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Uma manifestação em apoio aos professores em greve das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro – e contra a truculência da polícia – acabou em quebra-quebra no centro da cidade nesta segunda-feira. Milhares de pessoas se reuniram em frente à Câmara Municipal durante o protesto que era pacífico. Contudo, uma minoria de manifestantes entrou em confronto com a polícia. Em São Paulo, um ato em apoio aos ativistas cariocas teve destino semelhante.
Bombeiros tentam conter fogo em ônibus no Rio de Janeiro
Os professores se concentraram na Candelária, no Rio. Eles foram pela avenida Rio Branco e chegaram à Câmara Municipal. Às 18h30, a Polícia Militar estimava em 10 mil o número de pessoas no ato que foi organizado pelo Facebook e que pretendia reunir 1 milhão de pessoas.
Por volta das 20h10, manifestantes mascarados tentavam arrombar a entrada lateral da Câmara Municipal. Nesse momento, o protesto estava divido em dois: um movido pelos professores, em frente à casa legislativa. Outro, por ativistas em Black Blocs, que tentavam invadir e pichavam o prédio.
Depois disso, morteiros foram disparados e uma agência bancária foi atacada. Coquetéis molotov foram jogados contra a Câmara, o que não foi suficiente para incendiar o prédio.
Por volta das 20h45, a polícia dispersou a manifestação. Contudo, às 21h, um ônibus queimava na esquina da avenida Rio Branco com a rua Santa Luzia.
Alguns ativistas fugiram para a Lapa, o que levou a correria de pedestres, que passaram em meio a carros. Alguns veículos fizeram a volta para fugir da confusão.
Em São Paulo, a confusão começou quando manifestantes jogaram bombas contra policiais por volta das 20h20. Alguns ativistas atearam fogo em objetos e fizeram barricadas na avenida Ipiranga e na rua Barão de Itapetininga. A polícia interveio e dispersou a manifestação.
Os ativistas mascarados, contudo, usaram pedras, metais e madeira para quebrar vidraças de agências bancárias e lojas. No centro de São Paulo, próximo ao 1º Distrito Policial, uma viatura foi virada por manifestantes.
Motorista: manifestantes disseram que ônibus ia virar “estatística”
O condutor do ônibus incendiado por manifestantes no Rio conta que o veículo estava sem passageiros, apenas com ele e o cobrador, já que retornava à garagem. “Estava trafegando normalmente pela avenida Rio Branco, quando veio um rapaz mascarado na janela e mandou todo mundo descer. Eu recolhi meus pertences e desci rapidamente. Ele disse que o ônibus iria virar estatística”, diz Herique Santos Souza.
O condutor disse que se refugiou em um estacionamento subterrâneo próximo. “Obviamente a gente sente um pouco de receio nossas horas, de que eles iriam fazer alguma coisa comigo. Mas não fizeram nada e disseram que até queriam me proteger. Mas virei as costas e fui embora.”
O incêndio foi controlado pelos Bombeiros.
Fonte: Terra
Em 30/9/13, depois de fechar uma rua lateral à Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro e fazer o isolamento do prédio para impedir nova invasão de professores da rede municipal em greve, policiais militares entraram em confronto com manifestantes na tarde desta segunda-feira. O fato ocorreu na parte de trás da Câmara, quando um grupo de policiais alfa-numéricos (que não usam a identificação nominal) se dirigiu ao local para reforçar o cordão de isolamento.
Os professores e demais manifestantes, impedidos de passar pelo bloqueio, tentaram bloquear a entrada dos policiais. Para liberar a passagem, a PM usou o spray, o que provocou tumulto no local. Por volta das 18h45, manifestantes bloqueavam o cruzamento da avenida Rio Branco. Uma pessoa foi detida.
Por volta das 17h, representantes do Sindicato dos Professores (Sepe) reuniram-se com Luiz Antônio Guanará, líder do PMDB na Câmara de Vereadores. A categoria exige a retirada de projeto de lei apresentado pelo prefeito Eduardo Paes na última semana, com um novo plano de carreira para a categoria, e que motivou a ocupação da Câmara pelos manifestantes.
Os professores estão acampados em dez barracas na lateral do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo do Rio, após ação da Polícia Militar para a desocupação do plenário da Casa, na noite de sábado. Houve confronto e, segundo o sindicato, dois professores foram autuados e levados para a 5ª Delegacia de Polícia e quatro ficaram feridos.
O grupo de manifestantes pretende ficar de vigília na Câmara Municipal pelo menos até a manhã de terça-feira, quando o Sepe promoverá outra assembleia sobre os rumos da greve, às 10h. A coordenadora do Sepe, Suzana Gutierrez, se mostrou pessimista em relação às exigências da categoria, já que Paes conta com ampla maioria nas quatro comissões da Câmara que precisam analisar o novo plano de carreira (comissões dos Servidores, de Cultura e Educação, de Constituição e Justiça e de Fiscalização, Orçamento e Assuntos Financeiros). “Tudo indica que a votação (do plano) ocorrerá amanhã mesmo”, disse Suzana, resignada, mesmo que a Justiça tenha pedido esclarecimentos à Casa sobre o projeto.
Paes diz que não vai retirar de votação plano de carreira dos professores
Os protestos no Legislativo do Rio começaram na semana passada como forma de pressionar os vereadores a vetar o projeto apresentado pelo prefeito, Eduardo Paes, do novo plano de carreira dos professores. Em entrevista à rádio CBN esta manhã, Paes disse que não vai retirar a proposta de votação, já que teria sido amplamente dialogada com a categoria.
O projeto foi encaminhado à Câmara de Vereadores na quinta-feira, mas a votação foi suspensa após a invasão do plenário pelos docentes. Uma nova votação pode ocorrer amanhã. “Eles (professores) exigiram que eu enviasse o plano em 30 dias e exigiram que eu mandasse em regime de urgência. Cumpri exatamente o que eles exigiram de mim. Agora, compete à Câmara. A gente tem que entender que as propostas têm que ser racionais. Não adianta acertar um salário que a prefeitura não poderá pagar”, afirmou o prefeito à CBN.
O sindicato argumenta que o plano proposto pela prefeitura não foi dialogado com a categoria e afirma que 90% dos educadores não serão beneficiados pelas medidas.
O assistente de acusação Cristiano Medina diz não ter dúvida de que o cancelamento do julgamento foi uma estratégia para Sandro Dota, acusado de estuprar e matar a cunhada Bianca Consoli, ganhar tempo.
— Todos estamos saindo daqui frustrados, pois a condenação é certeira. Tivemos dois dias de instrução cansativos, e o advogado de defesa [Ricardo Martins] foi extremamente prolixo, com perguntas totalmente impertinentes, no meu modo de analisar.
Para ele, a estratégia de Sandro acaba prolongando ainda mais o sofrimento da família.
Logo após o início do interrogatório do acusado, a juíza Fernanda Afonso de Almeida dissolveu o júri do julgamento de Sandro Dota na manhã desta quinta-feira (25) depois de o réu pedir a desconstituição do seu advogado de defesa, Ricardo Martins.
Com isso, a lei estabelece que é necessário marcar um novo julgamento, que deverá ser realizado em novembro. O motoboy pediu um novo advogado de defesa por “não sentir confiança em Ricardo Martins”. Houve um bate-boca entre a promotoria e a defesa, pois a acusação disse que essa era uma estratégia de defesa do réu.
A juíza chegou a perguntar se Sandro Dota queria fazer o exame de DNA. O motoboy recusou e disse que não era obrigado a produzir provas contra si mesmo.
Para o promotor Nelson dos Santos Pereira Júnior, a recusa em fazer o exame prova que o réu está ganhando tempo e fazendo a família sofrer.
Adolescente de 12 anos foi ameaçada, abusada e reconheceu o acusado por foto usada em rede social
Em 22/7/13, o técnico em instalação Marcos Ricardo Aoki Rodero, 30 anos, foi preso em flagrante acusado de tentativa de estupro. Ele agarrou e tentou tirar a roupa de uma moça de 18 anos, no jardim Monlevade, em Bauru.
A vítima conseguiu fugir e pediu socorro. O homem foi contido por populares, que acionaram a Polícia Militar.
Após a prisão do acusado e da divulgação da história por parte da mídia, mais outras duas vítimas procuraram a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).
Uma delas é uma adolescente de 12 anos, que leu o nome do acusado em uma notícia na internet e à partir disso procurou o perfil dele no Facebook.
“Ela viu a foto e reconheceu”, conta a delegada Priscila Alferes, da DDM.
Marcos abordou a adolescente na rua Vespasiano Bastazin, no jardim Monlevade. Ele a ameaçou com um canivete, levou para um lugar escuro, passou as mãos nos seios dela e tentou beijá-la. A jovem conseguiu fugir.
Logo após o crime, que aconteceu no dia 28 de junho, a adolescente foi até o Plantão Policial acompanhada da mãe. Ela forneceu características físicas do acusado e contou que ele usava aliança de ouro, além de outros detalhes.
No dia 10 de julho, uma moça de 29 anos foi a vítima. O acusado tentou obrigá-la a entrar em um Fiat Uno prata com logotipo de uma empresa. A moça também registrou B.O. logo após o caso.
Marcos, que assumiu o crime da última segunda-feira, ainda não foi ouvido pela polícia sobre os outros dois casos.
Mas para a delegada, não há dúvidas de que ele seja o responsável.
“Não tem como ele negar. As descrições batem. Agora vou ter que questioná-lo para saber se há ainda outras vítimas”, afirma Priscila.
Vítimas devem procurar polícia
A equipe da DDM está investigando uma outra denúncia de tentativa de estupro que pode ter Marcos como autor. Ele será indiciado por tentativa de estupro e estupro de vulnerável, já que chegou a ter contato físico com a vítima menor de idade. Marcos está preso e deve continuar atrás das grades. A Polícia Civil solicita que, caso outras vítimas o reconheçam, procurem a delegacia, que fica na quadra 23 da avenida Rodrigues Alves.
Dentista estuprada dentro de clínica
Polícia procura criminoso, que usa arma semelhante a espingarda. Ele seria responsável por 3 assaltos
Uma dentista e uma recepcionista afirmaram que foram vítimas de estupro durante um assalto a consultório, em 25/7/13, no Tatuapé, Zona Leste da capital. O criminoso havia marcado consulta para às 15h e rendeu as vítimas ao chegar. Segundo a polícia, o bandido pode ser o mesmo que assaltou outras duas clínicas na região.“As vítimas reconheceram o ssaltante que aparece em um vídeo de câmera de segurança de outro consultório”, afirma o delegado João Gilberto Pacífico, titular do 30 DP (Tatuapé). O crime anterior — em que não houve abuso sexual — ocorreu no dia 6, também no Tatuapé.De acordo com o delegado, o homem entra sozinho nos consultórios e usa uma arma pesada — provavelmente uma espingarda. Há, porém, a suspeita de que ele tenha a ajuda de outra pessoa para fugir, pois costuma falar ao telefone durante as ações. Nos dois primeiros assaltos, o bandido fugiu levando dinheiro. No último, ele roubou um laptop.sigilo telefônico/ Para tentar localizar o criminoso, a polícia pediu a quebra de sigilo dos telefones usados para marcar e confirmar as consultas. “Mas é importante que quem o reconheça ligue para o Disque-Denúncia”, afirma o delegado. O número é 181.
Em todo o planeta, milhões de pessoas de todas as idades estão tomando as ruas e se mobilizando online para dizer não à corrupção e à injustiça e pedir um mundo melhor. Uma hashtag do Twitter no Brasil pode sintetizar a história: #OGiganteAcordou.
E, em quase todos os lugares em que isso está acontecendo, a Avaaz – hoje com a força de quase 25 milhões de membros! – está presente. Para dar apenas um exemplo: o Senado brasileiro citou repetidamente nossa comunidade na semana passada, enquanto votava a proposta para facilitar a lei de iniciativa popular, reduzindo para 500.000 a quantidade de assinaturas necessárias para se apresentar novas propostas de leis no Congresso.
Estamos crescendo em mais de 1 milhão de novos membros por mês, cada vez mais rápido. Na medida em que mais cidadãos despertam, estamos nos dando conta de que o mundo é realmente nosso. E, embora tenhamos grandes desafios pela frente, o futuro depende de todos nós.
Quando nos juntamos e permanecemos juntos, nós vencemos. Confira abaixo as vitórias e atualizações das últimas semanas:
Brasil diz NÃO à corrupção e SIM à uma democracia do século XXI
Entrega de 1,6 milhão de assinaturas ao Senado brasileiro
Os brasileiros estão dando um basta à corrupção desenfreada. Primeiro foi a campanha da Lei da Ficha Limpa, de enorme sucesso, que tornou inelegíveis os políticos condenados por órgãos colegiados da Justiça. Estudos mostram que a Avaaz desempenhou um papel fundamental nesta conquista. Recentemente, um membro da Avaaz criou uma das maiores petições online da história do Brasil, com mais de 1,6 milhão de assinaturas exigindo que os senadores removam o presidente do Senado do poder, um político duvidoso com uma série de acusações de corrupção. Ele ainda está no poder, mas estamos muito perto de acabar com o processo de votação secreta que lhe permitiu obter sua posição no Senado.
Melhor ainda: o Senado acabou de aprovar uma proposta para tornar mais fácil e mais rápido a possibilidade dos cidadãos forçarem os políticos a agir. A Avaaz foi citada várias vezes durante o debate no Senado, quando eles concordaram em reduzir pela metade o número de assinaturas necessárias para leis de iniciativa popular, e determinaram que as assinaturas online serão válidas. Agora, estamos fazendo de tudo para fazer a Câmara selar esse acordo.
Bangladesh: Esperança dos escombros
Jornal sueco destaca o nosso anúncio contra a H&M que foi proibido
Quando o prédio de uma fábrica de roupas em Bangladesh desabou, matando mais de mil pessoas, a Avaaz juntou forças às organizações de direitos trabalhistas locais para colocar pressão em dois grandes nomes da indústria internacional da moda. O objetivo: fazer com que eles assinassem um acordo de proteção dos trabalhadores que serviria de modelo para o restante do mundo.
Os membros da Avaaz cobriram as páginas da H&M e GAP no Facebook com mensagens. E, quando nossos anúncios publicitários voltados ao presidente da H&M foi rejeitado na Suécia – país de origem da empresa – deu-se início à um grande debate na mídia e online. Executivos de alto-escalão da H&M falaram por telefone com a Avaaz e, 3 dias depois, eles assinaram o acordo. Isso motivou mais de 75 outras marcas a seguirem este exemplo! GAP e Walmart ainda não estão na lista dos que assinaram o acordo, mas a campanha ainda está ativa!
Vitória para as abelhas na Europa!
Vento, chuva e neve: mantivemos a pressão para salvar as abelhas
Após mais de dois anos realizando campanhas, tivemos um papel fundamental para fazer com que a Europa proibisse pesticidas letais para as abelhas, pelo menos até 2015! Conseguimos essa vitória após dois anos de ações, em que inundamos ministros com emails, juntamos mais de 2,6 milhões de assinaturas, organizamos protestos com criadores de abelhas (com a presença de uma abelha inflável gigante de 5 metros de altura), financiamos pesquisas de opinião pública, e muitas outras ações.
Esta tem sido uma longa batalha contra grandes corporações como a Bayer, e nada disso seria possível se não fosse pela colaboração de muitos cientistas, especialistas no assunto, funcionários de governo que apoiaram a campanha, criadores de abelhas e grupos ambientalistas. De acordo com a organização Amigos da Terra: “A enorme petição da Avaaz e as suas campanhas criativas ajudaram a levar essa campanha até o final.”
Impedindo a remoção forçada do povo Masai
1,7 milhão de membros da Avaaz apoiam o direito do povo Masai de viver em suas terras ancestrais
O governo da Tanzânia queria realizar uma remoção forçada de várias famílias, teoricamente para que turistas ricos pudessem caçar leões e leopardos! Mas 1,7 milhão de nós nos juntamos para dizer “não”, alertando as redes de televisão CNN e Al Jazeera para cobrirem essa história, e lançando anúncios publicitários com foco no governo da Tanzânia em jornais locais, além de pressionar os doadores de ajuda financeira internacional para que fizessem perguntas à Tanzânia sobre a tentativa de remoção. O presidente da Tanzânia, Jakaya Kikwete, não queria ouvir as vozes em protesto, mas os Masai continuaram perseverantes. Finalmente, quando membros do povo Masai foram ao parlamento da Tanzânia e exigiram que o direito deles de viver em terras ancestrais fosse respeitado, o Primeiro-ministro assinou uma carta prometendo buscar uma solução permanente para o conflito em conjunto com os Masai. Até agora conseguimos impedir a remoção, mas continuaremos a lutar até que o presidente Kikwete desista de uma vez desta ideia.
Indo muito além da fracassada guerra às drogas
Presidente da Guatemala Pérez Molina diz SIM pelo fim da fracassada guerra às drogas
As vozes de centenas de milhares de membros da Avaaz de toda as Américas exigiram dos líderes que fossem adotadas políticas mais humanas em relação às drogas. O resultado foi uma declaração história feita pela OEA (Organização dos Estados Americanos) que sugere ir além da proibição e combater as drogas como uma questão prioritária de saúde, não uma missão militar.
Nossa petição teve um papel fundamental. Entregamos as assinaturas diretamente ao presidente da Guatemala, Otto Pérez Molina, diante de toda a mídia. Molina explicou a nossa estratégia com suas próprias palavras: “Agradecemos à Avaaz por essa petição porque dá a nós, os líderes políticos do continente, a força que precisamos para debater essa questão sem ela ser vista como um tabu.”
Pondo um fim à guerra contra as mulheres
O ônibus rosa da Avaaz circula por Nova Délhi com o ‘primeiro ministro Singh’ a bordo, exigindo educação pública para combater os estupros
Na Índia, uma estudante de 23 anos foi estuprada brutalmente em um ônibus, morrendo em decorrência dos ferimentos em seguida. Nas Maldivas, uma garota de 15 anos de idade foi condenada ao apedrejamento por praticar “sexo fora do casamento”. Na Somália, uma jovem foi violentada por vários homens das forças de segurança que deveriam protegê-la.
Em cada um destes casos, os membros da Avaaz ajudaram a transformar horror em esperança, amplificando milhões de nossas vozes na mídia, para pressionar os governos a aprovar leis mais fortes que protejam as mulheres. Nas Maldivas, a nossa campanha ameaçando o setor de turismo nos ofereceu uma porta aberta para os maiores líderes políticos do país, que afirmaram que a garota não seria apedrejada por agora, e uma pesquisa encomendada pela Avaaz conquistou as manchetes, mostrando que os cidadãos desejam uma mudança nas leis. Na Índia, um grande ônibus rosa, com uma enorme representação do primeiro ministro Singh portando a nossa mensagem, circulou pelas ruas de Délhi e agora há um interesse crescente pelo nosso apelo por uma campanha massiva de educação pública que desafie atitudes retrógradas em relação às mulheres. Estas são apenas as pontas do iceberg em nossa luta contra a misoginia.
Salvando as Baleias de um Massacre
Entregando nosso pedido para salvar as baleias à secretária de Estado para Questões Econômicas da Holanda
Quando um magnata islandês lançou sua brutal caçada de verão, com o objetivo de transformar espécies ameaçadas de baleias em comida para cachorro, a Avaaz iniciou uma campanha para impedir o envio das carcaças sangrentas para o Japão. Mais de 1,1 milhão de nós convencemos os políticos holandeses a se comprometer a fechar os portos nacionais para este carregamento. E então aparecemos outra vez na Alemanha, quando ele tentou redirecionar a carga pela cidade de Hamburgo. O Ministério do Meio Ambiente alemão respondeu às mensagens enviadas por membros da Avaaz imediatamente através do Twitter e, trabalhando juntamente com o Greenpeace, criamos pressão suficiente para enviar a carne de baleia de volta para a Islândia! O governo alemão agora pediu que o porto recuse todos os carregamentos de carne de baleia no futuro, 200.000 membros da Avaaz na Alemanha estão exigindo que a maior rede de supermercados do país pare de vender produtos ligados à empresa responsável pela caça às baleias e estamos buscando extinguir as outras rotas de lucro do caçador de baleias até que ele perceba que essa prática tem que acabar.
Combatendo a Sonegação Global de Impostos
Membros da Avaaz em ação pedindo ao Primeiro-ministro Harper que agisse contra à sonegação de impostos
Todos os anos, empresas gananciosas e indivíduos muito ricos usam esquemas para esconder uma fortuna estimada em cerca de $1 trilhão, privando governos de impostos que eles precisam coletar para consertar nossos serviços públicos e nossos países. Este ano vislumbramos uma oportunidade para sair em busca dessa quantia que está faltando nos nossos cofres públicos, criamos uma enorme petição e trabalhamos junto ao famoso cantor Baaba Maal e às organizações Save the Children, ActionAid, além de outros grupos, para fazer nossas vozes chegarem a David Cameron, presidente do G8. Nossa carta, assinada por 21.000 representantes de empresas de todo o mundo, ajudou a colocar esta questão como pró-negócios e pró-cidadãos e a mudar as posições da Alemanha e do Canadá, resultando em um acordo histórico que poderá levar os governos a trabalhar em conjunto para por um fim à sonegação de impostos. A ‘Declaração Lough Erne’ foi breve quanto a questões específicas, mas nos dá uma enorme vantagem na hora de cobrar que os governos bloqueiem esquemas suspeitos para não pagar impostos.
É incrível poder fazer parte de uma comunidade composta por cidadãos de cada pedacinho do mundo, unidos por ações comuns e efetivas. Nosso gigante adormecido está caminhando, trazendo possibilidades tremendas de mudança. Mal podemos esperar para ver o que nossa comunidade fará daqui para a frente.
Com amor, esperança e uma gratidão enorme por esta comunidade capaz de mudar o mundo,
Ricken, Jamie, Oli, Alex, Dalia, Joseph, Laura, Mais, Michelle e o restante da equipe da Avaaz
PS — Inspirado para mudar algo? Muitas campanhas da Avaaz (como as nossas maiores campanhas durante os protestos no Brasil e na Turquia) foram criadas por membros da nossa comunidade! Crie agora a sua campanha sobre qualquer tema – local, nacional ou global
As centrais sindicais, como a CSP-Conlutas, estão convocando a classe trabalhadora à greve geral, no dia 11 de julho, a greve geral para cobrar do governo e dos patrões o atendimento as reivindicações da classe trabalhadora.
O Brasil está sendo sacudido nas últimas semanas por grandes manifestações de rua. O povo está indo às ruas, com a juventude à frente, para cobrar dos nossos governantes solução para as mazelas que afligem a vida de todos: além do transporte, saúde, educação, moradia, inflação, violência policial, corrupção, desmandos dos políticos, entre muitas outras.
A classe trabalhadora brasileira precisa ocupar participar dos protestos de forma organizada, e em defesa das reivindicações geral e específica:
– Reduzir o preço e melhorar a qualidade dos transportes coletivos;
– Mais investimentos na saúde e educação pública;
– Fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias;
– Redução da jornada de trabalho;
– Fim dos leilões das reservas de petróleo;
– Contra o PL 4330 da terceirização;
– Contra o PL 092 que permite privatizar o serviço público;
– Reforma Agrária;
– Reajuste linear e data-base para os servidores públicos.
A estas reivindicações, obviamente, podem agregar-se outras que cada categoria achar adequado e que ajude a mobilizar os trabalhadores.
De quem vamos cobrar o atendimento destas reivindicações? Muitas das reivindicações são cobradas aos patrões diretamente, nas campanhas salariais ou fora delas. No entanto, a maior parte dos problemas, que afetam a classe trabalhadora, é causada pelas decisões dos governos estaduais, municipais e federal. É para cobrar destes governo que é importante participar das manifestações no dia 11 de julho. O governo Dilma tem demonstrado muita disposição quando se trata de atender os interesses das grandes empresas e dos bancos, mantendo a sangria aos cofres públicos com o pagamento dos juros da dívida pública que leva 48% do orçamento da União, o equivalente a R$ 800 bilhões.
O primeiro passo de uma longa jornada Para que se criem condições de resolver os problemas apontados nas manifestações de rua e para atender as necessidades dos trabalhadores é preciso cobrar do governo a suspensão do pagamento da dívida externa e interna, que todo ano destina metade do orçamento do país aos banqueiros e grandes especuladores. Só assim haverá recursos para investir na educação, moradia, transporte e na saúde pública.
É preciso parar as privatizações (a começar com o fim dos leilões das reservas de petróleo) e reverter as que já forma feitas, recuperar o patrimônio público que foi entregue a preço de banana para empresas privadas. Sem isso não há soberania nem futuro para o país. O governo precisa de parar de dar dinheiro público para as grandes empresas, para que haja recursos para financiar as políticas públicas que melhorem a vida do povo.
É preciso acabar com o domínio dos bancos sobre o nosso país. O povo brasileiro trabalha a vida inteira apenas para enriquecer banqueiros. É preciso estatizar o sistema financeiro, de modo que o sistema bancário possa estar a serviço de promover crédito barato para a população e para financiar aquilo que for de interesse da população.
Nenhuma destas mudanças será feita sem muita luta contra, pois nenhuma destas medidas cabe dentro do modelo econômico aplicado no país pelo governo Dilma (e reproduzido nos estados e municípios pelos governadores e prefeitos). Por isso é importante entender que nossa luta está apenas no começo. Que o dia 11 seja prenuncio de uma jornada duradoura e que só termine quando mudarmos o país!
O desafio das centrais sindicais e sindicatos de todo o país Em toda luta que se pretenda vencer é preciso saber contra quem lutamos. A jornada que ora se inicia tem como objetivo fortalecer as mobilizações em curso para mudar o país e melhorar a vida dos trabalhadores e do povo pobre. Essa mudança só será possível houver uma inversão completa do modelo econômico que se aplica no país hoje. Trata-se de um modelo todo voltado para favorecer os bancos, as empreiteiras, as grandes empresas e o agronegócio.
Não vai haver investimentos necessários na educação e saúde pública, na moradia popular, nos transportes públicos, na melhoria dos salários, das aposentadorias, ampliação dos direitos dos trabalhadores enquanto este modelo persistir. E este modelo econômico que aí está não caiu do céu. Foi definido e é aplicado pelo governo que aí está. Pelo governo Dilma, principalmente, e também pelos governos estaduais e municipais.
É contra estes governos e seu modelo econômico que lutamos. Cabe às centrais sindicais, algumas delas apoiadoras do governo, fazer uma escolha. Ou ficam do lado dos trabalhadores e suas reivindicações e levam adiante esta luta contra o governo até forçarmos uma mudança de fundo no país, em benefício dos trabalhadores; ou ficam do lado do governo e acabarão tendo de abandonar a defesa dos interesses da nossa classe.
Por isso nos preocupa declarações com as que deram dirigentes da CUT, comprometendo-se a fazer campanha pela reforma política e do plebiscito conforme pedido do governo. Não há como atender a dois senhores. Defender o governo é incompatível com defender os trabalhadores. Nossa trincheira é a dos trabalhadores. Na outra estão os governos e os patrões (que são os beneficiados pelas políticas praticadas destes governos).
Presidenta Dilma: Enrolação, não! A presidenta Dilma tem dito que está ouvindo a cobrança dos manifestantes. Mas, ao invés de apresentar solução concreta para os problemas da saúde, da educação, da moradia, do transporte, aparece com uma proposta de Reforma política e de Plebiscito. Nós achamos que o sistema político brasileiro, dominado pela corrupção, precisa sim mudar, não representa o povo brasileiro. Mas nem por isso vamos aceitar que nos vendam gato por lebre, trazendo este assunto à tona desta forma, apenas para fugir de atender nossas demandas.
Se a solução é plebiscito, por que então não convocar um plebiscito para que o povo decida se o país deve ou não aplicar 10% do PIB na educação pública, já? Porque não perguntar no Plebiscito, o que o povo acha de o país destinar metade do orçamento federal para banqueiros e grandes especuladores, sob a forma de pagamento de uma dívida que ninguém sabe se existe? Porque não perguntar no Plebiscito se o povo é a favor de leiloar as reservas de petróleo que o país tem, para as empresas privadas estrangeiras?
Agora, Plebiscito para que os mesmos políticos e partidos que sempre dominaram a política brasileira definam como é que vão continuar dominando, não tem nenhum sentido. Se fosse Plebiscito para mudar mesmo, porque então não perguntar se o povo é a favor, sim ou não, de que o salário de um deputado, senador, presidente da república, seja igual ao salário de um professor? Se o povo é a favor, sim ou não, da revogabilidade do mandato do político que não cumprir seus compromissos de campanha? Ou se o povo é a favor, sim ou não, de confiscar todos os bens e colocar na cadeia os corruptos e os corruptores?
Força Sindical aprova greves e protestos para o dia 11; rodovias serão fechada
A coordenação da Força Sindical divulgou o cronograma do Dia Nacional de Luta com Greves e Manifestações, que acontecerá no dia 11 de julho. De acordo com o grupo, as manifestações ocorrem em todo o Estado de São Paulo e deverão fechar as principais rodovias paulistas, além das marginais Tietê, Pinheiros e a avenida Paulista, na capital.Na manhã de hoje, dirigentes das centrais sindicais se reuniram com o Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella, e com o comandante da Polícia Militar, coronel Benedito Roberto Meira e garantiram atos pacíficos. “Informamos que as manifestações serão generalizadas em todo o Estado, com muita organização . Se tiver alguma pessoa infiltrada, com a intenção de fazer atos de vandalismo, nós mesmos avisaremos a polícia”, afirmou o presidente da Força Sindical, o deputado Paulinho da Força (PDT).
Participam das manifestações, além da Força Sindical, a Central única dos Trabalhadores (CUT), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Nova Central. De acordo com os sindicalistas, o metrô de São Paulo deverá parar por algumas horas e os funcionários dos portos também devem cruzar os braços.
Se tiver alguma pessoa infiltrada, com a intenção de fazer atos de vandalismo, nós mesmos avisaremos a polícia
Paulinho da Força presidente da Força Sindical
O governo estadual, por meio do secretário de segurança pública, informou que garantirá o direito de greve e manifestação dos trabalhadores. Além das centrais sindicais, a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) devem realizar atos por todo o Brasil.
As principais reivindicações dos manifestantes são o fim do fator previdenciário, 40 horas semanais, reajuste para aposentados e ampliação nos investimentos nas áreas da Saúde e da Educação, além da reforma política e econômica no Brasil.
Protestos contra tarifas mobilizam população e desafiam governos de todo o País
Mobilizados contra o aumento das tarifas de transporte público nas grandes cidades brasileiras, grupos de ativistas organizaram protestos para pedir a redução dos preços e maior qualidade dos serviços públicos prestados à população. Estes atos ganharam corpo e expressão nacional, dilatando-se gradualmente em uma onda de protestos e levando dezenas de milhares de pessoas às ruas com uma agenda de reivindicações ampla e com um significado ainda não plenamente compreendido.
A mobilização começou em Porto Alegre, quando, entre março e abril, milhares de manifestantes agruparam-se em frente à Prefeitura para protestar contra o recente aumento do preço das passagens de ônibus; a mobilização surtiu efeito, e o aumento foi temporariamente revogado. Poucos meses depois, o mesmo movimento se gestou em São Paulo, onde sucessivas mobilizações atraíram milhares às ruas; o maior episódio ocorreu no dia 13 de junho, quando um imenso ato público acabou em violentos confrontos com a polícia.
A grandeza do protesto e a violência dos confrontos expandiu a pauta para todo o País. Foi assim que, no dia 17 de junho, o Brasil viveu o que foi visto como uma das maiores jornadas populares dos últimos 20 anos. Motivados contra os aumentos do preço dos transportes, mas também já inflamados por diversas outras bandeiras, tais como a realização da Copa do Mundo de 2014, a nação viveu uma noite de mobilização e confrontos em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Brasília.
A onda de protestos mobiliza o debate do País e levanta um amálgama de questionamentos sobre objetivos, rumos, pautas e significados de um movimento popular singular na história brasileira desde a restauração do regime democrático em 1985. A revogação dos aumentos das passagens já é um dos resultados obtidos em São Paulo e outras cidades, mas o movimento não deve parar por aí. “Essas vozes precisam ser ouvidas”, disse a presidente Dilma Rousseff, ela própria e seu governo alvos de críticas.
O presidente nacional da Força Sindical, Paulinho da Força, afirmou nesta segunda-feira que o PT tenta “contrabandear” a paralisação geral programada para quinta-feira (11) em várias cidades do País. Segundo o líder sindical, o partido propositalmente tenta desvirtuar o foco das pautas das demandas específicas dos trabalhadores ao convocar a militância a apoiar a ideia do plebiscito, por exemplo.
“A gente vê isso (o apoio ao plebiscito) muito mal. Se quiser apoiar a causa (defendida pela Força Sindical) será bem-vindo. A pauta é clara, é única, não tem essa história de plebiscito”, afirmou Paulinho. “Não vamos aceitar uma coisa que nem sabemos no que vai dar. (…) Esse plebiscito é um OVNI.”
A Força Sindical divulga a partir desta segunda-feira cidades e locais onde ocorrerão greves e atos. Segundo Paulinho, um ato será feito na avenida Paulista a partir das 12h na quinta-feira.
No mesmo dia, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), que colocou a defesa do plebiscito junto às suas pautas trabalhistas, também fará manifestações pelo País. Os eventos desta central sindical têm o apoio do PT, que inclusive divulgou o ato em seu site oficial.
Um possível encontro entre os dois atos preocupa Paulinho, que afirmou que a marcha da manifestação feita pela Força Sindical pode ser modificada. “Assim não tem nenhuma possibilidade de ter o contrabando do PT.”
Apesar de criticar o que classifica como tentativa de desvirtuar a manifestação, Paulinho afirmou que aceita a participação de partidos nos atos. “Se apoiarem a causa dos trabalhadores, serão bem-vindos”.
Centrais no RJ aderem ao Dia Nacional de Luta com greves e protestos
Para cobrar a redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, mudanças nas regras da aposentadoria (fim do fator previdenciário) e reajustes para aposentados, cinco centrais sindicais organizam atividades no Rio. O Dia Nacional de Luta, em 11 de julho, culminará com um ato próximo à Igreja Candelária, a partir das 15h.
Para definir a agenda, que deve incluir passeatas, protestos e paralisações, as centrais se reuniram nesta terça-feira na sede da Força Sindical. De acordo com o presidente estadual da entidade, Francisco Dal Prá, ela será levada à aprovação dos sindicatos e, na próxima segunda-feira, divulgada a estratégia de mobilização.
Entre os itens mais importantes da pauta de reivindicação, Dal Prá destacou a redução da jornada de trabalho, que deve ser aprovada pelo Congresso Nacional, por meio de proposta de emenda à Constituição, pronta para ser votada desde setembro de 2012. “A redução vai dar mais tempo para o trabalhador investir na formação profissional e na família, gerando mais 2 milhões de empregos”, disse.
Representando a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o coordenador do Setor Naval, Jadir Baptista confirmou que já discute atos com a participação dos 127 sindicatos filiados no Rio, conforme orientação nacional. “Os fluminenses estão mobilizados, inclusive em Campos dos Goytacazes e Niterói, no norte do estado e na região metropolitana”, declarou.
Baptista destacou que as manifestações das últimas semanas não incorporaram as reivindicações trabalhistas. “Tinha a questão da educação, do funcionamento do governo, contra a corrupção, que somos contra também, mas sem tocar claramente no ponto”, acrescentou.
O Dia Nacional de Lutas também incorpora reivindicações dos movimentos sociais, como a reforma agrária e o fim dos leilões de petróleo. É esperada a participação desses grupos nos atos.
Também participaram do encontro a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), que reúne os sindicatos das principais empresas do setor de transportes, da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
Depois de cerca de 15 horas fechada por conta de um protesto organizado por caminhoneiros, a rodovia Castello Branco foi liberada na noite desta segunda-feira. Segundo a concessionária que administra a via, a pista foi bloqueada por volta das 6h e liberada somente às 20h20. A Força Tática da Polícia Militar foi chamada para desobstruir a rodovia. A Polícia Militar não informou se houve confronto.
De acordo com a administradora da pista, os caminhoneiros fecharam a via, que ficou com apenas uma faixa liberada durante o bloqueio, na altura do quilômetro 30. O trânsito ficou congestionado do quilômetro 13 ao 16, no sentido interior e do 24 ao 30 no sentido capital.
Segundo a empresa, logo após a desobstrução da Castello, um grupo de pessoas interditou o trânsito na rodovia Raposo Tavares, na altura do quilômetro 100, na cidade de Sorocaba. A pista também é administrada pela mesma empresa. O trânsito foi liberado na via por volta das 22h e o trânsito já está normalizado.
Na rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332), que liga Campinas a Mogi Guaçu, por mais de 14 horas manifestantes fizeram um protesto na praça de pedágio do quilômetro 135. As duas pistas da via ficaram interditadas até as 19h40, quando, depois de cerca de 14 horas, a pista foi liberada, após ação da Tropa de Choque da Polícia Militar. Esse é o segundo protesto organizado pelo grupo no local.
Segundo a concessionária que administra a via, manifestantes tentaram incendiar uma das cabines e atearam fogo a cones e placas de sinalização. O grupo não conseguiu incendiar o local, porque foi contido pela Polícia Militar.
Um grupo de representantes dos manifestantes foi recebido na sede da concessionária. As demandas serão repassadas pela empresa à Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).
A rodovia Anhanguera, que liga a capital paulista ao interior do Estado, também foi interditada nesta segunda-feira, em dois pontos, por conta de protestos. De acordo com a concessionária da via, a pista sentido interior foi interditada na altura do quilômetro 58, em Jundiaí, às 20h15 e só foi liberada às 21h55. De acordo com a empresa, não houve registro de confronto no local.
Também na rodovia Anchieta, no quilômetro 125, uma manifestação na cidade de Americana bloqueou o trânsito na pista, no sentido interior. Segundo a administradora da via, manifestantes chegaram a atear fogo em pneus e a Tropa de Choque da Polícia Militar foi chamada para desobstruir a pista. A Polícia Militar não informou se a força agiu no local e se houve confronto.
Na via Anchieta, caminhoneiros interditaram duas faixas da pista sentido litoral, na altura do quilômetro 23 e reclamavam da postura do governo paulista em cobrar pedágios de caminhões por eixos, inclusive os que estiverem suspensos. A via foi desobstruída por volta das 20h. A polícia não informou se houve confronto.
Domênico Rangoni segue interditada
A Rodovia Cônego Domênico Rangoni, parte do Sistema Anchieta-Imigrantes, que liga a capital à Baixada Santista, continuava interditada em ambos os sentidos até as 22h20 de hoje. A via está bloqueada desde a manhã por uma manifestação de caminhoneiros que contestam a decisão do governo estadual de cobrar pedágio dos caminhões por eixos, mesmo quando passam pela praça de pedágio com os eixos suspensos. Por causa da manifestação a via Anchieta apresenta lentidão na chegada a Santos.
Os manifestantes atearam fogo em pneus no início da tarde na avenida Engenheiro Augusto Barata, no bairro Alemoa, em Santos, perto do Porto de Santos, segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que administra o terminal portuário. A Codesp informou à Agência Brasil que o protesto não prejudica as atividades no porto.
Os caminhoneiros autônomos reivindicam ainda a redução de 50% na tarifa do pedágio no período noturno e a diminuição de 25% no preço do óleo diesel.
De acordo com balanço mais recente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), caminhoneiros interditaram, parcialmente ou completamente, 22 rodovias federais em seis Estados nesta segunda-feira. Minas Gerais é o Estado mais afetado, com 12 rodovias interditadas. A BR-381, na cidade de Betim, foi interditada totalmente, nos dois sentidos.
A BR-392, no município de Santa Maria (RS), também sofre interrupção total do tráfego. Conforme a PRF, são 80 caminhoneiros que, desde as 15h, bloqueiam a pista. Além de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com duas manifestações no total, caminhoneiros ocupam rodovias na Bahia (três), no Espírito Santo (quatro), em Mato Grosso (uma) e no Pará (uma). Com exceção das rodovias em Betim e Santa Maria, não há bloqueio total da pista.
A Advocacia-Geral da União (AGU) aguarda informações da PRF sobre as recentes manifestações de caminhoneiros para decidir sobre ações judiciais. Ontem, a Justiça Federal no Rio de Janeiro deu liminar proibindo a paralisação do tráfego nas rodovias federais.
Protestos contra tarifas mobilizam população e desafiam governos de todo o País
Mobilizados contra o aumento das tarifas de transporte público nas grandes cidades brasileiras, grupos de ativistas organizaram protestos para pedir a redução dos preços e maior qualidade dos serviços públicos prestados à população. Estes atos ganharam corpo e expressão nacional, dilatando-se gradualmente em uma onda de protestos e levando dezenas de milhares de pessoas às ruas com uma agenda de reivindicações ampla e com um significado ainda não plenamente compreendido.
A mobilização começou em Porto Alegre, quando, entre março e abril, milhares de manifestantes agruparam-se em frente à Prefeitura para protestar contra o recente aumento do preço das passagens de ônibus; a mobilização surtiu efeito, e o aumento foi temporariamente revogado. Poucos meses depois, o mesmo movimento se gestou em São Paulo, onde sucessivas mobilizações atraíram milhares às ruas; o maior episódio ocorreu no dia 13 de junho, quando um imenso ato público acabou em violentos confrontos com a polícia.
A grandeza do protesto e a violência dos confrontos expandiu a pauta para todo o País. Foi assim que, no dia 17 de junho, o Brasil viveu o que foi visto como uma das maiores jornadas populares dos últimos 20 anos. Motivados contra os aumentos do preço dos transportes, mas também já inflamados por diversas outras bandeiras, tais como a realização da Copa do Mundo de 2014, a nação viveu uma noite de mobilização e confrontos em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Brasília.
A onda de protestos mobiliza o debate do País e levanta um amálgama de questionamentos sobre objetivos, rumos, pautas e significados de um movimento popular singular na história brasileira desde a restauração do regime democrático em 1985. A revogação dos aumentos das passagens já é um dos resultados obtidos em São Paulo e outras cidades, mas o movimento não deve parar por aí. “Essas vozes precisam ser ouvidas”, disse a presidente Dilma Rousseff, ela própria e seu governo alvos de críticas.
Fonte: Yahoo
Pouco mais de 24 horas depois de anunciar uma proposta de plebiscito para convocar uma Assembleia Constituinte para a reforma política, o governo federal desistiu da ideia – criticada por muitos juristas – e defende agora que a população seja consultada diretamente sobre temas específicos da reforma. Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que tem trânsito no gabinete presidencial, não há tempo hábil nem convergência política para a convocação de uma constituinte.
“Não temos tempo hábil para realizarmos uma Constituinte”, afirmou o ministro, ponderando que apesar de haver apoio de parte dos juristas, a ideia provocou uma “polêmica constitucional”. “A Câmara se manifestou contrária. (…) A convergência possível é o plebiscito”, acrescentou o ministro.
As questões a serem levadas a público ainda serão desenvolvidas, mas Mercadante adianta que o eleitorado será questionado especificamente sobre financiamento público de campanha e representação política. “O que nós queremos é fazer uma reforma política com participação popular”, disse o ministro.
O ministro alegou ainda que os movimentos sociais também vêm sendo ouvidos pela presidente. Ele explicou também que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá ser consultado para verificar qual data no horizonte mais curto de tempo é possível para o procedimento de consulta.
Na avaliação do governo, há três maneiras de se fazer uma reforma política. A primeira é a tramitação no Legislativo, na qual segundo o próprio Mercadante, “muitas tentativas fracassaram nos últimos anos”. A outra proposta seria a da Assembleia Constituinte, que sofreu rejeição até da Presidência da Câmara dos Deputados. Restou apenas a proposta de plebiscito, que deverá ser encampada pelo Palácio do Planalto a partir de agora.
Após reunião no Palácio do Planalto, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a presidente Dilma Rousseff recebeu bem as sugestões dadas pelo parlamentar para atender às demandas da sociedade, que se tornaram motivo para inúmeras manifestações em todo o País. Em pronunciamento na tarde desta terça-feira no Senado, Renan sugeriu que os recursos dos royalties destinados para a educação também banquem o passe livre universal – proposta que agradou a presidente, segundo o senador.
“Eu fiz um apelo para que ela ajudasse na aprovação do passe livre porque isso é muito importante, com uma clara definição da fonte. É muito importante que possamos atender o estudante, com matrícula e frequência comprovada. Ela ficou de estudar essa questão, mas desde já elogiou proposta, porque é a primeira que acontece uma coisa sem impacto fiscal considerável, porque a despesa será sustentada pelos royalties do petróleo”, afirmou Renan.
Segundo o presidente do Senado, a presidente não falou sobre a possível convocação de uma assembleia constituinte para a elaboração de uma reforma política, mas falou sobre a realização de um plebiscito.
“Ela ficou de mandar a proposta de convocação do plebiscito. Eu pedi como, aliás, pedi no discurso do Senado, que ela pormenorizasse a reforma. Porque eu acho que a reforma estará diretamente ligada a essa definição clara do que ela deve ser, do que vai orientar, sem dúvida, o plebiscito. Ela vai pedir a convocação, vai indicar a abrangência da reforma, e vai continuar ouvindo as pessoas. Vai ouvir os líderes da oposição, foi um pedido que eu levei a partir das reuniões que tivemos hoje”, afirmou.
Já o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que também participou da reunião, disse que o plebiscito será alvo de uma campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que vai esclarecer a população. “Seriam as questões polêmicas da reforma política, as questões pontuais mais importantes para que o povo se manifeste sobre elas. Haveria uma campanha pelo TSE esclarecedora e, após a manifestação popular, nós traríamos a esta casa e elaboraríamos rapidamente um projeto de reforma política. Dilma não só concordou como apoiou”, disse.
Pelo lado do Executivo, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que também participou do encontro, disse que seria irresponsável aprovar o passe livre “sem fazer conta e sem estudar com seriedade”. “Não houve compromisso prévio do governo em função do primeiro item do pacto, que é a responsabilidade fiscal, especialmente na crise que estamos atravessando”, alegou o ministro.
Nas contas do Ministério da Educação, há hoje 70 milhões de estudantes segundo o censo educacional. “Nós temos de verificar objetivamente qual o público vai ser atingido, se vai ter recorte de renda, como é que é esse financiamento, quais são os recursos disponíveis”, argumentou Mercadante.
O ministro da Educação minimizou as alfinetadas de Renan ao defender o passe livre. Para ele trata-se da relação entre os Poderes. “O Legislativo recebe demandas da sociedade e as encaminha através de projeto de lei. Agora, o Executivo tem a responsabilidade de governar. E não há recursos no Orçamento neste ano para proposta desta natureza”, afirmou.
Ao menos 53 protestos devem ocorrer entre 25 e domingo (30/6/13), em diversas cidades de vários Estados do País. As manifestações ocorrem por variados motivos; desde a derrubada da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, em uma campanha nacional, à redução da maioridade penal, agendada para o próximo dia 29, em São Paulo.
A maioria dos protestos ocorre entre esta terça e quarta-feira. Cada dia tem ao menos 19 protestos agendados. Sexta-feira, com três manifestações já acertadas, é o dia com o menor número de atos.
Além da campanha em diversas cidades contra a PEC 37, o presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), também é alvo de manifestações em municípios como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo, entre outras, em outra ação conjunta de manifestantes.
Veja abaixo a lista de cidades onde estão agendados protestos esta semana
(25/06)
Piracicaba (SP) – 17h
Ribeirão Preto (SP) – 17h
Rio Claro (SP) – 17h
Santos (SP) – 17h
São Carlos (SP) – 12h
São José dos Campos (SP) – a definir
Sumaré (SP) – 17h
Ouro Branco (MG) – 16h
Blumenau (SC) – 18h
Florianópolis (SC) – 16h
Ilha do Governador (RJ) – 17h
Niterói (RJ) – 17h
Teixeira de Freitas (BA) – 15h
Aracaju – 16h
Goiânia (GO) – 8h30
Campo Grande (MS) – 9h
Jundiaí (SP) – 18h
Caxias do Sul (RS) -18h30
Santa Rosa (RS) – 18h
Quarta- feira (26/06)
Brasília – 14h
Vitória -18h
Belém – 17h
Recife – 14h
Manaus – 16h
Teresina – 16h
Maceió – 8h
Rio Branco -17h
Cuiabá – 17h30
Araraquara (SP) – 17h
Ouro Preto (MG) – 17h
Passos (MG) – 17h
Pelotas (RS) – 17h
Porto Alegre – 12h
Florianópolis – 12h
Sorocaba (SP) – 12h
São Paulo – 17h
Rio de Janeiro – -17h30
Curitiba – 18h
Quinta-feira(27/06)
Salvador – 14h
Fortaleza – 12h
Porto Alegre – 18h
Sexta-feira(28/06)
Planaltina (DF) – 14h
São Sebastião (DF) – 8h
Sábado (29/06)
Brasília – 14h
São Paulo – a definir
João Pessoa – 15h30
Porto Alegre – 15h
Pelotas (RS) – a definir
Campinas (SP) – a definir
Protestos contra tarifas mobilizam população e desafiam governos de todo o País
Mobilizados contra o aumento das tarifas de transporte público nas grandes cidades brasileiras, grupos de ativistas organizaram protestos para pedir a redução dos preços e maior qualidade dos serviços públicos prestados à população. Estes atos ganharam corpo e expressão nacional, dilatando-se gradualmente em uma onda de protestos e levando dezenas de milhares de pessoas às ruas com uma agenda de reivindicações ampla e com um significado ainda não plenamente compreendido.
A mobilização começou em Porto Alegre, quando, entre março e abril, milhares de manifestantes agruparam-se em frente à Prefeitura para protestar contra o recente aumento do preço das passagens de ônibus; a mobilização surtiu efeito, e o aumento foi temporariamente revogado. Poucos meses depois, o mesmo movimento se gestou em São Paulo, onde sucessivas mobilizações atraíram milhares às ruas; o maior episódio ocorreu no dia 13 de junho, quando um imenso ato público acabou em violentos confrontos com a polícia.
O grandeza do protesto e a violência dos confrontos expandiu a pauta para todo o País. Foi assim que, no dia 17 de junho, o Brasil viveu o que foi visto como uma das maiores jornadas populares dos últimos 20 anos. Motivados contra os aumentos do preço dos transportes, mas também já inflamados por diversas outras bandeiras, tais como a realização da Copa do Mundo de 2014, a nação viveu uma noite de mobilização e confrontos em São Paulo, Rio de JaneiroCuritiba, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Brasília.
A onda de protestos mobiliza o debate do País e levanta um amálgama de questionamentos sobre objetivos, rumos, pautas e significados de um movimento popular singular na história brasileira desde a restauração do regime democrático em 1985. A revogação dos aumentos das passagens já é um dos resultados obtidos em São Paulo e outras cidades, mas o movimento não deve parar por aí. “Essas vozes precisam ser ouvidas”, disse a presidente Dilma Rousseff, ela própria e seu governo alvos de críticas.
Após vários de seus porta-vozes terem anunciado a suspensão dos protestos em São Paulo, o Movimento Passe Livre (MPL) declarou, em 24/6/13, apoio à manifestação do Grupo Periferia Ativa “Comunidade em Luta”, previsto para ocorrer em 26/6/13. O evento terá concentração a partir das 7h em dois pontos distintos, na estação Capão Redondo do Metrô e no largo do Campo Limpo.
No texto divulgado em seu perfil no Facebook, o MPL São Paulo defende a desmilitarização da polícia, melhorias na saúde e na educação, controle sobre o valor dos alugueis, tarifa zero para o transporte público e a redução do custo de vida.
Na tarde deste domingo, o MPL realiza três reuniões abertas na capital paulista para informar como funciona o movimento e responder a questões sobre o que é o grupo, como se organiza, quando surgiu, como trabalha e o que defende. Também serão discutidos o sistema de transporte, os aumentos e a tarifa zero.
As três atividades ocorrem simultaneamente às 14h na Quadra dos Metroviários (rua Serra do Japi, 31, próximo ao metrô Tatuapé), na subsede Santo Amaro do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) – rua Cerqueira Cesar, 480, próximo ao metrô Largo Treze -, e no Espaço Contraponto (rua Medeiros de Albuquerque, 55, perto do metrô Sumaré).
Ao menos 12 cidades em 9 Estados têm protestos confirmados nas redes sociais para acontecer neste fim de semana, incluindo seis capitais.
A maioria dos atos é contra a corrupção e a PEC-37, que retira a atribuição da Promotoria de investigar, ainda que a votação da emenda tenha sido adiada.
Cerca de 800 pessoas, de acordo com a organização, protestam na avenida Celso Garcia, na zona leste de São Paulo. São trabalhadores da rede conveniada da prefeitura –composta por creches, abrigos e outras coisas– que pedem reajuste salarial de 15%.
Em Goiânia (GO) já teve início o ato com 200 pessoas contra a emenda constitucional. Em Mossoró (RN), segunda maior cidade do Estado, 2 mil pessoas protestaram pela manhã contra a insegurança.
Grande parte inclui na pauta reivindicações por melhorias nos serviços públicos, como saúde e educação.
As maiores mobilizações devem ocorrer hoje, em São Paulo, com concentração na avenida Paulista, e amanhã, no Rio de Janeiro, no posto 4 da praia de Copacabana.
Nenhum dos atos é organizado pelo Movimento Passe Livre, ainda que o grupo tenha recuado da decisão de suspender manifestações.
ATÉ O MOMENTO – cronograma dos protestos em 22 e 23/6/13
Protestos voltaram a tomar as ruas de pelo menos 12 capitais e 65 cidades do interior do país ontem. Atos de vandalismo, depredação a prédios públicos e confrontos entre manifestantes e policiais também foram registrados novamente em alguns locais.
Editoria de arte/Folhapress
Em São Paulo e no interior do Estado, o principal foco dos manifestantes foi as rodovias. Em Registro (SP), a rodovia Régis Bittencourt, que liga São Paulo a Curitiba, foi bloqueada. Houve congestionamento nos dois sentidos da via.
Também foram fechadas as rodovias Castello Branco, Raposo Tavares, Anhanguera, Fernão Dias, Via Dutra e Imigrantes, em diferentes pontos e municípios. Em todas, motoristas enfrentaram transtornos.
Houve problemas ainda nas rodovias do Rio Grande do Sul, um dia após violentos confrontos em Porto Alegre.
Manifestantes da região metropolitana fecharam as duas principais estradas que dão acesso à capital gaúcha. A BR-290, que liga a cidade ao sul do Estado, foi totalmente bloqueada no fim da tarde no município de Eldorado do Sul e em um acesso a Cachoeirinha.
A BR-116 foi fechada em dois trechos: na cidade de Esteio, a 20 km de Porto Alegre, e em Guaíba.
No interior do RS, manifestantes dispararam rojões em meio a uma passeata em Caixas do Sul nesta noite e um homem acabou detido. A Brigada Militar estimava em ao menos 10 mil o número de pessoas no ato.
Fonte: Folha de São Paulo
Em uma noite onde as manifestações marcadas para acontecer em todo o Brasil teriam clima de festa e comemoração após a diminuição da tarifa do transporte público em vários Estados, o País registrou a primeira morte de um manifestante desde o início dos protestos. Em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, um jovem morreu atropelado durante um ato que mobilizou 20 mil pessoas. Marcos Delefrate, 18 anos, foi atingido junto com outras 11 pessoas por uma camionete que avançou na avenida João Fiúsa. Ele chegou a ser socorrido por uma equipe do Samu, mas não resistiu. Algumas das outras vítimas do atropelamento receberam atendimento e estão em estado grave. O condutor do veículo – registrado em nome de uma empresa – fugiu sem prestar socorro. Ainda assim, o tom do início dos protestos de hoje foi pacífico – mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas no País inteiro, mobilizadas contra o aumento das passagens e outras causas.
A situação na cidade do interior paulista contrastou com o cenário da capital, que viu uma manifestação de festa na noite de hoje, após anúncio do prefeito Fernando Haddad (PT) e do governador Geraldo Alckmin (PSDB) da suspensão do aumento da tarifa do transporte público na cidade. O Movimento Passe Livre (MPL), que organizou os protestos, considerou o dia como uma “vitória”. “O MPL deu o exemplo, colocou o povo para participar do processo democrático”, disse o professor Lucas Monteiro, 29 anos, integrante do MPL.
Assim como nos demais atos em São Paulo, o de hoje não conseguiu evitar confusões entre manifestantes contrários à exibição de bandeiras de partidos políticos e militantes de movimentos sociais e de partidos. Um grupo de homens usando toucas ninja para esconder o rosto atacou militantes com socos e pontapés e provocou correria na avenida Paulista. Pelo menos um manifestante foi visto sangrando na cabeça depois do confronto. Dos símbolos em camisetas e bandeiras no grupo “vermelho”, pode-se identificar a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e o Partido dos Trabalhadores (PT), sendo os militantes petistas o “alvo” principal da contrariedade dos “apolíticos”. O MPL se manifestou dizendo que “militantes de extrema direita querem dar ares facistas a esse movimento”.
<a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/infograficos/protesto-tarifa/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/infograficos/protesto-tarifa/iframe.htm">veja o infográfico</a&amp
A marcha pelo centro de São Paulo que reuniu milhares não resultou em vandalismo nem em depredações. Jovens e idosos se juntaram em torno de várias causas. A assistente social Teresa Cristina D’inter, 51 anos, veio acompanhada da mãe, Expedita Carvalho da Costa, 84 anos e da filha, Paula, 16 anos. As três estavam na primeira vez nas manifestações. “Fazia tempo que não se via isso. Hoje está muito bonito, pacífico. São muitos jovens, pessoas de vários tipos”, disse Teresa. “Está lindo. O povo ficou mais de 20 anos parado, sem lutar por nada. Precisa ser assim: sair as ruas, mas pacífico, sem quebrar nada”, afirmou Expedita, destacando que viveu vários períodos históricos do País, como a ascenção e a queda da ditadura militar.
Mesmo com 300 mil nas ruas, Rio repete violência policial
No Rio de Janeiro, onde o aumento da tarifa do transporte público também foi suspenso pela prefeitura e pelo governo do Estado, as mais de 300 mil pessoas que saíram para comemorar e protestar nas ruas na noite de hoje foram surpreendidas pela violência da Polícia Militar. A Tropa de Choque da PM utilizou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar a multidão que se postava em frente à prefeitura. Pelo menos 35 pessoas foram atendidas no hospital Souza Aguiar vítimas da violência de policiais e vândalos. Fotógrafos do Terra precisaram abandonar a cobertura após ficarem feridos em função de balas de borracha e bombas de efeito moral.
Na fuga da avenida Presidente Vargas, um grupo de 50 pessoas acabou ficando encurralado em frente à sede do Batalhão de Choque, na rua Salvador de Sá. Com as mãos para o alto, os manifestantes pediam para que o Choque parasse de agir. Alguns policiais jogaram spray de pimenta de cima de suas motocicletas em quem caminhava pela rua. Um PM do posto se dirigiu aos policiais do Choque e “negociou” que a tropa não agisse para cima do grupo. O Choque recuou, e o PM foi aplaudido pelos manifestantes. “Vocês podem ficar aqui, desde que não haja violência. Sei que vocês são trabalhadores, e eu também sou”, afirmou o PM identificado como sargento Alves.
Um carro do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) foi incendiado em frente à estação Presidente Vargas do metrô. O veículo estava estacionado e ninguém se feriu. Manifestantes também depredaram uma cabine da PM localizada na região central do Rio.
Dois dias após ‘tomada’ do Congresso, manifestantes quebram Itamaraty
Após subir no prédio do Congresso Nacional na terça-feira e protagonizar o maior feito dos protestos no País, manifestantes de Brasília se reuniram novamente hoje em frente ao parlamento. Desta vez, no entanto, o confronto com policiais foi inevitável. Um grupo quebrou vidros da fachada do Palácio Itamaraty e tentaram invadir o Congresso. Policiais jogaram várias bombas de gás lacrimogêneo contra a multidão. Manifestantes acenderam fogueiras no gramado, tentaram arrancar mastros das bandeiras dos Estados que ficam em frente ao Congresso e picharam placas com as palavras “ladrões” e “vergonha”. A fachada do Ministério da Saúde também foi pintada.
Segundo balanço do Samu divulgado as 22h, 31 pessoas foram atendidas – 11 precisaram ser encaminhadas para hospitais. Três estão em estado grave: uma com trauma na face, uma com possível traumatismo craniano, com uma bala de borracha alojada no crânio e outra com corte na perna, com possível ruptura de artéria.
Em meio aos protestos, do lado de dentro do Congresso, no plenário do Senado, seis parlamentares debatiam o movimento: Magno Malta (PR-ES), Cristovam Buarque (PDT-DF), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Paulo Paim (PT-RS), Pedro Simon (PMDB-RS) e Pedro Taques (PDT-MT). O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-DF), se reuniu com representantes dos manifestantes que ocupavam o gramado em frente ao Congresso e afirmou que o parlamento continuará aberto para as demandas da população.
Porto Alegre tem violência da polícia, saques e ‘ataque aéreo’
A manifestação que reuniu 12 mil pessoas em Porto Alegre na noite desta quinta-feira ficou marcada por novos confrontos entre policiais e manifestantes, saques e diretórios de partidos depredados. Depois de começar pacífico em frente à prefeitura, o protesto seguiu para a avenida Ipiranga, nas proximidades do prédio de Zero Hora, jornal do grupo RBS, afiliada regional da Globo. Diferente do protesto de segunda-feira, não foram registradas cenas de vandalismo até o primeiro confronto com a polícia. Um grupo mais radical jogou pedras em policiais, que reagiram. A multidão que protestava junto, a grande maioria pacífica, acabou também como alvo das bombas de efeito moral.
Durante o caos, algumas pessoas realizaram diversos saques na avenida Azenha, importante via comercial da região. Perto dali, uma agência do Banrisul – que já havia sido depredada em um protesto anterior – foi novamente invadida. A violência atingiu também a sede do PMDB localizada na João Pessoa. A sede do PT, loalizada na mesma avenida, foi igualmente atingida.
Durante o protesto, PMs foram alvo de um “ataque aéreo”. Quando passavam pela Casa do Estudante, na avenida João Pessoa, moradores atiram garrafões de água nos policiais, que não reagiram. A casa do Estudante abriga estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).
Dilma deixa Planalto em meio a protesto e não se manifesta
A presidente Dilma Rousseff pronunciou-se sóem 21/6/13 sobre onda de manifestações em várias cidades do Brasil. Ela deixou o Palácio do Planalto pela porta da frente por volta das 20h30 e, nesta sexta-feira, seu primeiro compromisso oficial será uma audiência com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Não há informação sobre a pauta da reunião.
Levantamento divulgado hoje (21) pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que ontem houve protestos em pelo menos 438 cidades de todos os estados brasileiros. Quase 2 milhões de brasileiros fizeram manifestações pela redução das passagens do transporte público, contra os gastos com as obras da Copa do Mundo, pelo aumento dos recursos para a saúde e educação e contra a corrupção e a impunidade.
Para o presidente do CMN, Paulo Ziulkoski, ainda não se pode mensurar o que as manifestações podem trazer de concreto para a sociedade, mas para ele os protestos são positivos, pois acabam conscientizando a população e mostram cidadãos mais ativos. Além disso, para o presidente, os atos vão fazer todas as esferas do governo reverem seus conceitos.
Segundo, Ziulkoski a maioria dos confrontos aconteceu em cidades grandes e médias, nas pequenas os manifestos foram pacíficos. Ele disse que houve manifestos inclusive em municípios de 5 mil e 10 mil habitantes. “Ainda vamos fazer um levantamento mais detalhado”.
Os movimentos tiveram início com protestos pela redução da passagem de ônibus na capital paulista. O Movimento Passe Livre, que mobilizou São Paulo com esse tema, defende um em última instância um transporte público gratuito para toda a população.
Ziulkoski classifica como irracional um projeto que preveja transporte público gratuito para todos, pois alguém vai ter que arcar com os custos. “Hoje 62% do custo do transporte público tem subsídio ou isenção. O nosso legislador apregoa benefícios mas não existe almoço grátis”, disse o presidente do CNM.
A cada semana, nove idosos são internados em hospitais públicos de todo o Estado, vítimas de agressão física. Levantamento da Secretaria da Saúde mostra que a principal causa das internações é o uso de força corporal, que pode causar diversos danos físicos e mentais aos agredidos. Só no ano passado, 126 idosos foram internados em hospitais públicos do estado vítimas de agressões físicas, de acordo com os dados da secretaria.
“Precisamos ressaltar que isso é uma violação dos direitos humanos”, disse Vanessa Alves da Silva, assistente social do Centro de Referência do Idoso da zona norte de São Paulo, em entrevista à Agência Brasil.
Os idosos agredidos, disse Vanessa, geralmente aparecem com marcas pelo corpo. Ela lembra, no entanto, que “nem toda violência deixa marcas no corpo”. Muitas vezes, a violência pode ser psicológica. Por isso, destacou, é importante estar atento aos sinais e consequências dessa violência, que podem ser manifestadas pelo idoso por meio da passividade, do retraimento, do sentimento de tristeza, da depressão, da ansiedade, do medo e do isolamento social, entre outros. “Registros mostram que boa parte das agressões e da violência contra o idoso ocorre no âmbito familiar”, destacou.
Segundo ela, a violência contra a população idosa se dá de diversas formas. “Ela pode ser estrutural, interpessoal ou institucional. Há vários tipos de violência: a psicológica, a financeira, a física, a sexual, além da negligência e do abandono. Todos esses tipos de violência precisam ser considerados na nossa sociedade”, acrescentou.
Vanessa disse ainda que a violência contra o idoso é, em geral, velada e silenciosa. “E muitos casos não são notificados”. Por isso, lembrou, é importante denunciar os casos de violência contra os idosos. As ocorrências devem ser registradas na Delegacia do Idoso mais próxima ou em qualquer delegacia de polícia.
A 2ª Semana de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa teve início nesta segunda-feira com o objetivo de criar uma cultura de respeito e estimular o enfrentamento à violação dos direitos dos idosos. Desde o início do ano, a Secretaria Especial do Idoso do Distrito Federal registrou 60 denúncias de violência contra pessoas dessa faixa etária, sendo que 20 são casos de abandono e 20 de violência física. Em 37 casos, o agressor era filho da vítima e, em 14, era parente. As mulheres são as maiores vítimas, com 48 denúncias. Em 2012, foram registrados 232 denúncias, entre elas, 110 queixas de maus-tratos e 35 de violência psicológica.
Para Catarina Noble, da Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade, no Rio de Janeiro, deve haver um estímulo para que os vizinhos, porteiros e outros familiares denunciem. “Às vezes, o idoso está abandonado, os parentes deixando de prestar a devida assistência. Quem tiver conhecimento disso, deve denunciar”, disse Catarina. O Disque 100 é um dos canais de denúncia. A delegada acha que o trabalho de prevenção deve começar na infância. “As crianças devem ser orientadas para entenderem que também serão idosas e que os idosos merecem todo o respeito. Isto tende a fazer com que se diminua a violência.”
As discussões sobre a violência contra idosos vão até o dia 15 de junho, quando é lembrado o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa.
A Tropa de Choque entrou em confronto com manifestantes nas imediações do Estádio Nacional de Brasília na tarde deste sábado, horas antes da partida de inauguração da Copa das Confederações. Com bombas de gás lacrimogêneo e tiros de bala de borracha, a confusão causou tensão e tumulto no momento da chegada dos torcedores para a partida da Seleção Brasileira contra o Japão.
O protesto, que se iniciou por volta das 11h, reuniu cerca de 200 pessoas, segundo estimativas da polícia, contra o volume de gastos para a organização da Copa do Mundo de 2014. Até então pacífica e acompanhada por batalhão da cavalaria, a manifestação ficou violenta quando o grupo contornou um bolsão de isolamento criado pelas autoridades e se aproximou do local de entrada dos torcedores.
Houve confronto, com muitos lançamentos de bombas de gás lacrimogêneo e tiros de borracha. Um manifestante ficou feriado: Gabriel Germano, 19 anos, foi atingido na perna esquerda por uma bala de borracha atirada pelo Batalhão de Choque. O tumulto provocou correria, o que fez com que os membros do protestos se misturassem aos torcedores, que se acumulavam para entrar no estádio.
Durante a confusão, um sargento da polícia tentou orientar os que não estavam envolvidos. “Esse gás não é tóxico, é lacrimogêneo. Procurem não esfregar os olhos. Continuem entrando. A polícia está apenas contendo uma pequena manifestação”, gritava às pessoas, com ajuda de um alto-falante. Houve detenção de manifestantes, alguns dos quais chegaram a ser atropelados por policiais em motocicletas, na tentativa de contê-los.
Mais cedo, a corporação usou bombas de efeito moral e armas de bala de borracha para dispersar os manifestantes. A PM compareceu a uma das entradas do estádio com dezenas de viaturas para tentar impedir que os envolvidos entrassem em uma área restrita do estádio. Na tentativa de dispersar o protesto, um dos policiais atirou com uma arma de bala de borracha, que não atingiu nenhum manifestante.
Munidos de cartazes e faixas, os manifestantes gritavam “Copa do Mundo eu abro mão. Quero dinheiro para saúde e educação”. Com medo de que a polícia reagisse de maneira violenta, as centenas de pessoas passaram a gritar “sem violência”, mostrando ser um protesto pacífico.
Por volta das 11h deste sábado, aproximadamente 2 mil pessoas iniciaram um protesto na avenida Eixo Monumental, que corta a cidade de leste a oeste, e fecharam uma das principais vias da capital federal. Mobilizados pelas redes sociais nos últimos dias, deram início a uma caminhada de cerca de 2 quilômetros, chegando ao Estádio Mané Garrincha.
O governo do Distrito Federal divulgou uma nota afirmando que a segurança de todo Estado estará “garantida” durante a competição. Segundo a nota, o Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR) reúne 25 órgãos, como as polícias e agências de fiscalização, e a Secretaria de Segurança Pública, que monitora a segurança de brasilienses e turistas 24 horas.
“Temos aqui representantes com poder decisório de 25 órgãos, o que garantirá uma respostas eficaz em tempo real caso ocorra qualquer problema”, explicou Victor Nunes Feitosa Campos, delegado da Polícia Federal, e coordenador o centro.
De acordo com a PM do Distrito Federal, os cerca de 200 manifestantes que se concentraram nas imediações do estádio foram contidos e acompanhados pelas forças policiais.
“A polícia fez uso progressivo da força desde as primeiras horas da manifestação, garantindo atuação pacífica e o controle absoluto do movimento. Não será permitida a perturbação da ordem pública e nem qualquer tipo de ameaça à realização do jogo e ao público participante dessa grande festa para o Distrito Federal. Dessa forma, os torcedores que se encaminham ao Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha têm o acesso garantido normalmente”, disse, em nota o governo do DF.
A Copa das Confederações tem início na tarde deste sábado, com o jogo entre Brasil e Japão, que será disputado às 16h (de Brasília), no Estádio Nacional mané Garrincha.
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