Traduzir
Participe de nossos abaixo-assinados
Petição Pública
Prezado Leitor, sua participação é muito importante para nós. Pedimos que, no site www.peticaopublica.com.br,
para cada abaixo-assinado de que você queira participar, digite seu nome completo, RG ou CPF e e-mail. Aproveite para recomendar o site a sua rede de contatos. Obrigada.
Lista de Links

Sem categoria

CINEMA no Terra2012

23/06/2013

 

Hoje: Bezerra de Menezes

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=MAK6pTBqdZM’]

Fonte: Youtube

CINEMA no Terra2012

23/06/2013

 

Hoje: Minha Vida na Outra Vida

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=8VFpb4zv7MY’]

Fonte: Youtube

CINEMA no Terra2012

23/06/2013

Hoje: NOSSO LAR, de Chico Xavier

 

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=CWws4LMSyE8′]

Fonte: Youtube

CINEMA no Terra2012

23/06/2013

HOJE: E A VIDA CONTINUA, da obra de Chico Xavier

 

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=yochxj0pHUg’]

Fonte: Youtube

Manifestações no exterior ocorrem em apoio às do Brasil

19/06/2013

Brasileiros no exterior fazem ato em apoio a manifestações

Protestos acontecem em diferentes cidades desde 16/6/13
‘Pedimos respeito, acima de tudo’, diz leitora em Barcelona, Espanha.

Brasileiros no exterior realizam atos desde o domingo (16) para dar apoio às manifestações realizadas em todo o Brasil. Barcelona e Coimbra foram algumas das cidades que receberam protestos em favor aos movimentos no país. Confira alguns relatos.

Manifestantes se organizaram e fizeram protesto em Reykjavík, cidade na Islândia (Foto: Marta Isaac/VC no G1)
Manifestantes se organizaram e fizeram protesto
em Reykjavík, cidade na Islândia (Foto: Marta Isaac
/VC no G1)

Reykjavík, Islândia – 20/6
“O protesto foi organizado através do Facebook e contou com mais ou menos 40 participantes e ainda com o apoio de alguns portugueses que também moram aqui. Ele aconteceu hoje [20/6] e se iniciou às 20h e terminou após passeata pelo centro as 21h [hora local]. O clima da manifestacao foi tranquilo com exposicao do grupo de capoeiristas aqui da Islândia, onde cantaram e prostestaram ao mesmo tempo. O motivo da manifestação é em apoio aos protestos no Brasil. Não a PEC 37, melhora na educacao, saúde, transporte, seguranca, hospitais, não a corrupcao, prisão aos criminosos do mensalao, entre outros. Os cartazes foram poucos, mas muitos falaram de seus descontentamentos com tudo e como é urgente este apoio aos irmãos brasileiros em protesto neste momento”
Marta de Mattos Isaac, 31 anos, bacharel em direito


Manifestantes se reuniram em Zurique, Suíça, nesta quinta-feira (20) (Foto: Marcos Aurelio da Silva Diniz/VC no G1)
Manifestantes se reuniram em Zurique, Suíça,
nesta quinta-feira (20) (Foto: Marcos Aurelio da
Silva Diniz/VC no G1)

Zurique, Suíça – 20/6
A manifestação foi em frente ao meu serviço, começou por volta das 16h da tarde de hoje, dia 20, tudo num clima de paz, com vários cartazes em português, inglês e alemão. Não pude ficar muito tempo, só alguns minutos, mas foi o suficiente para tirar algumas fotos e fazer alguns vídeos com meu celular e ver que, mesmo à distância, os brasileiros que moram aqui concordam e apoiam o manifesto, para que o brasil evolua e acabe a corrupção. O que vou falar agora, eu não falo só por mim, falo por muitos brasileiros e pessoas de outras nações que moram aqui e todos dizem a mesma coisa. Todos amamos o nosso pais. a nossa terra mãe, mas não temos segurança, assistência médica e educacional. Com este movimento, começamos a ter esperança. Esperança de que o Brasil vai mudar, mudar pra melhor, e, com isso, possamos voltar pra nossa terra, e ter certeza de que toda a segurança que temos aqui na Suíça também vai ter no Brasil. O manifesto falava do absurdo que é o salário mínimo, do descaso ao ensino e a saúde, porque o governo da mais atenção a Copa do que para o povo. Muitos gritavam “o gigante acordou”.
Marcos Aurelio da Silva Diniz, 34 anos, desenhista


Manifestantes em Frankfurt, Alemanha, nesta quinta-feira (20) (Foto: Karla Barros Miguez/VC no G)
Manifestantes em Frankfurt, Alemanha, nesta
quinta-feira (20) (Foto: Karla Barros Miguez/VC no
G1)

Frankfurt, Alemanha – 20/6
“A manifestação ocorreu hoje [quinta-feira], dia 20. A concentração começou às 16h e a manifestação em si iniciou às 17h. De acordo com os dados da polícia alemã, estiveram presentes cerca de 300 pessoas. A manifestação ocorreu de forma muito pacífica, ruas foram bloqueadas para os demonstrantes passarem e fomos escoltados por policiais que fizeram o seu papel de nos permitir manifestar contra aquilo que está nos indignando. Ao final, em frente ao consulado brasileiro, tivemos a oportunidade de fazer perguntas ao Cônsul, que se solidarizou com a causa e se disponibilizou a escrever um documento oficial onde constará os motivos da manifestação do ponto de vista dos brasileiros que moram nesta região. Assim, mesmo estando longe do nosso país, temos a chance de contribuir de alguma forma por um Brasil mais justo para todos. Os manifestantes tinham como objetivo primordial apoiar os protestos que andam acontecendo no Brasil. Além disso, lutar contra as ações violentas da polícia durante os protestos, contra a corrupção e o mal uso dos impostos principalmente nos setores educacional e de saúde pública”
Karla Barros Miguez, 27 anos, jornalista e antropóloga cultural


Brasileiros fazem manifestação em Verona, Itália, na quarta-feira (19) (Foto: André Luis Meireles Porto/VC no G1)
Brasileiros fazem manifestação em Verona, Itália,
na quarta-feira (19) (Foto: André Luis Meireles Porto
/VC no G1)

Verona, Itália – 19/6
“Sou estudante de Direito aqui na cidade de Verona, na Itália, onde realizamos o protesto. Foi realizado dia 19, às 18h, no horário local, e durou até a partida do Brasil contra o México. Éramos em mais de 50 pessoas. O clima da manifestação era completamente pacífico, mas com muitos momentos de emoção, quando alguns dos presentes se manifestaram com suas próprias indignações. Nós nos reunimos por solidariedade aos protestos no brasil e se via a maior indignação por conta do presidente da Comissão Direitos Humanos da Câmara [Marco Feliciano], que não deveria de forma alguma aprovar o projeto da cura gay. Pedimos autorização à polícia de Verona e eles nos concederam sem problemas. Na Piazza Bra, em Verona, local dos protestos, os policiais foram muito solidários conosco e se via que gostariam de se juntar a nós, mas não podiam”
André Luis Meireles Porto, 31 anos, estudante de Direito


Protesto toma rua de Londres nesta terça-feira (18) (Foto: Alan Page/VC no G1)
Protesto toma rua de Londres nesta terça-feira (18)
(Foto: Alan Page/VC no G1)

Londres, Inglaterra – 18/6
“A manifestacao ocorreu entre 17h e 20h [no horário local]. Eu diria que, no minimo, tinham umas 3000 pessoas. O clima era pacifico, tranquilo. O principal motivo da manifestacao era dar um apoio aos brasileiros e dizer que também nos sentimos o que vocês sentem, mesmo longe e estamos gritando por vocês”
Alan Page, 41 anos, engenheiro civil

 


Brasileiros em Miami, nos EUA, também se reuniram para protestar. (Foto: Alex Souza/VC no G1)
Brasileiros em Miami, nos EUA, também se
reuniram para protestar.
(Foto: Alex Souza/VC no G1)

Miami, EUA – 18/06
“A manifestação ocorreu às 17h, horário de Miami, em Downtown Miami, na região conhecida como Bayside, em frente ao [ginásio] American Airlines Arena. A polícia fez barricadas em algumas ruas para desviar o trânsito. Estava para começar o jogo do [time de basquete] Miami Heats, por isso o policiamento estava reforçado, mas tínhamos a autorização e auxílio da polícia para o evento. Sou natural de Linhares (ES), vivo há quase 16 anos nos EUA.”
Alex Souza, 31 anos, empresário


Manifestantes fazem passeata em Bologna, na Itália (Foto: Vanessa Trally Bard/VC no G1)
Manifestantes fazem passeata em Bolonha, na
Itália (Foto: Vanessa Trally Bard/VC no G1)

Bolonha, Itália – 18/6
“A manifestação aconteceu em 18/06, às 17h no horario da Itália, na Piazza del Nettuno, no coração de Bolonha. Alguns policiais de vez em quando apareciam e checavam se estava tudo bem, e até interagiam com alguns manifestantes, que fizeram fotos ao lado desses policiais. Como nosso protesto era direcionado ao Brasil, e não à Bolonha, tudo deu muito certo, foi bem pacífico. Sou da cidade de Nova Friburgo, RJ, mas moro na Itália há 10 meses”.
Vanessa Trally Bard, 26 anos, estudante de ciências biológicas


Brasileiros seguram bandeira do Brasil em Munique, nesta terça-feira (18) (Foto: Edmilson Padovani/VC no G1)
Brasileiros seguram bandeira do Brasil em
Munique, nesta terça-feira (18) (Foto: Edmilson
Padovani/VC no G1)

Munique, Alemanha – 18/6
“[O protesto] ocorreu hoje, dia 18/6, a partir das 17h [no horário local]. Tinham por volta de 500 pessoas. Foi uma manifestação pacífica, com gritos de ordem, hino nacional, musica brasileira, e protestos (no megafone) em geral. As pessoas se manifestavam contra a corrupção, violência descabida da PM, descaso do governo com a educação, saúde, segurança, transporte público descente”
Edmilson Padovani, 49 anos, analista de negócios

 


Barcelona, Espanha – 18/6
“A manifestação começou às 17h [no horário local] na praça Catalunha, em Barcelona, e reuniu cerca de 600 pessoas. Todo mundo se juntou no centro da praça, colocou cartazes no chão e tinha direito a palavra. Havia também espanhóis participando. Basicamente diziam que com o dinheiro da Copa do Mundo, poderiam investir em saúde,  educação. Pedimos respeito, acima de tudo”
Gabriela Maria Peron, 29 anos, publicitária


Manifestantes em Porto, Portugal (Foto: Camila Faria Pierotti/VC no G1)
Manifestantes em Porto, Portugal (Foto: Camila
Faria Pierotti/VC no G1)

Porto, Portugal – 18/6
“A manifestação ocorreu na cidade do Porto, às 17h [horário local]. Acredito que havia por volta de 300 pessoas entre estudantes intercambistas, portugueses e brasileiros residentes. Em geral, correu muito bem, foi organizada via Facebook com o movimento ‘Democracia Não Tem Fronteiras’, o mesmo que mobilizou as ações de brasileiros nos demais países. O hino nacional foi entoado durante a manifestação e as cores verde e amarelo predominaram. A imprensa local esteve presente, bem como portugueses, que ao nos ver pelos transportes com as bandeiras, vinham nos questionar: ‘o que afinal estava acontecendo com o Brasil?’. O principal tema das manifestações variou entre a melhor utilização da verba pública (questionando os gastos com a copa do mundo e aqueles investidos em serviços públicos essenciais), votação da PEC 37 e ainda o aumento das tarifas de transporte público em várias cidades do Brasil”
Camila Faria Pierotti, 21 anos, estudante de enfermagem


Placas de manifestantes em Coimbra, Portugal (Foto: Rômullo Carvalho da Silva/VC no G1)
Placas de manifestantes em Coimbra, Portugal
(Foto: Rômullo Carvalho da Silva/VC no G1)

Coimbra, Portugal – 18/6
“Cerca de 1200 alunos fizeram um protesto de apoio às manifestações que estão ocorrendo em diversas cidades brasileiras na cidade de Coimbra, Portugal. Começou às 17h [horário local] e durou cerca de 3 horas. A grande maioria são alunos intercambistas de diferentes bolsas e programas, mas que decidiram juntar suas vozes com as de outros brasileiros ao redor do mundo. Destaca-se a presença de jovens portugueses e de outras nacionalidades no protesto, apoiando a causa, que inclui o fim da desordem dos gastos públicos, melhora dos serviços de saúde, educação e o fim da PEC 37. Os manifestantes se reuniram no Largo Dom Dinis, próximo à Universidade de Coimbra, e caminharam em direção à Praça da República, um dos pontos centrais da cidade, onde fizeram um círculo de mãos dadas, em um protesto que ficou marcado pela não-violência e cooperação de todos os envolvidos”
Rômullo Carvalho da Silva, 20 anos, estudante de economia


Estudantes protestam em Gainesville, nos EUA (Foto: Leticia Del Penho Sinedino/VC no G1)
Estudantes protestam em Gainesville, nos EUA
(Foto: Leticia Del Penho Sinedino/VC no G1)

Gainesville, EUA – 18/6
“A manifestação aqui em Gainesville, Flórida, nos EUA, foi hoje [18/6], às 17h [horário local]. Nós estimamos que participaram de 70 a 90 pessoas. O clima da manifestação foi de muita tranquilidade e solidariedade, acima de tudo. Todos estávamos muito unidos em prol das causas. Nós nos manifestamos primeiramente em apoio às manifestações que estão ocorrendo em todo Brasil. E os motivos são: não aguentamos mais a corrupção, violência, falta de investimentos na educação e na saúde, e os impostos excessivos. Ainda, estamos revoltados com o escandaloso superfaturamento das obras para a Copa do Mundo e inclusive escrevemos em um dos cartazes (em inglês) para as pessoas não irem ao Brasil para a Copa do Mundo”
Letícia Del-Penho Sinedino, médica veterinária


Brasileiros em Sydney fizeram ato de apoio a manifestações.  (Foto: Susanna Brandi/VC no G1)
Brasileiros em Sydney fizeram ato de apoio a
manifestações. (Foto: Susanna Brandi/VC no G1)

Sydney, Austrália – 17/6
“Estavam todos muito pacíficos e cheios de cartazes. O Hino Nacional foi o que mais cantamos. Tivemos autorização da polícia. Foi bastante gente, a ponto de não autorizarem a manifestação de passear pelas ruas pois atrapalharia o trânsito. A polícia monitorou o evento. Disponibilizaram somente 2 policiais que ficaram nos observando e interagindo com todos. Todo mundo queria tirar fotos com eles, que, por sua vez, estavam sorridentes e levaram tudo na esportiva. No final colocaram peruca verde e amarela, seguraram cartazes e emprestaram o boné para manifestantes. O protesto durou cerca de 3 horas. Foi uma oportunidade de mostrar que, mesmo longe, nos importamos com o Brasil”
Susanna Brandi, biomédica


Brasileiros protestam em Boston, EUA, no domingo (16) (Foto: Carla Mosquera/VC no G1)
Brasileiros protestam em Boston, EUA, no domingo
(16) (Foto: Carla Mosquera/VC no G1)

Boston, EUA – 16/6
“A manifestação começou às 16h30 [no horário local] e 200 pessoas compareceram. Nós tínhamos muitos cartazes em inglês e uns 10 nativos viram a nossa página no Facebook e participaram do protesto também. Ninguém pareceu se incomodar que estávamos ali e algumas pessoas na rua perguntaram sobre o que estava acontecendo no Brasil. Eu sou de Natal, RN e estudo literatura (com concentração em tradução e escrita criativa) e estudos latinoamericanos na Bennington College, em Vermont (EUA). Atualmente, eu moro em Boston. Em relação aos protestos no Brasil, acho que os 20 centavos do aumento da passagem de ônibus representam bem mais do que parece. Isso pode não ser muito dinheiro para alguém de boa condição financeira, mas é muita coisa para uma família ou um estudante pobre, ainda mais com serviço de péssima qualidade. Esse problema de transporte público no Brasil é apenas mais uma demonstração da má de distribuição de investimentos do governo e recursos públicos precários — e dessa vez foi a gota d’água. Fico feliz que os brasileiros estejam na luta, apesar da violência ser uma fatalidade”
Bruna Dantas Lobato, 22 anos, estudante


Brasileiros protestam em Dublin (Foto: Nara Soares/Vc no G1)
Brasileiros protestam em Dublin
(Foto: Nara Soares/VC no G1)

Dublin, Irlanda – 16/6
“Aconteceu em Dublin, Irlanda, uma ato publico de apoio as manifestações que tem ocorrido no Brasil. Cerca de mil e quinhentos brasileiros que vivem em Dublin foram para o The Spire – tradicional monumento e conhecido como local pelas diversas manifestações e protestos. Sou jornalista e vim pra a cidade estudar inglês. Cheguei no dia 5 de junho e no domingo (16) tive o prazer de documentar o ato de protesto de brasileiros que moram aqui em Dublin de apoio as manifestações ocorridas no Brasil. Munidos de apitos, cartazes, rostos pintadas das cores verde e amarela, os participantes cantaram o hino nacional e gritaram refrões de coro de protestos”
Nara Silva Soares, 33 anos, jornalista

Fonte: g1

Mais de 5.300 pessoas confirmaram presença, em eventos criados no Facebook, nas quatro manifestações de apoio aos protestos realizados no Brasil, que serão realizadas em Paris (França), Berlim (Alemanha), Coimbra (Portugal) e Dublin (Irlanda).

1.901 pessoas confirmaram presença na manifestação de Berlim. A passeata será realizada no próximo domingo (16), às 13h (hora local, 8h de Brasília). Já em Paris, o protesto deverá ser realizado no dia 28 de junho, às 17h (hora local, 12h de Brasília), e 387 pessoas deverão participar na manifestação.

Em Dublin, onde há mais pessoas que pretendem mostrar seu apoio aos protestos no Brasil, 2.333 confirmaram presença para ir às ruas neste domingo, a partir das 13h (hora local, 9h de Brasília). Em Coimbra, 765 pessoas deverão se reunir no Largo Dom Diniz e escadarias monumentais na terça-feira (18), às 17h (hora local, 13h de Brasília).

Os eventos estão sendo organizados por brasileiros que vivem no exterior e por estrangeiros que ficaram indignados com a ação violenta da polícia para conter os manifestantes brasileiros, sobretudo nos protestos desta quinta-feira (13) em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Ao menos quatro manifestações em apoio aos protestos realizados no Brasil, contra o aumento da passagem de ônibus, estão sendo organizadas por meio do Facebook em cidades europeias: Paris (França), Berlim (Alemanha), Coimbra (Portugal) e Dublin (Irlanda).

Na Alemanha, a passeata será realizada no próximo domingo (16), às 13h (hora local, 8h de Brasília). De acordo com a página criada no Facebook para convocar os manifestantes, eles irão tomar as ruas para apoiar os protestos que vêm acontecendo no Brasil e porque “o povo de São Paulo, Rio e em algumas outras grandes cidades do Brasil tomou as ruas para lutar por uma melhor qualidade de vida e igualdade no país”, mas foi “massacrado pela polícia com gás lacrimogêneo, balas de borracha e cavalaria, durante a manifestação pacífica”.

Na França, o protesto deverá ser realizado no dia 28 de junho, às 17h (hora local, 12h de Brasília). Na página do Facebook criada para o evento, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi criticado porque “parabenizou a polícia por disciplinar os manifestantes”, e o prefeito Fernando Haddad porque “se recusa a dialogar”.

“Mesmo que tenhamos um oceano de distância, nós, brasileiros no exterior, queremos demonstrar nossa recusa em aceitar a violência militar contra os protestos democráticos no Brasil. Contra a repressão policial, contra a barbárie dos governantes”, postaram os organizadores do evento.

Em Dublin, na Irlanda, “cartazes, bandeiras e instrumentos musicais” serão levados às ruas também no próximo domingo, a partir das 13h (hora local, 9h de Brasília), de acordo com a página do evento.

A cidade portuguesa de Coimbra também pode ser palco de manifestações. Estudantes brasileiros estão convocando um protesto para o Largo Dom Diniz e escadarias monumentais na terça-feira (18), às 17h (hora local, 13h de Brasília).

Durante o quarto dia de protestos em São Paulo, na última quinta-feira (13), a polícia deteve 242 pessoas — ao menos 16 profissionais da imprensa ficaram feridos. Segundo uma das líderes do Movimento Passe Livre (organizador dos protestos), Luiza Mandetta, houve “pelo menos 105 feridos durante o confronto, 50 na Paulista e 55 na Consolação

Fonte: Facebook

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=biqiu3TnVsM’]

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=KpTDU26OlBE’]

Fonte: Youtube

Chocolate quente

10/06/2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagem  extraída do Google

 

 

Tem algo mais reconfortante que uma boa xícara de chocolate quente? Além de ser quase como um carinho, é gostoso e nutritivo.

Ingredientes

  • 1 lata(s) de creme de leite
  • 1 lata(s) de leite condensado
  • 1 litro(s) de leite
  • 4 colher(es) (sopa) de chocolate em pó
  • 1 colher(es) (sopa) de amido de milho
  • 1 colher(es) (café) de noz-moscada
  • 2 unidade(s) de canela em pau
  • 6 unidade(s) de cravo-da-índia
  • 1 1/2 xícara(s) (café) de rum

Misture o leite, o leite condensado, o chocolate, o amido de milho, a noz-moscada, o cravo e a canela.
Coloque no fogo e espere ferver. Retire do fogo e misture o creme de leite. Coe para retirar os pedaços de canela e o cravo. Misture o rum e pode se deliciar com o seu chocolate quente.

Da Equipe Terra2012

 

Desordem alimentar

09/06/2013

Terra onde, em se plantando, tudo dá, o Brasil cumpriu nas últimas décadas o vaticínio:  tornou-se celeiro do mundo. Nos anos 1970, surfou na onda da Revolução Verde e adotou o fertilizantes, a monocultura e a agricultura mecanizada. Quarenta anos depois, a onda virou tsunami: somos um exportador gigante de grãos e de carne. Mas e a busca por uma alimentação mais equilibrada?

A expansão do agronegócio e a cultura extensiva dos alimentos mecanizados e fertilizados também deixam um gosto imprevisto na boca dos brasileiros. O passivo ambiental legado por esse modelo industrial contabiliza erosão e esgotamento dos solos, poluição dos rios e aquíferos, desmatamento e extinção de espécies animais e vegetais. Se é verdade que a superpopulação mundial ganhou, nas últimas décadas, mais acesso a proteínas baratas, é mais que preocupante o número de pesquisas que ligam a indústria de agrotóxicos a doenças – sendo o câncer a principal delas.

Assim como do yin nasce o yang e vice-versa, datam também dos remotos anos 70 a busca por outro alimento. A inspiração veio do Oriente, da macrobiótica, que tem como base o equilíbrio entre sódio e potássio. Na capa de Refazenda, álbum de 1975, Gilberto Gil está sentado em postura de lótus, de quimono azul celeste, comendo com hashi. “Abacateiro, acataremos teu ato, teu recolhimento é justamente o significado da palavra temporão” – cantava. A lembrança veio em boa hora: já nos acostumávamos a comer tudo, de todo lugar, a qualquer tempo.

A partir dos anos 1980 também ampliaram se as lavouras orgânicas, os entrepostos e os restaurantes naturais. Vegetarianos ganharam visibilidade. Nasceram os movimentos mundiais de ecovilas. Surgiram as certificações e as feiras orgânicas, nas quais o alimento passa das mãos do produtor diretamente para as do consumidor. A primeira foi a de Porto Alegre, fundada em 1989, com a presença do ecologista José Lutzenberger (1926-2002).

Na mesma medida do progresso da devastação, ganhou escala e refinamento a produção agroecológica. O arroz biodinâmico Volkmann, por exemplo, cultivado desde 1983 em Sentinela do Sul (RS), é hoje revendido em mais de 800 entrepostos do país. “O mercado nacional acordou para os produtos orgânicos, não precisamos mais exportar”, diz seu produtor, João Batista Volkmann, que acaba de falar sobre “as forças vivas na lavoura de arroz” no I Congresso Internacional de Arroz Orgânico, ocorrido em Montpellier, na França, em agosto.

Mudança de hábito

Nesses últimos 40 anos, a vida nas cidades mudou. As mulheres entraram no mercado de trabalho e o hábito de comer na rua se consolidou. Substituímos os alimentos tradicionais, com hidratos de carbono complexos, fibras, vitaminas e minerais, por outros com hidratos de carbono de absorção rápida: alimentos processados, refrigerantes, salgadinhos com alto teor de gordura saturada e gordura trans – a chamada junk food, a comida pré-fabricada turbinada por produtos químicos. Mais de 80% dos brasileiros, de todas as idades, seguem, hoje, dieta inadequada. Ao mesmo tempo, com a melhoria na distribuição de renda e o aumento da prosperidade, o consumo per capita de bovinos atingiu 37,5 quilos em 2010, 5% a mais do que em 2009, apesar de uma alta de 38% no preço.

Fiéis às nossas raízes, felizmente continuamos comendo o tradicional feijão com arroz, uma mistura proteica rica em minerais e vitaminas. Mas ingerimos carne vermelha em excesso, e apenas um em cada dez brasileiros se alimenta com frutas, legumes e verduras recomendáveis. Acrescente-se a isso doses excessivas de gordura saturada, sal e açúcar – este, usado e abusado no cafezinho, alimento mais ingerido no país. As informações são da Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa de Orçamentos Familiares (2008-2009).

As calorias baratas que lotam os supermercados contribuem com números recorde de doenças relacionadas à alimentação. “Há hoje mais obesos e pessoas com sobrepeso no mundo do que famintos. Os custos para o sistema de saúde e o comprometimento da qualidade de vida são imensos: será que as empresas não têm nada a ver com isso?”, pergunta o professor da FEA-USP Ricardo Abramovay, autor de Muito Além da Economia Verde. “Estamos plantando uma bomba-relógio nos corpos das crianças do mundo inteiro”, afirma Raj Patel, autor de Stuffed & Starved – The Hidden Battle for the World Food System (Cheios & Famintos – A Batalha Secreta Pelo Sistema Mundial de Alimentos), de 2007. “Hoje, os mexicanos tomam mais Coca-Cola que leite. O resultado é que um em cada dez mexicanos está diabético.”

De volta para casa

Diante da pressão das mudanças climáticas e do agravamento do desequilíbrio ambiental, o país parece estar se sensibilizando. Os conceitos de agroecologia, consumo responsável, bem-estar animal, segurança alimentar e nutricional, economia e finanças solidárias – que cada vez mais povoam nosso universo – esboçam um cenário em que sociedade, governo e empresas percebem ser necessário reorientar a alimentação do brasileiro.

A agricultura familiar – responsável por mais da metade da comida que chega à nossa mesa, embora represente não mais que um quarto das propriedades agrícolas – vem sendo impulsionada pelo governo. O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) determina que pelo menos 30% dos recursos repassa dos para a alimentação escolar sejam aplicados na agricultura familiar. Em 2011, isso significou R$ 1 bilhão em frutas, legumes e verduras, que substituíram alimentos industrializados e levaram comida saudável às crianças.

O cenário se amplia com o recente decreto que instituiu, em agosto, a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO). Em seu artigo IV, ele aponta para uma “transição agroecológica: processo gradual de mudança de práticas e de manejo de agroecossistemas, tradicionais ou convencionais, por meio da transformação das bases produtivas e sociais do uso da terra e dos recursos naturais, que levem a sistemas de agricultura que incorporem princípios e tecnologias de base ecológica.”

Comer comida

“Coma comida”, aconselha o jornalista norte-americano Michael Pollan, autor de Em Defesa da Comida, de 2008 – campeão entre os mais vendidos segundo The New York Times. Diante da desordem alimentar dos Estados Unidos, onde o modelo turbinado chegou ao paroxismo, diz ainda: “Não muita, e principalmente legumes e verduras. A comida mais confiável é a da sua mãe. Coma só aquilo que sua bisavó reconheceria como alimento. Evite processados e, sempre que possível, troque o supermercado por uma feira de produtores orgânicos, onde poderá comprar alimento de época, no pico de sua qualidade nutricional, num clima de confiança.”

Para ele, o alimento possibilita a comunhão entre espécies. Como o italiano Carlo Petrini, criador do Slow Food, Pollan vê na cultura nosso melhor guia e considera as dietas tradicionais de cada região as mais adequadas para a saúde – a nossa e a do planeta. Não por acaso, a alimentação foi incorporada ao patrimônio imaterial da Unesco, por ser expressão da identidade dos povos, em um mundo assustadoramente padronizado. Tanto que cerca de 800 alimentos correm risco de desaparecer no mundo, dezenas deles no Brasil. Com eles sumiria também parte da nossa diversidade cultural – uma dívida irreparável para com as gerações que ainda habitarão este planeta.

Agroecologia premiada

O prêmio mais importante da agricultura orgânica mundial acaba de ser entregue à doutora Ana Primavesi, pioneira da agroecologia no Brasil. O One World Award, da International Federation of Organic Agriculture Movements, escolheu essa agrônoma de 92 anos pelo impulso que deu à agroecologia ao criar um paradigma alternativo ao da agricultura industrial. Ana foi receber o prêmio na Alemanha, pessoalmente, em setembro.

“Vivi numa época em que a agricultura química e a monocultura praticamente não existiam. O plantio único trouxe uma avalanche de doenças, aplacadas somente por agrotóxicos. Se continuar assim, em 20 ou 30 anos estará tudo deserto”, disse ao receber outra homenagem, o Prêmio Trip Transformadores 2010. Para Ana, ao contrário do que se diz, a terra viva pode gerar safras até cinco vezes maiores que as da agricultura convencional. “O adubo químico é basicamente formado por três elementos, e a planta necessita de 45”, ensina.

Nascida numa família de agricultores da Áustria e naturalizada brasileira, Ana lecionou por quatro décadas na Universidade Federal de Santa Maria (RS), cidade onde criou três filhos e escreveu vários livros. Por mais de 30 anos viveu num sítio em Itaí (SP), que comprou com o solo tomado por voçorocas e sem nascentes, mas recuperou e fez florescer. Mora hoje com a família em São Paulo (SP).

 Fonte: Revista Planeta

A desmotivação no trabalho

05/05/2013

Salário abaixo da expectativa, clima pesado na empresa e falta de reconhecimento profissional. Estes três itens são os principais vilões da motivação profissional, de acordo com pesquisa realizada com mais de 500 profissionais de várias áreas em todo país pela consultoria 4hunter.

O estudo também revela que mais da metade dos entrevistados, 55%, se diz insatisfeita com o emprego atual. Entre os desmotivados a maioria é homem, 62%. A pesquisa também foi separada por grupos de faixa etária, tendo os profissionais entre 29 e 35 anos como maioria, (34,2%), entre os insatisfeitos.

Para Carlos Felicíssimo Ferreira, consultor de carreira e diretor executivo da 4hunter, a pesquisa pode ser separada em três formas, levando-se em conta a idade e o principal fator de desmotivação para o trabalho.

“Os mais jovens tendem a ter insatisfação maior por conta da remuneração, já profissionais um pouco mais experientes ficam insatisfeitos quando não têm reconhecimento profissional e as pessoas acima de 50 anos ficam mais desmotivadas quando o clima pesa na organização”, explica. Seja qual for a sua idade, confira como reverter estes três fatores que minam a motivação para encarar o expediente:

1 Salário abaixo da expectativa

Trabalhar o mês inteiro e receber um vencimento “magro” tira o sono, principalmente, dos mais jovens, segundo a pesquisa da 4hunter. Entre os profissionais de 21 a 28 anos, 31,6% respondeu que é a remuneração o maior desmotivador. “A pessoa em início de carreira quer ganhar mercado, não se preocupa tanto assim com o clima na empresa e enxerga que seu reconhecimento profissional é dinheiro no bolso”, explica Ferreira.

Dicas para reverter: antes de sair enviando currículos e procurando telefones de headhunters na sua agenda de contatos, entenda o que o motiva realmente, o momento pelo qual a empresa atravessa e verifique qual é a sua possibilidade de garantir uma remuneração mais alinhada com as suas necessidades. “Esse profissional tem que mostrar essa insatisfação durante processos de avaliação realizados pela empresa”, sugere Ferreira.

Se você bateu metas, está entregando resultados e se destaca pela sua competência, as chances de conseguir um bônus ou um salário maior crescem. “Temos a presunção de que as pessoas nos conhecem, mas nem sempre isso é real. Mostre para o gestor quem você é e o que quer, ”, diz Ferreira.

Se mesmo assim você não conseguir o salário que deseja, aí sim é o momento de buscar novas oportunidades profissionais. “Se o profissional sabe qual é o seu motivador, vai saber fazer uma movimentação de mercado com mais consciência”, diz Ferreira.

Clima pesado na organização

Acordar cedo, correr para o trabalho e passar as longas horas de expediente sob uma “atmosfera pesada” é o que mais desmotiva profissionais entre 43 e 49 anos. Para 31,6% dos entrevistados nesta faixa etária este é o principal fator de insatisfação.

Entre os mais jovens – 24,1% dos profissionais entre 21 e 28 anos e 24,3% dos entrevistados entre 29 e 35 anos – o “climão” também foi citado como desmotivador principal. Isso porque pelo menos um terço de um dia é gasto com o expediente, e trabalhar em um ambiente carregado afeta a produtividade de qualquer um.

Dicas para reverter: A primeira coisa a se fazer, na opinião de Ferreira, é verificar se o clima pesado na empresa é real ou se é você que está com algum problema. “Às vezes é uma situação pessoal”, lembra o especialista.

Caso seja mesmo o ambiente carregado o problema tente identificar a origem. Converse com seus colegas, eles também sentem isso? Assim que perceber uma abertura, você pode falar com o gestor. “Pode ser um problema no departamento ou na empresa inteira”, diz Ferreira.

Por ser um trabalho estratégico da área de RH das empresas, o ideal é que o setor também esteja engajado. Mas, convocar uma reunião com o chefe e chamar o responsável pelo RH pode ser um tiro no pé. “O profissional deve tomar cuidado para não criar mais conflito, o gestor pode não aprovar”.

3 Falta de reconhecimento profissional

O salário pode ser adequado ao que você necessita e o ambiente da empresa o mais agradável possível, mas se as suas tarefas não trazem desafios e são repetitivas, a insatisfação vai dar o ar de sua graça. O percentual é maior entre o grupo dos profissionais entre 43 e 49 anos. Para 26,3% este o principal desmotivador no emprego atual. Mas também foi citado o por 22,8% dos profissionais entre 21 e 28 anos, 18% dos entrevistados entre 29 e 35 anos e 19% das pessoas entre 36 e 42 anos.

Dica para reverter: o primeiro passo é verificar a cultura da empresa e do seu gestor. A ascensão de carreira existe? Você tem colegas que são reconhecidos?

O segundo passo é identificar o que vem a ser reconhecimento profissional para você. É liderar um projeto? É gerir uma equipe? É receber elogios em uma reunião com o chefe ou você quer novas responsabilidades? Quer mudar de cargo?

Tendo bem claro o que você quer fica mais fácil. O ideal é verificar também onde você está pisando. “A grande habilidade é saber em qual terreno você está, como é o gestor, se as portas estão abertas , se a avaliação é constante”, diz Ferreira. Caso você considere que haja espaço, mostre qual é o seu objetivo ao seu chefe e verifique a possibilidade de ter o seu pedido atendido em breve.

Mas se as chances de você atingir o reconhecimento desejado forem mínimas, o ciclo na empresa pode estar próximo de se encerrar. Deixe claro aos recrutadores qual é a sua meta de carreira e busque oportunidades profissionais alinhadas a ela.

Fonte: Exame

Amigo, não desista!

26/04/2013

A Transição planetária está avançando inexoravelmente; estamos vivenciando o começo do Novo Ciclo, uma nova energia, a quebra inevitável de padrões obsoletos e perversos. Sim, estamos próximos da consolidação do processo, da celebração; no entanto, é estranhamente grande a quantidade de pessoas que escrevem para o site em busca de algum tipo de ajuda, acometidas de profundo desconforto, somado a um sentimento de frustração e de vazio que chega ao desespero. Trata-se de seres inteligentes, conscientes e espiritualizados, discorrendo até em tirar sua própria vida, mesmo cientes de que as consequências deste ato seriam pontuais e totalmente deletérias.
É difícil sentir, à distância, o que se passa no fundo da alma de uma pessoa, a comunicação eletrônica é limitada e às vezes a troca é insuficiente para conseguir ajudar como deveria ser, tocando nos pontos cruciais da desarmonia, sugerindo saídas abrangentes que têm a ver com aspectos mentais, emocionais e até econômicos, num mundo globalizado onde imperam o egoísmo, a ambição, o desamor e um materialismo desenfreado.

Percebo claramente o estrago que os vários sistemas de crenças produzem, a importância absurda dispensada principalmente ao aspecto físico da existência, que exalta as curvas saradas de um corpo bronzeado, que busca a todo custo a “eterna juventude” e despreza aquelas rugas amigas que testemunham uma vida bem vivida, saudável, serena e sábia. Como é complicado tentar explicar a maravilhosa realidade que consiste em encontrar -em cada fase da existência-, razões, estímulos e situações que nem sabemos descrever, mas que nos dão alento, alimento, alegria e um sentido especial de estarmos a serviço, de sermos úteis quando finalmente conseguimos trilhar, em sintonia com a Fonte, nossa missão de vida… em qualquer idade, em qualquer situação.

Utilizo, ou melhor dizendo, sugiro sempre a essas irmãs e irmãos necessitados as inúmeras técnicas energéticas de que hoje dispomos, com resultados comprovados e totalmente sem contra-indicações, mas constato que em muitos casos os pensamentos dos que precisam de ajuda são tão negativos, repetitivos e autodestrutivos que já dominam grande parte da mente da pessoa, imersa por completo num círculo vicioso no qual a força da Luz tem enorme dificuldade em penetrar. O que podemos fazer é enviar-lhes energias cristalinas, perdoar e pedindo perdão para a situação que os aflige, suplicando à Fonte para que despeje sua Misericórdia sobre elas, livrando-as da ilusão e permitindo a melhora definitiva e sua volta à evolução, parte principal de nosso projeto de vida.
Como minha sensibilidade e percepção sobre as implicações do tema são limitadas, recorri às amigas Iara e Alexandra da Era de Cristal para fechar com a energia de feminino sagrado este especial. Confira:

“Hoje, pela primeira vez, me dei conta de que o significado da palavra desespero é “sem espera”, isto é, fazer, ou pensar, ou sentir, ou querer, ou qualquer outra coisa que se possa imaginar, sem esperar o tempo necessário.
E você me perguntará: “Mas qual é o tempo necessário?”

Bem, a única coisa que se pode responder é que o tempo necessário é aquele que acomoda, que aquieta, que estabelece a situação confortavelmente. Que aguarda os desajustes se dissiparem. Que nos relembra que não temos contra o quê lutar, por sermos todos um e o mesmo. Que nos recorda nossa origem divina e nos irmana a todos os seres do universo. E é justamente isso que não fazemos quando estamos desesperados.

Quando nos desesperamos, perdemos a noção da quietude e tudo vira um grande turbilhão. As pequenas situações se transformam em becos sem saída, uma tola observação é compreendida como uma grande reprimenda e um simples olhar, ou a falta deste, é entendido como um sinal de desprezo ou de esquecimento.

Estamos numa época de renovação e tudo que é novo e diferente nos causa a insegurança normal pela saída da área de conforto em que estávamos instalados.
Por outro lado, devemos encarar essa mudança como um parto. Por vários meses, aquele bebezinho estava habituado a viver em um lugar quente e confortável, ao qual foi se instalando e acomodando à medida que crescia. Porém, chega o momento em que aquele espaço fica pequeno para ele e há a necessidade de partir para conhecer uma nova etapa em seu desenvolvimento.

Se encararmos e enfrentarmos as mudanças que surgem em nossas vidas, como um novo marco para o nosso crescimento e aguardarmos que a acomodação necessária se estabeleça diminuiremos a sensação de perda, de instabilidade e de insegurança frente ao novo.

Tudo isto parece muito lógico e já amplamente divulgado, mas mesmo assim o que mais vemos nestes últimos meses é uma grande quantidade, porque não dizer, a maioria, de pessoas que eram extremamente dedicadas a trabalhos dirigidos ao equilíbrio e à harmonização, estarem completamente insatisfeitas, perdidas em suas convicções e questionando até a continuidade e a necessidade de sua ajuda nesses processos.

Precisamos nos lembrar que o eixo energético do nosso planeta mudou e com ele o nosso eixo de direcionamento também deve se reposicionar. Se no ciclo anterior, que terminou no final de 2012, a Kundalini da Terra estava no Oriente e hoje está Ocidente, é normal que o nosso foco de atenção deva seguir essa nova situação, em que só o passar do tempo nos dará novamente a confiança que havíamos perdido.

Nesse ínterim, se olharmos para a natureza ao nosso redor, verificaremos que o grande exemplo que ela nos fornece é a ESPERANÇA, que não é outra coisa senão o ato de saber esperar, de aguardar, de confiar. Quando uma lagarta aguarda o tempo necessário para sair do casulo, ou quando as folhas de uma árvore caem para que as raízes ganhem mais força e possam gerar novas floradas, estamos nos deparando com a transformação, com o novo, com o crescimento.

O crescimento e o desenvolvimento nos foram dados como uma condição indispensável pela Fonte, da qual partimos e fazemos parte, para que desfrutemos plenamente das nossas individualizações. Se nesse rumo ao novo é necessário passar pelo desconforto, que isto seja feito sem resistência, confiando na renovação e mantendo em nossos corações a chama da Esperança.

Não há retrocesso no caminho evolutivo. Sempre estaremos amparados pela espiral ascendente do crescimento do Universo!
Seja Luz!”

Por Sergio – STUM

Querido leitor, receba uma flor

24/04/2013

DA EQUIPE TERRA 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

« Próximas Anteriores »
Rádio Anjos de Luz

Com agradecimento à Fada San. Visite www.anjodeluz.net

Meu perfil
Perfil de usuário Terra 2012 .
Leitores do Terra 2012 pelo mundo
free counters
Escreva para a grande fraternidade branca

Grande Fraternidade Branca
Com agradecimento ao Espaço Hankarra. Visite hankarralynda.blogspot.com

Prezado Leitor, se você é uma pessoa solitária, quer desabafar ou deseja uma opinião fraterna e desinteressada sobre algum problema que o aflige, escreva-nos carta para o endereço informado no rodapé do site, ou, se preferir, mande e-mail para grandefraternidadebranca
@terra2012.com.br
.

Todas as correspondências serão respondidas no menor prazo possível.

arvore

Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE!

Gato no notebook

DÚVIDAS? Fale com o Administrador gtm@terra2012.com.br

Acessar Webmail Terra 2012