DICA DO TERRA2012: você ou seu familiar deve preencher o Censo-Inclusão 2012, que está sendo enviado pela Prefeitura de São Paulo, pelos Correios, postando a carta-resposta, que não possui necessidade de selagem.

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DICA DO TERRA2012: você ou seu familiar deve preencher o Censo-Inclusão 2012, que está sendo enviado pela Prefeitura de São Paulo, pelos Correios, postando a carta-resposta, que não possui necessidade de selagem.
Caros amigos do Brasil,
Em 48 horas, a presidenta Dilma pode exercer um papel crucial para que se dê início ao fim da catastrófica “guerra às drogas”. Os líderes da América Latina estão prontos para pressionar por uma nova abordagem na regulamentação das drogas — e a presidente Dilma tem a chance de liderar o debate. Mas ela precisa do nosso apoio para fazer isso. Envie uma mensagem urgente para a Dilma agora:
Em 48 horas, a presidente Dilma poderá desempenhar um papel fundamental na mudança das políticas globais de drogas, de uma perspectiva de guerra e repressão para uma de tratamento e compreensão. Mas ela está em silêncio em relação à necessidade de abandonar a atual política catastrófica internacional e apenas o nosso enorme apoio vai fazê-la vir à público.
Mais de 4 milhões de brasileiros, incluindo alguns dos nossos amigos e parentes, sofrem todos os anos do abuso de drogas e de sua dependência química. Nosso país está ignorando esta situação e gasta bilhões de reais lutando numa guerra falida que criminaliza os dependentes químicos. Agora, um grupo de líderes latino-americanos está exigindo uma nova abordagem que poderá incluir a ajuda para o sofrimento desses dependentes químicos e suas famílias. O governo dos EUA está tentando bloquear esse novo passo, mas Dilma pode equilibrar a balança. Ela só precisa de um gigantesco apoio público para se posicionar e abrir o debate.
Vamos agarrar essa oportunidade única para trazer esperança para milhões de pessoas que sofrem todos os anos com a praga do abuso de substâncias e o vício. Clique abaixo para inundar o gabinete da Dilma com mensagens exigindo que ela entre para a história da Cúpula de Cartagena neste final de semana, virando a página da letal e sem sentido guerra às drogas e dê início a uma era de políticas de drogas mais humana e efetiva no Brasil e ao redor do mundo:
Nosso governo repetidamente disse que devemos combater o uso de drogas por meio da educação, tratamento e políticas de saúde incólumes. Mas a guerra às drogas liderada pelos EUA forçou uma abordagem global baseada na criminalização que superpopulou nossas prisões com criminosos não-violentos. Agora, após décadas de tentativas, sabemos que a guerra às drogas não atinge o problema do vício às drogas e sequer reduzem o seu consumo.
Do outro lado, passos para a regulamentação na Suíça, Portugal, Holanda e Austrália mostram resultados impressionantes na redução do abuso de drogas e nos crimes relacionados com drogas. À essa altura, uma mudança na política de drogas é simplesmente uma questão de bom senso.
No ano passado a enorme campanha global da Avaaz trabalhou junto com a Comissão Global de Política sobre Drogas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para abrir o debate político no mais alto nível nas Nações Unidas. Agora os Estados Unidos, que inventaram essa “guerra”, admitiram que essa abordagem não está funcionando. Pela primeira vez a pressão política está aumentando em toda nossa região e líderes da Guatemala ao México e Colômbia estão pedindo um debate acerca da descriminalização. Essa é uma mudança tectônica, mas os EUA sentiram o golpe e estão tentando bloquear políticas alternativas.
O palco agora está pronto para um debate quente em Cartagena, Colômbia, que podemos influenciar e vencer! Mas temos apenas alguns dias para dar à Dilma o apoio público que ela precisa para tomar medidas concretas agora. Envie uma mensagem urgente para Dilma, por meio do Site da Avaaz
Finalmente os políticos estão reconsiderando suas posições e a América Latina pode liderar o mundo para longe dessa política imprudente. Mas para sairmos de debates e chegarmos a ações tangíveis em nossas vidas, precisamos de um levante e forçar a Dilma a exercer essa liderança. Vamos garantir que essa cúpula seja o início do fim da guerra contra às drogas.
Com esperança,
Alice, Luis, Pedro, David, Carol, Emma, Ricken e toda a equipe da Avaaz
Fonte: Avaaz
O Partido Comunista Chinês ( PCC ) não poderia sustentar a sua natureza violenta se a sua direção começasse a olhar as coisas do ponto de vista da Verdade, Benevolência e Tolerância, que são os métodos que os praticantes do Falun Dafa desenvolvem como valores morais buscando se assimilar à natureza do Universo através da aplicação desses princípios em suas vidas.
Em 1999 o ex-líder do PCC Jiang Zemin, iniciou uma violenta perseguição aos praticantes de Falun Dafa na China, alegando que a prática seria um “culto diabólico”, ou uma religião política opositora ao PCC. A partir daí desencadeou-se uma campanha propagandística massiva e uso dos meios de comunicação, todos totalmente controlados pela ditadura, para denegrir a imagem do Falun Dafa frente a população chinesa, visando justificar a violenta repressão.
Desde então milhares de denúncias de praticantes de Falun Dafa sendo demitidos de seus empregos, presos sem julgamento, brutalmente torturados, enviados a campos de trabalho forçado, executados, vítimas de extração forçada de órgãos vitais enquanto vivos e comercializados em escala industrial, e da existência de crematórios humanos, têm sido feitas a autoridades de Direitos Humanos fora da China. O número de praticantes mortos por tortura policial até agora comprovado é de 3.242 pessoas, porém o número real é desconhecido.
A perseguição e genocídio aos praticantes de Falun Dafa continua até hoje, e somente na China a prática é proibida.
A mostra na PUC SP apresenta reproduções de pinturas realizadas por artistas chineses torturados pelo governo chinês por praticarem a meditação Falun Dafa, e que hoje residem em Nova York. A exposição, que já foi vista em 40 países do mundo, é composta de 22 pinturas de 18 artistas.
Para quem ainda não viu a exposição que está em cartaz no hall da biblioteca da PUC-SP, vai logo lá conferir:
– de 8/11 a 10/12/2011, no Espaço Cultural da Biblioteca Nadir Kfouri (campus Perdizes), a exibição internacional de A Arte de Verdade, Benevolência e Tolerância.
Fonte: manifestação em Lisboa, Portugal, em 2 de Abril
Os consumidores estão insatisfeitos com o setor de atendimento ao cliente das empresas. Para 89%, a maior frustração é em relação à entrega do produto ou serviço anunciado.
O que prova essa frustração, é pricipalmente, o número de queixas registradas contra o setor. A pesquisa Accenture Global Consumer Survey, realizada pela consultoria Accenture, revela que 75% dos consumidores brasileiros reclamam dos atendentes repetirem a mesma informação a diversas pessoas. Já 68% apontam as repetições de contato como motivo de insatisfação e ¾ dos consumidores estão insatisfeitos com a fila de espera.
Segundo o levantamento, 59% dos entrevistados afirmaram que não aceitam a baixa qualidade dos produtos e serviços em troca de economia de preço. Já 66% disseram que repercutem as experiências com as empresas, sejam positivas ou negativas, em redes sociais. Nos mercados mais maduros, como Estados Unidos e Europa, esse dado caiu para 37%.
Infiéis
A pesquisa também revela que os consumidores brasileiros estão cada vez menos fiéis às marcas. Em 2011, 84% afirmaram ter migrado para a concorrência, nos mercados mais maduros, esse percentual cai para 55%.
Os principais segmentos que costumam mandar clientes para o concorrente são: varejo (31%); telefonia fixa, móvel e banda larga (entre 28% e 30%); além de bancos e TV por assinatura (25% cada)
O que prova essa frustração, é pricipalmente, o número de queixas registradas contra o setor. A pesquisa Accenture Global Consumer Survey, realizada pela consultoria Accenture, revela que 75% dos consumidores brasileiros reclamam dos atendentes repetirem a mesma informação a diversas pessoas. Já 68% apontam as repetições de contato como motivo de insatisfação e ¾ dos consumidores estão insatisfeitos com a fila de espera.
Segundo o levantamento, 59% dos entrevistados afirmaram que não aceitam a baixa qualidade dos produtos e serviços em troca de economia de preço. Já 66% disseram que repercutem as experiências com as empresas, sejam positivas ou negativas, em redes sociais. Nos mercados mais maduros, como Estados Unidos e Europa, esse dado caiu para 37%.
Infiéis
A pesquisa também revela que os consumidores brasileiros estão cada vez menos fiéis às marcas. Em 2011, 84% afirmaram ter migrado para a concorrência, nos mercados mais maduros, esse percentual cai para 55%.
Os principais segmentos que costumam mandar clientes para o concorrente são: varejo (31%); telefonia fixa, móvel e banda larga (entre 28% e 30%); além de bancos e TV por assinatura (25% cada)
Fonte: Yahoo
Caros amigos,
Quando as forças de segurança de uma empresa de mineração canadense brutalmente expulsaram famílias de origem maia de suas aldeias na Guatemala, onze mulheres foram estupradas, um líder comunitário foi morto e um jovem ficou paralisado. Agora os moradores estão se organizando e processando a HudBay Minerals, mas eles precisam da nossa ajuda para igualar o poder de fogo jurídico desta grande corporação. Faça uma doação agora e ajude a acabar com os assassinatos da mineração para sempre:
Quando as forças de segurança de uma empresa de mineração canadense brutalmente expulsaram famílias de suas aldeias na Guatemala, onze mulheres foram estupradas, um líder comunitário foi morto e um jovem ficou paralisado. Agora os moradores estão se organizando e processando a HudBay Minerals por esses crimes horríveis. Entretanto, eles precisam da nossa ajuda para igualar o poder de fogo jurídico desta grande corporação e ganhar esta causa!
As vítimas entraram com uma ação no Canadá, onde a sede da HudBay está localizada. Mas a HudBay está pedindo que o tribunal entregue o processo para a Guatemala, onde os tribunais ineficientes tendem a deixar a empresa escapar livremente. Especialistas dizem que a decisão poderá ter repercussões enormes para além das fronteiras canadenses. Uma vitória dos moradores poderá forçar a HudBay e outras multinacionais a melhorarem suas ações no exterior.
A audiência está acontecendo agora e os moradores precisam de nossa ajuda para cobrir os custos legais. Se arrecadarmos fundos suficientes, poderemos dar a esses moradores o mesmo poder de fogo jurídico que a máquina corporativa da HudBay, alcançar a justiça para as vítimas e continuar fazendo campanhas em todo o mundo para proteger os direitos humanos, em vez do lucro. Clique no link abaixo para fazer uma doação. Se apenas 20.000 de nós doarmos hoje, poderemos ajudar a acabar com os assassinatos de mineração para sempre ao criar um precedente legal importante. Acesse o site da Avaaz para votar
As empresas multinacionais são responsáveis por alguns dos crimes mais terríveis em todo o mundo, mas surpreendentemente os abusos dessas empresas ficam muitas vezes impunes. Apenas na mineração, empresas gigantes como Rio Tinto e Barrick Gold são acusadas de uma ampla gama de atrocidades que incluem a destruição ambiental, estupros em grupo brutais e até mesmo milhares de mortes — da Tanzânia à Papua Nova Guiné. Vencer este caso pode começar a colocar em cheque as transgressões corporativas.
Empresas como a HudBay podem frequentemente agir com impunidade, pois acham que os tribunais de seus próprios países não vão fiscalizar os crimes que cometem no exterior. Ou criam empresas de fachada destinadas a proteger a sua sede de responsabilidade. Se vencermos este caso, poderemos estabelecer um precedente que poderá ajudar a impedir estupros, salvar aldeias inteiras e proteger os ecossistemas frágeis — independente de onde estas empresas operam.
Essas empresas têm milhões de dólares e farão o que for preciso para vencer este e outros casos semelhantes, porque eles sabem que este caso será um divisor de águas. Doar uma pequena quantia significa ajudar na luta para levar essas corporações para a justiça. Clique aqui para ajudar:
Tribunais devem ser lugares onde as pessoas vão para alcançar a justiça. Mas, muitas vezes, os interesses corporativos os transformam em baluartes dos ricos e poderosos. Já lutamos contra corrupção enraizada antes e vencemos. Vamos apoiar as vítimas agora e ajudar a criar um mundo onde ninguém está acima da lei.
Com esperança e determinação,
Emma, Jamie, Pascal, Ari, Ricken, Emma, Maria Paz, Diego e toda a equipe da Avaaz
Fonte: Avaaz
Se depender do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, nenhum militar envolvido na ditadura (1964-1985) irá para o banco dos réus. Em entrevista ao Terra, ele afirmou que a tentativa do Ministério Público Federal (MPF) de enquadrar os oficiais nos crimes de sequestro e desaparecimento de pessoas durante o regime é “ilegítima” e gera “insegurança jurídica”.
Nesta quarta-feira, os procuradores denunciaram à Justiça em Marabá (PA) o coronel da reserva do Exército Sebastião Curió Rodrigues de Moura, por sequestro qualificado de cinco pessoas da Guerrilha do Araguaia (1967-1974). Mello entende que os desaparecidos estão mortos e, por isso, a tese de sequestro permanente não tem validade. O MPF tenta o julgamento fora do âmbito da Lei da Anistia.
“Para mim, os desaparecidos não estão mais sequestrados, e sim mortos, caso contrário, teriam retornado após a democratização. É a morte presumida, não apenas ausência. Há um descontexto gerando insegurança jurídica. A iniciativa é ilegítima”, argumentou Mello. O MPF alega que o Supremo decidiu extraditar dois miltares argentinos que viviam no Brasil por sequestro permanente, o mesmo pelo qual Curió foi denunciado, e que, por isso, de acordo com o procurador federal Ivan Marx, tem de ser coerente.
“Nos parece coerente que o STF considere o critério da permanência do sequestro, já que ele aplicou isso em outras ocasiões. Temos uma obrigação com a sociedade e a lei de punir os crimes, pois todos são iguais perante a lei”, disse Marx. O procurador coordena no MPF o grupo de trabalho ‘Justiça de Transição’, que lida com as mortes e os desaparecimentos da ditadura. “Precisamos processar os crimes cometidos, doa a quem doer. Internacionalmente, será muito positivo se o STF aceitar as denúncias, já que o Brasil busca uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU e foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos por não punir os torturadores”, completou Ivan Marx.
Julgamento emblemático
O ministro Marco Aurélio Mello acredita que Curió deve recorrer da denúncia em todas as instâncias até que caiba ao Supremo a decisão que, segundo ele, será emblemática. “Se o crime (de sequestro) é permanente na Argentina, também é aqui, e então há um problema. Vamos aguardar, mas não tenho dúvidas de que o caso é emblemático. Eu serei coerente comigo mesmo e votarei contra”, adiantou.
Alheio ao que pode acontecer no Supremo, o procurador Ivan Marx salienta que continuará trabalhando pela condenação dos militares, e se diz pronto para as pressões: “O Ministério Público não pode se pautar por pressões externas. Se for assim, devemos fechar a instituição. Se a decisão final for de que não se pode punir, teremos exercido o nosso papel, porque é uma dívida que temos com as vítimas, os familiares e toda a sociedade.”
A Lei da Anistia
Promulgada em 28 de agosto de 1979, ainda durante o regime militar, a Lei da Anistia concede perdão “a todos quantos, no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares”.
Em janeiro de 2010, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, encaminhou ao Supremo um parecer se posicionando contrário à revisão da lei. Para ele, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que fez a solicitação, foi ativa no processo de elaboração da anistia, que tinha o objetivo de viabilizar a transição entre o regime autoritário e o democrático atual. No mesmo ano, o STF decidiu, por 7 votos a 2, que a Lei da Anistia é “ampla, geral e irrestrita” e não deve ser revisada.
Guerrilha amazônica
A Guerrilha do Araguaia foi um movimento ocorrido na região amazônica brasileira, ao longo do rio Araguaia, entre o final da década de 1960 e a primeira metade da década de 1970. Criada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), então uma dissidência armada do Partido Comunista Brasileiro (PCB), ela tinha por objetivo fomentar uma revolução socialista no País.
Os guerrilheiros Maria Célia Corrêa (Rosinha), Hélio Luiz Navarro Magalhães (Edinho), Daniel Ribeiro Callado (Doca), Antônio de Pádua Costa (Piauí) e Telma Regina Cordeira Corrêa (Lia) desapareceram e, conforme a denúncia do MPF, teriam sido sequestrados por tropas comandadas pelo então major Curió, entre janeiro e setembro de 1974, e, ¿após terem sido levados às bases militares coordenadas por ele e submetidos a grave sofrimento físico e moral, nunca mais foram encontrados¿. Os sequestros teriam ocorrido durante a última operação de repressão à guerrilha, deflagrada em outubro de 1973, denominada de Operação Marajoara e comandada por Curió. O MPF ainda investiga mais 65 desaparecimentos.
Em decisão publicada hoje no Diário Oficial de São Paulo, o Procon suspendeu as vendas nos três sites da B2W (Americanas.com, Submarino e Shoptime) por 72 horas, a partir de amanhã, além de aplicar uma multa de R$ 1,7 milhão. As medidas foram tomadas por causa de um aumento de 180% no número de reclamações de consumidores feitas em 2011 em comparação ao ano anterior das empresas.
Fonte: Yahoo
Caros amigos do Brasil,
Em apenas algumas horas, a Câmara dos Deputados pode acelerar um novo código florestal expondo vastas extensões de florestas preciosas do Brasil para o corte e a devastação. Se inundarmos suas linhas telefônicas com dezenas de milhares de ligações, poderemos persuadí-los a colocarem a natureza na frente do lucro a curto prazo e suspenderem a votação. E com a Rio+20 se aproximando, será cada vez mais difícil para Dilma assinar essa lei de ataque ao meio ambiente. Temos apenas algumas horas — ligue agora e avise a todos:
Em apenas algumas horas, a Câmara dos Deputados pode acelerar uma reforma polêmica do nosso código florestal que provavelmente irá expor vastas extensões de florestas preciosas do Brasil ao desmatamento. Entretanto, uma enorme onda do poder do povo agora poderá atrasar a votação e virar a maré contra o projeto de lei.
O lobby ruralista está pressionando ferozmente para aprovar a lei às pressas. O novo código lhes daria até mesmo anistia pelo seu passado de desmatamento ilegal, incluindo o cancelamento de cerca de 200 milhões de reais em multas, e, ao mesmo tempo, carta branca para realizar a depreciação dos nossos recursos. Se apelarmos aos líderes dos partidos mais importantes agora e contarmos a eles que sua reputação está em risco, poderemos atrasar esse projeto de lei revoltante, e quanto mais adiarmos a votação, maior a probabilidade da presidente Dilma usar seu poder de veto caso a lei seja aprovada na Câmara dos Deputados.
Temos apenas algumas horas antes de líderes de partidos importantes se reunirem com a Dilma para decidir se seguirão adiante com a votação essa semana. Vamos garantir que eles escutem um clamor ensurdecedor do povo. Se inundarmos suas linhas telefônicas com dezenas de milhares de ligações, poderemos persuadí-los a colocarem a natureza na frente do lucro a curto prazo e suspenderem a votação.
Não é somente a Amazônia: a Mata Atlântica, o Cerrado e a Caatinga, bem como o Pantanal estão todos em risco com o Código Florestal. Ruralistas corruptos estão jogando duro no Congresso, e as tensões já subiram em áreas de floresta, com madeireiros ilegais e fazendeiros ameaçando, batendo e até matando ativistas. O novo Código Florestal iria aumentar incomensuravelmente esses confrontos e levar-nos a uma era sombria de exploração e falta de cuidado com nosso ambiente.
Nossa nação possui uma reputação de campeã do clima, mas a aprovação do Código Florestal iria minar seriamente a liderança mundial do Brasil, o que seria particularmente chocante já que estaremos recebendo a Cúpula da Terra Rio+20 em junho deste ano. Nossa presidente deu dicas de que está disposta a comprometer o meio ambiente. Cabe a nós dizer não.
Temos apenas algumas horas! Vamos exigir que a Câmara dos Deputados impeça a votação e abra o projeto de lei para uma discussão democrática. Ligue para os líderes da Câmara dos Deputados agora e, em seguida, compartilhe com todos!
Nos últimos 3 anos, os membros brasileiros da Avaaz deram saltos enormes em relação ao mundo que todos nós queremos: ajudaram a aprovar a Ficha Limpa, fizeram lobby com nosso governo para desempenhar um papel de liderança na ONU, protegeram os direitos humanos e intervieram para apoiar a democracia no Oriente Médio. Agora, com corajosos ativistas brasileiros sendo mortos para proteger um precioso recurso global, vamos nos unir em torno deste dia crítico de ação para salvar a Amazônia e proclamar, mais uma vez, o Brasil um verdadeiro líder internacional.
Com esperança,
Luis, Emma, Diego, Carol, Laura, Ricken e o restante da equipe da Avaaz
Fonte: Avaaz
Ajude a divulgar a violência neste País do Sudeste Asiático
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Fonte: Youtube
Caros amigos,
O governo da Bolívia está exercendo uma enorme pressão para ressuscitar os planos de construção de uma enorme rodovia através do coração da Amazônia. Há seis meses, ajudamos as comunidades indígenas a pararem essa rodovia da morte. Agora podemos ajudá-los a vencer novamente se desencadearmos uma onda de apoio maciça para salvar o TIPNIS:
Neste exato momento, o governo da Bolívia está exercendo uma enorme pressão sobre as comunidades indígenas para aprovar a construção de uma mega-rodovia que passará por uma área protegida bem no coração da Amazônia. Mas estas comunidades estão lutando contra isso e nós podemos ajudá-las a resistir.
No ano passado, fizemos nossas vozes serem ouvidas em apoio a essas corajosas comunidades indígenas e juntos forçamos o presidente Morales a assinar uma lei que prometia preservar o parque natural do TIPNIS para sempre. Mas o governo, apoiado pelo Brasil e pelos interesses da poderosa indústria do petróleo internacional e dos produtores de coca, lançou uma contra-ofensiva para derrubar a lei. Agora eles estão tentando conduzir um processo de consulta falho a fim de neutralizar as vozes dos proprietários légitimos da terra e liberar a área para a exploração desenfreada e o desmatamento.
Tudo pelo que as comunidades indígenas lutaram está sob ameaça neste momento, mas eles estão planejando mais uma audaciosa marcha. Se organizarmos um protesto regional maciço, poderemos convencer o presidente Morales e seus aliados brasileiros a repensarem o projeto e criarem uma nova rota para a estrada em torno do parque. Assine a petição para salvar a Amazônia boliviana e, em seguida, divulgue-a para todos. A petição será entregue aos gabinetes de Evo Morales e Dilma Rousseff quando alcançarmos 500.000 assinaturas. Para assinar, vá ao site da Avaaz
O parque do TIPNIS na Amazônia continua sendo um dos mais preciosos tesouros da América do Sul, famoso por suas árvores majestosas, fauna única e água fresca. Não é de se admirar que lhe tenha sido concedido o estatuto de área duplamente protegida – como Parque Nacional e como reserva indígena. Mas agora o seu futuro está em risco, e sua preservação ou desmatamento por completo dependerá se agirmos agora ou não.
Nos últimos 30 anos, a Bolívia perdeu mais de 5 milhões de hectares de floresta e o TIPNIS pode ser o próximo alvo. Estudos afirmam que se a mega-rodovia for construída, o território protegido desapareceria e mais de 600.000 hectares deixariam de existir em poucos anos. A parte mais assustadora é que 2 segmentos da rodovia estão em seu caminho, e as árvores já estão sendo derrubadas ilegalmente dentro da área protegida.
Povos indígenas locais, detentores do título coletivo de posse do território, têm lutado duramente para proteger seu parque e mantê-lo ileso do desmatamento. No ano passado, eles conquistaram um projeto de lei que declarou o TIPNIS como intocável, mas agora tanto o governo quanto a maioria dominante no Congresso estão usando todos os truques possíveis para implementar um processo de consulta falho, projetado para passar por cima das vozes das comunidades indígenas no TIPNIS e favorecer a minoria, incluindo os produtores de coca, que querem derrubar a floresta e construir a mega-rodovia.
O Brasil, principal financiador e construtor da estrada, disse que consideraria uma rota alternativa por conta das preocupações ambientais e sociais, mas agora está lavando as suas mãos de toda a responsabilidade, permitindo ao governo boliviano demolir a lei de proteção do TIPNIS e violar os direitos constitucionais dos povos indígenas. Mas essas corajosas comunidades estão reagindo e vão tomar as ruas novamente nos próximos dias. Vamos mostrar aos líderes do Brasil e da Bolívia que todos nós desta região apoiamos os indígenas para salvar o TIPNIS. Assine agora e divulgue para todos
No ano passado, quase meio milhão de membros da Avaaz de todo o mundo assinaram uma petição apoiando as comunidades do TIPNIS, cujos líderes marcharam durante semanas para se opor ao projeto da mega-rodovia. A nossa mensagem foi manchete, chegou aos principais ministros do governo e, finalmente, nós comemoramos uma vitória surpreendente quando o Parlamento aprovou uma lei para preservar o parque natural. Mas o TIPNIS está em perigo novamente – vamos ajudar a vencer essa batalha de uma vez por todas.
Com esperança,
Luis, Laura, Emma, Ricken, Allison, Diego, Carol e o resto da equipe da Avaaz