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Voz do Povo

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Aconteceu o Evento “Planeta Terra”

17/11/2013

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Fonte: Youtube

Amigo Bicho

15/11/2013

Cachorros seriam segunda espécie mais bem sucedida do planeta

Os pets perdem apenas para os homens em termos de adaptação ao planeta e são muito mais inteligentes do que a maioria pensa.

Hoje em dia é cada vez mais comum vermos cães sendo tratados mais do que bem, cheio de mimos e de regalias. Alguns mais extremistas dizem que muitas pessoas tratam melhor os seus cães do que outros seres humanos. Mas o fato é que cada vez mais as pessoas estão se envolvendo com as questões relacionadas aos nossos animais de estimação.

Cachorros seriam segunda espécie mais bem sucedida do planeta

O recente episódio da invasão do Instituto Royal mostra que os cães também conseguem motivar uma grande parte das pessoas a tomarem atitudes em relação aos seus cuidados. Analisando de forma cientifica, é como se uma raça conseguisse comover outra a cuidar dela. E isso chamou a atenção dos cientistas para a genialidade dos cachorros e a forma como eles se tornaram bem sucedidos no Planeta.

Recentemente o neurocientista Brian Hare, que é conhecido como fundador do Centro de Cognição Canina da Universidade Duke, nos Estados Unidos, lançou um livro chamado “Seu Cachorro é um Gênio!”, que já pode ser encontrado nas livrarias do Brasil a partir desta semana.

A publicação é baseada em uma série de estudos e trabalhos sobre o assunto, que recebeu o nome de caninognição – ou seja, a cognição dos cães. A conclusão que os cientistas chegaram e que é explicada ao longo das páginas deste livro é a de que todo o processo evolutivo envolvido na transformação dos lobos selvagens nos cães domésticos concedeu aos animais uma habilidade social diferente de qualquer outra encontrada entre os outros animais que dividem espaço com o cão na natureza.

Imitando Bebês

Cachorros seriam segunda espécie mais bem sucedida do planetaA inteligência que foi desenvolvida pelos cães teriam deixado os cães domésticos com características semelhantes aos de bebes humanos, tanto em termos de habilidades quanto também em termos de comportamento quanto também em termos de habilidade de comunicação, o que acabou conquistando de vez os humanos.

Ainda de acordo com o livro, os cachorros podem tranquilamente serem classificados como a segunda espécie de mamíferos mais bem sucedida de todos atualmente. Os cães superam até mesmo os animais que são considerados mais inteligentes do que eles, como é o caso do Chimpanzé.

Inteligência

O livro aponta alguns dos motivos que provam que os cães são muito mais inteligentes do que imaginamos. Dentre os principais estão os seguintes:

  • Os cães conseguem entender a linguagem corporal não apenas de outros cães, as também a dos humanos, sem a necessidade de condicionamento prévio;
  • Eles podem ser treinados para aprenderem o significado de determinadas palavras;
  • Os cães utilizam diferentes tipos de latidos e sons para se comunicar com os humanos;
  • Cães demonstram habilidades sociais avançadas quando estão entre outros cães. Um exemplo é a liderança da matilha que é dada ao cão que tem mais “contatos” com outros da sua mesma espécie. Cientistas acreditam que este pode ser um sistema que, de alguma forma, valoriza a amizade e foi muito utilizado pelo ser humano durante o seu processo de evolução;
  • Fortes indícios apontam que os cães podem sentir empatia por um humano. Ou seja, eles podem se sentir bem ao ver um humano sorrir, ou se sentir mal caso veja alguma briga ou o seu dono triste;
  • Cães também desenvolvem habilidades para enganar o seu dono.

Fonte: Terra

Em 15 e 16/11/13, acontece o Caldas Country Show, em Caldas Novas

15/11/2013

Não é apenas em Barretos que o amante da boa música sertaneja pode extravasar. Um outro festival já vem fazendo muito sucesso. O Caldas Country Showé o maior festival de música sertaneja do mundo. Bem, isso segundo os fãs que assim o apelidaram carinhosamente. Mas o fato é que o festival é dos maiores do Brasil neste tipo de evento e já carrega 8 anos de sucesso na mala.

Neste ano, o festival acontece nos dias 15 e 16 de novembro na cidade de Caldas Novas, em Goiás. O lugar já é querido do público – ainda por cima abriga a maior estância hidrotermal do mundo. O evento conta com a participação de 50 mil pessoas diariamente. A inovação está justamente em sua mistura certeira entre sertanejo, música eletrônica e axé. Ao todo são 30 horas de música sem parar em dois dias de festa. Veja algumas razões por que esse evento é especial:


Alguns dos artistas que estrelam o festival são Ivete Sangalo, Gustavo Lima, Cláudia Leitte, Jorge e Mateus, Chitãozinnho e Xororó, entre tantos outros. É um total de 35 artistas já confirmados. A festa faz a cabeça de muita gente que não curte só o sertanejo. “A festa é legal por ser um evento bem organizado e que junta vários artistas bons do sertanejo, além de trazer gente do axé e ainda rolm DJs de house, fazendo o gosto de todos. Eu pelo menos sou muito eclética e vou curtir muito vários artista e os DJs também”, diz a publicitária Jéssica Raíssa Fernandes, 22.

Fonte: Yahoo

Assine o abaixo-assinado contra o Instituto Royal no Site www.peticaopublica.com.br

20/10/2013

Abaixo-assinado DIGA NÃO AO INSTITUTO ROYAL!

Para:Presidente da República Federativa do Brasil

Este abaixo assinado e contra o Instituto Royal, localizado um em São Roque e outra em RS. Onde são praticadas experiências com cães Beagles que são confinados, e após as experiências de 90 dias de sofrimento, eles praticam a eutanásia, que nada mais é do que um assassinato, sendo que a eutanásia só é praticada com o consentimento do paciente, e eu nunca vi um cachorro dizer que consente… Vamos fazer o governo nos ouvir!!! Vamos derrubar essa Instituição macabra!!! Vamos acabar com essa massa de assassinatos!!! Com várias assinaturas seremos ouvidos! Vamos fazer a diferença para esses seres indefesos!!!

Fonte: petição pública

NOVA CAMPANHA DO TERRA2012: pela proibição de testes com animais no Brasil. Divulgue esta ideia!

20/10/2013

A Polícia Civil de São Roque, no interior de São Paulo, localizou em 19/10/13 dois cães da raça beagle dos 178 que foram retirados do Instituto Royal na madrugada de sexta-feira por ativistas. Segundo os manifestantes, os animais seriam usados para pesquisas científicas.

Os dois beagles foram localizados circulando nas ruas de um bairro da cidade. Os cães foram entregues a uma associação protetora dos animais.

Também quatro pessoas foram detidas em um protesto contra o Instituto Royal, de acordo com a Polícia Militar. A manifestação acabou em confronto entre PMs e manifestantes e interditou totalmente, por um período, o trânsito na rodovia Raposo Tavares, no início da tarde deste sábado. A PM não informou o motivo das detenções nem a identidade dos presos durante o protesto.

Ativistas invadiram, por volta das 2h do dia 18/10/13, a sede do Instituto Royal, em São Roque, no interior de São Paulo, para o resgate de cães da raça beagle que seriam usados em pesquisas científicas. Mais tarde, coelhos também foram retirados do local.

Cerca de 150 pessoas participaram da invasão. De acordo com relatos de manifestantes, ao menos 200 cães foram retirados do instituto.

Ao longo do dia houve protestos na frente do portão do instituto, que utilizaria beagles em testes de produtos cosméticos e farmacêuticos por serem de médio porte, dóceis e considerados de raça pura, teoricamente com menos variações genéticas, o que torna os resultados dos testes mais exatos.

No local, foram vistos animais mutilados e cadáveres congelados. Não há confirmação oficial sobre prisão de ativistas.

Os proprietários do Instituto Royal, invadido por ativistas ligados aos direitos dos animais na madrugada desta sexta-feira, em São Roque, no interior de São Paulo, obtiveram uma liminar na Justiça na tentativa de garantir a integridade da sede. Neste sábado, está marcado um protesto no local às 10h e há temor por uma nova invasão.

A Polícia Militar deverá ser acionada para garantir a ordem. Em caso de descumprimento, foi estipulada uma multa de R$ 10 mil aos ativistas Fátima Couto Valle, Liz Cestare, Adriana Khouri e Adriana Greco, além de outros que eventualmente invadam o local. Nesta madrugada, cerca de 150 pessoas participaram da invasão. De acordo com relatos de manifestantes, ao menos 200 cães foram retirados do instituto, além de coelhos e ratos de laboratório.

De acordo com a decisão do juiz Fabio Calheiros do Nascimento, da 1ª Vara Cível de São Roque, a liminar veda aos réus, e a todos que com eles estiverem, “a turbação ou o esbulho do imóvel da autora”.

Para o juiz, o conflito é eminentemente político. “Desse modo, por óbvio, o campo adequado para a discussão não é o Judiciário, mas sim o Legislativo, que, por sinal, vale lembrar, é o poder responsável constitucionalmente pela elaboração das leis que regem nossas condutas. Penso que é importante que se diga isso porque parece que o brasileiro está se acostumando a trazer discussões políticas para o Judiciário, como se ele pudesse escolher livremente entre, por exemplo, liberar ou não pesquisas em animais.”

Ele lembra que o Poder Judiciário age com as mãos atadas pelo Legislativo. “O que deixa evidente que é junto a esse poder que as pessoas devem se preocupar em defender suas ideias, seus valores, seus objetivos, enfim, o que as leva a viver, e mais, viver de forma feliz e ordeira. Isso se chama democracia. Dito isso e frisando que não há qualquer resquício de opinião pessoal a me nortear na análise do presente caso, até porque não é dado ao juiz agir assim em hipótese alguma, aplico a lei existente”, afirmou, ao conceder a liminar

Ativistas invadiram, por volta das 2h do dia 19, a sede do Instituto Royal, em São Roque, no interior de São Paulo, para o resgate de cães da raça beagle que seriam usados em pesquisas científicas. Mais tarde, coelhos também foram retirados do local.

Grupos como Anonymous e Black Bloc, por meio de suas páginas nas redes sociais, apoiaram a iniciativa e disseram estar presentes na ação. Segundo a rádio CBN, cerca de 150 pessoas participaram da invasão.

De acordo com relatos de manifestantes, ao menos 200 cães foram retirados do instituto e páginas na internet foram criadas para adoção.

Ao longo do dia houve protestos na frente do portão do instituto, que utilizaria beagles em testes de produtos cosméticos e farmacêuticos por serem de médio porte, dóceis e considerados de raça pura, teoricamente com menos variações genéticas, o que torna os resultados dos testes mais exatos.

No local, foram vistos animais mutilados e cadáveres congelados.

O protesto em São Roque, interior de São Paulo, terminou em confronto entre policiais militares e manifestantes e interditou totalmente, por um período, o trânsito na rodovia Raposo Tavares, no início da tarde deste sábado.

O instituto foi invadido na madrugada desta sexta-feira. Do local, foram retirados cerca de 200 cachorros da raça beagle, além de coelhos. Os animais eram usados em pesquisas científicas e, segundo os ativistas, vítimas de maus tratos.

Segundo a rádio CBN, em meio ao protesto, que contou com o apoio do movimento Black Bloc, manifestantes com o rosto coberto e vestidos de preto entraram em confronto com a Tropa de Choque da PM, que usou bombas de gás lacrimogêneo.

Após ativistas invadirem a sede do Instituto Royal e resgatar cães da raça beagle que seriam usados em pesquisas científicas, páginas em apoio à ação e contra o uso de animais em experimentos foram criadas na internet e nas redes sociais. Entre ela está a “Adote um animal resgatado do Instituto Royal”, que busca donos para os animais retirados do instituto.

A página no Facebook “Adote um animal resgatado do Instituto Royal”, criada nesta madrugada, já havia recebido, até as 10h50 desta sexta-feira, 37.537 “curtidas”.

De acordo com publicações na página, ações para que os animais sejam adotado serão feitas esta semana. Segundo relatos de manifestantes, ao menos 200 cães foram retirados do instituto.

Uma petição pública online também foi criada, com o intuito de “derrubar” o Instituto Royal. Até as 10h50, 24.570 pessoas haviam assinado o abaixo-assinado.

Grupos famosos pela militância nas redes sociais, como o Anonymous Brasil, também incentivaram a ação. Durante o resgate dos animais, o grupo hacker compartilhou em sua página mensagens de apoio aos ativistas, além de links de transmissões ao vivo feitas no local.

“Instituto Royal, nós avisamos, o inferno está apenas começando para vocês. Gostam de maltratar aqueles que não tinham até então defesa? Pois bem, agora quem não tem defesa são vocês”, afirma uma publicação do Anonymous na página do grupo no Facebook.

Além do apoio, o Anonymous divulgou em seu site informações sobre Instituto Royal e seus proprietários.

A página do movimento Black Bloc também compartilhou links de transmissão ao vivo da ação durante a madrugada, além de mensagens de apoio. Fotos relacionadas à página mostram pessoas com roupas negras e mascaradas retirando animais do local.

Um protesto contra os maus tratos animais foi marcado em Porto Alegre. Os manifestantes pretendem se reunir no Parque da Redenção, às 16h do dia 19/10/13

Ativistas resgatam animais de instituto 
Ativistas invadiram, por volta das 2h desta sexta-feira, a sede do Instituto Royal, em São Roque, no interior de São Paulo, para o resgate de cães da raça beagle que seriam usados em pesquisas científicas. Mais tarde, coelhos também foram retirados do local.

Cerca de 150 pessoas participaram da invasão. De acordo com relatos de manifestantes, ao menos 200 cães foram retirados do instituto.

Ao longo do dia houve protestos na frente do portão do instituto, que utilizaria beagles em testes de produtos cosméticos e farmacêuticos por serem de médio porte, dóceis e considerados de raça pura, teoricamente com menos variações genéticas, o que torna os resultados dos testes mais exatos.

No local, foram vistos animais mutilados e cadáveres congelados. Não há confirmação oficial sobre prisão de ativistas.

Fonte: Terra

 

Pessoal, vamos assinar esta petição pública

17/10/2013

Katinka Simonse tortura e mata animais em nome da “arte”

Para: Ex.mo Sr. Presidente da República; Ex.mo Sr. Primeiro-Ministro; LPDA; Presidente da ONU;

Veio-me parar ás mãos este link: http://7coisasdamartina.blogspot.pt/2012/12/holandesa-mutila-tortura-e-mata-animais.html Este link e o seu conteúdo deixou-me chocada, porque não sabia que em pleno século XXI ainda era permitido este tipo de violência. O conteúdo fala sobre uma suposta “artista” holandesa de nome Katinka Simonse (cujo apelido é Tinkebell) e que tem assassinado animais para as suas exibições artísticas. Esta é uma forma cruel de “arte” conhecida como performática. Simonse, de 31 anos, causou indignação entre defensores de direitos animais no mundo e outras pessoas que simplesmente gostam e respeitam os animais. Segundo Tinkebell seu foco é o uso do grotesco para chamar a atenção para a verdade do nosso comportamento. Ela indaga: “Qual é a diferença se uma cobra está sendo morta para a confecção de botas de couro, ou se uma vaca está sendo morta, eviscerada e depois comida, ou ainda se pintos machos, que iam ser mortos de qualquer maneira em uma casa de abate por meio de gaseamento ou outro método, são simplesmente submetidos a um triturador? Qual a diferença de você dar ao seu filho um coelho de estimação ou simplesmente dar-lhe um verdadeiro coelho, morto de pelúcia? Qual é a razão de se conseguir um hamster se você só vai interagir com ele através de uma bola de plástico ou gaiola? Para mim os animais são objetos”. (texto retirado do site) Senti que deveria agir, e como tal estou aqui no intuito de sensibilizar o mundo e tentar travar este tipo de “arte” (se é que se pode chamar de arte). Não se pode acabar a violência com a violência, certo? Solicito que me ajudem a chegar aos ouvidos do governo holandês e não só. Para isso é necessário assinar a petição e divulgar junto dos nossos contactos a fim de podermos ser ouvidos e chegarmos rapidamente a um desfecho.
Obrigada pela participação
Fonte: Petição Pública

Free Chicken Sandwiches For Sports Fans

16/10/2013

Prior to Opening Day I predicted that Philadelphia Phillies C Carlos Ruiz would possess a breakout season outings. The overall game features touchdown runs of 82 and 63 meters. Overall (not an average): 10.0: What can I pretend? As recent five years, cash advances is always under 200 and in 2008 it reached the lowest number since 1995, period when area was built up.

While Gano’s 22 field goals are seventh in the league, you’re buying of a function a good inept offense than becoming a good kicker. He is strong in fielding kicks and allows blockers to dam before he makes a move. Al Woods a defensive tackle regarding your LSU don’t even have to travel far to start his nfl career. Learn probably go as an athlete rather than a quarterback. And, he still may not get bucks Stafford is certain to get this yr .. You could pop around Ipod, stereo, or make use of favorite music channel delivered by your dish or cable company, but keep low.

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Dia do Professo marcado com ptotestos

16/10/2013

Algumas das principais cidades do País tiveram manifestações que terminaram em violência neste Dia do Professor. Ativistas e policiais se enfrentaram em atos que pediam a melhora do ensino no Brasil.

No Rio de Janeiro, a manifestação que começou depois das 17h reuniu cerca de 20 mil pessoas no centro da capital fluminense. O ato transcorreu sem violência, e o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) chegou a declarar finalizado o protesto por volta das 19h45. Contudo, alguns ativistas mascarados continuaram em frente à Câmara de Vereadores.

Por volta das 20h20, rojões começaram a ser disparados. Black blocs arrancaram tapumes e começaram a avançar contra a polícia. Pelo menos um ônibus foi depredado e estações de metrô da região foram fechadas. Os policiais revidaram.

Parte da luz da Cinelândia chegou a ser desligada. Em certo momento, uma cena começou a se repetir. A polícia lançava gás lacrimogêneo nos pontos de concentração de manifestantes, que fugiam. Quando o gás se dispersava, eram os ativistas que voltavam. Por volta das 23h, os confrontos continuavam no Rio de Janeiro.

Em São Paulo, o resultado não foi muito diferente. Parte dos manifestantes depredou o que via pela frente. Eles espalharam lixo pela rua e colocaram fogo. Usaram coquetéis molotov. A polícia reprimiu com gás lacrimogênio e balas de borracha.

O saldo do confronto entre manifestantes e polícia foi de, pelo menos, quatro agências bancárias depredadas na avenida Vital Brasil; três carros comuns do consórcio Via 4 foram depredados; no terminal de ônibus Butantã, um ônibus foi pichado e depredado; na entrada da estação do metrô, vidros foram quebrados; ao menos 75 pessoas foram detidas.

Em Belo Horizonte, professores, estudantes e black blocs tentaram fechar o trânsito em um cruzamento na praça Sete. A polícia respondeu com balas de borracha, spray de pimenta e bombas.

Na medida em que os ônibus se acumularam no trânsito, os motoristas ficaram nervosos e um ônibus da linha 4111 tentou avançar o bloqueio imposto pelos estudantes. Um homem chutou a dianteira do veículo, enquanto outro quebrou um dos vidros laterais, próximo ao motorista, que chegou a discutir com os manifestantes. A polícia conseguiu prender o responsável

Em Porto Alegre, o ato começou em frente à prefeitura. Quando passavam em frente ao prédio onde vive o prefeito José Fortunati arrancaram tapumes que protegem a fachada do prédio e quebraram vidros, enquanto moradores gritavam indignados da janela.

A poucos metro dali, a tropa de choque da polícia militar esperava os manifestantes em frente ao Palácio Piratini, sede do governo do Estado. Um rojão foi disparado contra os PMs, que responderam com bombas de gás lacrimogêneo.

A ação da polícia fez com que os manifestantes recuassem pelas ruas do centro, seguidos pela tropa de choque. O protesto voltou a se reunir no largo Zumbi dos Palmares, mas logo decidiu dispersar.

Um morador de rua, sensibilizado com a manifestação, cedeu seu colchão para ser queimado, mas após incendiarem o objeto, os manifestantes foram embora deixando a fogueira no meio da rua, o que causou revolta no morador de rua. “Eu  dou meu colchão para vocês usarem e vocês vão embora? Deve ser porque eu sou morador de rua”, gritava o homem revoltado.

Apesar do fogo ser pequeno, um caminhão de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas.

Outra cidade com manifestação preparada era Brasília, mas o número de manifestantes foi bem abaixo do esperado, com poucas dezenas de ativistas.

Fonte: yahoo

Depois dos Black blocs, Grupo Anonymous prega a desconstituição do sistema

15/10/2013

Anonymous reivindica ataque a site da PM-RJ e convoca protestos

O site da Polícia Militar do Rio de Janeiro saiu do ar na noite desta segunda-feira. O grupo Anonymous Brasil assumiu a autoria da ação em seu perfil no Twitter.

Na mesma sequência de postagens, um vídeo mostra o depoimento de um policial militar incriminando cinco colegas pela morte de Amarildo e outro convoca manifestações pela educação no dia 15 de outubro.

À 0h desta terça-feira, o site da Polícia Militar do Rio seguia fora do ar.

O grupo hacker Anonymous afirmou ter atacado em 11/10/13 o perfil no Twitter do jornal O Globo. A invasão ocorreu por volta das 14h. Em menos de 30 minutos o grupo havia publicado oito mensagens, convocando a população a participar dos protestos planejados para o 7 de Setembro e também criticando a publicação.

“Sorry (Desculpe)! Mais um perfil desses porcos invadido”, diz a primeira publicação após a invasão, assinada pelo Anonymous.

Esta é mais uma ação do grupo, que desde quarta-feira tem protestado contra a decisão da comissão especial de Investigação de Atos de Vandalismo em Manifestações Públicas – formada pelo Ministério Público, polícias Militar e Civil, e Tribunal de Justiça -, que entrou com uma medida na Justiça Criminal que proíbe o uso de máscaras em protestos no Rio de Janeiro e também determina que manifestantes se identifiquem imediatamente aos policiais em meio a manifestações.

“Restrição de uso de máscaras em manifestações é inconstitucional e é bom que isso seja revogado logo”, diz uma das mensagens publicadas no Twitter do jornal.

Por volta das 15h20, o jornal normalizou o perfil no Twitter. “Amigos, conta recuperada. Estamos de volta”, disse O Globo na rede social.

Em seu site, o jornal afirmou que esta “não é a primeira vez que veículos da imprensa sofrem ataques de hackers”. De acordo com a publicação, outros veículos, como os americanos New York Times e Washington Post, e o inglês The Times, também foram vítimas da ação de grupos como o Anonymous

Ataque ao MP-RJ
Em sua página no Facebook, o grupo afirma que segue o ataque à página do MP fluminense nesta sexta-feira. Às 15h, o site apresentava problemas.

Além de derrubar o site da promotoria, o grupo afirma também que deixou fora do ar o serviço de correio da página. “Pode pegar papel e caneta, pois de nada mais adianta esses computadores. E lembre-se nunca nunca desafie ninguém que o senhor não conheça”, diz uma mensagem, publicada às 13h40, se referindo ao responsável pela manutenção do site.

Outros ataques
Na quarta-feira, o grupo deixou fora do ar por alguns instantes a página do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ). Ontem, O grupo atacou as páginas da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), da Câmara de Vereadores da capital fluminense e do Departamento Estadual de Trânsito do Estado (Detran-RJ) e novamente do MP.

O grupo hacker Anonymous atacou, na madrugada de quinta para sexta-feira, o portal do Governo do Estado de São Paulo. Os ativistas postaram uma mensagem em um dos links de notícias do site, chamando os usuários a participar de um grande protesto marcado para 7 de setembro.

O perfil de Twitter @AnonymouBrasil afirmou ao Terra que o link ficou no ar por “6 ou 7 horas”. Procurada, a assessoria do portal do governo paulista não se posicionou oficialmente sobre o ataque até a publicação desta matéria.

Foto de máscara símbolo do grupo Anonymous ficou no ar por mais tempo do que a notícia - estava disponível até 11h Foto: Divulgação 
  Foto de máscara símbolo do grupo Anonymous ficou no ar por mais tempo do que a notícia – estava disponível até 11h 
Foto: Reprodução

Outros sites estatais sofrerão ataques do gênero, segundo o perfil do Twitter. Ele citou os dos governos estaduais do Distrito Federal, do Rio de Janeiro, de Goiás e de São Paulo, além do site do Senado.

Segundo o perfil, via mensagens diretas, o ataque começou por volta de 23h20 de quinta-feira. A invasão de hoje e as que virão fazem parte da #OperaçãoSetedeSetembro.

“Pretendemos fazer o maior vazamento de documentos governamentais da história do Brasil”, acrescentou o perfil de Twitter, afirmando que os dados serão liberados dia 5 ou 6 de setembro. “Dia 2 de setembro vamos liberar documentos da Policia Federal”, concluiu.

No Facebook, um ativista do grupo @AnonymousBr4sil que prefere não se identificar disse ao Terra que o ataque à página do governo paulista durou cerca de duas horas. Ele também mencionou uma página da Copa do Mundo de Cuiabá, hackeada em junho, quando iniciou a operação hacker. A Secretaria da Copa do Mato Grosso informou, no entanto, que o endereço não é o oficial do governo, e que o site estatal do Mundial nunca foi atacado.

O hacker que respondeu pelo perfil do Facebook também acrescentou que a manifestação prevista para o dia da celebração da Independência do Brasil, parte da #OperaçãoSetedeSetembro, será realizada em mais de 80 cidades, e que o evento na rede social conta com mais de 220 mil confirmados.

O grupo hacker Anonymous atacou nesta quinta-feira as páginas do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), da Câmara de Vereadores da capital fluminense e do Departamento Estadual de Trânsito do Estado (Detran-RJ). Às 19h, apenas a página da Alerj seguia inoperante.

A ação é um protesto contra a decisão da comissão especial de Investigação de Atos de Vandalismo em Manifestações Públicas – formada pelo Ministério Público, polícias Militar e Civil, e Tribunal de Justiça -, que entrou com uma medida na Justiça Criminal que proíbe o uso de máscaras em protestos no Rio de Janeiro e também determina que manifestantes se identifiquem imediatamente aos policiais em meio a manifestações,

Em sua página no Facebook, o grupo hacker confirma a autoria dos ataques às páginas. Em um texto publicado às 18h10, um membro do Anonymous ironiza a tentativa de funcionários do MP fluminense de reestabelecer a normalidade do site da promotoria.

“O pessoal do MP tinha conseguido há 8 minutos atrás pegar o site de volta. Bom, tinha né. Acho bom pararem de tentar e se conformarem que agora esses sites são nossos. Claro até que revoguem aquela palhaçada (a medida que proíbe o uso de máscaras)”, diz o texto, que traz uma lista com os sites “derrubados”.

Segundo ataque ao MP
Este é o segundo ataque feito pelo grupo à página do MP. Ontem, o site da promotoria fluminense enfrentou problemas e chegou a ficar fora do ar por instantes por conta da ação do Anonymous.

“Eu só acho que a galera do MP-RJ pensou que eu estava brincando com eles ontem, quando disse que deixaria o sistema deles fora do ar pelo resto do ano… Na boa, eu estava falando bem serio. Enquanto não revogar, vai continuar a cair”, disse o grupo nesta quinta-feira.

Além de ironizar o Ministério Público, o grupo também publicou mensagens voltadas ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). “Cabral, na boa, quatro sites de uma única vez? Que feio hein. (…) Beijos e me liga Cabral”, afirma outra publicação.

Protestos no 7 de Setembro
Além do anúncio das ações nesta quinta-feira, o grupo publicou também textos que tratam sobre os protestos programados por diversos grupos, em várias cidades do País, durante o feriado de 7 de Setembro.

Segundo uma publicação na página do Anonymous, além dos protestos nas ruas, o sábado será marcado por ações online. “Este final de semana promete, não somente nas ruas mas online também. Expect us (nos aguarde)”, afirma o grupo.

Protestos contra tarifas mobilizam população e desafiam governos de todo o País
Mobilizados contra o aumento das tarifas de transporte público nas grandes cidades brasileiras, grupos de ativistas organizaram protestos para pedir a redução dos preços e maior qualidade dos serviços públicos prestados à população. Estes atos ganharam corpo e expressão nacional, dilatando-se gradualmente em uma onda de protestos e levando dezenas de milhares de pessoas às ruas com uma agenda de reivindicações ampla e com um significado ainda não plenamente compreendido.

A mobilização começou em Porto Alegre, quando, entre março e abril, milhares de manifestantes agruparam-se em frente à Prefeitura para protestar contra o recente aumento do preço das passagens de ônibus; a mobilização surtiu efeito, e o aumento foi temporariamente revogado. Poucos meses depois, o mesmo movimento se gestou em São Paulo, onde sucessivas mobilizações atraíram milhares às ruas; o maior episódio ocorreu no dia 13 de junho, quando um imenso ato público acabou em violentos confrontos com a polícia.

A grandeza do protesto e a violência dos confrontos expandiu a pauta para todo o País. Foi assim que, no dia 17 de junho, o Brasil viveu o que foi visto como uma das maiores jornadas populares do últimos 20 anos. Motivados contra os aumentos do preço dos transportes, mas também já inflamados por diversas outras bandeiras, tais como a realização da Copa do Mundo de 2014, a nação viveu uma noite de mobilização e confrontos em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Brasília.

A onda de protestos mobiliza o debate do País e levanta um amálgama de questionamentos sobre objetivos, rumos, pautas e significados de um movimento popular singular na história brasileira desde a restauração do regime democrático em 1985. A revogação dos aumentos das passagens já é um dos resultados obtidos em São Paulo e outras cidades, mas o movimento não deve parar por aí. “Essas vozes precisam ser ouvidas”, disse a presidente Dilma Rousseff, ela própria e seu governo alvos de críticas.

Fonte: Terra

Ativistas no Greenpeace presos sob acusação de pirataria

08/10/2013

Advogado: ativistas do Greenpeace estão em condições desumanas

A brasileira Ana Paula é uma das ativistas presas na Rússia Foto: Dmitri Sharomov/Greenpeace / Divulgação 
A brasileira Ana Paula é uma das ativistas presas na Rússia

Os tripulantes do Greenpeace indiciados por pirataria por terem participado de um protesto contra a exploração de petróleo no Ártico estão vivendo em “condições desumanas” na prisão e são transportados entre centros prisinais russos como “galinhas de uma granja ruim”, afirmou um advogado esta segunda-feira. Na semana passada, autoridades russas indiciaram por pirataria os 30 tripulantes do navio Artic Sunrise, da ONG, entre eles, a bióloga brasileira Ana Paula Maciel, provocando uma onda de protestos em várias partes do mundo.

 

Os ativistas de 18 nacionalidades diferentes cumprem prisão preventiva de dois meses entre as cidades de Murmansk e Apatity, cerca de 2 mil quilômetros ao norte de Moscou e acima do círculo Ártico.

 

O advogado do Greenpeace Sergei Golubok afirmou durante entrevista coletiva hoje que muitos ativistas não tiveram acesso a água potável ou estão passando fome porque não conseguiram comer a comida das prisões. “Sua situação na prisão não pode ser chamada de outra coisa senão de desumana”, afirmou a jornalistas Golubok, falando por videoconferência de Murmansk.

 

Os ativistas detidos em Apatity têm que fazer longas viagens em frias vans prisionais para as audiências em Murmansk, acrescentou. “Ali as pessoas são confinadas como galinhas de uma granja ruim”, afirmou. “Ninguém recebe cuidados de saúde adequados”, continuou, destacando que alguns ativistas não querem a comida da prisão por questões éticas e religiosas.

 

Os ativistas também se queixaram da vigilância constante de suas celas por câmeras de vídeo instaladas inclusive no banheiro, acrescentou. Centros de prisão preventiva, que são chamados na Rússia de Isoladores de Investigação (Sizo), não são muito diferentes das prisões comuns, conhecidas por condições degradantes e abusos.

 

Os problemas dos ativistas se agravam pelo fato de a maioria ser estrangeira e não falar russo, disse Golubok. Com isso, tarefas simples como tirar dinheiro de suas contas bancárias ou pedir aos guardas da prisão permissão para abrir uma janela se tornam impossíveis. “Eles não conseguem falar com os parentes por telefone porque devem falar em um idioma que os funcionários dos centros de detenção tenham facilidade de compreender”, afirmou Golubok.

 

Um ativista de direitos humanos disse à AFP na semana passada que ativistas do Greenpeace estavam “à beira do choque”, devido às condições em suas celas frias e escuras. Um dos ativistas sofre de asma e outro não tem a tiroide. “Basicamente, eles foram desligados do mundo exterior”, disse Golubok.

 

Na semana passada, o embaixador italiano em Moscou convocou uma reunião com os embaixadores de vários países europeus para coordenar os passos para tentar assegurar a libertação dos ativistas.

 

Um representante do Ministério das Relações Exteriores da Nova Zelândia admitiu, contudo, que havia pouco que pudessem fazer. “Nossas autoridades não são capazes de intervir no processo judicial de outro país, nem podem tentar tirar vantagem do processo”, declarou à AFP um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores e Comércio em comentários enviados por e-mail. “Trata-se de uma questão legal atualmente em curso na justiça da Rússia”, concluiu.

A bióloga brasileira Ana Paula Maciel e outro ativista britânico do Greenpeace, que pertencem ao grupo de 30 pessoas que foram presas na Rússia por organizarem um protesto contra a exploração de petróleo no Ártico, foram acusados formalmente de pirataria, informou o advogado da ONG Mikhail Kreindlin, citado pela agência russa Interfax.

 

 

O Comitê de Instrução russo apresentou ainda as acusações contra o restante dos ativistas, que estavam a bordo do navio “Arctic Sunrise”, na cidade de Murmansk.

 

“Dois de nossos ativistas foram acusados de pirataria marítima em um grupo organizado. São cidadãos do Brasil e do Reino Unido”, assinalou o advogado.

 

Kreindlin também afirmou que as acusações são “absolutamente infundadas, arbitrárias e ilegais”.

 

“Nossos ativistas não tinham nenhuma intenção de se apoderar da propriedade de ninguém. Não havia nenhuma ação criminosa”, acrescentou.

 

Todos os ativistas detidos estão em prisão preventiva por supostamente tentarem invadir uma plataforma de petróleo da empresa russa Gazprom no dia 19 de setembro.

 

“Um grupo de pessoas a bordo do ‘Arctic Sunrise’ e com bastante equipamento destinado a um fim que ainda não foi esclarecido violaram o perímetro de segurança de 500 metros da plataforma Prirazlomnaya e se aproximaram dela”, disse ontem um porta-voz do Comitê de Instrução para resumir os argumentos da acusação.

 

Os ativistas são da Rússia, Brasil, EUA, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, República Tcheca, Polônia, Turquia, Finlândia, Suécia e França.

 

Após o protesto, o navio da ONG foi apreendido pela guarda de fronteiras russa e seus tripulantes detidos e transferidos a terra para responderem perante a justiça.

 

A Gazprom planeja começar a produção de petróleo nessa plataforma no primeiro trimestre de 2014. Segundo a ONG, isso aumentaria o risco de um vazamento de petróleo em uma área que contém três reservas n

O Ministério das Relações Exteriores afirmou que o governo brasileiro instruiu o embaixador do País em Moscou, Fernando Barreto, a assinar uma “carta de garantia” pela ativista brasileira do Greenpeace presa na Rússia, a bióloga Ana Paula Maciel. Pelo documento, o governo brasileiro pede que a ativista aguarde as investigações em liberdade. O pedido, feito por recomendação do ministro Luiz Alberto Figueiredo, garante às autoridades russas que ela terá bom comportamento e que se apresentará à Justiça enquanto for requisitada.

 

A brasileira faz parte do grupo de 30 pessoas que estão presas provisoriamente desde o último dia 19, após um protesto contra a exploração de petróleo no Ártico.

 

Os 30 ativistas vão ser indiciados nesta quarta-feira por pirataria, informou a agência Interfax, citando uma fonte da polícia. Na Rússia, o delito de prática de pirataria pode ser punido com até 15 anos de prisão.

 

Cerca de 50 manifestantes protestavam, contra a prisão de ativistas do Greenpeace na Rússia. Com faixas pedindo a liberdade da bióloga brasileira Ana Paula Maciel, o grupo se concentrou no vão livre do Masp, na avenida Paulista.

 

Segundo informações da Polícia Militar, os manifestantes se reuniram por volta das 10h e não bloquearam a via. Ativistas ambientais pediam a liberação dos 30 representantes do Greenpeace detidos após protesto em uma plataforma de petróleo, no Ártico.

 

Segundo o Greenpeace Brasil, 200 pessoas se reuniram na avenida Paulista. O ato coordenado aconteceu em mais de 140 cidades, de 47 países.  Vestidos de branco e ao som de maracatu, os manifestantes entoaram “gritos de paz”, pedindo a libertação dos ativistas.

 

“Viemos nos somar a milhares de pessoas ao redor do mundo que estão pedindo a liberdade desse grupo de 30 pessoas detidas na Rússia. Queremos demonstrar solidariedade, mas também trazer uma mensagem de paz e alegria”, disse Fernando Rossetti, diretor-executivo do Greenpeace Brasil.

 

Família de ativista faz apelo à presidente
A família de Ana Paula também veio de Porto Alegre para acompanhar a manifestação. “Estou emocionada com a presença de tantas pessoas que não conheciam minha filha, mas que vieram aqui prestar solidariedade”, disse Rosangela Maciel, mãe da ativista brasileira detida na Rússia. “Eu não só tenho esperança, como tenho a certeza de que minha filha, muito em breve, voltará para casa. Ela só fez o bem e não pode ser culpada por isso.”

 

Rosangela fez ainda um apelo à presidente Dilma por sua intervenção no caso: “A presidente Dilma foi uma guerreira como minha filha e já foi presa porque lutava por algo que acreditava. Acredito que como mãe, ela vai se solidarizar com a Ana Paula e intervir junto às autoridades russas pela libertação de minha filha e das outras pessoas presas”, concluiu.

 

Vinte oito ativistas e dois jornalistas foram presos no dia 19 de setembro pelas autoridades russas, depois de um protesto pacífico em uma plataforma de petróleo da empresa Gazprom, no mar de Pechora. O Greenpeace Internacional é contra a exploração de óleo no Ártico.

 

Na quarta-feira, os detidos foram acusados formalmente de pirataria, conforme informou o advogado da ONG Mikhail Kreindlin. Hoje, a Rússia minimizou uma ação legal da Holanda sobre a prisão e a instalação de um processo judicial contra os ativistas, afirmando que o protesto do grupo em uma plataforma de petróleo no Ártico foi “pura provocação”.

 

A Holanda lançou uma ação legal contra a Rússia na sexta-feira, afirmando que o país prendeu ilegalmente ativistas e outras pessoas que estavam no navio de bandeira holandesa no mês passado, quando protestavam contra a exploração de petróleo no Ártico.

 

A acusação de pirataria feita pelos russos pode resultar em penas de até 15 anos de prisão. “Uma acusação de pirataria contra um protesto não violento é um grave precedente contra a liberdade de expressão. Aqueles ativistas estavam lá em defesa do Ártico e do planeta e agiram de modo pacífico, como sempre fizemos ao longo dos nossos 40 anos de história”, disse Fernando Rossetti.

Um porta-voz do Comitê de Investigação (CI) confirmou à AFP que os ativistas serão indiciados, mas se negou a dar detalhes sobre as acusações.

 

Mais cedo, a chefe de uma comissão de vigilância penitenciária informou que os ativistas estão praticamente em estado de choque por causa de sua situação.

 

 

 

“Muitos deles estão quase em estado de choque. Não entendem do que são acusados”, declarou à AFP Irina Païkatcheva, que visitou os militantes em prisão preventiva em Murmansk.

 

“Não podiam imaginar estas consequências depois de uma ação pacífica em um país democrático”, explicou Païkatcheva.

 

Os 30 ativistas que participaram da ação – 26 estrangeiros e quatro russos – foram colocados em prisão preventiva até 24 de novembro sob acusação de “pirataria”, um delito que pode valer até 15 anos de prisão.

 

O barco do grupo, o Arctic Sunrise, foi interceptado em 19 de setembro por um grupo da guarda costeira russa e rebocado para Murmansk.

 

Os tripulantes do barco tentavam abordar uma plataforma da empresa Gazprom no Ártico para protestar contra os projetos de extração de petróleo na região.

 

Em nota, o Greenpeace afirmou que o Comitê de Investigação russo disse que, nesta quarta-feira, serão apresentadas acusações formais às ativistas Dima Litvinov, dos Estados Unidos, e Sini Saarela, da Finlândia.

 

“Não recebemos qualquer informação oficial sobre o conteúdo dessas acusações”, afirmou Ben Ayliffe, coordenador da campanha do Ártico do Greenpeace Internacional, rechaçando a hipótese de pirataria. “Qualquer acusação de pirataria contra protestos pacíficos é absurda e não tem mérito algum nas leis russas ou internacionais. Os ativistas agiram pacificamente contra os riscos de exploração de petróleo no Ártico pela empresa Gazprom”, disse Ayliffe na nota divulgada pela ONG.

Fonte: Terra

 

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