego no País, e a taxa de crescimento da ocupação nas sete regiões metropolitanas pesquisadas caiu nas comparações com o mesmo mês do ano anterior, de um ritmo de 5,5% em 2010, para menos de 2% este ano.

Segundo o Dieese, o fato de a População Economicamente Ativa (PEA) não estar crescendo contribuiu para que o desemprego se mantivesse estável.

Para que a taxa de desemprego se mantenha estável, o nível de ocupação deve crescer por volta de 2,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Outro dado relevante citado por Clemente é a renda, que parou de crescer e em alguns setores já está caindo, o que se atribui à aceleração da inflação.

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, concorda que os impactos da crise financeira internacional no País atingirão o emprego ainda neste ano. Pochmann lembra que o segundo semestre costuma ter um resultado, em termos de geração de empregos, sempre melhor que o primeiro semestre. “O segundo semestre conjunturalmente é melhor que o primeiro, então talvez ele não apresente sinais tão evidentes (de desaceleração)”, observou. “Mas os dados do comércio e da indústria já mostram um ritmo de crescimento do emprego muito próximo a zero.”

 Também Dilma acrescentou que a atual crise afeta principalmente os países desenvolvidos e que o Brasil está mais preparado para superá-la. A Presidente declarou também que, apesar da dificuldade de recuperar o consumo e o investimento, a atual crise não provocará “catástrofes” como ocorreu em 2008.

A presidente admitiu que o Brasil tem que se preocupar com a crise internacional mas alegou que o país, que se recuperou rapidamente do colapso em 2008, está atualmente em melhores condições que na última crise já que tem um forte mercado interno, maiores reservas internacionais e um elevado depósito compulsório bancário.

O Governo Federal também tem intenção de combater a crise atual com medidas adotadas em combate à de 2008, como a redução de tributos sobre automóveis e eletrodomésticos de linha branca, já que, no segundo trimestre de 2011, o País só cresceu 0,8% em relação ao primeiro, abaixo de países como o Chile (1,4%) e México (1,1%), mas acima dos Estados Unidos e União Europeia (0,2%), Alemanha (0,1%) e França (zero). Em relação ao desempenho daquele trimestre em relação ao segundo de 2010, o Brasil cresceu 3,1%, enquanto os outros membros da BRICS, 1,3% (África do Sul), 3,4% (Rússia), 7,7% (Índia) e 9,5% (China).  

Fonte: Diário de São Paulo

Pesquisa do IPEA

05/08/2011
Os serviços respondem por 70% do número de empregos nas regiões metropolitanas, segundo estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quinta-feira. O estudo mostrou que o País criou, em média, 2,1 milhões de postos de trabalho na última década, dos quais a maioria (1,99 milhão) tem rendimento de até 1,5 salário mínimo mensal. Na contramão deste crescimento estão os setores primário (agricultura) e secundário (indústria), que perderam espaço. O estudo do Ipea indicou que na década passada o setor secundário gerou 5,1 milhões de empregos, número inferior ao de décadas anteriores, enquanto o primário perdeu 2,7 milhões de empregos. Já o setor terciário gerou na década passada 11,7 milhões de empregos.

Estamos cada vez mais nos transformando em um país de serviços. Nas regiões metropolitanas, principalmente, os serviços já respondem por mais de 70% da mão de obra”, disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann.

“A grande parte dos postos de trabalhos gerados concentrou-se na base da pirâmide social, uma vez que 95% das vagas abertas tinham remuneração mensal de até 1,5 salários mínimos. O que significou o saldo líquido de 2 milhões de ocupações abertas ao ano, em média, para o segmento de trabalhadores de salários de base”, relata o documento do Ipea.

Em Setembro, o IPEA divulgou nova pesquisa, em que concluiu que a taxa de informalidade da economia brasileira é a menor desde 2002 – 34,8% -, assim como o desemprego, na ordem de 6%.

Fonte: IPEA

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