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Sem categoria

Boletim de terremotos recentes

08/05/2012
08/05 04:50 4.5 LEVE Oaxaca
(México)
9 75 0
08/05 00:32 4.8 LEVE Região
das Ilhas Vanuatu, Melanésia
169 225 0
08/05 00:16 4.7 LEVE Próximo
à costa leste de Honshu, Japão
36 165 0
07/05 21:31 4.6 LEVE Norte
do Oceano Índico
14 105 0
07/05 20:01 4.7 LEVE Ilhas
Marianas
184 165 0
07/05 19:27 2.6 LEVE Península
de Kenai, Alasca
44 0 0
07/05 18:59 4.8 LEVE Próximo
à costa leste de Honshu, Japão
5 225 0
07/05 17:49 4.7 LEVE Região
das ilhas Fiji
396 165 0
07/05 16:58 4.4 LEVE Região
do Azerbaijão, em local incerto
19 45 0
07/05 15:16 2.5 LEVE Novo
México (EUA)
5 0 0
07/05 14:36 4.0 LEVE Região
do Azerbaijão, em local incerto
10 15 0
07/05 14:15 5.3 MODERADO Região
do Azerbaijão, em local incerto
11 1335 0.1
07/05 13:19 4.1 LEVE Sul
do Irã
35 15 0
07/05 12:21 4.6 LEVE Dorsal
do Médio Atlântico
10 105 0
07/05 09:53 2.8 LEVE Região
de Porto Rico
6 0 0
07/05 08:36 4.2 LEVE Região
do Azerbaijão, em local incerto
21 15 0
07/05 07:40 4.5 LEVE Sul
da Grécia
39 75 0
07/05 07:27 3.2 LEVE Ilhas
Andreanoff, Aleutas, Alasca
110 0 0
07/05 07:22 2.8 LEVE Região
oeste de Montana, EUA
13 0 0
07/05 07:08 4.8 LEVE Região
das Ilhas Revilla Gigedo
40 225 0
07/05 06:50 2.7 LEVE Região
de Porto Rico
9 0 0
07/05 06:46 4.9 LEVE Região
de Tonga, na Polinésia
39 330 0
07/05 05:38 4.6 LEVE Região
do Azerbaijão, em local incerto
14 105 0
07/05 05:25 4.1 LEVE Oaxaca
(México)
31 15 0
07/05 04:40 5.6 MODERADO Região
do Azerbaijão, em local incerto
23 3765 0.2
07/05 04:00 4.5 LEVE Próximo
à Komandorskie Ostrova, Rússia
38 75 0
07/05 03:27 4.6 LEVE Sul
das ilhas Fiji
503 105 0
07/05 03:14 2.5 LEVE Ilha
do Havaí, Havaí
3 0 0
07/05 03:02 4.3 LEVE Região
de Tarapaca, Chile
85 30 0
07/05 01:14 3.3 LEVE Região
de Porto Rico
50 0 0
07/05 00:51 3.4 LEVE Região
de Porto Rico
14 0 0
07/05 00:29 4.0 LEVE Sudeste
do irã
10 15 0
07/05 00:28 2.7 LEVE Sul
do Alasca
15 0 0
06/05 23:31 2.7 LEVE Região
de Porto Rico
25 0 0
06/05 23:03 4.1 LEVE Mar
de Banda
144 15 0
06/05 22:14 3.8 LEVE Ilhas
Andreanoff, Aleutas, Alasca
25 0 0
06/05 19:26 4.7 LEVE Ilhas
Curilas, Rússia
103 165 0
06/05 17:06 3.2 LEVE Região
de Porto Rico, América Central
67 0 0
06/05 16:58 4.3 LEVE Região
de Kepualan Batu, Indonésia
47 30 0
06/05 16:54 3.0 LEVE Sul
do Alasca
41 0 0
06/05 16:17 2.8 LEVE Região
de Porto Rico
25 0 0
06/05 12:40 5.0 MODERADO Região
central do Peru
59 465 0
06/05 11:36 2.5 LEVE Ao
norte de Idaho, EUA
5 0 0
06/05 10:23 4.7 LEVE Mar
das Molucas
65 165 0
06/05 08:33 4.7 LEVE Sudeste
da Ilha de Páscoa, Pacífico
10 165 0
06/05 08:19 4.6 LEVE Oeste
do norte do Sumatra, Indonésia
10 105 0
06/05 07:22 4.6 LEVE Próximo
à Komandorskie Ostrova, Rússia
19 105 0
06/05 05:54 4.9 LEVE Norte
da cordilheira meso-atlântica
9 330 0
06/05 05:03 4.4 LEVE Simeulue,
Indonésia
41 45 0
06/05 02:40 3.0 LEVE Ilha
do Havaí, Havaí
29 0 0
06/05 00:10 4.4 LEVE Próximo
à costa central do Peru
64 45 0
05/05 23:33 4.2 LEVE Estreito
de Cook (Nova Zelândia)
31 15 0
05/05 23:06 4.4 LEVE Província
de San Juan, Argentina
95 45 0
05/05 21:40 4.5 LEVE La
Rioja, Argentina
94 75 0
05/05 21:14 3.0 LEVE Nevada,
EUA
7 0 0
05/05 20:46 2.6 LEVE Próximo
às Ilhas Kodiak, Alasca
64 0 0
05/05 20:34 4.8 LEVE Leste
de Nova Guiné, Papua Nova Guiné
205 225 0
05/05 20:23 5.5 MODERADO Região
de Tonga, na Polinésia
3 2655 0.1
05/05 20:12 5.2 MODERADO Próximo
à costa leste de Honshu, Japão
50 945 0
05/05 20:09 4.3 LEVE Mar
de Celebes
315 30 0
05/05 19:34 2.7 LEVE Nevada,
EUA
0 0 0
05/05 18:43 4.8 LEVE Mindano,
Filipinas
106 225 0
05/05 17:12 4.6 LEVE Região
de Guam, EUA
43 105 0
05/05 15:55 4.4 LEVE Albânia
10 45 0
05/05 14:25 3.2 LEVE Região
da República Dominicana
109 0 0
05/05 14:24 3.2 LEVE Região
da República Dominicana
47 0 0
05/05 14:06 2.5 LEVE Sul
do Alasca
49 0 0
05/05 13:44 3.1 LEVE Alasca
Central
122 0 0
05/05 12:08 4.8 LEVE Norte
do Oceano Índico
10 225 0
05/05 09:48 4.1 LEVE Oaxaca
(México)
26 15 0
05/05 09:23 4.5 LEVE Nordeste
da Califórnia, EUA
2 75 0
05/05 08:12 4.5 LEVE Próximo
à costa leste de Honshu, Japão
47 75 0
05/05 05:58 4.3 LEVE Sul
de Qinghai, China
28 30 0
05/05 04:21 2.5 LEVE Alasca
Central
110 0 0
05/05 03:34 4.7 LEVE Norte
do Oceano Índico
12 165 0
05/05 02:30 3.8 LEVE Estreito
de Bering
19 0 0
05/05 02:05 4.2 LEVE Em
território mexicano, local incerto
35 15 0
05/05 01:57 4.4 LEVE Iraque
14 45 0
05/05 00:20 4.7 LEVE Sudeste
da Ilha de Páscoa, Pacífico
10 165 0
05/05 00:11 4.9 LEVE Sudeste
da Ilha de Páscoa, Pacífico
10 330 0
05/05 00:04 4.1 LEVE Mar
de Banda
561 15 0
04/05 23:33 4.3 LEVE Norte
de Svalbard
10 30 0
04/05 20:09 4.4 LEVE Região
da Índia, em local incerto
13 45 0
04/05 18:57 4.2 LEVE Guatemala
108 15 0
04/05 17:58 4.9 LEVE Sul
das ilhas Fiji
35 330 0
04/05 17:40 3.0 LEVE Península
do Alasca
200 0 0
04/05 16:23 5.0 MODERADO Norte
do Oceano Índico
14 465 0
04/05 13:19 2.9 LEVE Alasca
Central
3 0 0
04/05 10:55 4.7 LEVE Ilha
Vancouver, Canadá
10 165 0
04/05 09:52 2.9 LEVE Região
de Porto Rico, América Central
13 0 0
04/05 07:07 4.0 LEVE Guerrero
(México)
24 15 0
04/05 07:07 2.5 LEVE Ilhas
Andreanoff, Aleutas, Alasca
47 0 0
04/05 06:52 2.6 LEVE Ilhas
Andreanoff, Aleutas, Alasca
30 0 0
04/05 06:34 2.5 LEVE Ilhas
Andreanoff, Aleutas, Alasca
10 0 0
04/05 06:29 4.5 LEVE Nova
Bretanha, Papua Nova Guiné
74 75 0
04/05 06:21 2.7 LEVE Região
da República Dominicana
8 0 0
04/05 05:38 4.4 LEVE Turquia,
em local a ser determinado
9 45 0
04/05 05:38 2.8 LEVE Ilha
do Havaí, Havaí
10 0 0
04/05 05:34 4.6 LEVE Hokkaido,
Japão
95 105 0
04/05 05:33 2.6 LEVE Ilhas
Andreanoff, Aleutas, Alasca
31 0 0
04/05 05:31 3.0 LEVE Região
de Porto Rico, América Central
7 0 0
04/05 05:16 2.7 LEVE Ilha
do Havaí, Havaí
0 0 0
04/05 03:55 3.1 LEVE Região
de Porto Rico
24 0 0
04/05 02:54 4.5 LEVE Próximo
à costa leste de Honshu, Japão
61 75 0
04/05 02:31 4.8 LEVE Nova
Bretanha, Papua Nova Guiné
50 225 0
04/05 02:00 4.3 LEVE Turquia,
em local a ser determinado
9 30 0
03/05 23:45 2.5 LEVE Ilhas
Andreanoff, Aleutas, Alasca
25 0 0
03/05 22:17 2.8 LEVE Ilhas
Fox, Alasca
23 0 0
03/05 21:45 4.1 LEVE Turquia,
em local a ser determinado
10 15 0
03/05 21:20 4.9 LEVE Ilhas
Curilas, Rússia
165 330 0
03/05 16:16 4.2 LEVE Turquia,
em local a ser determinado
9 15 0
03/05 16:14 5.1 MODERADO Nova
Bretanha, Papua Nova Guiné
57 660 0
03/05 15:20 5.0 MODERADO Turquia,
em local a ser determinado
9 465 0
03/05 15:17 4.7 LEVE Sul
da Grécia
22 165 0
03/05 14:28 4.6 LEVE Próximo
à costa norte da Nova Guiné
108 105 0
03/05 14:15 2.6 LEVE Sul
do Alasca
146 0 0
03/05 13:38 4.9 LEVE Oeste
do norte do Sumatra, Indonésia
29 330 0
03/05 11:10 4.8 LEVE Sul
das ilhas Fiji
562 225 0
03/05 11:10 4.6 LEVE Em
território mexicano, local incerto
35 105 0
03/05 10:19 5.2 MODERADO China,
em local desconhecido
13 945 0
03/05 10:09 5.5 MODERADO Região
da fronteira entre Irã e Iraque
10 2655 0.1
03/05 08:14 4.2 LEVE Em
território mexicano, local incerto
62 15 0
03/05 07:25 4.4 LEVE Península
de Kanchatka, Rússia
111 45 0
03/05 06:42 4.7 LEVE Região
de Hindu Kush (Afeganistão)
144 165 0
03/05 03:44 3.5 LEVE Ilhas
Andreanoff, Aleutas, Alasca
25 0 0
03/05 02:50 2.7 LEVE Havaí
41 0 0
03/05 02:45 3.0 LEVE Sul
do Alasca
4 0 0
03/05 01:57 4.3 LEVE Próximo
à costa oeste da Turquia
12 30 0
03/05 01:18 4.9 LEVE Ilhas
Andaman, próximo à India
79 330 0
03/05 00:31 3.0 LEVE Península
do Alasca
19 0 0
02/05 23:54 4.5 LEVE Região
de Nias, Indonésia
37 75 0
 LEVE 0 0
xx/xx xx:xx x.x MODERADO ———————————— xxx xxxxxxxx xxxx
Data Hora Mag. Intensidade Local Prof. Tons de TNT BA


Prof = Profundidade em km
Tons de TNT
= Quantidade de energia liberada equivalente em toneladas de TNT
BA =
Quantidade de bombas atômicas equivalentes à de Hiroshima, de 20 Ktons de TNT

 

 

Relatório SismológicoDe acordo com os dados
recebidos nas últimas 48 horas, o evento de maior intensidade ocorreu na
região do Azerbaijão, em local ainda a ser determinado
, às 04:40 UTC do dia
07/05. O evento foi localizado a 23 km e de profundidade e segundo o USGS,
Instituto de Pesquisas geológicas dos EUA, a magnitude do tremor foi calculada
em 5.6 graus. Do total de 132 eventos dos últimos sete dias , 122 deles foram
classificados como de intensidade leve e 10 atingiram o status de moderados.
FONTE: APOLO11

Concilie o trabalho com a vida amorosa

28/03/2012

 

Se trocarmos as palavras “amor
e carreira” por “felicidade e sucesso”, talvez fique mais fácil identificarmos
em que temos investido nossa atenção e nosso talento, quais são nossas
prioridades e quanto temos buscado o equilíbrio entre essas duas
conquistas.

Sim, há quem aposte no dito popular que preconiza “sorte no
jogo, azar no amor”. Ou ainda que se dar bem no trabalho implica em se dar mal
no relacionamento amoroso. Será? Será mesmo que o sucesso numa área da vida
determina o fracasso na outra? Será que a vida é feita de extremismos e
polaridades opostas?

Não necessariamente, posso garantir. Entretanto,
vale lembrar que a vida é, sim, feita de escolhas, e requer dedicação. Além
disso, o equilíbrio perfeito entre todas as áreas da vida seria o ideal, sem
dúvida. Porém, entre o ideal e o real existem ilusões e crenças que precisam ser
encaradas com consciência e maturidade.

Se a dúvida é sobre o que
investir mais e mais rapidamente (amor ou carreira), a resposta é: depende do
momento. Depende dos planos. Depende do que está acontecendo. Não há melhor
maneira de acertar, quando o assunto é viver, do que observar atentamente o que
se passa ao nosso redor.

Não aguenta mais pensar e não encontrar a
resposta? Então, pare por um instante, desligue-se da intensa demanda de
compromissos, desejos, pensamentos e pressões diárias. Respire fundo e relaxe.
Mergulhe para dentro de si. E simplesmente sinta. O que você quer? Não pense.
Sinta! O que seu coração está pedindo? O que sua alma está sussurrando? O que
seu corpo está tentando lhe contar?

Todo o seu ser é uma sinfonia
perfeita e num estado de equilíbrio repleto de sabedoria. Mas eis o segredo:
trata-se de uma sabedoria silenciosa, que não briga com os ruídos do mundo. Que
não disputa. Que não faz força. Simplesmente é. Está aí. Disponível para quando
você estiver pronto para ouvi-la, ou melhor, para senti-la. E isso significa
que, em princípio, você já sabe no que deve investir mais neste momento. Apenas
não está em silêncio o bastante para ouvir.

Porque assim como quem anda
numa corda bamba, tendo de pender o corpo ora mais para a direita, ora mais para
a esquerda, a fim de não cair, nós também, na tentativa de não deixar sucumbir
nem o sucesso e nem a felicidade, nem a carreira e nem o amor, teremos de pender
ora mais para um, ora mais para o outro.

E se parece tão simples, por que
será que, na maioria das vezes, é tão difícil? Simplesmente porque os extremos,
por mais paradoxal que sejam, nos parecem mais fáceis. E quase sempre, é a
partir deles que funcionamos: ou investimos tempo e energia demais no amor, ou
investimos tempo e energia demais no trabalho. Resultado? Desequilíbrio,
sensação de falta, de incompetência, de frustração.

Atualmente, o que
mais vemos são pessoas relativamente satisfeitas com seu trabalho, conquistando
bens materiais mesmo que com um pouco de sacrifício, mas perdidas e angustiadas
no que tange ao coração, ao amor. Enroladas, sem conseguir conversar, sem chegar
a um consenso, sem experimentar a paz no relacionamento.

É verdade que
carreira depende de questões mais objetivas e amor depende de questões mais
subjetivas. Além disso, o trabalho é um caminho mais individual, enquanto que o
amor é trilhado a dois. Mas a despeito dessas diferenças, a duas questões
começam e terminam sempre no mesmo ponto: quanto você está disposto a se
dedicar, ouvir, aprender, ceder e investir?

Lembre-se de que as paixões
cheias de dramas e de “tudo ou nada” são perfeitas para as telas da tevê e do
cinema, mas bem pouco eficientes na vida real. Porque na vida real, o que conta
é o que você faz, o que você diz e o quanto existe de autêntico nessas ações. É
assim que funciona no seu trabalho e também naquele espaço infinito e
inexplicável entre os seus olhos e os olhos da pessoa que você ama!

Por Rosana Braga (Site Vidanova)

 

O que é mal de movimento?

20/03/2012

Sinônimo de lazer e de momentos de
dolce far niente, as férias também podem significar uma verdadeira
tortura para quem sofre de cinetose, uma alteração da percepção dos movimentos.
Também conhecido como enjoo de movimento, o distúrbio é um tipo de
labirintopatia que provoca vários malestares: tontura, náuseas (com ou sem
vômito), sudorese, palidez, desconforto físico, aumento da salivação,
hipersensibilidade a odores, dor de cabeça, perda da capacidade de concentração,
inabilidade em realizar tarefas e sensação de desmaio, entre outros sintomas.
Acostumadas a passar mal durante as viagens e até mesmo em brinquedos de parques
de diversões, muitas dessas pessoas simplesmente descartam o prazer
proporcionado por essas atividades.

“A cinetose afeta as pessoas em movimento, sobretudo quando viajam de avião,
trem, barco ou carro”, explica o médico Pedro Pinheiro, especialista em medicina
interna da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. “O distúrbio do movimento
normalmente ocorre quando o corpo está parado e o entorno da pessoa está em
movimento ou o inverso”, ressalta a otoneurologista Roseli Saraiva Moreira
Bittar, professora-assistente do Setor de Otoneurologia do Hospital das Clínicas
da Faculdade de Medicina da USP. O cérebro se confunde com as informações
conflitantes entre o labirinto e a visão, percebida como tontura.

“Esses sintomas se manifestam com mais frequência durante as viagens de
navio, quando muitos passageiros passam mal”, acrescenta Fernando Freitas
Ganança, otoneurologista, professor- adjunto do Ambulatório de Otoneurologia da
Universidade Federal de São Paulo. “Mesmo quem está acostumado a viajar de barco
pode vir a sofrer com a cinetose, especialmente se o mar estiver agitado”,
explica.

Quer em mar, quer em terra, qualquer indivíduo pode ser afetado pelo enjoo do
movimento, embora existam pessoas mais propensas ao distúrbio. O motivo disso é
o modo de funcionamento do nosso cérebro. Uma de suas principais tarefas é
interpretar as mensagens do meio externo recebidas pelo corpo. Para saber sua
posição em relação ao espaço, ou se está ou não em movimento, o cérebro precisa
receber e interpretar informações de três sistemas diferentes: visão, ouvido
interno e propriocepção, também chamada de capacidade cinestésica. Esse conjunto
de órgãos fornece informações para o sistema nervoso central, que as interpreta
e identifica a posição do corpo no espaço, transmitindo-nos a sensação de
equilíbrio e segurança.

Cabe à visão, por exemplo, informar o cérebro sobre o ambiente. Sua
tarefa não é difícil: basta estar com os olhos abertos para saber se estamos nos
movimentando ou não. “A visão, porém, pode nos pregar boas peças e informar ao
cérebro que estamos nos movimentando, quando na verdade estamos parados”, diz
Pinheiro.

Sentidos traiçoeiros
O exemplo mais comum, já vivenciado por
muitos motoristas, é aquela sensação que, às vezes, se tem, quando se está
parado em um semáforo, de que o carro está andando para trás apenas porque o
veículo ao lado andou um pouco para a frente. “A visão do outro automóvel indo
para a frente pode fazer com que o cérebro interprete que é o nosso carro que
está andando para trás, fazendo-nos instintivamente pisar no freio”, explica
Pinheiro.

Quanto ao ouvido interno, ele abriga o labirinto, um órgão que faz parte do
aparelho vestibular, responsável pela manutenção do equilíbrio. O labirinto é um
conjunto de arcos semicirculares, com líquidos em seu interior. Interpretada
pelo cérebro, a movimentação desses líquidos ajuda a identificar os movimentos
(angulares, acelerações lineares e forças gravitacionais) e a nos manter em
equilíbrio. Também é o labirinto que informa ao cérebro sobre a direção dos
movimentos da cabeça e do corpo (para cima, para baixo, de um lado para o outro,
para a frente, para trás e rotações).

Já a propriocepção, ou cinestesia, é a capacidade de o cérebro reconhecer a
localização espacial do corpo, sua posição e orientação, a força dos músculos e
a posição de cada parte do corpo em relação às demais, sem uso da visão. É a
propriocepção que nos permite, de olhos fechados, saber se estamos com as pernas
erguidas, com o corpo inclinado para a frente ou com os braços dobrados. “Quando
todos esses sistemas funcionam de maneira congruente, o equilíbrio é mantido sem
problemas. No entanto, quando há conflito entre a informação do labirinto e a do
sistema visual, o cérebro se confunde e surgem náuseas e mal-estar – a cinetose

Ninguém está imune ao enjoo de movimento. O que varia é a intensidade do
estímulo necessária para desencadear os sintomas. A cinetose pode ocorrer em
qualquer fase da vida, mas raramente ocorre antes dos 2 anos de idade. Contudo,
tem maior incidência entre as mulheres, as grávidas e portadores de labirintite,
enxaqueca e ansiedade. Segundo Roseli, as mulheres apresentam labirintopatia de
formas mais prevalecentes do que os homens. Isso pode ocorrer por fatores
hormonais. “Sabe-se também que as mulheres costumam procurar mais assistência
médica que o homem, o que poderia favorecer a prevalência desse diagnóstico no
gênero feminino”, completa a médica.

Diagnosticada a cinetose, o tratamento é feito com remédios que previnem o
enjoo e as crises, além de exercícios de reabilitação do equilíbrio. A
reabilitação vestibular é uma espécie de fisioterapia do labirinto, com o
objetivo de apressar o amadurecimento e a compensação do sistema de percepção.
“Em geral, os programas de retreinamento desse conflito entre os sistemas visual
e vestibular apresentam ótimo resultado”, afirma Ganança.

Dicas úteis
Ninguém deve se privar de um passeio em virtude da
cinetose. Para prevenir o distúrbio, alguns truques podem ser úteis. Entre eles,
sentar no banco da frente do transporte e prestar atenção ao caminho, manter os
olhos fixos em um ponto imóvel, não olhar objetos ou situações em movimento
(como as ondas do mar, por exemplo), não ficar muito tempo em jejum e ter
cuidado com as dietas radicais.

Em contrapartida, também não se deve comer em demasia antes de se expor a
situações estimulantes, como andar de barco, em carrosséis e montanhas-russas e
viajar de carro. “O ideal é ter uma alimentação balanceada e comer a cada três
horas”, orienta Roseli. Outros truques são aumentar a ingestão de água
(recomenda-se beber pelo menos seis copos por dia), evitar o café, as bebidas
alcoólicas, os doces e os alimentos muito gordurosos e fugir de lugares
abafados, preferindo sempre locais bem ventilados.

LABIRINTITE
DESESTABILIZADORA

Labirintite é o termo popular para as labirintopatias,
os distúrbios do labirinto, o órgão responsável pelo equilíbrio e a audição. O
ouvido possui dois componentes fundamentais: a cóclea 1 , responsável pela
audição, e o vestíbulo 2 , responsável pelo equilíbrio – ambos formam o
labirinto 3 . O equilíbrio corporal garante estabilidade, harmonia e precisão
nos movimentos, produzindo segurança e conforto. O comprometimento do labirinto
provoca tonturas, desequilíbrio, surdez, zumbidos e vertigens (tontura
rotatória). Vertigens intensas podem gerar náuseas, vômitos e até uma sensação
angustiante de morte iminente.

Deve-se ainda evitar o contato com cheiros como o do motor da embarcação, do
escapamento do carro e de cigarro. “Nos passeios de barco, quem sofre de
cinetose deve se posicionar nos lugares mais próximos ao meio da embarcação,
onde balança menos”, prossegue a otoneurologista. “O mais importante é tentar
transmitir pela visão a mesma informação de movimento transmitida pelo ouvido
interno”, completa Pinheiro. Por isso, fixar o olhar em pontos próximos ao
horizonte é sempre melhor. No avião, por exemplo, a pessoa deve ficar na janela
e olhar a paisagem, procurando ainda se sentar nos assentos próximos às asas,
pois sofrerá menos movimentos.

Já no navio, o ideal é se esquivar de cabines sem janelas e olhar para o
horizonte, porque isso transmite mais sensação de movimento do que ficar dentro
do quarto, olhando para a parede. Nas viagens de carro, é melhor sentar no banco
dianteiro e olhar sempre para a frente, em direção aos objetos mais distantes no
horizonte. “A pessoa nunca deve se posicionar de costas para a direção em que o
veículo se locomove nem ler durante as viagens, principalmente em viagens de
automóvel”, ensina Pinheiro.

Se, mesmo seguindo essas recomendações, o viajante ainda passar mal, há
algumas orientações sobre como ele deverá agir durante uma crise. O primeiro
passo é ir para um lugar ventilado e permanecer sentado, de olhos abertos,
olhando para um ponto fixo na parede. Em uma crise, nunca dirija ou manuseie
máquinas ou equipamentos cortantes. Por último, embora as farmácias
comercializem dezenas de medicamentos contra os males da cinetose, nunca se
automedique. Procure um médico.

Fonte: Revista Planeta

 

Ginástica Ocular

20/03/2012

Faça estes exercícios

Por Roberto Inacio

Várias vezes em palestras, ou por e-mail, me
perguntam porque devemos fazer exercícios para os olhos, já que ver é uma coisa
natural. E a resposta é sempre simples: Ver é uma coisa natural, sim, mas será
que nós estamos levando uma vida natural?
Nossos olhos foram feitos, e
usados, por milhões de anos para ver de perto e de longe, alternando o tempo
todo. E usando os olhos muito mais ao ar livre do que em ambientes
fechados.
E hoje? Quantas horas passamos olhando o computador, sempre à mesma
distância, quase sem piscar e normalmente numa postura não lá muito correta.

Claro que com isso os problemas de visão estão aumentando ‘epidemicamente’ –
estudos recentes na Europa mostraram que 75% dos jovens de 18 anos têm problemas
de miopia. Culpa do computador, dos videogtames, da TV e até, em nível bem
menor, lógico, da leitura de livros.
Então, Ginástica Ocular deve ser
praticada todo dia, sim, porque os olhos são iguaizinhos às outras partes do
corpo, e claro que precisam de exercícios.
Todas as culturas antigas,
indianos, chineses, índios de vários países sempre praticaram exercícios
visuais. Nós aqui, os gênios do Ocidente, deixamos para lá e dizemos: ah,
qualquer problema coloco óculos e pronto… Será mesmo?
Eu conheço
pessoalmente 3 pessoas que eram cegas quase que totalmente e recuperaram a visão
quase que totalmente fazendo os exercícios do Dr. Bates.

Um é o Meir
Schneider, que depois virou terapeuta e criou seu próprio método terapêutico – o
Self-Healing – para os olhos e para todo o corpo. Outra é a Sylvia Lakeland, que
se curou fazendo tratamento com o próprio Meir, e o Reynaldo Jardim, que perdeu
a visão por causa de um remédio que tomou e danificou totalmente seus nervos
óticos. Já cego, Reynaldo ganhou um CD com os exercícios da Sylvia, praticou-os
todos os dias, nas praias de Santos, com chuva ou com sol, e em um ano recuperou
a visão (o que os médicos diziam que era impossível, que ele seria cego para
sempre…)

Então, vamos passar mais alguns exercícios para vocês de
Ginástica Ocular:

1. Sentado, mesmo diante do computador (de preferência
tire a imagem do monitor) e, sem mexer a cabeça, olhe para cima, volte e olhe
para baixo. Faça 10 vezes, ou um pouco menos se achar que está difícil.
2.
Olha para a esquerda e depois para a direita. Também 10 vezes para cada lado e
sempre prestando atenção na respiração, para que ela esteja tranquila e
profunda.
3. Olhe para cima, na diagonal à esquerda, e depois para o chão, à
direita. Depois inverta, direita acima e esquerda abaixo. Sempre 10 vezes para
cada ponto.
4. Agora é só girar os olhos em círculos, primeiro no sentido
horário e o mais amplo que você consiga. Depois de 10 vezes, inverta e faça o
mesmo no sentido anti-horário.
5. E agora os olhos giram mas fazendo uma
espiral. Ou seja, o movimento começa amplo no sentido horário e vai se fechando
até o círculo ser quase que só uma bolinha. Em seguida, começando do círculo
pequenino vá girando os olhos no sentido antihorário e aumente o círculo até o
máximo que você conseguir
Nada de muito difícil, certo? E demorou quanto?
Menos de 10 minutos. Agora faça uns 3 minutos de ‘palming’, aquele de aquecer as
mãos esfregando-as e depois colocá-las sobre os olhos, sem tocá-los, e ver, ou
imaginar, o negro mais negro que você já viu na vida. No começo é meio difícil,
e você vai ver outras cores e estrelas e por aí afora. Isso é apenas um sinal de
que seu olhos ainda estão com muita tensão. À medida em que eles relaxam de
fato, aí você começa a ver o negro e depois o veludo negro…
Faça o palming
numa posição confortável, sem tensionar os ombros e o pescoço. Pode ser sentando
a cavalo numa cadeira comum, apoiando os braços no encosto e aí colocando as
mãos sobre os olhos. Ou então numa mesa, colocando livros ou almofadas como

apoio para os braços.

Outros exercícios para daqui a uma hora e
pouco…

Já falamos em outro artigo mas sempre é bom repetir: se você
trabalha muito tempo seguido no computador, fique o tempo todo tirando
rapidamente os olhos do monitor e olhando para alguma coisa mais distante, um
quadro na parede, o teto, outra parede, qualquer coisa desde que mais distante
que o monitor. E sempre que possível olhe pela janela para bem longe. Ou então
dê um jeito de ir para a rua, algumas vezes por dia, e olhar uns 5 minutos para
as nuvens do céu, contornando-a com o olhar. Esses exercícios são muito bons
para evitar miopia e até para melhorar um pouquinho o problema.
E para mexer
um pouco o corpo, além dos olhos, faça o Grande ou o Míni-Volteio. O grande você
faz de pé, esticando um braço para a frente, com o polegar ou o indicador
apontando para cima e gire o corpo para um lado e para o outro, com os olhos
acompanhando o movimento do dedo. Para facilitar o movimento, quando você gira
para um lado levante o calcanhar do pé do outro lado.
E o pequeno volteio é a
mesma coisa, só que é feito sentado, girando sobre o assento da cadeira e com os
olhos sempre acompanhando o movimento do dedo. Ao girar sobre o assento, observe
se você sente os ísquios, aqueles ‘ossinhos’ de nossas nádegas, que são sempre a
base correta de quem está sentado (a pior forma de sentar, e que muito
utilizada, é sobre o sacro, o último osso da coluna e onde fica a maior
concentração dos nervos de nosso corpo).
Neuróbica

Desta vez um
exercício bem fácil:
O que pesa mais: meia galinha morta ou meia galinha
viva?

Fonte: Site Vidanova

Como posso ajudá-lo?

20/03/2012

Por Maria Silvia Orlovas

Quantas vezes você quis ouvir
esta pergunta? E quantas vezes você ofereceu ajuda desta forma?
Tenho certeza
que essa questão traz uma profunda reflexão, porque é muito bom receber ajuda,
mas nem sempre as pessoas oferecem aquilo que precisamos e sabemos também que,
em momentos importantes, já ficamos sem saber muito bem como oferecer nossos
préstimos.
Aprendi a respeitar o poder transformador dessa pergunta fazendo
serviço ao próximo, pois, na tentativa de ajudar instituições carentes e mesmo
pessoas que passam por dificuldades, sofri com o desencontro entre a minha forma
de dar e a forma do outro receber. E percebi que isso também vale para
relacionamentos, porque o descompasso entre as pessoas é muito grande.
Você
já parou para pensar que as coisas que mais você valoriza podem ter pouca ou
nenhuma importância para o seu parceiro? Já parou para pensar que você pode
estar investindo um tempo importante em agradar seu chefe, pai, ou um amigo
querido, fazendo coisas que podem não ter o mesmo valor para ele?
Pois é,
amigo leitor, nós enfrentamos um grande desgaste nas relações por conta desse
descompasso. Lembro que anos atrás uma importante sexóloga falava na TV da
importância de conversar sobre sexo com o parceiro, e os níveis de audiência dos
programas eram bem altos, mas acho que não falta interação apenas nas questões
íntimas. Falta em muita coisa. Porque também acontece das pessoas pensarem,
desejarem uma coisa e manifestarem outras gerando a sua volta muita complicação.
E nem sempre é uma ação consciente. Às vezes, as pessoas querem apenas se
proteger não pedindo ajuda, não mostrando suas fragilidades, não dizendo o que
pensam.
Sempre brinco com meus clientes dizendo que até o sexo pode não ser
íntimo. Já que para entregar a alma, precisamos confiar e sentir que o outro nos
aceita como somos. Porém, confiança não se cria no impulso. Podemos até gostar
de alguém espontaneamente. Podemos querer a amizade, ou sentir atração, mas
intimidade é algo que vem com a convivência, com a parceria e entrega. Quando o
tema é Vidas Passadas, então, acontecem muitos enganos.
Um deles é quando as
pessoas sentem que encontraram uma alma gêmea e descobrem, depois de um tempo,
que esse parceiro ideal tem atitudes negativas e egoístas.
Para tocar o
coração de verdade precisamos nos dispor a ajudar e não impor aquilo que achamos
ser bom. Precisamos deixar cair as máscaras e armaduras.

Como posso
ajudá-lo, significa que estou disponível a tentar dar o que você precisa, não o
que eu quero. Significa também tomar atitudes.
Sabemos de tantas coisas, já
fizemos tantos cursos, mas de que adianta tudo isso se não nos dispomos a ouvir
o outro e oferecer o que ele precisa e praticar o que aprendemos?
Quantas
histórias poderiam ter uma continuidade feliz se os parceiros simplesmente
abrissem suas barreiras e se colocassem honestamente? Porque o dialogo sem
verdade não alivia a convivência. Se permanecermos no nosso mundinho, defendendo
nosso pequeno território, jamais seremos felizes de verdade.
Para oferecer e
receber ajuda é preciso humildade.
O que temos pode ser muito bom, porém, se
não é o que o outro precisa você não se sentirá recompensado pela doação, nem o
outro feliz com o presente.
Num mundo onde existir mais honestidade e
humildade, as pessoas não precisarão de presentes para serem lembradas, nem de
datas especiais para celebrar o amor.
Será que já estamos prontos para
assumir essa conduta

Fonte: Site Vdanova

 

 

Doenças do sono: apneia e ronco

17/03/2012

Um estudo realizado na Grã-Bretanha provou que o ronco pode ser
reduzido ou mesmo eliminado com exercícios de canto.

Durante três meses, 60 pacientes participantes dos testes clínicos no
hospital Royal Devon and Exeter, na cidade de Exeter (sudoeste da Inglaterra)
fizeram os exercícios para melhorar a tonificação dos músculos da garganta
desenvolvidos por uma professora de canto local, Alise Ojay, especificamente
para pessoas que roncam.

“Foi um teste consideravelmente grande, tivemos 60 pessoas com roncos simples
e outros 60 com apneia do sono. A metade deles estava nos grupos de controle
onde não fizeram nada, enquanto os outros fizeram os exercícios”, explicou Ojay
à BBC.

Segundo ela, pacientes que fazem estes exercícios de voz, pronunciando os
sons “ung” e “gar” juntos e em tons diferentes conseguiram diminuir e até acabar
com o ronco.

A diretora de coral afirmou à BBC que os exercícios precisam ser feitos
diariamente, durante três meses, para o paciente conseguir alguma melhora. Estes
exercícios diários são realizados durante 12 minutos no primeiro mês e 18
minutos nos meses seguintes.

Academia

Depois de anos de estudo e testes com voluntários que roncavam, os estudiosos
descobriram que os exercícios vocais funcionam para as pessoas que sofrem de uma
forma simples do problema e aquelas com apneia do sono suave ou moderada.

Ouça os exercícios de canto para diminuir o ronco

Sons devem ser praticados de forma repetitiva para
fortalecer músculos da garganta.

Para executar este conteúdo em Java você precisa estar
sintonizado e ter a última versão do Flash player instalada em seu
computador.

 

Existem diferentes causas para o ronco. Mas, de acordo com Ojay, a maioria
dos que começam a roncar com o passar do tempo, como parte do processo de
envelhecimento, o fazem devido à falta de tônus muscular na garganta.

“Quando se deitam para dormir, os tecidos obstruem a garganta, a respiração é
mais turbulenta e forçada. É quando qualquer tecido solto começa a vibrar”,
disse a especialista.

“E estes exercícios foram elaborados especificamente para as pessoas que
roncam porque os músculos da garganta ficaram flácidos”, acrescentou.

A diretora de coral gravou um CD com os exercícios para tonificar a garganta
que, segundo ela, são diferentes do que simplesmente o ato de cantar.

“Trabalho com sons que soam vigorosamente e movimentos fortes e repetitivos
no músculo importante para a pessoa que ronca”, afirmou.

Ojay acrescenta que estes exercícios são como ir à academia para trabalhar
uma área específica de músculos, de uma forma repetitiva.

Muitas vezes, ao se tratar de doenças do sono, é difícil saber qual profissional procurar. Com mais de 80 distúrbios catalogados, pneumologistas, otorrinolaringologistas, neurologistas e psiquiatras podem ser especialistas no assunto. Quando os casos apontam para ronco ou apneia obstrutiva do sono (AOS) – em que a pessoa tem a respiração obstruída por alguns segundos enquanto está dormindo – pode ser necessária uma equipe multidisciplinar no tratamento.

Para o médico Geraldo Lorenzi Filho, coordenador do Núcleo Interdisciplinar da Ciência do Sono, em São Paulo, alguns distúrbios podem ser controlados com a ajuda de um cirurgião-dentista. O profissional capacitado para interpretar uma polissonografia, pode identificar e prevenir ronco comum, bruxismo, e apneia. “Trata-se de um problema extremamente comum, sabemos que um terço da população adulta sofre de apneia”, diz Lorenzi.

Isso ocorre pois, além de alguns hábitos predisporem o ronco – sobrepeso, idade avançada, álcool, remédios para dormir, desvio de septo, entre outros –, a espécie humana tem maxila e mandíbula pequenas em relação à maioria dos mamíferos. Assim, ao dormir, a musculatura relaxa e pode ocorrer a obstrução da garganta, o que causa a apneia. “Nos casos leves a moderados, o cirurgião-dentista pode atuar de forma importante através da orientação do uso de placas de avanço mandibular durante a noite, resolvendo o problema na maioria dos casos”, explica o médico.

Artur Cerri, coordenador da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APCD, diz que a participação do cirurgião-dentista como integrante de uma equipe multidisciplinar no tratamento do ronco e da apneia do sono leve a moderada é fundamental. Para capacitar esses profissionais, a APCD oferece o curso “Tratamento do ronco e apneia do sono pelo dentista”. Segundo o coordenador, Sergio José Nunes, o profissional da Odontologia pode reconhecer os pacientes que estão em risco de apresentar distúrbios do sono, realizar exames físicos que facilitam o diagnóstico e conhecer as formas mais atuais de tratar o problema. “O cirurgião-dentista tem uma visão privilegiada da garganta do paciente, devendo, portanto, estar atento ao problema”, diz Nunes.

Fonte: Terra

Você está dormindo o
suficiente?

Você demora
mais de 30 minutos para adormecer à noite? Ou acorda frequentemente no meio da
noite e tem dificuldade para voltar a dormir? De manhã, sente muito cansaço e
preguiça? Você sente sono durante o dia, particularmente em situações
monótonas?

Se você
respondeu “sim” a qualquer uma das perguntas acima, você pode estar dormindo
menos que o necessário, e isso pode estar afetando sua vida sem que você nem ao
menos perceba. E você não está só. Um pesquisa realizada recentemente nos
Estados Unidos pelo instituto Gallup mostrou que metade dos adultos
norte-americanos têm problemas para dormir. A verdade, porém, é que poucos
reconhecem a importância de um descanso adequado, ou têm conhecimento de que
hoje em dia existem métodos eficazes para prevenir e controlar a
insônia.


Por que o sono é
tão necessário?

O sono não
é simplesmente um intervalo em nossas vidas tão cheias de afazeres. Ele é
essencial para nossa saúde física e emocional.

Fisicamente, o sono adequado ajuda o corpo a se recuperar de
doenças e ferimentos. Uma comissão de especialistas dos Estados Unidos disse que
distúrbios do sono podem ser uma significativa barreira para a recuperação,
podendo até exacerbar a doença primária.

Mas os
benefícios emocionais e mentais do sono são também significativos. Uma pesquisa
epidemiológica descobriu que as pessoas com insônia crônica eram mais propensas
a desenvolver vários tipos de problemas psiquiátricos, e tinham maiores
probabilidades de precisar de serviços de saúde que as pessoas com sono
normal.

Até mesmo
distúrbios ocasionais do sono podem tornar a vida diária mais estressante, ou
diminuir sua produtividade. Na pesquisa Gallup citada acima, as pessoas que
dizeram não ter dificuldades para dormir relataram também maior capacidade em
concentrar-se, cumprir tarefas pessoais e profissionais, e superar irritações
passageiras. Em contraste, a falta de sono pode diminuir a habilidade de
realizar tarefas que envolvam memória, aprendizado, raciocínio lógico e cálculos
matemáticos. Isso pode contribuir para dificultar o relacionamento com parentes,
amigos e colegas de trabalho, sem falar que erros e falta de empenho no trabalho
podem comprometer até mesmo o emprego.

De fato, a falta de sono é apontada como um
dos fatores que podem prever o absenteísmo, custando cerca de 150 bilhões de
dólares à economia norte-americana a cada ano, segundo estimativas
conservadoras. O sono insuficiente também pode ser perigoso, e causar acidentes
sérios ou mesmo fatais. A Administração Nacional de Segurança no Tráfego dos
Estados Unidos diz que mais de 200 mil acidentes de trânsito a cada ano estão
relacionados à fadiga.

Quanto se deve dormir?

A
necessidade de sono varia. Em geral, adultos saudáveis necessitam em média de
sete a nove horas de sono por noite. Há quem se sinta novo em folha depois de
dormir cinco ou seis horas. Há gente, por outro lado, que não consegue funcionar
se não dormir pelo menos 10 horas seguidas. E, ao contrário do que geralmente se
pensa, a necessidade de sono não diminui com a idade (O que acontece é que a
capacidade de dormir bem pode diminuir).

Assim sendo, como saber quanto tempo de sono
você realmente precisa? Se você tem dificuldade em permanecer alerta durante
situações monótonas ou maçantes, quando a fadiga é normalmente “desmascarada”,
você provavelmente não está desfrutando de tempo suficiente de sono de boa
qualidade. Outros sinais são a tendência a se irritar muito facilmente como
colegas de trabalho, familiares e amigos, e dificuldade em concentrar ou lembrar
fatos.

Sono é tudo igual?

Pode ser
surpreendente descobrir que durante as horas em que parece que você se “apaga”
totalmente, muita coisa está acontecendo. As pessoas com sono normal apresentam
uma “arquitetura de sono” relativamente previsível. “Arquitetura de sono” é o
termo usado para descrever um padrão alternante entre sono REM (da sigla em
inglês para “movimento rápido dos olhos”) e não-REM.

O sono REM
é quando você sonha, e é caracterizado por um alto nível de atividade. De fato,
seu batimento cardíaco, pressão sanguínea e respiração são semelhantes ao que
você experimenta quando não está dormindo. Além disso, acredita-se que as
lembranças são consolidadas durante este estágio do sono.

Já durante
os estágios mais profundos do sono não-REM, os batimentos cardíacos e a
frequência respiratória diminuem e a pressão sanguínea se reduz. Esses estágios
do sono são, ao que tudo indica, os que restauram a capacidade física do
corpo.

Os cientistas definem o melhor sono como
aquele que tem a mistura certa de REM e não-REM, permitindo que você se sinta
com o máximo de energia física e mental.

Quais são os maiores “ladrões de
sono”?
 

Fatores
psicológicos
O estresse é
considerado por muitos especialistas como a causa número  um de dificuldades
passageiras do sono. É muito comum a apresentação de dificuldades para dormir
quando a pessoa está passando por dificuldades na escola ou no trabalho, quando
tem um problema no casamento ou em outro relacionamento pessoal, ou quando há
alguém seriamente doente na família, por exemplo. Normalmente, quando o problema
desaparece ou diminui, o sono retorna. De qualquer modo, se os distúrbios
passageiros do sono não forem tratados da maneira correta desde o início, podem
durar muito mais do que o problema que os originou.

É por isso que é aconselhável falar com um
médico sobre qualquer dificuldade para dormir que seja recorrente ou persista
por mais de uma semana. Profissionais de saúde podem ajudar você a tomar as
primeiras medidas para controlar ou prevenir a insônia. E como a insônia também
pode ser um sintoma de depressão, a avaliação do médico é
essencial.

Hábitos
nocivos

Sem
perceber, você pode estar fazendo coisas durante o dia ou a noite que prejudicam
sua capacidade de dormir bem. Por exemplo: tomar bebidas alcoólicas ou que
contenham cafeína no fim da tarde ou à noite; praticar exercícios físicos antes
de deitar; não ter uma hora certa para deitar ou despertar; e trabalhar ou
realizar atividades que exijam muito do cérebro bem antes de deitar, ou até na
própria cama.

Trabalho em
turnos

Se o seu emprego exige que você trabalhe em
turnos variados, dormir bem pode ser particularmente difícil. Trabalhar em
turnos diferentes do normal fazem com que você tente dormir quando existem
muitas atividades acontecendo ao seu redor, e quando seu “relógio biológico” diz
que você deveria estar em pé. Um estudo mostrou que os trabalhadores em turnos
são de duas a cinco vezes mais propensos a dormir durante o trabalho que os
trabalhadores com horários regulares durante o dia.

“Jet
Lag”

Outro ladrão de sono é o “jet leg”, uma
dificuldade em dormir causada por viagens através de várias zonas horárias. O
problema é que seus ritmos biológicos saem de sincronismo.

Interferências ambientais

Um ambiente de dormir cheio de distrações, como um
quarto muito frio ou muito quente, com muitos ruídos ou com muita luz pode ser
uma barreira para um sono reparador. Outras influências às quais se deve ter
atenção são o conforto e o tamanho de sua cama e os hábitos de quem dorme ao seu
lado, no caso de camas de casal. Ter que dormir ao lado de quem ronca, não
consegue pegar no sono, acorda a toda hora ou apresenta outros distúrbios do
sono se torna rapidamente um problema para ambas as pessoas. Ajude seu
parceiro(a) a conseguir ajuda profissional o quanto antes.

Fatores físicos

Um grande número de problemas físicos pode interferir
com a habilidade de pegar no sono e dormir bem. Por exemplo, a artrite e outras
condições que causam dor ou desconforto podem tornar difícil um bom sono; o
mesmo acontece com distúrbios respiratórios como asma ou apnéia (na qual o ar é
obstruido repetidamente ao longo da noite). Variações hormonais, inclusive
aquelas causadas por tensão pré-menstrual (TPM) ou menopausa, podem perturbar o
descanso noturno. Da mesma forma, a gravidez – especialmente durante o terceiro
trimestre – pode tornar mais difícil o sono.

Medicamentos

Além dos fatores citados acima, é bom lembrar que
certos medicamentos, tais como esteróides e remédios para pressão alta, asma ou
depressão podem causar dificuldades para dormir como efeitos
colaterais.

Quem tem mais dificuldades para dormir?

Praticamente todo mundo sofre pelo menos uma noite de
sono difícil de vez em quando. Mas, como a lista de “ladrões do sono” sugere, há
certas pessoas que são particularmente vulneráveis. Por exemplo: estudantes,
trabalhadores em turnos variáveis, viajantes e pessoas que sofrem de estresse
agudo, depressão ou dores crônicas.

Além disso, estima-se que 40% ou mais das mulheres
experimentem distúrbios do sono, enquanto entre os homens o índice é de 30%.
Essa maior incidência de distúrbios do sono pode ser atribuída às variações
hormonais que acompanham a menstruação, a gravidez e a menopausa. E, ainda, às
pressões que as mulheres sofrem quando precisam trabalhar fora e ao mesmo tempo
cuidar da família e da limpeza da casa.

As pessoas mais velhas frequentemente têm
dificuldades para dormir. Apesar de mais da metade das pessoas acima de 65 anos
de idade relatarem algum grau de dificuldade para dormir, o repouso inadequado
não é parte inevitável do processo de envelhecimento. É verdade que mudanças no
“relógio biológico” ao longo dos anos faz com que as pessoas mais velhas sintam
sono antes, acordem mais vezes durante a noite, tenham sono menos profundo e
despertem mais cedo. Mas a necessidade total de sono do organismo não muda.
Alguns dos “ladrões de sono” mais comuns entre as pessoas idosas são as mudanças
na rotina diária e na qualidade de vida por causa da aposentadoria ou da morte
do cônjuge, a alta incidência de problemas médicos, e o maior uso de
medicamentos.

O segredo de um bom sono

Uma visita ao médico pode ser o primeiro passo. É
preciso verificar se não há problemas de saúde que estejam contribuindo ou
causando o distúrbio do sono.

Em muitos casos, o médico pode recomendar mudanças no
estilo de vida para ajudar a promover um sono mais reparador. É preciso ter
sempre em mente que o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para
outra. Descubra o que funciona melhor para você. De qualquer modo, algumas
sugestões são válidas para todos:

·   Evite cafeína,
nicotina e álcool no fim da tarde e à noite. A cafeína e a nicotina podem
retardar seu sono, e o álcool pode interromper seu sono no meio da noite.

·   Pratique exercícios
regularmente, mas pelo menos três horas antes de deitar. Caso contrário, seu
corpo não vai ter tempo suficiente para relaxar.

·  Se você tem dificuldade
para pegar no sono à noite, não cochile durante o dia.

·   Estabeleça uma rotina
regular e relaxante para a hora de deitar. Isso vai permitir sinalizar ao seu
cérebro que é hora de dormir. Em geral, tente reservar de sete a oito horas de
sono, e siga a rotina da forma mais constante possível. Mesmo nos finais de
semana.

·   Sua cama não deve ser
usada para nada que não seja sono ou sexo. A cama deve estar associada com o ato
de dormir.

·   Se você não conseguir
pegar no sono em 30 minutos, não fique virando na cama. Levante e encontre
alguma atividade relaxante, como ouvir música suave ou ler um bom livro até
sentir sono. Lembre: tente limpar a mente, não use esse tempo para tentar
solucionar seus problemas.

Quando procurar ajuda?

Se os problemas de sono persistirem por mais de uma
semana, ou se a falta de sono estiver interferindo nas suas atividades durante o
dia, você pode precisar de ajuda profissional. Para que a consulta seja a melhor
possível, vale à pena manter um diário de seu sono durante uns 10 dias, para
identificar quanto tempo de sono você está conseguindo durante um certo período
de tempo, e o que você está fazendo para talvez causar o problema. Um diário
pode ajudar o médico a entender melhor o seu problema.

Mudar seu estilo de vida pode não ser suficiente.
Para proporcionar alívio a curto prazo e ajudar a quebrar o ciclo da falta de
sono que pode levar à ansiedade e à depressão, um medicamento pode ajudar
enquanto as mudanças de comportamento não fazem efeito. Na maioria dos casos, a
medicação deve ser usada somente até que o fator principal do distúrbio esteja
controlado, ou até as mudanças no estilo de vida poderem fazer efeito –
normalmente por volta de duas semanas.

Muita gente toma medicamentos para dormir sem receita
médica. Nesse caso, é bom avisar ao médico que tipo de remédio está sendo
tomado.

A verdade é que um sono adequado é tão essencial para
a boa saúde e para um desempenho adequado no dia-a-dia quanto o exercício e a
boa nutrição. Se você não está dormindo o suficiente, procure ajuda. Seu corpo
merece.

Fonte: National
Sleep Foundation, BBC

Conheça os avatares do Site Terra 2012

04/03/2012

Aguarde até breve para interagir com eles!

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=WOoWs4ji42g&feature=fvsr’]

Fonte: Youtube

A fragilidade do amor

16/02/2012

 

 

 

 

 

Embora seja a força transformadora mais poderosa que existe, o amor é, paradoxalmente, extremamente frágil. Talvez por isso, nos surpreendamos de modo admirável ao descobrir que um dia, repentinamente, nosso sentimento por alguém mudou de forma.

Geralmente esta descoberta é fonte de muita angústia e sofrimento, pois sabemos o quanto ela magoará o outro. O mesmo acontece quando somos nós quem deixamos de receber o amor que desejamos. Por mais que isto nos desagrade, quando o amor desaparece não há nada que possamos fazer para trazê-lo de volta.

Se todos tivéssemos, desde cedo, esta consciência acerca da fragilidade do amor, certamente nos manteríamos mais alertas quanto aos cuidados que uma relação amorosa exige.

Infelizmente, a maioria dos relacionamentos tem como base de sustentação o ego, e por essa razão, é inevitável que sentimentos como a posse, o ciúme, o orgulho e toda sorte de emoções geradas pela insegurança e a baixa auto-estima, direcionem as atitudes.
A consciência e a maturidade são ingredientes essenciais para que uma relação de amor se mantenha fortalecida e possa crescer cada vez mais em qualidade.

Somente a observação permanente de nossos próprios sentimentos e fragilidades, bem como os de nosso parceiro, podem trazer uma percepção clara dos jogos e armadilhas que o ego nos impõe e, deste modo, impedir que o amor seja destruído.

” Não pense que o amor é eterno. Ele é muito frágil, tão frágil quanto uma rosa. Pela manhã, ela está ali; ao entardecer, ela se foi. E pequenas coisas podem destruí-la.

Quanto mais elevado for algo, mais frágil será. Ele precisa ser protegido. Uma pedra permanecerá, mas a flor irá embora. Se você atirar uma pedra na flor, a pedra não se machucará, mas a flor será destruída.

O amor é muito frágil, muito delicado. Você precisa ser muito cuidadoso e cauteloso com ele. Você pode causar um tal dano que o outro se fecha, fica defensivo. Se você estiver brigando muito, seu parceiro começará a escapar; vai se tornar cada vez mais frio e fechado, de modo a não ficar mais vulnerável a seu ataque.

Então, você o atacará ainda mais, porque você resistirá a essa frieza. Isso pode se tornar um círculo vicioso e é assim que pessoas enamoradas pouco a pouco se separam. Elas se afastam uma da outra e acham que a outra foi a responsável, que a outra a traiu.

Na verdade, como percebo, nenhuma pessoa enamorada jamais traiu alguém. É somente a ignorância que mata o amor. Ambas queriam ficar juntas, mas ambas eram ignorantes.

A ignorância delas fez com que entrassem em jogos psicológicos, e esses jogos se multiplicaram. Pouco a pouco elas vão se afastando. Então, elas acham que o amor é perigoso. O amor não é perigoso. Apenas a inconsciência é perigosa.

Há muitas pessoas que evitam o amor simplesmente para estar em chão seguro. Há pessoas que não querem se comprometer em nenhum relacionamento porque elas sabem que uma vez que você esteja comprometido e mais próximo, começam as brigas, começam as resistências e as coisas feias começam a borbulhar – então, pra quê?

No máximo, elas ficam interessadas em relacionamentos sexuais, mas não em intimidade. E a menos que um relacionamento se torne íntimo e profundo, você nunca saberá o que é um relacionamento. Um relacionamento simplesmente sexual é uma coisa periférica e isso nunca o satisfará”.
Osho, Beloved of my Heart.

Autora: Elisabete Cavalcanti (Site Vidanova)

Por que temos de enfrentar as doenças?

24/01/2012

 por Mauro Kwitko

Muito se tem falado hoje em dia sobre a origem real das doenças físicas, ou melhor dito, as manifestações patológicas que surgem em nosso corpo físico. Alguns médicos da Medicina tradicional ainda relutam em aceitar e integrar ao seu cotidiano novas maneiras de avaliar a doença, movidos por um receio difícil de entender. Teimosamente, preferem deixar isso completamente de lado, ou a cargo dos psicólogos e psiquiatras. Mas outros já estão se abrindo para a Medicina do futuro e estendendo seus raciocínios para a integração Espírito-Mente-Corpo, a união das várias maneiras de ajudar um doente.

Mas, embora mesmo entre os leigos, já se acredite na gênese ou, pelo menos, na grande influência do nosso jeito de ser em nossas doenças físicas, poucas pessoas entendem como isso acontece. E os raciocínios simplistas são de que o nervosismo tem relação com a gastrite, os problemas afetivos com o infarto do miocárdio, etc.

Os nossos pensamentos e sentimentos, as nossas características de personalidade e o nosso modo de viver são os causadores das chamadas “doenças físicas”. E, então, é óbvio que os tratamentos tradicionais endereçados apenas ao corpo físico, seus órgãos e partes, não podem ter uma ação realmente curativa, e é o que se observa na prática médica tradicional, ortodoxa. Mas não queremos com isso criticar a Medicina tradicional, pelo contrário, reconhecemos nela uma eficiência inigualável nas urgências e emergências. Pretendemos apenas endereçar aos seus praticantes uma mensagem de ampliação de seus conhecimentos, rumo ao “invisível”, aos métodos energéticos de investigação e cura, que é o ofício das terapias “alternativas”. Não se trata de negação ou combate ao pensar ortodoxo e, sim, uma nova onda de aprofundamento, de continuação de seus postulados, um sopro novo que abre enormes possibilidades ao médico e aos terapeutas em geral. É uma continuação, uma ampliação do conhecimento e não uma negação ou uma disputa.

Sendo as doenças provocadas originalmente em nossos pensamentos e sentimentos, a verdadeira cura tem que se endereçar a esses efeitos primários. A doença deve ser vista como a conseqüência de um equívoco, de um erro, e apenas a correção pode propiciar a verdadeira cura. Esse erro, na maior parte das vezes, vem de uma falta de sintonia da nossa personalidade encarnada com a nossa Essência, ou seja, os raciocínios, modos de sentir e de agir, enquanto aqui encarnados, não têm uma concordância com o nosso bem supremo. Essas “infrações” repercutem energeticamente nos corpos sutis e daí, em seguida, no corpo físico. A cura real, íntima, vem da retificacão dessas questões patogênicas e isso pode ser atingido por um trabalho profundo de autoconhecimento, de interiorização, e um aprofundamento nas questões espirituais.

Se a doença vem da raiva e atinge, por exemplo, o fígado, a vesícula biliar ou o cérebro, a cura da raiva pode ocasionar a cura da repercussão física, mas, principalmente, curar o corpo emocional e o corpo mental e isso é o mais importante, pois são esses corpos que permanecerão conosco depois do desencarne e ao reencarnarmos novamente. Isso é uma verdadeira cura, enquanto que uma “cura” dos órgãos afetados ou uma extirpação cirúrgica é um modo caridoso de tratar, mas paliativo. Nunca devemos nos esquecer que o único corpo descartável que possuímos é o corpo físico, que deve ser bem tratado e cuidado, mas não pode se constituir no enfoque principal dos métodos de cura. Os corpos que permanecerão conosco devem merecer a nossa atenção, no meu modo de ver, até mais do que o corpo visível.

Se a doença vem da mágoa, do ressentimento, da tristeza, dos medos, da falta de confiança, do orgulho, da vaidade, etc., é isso que deve ser curado. Dependendo da expectativa do profissional de cura, o enfoque visará “curar” apenas o corpo físico ou os corpos mais sutis com repercussão no físico.

A grande causa da doença da humanidade encarnada é esquecer que está aqui de passagem, em busca da melhoria de certas características que ainda necessitam do confronto com as situações da vida encarnada para a sua exteriorização. E, então, viver como se realmente tivéssemos nascido (a chegada) e fôssemos morrer (a saída), sem saber que a nossa maneira de pensar e de sentir já são nossas há muito tempo, de antes de aqui chegarmos, e que quando são negativas e prejudiciais estão nos revelando claramente o que descemos para curar, faz com que a personalidade encarnada viva quase de uma maneira ilusória, apegada à superficialidade das coisas, interessada mais em aspectos fúteis e vazios, temporários e sem importância, quando deveria endereçar sua atenção e seu foco existencial ao verdadeiro objetivo de sua breve estadia nesse plano terreno: a correção de suas imperfeições.

Esse erro de enfoque faz com que geralmente o que viemos para curar, a raiva, a tristeza, a mágoa, o egoísmo, etc., permaneça em nossos corpos emocional e mental, e, pior, muitas vezes até amplificados por novos erros e enganos. A doença do ser humano é a mesma doença da humanidade, a falta da verdadeira visão sobre suas questões profundas e transcendentais. E, a par dos enormes benefícios da Medicina alopática, ela tem um aspecto muito prejudicial, em nível consciencial, que é alienar o doente de seus processos patológicos, transformando-o numa vítima da doença e não um participante ativo de todo o processo. Não é uma questão de culpa por sua doença e, sim, de responsabilidade. O doente revela-se em sua doença, ele e a sua doença são a mesma coisa. Por isso a cura das doenças do Homem virá junto com a cura da distorcida visão da humanidade, em relação a essas questões. A seu tempo, em alguns séculos, isso irá se formatando e teremos um dia um novo Homem encarnado sobre a Terra, construindo um mundo de amor, de paz e de progresso, criando consigo a verdadeira justiça, a fraternidade e a igualdade. Nesse dia, as doenças físicas serão raras, pois estarão praticamente curadas num nível sutil, de pensamentos e sentimentos.

Fonte: Vidanova

Medo do que é novo

18/01/2012

 por Maria Silvia Orlovas –

Nos últimos dias, conversei com algumas pessoas que me confidenciaram um medo em relação ao futuro, medo que as espera em 2012. Foi quando mergulhei em mim mesma em busca de resposta e da ressonância desse sentimento e encontrei uma reverberação desse sentimento negativo em mim também.

O passo seguinte foi me perguntar por que sentir medo? Por que temer?

Sempre procuro observar o que está à minha volta, e refletir sobre as emoções e sentimentos que me perturbam e percebi que a insegurança é um fator muito perturbador na vida das pessoas. O tempo todo sentimos medo e se não nos conscientizamos desse sentimento perturbador o medo vai tomando conta de nós e fechando as portas para atitudes inovadoras e libertadoras. Seguimos aprisionados ao medo de errar, de perder, de ousar, de fazer diferente, de assumir relacionamentos mais íntimos, de começar coisas novas. Mas por que olhar o futuro de forma negativa, por que não nos permitir ter esperanças? Por que guardamos dentro de nós as referências daquilo que não deu certo, passando por cima e esquecendo as coisas boas?
Precisamos mudar isso!

E esta importante mudança está em nós. A libertação deste padrão de consciência baseado no medo não acontecerá naturalmente. Serão as nossas forças, a nossa compreensão que mudará o futuro e também o presente.

Vejo muitas pessoas ficarem esperando as coisas acontecerem para acreditarem no bem, para transformar suas vidas em algo mais positivo. Esperam resultados externos, como uma promoção, ou o reconhecimento de alguém. E como quase sempre a vida não nos dá o que esperamos o tempo todo, a frustração toma conta das emoções, o medo se instala, e o sentimento de autoproteção vem e nos encapsula numa redoma. Concordo que precisamos aprender com os erros, com as coisas ruins que nos acontecem. Precisamos nos proteger e não repetir atos negativos, nem permitir que as coisas ou as pessoas nos machuquem, mas ainda feridos, precisamos dar espaço para tentar novamente, e fazer outros caminhos e novas escolhas. E essa atitude não deveria ser apenas de almas corajosas e otimistas.

Ousar, abrir, viver e deixar o sofrimento ir embora, focando a mente e o coração nas coisas positivas que temos deveria ser uma atitude natural para todos.

Vejo que a fé, aquela que move montanhas nasce dessa fluidez de deixar as coisas acontecerem, de nos permitir errar e de refazer caminhos. Não precisamos ser perfeitos para sermos amados, também não precisamos esperar alguém perfeito na nossa vida para sermos felizes.

Se formos mais leves em relação a cobranças, vivendo com uma boa dose de otimismo o que a vida nos oferecer, esse terrível inimigo da evolução que é o medo, desaparecerá sem esforço. Por que ter medo do futuro, se você acreditar que as coisas são passageiras, que você pode fazer de um outro jeito, que você pode ser feliz com aquilo que tem?

O bem mais precioso da sua vida é você mesmo, e cuidar de equilibrar suas emoções, seus pensamentos, faz toda diferença entre a escolha de ser feliz ou se preocupar. Se você viver o hoje na totalidade de suas possibilidades positivas, e fizer a sua parte, com certeza a felicidade do amanhã está garantida.

Fonte: Site Vidanova

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