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Assédio sexual

11/09/2013

Apenas 2% das brasileiras nunca sofreram assédio: estudo gera polêmica

Um estudo feito com 7.762 voluntárias mapeou os tipos de assédios que os homens cometem; convites sexuais, passadas de mão e masturbação estão entre os principais

Segundo jornalista Juliana de Faria, uma das responsáveis pela pesquisa, agressão verbal também traumatiza Foto: Reprodução 
  Segundo jornalista Juliana de Faria, uma das responsáveis pela pesquisa, agressão verbal também traumatiza 

Uma pesquisa feita pelo site Olga, parte da campanha Chega de Fiu Fiu, deu luz a um tema polêmico, que logo ganhou as redes sociais: o assédio sexual enfrentado pelas mulheres dia após dia nas ruas. Foram entrevistadas 7.762 mulheres, a maioria (40%) com idades entre 20 e 24 anos, e 98% do total responderam que “sim” à pergunta de se já haviam sido assediadas nas ruas. O que mais choca, porém, são os depoimentos em que as entrevistadas relataram histórias vividas, na maior parte das vezes com idades entre 11 e 16 anos, sobre homens que fizeram convites sexuais na rua, passaram as mãos no bumbum e seios delas, as agarraram à força e se masturbaram olhando para elas.

Juliana de Faria, responsável pelo site, contou em entrevista ao Terra que já esperava a repercussão por conta da presença do tema na vida de quase todas as mulheres. Ela mesma se recorda até hoje de um assédio sofrido aos 11 anos. “Estava voltando da padaria, um carro passou perto de mim e o motorista gritou palavras de tão baixo calão que não ouso repetir. Na hora comecei a chorar, constrangida. Agressões verbais também traumatizam”, relatou. Mesmo assim, algo surpreendeu a jornalista: a culpa que as mulheres têm por serem assediadas. Segundo ela, as vítimas que tentam contar sobre o assédio a alguém são criticadas por exagerarem ou vistas como culpadas pelo ocorrido.

O cara veio para o meu lado no ponto de ônibus, com o pênis para fora, se masturbando para mim e me chamando de gostosa

Entrevistada não identificada

Uma das participantes do estudo, não identificada, contou uma experiência que ilustra exatamente a constatação de Juliana. “Ouvi um cara começar a me chamar de gostosa na rua e ignorei. De repente, o cara veio para o meu lado no ponto de ônibus, com o pênis para fora, se masturbando para mim e me chamando de gostosa. Entrei no primeiro ônibus que encostou, nem vi para onde ia, só pra fugir do safado. Quando cheguei em casa chorando, minha mãe perguntou o que tinha acontecido. Depois que contei, ela perguntou: ‘e o que você fez para provocar o homem? Ele não colocou o pau pra fora à toa’”.

Homem faz isso porque acha que pode. E para colocar as mulheres no lugar delas por meio da agressão

C. Pelizzon

A atitude da mãe da participante e de outras mulheres que deram depoimento sobre serem culpadas pelo assédio também impressionaram a internauta identificada como Paula P. “Se uma garota está de vestido justo e foi abusada, a roupa não é o motivo”, comentou sobre a pesquisa. Deixar claro que o “assédio não é culpa delas” e evidenciar para os “homens que elogios ou contatos feitos por estranhos provavelmente serão percebidos como violência” estão entre os objetivos da iniciativa, segundo Juliana. O estudo encorajou não só as mulheres a desabafarem sobre as violências sofridas nas ruas, como também homens que tiveram mães, filhas, irmãs e namoradas na situação, o que gerou dezenas de comentários na página da pesquisa.

Identificado como Clayton, o internauta contou que buzinou para a mulher um dia, ela não o reconheceu e começou a correr assustada. “Precisei sair correndo para explicar que estava tudo bem. Lamento que tantas mulheres sejam obrigadas a conviver com esse medo”, comentou. Cristiano escreveu que sente vergonha pelas atitudes dos homens e C. Pelizzon postou que “todo homem sabe que mulher não gosta disso (assédio nas ruas)”. “Homem faz isso porque acha que pode. E para colocar as mulheres no lugar delas por meio da agressão. Sou homem e peço desculpas por isso. As mulheres devem lutar para que isso mude”, acrescentou.

A internauta Lívia Azevedo passou por uma experiência que soma ao grupo de homens respeitadores do sexo oposto. Ela descobriu que, por dois anos, um homem que trabalhava na oficina perto de onde morava se masturbava observando-a. Um dia começou a gritar com ele, quando chegou o motorista da van que a levava até a faculdade, soube do ocorrido e exigiu a demissão do sujeito. “O cara nunca mais voltou à oficina”, relatou ela. Vinis Ta confessou em depoimento que já chamou mulheres de “linda” nas ruas, já as segurou pelo braço quando era adolescente e xingou quando foi rejeitado, mas atualmente recrimina as atitudes. “A sua liberdade acaba quando começa a do outro”, escreveu. Mas, os comentários não foram todo a favor do respeito à mulher e, mesmo recebidos com chuvas de críticas, alguns homens se manifestaram a favor das cantadas.

Se um sujeito quer chamar atenção assoviando, me parece que ele tem esse direito, e se alguém se ofender com isso, também me parece um direito

Diego Silva

O internauta Diego Silva está entre os que criticaram o posicionamento das mulheres em relação às cantadas. Em comentário, ele disse que “sem assédio sexual, não há sexo, e sem sexo acabou-se a humanidade”. “Não sou de assoviar para ninguém, mas tampouco acho adequado limitar a comunicação dessa maneira. Se um sujeito quer chamar atenção assoviando, me parece que ele tem esse direito, e se alguém se ofender com isso, também me parece um direito. Transformar uma atitude inofensiva numa ofensa grave por decreto, isto já me parece um equívoco”, escreveu.

Já Eduardo concordou que alguns assédios mencionados pelas depoentes eram abusivos, mas que “achar que um simples ‘linda’ é uma cantada já é doença”. Identificado como Lancemaker, um dos internautas se disse surpreso pela reação das mulheres aos “elogios” dos homens. “Fica difícil quebrar o gelo (sem cantadas) para ter interação com uma pessoa que você não conhece. Mas se nem disso vocês gostam, existem sempre o site de relacionamentos onde podemos pular essa etapa”, postou. O internauta André questionou a relevância da pesquisa em relação à situação em que vivem mulheres nas favelas e  nas ruas.

Homens se dividiram entre apoio e críticas à campanha Foto: Divulgação 
  Homens se dividiram entre apoio e críticas à campanha 
Foto: Divulgação

O assédio em números
A pesquisa apurou ainda que 80% das mulheres já sofreram assédio em parques, shoppings e cinemas; 77% em baladas; 64% no transporte público; e 33% no ambiente de trabalho. Do total, 83% desaprovaram as cantadas. Por medo de assédio, 81% delas já deixaram de ir a algum lugar, passar em frente a obras e sair a pé; e 90% pensaram na roupa para vestir antes de sair de casa. Apenas 27% das mulheres já responderam aos assédios nas ruas e quando o fizeram foi com xingamentos. O restante sentiu medo de se manifestar.

“Linda” (84%), “gostosa” (83%), “delícia” (78%), “fiu fiu” (73%) e “princesa” (71%) são as cantadas mais comuns, segundo as entrevistadas.  Além dos assédios verbais, 82% delas já foram agarradas em baladas, 85% delas já sofreram com passadas de mão e 68% receberam xingamentos quando recusaram a investida dos homens.

Fonte: Terra

 

Mastectomia contra o câncer de mama

29/05/2013

‘Cirurgia radical usada só em casos especiais’, diz Drauzio de mastectomia

Atriz Angelina Jolie provocou discussões no mundo inteiro ao revelar que tirou os seios preventivamente para evitar o risco de ter câncer de mama.

Uma das maiores estrelas do cinema foi notícia esta semana no mundo inteiro ao revelar que tirou os seios preventivamente para evitar o risco de ter um câncer de mama. Agora, o doutor Drauzio Varella vai esclarecer: será que a decisão da atriz Angelina Jolie foi a mais acertada? O que devem fazer as mulheres que estão na mesma situação?

“É uma decisão difícil, mas ao mesmo tempo a gente vive com aquele fantasma que persegue a gente”, diz Odete.

A história da família Lopes é contada por suas sobreviventes.

“Minha irmã mais velha, Rosângela, teve um câncer de mama aos 29 anos. E ela faleceu com 36 anos. As quatro irmãs do meu pai faleceram com câncer de ovário. E a minha prima, que faleceu com 26 anos com câncer de mama também”, conta Rosana.

“A gente ficava assustada: será que vou ser a próxima?”, destaca Odete.

Odete, Teresa, Célia são tias de Rosana. As quatro têm uma alteração genética que aumenta muito o risco de câncer de mama e de ovário ao longo da vida.

“Essas pessoas que têm a doença herdada recebem do pai ou da mãe delas um gene defeituoso, alterado”, explica o médico geneticista Bernardo Caricochea.

Foi essa mesma falha genética que levou a atriz americana Angelina Jolie a escrever um artigo que surpreendeu o mundo esta semana: “Eu e meus filhos muitas vezes falamos da mamãe da mamãe, e eu tento explicar a doença que a levou. Eles me perguntaram se o mesmo poderia acontecer comigo”, diz um trecho.

Aos 37 anos, Angelina retirou as duas mamas para reduzir o risco de câncer. A mãe da atriz morreu aos 56 anos. Teve câncer de mama e de ovário.

A hereditariedade está envolvida em 5% a 10% dos tumores malignos das mamas. Existe um jeito de saber se a pessoa, mulher ou homem, carrega essa alteração genética. O teste genético é realizado com uma amostra de sangue ou de saliva. No DNA dessas células, o médico estuda os genes BRCA 1 e BRCA2 à procura de determinadas mutações relacionadas com o aparecimento de tumores.

Drauzio Varella: O fato de você ter o gene defeituoso não quer dizer que você vá ter o tumor de mama com certeza absoluta…
Bernardo: Perfeitamente. Isso significa, às vezes, que você tem o risco maior. Porque não é o gene que causa o câncer diretamente.

Você deve desconfiar de uma alteração genética se tiver câncer de mama ou ovário com menos de 35 anos, se duas ou mais parentes de primeiro grau – mães, irmãs ou filhas – tiverem câncer de mama ou ovário, se alguma parente tiver câncer nas duas mamas e se algum parente homem tiver câncer de mama.

O teste para os genes BRCA 1 e 2 é complicado, demorado e muito caro. Não é um exame para matar a curiosidade de ninguém e deve ser pedido por um médico que vai analisar o número de casos de câncer de mama e de ovário na sua família. Quando há indicação, e somente quando há indicação, existe uma lei que obriga os planos de saúde a pagar o exame.

Com o resultado positivo, o próximo passo é analisar as opções para se proteger. Uma delas é tomar um medicamento que se opõe à ação dos hormônios femininos nas células mamárias, tratamento disponível no SUS.

Angelina optou pela solução mais radical. “Decidi ser proativa e diminuir os riscos ao máximo. Eu tomei a decisão de fazer uma dupla mastectomia preventiva”, declarou no artigo.

Nesse tipo de cirurgia, é feito um corte na pele através do qual é extraída a glândula mamária inteira. Se no mamilo não houver nenhum tumor, ele poderá ser preservado. É deixada apenas uma camada de meio centímetro de gordura para manter a pele em boas condições. A última fase é a reconstrução com próteses de silicone, acomodadas embaixo do músculo peitoral para que não saiam do lugar.

“Essa técnica proporciona uma redução para risco de câncer de mama da ordem de 95%”, explica o médico mastologista Alfredo Barros.

Claudia optou pela retirada dos seios. A história da família dela é parecida com a da família Lopes: “O câncer para nós era a morte”, ela diz.

Ela perdeu nove parentes para a doença. “Eu me sentia programada para morrer aos 40 anos. Hoje eu me sinto desprogramada”.

Mas há desvantagens na operação. Não se deve enxergar a mastectomia como um simples implante de silicone.

“Cerca de 20% das mulheres que fazem a mastectomia subcutânea não ficam felizes com o resultado estético final”, avalia Alfredo.

Existe o risco de os seios ficarem desiguais. E a mulher perde a sensibilidade na região.

As mulheres que apresentam defeito nos genes BRCA 1 e 2 não precisam obrigatoriamente retirar as duas mamas. Essa é uma cirurgia radical usada apenas em casos especiais. A alternativa é fazer exames frequentes: ultrassom, mamografia e, principalmente, ressonância magnética para detectar o tumor assim que ele aparece em uma fase em que é curado com facilidade.

Odete até agora, não fez a retirada das mamas.

Drauzio: E por que você está resistindo? O que você está pensando nesse momento?
Odete: Sinceramente, dúvida da cirurgia, eu não tenho. Às vezes eu fico muito tensa, muito triste de pensar. Porque é difícil tirar um órgão que eu sei que está saudável.

“A decisão é muito mais complexa e a decisão é sob medida para cada pessoa. Não cabe ao médico impor uma conduta”, destaca o médico.

Odete faz exames rigorosos a cada seis meses. Ela e a irmã Célia são atendidas na Universidade de São Paulo pelo Sistema Único de Saúde. Mas essa assistência fora dos centros universitários é difícil de ser conseguida. Os testes genéticos, que podem custar até R$ 7 mil, não são oferecidos pelo SUS.

“Eles são encarados como testes que vão onerar o Estado, quando, na minha interpretação, eles vão reduzir custos do Estado, a médio e longo prazo, com as pessoas se prevenindo”, diz médico geneticista Salmo Raskin.

“Se fosse concentrado em alguns centros nos quais o SUS cobriria os estudos, o estudo poderia ser feito em alto volume, o que baratearia bastante o custo do procedimento”, avalia diretor do Instituto do Câncer do estado de SP, Paulo Hoff.

A maior preocupação das famílias portadoras de mutações nos genes BRCA1 e BRCA 2 é com os descendentes.

Yara, filha de Rosana, ainda não fez o teste, por medo. Ela deseja que seus filhos, Isabela e Matheus, não precisem passar por essa situação traumática.

Drauzio: Aconteceu muita coisa ruim na família, mas estão vindo outros, uma nova geração.
Odete: Essa criança aqui vai ter mais chance do que a gente, se Deus quiser.

As mulheres da família Lopes esperam que avanços na medicina permitam corrigir esse defeito genético, como se fosse um brinquedo quebrado.

Fonte: Globo

Câncer – cartão de embarque para onde?

por Marilene Pitta

Vivemos num momento aterrorizador para nós mulheres. As
pesquisas dão um indicativo cada dia mais crescente das estatísticas do câncer
em nós. É uma doença maliciosa, chega sem avisar, nenhum
sinal.

Instala-se e nos leva para o abismo do medo. Passei pelas bancas
de revistas e só vi estampada a beleza de Angelina Jolie (assustada e bela).
Tomou uma decisão que mexeu com a psique de todas nós mulheres. Teve acesso à
informação que tinha 80% de chance de ter um câncer de mama. Tomou uma decisão
radical: se o alvo são os meus seios… tiro-os e me livro desse tiro certeiro.
Como em alguns dos seus filmes famosos: atiro fora do meu caminho. Atiro e mato.
Pronto. Estou salva.

Foi nesse contexto de opiniões, análises de gente
contra, gente a favor,que me veio novamente o registro de quando a morte chega
sem pedir licença.
Isso aconteceu comigo (há mais de vinte e cinco anos).
Minha querida irmã (filha depois de mim, que sou a mais velha, uma guerreira,
lutadora, valente de um riso encantador; gente boa minha irmã.). Adorava Roberto
Carlos. Fera ferida era a sua música. Um dia foi ao médico e veio com a seguinte
notícia: vou cuidar de mim, tenho um tumor e a operação será na próxima semana.
Foi tão assustador para mim que emudeci. Vaidosa não tirou o seio, quis o peito
machucado perto do seu coração.
Engraçado que ela falava de tantos planos
que o câncer foi chegando devagar e tomou conta. Meu Deus! Hospital. Cuidados.
Quimioterapia. Viagens e viagens em busca da cura. É nítido em minha lembrança
quando estávamos na sala e passava um trio elétrico. Ela veio se arrastando. Não
deu tempo ir atrás do trio. Ficou o som. O trio elétrico se foi. Naquele
instante, a morte tornou-se presente. Era como uma rainha, dava as ordens e
todos tinham que obedecer sem protesto. Você vai. Você fica. A longa fila de
todos obedecendo à senhora morte sob o olhar vigilante do câncer que não saía do
lugar. Devorava o corpo. Tinha fome de cabelos e eles caiam fartamente. A dor
era calada. A ferida era intensa. Orações. Promessas. Como rezávamos e
confiávamos. A família unida segurando o choro e esperando… Enfim, ela veio e
levou a minha irmã, mãe de uma linda menina (hoje uma fisioterapeuta
empresária). Tinha sete anos e a mãe 26 anos! Feroz esse câncer!Fiquei sem saber
o que fazer com uma perda tão jovem, bela e cheia de planos.

A dor foi
tanta que não se esgotou com o tempo. Refleti e rezei muito. Depois tomei uma
decisão: vou fazer alguma coisa. Dizer como é a senhora da morte, como chega, os
sintomas, os cuidados. Enfim, falar algo. Expressar a dor. Mais uma vez,
agradeço a arte, a poesia e a palavra que veio rápida. Texto pronto sobre o
“Câncer”.

Vamos à luta. Marquei hora com o médico oncologista que tinha
cuidado da minha irmã. Texto, trilha sonora, personagens, história. Então, eis
aqui uma proposta de Saúde-Educação. Leia e decida se estamos juntos nessa luta.
Deveríamos fazer um trabalho de Arte, Teatro-Educação sobre o câncer para a
população de nossa amada cidade. Ele me pediu um tempo.

Depois de uma
semana me ligou e disse: não sei nada de encenação, mas vamos fazer, é uma forma
de informar à nossa comunidade sobre os exames preventivos e discutir essa
questão da morte de uma forma reflexiva.

Iniciamos o processo.
Convocamos professores, pessoas da comunidade. E o elenco foi se formando com um
laboratório vivo e tocado pela presença de todos. Os ensaios à noite. Lá
ficávamos discutindo com o grupo. As falas. Os gestos. As marcações. A
iluminação. A trilha sonora. A composição dos personagens. Uma professora
conceituada na cidade resolveu fazer uma cena com os seios à mostra explicando
como se faz um exame. Esse trabalho nos fez muito bem, um exorcismo da senhora
morte. Entendi o quanto um sistema de crenças inadequado com ideias falsas,
valores incorretos podem e vão prejudicar a saúde de nossa psique. O corpo fala,
as emoções se expressam, as dores da alma quando caladas e sufocadas reagem e
enlouquecem. Os sentimentos furiosos dentro de cada uma de nós fazem um desastre
terrível.
A cada ensaio, as pessoas ficavam mexidas e falavam com as famílias
e uma rede de solidariedade cresceu e se fortaleceu.

Assim foi. Pensava
em minha irmã, tomava fôlego e ia em frente. Tudo pronto. Teatro lotado. Gente
de todo lugar. Pobre. Rico. Silêncio absoluto. O câncer se mostrava para todos e
todas. A senhora da morte como uma imperatriz nos olhava. As pessoas não
aplaudiram, elas silenciaram. Todas as mulheres sabiam dos riscos. Fizemos
denúncia dos planos de saúde. Da necessidade de projetos para a Saúde da Mulher.
Há quase 30 anos…

Fomos para os bairros mais pobres. A encenação era
onde dava para fazer. Eu sabia que estava me reconstruindo, curando as feridas,
cicatrizando a alma em perplexidade. Nesse trabalho, o poeta Manuel Bandeira
muito ajudou nas suas poesias. Fizemos o nosso melhor. Certamente, na memória de
cada pessoa está essa história de vida.

Aí, depois de várias encenações
fiquei em paz. Vi a população mais consciente dos riscos. Depoimentos de
mulheres que fizeram os exames e estavam conseguindo uma sobrevida. Parece que
quando se fala sobre o assunto ele perde a força do apavoramento, do medo, da
perda.

Assim, agradeço essa experiência à minha irmã que me ensinou a
morrer com dignidade e altivez. Numa tarde linda, ela se foi. Fez a passagem em
meus braços. Entre rezas e lágrimas, o câncer passou por nós.
Hoje, medito e
falo para o meu corpo: vamos vivendo com beleza, com alegria, com mais silêncio,
com mais amor. Libere, amado corpo pensante, a palavra não dita, o abraço
recusado, o beijo não roubado, a mágoa que se vai como uma chuva fina que cai na
calçada. Estamos no Outono, estação da renovação da Natureza e que esse processo
também se faça em nós. O possível! Aprender a abençoar cada dia, cada coisa com
afeto que jorra da fonte do coração puro.
Foi o jeito que encontrei para
conviver com o fantasma do câncer. Ele deve estar dormindo em meu corpo, afinal,
somos irmãs. Em relação à Angelina Jolie -anjo de luz- as mamas se foram, os
riscos diminuíram… E se ele vier por outra via… Uma transversal… Um
atalho…
Um caminho torto. Nunca se sabe. Ainda acredito que ter consciência
é o caminho saudável para as aventuras do viver e do morrer…

Quando???
Interrogação de pernas ar. Ainda bem.

Não temos o controle quando ela
virá ao nosso encontro, chamar-nos pelo nome, e mesmo que não queiramos teremos
que dizer: presente. Lá vou eu. Levando nas mãos o cartão de embarque… Para
onde…

Prefiro o céu iluminado!

Fonte: Site Vidanova

A mulher precisa manter a autoestima em alta

20/01/2013

Com a autoestima abalada, muitas mulheres são estimuladas a inúmeros sacrifícios para perder peso, e frequentemente desistem no meio da dieta. O melhor caminho para que o regime não se torne um pesadelo são as pequenas mudanças de hábito, que reeducam o corpo e a mente. A nutricionista Leila Froeder ensina 10 hábitos simples que auxiliam no emagrecimento saudável, definitivo e sem frustrações.

1. Diminua a retenção hídrica

Alimentos industrializados contendo sódio e o sedentarismo podem resultar em “falsos quilos” e os sintomas são geralmente a sensação de barriga estufada e pernas pesadas.

Para prevenir ou tratar a retenção hídrica:

    • Ingira até 500ml/dia de chás diuréticos;

 

    • Diminua o sal utilizando alho, cebola e ervas aromáticas;

 

    • Polvilhe 1 colher de sopa de linhaça, que é antiinflamatória.

 

2. Aumente a sensação de saciedade comendo alimentos “volumosos” e com fibras, mas de menor teor calórico.

    • –Prefira cereais integrais e linhaça, que favorecem o funcionamento do intestino;

 

    • –Selecione frutas com poder laxativo, pois promovem uma limpeza e elimina toxinas;

 

    • –Coma devagar e mastigue bem os alimentos.

 

3. Alimente-se frequentemente

Alimentar-se a cada 3 horas ajuda a evitar os “ataques à geladeira”, pois mantém o metabolismo ativo e saciado. Ficar em jejum por um longo período pode significar aumento do peso, pois, nessa situação, o corpo não sabe quando receberá alimentos novamente e reduz o ritmo do metabolismo para poupar energia.

Sugestões:

    • 4 cookies integrais e 1 copo de chá de frutas;

 

    • 1 copo de suco natural ou vitamina de soja light;

 

    • 1 fruta fresca: maçã e pêssego são boas opções.

 

4. Alimente-se mais de alimentos com baixo índice glicêmico!

Não são apenas as calorias dos alimentos que os tornam engordativos. O índice glicêmico está ligado ao ganho de peso, pois define a capacidade de um alimento aumentar os níveis de açúcar no sangue e promove uma falsa sensação de saciedade que dura, no máximo, 2 horas.

 

Alimentos de baixo ou moderado índice glicêmico: pão e macarrão integrais, feijão, lentilha, goiaba,

limão, maçã, maracujá e morango.

 

5. Equilibre os grupos alimentares!

Os grupos alimentares que devem estar presentes nas refeições são as proteínas, os carboidratos e as gorduras. Já as leguminosas deve estar presente em 1 das refeições do dia.

6. Comece pela salada!

A ordem do consumo dos alimentos em uma refeição também interfere na saciedade e na perda de peso. Comece pela salada, depois coma a carne e deixe por último a fonte de carboidratos.

7. Diminua a ingestão de gordura saturada!

Seja criativo e faça em casa receitas de hambúrguer e pizza integral com ingredientes pouco calóricos e sem óleo.

8. Reduza as calorias em restaurantes!

    • Nos fast-food, prefira hambúrguer de frango sem maionese;

 

    • Na churrascaria, peça salada de entrada e acompanhe o grelhado com 1 porção de carboidrato não-frito.

 

9. Troque a sobremesa por receitas menos calóricas!

Mousse de limão diet preparado com iogurte desnatado e gelatina diet é uma ótima opção como lanche da noite ou sobremesa.

10. Antes de ir para festas, coma um lanche!

Antes de sair, faça um lanche com 1 iogurte ou queijinho light.

 

FONTE: Yahoo

 

Alimentos que auxiliam na eliminação de gorduras

03/06/2012

 

 

 

 

 

 

 

SALADAS CRUAS

COGUMELOS, ASPARGOS, NOZES E LEVEDO DE CERVEJA – RICOS EM CROMO

CANELA, IOGURTE E LEITE – RICOS EM CÁLCIO

AIPO – RICO EM POTÁSSIO, QUE AJUDA A ELIMINAR O SAL DO CORPO, EVITANDO A RETENÇÃO DE LÍQUIDOS

CEREAIS INTEGRAIS – RICOS EM VITAMINAS B, AJUDAM A CONTROLAR OS NÍVEIS DE INSULINA E GLICEMIA DO CORPO

SALSA – DIURÉTICA, FAZ LIMPEZA NOS RINS

COCO – COM VITAMNINA E, ELEVA A TEMPERATURA DO CORPO E DESINCHA O CORPO

FRUTAS VERMELHAS

CHÁ VERDE E DE HIBISCO

LIMÃO

BRÓCOLIS

SALMÃO, ATUM, BACALHAU E SARDINHA

PIMENTA VERMELHA

GENGIBRE

Fonte: Yahoo

 

 

Pesquisa indica que mulheres não transam por amor apenas

01/06/2012

O papinho mole de que mulher só faz sexo quando ama é uma daquelas patacoadas que nem deveriam existir. Mulher transa quando sente tesão, vontade, desejo — igualzinho aos homens. Mulheres buscam prazer e não deveriam ter nenhuma vergonha disso.

No livro “Why Women Have Sex?”, Cindy Meston e David Buss, psicólogos da Universidade do Texas, descobriram 237 motivos pelos quais mulheres resolvem ir pra cama com um cara. E o amor não aparece nem como último colocado dessa disputa!

Alguns dos motivos são melhorar a autoestima, deixar o cara seguro, fazê-lo acreditar que a relação vai bem, conseguir uma promoção, por dinheiro ou drogas — na lista também aparecem as tristes opções “porque são forçadas ou violentadas”, o que não deveria existir nunca! Outras das inspirações para o momento são vingança, agradecimento e tédio.

A novidade do comportamento feminino — que nem deveria ser tão novidade assim — já era esperada pelos pesquisadores, que a chamam de “benefícios genéticos”. Geneticamente as mulheres buscam um homem capaz de dar filhos e crescimento para o casal mas, hoje, nós preferimos seguir a razão e buscar outras coisas um pouco mais interessantes.

E você, por que faz sexo?

Fonte: Yahoo

Dicas para a dona de casa

28/03/2012

Quem é que não gosta de aprender um truque ou uma dica nova para facilitar as tarefas domésticas e deixar a casa mais limpinha?

Sueli Rutkowski é especialista em organização doméstica e vive criando técnicas novas para facilitar nossa vida. Sueli também é palestrante e já foi roteirista e apresentadora do quadro “Dicas Incríveis” do programa Eliana, do SBT.

Conheça alguns segredinhos que Sueli ensina no livro “Dicas Incríveis – Truques e segredos para facilitar seu dia a dia” (Ed. Master Pop, 159 págs.; R$ 25)

1 – Para aumentar a vida útil de suas flores, coloque nos vasos água gelada e bicabornato de sódio (na proporção de dois litros de água para uma colher de café de bicabornato). Acrescente cinco gotas de água sanitária ou amoníaco, para eliminar fungos. Troque a água a cada dois dias.

2 – Para evitar que o espelho do banheiro embace, passe sabão em pedra seco na superfície. Depois, limpe com um pano seco e macio. Essse truque deve durar por aproximadamente sete dias. Após esse período, é necessário repetir o procedimento.

3 – Para pendurar facilmente blusas de linha ou de seda, ou com grandes decotes e pouco ombro, coloque um elástico em cada extremidade do cabide. Assim, elas não escorregarão.

4 – Como o uso, blusas de lã, linho e acrílico laceiam muito. Para recuperar os punhos esgarçados, mergulhe-os em água quente e seque com o secador de cabelo, com o ar bem quente. Eles voltarão ao tamanho normal.

5 – Se você lavou uma peça de roupa de lá, linha ou acrílico e ela encolheu, não se desespere. Deixe a peça de molho em um recipiente com água e xampu. Ela voltará ao tamanho normal.

6 – Para retirar fiapos de cor clara de casacos, ternos, blusas e camisas escuros, use uma esponja de lavar louça. Passe o lado macio da esponja na peça e os fiapos ficarão grudados nela. Limpe-a antes de usar novamente. Dica: Deixe a esponja na lavanderia e use-a antes de passar as roupas.

7 – Para nós de cadarço difíceis de desatar: coloque um pouco de amido de milho em cima deles. Os nós irão se desfazer com facilidade.

8  – O zíper emperrou? Passe grafite de lápis em toda a sua extensão que ele irá deslizar facilmente.

9 – Está com cólica ou sentindo frio e não tem bolsa térmica em casa? Improvise com uma garrafa pet! E só encher  a garrafa com água aquecida. Ela também vira um ótimo massageador de pés. Basta colocar a garrafa sob seus pés e rolá-la de um lado para o outro.

10 – Após lavar as louças, a esponja pode ser um foco de bactérias. Após usá-la, lave-a bem e leve-a ainda úmida ao micro-ondas, em cima de um prato de porcelana ou um refratário de vidro. Aqueça por um minuto, em potência alta. Isso acaba com as bactérias. E lembre-se que a esponja deve ser trocada semanalmente.

11 – Para deixar a casa mais cheirosa, borrife um pouco de uma essência de sua preferência em uma lâmpada de abajur, ainda desligada. Ligue o abajur. Quando a lâmpada aquecer, ela irá exalar um aroma agradável.

12 – Seu cachorro fez xixi no sofá, almofada ou tapete? Aplique bicabornato de sódio no local e deixe descansar por 30 minutos. Depois, aspire ou escove bem e o cheiro sairá.

13 – Seus óculos estão engordurados? Basta aplicar um pouco de vinagre branco e secar com papel toalha que eles ficarão limpinhos.

14 – Para desentupir a pia, coloque duas colheres de sopa de bicabornato de sódio no ralo. Depeje em seguida um copo de água fervente. O ideal é fazer esse procedimento à noite, após o jantar, quando a pia não é tão utilizada.

15 – Para eliminar a poeira do piso, envolva a vassoura com uma meia de seda. A poeira adere à meia sem fazer mais pó. Use meia de seda também para limpar móveis e outras superfícies.

Fonte: Yahoo

Será que o fim da paixão acaba com o amor?

26/03/2012

Ah, a paixão! Será esse, afinal, o entrave nas relações? Será esse o problema? Talvez compreender mais sobre esse sentimento possa nos ajudar.  Muitos de nós, ignorantes na matéria, imaginamos que quando acabou a paixão, o fogo, acabou a relação. E então, disparam os números de divórcios, de separações etc.

Tudo com base numa única lógica — Ele (a) não me ama mais como antigamente… Como se o antigamente fosse mais importante do que o que está sendo construído aqui e agora… Talvez, por isso, o convite. Se você se sente assim “desprestigiado” por seu companheiro (a) ou se sente diferente com relação a ele e ao sim, leia esse artigo. Pode ajudá-lo (a) a compreender melhor esse sentimento maior.

Nos dias de hoje, diferente da época de nossos avós, casamos por amor. E, acreditem, apesar de tudo para dar certo, afinal é nossa a escolha, parece que tudo dá errado!

No meu ponto de vista, isso acontece porque desconhecemos a “arte de amar”, desconhecemos o que é amor. Metemos, então, os pés pelas mãos, vivendo relações complexas com base em posse, dependência emocional, amar demais, amar de menos, etc., etc… Tudo o que acarreta em falta de cumplicidade, falta de compromisso, respeito, cuidado de um para com o outro.

Vale, então, compreender melhor os tipos de amor e, nesse compreender, ampliar o olhar, expandir a consciência, permitir-se experimentar cada momento, cada movimento do sentimento.

Eros, o amor paixão. O amor que cega, que nos faz surdos e mudos. Tira-nos a razão, enlouquece, ao mesmo tempo em que nos torna poetas, enamorados, bobos “alegres”, amantes, amados. Faz-nos tensos, inseguros, certos e errados. Tira-nos o foco, a respiração, a cor. Somos com o outro. Moremos sem ele. Vida e Morte. Fogo e Emoção.

Philia, o amor amizade. O amor companheiro de todas as horas. O amor que nos faz poder contar com outro a todo e qualquer momento. O amor que nos faz cúmplices, íntimos, amigos. O amor que nos faz engraçados. Rimos com o outro, aprendemos com ele, sabemos como agradar e deixamos claro como queremos ser agradados. Somos dois, unidos e separados, tudo ao mesmo tempo.

Ágape, o amor incondicional. O amor que tudo compreende. Tudo aceita. Tudo constrói. Um amor que de tão imenso, extrapola a vida a dois e é compartilhado com todos os que estão à volta. Aqui cabem todos: companheiro, filhos, amigos, familiares, outros… Aqui, o que conta é a espiritualidade, o amor maior, o dom supremo. Estar com o outro, nesse momento, nos completa. Expande o “ser”.

Bem, posto isso, qual o impacto na relação? No casamento? Fica aqui o convite à reflexão. Em toda a relação, o que acontece é um movimento circular. Andamos de um amor para o outro tipo de amor, em todas as direções. É como se pudéssemos ora estar em eros, ora em ágape, ora em philia, depois em eros, depois em philia e assim por diante.

Se conseguirmos compreender o amor nessa dimensão, estaremos prontos para conquistar e ser seduzidos em diferentes momentos, na vida a dois.

Acreditem, o amor se transforma a todo o tempo. E, como todo sentimento, é também movimento. Pode, por isso, encantar a cada nova estação. Pode, por isso, recomeçar a cada nova estação.

É claro que vale sempre reforçar. Será sempre diferente. Evoluímos, crescemos, somos, também, diferentes a cada vez que inspiramos e expiramos.  Renovamo-nos  a cada respiração e, assim, também é o amor.

Quem puder compreender o movimento do amor certamente  terá outra visão sobre seu relacionamento. Terá um olhar mais compassivo para consigo e com o outro. Para com o nós.

Registre aqui sua experiência, comentamos nos próximos posts.

Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.

Por Sandra Maia (Yahoo)

Amor platônico vale a pena?

24/03/2012

 

Algumas pessoas, e em especial
alguns poetas, costumam enxergar algo de muito belo, sublime e até nobre em
cultivar um amor do tipo platônico, daquele que precisa ser vivido à distância,
somente na fantasia, nos mais profundos recônditos da mente e do coração do tal
amante.

Em geral, esse tipo de amor é direcionado a pessoas que, até
segunda ordem, são “impossíveis”. Sim, aquelas de quem, por quaisquer razões,
não se pode aproximar; seja por estar fisicamente muito distante, seja por
representar um alto risco, um perigo iminente. Pode ser o chefe, o namorado da
melhor amiga, a mulher do tio e até as ditas celebridades, aquelas que vivem
numa realidade muito, muito diferente de quem as ama. Enfim, pessoas
comprometidas ou indisponíveis.

Como tema de poesia, convenhamos, dá
mesmo “pano pra manga”. Rende. Porém, no dia-a-dia, se você anda mirando por
tempo demais ou, pior, por vezes demais em corações proibidos, é hora de rever
suas crenças sobre poder realmente ser feliz no amor.

O fato é que todos
nós temos crenças que, em última instância, exercem influência significativa
sobre nossas escolhas mais íntimas. Ainda mais quando estão inconscientes, ou
seja, quando nem imaginamos que estamos sendo guiados por elas. E quanto menos
nos conhecemos, quanto menos observamos nossas ações e a dinâmica que
estabelecemos nas relações que vivemos, menos teremos noção de quais crenças
estão determinando quem atraímos e quem repelimos!

Por isso, se você
costuma se descobrir apaixonado por pessoas com quem já sabe que, por maior que
possa ser o seu desejo, não vai rolar… então, é hora de questionar a si mesmo
e, em silêncio, esperar a sua resposta chegar: por que será que você anda
preferindo justo o que não é possível? Por que será que você está relacionando
amor com dificuldade, dor, angústia e frustração?

Será que, bem lá no
fundo, não tá rolando um super medo de se interessar por alguém disponível e,
diante da possibilidade real de se envolver, não saber o que fazer, como agir,
como demonstrar o que você sente e quem você é? Ou talvez você esteja tão bem
acomodado nesse lugar de quem não tem sorte no amor que já não saberia o que
fazer caso se desse conta de que a sua sorte é você quem faz?

Enfim, os
motivos que podem levar alguém a escolher os caminhos mais improváveis e
tortuosos na busca pela felicidade e realização no amor podem ser muitos e dos
mais variados. E se esse é o seu caso, a única pessoa que pode descobrir que
motivos são os seus é você mesmo!

A minha sugestão é para que você ao
menos se olhe, ao menos se questione, ao menos tente perceber qual é o seu medo.
A que você está se apegando? Que porta ainda falta abrir dentro de você para que
o amor flua leve, livre e solto em sua vida?

E esteja certo de que, mais
cedo ou mais tarde, sem se intimidar diante do seu direito de ser feliz, você se
descobrirá amando bem de pertinho e bem de verdade, com todas as bênçãos do
Universo e daqueles que mais são importantes em sua história!

Por Rosana Braga (Site Vidanova)

 

 

Agradecimento pelo grande número de visitas de leitores do Sudão e da Argélia

04/03/2012

 

ABAIXO A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO SUDÃO, PAÍS DE MAIORIA MUÇULMANA

 

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=Den7rWxNUvo’]

 

Entretanto, em outro país muçulmano, a Argélia, temos músicas belíssimas

 

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=Vr45QLLMTcQ’]

 

Fonte: Youtube

 

Filhos: a dúvida entre os ter ou não

01/03/2012

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje em dia é mais do que comum mulheres se encontrarem em angústia extrema por conta do evento de engravidar e ter um filho ou investir na carreira profissional. Ao que parece, fica difícil conciliar ambos, principalmente quando em carreira executiva, muito embora não seja só dentro deste espectro de carreira que a angustia pode surgir.

Dependendo da idade, quanto mais avançada, mais os conflitos em relação ao tema se estabelecem de modo muitas vezes devastador para as mulheres. Casadas ou não, chega um tempo em que a chamada biologia humana grita alto aos ouvidos. O que fazer em relação a esses ditames é a questão.

De outro modo não tão diferente, as mais jovens também podem passar por essa modalidade de conflito. As que discutem a situação com os parceiros e mesmo as que desejam fazer produção independente, sabem que essa mudança de vida não é tão fácil e nem tão simples. Pelo fato de assumirem grandes responsabilidades no orçamento familiar e também pela abertura da inserção no mercado de trabalho, cada vez mais em condições igualitárias aos homens, a mulher da atualidade tornou-se consciente de suas múltiplas demandas. Sabe que ser mãe invoca uma qualidade de presença e de disposição insubstituíveis pelo menos no início da vida de um filho. Também tem consciência de que sua vida jamais será como antes. Por estes motivos, somados a cruzamento de histórias individuais de cada mulher que está no impasse de ter ou não filhos, é que a demanda da busca por terapias com este tema tem aumentado significativamente. Terapias breves e focais nestes casos costumam promover excelentes resultados. Sabemos que este tipo de opção jamais poderia ser feita satisfatoriamente em meio a soluções matemáticas ou através de lógicas de raciocínios e, sim, por plena disposição elaborada interiormente e clareza emocional que somente uma boa terapia pode alavancar.

A decisão sobre desistir de ter filhos, da carreira profissional ou de seguir com ambas as opções, optando por ter filhos e seguir ao mesmo tempo com a carreira depende, como já foi abordado anteriormente, da história de vida de cada mulher em conflito.

Existe uma tendência da classe média em optar mais do que as outras por adiar o fato de ter filhos, ou conciliarem filhos e trabalho.
Observa-se, porém, que no geral existe empate em todas as opções. É relevante ressaltar que, para cada escolha feita, sempre haverá ônus e bônus.

Inúmeros conflitos e angústias impensáveis podem surgir quando, por exemplo, ocorre um gravidez inesperada. A maioria busca uma boa adaptação ao susto inicial e as que mais conflitos passam, muitas vezes recebem as benesses que um bom suporte terapêutico é capaz de oferecer.

Preocupação excessiva sobre o tema “ter ou filhos ou dar prosseguimento à carreira profissional” pode ser fator preponderante para instalação de quadros de estresse e ansiedade. Sugiro que, se em algum momento, esse tipo de preocupação tomar uma dimensão importante, a ponto de influenciar negativamente a qualidade do dia-a-dia, que um profissional capacitado seja procurado, em nome de evitar que estes conflitos tornem-se a causa de sintomas emocionais maiores e de solução trabalhosa.

Por Silvia Mulamud (Site Vidanova)

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