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O ministro Gilmar Mendes, proferiu diversas vezes decisões que contrariam a lei e a ordem constitucional. A soltura de Réus como José Dirceu e Eike Batista, demonstra o descaso com o crime continuado e a obstrução à justiça que, soltos, eles representam.
Gilmar Mendes, especialmente, concede reiteradamente habeas corpus a poderosos (Daniel Dantas recebeu dele um habeas corpus num domingo) , demonstrando julgar com parcialidade e a favor de interesses que nem sempre coincidem com o bem comum. Preside um TSE que envergonha o país validando uma chapa que abusou do poder econômico de forma incontestável.
Deveria declarar-se impedido, em muitos casos, por ter claríssimos conflitos de interesse em relação às causas que julga. Mas ignora este princípio basilar da magistratura, como fez, já em duas oportunidades, com Jacob Barata Filho, réu que se encontrava preso por ter demonstrado a intenção de fuga. Complementando o absurdo, Gilmar foi padrinho de casamento da filha do réu.
O Brasil não pode mais conviver com uma situação dessas, em que um ministro da suprema corte age não como operador da justiça, mas como distribuidor de privilégios
Coreanos de SP celebram cultura do país com festival no Bom Retiro; veja fotos
Público acompanha exposição, desfiles de roupas típicas e oficinas de artes.
Festival coreano tem desfile de roupas típicas (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)
A comunidade coreana celebra a cultura do país nas ruas do Bom Retiro, no Centro de São Paulo, neste fim de semana. O Festival da Cultura Coreana reúne shows de grupos da Coreia, exposições de arte, jogos, atividades culturais, concursos e comida típica na Praça Coronel Fernando Prestes.
Desfile com a hanbok, a roupa típica da Coreia doSul, dança, exposições de caligrafia, pintura, artes, bonecas dakjongie são algumas das atrações para o público.
O festival tem ainda concurso de luta livre coreana, arco e flecha e competição de covers de k-pop.
Cerca de 48 mil coreanos vivem em São Paulo, sendo que a grande maioria se concentra no Bom Retiro.
Visitante observa exposição no festival de cultura coreana (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Desfile de integrantes da comunidade coreana no Bom Retiro (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Apresentação de cover de k-pop durante o 11° Festival da Cultura Coreana (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Servidores do RJ enfrentam mais um dia de fila para receber doações; saiba como doar
Por causa da crise, servidores esperaram desde as 5h da manhã desta terça-feira pela doação de mantimentos básicos.
Servidores estaduais enfrentam mais um dia de fila para receber doações de alimentos
Os servidores estaduais ativos e inativos do Rio de Janeiro enfrentaram mais um dia de fila para receber comida. Às 5h desta terça-feira (18), já havia gente na fila. A previsão é de que 300 cestas básicas sejam distribuídas nesta terça.
No último sábado (15), primeiro dia de distribuição, cerca de 50 servidores voltaram para a casa sem mantimentos, já que a quantidade disponibilizada foi insuficiente para todos os necessidados.
Para doar alimentos não perecíveis (arroz, feijão, macarrão, farinha, fubá, sal, açúcar, leite em pó) basta entregar os itens, de segunda a sexta-feira, nos seguintes endereços no Centro do Rio: Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), na rua Evaristo da Veiga 55, 7º andar; na Coligação dos Policiais Civis (Colpol), na Rua Sete de Setembro 141, 2º andar; no Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sind-Justiça), na Travessa do Paço 23, 13º andar e também na Universidade do Estadual do Norte Fluminense (Uenf), na Avenida Alberto Lamego 2.000, no Parque Califórnia, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.
Fonte: G1
Sem salários, aposentados do Estado do Rio vivem em abrigos públicos e pensionatos
Aposentado pelo Estado, Gilson Alves vive em um abrigo na Ilha do Governador Foto: Márcio Alves / Márcio Alves / 26-7-2017
Aposentado desde 2012, o técnico em radiologia Gilson Alves, de 69 anos, tem saudade do tempo em que recebia do Estado do Rio seu salário em dia. Segundo ele, nunca lhe faltou nada. O aluguel era pago em dia, a feira enchia a despensa e o dinheiro dava para bancar todas as obrigações. A crise, porém, passou como um furacão em sua vida. Com dois salários atrasados — maio e junho —, Seu Gilson ficou sem condições de bancar o aluguel. Ele “morou” na rua, por poucos dias, antes de ser acolhido pelo abrigo Stella Maris, na Ilha do Governador, administrado pela Prefeitura do Rio.
— Quero que o governo pense um pouco na situação que estamos passando. Ninguém chega no armazém ou no mercado e diz que vai pagar em dois ou três meses. Estamos vivendo um dia pior que o outro — disse o aposentado, que recebeu a reportagem do EXTRA em uma visita ao abrigo.
O aposentado, que perdeu a perna esquerda em um acidente aos 5 anos, recebe toda a assistência necessária no abrigo.
— Tive uma vida boa, de forma humilde. Não tenho parentes. Com os problemas no nosso pagamento, acabei aqui dentro (no abrigo). Sou querido por todos aqui— festejou.
Segundo Tereza Bergher, secretária Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, o número de pessoas em situação de rua triplicou entre 2013 e 2016 — passou 5.580 para 14.279. Bergher lembrou que o atraso sobre os salários dos servidores contribuiu decisivamente para esse aumento.
— Acho que toda essa crise do Estado teve um reflexo no município. É uma situação humilhante para quem trabalhou a vida toda. Esse é apenas um entre os vários casos anônimos que existem pela cidade — lamentou a secretária.
Pensionato vira destino
– ELZA BRAZ Foto: Marcelo Theobald / Extra – Economia
Também aposentada pelo Estado, Elza de Souza Braz, de 54 anos, viu ruir, em pouco tempo, a tranquilidade da vida que levava na Ilha de Paquetá. Servidora da secretaria de Fazenda por 33 anos, ela trocou a casa em um condomínio fechado na Ilha, por um pensionato em Botafogo. Ela conta que perdeu tudo diante do atraso do pagamento de sua aposentadoria.
— Eu tinha uma vida tranquila. Estava planeja minha mudança para Portugal. A crise começou e minha vida mudou. Tenho três cartões de crédito e a dívida acumulada é de R$ 50 mil. Não tenho dinheiro para pagar o mês do pensionato em que estou morando — desabafou a servidora.
Segundo Elza, a situação tem afetado sua saúde:
— Estou deprimida. São 200 mil famílias nessa situação. Contei com a ajuda de amigos para receber pouco mais de R$ 200. Usei parte desse valor para pagar as quentinhas que compro no dia a dia.
A decisão do Estado de priorizar o pagamento dos servidores ativos, e deixar boa parte dos aposentados e pensionistas com salários atrasados foi criticada pela secretária Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Tereza Bergher.
— É um absurdo deixar os aposentados e pensionistas em salário. É um momento em que a pessoa está fragilizada. Precisando ir ao médico, se cuidar. Justamente nessa fase, existe a ausência do Estado. É dramático. É desumano — avaliou.
Ao menos 65 estão desaparecidos após incêndio em prédio em Londres, diz jornal
Até o momento, a Polícia confirma a morte de 17 pessoas. Um estudante de engenharia sírio é a primeira vítima identificada.
Incêndio destrói prédio residencial em Londres (Foto: Rick Findler/PA via AP)
Ao menos 65 pessoas estão desaparecidas e podem ter morrido no incêndio na Grenfell Tower, segundo levantamento feito pelo jornal britânico “The Sun”. A Polícia confirmou a morte de apenas 17 pessoas no balanço divulgado na quinta-feira (15) .
Até o momento, apenas uma vítima foi identificada. É Mohammed Alhajali, estudante de engenharia que deixou a Síria há 3 anos. Ele morreu no incêndio, enquanto seu irmão mais velho, Omar, 25 anos, foi levando para o hospital, segundo o jornal “The Guardian”.
Os bombeiros continuam as buscas dentro do edifício e enfrentam condições perigosas. Eles precisam escorar as paredes para minimizar os riscos. A corporação chegou a dizer que a estrutura, que está carbonizada, poderia ruir, porém já descartou essa hipótese. Não há mais esperança de se encontrar pessoas com vida.
O incêndio foi um dos maiores já registrados em Londres. Testemunhas relataram que crianças foram jogadas das janelas da Grenfell Tower e várias pessoas se atiraram do edifício, em uma tentativa desesperada de fugir das chamas.
Após o incêndio, 78 pessoas precisaram ser hospitalizadas. Até quinta-feira, 37 permaneciam internadas, sendo que 17 estavam em estado crítico. Na quinta-feira, a primeira-ministra britânica, Theresa May, e a cantora Adele visitaram a Grenfell Tower, que fica a 2,7 km da residência do príncipe Willian e da sua mulher, Kate Middleton.
Reforma
Construído em 1974 em North Kensigton, o edifício tinha passado por uma reforma em 2016. Os responsáveis pela obra divulgaram um comunicado que afirmam que todos os padrões de segurança foram rigidamente seguidos.
A investigação sobre a causa do incêndio analisará os painéis de revestimento fixados no exterior do edifício, que segundo as primeiras avaliações contribuíram para a propagação do fogo.
Alguns especialistas já indicaram que o revestimento fixado ao prédio durante a reforma do ano passado pode ter sido a responsável pela velocidade com que ele se propagou.
O Dr. Jim Glocking, diretor técnico da Associação da Proteção de Incêndios (FPA, na sigla em inglês), salientou como o revestimento de isolamento parte externa dos blocos da torre não precisava ser à prova de fogo.
David Collins, um dos integrantes do conselho de moradores do prédio, disse à rede “BBC” que os residentes tinham comunicado aos administradores e à Prefeitura preocupação com a segurança. Ele contou que os moradores estavam preocupados, por exemplo, com “a situação dos aquecedores, das rotas de fuga e com a iluminação das saídas de incêndio”, segundo a Efe.
De acordo com o jornal “The Guardian”, já havia preocupação a respeito de um incêndio no prédio em 2012, quando um vistoria constatou que o equipamento contra incêndios não era revisado havia anos. Em 2016, um grupo de residentes também tinha alertado sobre a única saída de emergência, advertindo que, se ela fosse bloqueada, as pessoas não poderiam deixar o imóvel.
Como se proteger de incêndios como o que destruiu um prédio de 24 andares em Londres
A maioria das mortes durante incêndios no interior de edificações costuma ocorrer não por queimaduras, mas sim pela inalação da fumaça.
Isso ocorre porque o fogo e as pessoas competem pelo mesmo recurso: o oxigênio. Mas a falta desse elemento nos incapacita rapidamente e, muitas vezes, não dá tempo para chegar a um lugar seguro.
À medida que as chamas se espalham pelo interior de um edifício, o fogo vai consumindo o oxigênio disponível e, além disso, a combustão incompleta dos materiais queimados libera gases tóxicos que nos envenenam.
É o que aconteceu no edifício londrino Grenfell, destruído por um incêndio na quarta-feira. O número de vítimas fatais da tragédia subiu para 30 nesta sexta, e há ainda cerca de 40 pessoas desaparecidas. Outros 24 feridos permanecem hospitalizados, metade deles em estado crítico.
A fumaça do incêndio contém dois fatores principais que causam danos: o monóxido de carbono, um gás tóxico que pode causar a morte quando inalado em grandes quantidades; e pequenas partículas em suspensão, tão pequenas que são invisíveis ao olho humano, mas que podem chegar aos pulmões e danificar as vias respiratórias.
Como a inalação de fumaça afeta nossa saúde:
A capacidade de percepção e de raciocínio, essenciais para se orientar e escapar rapidamente do fogo, diminui com a falta de oxigênio.
Ao ar livre, o nível de oxigênio normal é de 21%. Se o nível baixar para 17%, as pessoas já podem ter problemas de força e coordenação, segundo a Associação Nacional de Proteção contra o Fogo dos Estados Unidos.
Quando o nível está abaixo de 10%, as pessoas têm náuseas, vômitos e ficam inconscientes. E um nível de oxigênio entre 6% e 8% é fatal depois de 6 a 8 minutos. Com menos de 4%, ocorre uma parada respiratória ou cardíaca mortal.
Além disso, o calor é um perigo em si: respirar gases muito quentes pode queimar as vias respiratórias e também causar a morte.
3 conselhos para minimizar a inalação de fumaça em caso de incêndio:
Agachar e engatinhar
O calor do fogo empurra as nuvens de fumaça para cima, deixando próximo ao solo um espaço de ar relativamente limpo.
Segundo o Corpo de Bombeiros de Londres, se há fumaça, é melhor manter-se próximo ao solo e engatinhar para um lugar seguro para minimizar a inalação de gases tóxicos.
Cobrir a boca e o nariz
Se para escapar for preciso passar por um cômodo cheio de fumaça, usar uma toalha (de preferência molhada, mas apenas se houver tempo) sobre o nariz e a boca pode te ajudar a filtrar as partículas de fumaça para proteger os pulmões.
É melhor não respirar pela boca, já que o nariz consegue filtrar melhor as partículas de combustão suspensas no ar.
Quando a passagem está bloqueada
Se não for possível sair de uma casa ou edifício em chamas, o Corpo de Bombeiros de Londres recomenda ir a um cômodo seguro, de preferência longe do fogo, com uma janela que possa ser aberta; e tapar todas as possíveis entradas de fumaça – como os espaços debaixo das portas ou os dutos de ventilação – com toalhas, cobertores, almofadas ou roupas de cama, para se ganhar tempo até que cheguem os bombeiros.
Se houver uma torneira no local, também é recomendável molhar os tecidos.
Ao escapar, antes de abrir uma porta, é preciso tocá-la com a mão. Se estiver quente, significa que provavelmente há chamas do outro lado, e essa porta fechada pode protegê-lo enquanto você busca uma passagem alternativa para escapar.
As portas corta-fogo mais comuns foram desenvolvidas para resistir a pelo menos 30 minutos.
Além disso, se for preciso abrir uma porta durante um incêndio, pense que às vezes a grande diferença de pressão nos dois lados pode levá-la a abrir com força.
Se o fogo atinge a roupa
Se você correr desesperadamente, as chamas vão queimar ainda mais. Segundo o Corpo de Bombeiros de Londres, o que se deve fazer é deitar no chão e começar a rolar, para dificultar que as chamas se propaguem.
Depois, se outra pessoa estiver no local, pode-se sufocar as chamas com um material pesado, como um abrigo ou um cobertor.
Escapar pela janela
“Se estiver no andar térreo ou no primeiro andar, escape pela janela”, diz o corpo de bombeiros em seu site.
“Use materiais macios para amortecer a queda e desça o mais cuidadosamente possível antes de se deixar cair; não salte.”
No Brasil, a orientação do corpo de bombeiros da Polícia Militar de São Paulo diz: “Não salte do prédio. Muitas pessoas morrem sem imaginar que o socorro pode chegar em poucos minutos”.
Ficar em casa
Em muitos edifícios londrinos, orienta-se aos moradores que permaneçam em casa caso o incêndio não afete o seu andar. Isso porque, em geral, a escada de emergência é compartilhada entre os moradores e os bombeiros.
A norma serviria para conter um incêndio em um apartamento e manter as escadas e corredores livres de fumaça por algum tempo, permitindo que as evacuações fossem feitas com cuidado após o fogo ser contido.
Segundo o engenheiro especializado em incêndios Ikhwan Razali, essa orientação só é correta caso o prédio tenha um bom sistema de extinção de fogo entre um andar e outro. “No caso (do Grenfell), o conselho me parecer ter sido errado”, diz ele.
A corporação de SP recomenda: “Se um incêndio ocorrer em seu apartamento, saia imediatamente. Muitas pessoas morrem por não acreditarem que um incêndio pode se alastrar com rapidez”, diz sua cartilha.
Apenas escadas
A corporação também afirma que todo edifício deve possuir um plano de emergência para abandono em caso de chamas e lembra que nunca se deve usar o elevador – sempre as escadas.
“Um incêndio razoável pode determinar o corte de energia para os elevadores. Feche todas as portas que ficarem atrás de você, assim retardará a propagação do fogo”, prossegue a cartilha de SP.
Não subir
Recomenda-se ainda que, não sendo possível sair do prédio pelas escadas, a pessoa deve permanecer no andar em que está, aguardando a chegada dos bombeiros. Deve-se subir aos últimos andares apenas se o edifício oferecer condições de evacuação pelo alto ou se a situação exigir.
‘Sabor Paulista’ celebra diversidade gastronômica de SP na Festa do Imigrante
No espaço serão realizadas aulas gratuitas, ministradas por pessoas do Congo, da Palestina, da Síria, da Índia e de outros nove países.
Sabor Paulista tem oficina gastronômica no Museu da Imigração (Foto: Luh Camargo/Divulgação)
A 22ª Festa do Imigrante irá celebrar os sabores de diversos países neste domingo (4) e nos dias 10 e 11 de junho. Entre 44 expositores de alimentação, 32 expositores de artesanato e 45 grupos de dança e música, estará presente o “Sabor Paulista”, iniciativa da Globo pela valorização da diversidade gastronômica de São Paulo.
No espaço serão realizadas aulas gratuitas, ministradas por pessoas do Congo, da Palestina, da Síria, da Índia e de outros nove países. O público será convidado a participar da elaboração de pratos como Pelmenie, Ceviche, Ficazza, Mosakhan e Mutton curry, entre outros. Aromas, texturas e sabores dos pratos, aliada à música de cada país, ajudará a compor as oficinas e estimulará todos os sentidos dos participantes.
Além das atividades gastronômicas, o “Sabor Paulista” também promove um debate para falar sobre imigração. O papo “Tudo começa pelo respeito” terá a participação de Tatiana Waldman, do Museu da Imigração; Marcelo Haydu, do Adus – Instituto de Reintegração do Refugiado; e Ana Rosa Abreu, do Instituto Vladimir Herzog, que vão trazer um panorama histórico das antigas e novas imigrações no Brasil e o preconceito enfrentado pelos imigrantes.
Também será discutido como o país está lidando com o tema atualmente. O encontro acontecerá no dia 10, um sábado, às 14h, e será mediado pela jornalista Gabriela Lian, da Globo.
Serviço:
Sabor Paulista na 22ª Festa do Imigrante
Datas: 4, 10 e 11 de junho de 2017
Horário: 10h às 17h
Local: Museu da Imigração – Rua Visconde de Parnaíba, nº 1316 – Mooca – São Paulo
Ingresso para a Festa do Imigrante: R$ 10 (inteira)
Programação oficinas Sabor Paulista:
04 de junho
11h – Feijão fradinho com Kwanga e carne – Congo – Culinária Africana mama Nseng
12h – Ficazza – Itália – Mammas de São Vito
13h – Charutinho em folha de uva – Síria – Talal Culinária Síria
14h – Ceviche – Peru – Sabor Latino Eventos
15h – Badjia (bolinho de feijão) – Moçambique – Moçambicanos em SP
16h – Broa de Mel – Ilha da Madeira – Folclore e Etnografia Região Autônoma da Madeira
10 de junho
11h – Pelmenie – Rússia – Associação cultural Grupo Volga
12h – Ficazza – Itália – Mammas de São Vito
13h – Sanduíche Banh Mi – Vietnã – Bruna Kao
14h – Debate: ‘Tudo começa pelo Respeito’
15h – Porotos con riendas – Chile – Conjunto Folclórico Quinchamali de Chile en Brasil
16h – Mosakhan – Palestina – Salim Mhanna
11 de junho
11h – Rabanada – Portugal – Sabor Paulista/Luisa Paiva
Bandas e artistas se reúnem logo mais, às 11h, no Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo, para um festival voltado à realização de eleições diretas para presidente da República. Em meio à crise política que assola o governo de Michel Temer, esse será o segundo grande ato a tratar do assunto. No dia 28 de maio, cerca de 150 mil pessoas já haviam se reunido no Rio de Janeiro para pedir um pleito direto, estimaram os organizadores.
“Entendemos que esse Congresso Nacional que está aí, com centenas de parlamentares envolvidos em denúncias e escândalos, não tem condições morais de determinar como será o futuro do País”, afirma a organização do evento deste domingo na capital paulista no Facebook. Na página do evento na rede social, o evento, intitulado “SP pelas Diretas Já”, tem aproximadamente 20 mil pessoas que confirmaram presença. O ato vai das 11h às 17h e contará com artistas como Mano Brown, Criolo e Tulipa Ruiz, além de blocos de carnaval, como Bloco Soviético, Acadêmicos do Baixo Augusta e Bloco Bastardo.
Temer deve passar o domingo em Brasília. A pressão sobre o presidente aumentou após a prisão, ontem, do ex-assessor da Presidência, Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Ele havia flagrado pela Polícia Federal carregando uma mala com R$ 500 mil em propinas pagas pela JBS. Segundo o advogado de Temer, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, “não altera em nada” a estratégia de defesa do presidente.
Fonte: Notícias ao minuto
Ato com shows pela saída de Temer e por eleições diretas reúne músicos e artistas em SP
Série de shows começou com o cantor Chico César e, até 17h, contará com artistas como Criolo, Pitty, Emicida, Tulipa Ruiz, além de blocos de carnaval.
Músicos e artistas fazem ato em São Paulo pela saída de Temer e por eleições diretas
Músicos e artistas participam de ato neste domingo (4) no Largo da Batata, Zona Oeste de São Paulo, com pedido de saída de Michel Temer da Presidência da República e de realização de eleições diretas.
O evento “SP pelas Diretas Já”, de caráter festivo, tem na programação shows de nomes como Crilo, Pitty, Chico César, Tulipa Ruiz, Paulo Miklos, Emicida, Otto e Simoninha. Também estão na programação blocos de carnaval da capital paulista.
Chico César inicia série de shows em ato no Largo da Batata em defesa das ‘diretas já’ (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)
O evento começou pouco antes das 12h com o show de Chico César. “Para não dizer que não falei das flores” e “Mama África” foram as músicas que mais levantaram o público.
O cantor agradeceu a participação dos manifestantes e, além de reclamar do governo federal, fez críticas ao Secretário de Cultura da cidade de São Paulo, Andre Sturm. Na última semana, a voz de Sturm foi gravada em reunião em seu gabinete na qual ameaçou bater em agente cultural
A previsão é que os shows deste domingo no Largo da Batata sigam até 17h.
Público assiste a shows no Largo da Batata em ato que pede a saída de Temer e eleições diretas (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)
Delação da JBS
Os pedidos pela saída de Temer da presidência e por “diretas já” ganhou força após a divulgação do acordo de delação premiada assinado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. No acordo, eles disseram que gravaram Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha depois que ele foi preso na Operação Lava Jato.
Na gravação, Joesley diz a Temer que estava dando a Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para que permanecessem calados na prisão. Diante da informação, Temer diz: ‘tem que manter isso’.
Eleições diretas
Atualmente, a legislação prevê a realização de eleições diretas somente se o presidente e o vice-presidente da República se afastarem do comando do Palácio do Planalto nos dois primeiros anos do mandato. Na hipótese de a Presidência ficar vaga no último biênio, a Constituição estabelece que deve ser feita uma eleição indireta por meio do Congresso Nacional em até 30 dias da data da vacância.
Na última quarta-feira (31), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou por unanimidade Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece eleições diretas se a Presidência da República ficar vaga nos três primeiros anos do mandato. A eleição direta ocorreria caso os cargos de presidente e vice-presidente fiquem vagos até um ano antes do fim do mandato. A proposta ainda precisa ser analisada pelo plenário do Senado e pela Câmara.
A oposição quer usar a PEC para que seja convocada uma eleição direta caso o presidente Michel Temer venha a deixar o comando do Palácio do Planalto ainda em 2017.
Fonte: G1
Diretas Já: Shows no Largo da Batata vão mobilizar SP neste domingo
Mano Brown, Tulipa e Criolo: músicos comprometidos com a luta pelas Diretas Já
A partir das 11h de domuingo, 4/6/17, o Largo da Batata, na região Oeste de São Paulo, receberá o ato SP Pelas Diretas Já, organizado por artistas com a presença de partidos políticos, movimentos sociais e sindicais. Será um grande show que terá entre as atrações Criolo, Mano Brown, Chico César, Tulipa Ruiz, Otto e blocos de canaval da cidade.
A manifestação de São Paulo se soma a inúmeras que tem sido realizadas em vários estados do Brasil. No domingo (28), 100 mil pessoas estiveram no ato do Rio de Janeiro.
“O povo brasileiro tem o direito de escolher quem vai ser o seu próximo presidente. Nao dá pra deixaspr essa escolha na mão do Congresso que está ai: Tanta gente envolvida em escândalos e crimes. Vamos lá dar o nosso grito pelo Brasil”, convidou a atriz Mônica Iozzi em vídeo de convocação.
O coordenador da Frente Brasil Popular, Raimundo Bonfim, falou sobre a importância estratégica do ato. “Vamos trabalhar para que ocorra tudo a contento e possamos dar mais um passo nessa ampla campanha para restabelecer a soberania popular. Esperamos, com esse movimento, pressionar o Congresso. Já foi aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que autoriza eleições diretas. Agora vamos pressionar também os deputados”.
Segundo Bonfim, o objetivo do movimento é fortalecer a pauta em torno da renúncia do ilegítimo Michel Temer, envolvido em delações de executivos da empresa JBS, e pelas eleições diretas. “Não é um ato onde as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo têm a predominância, mas estamos todos empenhados em fazer um grande evento. Digo que as ruas não têm donos, têm causa”.
SP Pelas Diretas Já
4 de junho
a partir das 11h
no Largo da Batata. (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 860) Referência Metrô Faria Lima
Fonte: Vermelho
Multidão protesta contra Temer e pede eleições diretas
No protesto na Avenida Atlântica, desde as 12h deste domingo, 28/5/17, estão ocorrendo shows de diversos artistas
Uma multidão ocupa a Avenida Atlântica, na altura do posto 3, em Copacabana (zona sul do Rio), na tarde deste domingo (28) em protesto contra o presidente Michel Temer (PMDB) e por eleições diretas para ocupar a presidência. “A primeira medida necessária é a saída de Temer”, afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AM).
Para o congressista, há duas formas de isso ocorrer: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar a chapa formada por Dilma Rousseff e Michel Temer ou a Procuradoria Geral da República denunciar Temer, o que dependeria de autorização do Poder Legislativo. “O mais rápido seria o presidente renunciar, mas não se pode esperar isso dele”, afirmou.
Para o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), mesmo se a eleição direta para presidente nesse momento não for instituída, a mobilização popular é importante. “Em 1984 não conseguimos aprovar (a eleição direta), mas o movimento popular acelerou o fim da ditadura e as conquistas da Constituição de 1988.”
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) afirma ser possível prever hoje o desfecho da crise política. “Nós exigimos eleições diretas para presidente, mas não dá pra saber qual será a decisão do Congresso. Há uma proposta de emenda constitucional que será votada na próxima quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça. Mas tem outras variáveis: parece que o (deputado federal) Rocha Loures (flagrado recebendo R$ 500 mil) está negociando delação premiada. Então muita coisa pode acontecer”, avaliou.
O deputado federal Alessandro Molon (Rede), autor do primeiro pedido de impeachment de Temer após a divulgação da delação dos donos da Friboi, afirmou que a mobilização popular pode convencer os congressistas a aprovar uma emenda constitucional que institua eleições diretas.
A regra prevista na Constituição para substituição do presidente nos dois últimos anos de mandato é por eleição indireta. “Essa não é uma causa de um partido político, de um segmento, essa é a melhor solução para o País”. Molon acredita que o TSE vai cassar a chapa Dilma-Temer em 6 de junho. “Mas espero que não haja pedido de vista, que é a vontade de Temer”, afirmou.
No protesto na Avenida Atlântica, desde as 12h estão ocorrendo shows de diversos artistas. A principal exibição será de Caetano Veloso, a partir das 16h.
Fonte: Notícias ao minuto
Diretas Já? Oposição articula frente com 7 partidos por novas eleições
Diante da crise política vivida pelo governo de Temer, partidos de oposição se articulam em torno de uma frente nacional para defender eleições diretas por meio de uma emenda à Constituição.
Presidentes do PT, Psol, Rede, PSB, PCdoB, PDT e PTN se reúnem na próxima segunda-feira à tarde, no Senado Federal, para discutir o tema. Parlamentares negam, contudo, conversas em torno de um nome para disputar o pleito.
Nesta quarta-feira (24), a bandeira das “diretas já” ganhou força tanto nas ruas quanto no Congresso. Manifestantes marcharam na Esplanada dos Ministérios e a sessão na Câmara foi interrompida duas vezes por discussões entre oposicionistas e governistas. No início da noite, deputados deixaram o plenário, em protesto.
“Temer decretou estado de exceção”, afirmou o deputado José Guimarães (PT-CE) em referência à decisão do presidente de chamar o Exército para atuar em Brasília até 31 de maio. A decisão foi tomada após confrontos no protesto na capital, com manifestantes feridos e prédios depredados.
Sem candidato
No PT, por enquanto, o candidato seria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, há certa resistência devido à possibilidade de ele ser preso. O petista é alvo de cinco inquéritos. Há uma avaliação, por outro lado, de que sua candidatura seria mais viável ainda em 2017 do que em 2018, devido ao tempo de atuação da Justiça.
Tanto a Câmara quanto o Senado discutem propostas de emenda à Constituição para viabilizar eleições diretas. O artigo 81 da Constituição Federal prevê que, caso os cargos de presidente e vice-presidente da República fiquem vagos após a metade do mandato de quatro anos, o Congresso deve eleger o novo presidente.
A PEC 227/2016 estabelece eleições diretas até os seis meses finais do mandato. A oposição espera votar o texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara na próxima quarta-feira (31). Se for aprovado, ainda passa por uma comissão especial e precisa do apoio de 308 deputados no plenário, em dois turnos.
Já a PEC 67/2016 prevê novas eleições no caso de vacância dos dois cargos até o final do terceiro ano de mandato. O texto pode ser votado na CCJ do Senado na próxima semana. Se for aprovado, segue a mesma tramitação.
Contagem de votos
De acordo com contagem das senadoras Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Fátima Bezerra (PT-RN), 38 senadores votariam a favor de eleições diretas. São necessários 54 votos, em dois turnos.
A contagem inclui nomes da base, como o senador Otto Alencar (PSD-BA), Omar Aziz (PSD/AM) e Eduardo Braga (PMDB-AM). Braga foi um dos cinco senadores do PMDB que não esteve na reunião com Temer nesta quarta-feira.
No encontro de quatro horas, o presidente repetiu que não renuncia e foram feitas críticas abertas ao líder da bancada no Senado, Renan Calheiros (AL), também ausente na reunião.
Em plenário, Renan voltou a fazer duras críticas ao governo.
É constitucional chamar as Forças Armadas, mas beira a insensatez fazer isso num momento em que o País pega fogo. Beira a irresponsabilidade! Beira a irresponsabilidade (…) Se esse governo não se sustenta – é verdade, ou não é –, não serão as Forças Armadas que vão sustentar esse governo.
O senador criticou ainda a nomeação do deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR), aliado do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para o Ministério da Justiça.
É inadmissível que um governo chantageado publicamente, que não tem noção do que pode e do que não pode fazer, continue a ser pautado por um presidiário, inclusive na nomeação de um ministro da Justiça. Isso não pode acontecer.
Em resposta, o presidente do PMDB e líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), criticou a atuação da oposição. “Não é no grito, não é na pancada, não é na ameaça que vai se resolver as questões do País”, afirmou.
Fonte: MSN
Manifestações pedem ‘fora Temer’ em 15 estados
Faixas exigem eleições diretas.
Protestos são registrados em 15 estados neste domingo (21) pedindo a renúncia do presidente Michel Temer, convocados pelo PT e outros partidos, a CUT (Central Única dos Trabalhadores), grupos de esquerda, movimentos sociais e outras centrais sindicais. Os atos foram motivados pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. No sábado (20), Temer disse que continua na Presidência e pediu a suspensão do Inquérito Policial
Até as 18h, havia registro de protestos no Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Amazonas
Integrantes da Frente Brasil Popular e de centrais sindicais participaram de um ato na Praça do Congresso, no Centro de Manaus. Os manifestantes pedem a saída do presidente Michel Temer e são contrários às reformas trabalhista e da Previdência. A Polícia Militar (PM) e a organização do protesto estimaram cerca de 300 pessoas no ato.
Manifestação foi realizada na Praça do Congresso, em Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Bahia
No Centro de Salvador, um grupo protesta contra o presidente Michel Temer e pedindo eleições diretas. A concentração da manifestação começou por volta das 13h, no Largo do Campo Grande, e às 15h eles iniciaram uma passeata, tendo como destino o Farol da Barra. Participam do ato, representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB-BA) e entidades populares. Segundo os organizadores, participam do protesto cerca de 10 mil pessoas. A Polícia Militar não estimou o público presente.
Ceará
Na Praia de Iracema, em Fortaleza, o protesto pela renúncia ou impeachment do presidente Michel Temer reuniu cerca de 15 mil pessoas, segundo organizadores. A Polícia Militar não divulgou estimativa. O protesto é realizado pelos movimentos Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular Ceará, com a participação de ONGs, centrais sindicais, coletivos e entidades trabalhistas.
Manifestantes voltam a pedir a saída de Temer em Fortaleza (Foto: Dawlton Moura)
Goiás
Ato em Goiânia pediu a saída de Temer e a realização de eleições diretas. A manifestação, organizada pela Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e pela Frente Brasil Popular (FBP), ocorreu na Praça do Trabalhador, no Setor Central. Até as 11h40, ainda não havia estimativa da quantidade participantes por parte dos organizadores. A Polícia Militar não está no local. O ato teve início às 10h30 e terminou por volta das 13h.
Minas Gerais
Manifestantes pedem a saída de Temer na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte
Manifestantes se reuniram na Praça da Liberdade, Centro de BH. O ato foi convocado pela Frente Brasil Popular, pela Central Única dos Trabalhadores, e outros movimentos sociais, estudantis e partidos de esquerda. Não havia estimativa de público.
Representantes de movimentos estudantis, sindicatos e movimentos sociais realizaram ato em Juiz de Fora. Os organizadores estimaram a participação de mil pessoas. A Polícia Militar (PM) acompanhou o ato, mas não divulgou público presente.
Em Uberlândia, protesto pela saída do presidente Michel Temer (PMDB) e eleições gerais diretas imediatas foi organizado pelo Comitê Regional Contra as Reformas da Previdência e Trabalhistas – Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo. A Polícia Militar disse que 120 pessoas participaram do protesto. A organização informou 400 participantes.
Mato Grosso do Sul
Manifestantes fizeram um ato contra corrupção e reforma trabalhista e pediram a saída de Temer. O protesto, organizado pelo Frente Brasil Popular, reuniu cerca de 300 pessoas, segundo os organizadores. A Polícia Militar estimou o grupo em 150 participantes.
Maranhão
Cerca de 400 carros e três mil pessoas participaram de uma carreata pelas principais avenidas de São Luís, segundo Joel Nascimento, presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB). A Polícia Militar estimou que apenas 500 pessoas participaram do ato, convocado por centrais sindicais, além dos movimentos Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo.
Pará
Dezenas de manifestantes ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) realizaram ato em Belém pedindo a renúncia de Temer e a realização de eleições diretas para definir a sucessão do executivo nacional. A polícia e a organização do protesto não divulgaram estimativa de público.
Paraíba
Cerca de 500 pessoas participaram de ato no Busto do Tamandaré,em João Pessoa. O grupo pediu a renúncia do presidente Michel Temer e a convocação de eleições diretas. A manifestação, convocada pela Frente Brasil Popular, contou com a participação de integrantes de movimentos sociais. A Polícia Militar não divulgou estimativa de participantes.
Paraná
Um grupo saiu em marcha pelas ruas do Centro de Curitiba pedindo a suspensão das reformas trabalhista e da Previdência e também a saída de Temer. O protesto começou por volta das 14h30, na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O ato foi organizado pela Frente Brasil Popular.
Pernambuco
Um grupo de pessoas que pede a saída de Michel Temer e eleições diretas ocupou a Praça do Marco Zero, em Recife. A Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CUT-PE), que convocou o ato, disse que o número de participantes chegava a 5 mil.
Manifestantes se reuniram no Centro do Recife para exigir a saída de Temer (Foto: Marina Meireles/G1)
Rio Grande do Norte
Os manifestantes protestaram em Natal, pedindo a saída do presidente Michel Temer e a convocação de eleições diretas. A concentração começou por volta das 9h na Praça das Flores e terminou às 12h30. O protesto foi convocado por movimentos sociais. Da Praça das Flores os manifestantes saíram em direção à Praia do Meio. A PM não estimou o número de participantes. De acordo com os organizadores, eram 4 mil manifestantes.
Rio de Janeiro
Manifestantes se reuniram na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, em ato contra a corrupção (Foto: Matheus Rodrigues/G1)
A orla da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi palco de umprotesto contra a corrupção. O ato, organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe), teve início por volta das 10h e pedia a saída do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e do presidente da República, Michel Temer. O movimento foi organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe). O número de manifestantes não foi informado.
Sergipe
Movimentos sociais e sindicalistas participaram de um protesto pedindo a renúncia do presidente Michel Temer nos Arcos da Orla da Atalaia, em Aracaju O ato foi coordenado pela Frente Brasil Popular, formada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Sem Terra (MST), estudantes e Levante da Juventude. Segundo os organizadores, até pouco antes das 16h, cerca de 300 pessoas estavam no local.
São Paulo
Um grupo de manifestantes fez um protesto na Paulista contra o governo Michel Temer e pedindo eleições diretas. O grupo se reúne em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). O ato foi convocado pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular. Centrais sindicais e movimentos estudantis também participam do ato.
Manifestantes fazem ato contra Temer em frente ao Masp (Foto: Livia Machado/G1)
Em Piracicaba, um grupo de manifestantes realizou ato que teve início por volta das 14h30 na Praça José Bonifácio e percorreu vias da área central até a Rua do Porto, região turística da cidade. Cerca de 80 pessoas participaram, segundo organizadores. A Polícia Militar não acompanhou a manifestação, nem a Guarda Municipal ou a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Semuttran). A manifestação foi convocada por dois movimentos, a Frente Povo Sem Medo e a Frente Brasil Popular.
Em Campinas, um ato convocado nas redes sociais pela Frente Brasil Popular reuniu 400 pessoas, segundo a Guarda Municipal. A concentração ocorreu no Largo do Rosário e, em seguida, o grupo ocupou a Avenida Francisco Glicério.
Fonte: G1
Eleições diretas: Confira o calendário de manifestações neste domingo
Neste domingo (21) diversas manifestações ocorrerão, em diferentes regiões do país, exigindo a imediata saída de Michel Temer da Presidência da República e a convocação de eleições diretas. A convocação dos atos é da Frente Brasil Popular e Frente Povo sem Medo.
Frente Povo Sem Medo
Movimentos sociais e lideranças políticas denunciam que a eleição indireta seria um novo golpe ao Brasil, tendo em vista que o já desmoralizado Congresso Nacional seria o responsável por eleger um novo Presidente da República, justificando dessa forma a necessidade do povo decidir os rumos do país.
Michel Temer encontra-se, desde a última terça-feira (17), mergulhado em acusações envolvendo corrupção, organização criminosa e obstrução à justiça, após vir à tona a delação premiada do dono da Rede JBS, Joesley Batista, detalhando o envolvimento do presidente à situações escusas.
Mais de 50 manifestações foram marcadas em diferentes regiões do país nesta quinta-feira (18) pedindo a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB) e eleições diretas.
As chamadas para os protestos foram intensificadas após o presidente Michel Temer afirmar, no Palácio do Planalto, que não renunciará e que não teme delação.
Confira a situação dos protestos nas diferentes regiões do país.
Rio de Janeiro (RJ)
Manifestantes reuniram-se na Candelária, no Centro da capital, por volta das 17h. O batalhão de choque está no lugar para acompanhar o ato.
Os atores Wagner Moura, Leandra Leal e Humberto Carrão foram flagrados no protesto.
Em ato simbólico, manifestantes carregam caixão e fazem “velório” de Michel Temer, aos gritos de “Diretas, Já!”.
Goiânia (GO)
O ato seguia pacífico pelas ruas do centro da cidade, quando uma motorista tentou furar bloqueio feito para o protesto. A ação gerou tumulto e terminou com duas pessoas feridas.
São Paulo (SP)
A manifestação na capital paulista estava marcada para começar em frente ao Masp, na Avenida Paulista, às 19h. No entanto, manifestantes começaram a se reunir desde as 17h no local, com cartazes de ‘Fora Temer’, ‘Fora todos eles’ e ‘Diretas já!’.
Brasília (DF)
Por volta das 17h, manifestantes começaram uma passeata em direção à Praça dos Três Poderes. Um grupo a favor da intervenção militar compareceu ao local, e houve troca de provocações. De acordo com o G1, não há relato de confronto físico até o momento.
Curitiba (PR)
O frio de 15ºC e a chuva parecem ter esvaziado os protestos contra Michel Temer na praça Santos Andrade, no centro da capital. A maioria dos manifestantes ficou sob a cobertura do prédio da UFPR (Universidade Federal do Paraná), para se proteger da chuva.
No Nordeste, 17% das mulheres sofreram violência física ao menos uma vez, diz estudo
‘Machismo arraigado’ na região é um dos fatores do alto índice de violência contra as mulheres no âmbito familiar.
Mulheres agredidas têm queda de rendimento no trabalho e têm média salarial mais baixa, mostra estudo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Três capitais do Nordeste lideram o ranking negativo da violência contra a mulher na região, conforme estudo divulgado nesta quinta-feira (23) pela ONU Mulheres e feito em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC). Salvador, Natal e Fortaleza têm prevalência de violência doméstica física de 19,7%, 19,3%, e 18,9%, respectivamente. Em média, 17,2% das mulheres que vivem em uma capital nordestina sofreu violência física pelo menos uma vez na vida.
Apenas nos últimos 12 meses, 11% das mulheres nordestinas foram vítimas de violência psicológica, enquanto 5% sofreram agressões físicas e 2% violência sexual no contexto doméstico e familiar.
Os dados fazem parte da Pesquisa Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, que entrevistou 10 mil mulheres, representativas de 5 milhões de mulheres que vivem nas capitais nordestinas.
Prevalência de violência doméstica por tipo
Estado
Violência emocional
Violência física
Violência sexual
Aracaju
26,3
15,4
8
Fortaleza
27
18,9
6,9
João Pessoa
32,5
17,8
8,8
Maceió
30,2
18,4
8,6
Natal
34,8
19,3
8,3
Recife
28,6
17,5
5,1
Salvador
24
19,7
7,8
São Luís
19,7
12,5
3,6
Teresina
22,1
14,2
6,3
Fonte: Onu Mulheres e UFC
O estudo mostra ainda que as crianças também são expostas à violência dentro de casa. Em Fortaleza, em 31% dos casos de violência contra mulheres, crianças também foram agredidas.
Também na capital cearense, 55% das crianças presenciaram quando mulheres foram agredidas dentro do domicílio, conforme o estudo.
Outro dado que a pesquisa destaca como “alarmante” é a “espiral da violência”, quando seguidas gerações mantêm a prática de violência na família. “Quatro a cada 10 mulheres que cresceram em um lar violento sofreram o mesmo tipo de violência na vida adulta. Ou seja, há uma repetição de padrão em seu próprio lar”, destaca o estudo.
Exposição de filhos à violência sofrida pela mãe
Estado
Presenciou agressões
Também foi agredida
Aracaju
62,1
15,5
Fortaleza
55,1
31,5
João Pessoa
64,2
22,8
Maceió
60,2
23,8
Natal
47,3
22,2
Recife
52,7
20,5
Salvador
52,5
30,1
São Luís
44,1
13,3
Teresina
50,9
30,7
Fonte: Onu Mulheres e UFC
‘Machismo arraigado’
Para Nadine Gasman, da ONU Mulheres Brasil, o machismo “arraigado” no Nordeste é uma das causas do índice de violência doméstica na região. “O Nordeste é uma das regiões com mais desigualdades no país, com machismo arraigado e concentração de população negra. A pesquisa capta a complexidade da violência, que demanda respostas políticas”, afirma Gasman.
Ainda conforme Gasman, a pesquisa revela uma necessidade “urgente” de medidas para conter a violência contra a mulheres. O estudo “traça um quadro concreto para ação urgente do poder público e da sociedade brasileira para impedir que mulheres e meninas fiquem para trás do desenvolvimento”, afirma.
Queda na produtividade
A pesquisa mostra também que as mulheres que sofrem agressão têm queda na produtividade no trabalho, o que impacta no salário.
Mulheres vítimas de violência domésticas, nos últimos 12 meses, reportam menor frequência no exercício de sua capacidade de concentração, na capacidade de dormir bem, em tomar decisões, além de se sentir frequentemente estressada e menos feliz em comparação as mulheres não vitimadas pelos parceiros.
Para a região Nordeste, mulheres vítimas de violência doméstica apresentam uma duração média de emprego 21% menor do que a duração daquelas que não sofrem violência e possuem um salário cerca de 10% menor do que aquelas que não são vítimas de violência. Ser vítima de violência doméstica se correlaciona negativamente com a produtividade e o salário-hora da mulher, e esse efeito é maior em mulheres negras.
Fonte: G1
Violência contra mulher no interior de SP supera 3 vezes a da capital
Em relação às lesões corporais dolosas (quando há intenção), a capital registrou 779 e o interior, 2.794
Com o dobro da população em relação à capital, o interior de São Paulo registra pelo menos três vezes mais casos de violência contra a mulher. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), no ano passado houve, em média, 3,5 tentativas de homicídio por mês contra mulheres na capital, ante 17,9 no interior (três vezes mais).
Em relação às lesões corporais dolosas (quando há intenção), a capital registrou 779 e o interior, 2.794 (três vezes e meia mais). Já os casos de estupro consumados ficaram proporcionalmente iguais: média de 10 por mês na capital e de 20 no interior (duas vezes mais). Os homicídios que vitimaram as mulheres mantiveram a mesma proporção: 2,25 por mês na capital e 4,45 no interior (duas vezes mais).
Nos primeiros três meses de 2017, a violência contra a mulher no interior cresceu ainda mais, na comparação com os números da capital. Houve 2 tentativas de homicídio por mês em São Paulo e 16,3 no interior (oito vezes mais). A média mensal de lesões corporais em mulheres foi de 745 na capital e 2.971 no interior (quatro vezes maior). Já a média mensal de estupros consumados foi de 11,3 na capital e de 25 no interior. No período também foram registrados dois casos por mês de feminicídio, crime de ódio com base no gênero, na capital e 4,3 no interior.
O interior de São Paulo tem 23,5 milhões de habitantes e a capital paulista, 12 milhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estatística leva em consideração os casos relacionados à Lei Maria da Penha, ou seja, aqueles caracterizados como de violência doméstica e familiar contra a mulher. Após abril de 2016, foram incluídos os casos de feminicídio. Muitos tiveram desfecho em cidades pacatas do interior, com baixos indicadores de violência.
Morte por não abortar
Foi o que aconteceu em Saltinho, cidade de 7 mil habitantes, na região de Piracicaba, em 24 de abril. O gerente de uma fábrica de roupas, Cristiano Romualdo, de 39 anos, matou a publicitária Denise Stella, de 31 anos, com quem mantinha relacionamento extraconjugal, porque ela engravidou e se negava a abortar. Romualdo jogou o corpo à beira de uma estrada. O gerente confessou o crime e está preso. Os dois eram conhecidos na pequena cidade que, nos últimos dez anos, tinha registrado apenas dois homicídios.
Para a assistente social Elisabete Pires da Silva, do Centro de Integração da Mulher (CIM-Mulher) de Sorocaba, que há 20 anos acolhe vítimas da violência doméstica, embora álcool e droga sejam os principais motivadores das agressões, em áreas mais remotas persiste um sentimento de posse do homem em relação à mulher.
“Ainda há um traço cultural machista, de que o homem pode ter toda a liberdade e a mulher, não. Quando se insurge, é reprimida e, muitas vezes, agredida. A cultura começa dentro de casa, quando pai e mãe toleram que o filho deixe roupas espalhadas e não ajude mas tarefas domésticas, mas obrigam a filha a fazer.”
Duas chacinas acontecidas em dezembro de 2016 no interior de São Paulo tiveram o machismo como ingrediente, segundo investigações policiais.
A primeira foi registrada em Jaboticabal. Depois de ser rejeitado por uma garota de programa, o cabeleireiro William Ferreira Costa, de 27 anos, matou seis pessoas em um bordel. Entre as vítimas, quatro eram mulheres, entre elas Dione da Silva Lima pivô do crime, e a dona do bordel, Leonilda Lucindo. Ele tentou justificar os assassinatos alegando que estava com a mulher quando outro homem a pegou pela mão e a levou ao quarto.
A segunda chacina aconteceu na noite de 31 de dezembro. O técnico de laboratório Sidnei Ramis de Araújo, de 46 anos, invadiu uma casa, em Campinas, e matou a tiros 12 pessoas da família e se suicidou. Nove das vítimas eram mulheres, entre elas sua ex-mulher, Isamara Filier, de 41 anos. Ela havia registrado cinco boletins de ocorrência por ameaças do ex-marido.
Uma carta escrita pelo homem revelou que a chacina era uma vingança. O texto tinha também conteúdo de ódio contra as mulheres. Na ocasião, o órgão as Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) repudiou o crime, considerando violência de gênero e fruto do “machismo”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Com informações do Estadão Conteúdo.
Fonte: Notícias ao minuto
Vendedora denuncia violência doméstica e delegado pergunta se ‘não foi o guarda-roupa’
A vendedora Flávia Batista Florêncio, moradora da cidade de Piancó, no sertão paraibano, foi à delegacia denunciar uma agressão do ex-companheiro, mas relatou ter sido questionada pelo delegado se o ferimento não teria sido causado pela porta de um guarda-roupa ou uma queda.
A mulher contou à TV Paraíba que foi agredida quando voltava para casa com uma amiga. “Já entrou batendo em mim. Não lembro de muito coisa. Lembro de imagens. Quando eu me deito para dormir, vejo flashes, não consigo lembrar de tudo”, relatou.
Segundo a mãe de Flávia contou à reportagem, o delegado fez perguntas irônicas a ela sobre o que teria causado as escoriações.
“O delegado perguntou ironicamente ‘tem certeza que isso não foi a porta do guarda-roupa?’, ‘tem certeza que a senhora não caiu da escada?”.
Segundo a vendedora, ele não autorizou a medida protetiva e informou à advogada dela que não seria um “segurança particular”. Por isso, Flávio fez um pedido direto ao Ministério Público.
À reportagem da TV Paraíba, o delegado Rodrigo Pinheiro, responsável pelo caso, não respondeu sobre o tratamento dado à mulher quando ela foi registrar a ocorrência.
Ele disse ainda que tem duas linhas de investigação: a primeira, apresentada pela vítima, de que foi agredida em casa pelo ex-companheiro; e a outra de que ela foi agredida durante uma briga em um bar.
O delegado disse que irá ouvir testemunhas para concluir o inquérito policial e que não concedeu a medida protetiva porque avaliou que não era necessário.
Foto: Arquivo pessoal/ Reprodução
Fonte: Yahoo
Mulher vai à DP registrar queixa de calúnia e difamação e sai acusada de furto
Karine Fernandes voltou à delegacia para provar que era dela casaco que vendedora a acusava de ter furtado de loja em Madureira Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo
A autônoma Karine Fernandes dos Santos Santana, de 26 anos, moradora na Pavuna, compareceu na última quinta-feira, na 29ªDP (Madureira) para prestar queixa de calúnia e difamação sofrida numa loja de roupas do bairro. A jovem, que havia sido acusada injustamente, por uma vendedora, de furtar um casaco que na verdade era seu, contou que saiu da delegacia na condição de acusada.
Nesta quarta-feira, ela voltou à DP para provar, por meio de apresentação de nota fiscal e fotografias que era a dona de fato da roupa. Ela saiu da delegacia com um termo de declaração, no qual pede para reverter a acusação contra a vendedora, pelo crime que originou a sua ida ao local, na semana anterior.
— Fiquei desnorteada em casa caçando essa nota, encontrei ela, trouxe aqui, mas não consegui recuperar meu casaco, pois estão dizendo que foi para a perícia — disse a moça, sobre a peça comprada em 28 de abril, numa loja de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, conforme comprovante apresentado à polícia.
A revolta maior de Karine, é com reação à forma como ela diz ter sido tratada tanto pela vendedora, como pelos policiais que conduziram a ocorrência. A jovem contou que sentiu humilhada na loja e na delegacia.
Tudo começou na quinta-feira passada, quando ela entrou no estabelecimento e resolveu experimentar uma roupa, que não a agradou. Karine disse que saiu do provador, devolveu a peça e foi embora. Momentos depois, já noutra loja, na mesma rua, a vendedora da primeira loja veio atrás dela, acusando-a de ter levado do estabelecimento o casaco preto que estava com ela.
— Ela (a vendedora) me abordou, puxou meu casaco e começou a falar que eu tinha pego da loja. Fui me defendendo, falando que era um absurdo e ela dizendo que as câmeras iriam provar (que ela estava falando a verdade) e eu dizendo que era aquilo mesmo que eu queria (as imagens das câmeras). Eu comecei a chorar, minha voz estava trêmula — afirmou.
Karine seguiu a moça, recuperou o casaco, já dentro da primeira loja, onde teria começado uma seção de constrangimentos, que continuou na presença de um segurança, que ameaçou agredi-la. Ela contou que ligou pra o 190 e para familiares e aguardou por cerca de duas horas a chegada dos policiais, que tentaram convencê-la a não levar o caso à delegacia. Na DP, os constrangimentos teriam continuado, dessa vez por parte dos agentes que a atendeu.
— Eu arrisco dizer que o atendimento na delegacia foi pior do que a acusação de furto, porque também aqui tentaram me persuadir a não levar o caso para frente. Enfim, tratando como se fosse um caso bobo. Tinha ainda o menosprezo como mulher e preta. A partir do momento que eu disse que ia levar pra frente, gritaram em alto e bom som que eu seria indiciada por furto.
A advogada Roberta Cristina Eugênio, do gabinete da vereadora Marielle Franco, presidente da Comissão de Defesa da Mulher da Câmara Municipal, a qual Karine recorreu, disse que vai acompanhar a apuração da atuação dos policiais junto a Corregedoria da polícia Civil e , com a ajuda da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, pretende encaminhar o caso de Karine à Defensoria Pública do Estado, por meio do Núcleo Contra a Desigualdade Racial.
– Embora não tenha havido uma acusação verbal de cunho racial, Karine sente que na verdade a abordagem se deu pelo fato de ela ser negra. É um caso que reverbera para o racismo estrutural na sociedade e mostra como as pessoas negras são tratadas – disse a advogada.
A loja Belíssima, onde ocorreu o fato, foi procurada pelo EXTRA, mas a gerência informou que não se manifestaria. A vendedora, não foi localizada.
A assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que as investigações estão em andamento na 29ª DP (Madureira) para apurar o caso. “Partes e testemunhas estão sendo ouvidas. O casaco foi encaminhado ao ICCE para realização de perícia”, diz a nota.
Existem alguns sinais que o corpo nos dá antes de um infarto acontecer… Quanto antes os reconhecermos, maior a probabilidade de salvar sua própria vida ou a de alguém próximo. Existem algumas diferenças entre os sintomas nos homens e nas mulheres. Aprenda a reconhecê-los:
Sintomas de infarto nas mulheres
Fadiga: algumas mulheres sentem muito cansaço, mesmo tendo ficado sentadas o dia todo. Andar de um lado da casa para o outro já pode ser cansativo.
Dor de estômago: as mulheres podem sentir uma pressão abdominal intensa e uma forte dor de estômago antes de sofrerem um ataque cardíaco.
Dor no peito: a dor no peito pode não incindir sobre um ponto específico do lado esquerdo do peito. É possível que se estenda a qualquer outro ponto da região, causando rigidez.
Tonturas, náusea e falta de ar: esses sintomas podem ocorrer de forma conjunta, de um momento para outro e sem nenhuma razão aparente.
Suor repentino: o suor repentino é mais comum nas mulheres do que nos homens. Algumas mulheres podem confundir esse sintoma com o estresse
Dores no pescoço e na mandíbula: para mulheres, a dor no braço esquerdo pode não aparecer, mas elas podem sentir dores no pescoço e na mandíbula – a dor pode ser súbita ou gradual.
Sintomas de infarto nos homens
Dor torácica: a dor torácica é um dos sintomas mais comuns infarto, principalmente para os homens. Neste caso, pode ocorrer no centro do peito ou no sentido direita-esquerda, em direção ao coração. Sensações de peso no peito de forte pressão também são relatadas.
Dores nos braços: a dor no peito se espalha não só para os braços, ombros e cotovelos, como também para o pescoço, mandíbula e abdômen. Às vezes a dor no peito não ocorre, mas a dor em pelo menos um dos braços ou nas costas entre os ombros sim.
Fadiga: a sensação de cansaço e fadiga pode ser um indicativo de que um infarto está para acontecer. Pode aparecer alguns dias ou semanas antes do infarto.
Tosse: a tosse persistente pode ser um indicativo de que um ataque cardíaco está por vir, por causa da acumulação dos fluídos nos pulmões. Tosse com sangue pode ocorrer.
Ânsia: o ataque cardíaco pode causar um estado de ânsia e medo de morrer, tudo ao mesmo tempo, podendo também causar taquicardia.
Insônia: antes de ter um ataque cardíaco, uma pessoa pode ficar meses sofrendo de insônia, ansiedade e agitação – essa é uma forma que nosso corpo mostra que algo está errado.
Fraqueza: dias antes de um ataque cardíaco, o indivíduo pode sentir uma imensa sensação de fraqueza.
Batimentos cardíacos rápidos e irregulares: batidas rápidas e irregulares no coração, principalmente se forem acompanhadas de fraqueza, tontura e dificuldades para respirar podem ser indícios de ataque cardíaco, arritmia ou insuficiência cardíaca.
Tonturas e vertigens: tonturas e vertigens podem ser indícios que um ataque cardíaco está por vir.
Suores frios: suores frios que surgem de repente, mesmo que não tenha havido atividade física intensa, podem ser um indicativo de ataque cardíaco.
Inchaço: inchaço em pés, tornozelos, abdômen, pernas, um súbito aumento de peso ou a perda de apetite também são sintomas de risco.
Indigestão: sentir desconfortos no estômago, como azia e dificuldades na digestão, podem ser outro indicativo.
Problemas respiratórios: dificuldades para respirar e falta de ar, possivelmente acompanhados de dores no peito podem ser indicativos de ataque cardíaco ou de insuficiência cardíaca.
Náuseas e falta de apetite: a náusea e a falta de apetite podem ser sinais de que um infarto está por vir, podem ocorrer vômitos um pouco antes ou durante o ataque cardíaco.
Como prevenir um ataque cardíaco
Pare de fumar;
Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física por dia;
Mantenha o peso corporal saudável, tome cuidado com o sobrepeso;
Tenha uma alimentação saudável, com mais alimentos ricos em nutrientes, invista nas verduras e frutas e coma menos carne e frituras;
Faça exames de rotina regularmente para checar o estado da sua saúde.
Dia da Terra: 9 dicas para tornar nosso planeta um lugar melhor
O Dia da Terra é celebrado globalmente todos os anos em 22 de abril. Com o objetivo de incentivar as pessoas a serem mais amigas do meio ambiente, o dia é comemorado com festivais, comícios e apoio de celebridades. Hoje, quando celebramos o Dia da Terra de 2017, vamos tomar um momento para pensar sobre o que podemos realmente fazer para ajudar a salvar o planeta.
O Google traz um ponto importante sobre a necessidade de ser mais ecológico. Aqui estão algumas dicas simples e fáceis do Dia da Terra que irão percorrer um longo caminho na conservação do meio ambiente:
Desligue as luzes toda vez que você sair de um comodo de sua casa para economizar energia.
Desconecte os dispositivos e desligue da tomada quando não estiver em uso.
Compre produtos cultivados localmente para reduzir emissões e resíduos.
Tente caminhar ou usar um transporte público em vez de dirigir, sempre que puder.
Use sacos de compras reutilizáveis.
Corrija as torneiras com vazamento e desligue a água quando não a utilizar para evitar o desperdício.
Mudar de descartáveis para reutilizáveis, a fim de reduzir o desperdício.
Recicle e reutilize o máximo possível.
Encontre uma maneira de plantar uma árvore em seu bairro.
A Chechênia teria aberto o primeiro campo de concentração para homossexuais, onde eles estariam sendo torturados e até mortos. A informação é do Daily Mail, que cita a publicação Novoya Gazeta.
No início do mês, a imprensa internacional noticiou que um grupo de mais de 100 homens foi preso na região, sob acusação de serem homossexuais, e pelo menos três deles teriam sido assassinados.
“Há gays sendo presos e estamos tentando tirá-los dos campos. Alguns até já deixaram a região. Quem conseguiu fugir afirmou que chegou a ficar em salas com mais 30 pessoas. Eram torturados com choques elétricos e agredidos. Por vezes, até a morte”, afirmou a ativista russa Svetlana Zakharova.
Ramzan Kadyrov, presidente da Chechênia, já foi acusado, várias vezes, de violação de direitos humanos. Um porta-voz oficial de Kadyrov desmentiu as informações e afirmou que não existem homossexuais no seu país, de maioria mulçumana.
Segundo o Novaya Gazeta, chechenos que são vítimas de perseguição, por causa da orientação sexual, por exemplo, têm poucas chances de sobreviver. Ainda são comuns por lá os chamados “crimes em defesa da honra”, em que indivíduos considerados infratores são mortos pela própria família.
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