Fonte: Youtube
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Número de estrangeiros que pedem para morar no Brasil mais que dobrouQuase 50 mil estrangeiros entraram com pedido de permanência e refúgio no Brasil apenas em 2013. Número é mais que o dobro do registrado em 2006
Os grandes eventos – Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos –, a democracia, a cultura e a fama de acolhimento fizeram com que o Brasil registrasse um boom nos pedidos de permanência e refúgio de estrangeiros em 2013. No ano passado, o país registrou o recorde histórico no número de solicitações com 48.272, contra 20.062, em 2006, o que significa que mais que dobrou. E mais. Apesar da grande diferença cultural e da barreira do idioma, o povo sírio, em guerra civil desde 2011, já representa a terceira maior nacionalidade de refugiados no Brasil.
O aumento no número de pedidos de permanência, no entanto, não veio acompanhado de uma estrutura adequada para atender a demanda. Levantamento do Ministério de Justiça demonstra que dos 20 mil pedidos protocolados entre agosto e dezembro do ano passado, menos da metade foram analisados, ou seja, cerca de 9,3 mil. Dos analisados, 6,6 mil foram deferidos no período. O secretário de Justiça, Paulo Abrão, confirma a deficiência e explica que a análise dos processos precisa ser detalhada e requer um tempo maior.
Com a mesma linha de raciocínio, o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, afirma que o Brasil tem que se aparelhar melhor para acolher pessoas que pedem abrigo no país. Segundo ele, diante do aumento do número de pedidos de permanência de estrangeiros, a estrutura de acolhimento tem que ser aperfeiçoada. A declaração do ministro, durante a reunião de abertura dos trabalhos da Comissão de Relações Exteriores do Senado, foi provocada pelo questionamento em relação à médica cubana Ramona Matos Rodríguez, que abandonou o Programa Mais Médicos.
O pedido de refúgio no país é autorizado quando há, contra o estrangeiro, fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas. As primeiras análises dos processos pelo Ministério da Justiça, no entanto, mostraram que a maioria veio para o Brasil por razões econômicas, em busca de melhores condições de vida e trabalho.
Cidadania
O sírio Nazir Farra ainda não domina o português, mas confirma que, mesmo com hábitos de vida tão distintos e a barreira do idioma, o Brasil foi descoberto como um bom lugar para se viver e exercer a cidadania. Ele desembarcou no Brasil com a família em setembro de 2012 e disse que veio atraído pela solidez da economia brasileira. “Eu queria que minha filha se beneficiasse da cidadania brasileira”, afirma Nazir, que prefere se comunicar em inglês.
O sírio conta que viveu a maior parte da vida no Golfo Pérsico e sofreu com o alto custo de vida no seu país, o que não ocorre no Brasil. “Em todos os países temos prós e contras, vivendo em casa ou fora. Mas optei por ter benefícios a longo prazo”, afirma. De acordo com o consulado da Síria em Belo Horizonte, desde o início do conflito a capital mineira foi escolhida como destino por pelo menos 15 famílias e não existe registro de problemas de adaptação.
Paulo Abrão explica que é possível observar que houve uma inversão nos fluxos migratórias globais. “A ONU (Organização das Nações Unidas) verificou que houve uma inversão no fluxo migratório, que era do Sul para o Norte, e, agora, é do Sul para o Sul”, explica. Segundo ele, no Brasil, o maior e mais tradicional fluxo migratório ainda é de latinos, seguidos por angolanos, portugueses e espanhóis.
O secretário de Justiça acredita que, além dos atrativos do Brasil, os conflitos internacionais são responsáveis pela dispersão dos grupos sociais. De acordo com estudo da ONU, todos os países em que foi verificado maior número de pedidos, tanto para o Brasil quanto para outras nações, têm histórico de conflito político, étnico e com disseminação de violência. A maioria é formada por Estados em desenvolvimento ou de menor desenvolvimento relativo, especialmente os da África.
Sobrevivência
Atualmente, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (Acnur), são estimadas 214 milhões de pessoas vivendo fora dos seus países de origem, por diversas razões e motivações, como oportunidade de trabalho e sobrevivência. Mas a crise na Síria teve impacto direto no aumento de refugiados em todo o mundo no ano passado. Do total de 1,5 milhão de novos refugiados no primeiro semestre de 2013, 1,3 milhão são da Síria. Essas pessoas se abrigam principalmente nos países vizinhos – Líbano, Turquia, Jordânia e Iraque, de acordo com a Mid-Year Trends 2013.
Segundo o Ministério da Justiça, os países que mais solicitaram refúgio ao Brasil são a República Democrática do Congo, com 106 concessões, Colômbia (87), Paquistão (32) e Angola (17). Entre os países da América do Sul, Bolívia (16) e Venezuela (seis) lideram os pedidos. “O Brasil tem tradição de acolhimento. É como no caso dos haitianos que entram, sem documentos, em busca de refúgio. Para eles é dado o direito de entrar, viver e trabalhar no Brasil enquanto o processo é examinado pelo Conare (Comitê Nacional para Refugiados”, lembra o ministro Figueiredo.
Visto para haitianos
Fonte: em
O forte sotaque, carregado principalmente nas letras erres, denuncia que o técnico de construção Joseph Sluny, 43 anos, não é brasileiro. Sluny é checo e faz parte dos cerca de 500 estrangeiros que vivem em abrigos da cidade de São Paulo. Ao contrário da maioria, o Brasil não estava nos planos de Sluny. Ele saiu da República Checa com destino ao Peru, mas foi enganado, assaltado e não consegue voltar para casa.
Acostumado a viajar pela Europa em busca de trabalho, Sluny recebeu a proposta de trabalho na América do Sul e encarou a experiência como “mais uma oportunidade de ganhar dinheiro” do outro lado do mundo. No entanto, ao chegar no Peru, o amigo que o indicou para o trabalho sumiu e levou todo o dinheiro que os dois tinham conquistado juntos.
Segundo ele, a passagem de avião do Peru para Europa seria mais cara do que uma viagem em três etapas passando pelo Brasil e pela África. No entanto, quando ele chegou ao aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, diz ter sido assaltado.
Sluny conseguiu manter apenas o passaporte. Em São Paulo desde novembro do ano passado, o visto de turista venceu em fevereiro e ele está irregular, vivendo no Instituto Lygia Jardim, na Bela Vista (região central de São Paulo), que abriga cerca de 60 homens e 40 mulheres, em situação de rua.
A gerente do instituto, Adriana Rodrigues, diz que vem tentando regularizar a situação do estrangeiro, mas esbarra na burocracia do consulado. “Eles pediram para que a família enviasse dinheiro para ele comprar a passagem de volta para a Republica Checa, mas eles disseram que não tinham condições e ele está aqui esperando. A esperança é a extradição da Policia Federal”, diz.
Apesar de a extradição ser a solução mais viável, segundo Adriana, o checo gostou do Brasil e diz quer ficar. “Gosto do Brasil e por que não ficar aqui? Quero emprego, mas não consigo porque não tenho documento”, diz.
Oportunidade
Assim como Sluny, muitos estrangeiros vêem no Brasil a oportunidade para ganhar dinheiro e, em muitos casos, melhorar as condições financeiras da família inteira.
É o caso do comerciante haitiano Attis Jean Onild, 38 anos, que deixou a mulher e dois filhos no país vizinho República Dominicana para se aventurar no Brasil. “Estou buscando trabalho para mandar buscar minha mulher e meus filhos”, diz Onild em um “portunhol” improvisado e complementado com gestos para se fazer compreender. O comerciante chegou a São Paulo no dia 6 de março deste ano e desde então está abrigado na igreja Nossa Senhora da Paz, no Glicério, região central de São Paulo. Ele tem tido aulas de português enquanto aguarda a liberação do visto, que deve demorar mais 15 dias para ser emitido. Com a documentação em mãos, Onild poderá se candidatar a vagas de empregos no país.
Segundo Onild, que morava na vizinha Republica Dominicana, a situação econômica do Haiti piorou muito depois que o terremoto atingiu o país, em 2010, e muitos haitianos buscam melhores condições de vida no vizinho e no Brasil.
Por causa dessa imigração em massa de haitianos, a República Dominica tem tentado impedir a permanência de haitianos naquela parte da ilha, segundo o compatriota de Onild, o mestre de obras Romain Ulfrene, 40 anos, que viveu por 20 anos na Republica Dominicana antes de decidir tentar a sorte no Brasil.
“Há uma crise na Republica Domenica e nós temos percebido o problema. Os que nascem lá não querem dar documentos para os hatianos. Minha filha mais velha [que tem 14 anos] nasceu na Republica Domenicana e não tem a ata de nascimento porque é filha de haitianos. Ela não existe no Haiti e nem na Republica Dominicana”, diz. Ele deixou a mulher e quatro filhos em Porto Príncipe, capital do país.
Ulfrene diz que tem procurado emprego todos os dias, mas como também não tem o visto, não é chamado para trabalhar. Por enquanto, a família manda dinheiro para ele, que já conseguiu alugar, por R$ 600, um quarto que divide com outros dois compatriotas na Liberdade, também na região central.
A percepção de que o Brasil é a “bola da vez” e o “país do futuro” foi difundida pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, segundo padre Paolo Parise, diretor do Centro de Estudos Migratórios, da Casa do Migrante, onde Onild e Ulfrene estão abrigados.
“Depois do terremoto [que devastou parte do país, em 2010], o Lula [ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva] levou ao Haiti a imagem de que o Brasil é o País das Maravilhas”, diz Parise.
O abrigo fica no terreno na igreja Nossa Senhora da Paz, no Glicério, região central de São Paulo, e é endereço conhecido por acolher imigrantes e refugiados. Atualmente, a casa tem 110 estrangeiros, a maior parte deles haitianos e congoleses, segundo o padre. De acordo com o último Censo da População de Rua de São Paulo, publicado em 2012, a cidade tinha 484 estrangeiros vivendo em albergues e 10 nas ruas. Mas de acordo com o padre Parise, é muito dificil estimar quantos estrangeiros vivem na cidade hoje. “Muitos estão em situação irregular”, diz.
O carpinteiro guinéu Conde Aboubaacr, 34 anos, espera arrumar trabalho para ficar no Brasil e mandar trazer a mulher, grávida de nove meses, e os dois filhos. A família vive em Cabo Verde, onde ele morou nos últimos cinco anos e aprendeu o português.
“Eu visitei meu país [Guiné] em 2011 e conheci muitos brasileiros, que estão lá explorando minas de ouro, diamante e fosfato. Eles falaram que as condições eram melhores que da África e que eu poderia melhorar de condições de vida aqui”, disse. “Isso me deu coragem para vir”. Ele diz que conversou com a mulher e os dois decidiram juntos a viagem.
Ele também aguarda a liberação do visto para conseguir emprego aqui no Brasil. “Até fiz testes para trabalhar, mas a empresa pediu a documentação e eu não tinha”, lamenta.
Tortura
Diferentemente da maioria, o único desejo do agricultor colombiano John Rojas, 39 anos, é voltar para casa. No entanto, para salvar a própria vida, ele é obrigado a ficar no Brasil. Ele está no Instituto Lygia Jardim, na Bela Vista.
Segundo Rojas, que é natural de Pereira, capital de Risalrada, a região onde mora é centro de uma disputa entre Forças Revolucionárias da Colombia (Farc), outros grupos de guerrilha e o Exército colombiano.
Franzino, Rojas explica que foi confundido com guerrilheiro e torturado. “A polícia quase me matou. Me prenderam e me torturaram”, diz. Ele afirma já ter perdido um tio, morto por causa de disputas de terra na região. “Matavam as pessoas indiscriminadamente. Não precisava fazer parte de nenhum grupo”, diz.
Segundo ele, que exibe marcas das algemas nos punhos, a violência policial deixou sequelas ainda piores e ele sente dores constantes na região dos olhos e no abdomê, além de um problema na traqueia.
Para reparar o erro, o governo colombiano indenizou Rojas com o equivalente a R$ 25 mil, com o qual ele ajudou a irmã e a mãe, que ficaram na Colômbia, e lhe entregou uma autorização de refugio ao Brasil, onde está desde novembro. “Eu cheguei em Manaus [AM] em novembro e fiquei lá dois meses. Mas fiquei com medo porque é muito perto da fronteira. Preferi São Paulo”, onde diz estar há três meses. Ele define São Paulo como “bonita” e “assustadora”. “Mas assusta porque vivi no campo a minha vida inteira.”
Para ele, as maiores dificuldades de continuar aqui são o idioma e a saudade da família. “Espero recuperar minha saúde, me recuperar psicologicamente, e ficar como eu era antes. Sinto saudade da minha família e do campo. Espero que meu país resolva a questão da violência para que eu possa voltar para Colombia”, finaliza
Fonte: IG
A primeira, dizendo que o Brasil é “ o único (país)da América Latina, o único Bric e a única nação ocidental em desenvolvimento” que aparece entre os 12 lugares onde moradores de 65 nações – ouvidos desejariam viver.
O crescimento se deve, fundamentalmente, à concessão de solicitações para cidadãos da Síria, dos quais 283 chegaram ao Brasil fugindo da guerra civil que castiga o país, o que representa 44% do total de concessões feitas.
Desde o começo do conflito, calcula-se que dois milhões de sírios abandonaram seu país em busca de refúgio, geralmente, em nações vizinhas.
Além disso, durante o ano passado foram recebidos no Brasil como refugiados 106 cidadãos da República Democrática do Congo, 87 colombianos e 32 paquistaneses. A lista de refugiados amparados pelo Brasil tem ainda cidadãos 32 países europeus, africanos, americanos e asiáticos.
Atualmente, o Brasil tem cerca de quatro mil refugiados. Segundo o Comitê Nacional para Refugiados do Brasil (Conare), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, o país recebeu um total de 5.200 solicitações de refúgio.
Fonte:Yahoo
A ONU considera que o conflito da Síria causou a pior crise de refugiados dos últimos 20 anos, envolvendo números que não se viam desde o genocídio de 1994 no Ruanda.
Há um ano, o número de refugiados sírios pouco ultrapassava os 250 mil, mas em apenas 12 meses mais 1,8 milhões de pessoas fugiram do país e as Nações Unidas afirmam que a tendência não mostra sinais de abrandar.
“Hemorragia de mulheres, crianças e homens”
“Uma hemorragia de mulheres, crianças e homens que frequentemente atravessam as fronteiras, com pouco mais que aquilo que trazem vestido”, diz o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) , referindo-se à Síria.
Esta estimativa não inclui cerca de 4,25 milhões de sírios que se encontram deslocados no interior do seu próprio país, o que eleva para mais de seis milhões o número de pessoas sem teto devido à guerra civil.
A quase totalidade dos que fogem para o exterior fica-se pelos países vizinhos. No Líbano, Jordânia, Turquia e Iraque há campos de tendas a perder de vista com centenas de milhares de pessoas e onde o simples fornecimento de água e alimentos representa um pesadelo logístico.
“Fardo insuportável sobre infraestruturas”
O ACNUR salienta que o influxo de refugiados está a colocar “um fardo insuportável sobre as infraestruturas, economias e sociedades” dos vizinhos da Síria e apela a “um apoio massivo” por parte da comunidade internacional a estes países.
A ONU sublinha que as agências humanitárias internacionais apenas dispõem de 47 por cento dos fundos necessários para lidar com as necessidades básicas dos refugiados.
“A Síria tornou-se na grande tragédia deste século. Uma calamidade humanitária com sofrimento e deslocação de pessoas que não tem paralelo na história recente”, diz o alto comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres.
“Demorou dois anos para se atingir o primeiro milhão de refugiados. Demorou seis meses para se atingir o segundo milhão“, disse Guterres à BBC, salientando que o ACNUR calcula que se atinja os três milhões de refugiados no final de 2013.
Fonte: ONU
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Fonte: Youtube
Bom dia Envio a 1ra reportagem:
Antes de começar uma série de dicas para viajantes a Buenos Aires,
agradeço ao Site Terra 2012 por permitir-me tomar contato com todos e cada um
de Vocês e poder entregar-lhes informação necessária para ajudar aos
turistas que desejam conhecer e desfrutar de Buenos Aires, para contar com
ferramentas e conhecimentos necessários para conseguir uma experiência
satisfatória.
Meu nome é Carlos Fuentes e sou sócio gerente da empresa Anfitrión
Argentina, que é a primeira e única empresa de serviços turisticos
receptivos em Buenos Aires, que aplica normas de segurança com todos seus
clientes e dispõe de uma página em sua web,de alertas e dicas, para todos
os que viajem a Buenos Aires. No próximo envio veremos a diferença entre
turista e viajante.
1er envio)Turista é aquela pessoa que em forma ocasional visita augum
destino a fim de conhecer um lugar determinado, fora ou dentro do seu
pais, sendo seu experencia básica e desconhecendo questões que têm uma
alta incidência quando se programa e se inicia uma viagem.
O city tour, é um exemplo disso, yá que permite ao turista, localizar-se e
conhecer os pontos mais marcante do destino eleito, por isso o turista
procura, hotel, city tour e auguma outra alternativa sugerida por quem já
viajou e experimentou a esse destino,
O viajante é aquela pessoa que por constante prática na procura de
experimentar viagens e destinos, em seu natural nomadismo, vái
convertendo-se em experiente, muitas vezes a força de frustrações, outras
de pagar e outras por não ter contado com profissionais idóneos que o
guiassem do jeito certo.
A grande diferença entre o turista e o viajante é precisamente, a
experiência de saber que costumes prevenir, como planificar, como
informar-se, como eleger e onde localizar-se.
Posso dizer que para o viajante é parte de seu cotidiano organizar uma
viagem, com a certeza de saber que desfrutará a pleno tal qual o desejam
todos.
Depois me dao un toque para saber cada cuanto tempo vai uma dica e vou
enviando otras já aprepairadas. Obrigado e abracos.
Carlos
Anfitrión Argentina (única empresa de receptivos com segurança)
Visite nosso site
Email:info@anfitrionargentina.
Cel.Guardia= 154-174-2573
Buenos Aires – Argentina
Milhares de imigrantes reivindicaram em 1/6/13, em Nova York, no Dia Internacional do Trabalho, o fim das deportações e a aprovação de uma reforma migratória que lhes permita legalizar seu status, uma exigência em linha com protestos em muitas outras cidades dos Estados Unidos.
Os manifestantes se concentraram em frente à prefeitura de Nova York e em meio a um forte esquema de segurança, já que este foi o primeiro evento em massa realizado na ‘Big Apple’ desde os atentados em Boston, no dia 15 de abril.
“Somos um” e “o tempo é agora”, gritaram os imigrantes de diversos países, que levaram bandeiras e cartazes com mensagens de “fim às deportações” ou “Grupo dos 8, plano injusto” em referência à proposta de reforma migratória apresentada por um grupo bipartidário de congressistas.
“Sua luta por direitos, por dignidade, para serem respeitados é também nossa luta”, foi a mensagem dos sindicatos, liderados pela poderosa AFL-CIO, aos imigrantes e outros trabalhadores que compareceram à manifestação. Muitos residentes legais e não-imigrantes também participaram em apoio aos manifestantes.
Gregory Reynoso é dominicano e residente legal e foi à manifestação em apoio aos milhares de imigrantes ilegais “porque todos enfrentamos o mesmo problema de baixos salários” no emprego.
Enquanto isso, um grupo de mexicanos agradecia a seus deuses com uma antiga dança asteca por ter sido permitido a eles estar hoje no evento e para que os pedidos de todos se tornem realidade. “Estou esperando que haja uma reforma, que se escute o que o povo está pedindo”, disse o mexicano Heriberto Hernández.
O plano bipartidário de reforma migratória negociado pelo “Grupo dos Oito” do Senado americano propõe multas de mais de US$ 2 mil para a legalização de imigrantes ilegais, destina US$ 4,5 bilhões para a segurança fronteiriça e prevê a contratação de 3.500 agentes adicionais.
Segundo um documento ao qual a agência EFE teve acesso, o plano, cuja apresentação formal estava prevista para esta terça-feira mas foi adiada previsivelmente para quarta-feira pelas explosões em Boston (Massachusetts), dá um prazo de 13 anos para a legalização e eventual cidadania dos 11 milhões de imigrantes ilegais que vivem nos EUA.
Trata-se da maior reforma migratória desde a “anistia” promulgada em 1986 pelo então presidente dos EUA, o republicano Ronald Reagan, que legalizou três milhões de estrangeiros clandestinos.
A reforma, negociada desde janeiro passado, prevê ainda US$ 3 bilhões para a segurança fronteiriça, US$ 1,5 bilhão para a instalação de muros e cercas na fronteira e fundos para a contratação de 3.500 agentes.
O texto também autoriza o desdobramento de membros da Guarda Nacional na fronteira sudoeste para auxiliar nas tarefas de construção de muros e postos de controle, vigilância da fronteira, incluindo em zonas rurais altamente transitadas, e capacitação técnica.
“Acreditamos que este plano representa um bom acordo bipartidário, com fortes medidas para a segurança fronteiriça e um amplo programa de legalização. Havia muita preocupação pelo aspecto da segurança fronteiriça e outros pontos, mas no final alcançamos um projeto de lei pactuado”, disse à EFE uma assessora democrata do Senado, que pediu anonimato.
O plano foi elaborado pelos senadores democratas Bob Menendez, Dick Durbin, Chuck Schumer e Michael Bennet e os republicanos John McCain, Jeff Flake, Lindsey Graham e Marco Rubio.
Segundo o esboço da medida, os imigrantes ilegais que chegaram aos EUA antes de 31 de dezembro de 2011 receberão uma permissão temporária, após o pagamento de uma multa de US$ 500, e terão de esperar dez anos para obter a residência permanente e outros três anos para solicitar a cidadania.
Para obter a residência permanente, os imigrantes ilegais terão de demonstrar uma contínua presença física nos EUA desde dezembro de 2011, pagar uma multa de US$ 1 mil, estar em dia com seus impostos e ter conhecimento do inglês e da história cívica.
O programa de legalização exclui quem tiver sido condenado por delitos graves, por pelo menos três delitos menores ou por um delito no exterior, os que tiverem votado ilegalmente nos EUA e quem for tido como “inadmissível” por infrações criminosas, de segurança nacional, saúde pública ou de caráter moral.
Tanto os estudantes imigrantes ilegais como os trabalhadores do setor agrícola teriam uma via mais expedita, de cinco anos, para sua legalização.
A reforma migratória é uma das principais prioridades legislativas do presidente Barack Obama, que desde o ano passado promoveu reuniões privadas com diversos setores da sociedade civil em busca de apoio à legislação.
Fonte: Terra
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Fonte: Anjo de Luz
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Fonte: Youtube
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Fonte: Youtube
Nicolas Sarkozy está desesperado. Vendo minguar suas expectativas de ser reeleito em maio e continuar na Presidência francesa, ele resolveu apelar. Isso significa cortejar o eleitorado do partido de extrema direita Front Nacional e tentar roubar parte dos votos da candidata Marine Le Pen. Sarkozy afirmou, há poucos dias, que “há imigrantes demais na França” e ameaçou retirar o país do espaço Schengen, que garante a livre circulação de pessoas pelos Estados-membros da União Europeia.
Ainda piores do que essas promessas tacanhas para barganhar migalha de eleitor racista são as políticas de imigração que Sarkozy vem de fato pondo em prática – e que foram intensificadas à medida que as eleições se aproximavam. Uma das mais chocantes é a chamada “Circulaire Guéant”, que leva o nome do ministro francês do Interior. A circular, divulgada em 2011, restringe a permissão de residência para estudantes estrangeiros na França. O texto foi revisado em janeiro, teoricamente para pegar mais leve, mas na prática a arbitrariedade corre solta.
A circular, como tudo que é malfeito, provocou confusão entre os burocratas. A solução foi aplicar as diretrizes a torto e a direito. Resultado: milhares de estudantes estrangeiros cujas permissões de residência venciam no meio do ano escolar tiveram a renovação negada e estão sendo intimados a deixar o país. Detalhe: sem conseguir terminar a graduação, o mestrado e até o doutorado. Outros milhares de estrangeiros, recém-formados na França e contratados por empresas francesas ou multinacionais para colocar seu aprendizado em prática no mercado de trabalho, também tiveram suas permissões negadas. Em Estrasburgo, onde estudei em 2009, a comunidade universitária se solidarizou com os estudantes e está brigando com as repartições públicas para regularizá-los. Mais de 20% dos alunos inscritos na Universidade de Estrasburgo são estrangeiros e as associações estudantis estimam que entre 600 e 800 deles tenham caído na ilegalidade. Desde o início do ano, as expulsões dobraram. Em Paris, centenas de franceses decidiram apadrinhar estudantes estrangeiros em risco de expulsão do país. Afinal, negar a um estudante que ele continue seu curso, além de ir contra qualquer noção sã de direitos do homem, fere a autonomia universitária. É como se a prefeitura ou o estado tivessem poder de decidir quem pode ou não frequentar a universidade pública, excluindo arbitrariamente os estrangeiros.
Atinge-se o limite entre civilização e barbárie. As medidas anti-imigração contra estudantes ferem absolutamente os princípios da República francesa e a tradição das universidades do país, que sempre se orgulhou de ser um polo cultural. Atrair estrangeiros pela qualidade e democracia do ensino; atrair estrangeiros por conta da riqueza da produção artística, literária e científica é um privilégio. É ter sua cultura valorizada a tal ponto que ela é espontaneamente exportada. A França está jogando isso no lixo. Enquanto isso, o Québec, província francófona do Canadá, propagandeia suas universidades e seu mercado de trabalho aos estrangeiros do mundo todo. Você quer ter seu currículo valorizado por uma experiência no exterior? Você ama Balzac e Stendhal? Quer aprender francês? Venha para o Canadá!
Um país que ofende seus imigrantes é xenófobo. Um Estado que trata seus estudantes como bandidos é bárbaro. Recentemente, nosso país mostrou ser capaz de ambas as atitudes: são inúmeras as denúncias de indústrias em território brasileiro que contratam imigrantes (de bolivianos até afegãos) em regime de trabalho escravo; são inúmeros os aplausos à polícia de certo estado por dar cacetada em universitários. Cuidado, Brasil, para não seguir os maus exemplos europeus.
Fonte: Isto é
Com a crise na zona do euro, aumentou em 80% o número de europeus presos no Estado. Quem puxa as estatísticas para cima são, na maioria, desempregados que aceitaram propostas de quadrilhas para vir ao Brasil e voltar para casa carregando cocaína. Pelo trabalho de “mula” do tráfico, receberiam quantias em torno de 10 mil euros (R$ 23 mil). A viagem acaba sendo só de ida para os que são flagrados no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.
“Anteriormente, havia muitos presos de países mais pobres, mas ultimamente há um grande número de pessoas de países desenvolvidos”, observa o procurador da República Vicente Mandetta, que atua em Guarulhos.
Em dezembro de 2008, antes de estourar a crise na Europa, havia 264 detentos europeus no Estado. Em 29 de fevereiro deste ano, eram 476, segundo a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária. O número de “mulas” de passagem por Guarulhos pode ser bem maior, avalia o procurador. “Se continuam vindo, apesar de tantas prisões, é porque ainda é lucrativo e muitos outros devem passar”, afirma.
No esquema do tráfico, o alto valor da cocaína na Europa compensa eventuais perdas com a prisão de algumas pessoas. O quilo da droga, que sai a 1.500 euros na Bolívia, chega a 40 mil euros do outro lado do Atlântico.
Com índice geral de desemprego de 23% e taxa de cerca de 50% entre os jovens, a Espanha é o país europeu que mais tem presos no Estado, um total de 115. O segundo lugar na lista é dos portugueses, com 74 detentos. Segundo a Polícia Federal, os dois países ibéricos são a principal porta de entrada para a cocaína transportada diretamente do Brasil para a Europa.
Fonte: O Estado de São Paulo