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É, já faz alguns anos… Foi em 1996 que ouvi um amigo espiritual dizer as seguintes palavras:
“Aprende a cultivar uma atitude de respeito para com todos os caminhos espirituais existentes. Se você mantém esta atitude, se você respeita, está honrando a sua própria integridade, a sua própria espiritualidade.
Cada um possui sua própria visão, seu próprio rito, seu próprio meio de re-conexão.
Mas o que o aconselho hoje, é a experiência da compreensão, viva, inteligente, que faz crescer a consciência e ampliar o coração”.
Anotei as suas sábias palavras num diário espiritual e agora as compartilho pela ressonância com o tema que hoje iremos abordar, nestas poucas linhas que é: a espiritualidade xamânica.
A espiritualidade xamânica nasce com os seres humanos. Temos indícios de práticas xamanistícas existentes há 44 mil anos, desde a época do homem Neandertal. Na realidade inicia-se quando o ser humano começa a descobrir o mundo invisível. Quando começa a descobrir os mistérios da natureza, a sentir com maior intensidade o sagrado, a sonhar, a se comunicar com a natureza e com os espíritos.
Esta espiritualidade ancestral tem como templo a própria natureza, o ambiente do qual o ser humano interage em seu cotidiano. Tudo torna-se sagrado na espiritualidade natural. As formas existentes na natureza eram então respeitadas como sendo espíritos que formavam uma única família, a família do Grande Espírito, do TODO QUE ESTÁ EM TUDO, do Grande Mistério.
Assim, o Céu torna-se o Pai que ensina o caminho das estrelas e das origens ancestrais. A Terra torna-se a Mãe que ensina os caminhos das relações, das integrações e da evolução na matéria. O grande Avô é o Sol que, com seu sorriso caloroso, ensina todos os dias a sabedoria dos ciclos e do círculo da vida. Então a Avó Lua com sua serenidade, ensina a arte de sonhar e os mistérios que iluminam os caminhos pelas noites da vida. As Árvores e Vegetais tornam-se o Povo em Pé; as Águas, o Povo das Águas; o Trovão, o Espírito do Trovão; as Pedras, o Povo de Pedra e todos os Animais tornam-se os Irmãos mais jovens, cada um com sua medicina particular. Tudo possui uma energia vital, uma força, um espírito. Tudo torna-se sagrado!
Estes seres humanos, que se comunicavam com o invisível, eram chamados de xamãs. Os antropólogos adotaram o termo saman, de origem siberiana, palavra que foi adaptada para shaman em inglês, para designar “aquele que é inspirado pelo espírito”, “aquele que não perdeu a integração”, “aquele que está em conexão”. Ele é o poeta, o músico, o intuitivo, o conselheiro, o terapeuta, o curador, o sensitivo, o paranormal, o contador de histórias, o dançarino, o visionário, o guardião da Mãe Terra, o guerreiro, o medicine-man. É aquele que compartilha sua medicina interior, seu poder pessoal, sua energia, seus conhecimentos e sabedoria de vida, em beneficio de outros.
Embora o primeiro uso registrado do termo shaman na língua inglesa date de 1698 e o termo shamanism (xamanismo) de 1780 – como nos explica o xamã Bari Meri: “o xamanismo existe há milhares de anos”. Temos registros de que em épocas remotas, estas práticas xamânicas se propagaram pela Sibéria, América do Sul, América do Norte, China, Índia, Tibete, África e Austrália. E é bem provável que, numa época ou outra, tenha existido em todas as partes do mundo sendo conhecido por nomes diferentes.
Hoje podemos ver muito daquilo que é a essência do xamanismo presente nas crenças e práticas de várias religiões, em muitos trabalhos terapêuticos e até na programação neurolingüística. Acessando a internet, você poderá pesquisar vários tipos de conhecimentos xamânicos: siberiano, inka, andino, esquimó, guarani.
Existe uma gama de informações revestidas em mitos, ritos e símbolos que pode ajudar a despertar a espiritualidade natural no ser humano. Todas elas, sem exceção, em seus respectivos contextos, transmitem a idéia de reconexão com a essência, com o espiritual. Não é voltar ao passado ou ficar preso ao passado, é renovar no presente, com ferramentas que a experiência comprova que funciona e agir e viver e ser feliz.
Sempre que falo de mito, nos treinamentos xamânicos, lembro-me do conselho do grande historiador Joseph Campbell: “Siga a sua felicidade!” É um simples conselho, assim como são simples as práticas xamânicas… mas que sabedoria!
Faço uma pausa nestes escritos para os leitores perguntarem ao seu coração:
– Estou feliz?… Estou seguindo a minha felicidade?… Estou realmente seguindo a minha felicidade?
Todos sabemos as respostas que o coração nos dá! Todos podemos ouvir, só precisamos parar para escutar. Iremos escutar ou vamos deixar que a buzina dos carros e dos aparelhos eletrônicos roubem a nossa atenção?
– Qual é a pessoa mais importante para você nesta vida?
Espero que sua resposta seja você mesmo!
Valorize as suas qualidades! É sempre importante reconhecer as nossas riquezas e agradecer por elas existirem dentro de nós. A auto-estima é importantíssima, se amar é fundamental!
Michael Harner, afirma que o xamanismo “é um conjunto de antigas técnicas, que os xamãs utilizam para obter e manter o bem-estar e a cura, para eles próprios e para os membros das suas comunidades”. Estes processos de cura, do qual o xamã interage e facilita, englobam os aspectos físicos, energéticos, emocionais, mentais e espirituais.
Eles falam assim com suas vozes roucas, pausadas e ancestrais, repercutindo no vento:
– Por favor, abram os olhos!… Vocês estão dormindo?… Acordem! As luzes renovadoras da alvorada convidam a co-criar uma nova vida… Que seja a sua!
Vamos olhar para dentro de nós mesmos para poder chegar a uma maior compreensão da nossa dinâmica interior, da nossa história, da realização do sonho do Criador. Vamos lá, assim poderemos descobrir com profundidade que nossa vida tem significado, finalidade, propósito e que estamos conscientes.
É! Todo processo de mudança começa dentro de si… Agora, lembro-me das pacíficas palavras de Gandhi: “Seja a mudança que você quer ver no mundo!”.
O verdadeiro resgate ancestral ou xamânico é a redescoberta da essência espiritual e eterna que é presente em todos nós. Sim, para aqueles que reconhecem o sagrado dentro, tudo torna-se sagrado!
Deixo com você uma saudação xamânica, utilizada pelas tradições nativas da América do Norte: Mitakuye Oyassin! Que significa: “Por todas as nossas relações!”. É proferido em várias cerimônias para honrar todas as nossas conexões com a teia da vida, com tudo o que existe. Todas, sem exceção. Isso é muito abrangente… Estão inseridas no mantra aquelas pessoas de nosso convívio, todos aqueles que cruzaram e cruzam os nossos caminho no dia a dia, com seus ensinamentos, sejam eles quais forem. Aqueles que vieram antes de nós. Aqueles que virão depois de nós. É honrar aos nossos amparadores, toda a Mãe Natureza, o Grande Espírito. Vamos dizer que é uma afirmação de que Somos Todos Um!
Como a espiritualidade xamânica é sentir, espero que você esteja se sentindo muito bem!
3 cartas inacreditáveis que
Chico Xavier psicografou
Analisamos três cartas psicografadas por Chico Xavier em busca de elementos que o médium não poderia saber sobre os mortos. E ele se saiu muito bem.
Texto: Sílvia Lisboa
Durante mais de 60 anos,Chico Xavierconfortou pessoas desconsoladas de todo o Brasil em busca de notícias de seus parentes mortos. Teria mantido comunicação com milhares de espíritos e psicografado suas mensagens, recheadas de informações íntimas, nomes de parentes e condições da morte que só as famílias reconheciam.
Veja abaixo três cartas cheias de detalhes sobre a vida dos mortos, que o médium não teria como saber.
1. O menino que se despediu da família… Morto aos 3 anos, depois de cair de bicicleta, o pequeno Rangel teria escrito uma carta à mãe, Célia, e ao pai, Aguinaldo, psicografada por Chico Xavier, um ano após sua morte. Como morreu antes de ser alfabetizado, sua carta traz uma caligrafia de traços infantis, de quem começa a desenhar as letras. A mãe lembra que, antes de Chico ler a carta de Tetéo, em uma reunião no Centro Espírita da Prece, em Uberaba, um médium ao seu lado lhe disse: “Seu filho está aqui, correndo, e a toda hora vem lhe abraçar. Agora, ele está escrevendo a carta com a ajuda do avô”, informação mencionada na mensagem escrita por Chico.
Trecho 1 Querido papai Aguinaldo e querida mamãe Célia, com vovó Lia. Sou eu o Tetéo (A). Estou com o meu avô Lico (B) e com a minha tia Gilda (C). Vovô me auxilia a escrever porque estou aprendendo. Estou vendo a tia Lé (D)
Trecho 2 Eu estou vivo e vou crescer. Estou aprendendo a escrever só para dizer ao seu carinho e ao carinho da mamãe Célia que não morri (E).
Trecho 3 Vou aprender muitas coisas e muitas lições para saber escrever melhor. Mas já estou mais adiantado que a Mariana (F) e creio que o Aguinaldinho (G) ficará satisfeito. Papai, mamãe, Vó Lia e Tia Lé, não posso escrever mais porque fiquei cansado de fazer letras. Mas quando eu puder, voltarei. Estou com muitas saudades (…)
Informações que Chico desconhecia A. O apelido do pequeno Rangel era Tetéo. B. Vô Lico era como Tetéo chamava o seu avô materno, Manoel Diniz, morto em 1979, que presidiu o Centro Espírita Luiz Gonzaga, fundado por Chico, em Pedro Leopoldo. C. Tia Gilda era uma tia do pai de Tetéo, Aguinaldo. Ela morreu em 1954. O próprio Aguinaldo se lembrava pouco da tia, que faleceu quando ele tinha apenas 4 anos. Tetéo, claro, não a conheceu. D. Tia Lé era uma amiga da família que estava na reunião no dia que supostamente o espírito de Tetéo teria escrito a carta. E. Célia, a mãe de Tetéo, fazia perguntas a si mesma, no íntimo, sem compartilhá-las, sobre a morte do caçula. Uma delas era a dúvida se Tetéo continuaria seu desenvolvimento, interrompido tão precocemente – pergunta respondida na mensagem. F. Mariana era a irmã de Tetéo. Chico podia até saber disso porque era amigo da família, mas Tetéo menciona uma característica da irmã só conhecida pelos mais próximos: que a garota não era tão aplicada nos livros. G. Aguinaldinho era o irmão mais velho de Tetéo, conhecido por ser o CDF da família, com quem Tetéo se compara na carta.
2. O professor influente… Nascido em 1862, Arthur Joviano foi um educador brasileiro conhecido no final do século 19 por ter liderado a primeira reforma no ensino primário de Minas Gerais. Era professor de português e autor de livros pedagógicos. Após sua morte em 1934, ele teria voltado a fazer contato com a família através de Chico Xavier que, na época, era subordinado de seu filho, Rômulo, no Ministério da Agricultura. As cartas de Arthur Joviano marcaram o início da psicografia do médium mineiro e resultaram no livro Sementeira de Luz, com 670 páginas. A mensagem abaixo é de 13 de janeiro de 1941.
Trecho 1 Meus caros filhos e queridos netos, seja a paz de Deus a alegria de vocês todos. Na visita afetuosa de sempre, renovo-lhes minha dedicação de cada dia. Durante quase todo o dia em que se comemorou seu aniversário, minha bondosa Maria (A), estive ao seu lado com os votos paternais de muito amor, pedindo a Deus por sua saúde e tranquilidade. À noite, sua e nossa amiga Helena (B) trouxe muitas flores. Você não as viu, mas recebeu-lhes o perfume no coração. (…)
Trecho 2 Agora que vocês se dispõem a viagens (C) novas, fiquem convencidos de que repartirei o tempo disponível entre as duas zonas opostas – norte e sul. Lembram nossa troca de ideias quando se organizavam para a primeira viagem à Fortaleza? Como veem, as experiências se repetem, apenas com a renovação dos detalhes. Estimo que Roberto (D)
Trecho 3 (…) aproveite bastante. Há sempre o que aprender no livro diário da experiência humana. Em face do “êxodo”, penso nas galinhas dele e recomendo não se esquecer de recordar os que ficam. Não preciso dizer da necessidade das aves na rotina habitual dos serviços da casa. Creio que, de todas as expressões domésticas, em nos referindo a animais menores, são as aves que mais falta sentem das mãos que as assistem. Relativamente a você, Wanda, não se inquiete com respeito ao rosto (E). Havemos de auxiliar a passar esta “ponte” de dificuldades naturais. Trate-se direitinho. (…)
Informações que Chico desconhecia
1. Maria é nora de Arthur, mulher de Rômulo, seu filho, e mãe de Roberto e Wanda.
2. Helena era amiga de Maria e de suas irmãs e que morreu muito jovem.
3. Maria e Rômulo, que viviam em Pedro Leopoldo, estavam planejando ir ao Rio visitar a família Joviano que lá residia.
4. Roberto é neto de Arthur, filho de Rômulo e Maria.
5. Wanda é sua neta, irmã de Roberto, que na época estava com um problema de pele.
Informações que Chico desconhecia
A assinatura feita por Chico bate com a assinatura de Arthur em documentos oficiais.
3. O filho que não quis partir… Quarto filho de Aníbal e Adélia Figueiredo, William nasceu em Belo Horizonte, em 1924. Aos 17 anos, ingressou no Exército, quando ficou doente por causa de um calo infeccionado. Passou meses a fio no hospital, mas a infecção progrediu para uma gangrena irreversível que o levou à morte em setembro de 1941. Apenas um mês depois, supostamente, o espírito de William começou a enviar cartas psicografadas por Chico Xavier à sua mãe e não parou mais até a morte da matriarca, na década de 1980.
Trecho 1 Querida mamãe, peço ao seu bom coração me abençoe e, por minha vez, rogo a Deus que nos ajude a vencer suas lutas de sempre. Sua alma sensível continua atravessando o perigoso mar das provas e prossigo ao seu lado, somando, quando lhe faltam, forças no leme para a condução do barco, sei como lhe dói a tempestade dos últimos dias. Para o espírito materno, as nuvens do horizonte dos filhos são sempre mais pesadas e mais tristes. Multiplicam-se as dores, os receios, as aflições (A).
Trecho 2 Entretanto nesse pedido, eu desejo apelar para o Wilson (B) para que ele transforme o caminho, melhorando-o. Diga-lhe, em nome de minha dedicação fraternal, que a vida humana é um eterno aprendizado divino do qual não nos desviaremos sem graves consequências. Ele (Wilson) agora é casado, é esposo e é pai. O Divino Senhor, que eu percebo melhor presentemente, conferiu-lhe deveres verdadeiramente sagrados. Lourdes (C) e o filhinho constituem-lhe agora um sublime propósito ao qual está preso por laços sacrossantos. Não é justo que se perca,
Trecho 3 Através de aventuras, complicando o futuro (D) e perdendo os melhores anos da existência. (…) Como lhe acontece, estou também preocupado com ele. Quisera voltar aos nossos com a experiência que hoje possuo a fim de despertá-los para a senda leal do espírito (…)
Trecho 4 Estou ajudando na procura do caderno perdido (E). De qualquer forma, não se incomode. A maior mensagem que eu lhe posso dar é a do meu coração e esse está constantemente ao lado do seu. Agradeço pelas maravilhosas lembranças (…)
Informações que Chico desconhecia
1. Dona Adélia, mãe de William, estava preocupada com o futuro do primogênito Wilson, que era dado à boêmia e gostava de jogos.
2. Irmão mais velho de William.
3. Mulher do irmão de William.
4. William menciona que sabe que o irmão está mesmo “se perdendo em aventuras”.
5. É o caderno no qual Chico Xavier escreveu as mensagens de uma tia da família, chamada Margarida. Foi nele que William teria escrito sua primeira carta à mãe, psicografada pelo médium na madrugada de 25 de setembro de 1942, primeiro ano da morte do jovem. Fonte: Site Cura e Ascensão
Abre-se um portal muito importante no dia 25 de agosto trazendo uma grande infusão de Luz sobre as situações conflituosas na superfície do planeta.
Nesse dia acontecerá a próxima configuração astrológica em sextil deste verão (inverno no hemisfério sul), depois da de 29 de julho:
Esta configuração será mais poderosa que o grande sextil anterior, porque além do sextil Lua, Júpiter, Sol / Mercúrio, Saturno, Plutão e Netuno, o mapa astrológico de 25 de agosto também inclui uma cruz cardeal de Plutão, Urano, Júpiter e Vênus.
Assim, a ativação do Portal da Paz vai oferecer uma oportunidade única de transformar a tensão da quadratura Urano/Plutão (intensificada na data pela presença de Júpiter e Vênus na cruz cardinal) pelos efeitos de harmonização do grande sextil. Isto significa que todos os conflitos profundamente enraizados na superfície do planeta podem, finalmente, começar a resolver-se, se for atingida a massa crítica de 144.000 pessoas para a ativação do portal.
Dentro deste curto espaço de tempo precisamos alcançar o maior número de pessoas possível, para que a massa crítica de pessoas para realizar efetivamente esta abertura seja atingida. Por isso precisamos do efeito viral! Estudos científicos confirmaram os efeitos positivos da meditação em massa na sociedade humana, de modo que cada um de vocês que participar nesta meditação coletiva poderá realmente salvar vidas humanas:
A ativação será feita às 11h11min, horário do Cairo, em 25 de agosto, equivalentes a 11h11 na Europa Central, 10h11 no Reino Unido, 05h11 EDT, 16h11 CDT, 03h11 e 02h11 MDT PDT. Outros locais e outros fusos horários neste link:
1- Relaxe corpo e mente, prestando atenção à respiração por alguns minutos;
2- Visualize uma coluna de luz azul elétrico, vinda do Sol Central Galáctico e, em seguida, descendo através de seu corpo;
3- Visualize essa luz fluindo através do seu coração, em seguida através de suas mãos e indo diretamente para o conflito na Síria, para o processo de libertação do Egito, para os campos de prisão da Coreia do Norte e de todas as outras situações não resolvidas no planeta, enchendo-os de Luz e eliminando toda a escuridão existente em cada um desses lugares;
4 – Invoque a presença da Deusa (divino feminino) para vir através de seu corpo;
5 – Peça à presença da Deusa que todas as energias de paz e harmonia sejam dirigidas diretamente para todas as situações não resolvidas e todos os envolvidos nelas. Permita que a energia flua através de seu coração (sagrado) e, em seguida, através de suas mãos enviando-as para as situações mencionadas por alguns minutos.
A Deusa quer a paz e a liberdade e a paz e a liberdade virão.
Atualizações sobre a Ativação do Portal da Paz:
Fonte: Anjo de luz
Fonte original (inglês): Portal 2012
Fonte traduzida: Sementes das Estrelas
Tradução: Cíntia Rabacal
Eu Sou Serena, mais uma vez peço que seja um canal de nossas mensagens.
Em Andrômeda, estamos esperançosos com as mudanças em Gaia. Em breve, poderemos implantar muitos de nossos recursos para ajudá-los. Seus corpos serão alimentados e nutridos com luz, restaurados e purificados com a mais pura Essência Divina, para que seus espíritos habitem em um Espaço Sagrado e cumpram com o plano de evolução do Universo. Não será mais preciso aprender com tanta dor. A luz em sua consciência os ajudará a compreender o que é necessário no tempo certo, talvez até com maior rapidez.
Porém, não se esqueçam de que muitos ainda estarão expostos às ondas do sofrimento e da incompreensão; o papel de vocês é se concentrar apenas com o Bem Maior, respeitando o tempo de cada espírito. O livre arbítrio é um grande direito de todos nós, a questão é que muitos filhos de Gaia, e ainda outros seres do Universo, não compreendem o Plano Divino, então esse direito de livre arbítrio é usado por seres das trevas e não pela essência de cada um.
Quando a sua consciência se eleva em Orações e Preces Sagradas, Deus efetua o Seu plano.
O Plano Divino é o mais puro Amor, um amor que ainda não compreendem, mas é o amor que os Grandes Mestres e Deus irradiam em nós. Vocês já são banhados por ele e podem usufruir dos seus benefícios, já podem obter os milagres desse Amor na evolução do seu espírito.
Logo também irradiarão esse amor nessa mesma proporção infinita que recebem.
Nós, os seres de Andrômeda, irradiamos nosso Amor na evolução de Gaia e esperamos em breve poder estar em contato e em trabalho com todos vocês.
Continuem concentrados em manter a paz de vossos espíritos e esclarecer todas as suas questões físicas, mentais e emocionais, não deixem que passem nada despercebido, pois é esse o propósito do aprendizado, lidar com setores de seus corpos e do tempo/espaço.
Está tudo dividido na Terceira Dimensão para que compreendam cada partícula do Universo.
O tempo está dividido em passado, presente e futuro; os seus corpos em órgãos, células, etc.; a energia em chacras e pontos que vão além da sua matéria. O dia e a noite, as horas que passam, as estações do ano, tudo está em partículas para que cheguem ao UNO, os aprendizados também vem para que possam sentir e compreender cada detalhe. No final sempre chegam a uma Conclusão.
Estamos aqui nesta Conclusão – a Unidade.
Aqui é onde esperamos vocês, filhos do UNIverso, UNIdade.
Onde se tornam UM corpo, em UMA vida, em UM planeta, em UM Universo, em UMA Galáxia, e assim por diante, sempre evoluindo na Unidade de Deus.
Eu agradeço a oportunidade de realizar o Plano Divino aqui neste Lar tão especial, Gaia.
Como vocês sabem, no Portal de Leão, nesta lua cheia de agosto, no solstício de outono (primavera no hemisfério sul) está em pleno processo de reconstrução do corpo fractal, tanto vocês como o conjunto planetário.
Por isso houve fortes tremores na Terra, fruto dos reajustes de suas placas para a nova quadratura solar.
Isto não é um final, ao contrário, é um bom começo.
Se vocês abertamente usarem seus métodos de projetar energia, conseguirão estabilizar a Mãe Gaia, conseguirão caminhar com serenidade.
Todos, e cada um de vocês, possuem milhares de configurações cristalinas em seu interior.
Nos tempos passados, a que mais ressoava era a consciência diamantina, ou seja, a configuração de octaedro em seus chakras.
Por isso, o principal e mais comum tem sido um grande processo de decisões pessoais.
Bem, pois a este processo se une a integração de novas arestas aos seus octaedros, configurando estrelas tetraédricas que, finalmente, ao final de vários processos, se transformarão em icosaedros e dodecaedros.
O que significa tanta geometria?
Simplesmente a confirmação das muitas mudanças e transformações que vocês têm recebido e que lhes consolidam em uma consciência com mais enlaces químicos em seu corpo.
A geometria chamada sagrada é a das moléculas de seu corpo, de seus ossos, de seus líquidos, de seus órgãos e de seus chakras.
Essas formas geométricas do cálcio, do carbono, etc., dão uma forma profunda a seu físico e sua consciência, no que alguns chamam de psicogeometria.
Agora se abre ainda mais intercâmbio de consciência com o que a psicogeometria aumenta suas formações cristalinas e sua força física.
Por isso muitos de vocês recebem fortes picadas em suas pernas, por trás dos tornozelos, por trás do tendão de Aquiles, como quando um bebê cresce…
Se vocês estão crescendo, seu DNA se completa e se configura de maneira inata e de acordo com as frequências que recebem.
Não são momentos muito bons para ir aos mal chamados lugares sagrados, ou seja, os vórtices de Gaia, lugares altamente energéticos, pois eles aumentarão sua emissão e estão emitindo frequências muito altas para que se expandam ao redor da crosta terrestre.
E em pleno processo de transformação, vocês estão muito mais sensíveis e muito mais vulneráveis em seu campo áurico.
Então é melhor meditar com estes lugares à distância, conectando com as cidades de luz como Shasta ou Luxor e mais milhares, desde a meditação e receber sua frequência de vibração a partir da ordem.
Muitos de vocês amam profundamente a Terra e ela os ama.
Por isso estão acontecendo mudanças tão rápidas e tão belas.
Agora vem uma onda tão grande de energia de despertar massivo, que em alguns casos o despertar da consciência será quase imediato.
Se encontrarem com pessoas que reclamam por completo da existência, acolham-nas, acalmem-nas, mas não façam o trabalho por elas: ajudem-nas a meditar, a respirar bem e a encontrar informação.
Mas lembrem-se de que não é mais tempo de métodos, é tempo de ferramentas, não é tempo de gurus nem de setores, nem de Ismos… é tempo de pluralidade, de unidade e de serenidade, não de setores nem de separações de mensageiros.
Ao contrário, é tempo de encontrar coisas comuns na humanidade, em sua origem e nos diálogos, para ser um mesmo.
Nestas coordenadas espaço-tempo desta madrugada de 22 de agosto de 2013, a Estrela da Alma, os cristais do chakra Estrela da Alma se ativam para ir encontrando ressonância entre seus semelhantes, para ir encontrando a grande atividade entre vocês e os de suas almas afins de qualquer lugar do universo, para encontrar seus lugares de paz e suas habitações, etc., mas acima de tudo, seus novos contratos de vida.
Muitos de vocês em meditação, em sonhos ou em visualização, em um momento concreto, irão receber a informação de seus contratos de vida, e com isso, a força de começar suas vidas de acordo com o novo, encerrando todo o kármico e o que está pendente em vocês.
Já não toca às vidas passadas, são de outros planos de consciência.
Somente hão de sentir gratidão por elas e pelo que aprenderam, e compreenderão que algo ficou em vocês.
Centrem ao máximo sua intenção no atual, em como sua decisão afeta ao conjunto do planeta.
Tudo que acontece é real, tudo abre caminhos e são enlaces de luz para planos paralelos.
Cada vez que um ser vivo toma consciência de algo, esta informação fica nos fluxos energéticos do planeta e é compartilhada imediatamente para todo o resto de seres vivos.
Por isso a ativação da estrela tetraédrica do chakra Estrela da Alma, situado a um palmo mais ou menos da coroa, será o ponto de ressonância e de emissão de nosso corpo físico com o resto dos corpos sutis ou campos eletromagnéticos, que constituem nosso corpo fractal e nosso corpo “áurico”, e que nos permitirá filtrar a energia entrante e o intercâmbio constante de energias com a realidade física, mantendo-nos constantemente em ressonância com o presente e com o fato de estarmos estabelecidos para que tudo que é necessário nos chegue a tempo e possamos caminhar em sincronia.
Feliz adaptação ao novo fluxo do tempo pessoal e ao seu reajuste para materializar as realidades externas.
Neste período até 21 de dezembro de 2013, nós iremos ativando mediante a luz solar sua estrutura cristalina sem esforço algum, a comunicação entre todos os seus corpos, entre suas consciências e entre os seres vivos e o planeta.
Obrigado, amados, pelas coisas tão lindas que estão fazendo e lembrem-se de continuar mandando luz para o conjunto elemental de Gaia e assim equilibrar suas frequências com as energias entrantes.
Um forte abraço desde o Sol de Alcyon,
Sananda, Hilarion e Melquisedeque.
Muito obrigada a todos por compartilhar esta mensagem inteira e gratuitamente.
A vida sobre o seu planeta está mudando rapidamente, à medida que ele se movimenta para uma oitava e uma dimensão mais elevada. O que era familiar, não funciona mais como antes, e muitas coisas que não funcionavam antes, agora estão se manifestando.
Aqueles que mantiveram uma visualização de paz e boa vontade em seus corações, estão vendo essas qualidades serem retornadas em suas vidas diárias, por muitas maneiras. Aqueles que praticaram o silente abençoar aos outros, como sendo um caminho de viver, agora por sua vez, estão começando a ser abençoados. A bondade e o modo gentil de ser, que estão inerentes no interior dos corações da humanidade, estão agora encontrando reciprocidade em suas interações com os outros.
À medida que os corações das pessoas se tornarem cada vez mais, totalmente abertos, e são deixados de lado os seus padrões antigos de comportamentos que elas adotaram como se fosse um escudo de proteção em seus corações, por terem sido feridas, aí então, a partir daí, a verdadeira beleza no interior de cada alma irradiará com mais fulgor e brilho. Assim, cada alma irá revelar as suas qualidades mais elevadas de sua essência divina.
À medida que essas mudanças no interior da humanidade acontecerem, novas maneiras de interação e de comunicação chegarão para serem expressadas. As pessoas do mundo estão cansadas dos escudos que elas tiveram que erguer para poderem se proteger. As pessoas do mundo simplesmente querem viver, umas com as outras, em paz, harmonia e transparência.
Existe no interior de cada alma, um desejo ardente de se estar conectado por caminhos que gerem apenas aquilo que for para o mais elevado bem e para o maior bem de todas as partes. Cada indivíduo está começando a desejar viver, por maneiras que honrem os seus aspectos divinos no interior de si mesmos, e no interior daqueles em sua volta, de modo que cada pessoa possa começar a expressar os seus talentos e potenciais, em uma atmosfera de aceitação e encorajamento.
À medida que os instintos vis das antigas dimensões de influência no interior de cada pessoa caírem, elas se elevarão através de um modo mais amoroso de conduta que irá ter um impacto de longo alcance nas gerações vindouras.
Esse é o trabalho que vocês têm feito e que irão continuar a fazer, à medida que mantêm a visualização de um mundo que vocês sempre souberam da sua existência. Tudo isso foi necessário para manterem a sua fé viva. Sua firmeza nesse foco é muito necessária e enormemente apreciada.
Nesses tempos de mudanças, uma pessoa equilibrada que permanece ancorada no Coração Cristalino da Terra e conectada com o Cosmos através do Sol, serve como uma condutora, uma ponte para trazer o Céu para a Terra. É através de seus pensamentos, palavras e ações que vocês atuam, sendo um papel que serve como modelo para aqueles que estão ao seu redor.
Mantenham a calma e aceitação amorosa, não importando quais os dramas que estiverem acontecendo ao seu redor, pois isso serve para estabelecer um exemplo para os outros imitarem. Prestem ajuda, quando lhes pedirem e onde for necessária. Emponderem aos outros através de palavras inspiradoras com suporte amoroso e encorajamento. Algumas vezes um abraço sem palavras é tudo que é necessário para iluminar a carga de alguém.
O focar no interior de cada coração está mudando do constante auto interesse, para um serviço sincero e verdadeiro para o bem de muitos, pois isso acontece apenas quando as necessidades básicas de cada pessoa no planeta existirem, sendo encontradas e dadas com amor, assim, dessa maneira energia do medo irá desaparecer. Aí então, as pessoas poderão mover-se, além de mera sobrevivência, para viverem empreendimentos altruísticos. Se todos tiverem tudo que necessitam, os seus focos irão mudar, para fazerem um meio ambiente mais pacífico e preenchido com beleza.
Dessa forma, mais sentimentos de abundância e alegria que trazem harmonia e paz, acontecerão em todas as interações com os outros, e também com um entendimento de que em seus corações, todos estão interconectados em unicidade, ou seja, ao trazerem abundancia e alegria para os seus companheiros, isso traz abundância e alegria para vocês mesmos. Praticando atos aleatórios de bondade, eles se tornarão lugar comuns, acontecerão normalmente entre todas as pessoas da humanidade, à medida que esse conceito da unicidade é abraçado.
Esses potenciais estão agora emergindo no amanhecer dos novos começos para todos. À medida que a humanidade continuar a deixar ir embora, tudo que não lhe serve mais, e que tem criado grande infelicidade, inquietação e desassossego, ela irá começar a confiar em sua própria sabedoria e na inteligência inata da contraparte humana, então, a partir daí, irão prevalecer mais momentos de tranquilidade no interior de cada coração.
Haverá um esforço orquestrado para se erradicar os insensatos e barulhentos intrusos do meio ambiente, de modo que todos possam ter uma existência serena e pacífica. Isso por sí, irá criar mais saúde e menos efeitos estressantes para todos. Isso irá dar para todos uma oportunidade para se reconectarem com a Terra e com os reinos da natureza e elemental. Cada pessoa irá criar e manter um meio ambiente harmonioso para si mesmo e para todos em suas próprias comunidades.
Os ciclos naturais, dos movimentos dos planetas e das estações, irão se tornar o foco de observações das cerimonias e rituais que muitos irão abraçar e tomar parte.
A conexão da Humanidade com a Fonte irá naturalmente acontecer no interior das novas estruturas e quando mais uma vez for experimentada no interior de cada alma, haverá um ímpeto para uma evolução cada vez maior sobre o planeta.
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Alexandre o Grande, Imperador e conquistador do mundo antigo, no século IV a.C. partindo desde à Grécia, atravessa o rio Indus e chega à ÍNDIA, onde ele e seus sábios gregos que o acompanhavam em suas conquistas, tomam contato com a cultura hindu, (em 327 a.C.) com sua religião, filosofia e o seu panteão de deuses.
Foi a partir de então que a palavra Χριστός (Cristo-Ungido) surge em grego, traduzindo para o ocidente o conceito e o significado da palavra sânscrita KRISHNA, o ser humano ungido pela consciência e energia da própria divindade.
Milhões de hindus celebrarão numa terça-feira, do dia 28 de agosto de 2013, a festa do nascimento de sua principal divindade, o AvatarKRISHNA , o OITAVO avatar de VISHN, com orações e peregrinações principalmente na cidade de Mathura, no norte da Índia, onde a divindade supostamente nasceu, há cerca de 5.200 anos atrás.
A festa é conhecida como Janmashtam e relembra e comemora o nascimento de KRISHNA, um sedutor, brincalhão, amante da natureza, dos animais, um deus pastor e vaqueiro, há cerca de cinco mil anos nessa cidade, situada cerca de 135 quilômetros ao sul da capital indiana, Delhi. O festival é celebrado no oitavo dia (Ashtami) do Krishna Paksha (quinzena escura) do mês de Bhadrapada no calendário Hindu (agosto-setembro; no entanto, em ambas as tradições, é o mesmo dia. Então, temos obras como Vishnudharmottara Purana que diz que o nascimento de Krishna é no mês Bhadrapada e o Skanda Purana afirmando que cai no mês de Shravana).
Milhares de pessoas se deslocam até o local todos os anos para participar das celebrações, que incluem orações e canções nos templos e banhos de imagens da divindade KRISHNA com mel, preparados lácteos e oferendas com ramalhetes de flores de todos os tipos (Bhakti).
KRISHNA é a figura central do Hinduísmo. Aparece em um amplo espectro de tradições religiosas, filosóficas e teológicas hindus, sendo retratado em várias perspectivas: como um deus do panteão hindu, como uma encarnação de VISHNU ou ainda como a forma original e suprema (da personalidade humana) de DEUS. KRISHNAé o oitavo AVATAR divino (do sânscrito Avatāra, que significa “descida”) uma encarnação humana e divina de VISHNU. Cerca de 800 milhões de hindus tem KRISHNA como sua principal deidade.
Embora haja diferenças nas concepções da identidade de KRISHNA e nos detalhes de sua biografia, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas as tradições. Estes incluem um nascimento milagroso, uma infância e juventude pastoris, vivendo como um vaqueiro cuidando de vacas e bezerros na sua juventude, e a vida como um príncipe (ele era descendente de reis), como um amante, um guerreiro e um grande mestre espiritual.
A figura de KRISHNA, é fundamental no texto sagrado Bhagavad Gita, é um dos deuses mais populares do panteão hindu (para a maioria dos hindus é a personalidade divina encarnada), e é habitual encontrar nos templos da ÍNDIA sua figura tocando uma flauta ao lado de sua companheira (o seu complemento feminino de alma), Radharani, ou tendo uma vaca e/ou um touro ao seu lado, pois ele foi também um vaqueiro em sua juventude. O deus é considerado um avatar de Vishnu, que junto com Brahma e Shiva faz parte da trindade sagrada do hinduísmo, a religião de cerca de 80% da população da Índia.
Krishna (VISHNU) e Radharani (LAKSHMI)
As principais Escrituras da cultura védica, que narram a história da vida de KRISHNA são as escrituras sagradas hindus tais como o Mahabharata (Bhagavad Gita), o Harivamsa, o Bhagavata Purana e o Vishnu Purana. A devoção e o culto a KRISHNA pode ser rastreado desde meados do século IV a.C. Esta é a mesma época em que Alexandre o Grande, Imperador e conquistador do mundo antigo, partindo desde à Grécia, atravessa o rio Indus e chega à ÍNDIA, onde ele e seus sábios gregos que o acompanhavam em suas conquistas, (em 327 a.C.) tomam contato com a cultura hindu, sua religião, filosofia e o seu panteão de deuses: foi a partir de então que a palavra Χριστός (Cristo) surge em grego, traduzindo para o ocidente o conceito e o significado da palavra sânscrita KRISHNA, o ser humano ungido pela consciência e energia da própria divindade.
A adoração a KRISHNA como svayam bhagavan, ou o Ser Supremo, surgiu na Idade Média, no contexto do movimento de bhakti (Bhakti=Devoção a KRISHNA). A partir do século X, KRISHNA se torna o assunto favorito em artes cênicas e se desenvolvem tradições regionais de devoção, como Jagannatha em Orissa, Vithoba em Maharashtra e Shrinathji no Rajastão.
Desde a década de 1960, a adoração a KRISHNA se espalha também no mundo ocidental, em grande parte devido ao trabalho missionário do seguidor e KRISHNA,Bhaktivedanta Swami e a organização criada por ele, nos Estados Unidos a pedido do próprio KRISHNA, a Sociedade Internacional para a Consciência deKRISHNA. Esse movimento angariou muitos adeptos e hoje é conhecido mundialmente como o movimento HARE KRISHNA (Viva KRISHNA).
De acordo com o Bhagavata Purana, Krishna nasceu sem uma união sexual, mas por meio da “transmissão (o poder da vontade) mental” yoguica da mente de seu pai Vasudeva no ventre de sua mãe Devaki. Baseado em dados das Escrituras e cálculos astrológicos, a data de nascimento de Krishna, conhecida como Janmastami, seria em agosto de 3.228 a.C.
KRISHNA pertencia ao clã Vrishni dos Yadavas, de Mathura, capital dos clãs de Vrishni, Andhaka e Bhoja. Foi o oitavo filho da princesa Devaki e seu marido Vasudeva. O rei Kamsa subiu ao trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia Bhoja). Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia à classe dos Kshatriyas, mas que, de algum modo, havia se desviado do Dharma universal (o Caminho da Evolução Espiritual). No caminho que conduzia os noivos até a nova casa, o rei Kamsa escutou uma voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte. Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à presença de Kamsa.
Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhuma criança que nascia e matava a todos. Kamsa havia sido alertado por Narada Muni que em breve VISHNU nasceria na família de Vasudeva. Soube também, através deste sábio, que em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado Kalanemi que tinha sido morto por VISHNU.
Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que VISHNU nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia (uma semelhança com a história do rei Herodes e os primogênitos em Israel). E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu – Bhagavan Sri KRISHNA.
O local do nascimento é conhecido atualmente como Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em sua honra. Como a vida do pequeno Deus corria risco na prisão, ele foi retirado do local e entregue aos seus pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula. Durante a comemoração do aniversário do nascimento de KRISHNA, no festival de Janmashtami, pirâmides humanas também são feitas para que os fiéis consigam alcançar um pote cheio de coalhada (um dos alimentos preferidos do vegetarianoKRISHNA quando criança) pendurado a vários metros do chão.
Quem forma a pirâmide divide entre si um prêmio em dinheiro; o pote é chamado de dahi-handi. As celebrações de Janmashtami terão seu ponto culminante à meia-noite e, pelo menos na capital da ÍNDIA, em Delhi, as autoridades ordenaram um desdobramento da presença policial nas ruas por uma questão de precaução.
AS DEZ ENCARNAÇÕES DE VISHNU/KRISHNA
Na passagem das eras e do tempo, através dos séculos, muitos deuses têm sido identificados com VISHNU nas formas humanas e animal, na cultura hindu. Essas figuras não adquiriram o caráter de uma manifestação divina mas sim o de uma encarnação.
Reprodução artística das dez encarnações de Vishnu
Sempre que o mundo e a humanidade esteve em perigo devido às ameaças das forças do mal em sobrepujarem o Dharma, A LEI divina, os deuses, comandados por VISHNU descem do céus e se encarnam em alguma região da terra. São dez as principais encarnações (Avatares, as “descidas” da divindade em um ser humano) que aconteceram e que ainda estão acontecendo em períodos sucessivos.
Matsya, o 1º Avatar de Vishnu, Krishna, tem quatro braços e, como atributos, a roda, a buzina, o bordão e a flor de lótus.
MATSYA, o homem-peixe, teria sido a primeira (descida) encarnação. Matsya tem quatro braços e, como atributos, a roda, a buzina, o bordão e a flor de lótus, assim como todos os outros Avatares.
Manu, o ancestral do gênero humano (e o criador deste), recebeu de um peixe a missão de construir um barco, pois um dilúvio deveria inundar a terra.
Quando isto se deu, a arca foi puxada por um grande peixe, levando dentro um casal de todas as espécies vivas (o Dilúvio bíblico de Noé). O peixe também salvou os Vedas das mãos do demônio Hayagriva.
Vishnu como KURMA (Direita), o homem tartaruga, é a segunda encarnação. Naqueles tempos, deuses e demônios viviam em constantes lutas e, em dado momento, os demônios tornaram-se tão fortes que os deuses se viram ameaçados de perder os seus poderes.
Foi então que Vishnu aconselhou-os a bater o oceano de leite até que ele virasse manteiga, de forma que o amrita (o néctar da imortalidade) ficasse acumulado na superfície, proporcionando aos deuses a invencibilidade.
A montanha Mandara foi usada como batedeira mas, antes que ela desaparecesse no leito do oceano solidificado, Vishnu transformou-se em tartaruga para que com seu casco pudesse suportar a montanha.
VARAHA, a terceira encarnação de Vishnu, é um homem com cabeça de um javali. Ás vezes, ele é retratado só como um animal. Segundo um dos mitos do Dilúvio, que é ao mesmo tempo, apenas a história de um novo ciclo da criação na superfície do planeta, um demônio raptou a deusa da terra, Prithivi, e escondeu-a no fundo do oceano.
Vishnu assumiu a forma de um javali gigante, mergulhou no oceano e lutou contra o demônio, derrotando-o.
Trouxe a deusa Prithivi (a terra) de volta para a superfície e ajudou-a a recuperar sua capacidade de abrigar todas as criaturas vivas, criando continentes e esculpindo montanhas, vales e planícies. De certa forma a história é uma alegoria do repovoamento do planeta depois de uma inundação.
NARASIMHA, foi a quarta encarnaçãode Vishnu, é metade homem e metade leão. Ele foi um ser muito próximo de Vishnu que o deixou enraivecido e, por isso, foi condenado a viver o resto de sua vida como um demônio. Brahma, entretanto, concedeu-lhe um benefício especial, ou seja, ele não seria ferido por qualquer arma, homem ou animal, durante o dia ou durante a noite, a céu aberto ou abrigado.
Narasimha se tornou tão cheio de si mesmo e vaidoso por isso que começou a dificultar as vidas dos próprios deuses. Vishnu então resolveu intervir. Na forma de um homem com cabeça de leão (nem animal, nem homem), escondeu-se atrás de um dos dois pilares à entrada da morada do demônio que se chamava de Hiranyakasipu (nome semelhante ao personagem bíblico Hiram que se associa à Salomão para a construção do primeiro Templo em Jerusalém e um “personagem” muito importante para a Maçonaria).
Então ele o agarrou ao crepúsculo (nem dia, nem noite) na soleira da casa (nem fora, nem dentro) e o estraçalhou com as suas garras (desarmado). Ninguém, por mais favorecido que seja pela divindade pode abusar desse favorecimento sem que venha a sofrer do acerto de contas: seja um homem, um deva espírito da natureza ou os próprios “deuses” criadores (Elohim).
VAMANA, a quinta encarnação, é a primeira manifestação que se apresenta completamente com forma humana, embora tenha sido como a de um anão (o anão sempre foi uma figura respeitada e de destaque na corte dos Faraós egípcios). O neto de Hiranyakaipu, Bali, apoderou-se dos três mundos e baniu os deuses do céu.
Estes pediram a ajuda de Vishnu que imaginou um plano. Aproximou-se do rei Bali disfarçado em um anão, solicitando ao mesmo que lhe cedesse um terreno, medindo apenas três de suas passadas, onde ele pudesse meditar. Bali concordou e, imediatamente, o anão transformou-se no gigante Trivikrama.
Em uma passada cercou o céu; na segunda, a terra, e, quando percebeu que a terceira iria cercar o interior da terra, Bali cedeu e pediu auxílio a Vishnu que o empurrou para lá, tornando-o rei dessas paragens recuperando os três mundos. Vamana é retratado com dois braços, carregando um guarda-sol e, por vezes, um jarro de água e/ou um livro. Seu cabelo é longo, geralmente preso no alto da cabeça, e suas vestimentas consistem de uma tanga ou de uma pele de antílope.
PARASHURAMA, ou seja, Rama com um machado, é a sexta encarnação. Dessa vez, Vishnu assume forma humana total. A história de Parashurama data da época do conflito prolongado existente entre as duas castas mais altas: a dos sacerdotes ou brâmanes e a dos guerreiros ou Kshatriyas{Thoth: Um Kshatriya é um governante e/ou um guerreiro/soldado. Quando KRISHNA desceu à terra foi como um guerreiro e governante desta casta, ele foi um Kshatriya.
Esta casta tem sido tradicionalmente classificada em segundo lugar entre as antigas e tradicionais quatro castas do sistema hindu, eram os membros da casta Kshatriya que detinham o poder político e de governantes há séculos na Índia.
Embora o sistema de castas ter sido drasticamente modificado através da atual legislação e da reforma social na Índia, não é incomum ver Kshatriyas em cargos públicos na Índia, uma vez que sempre estiveram associados com poder de governo e decisão política por tanto tempo.}
O sacerdote Jamadagnya tinha uma vaca que podia satisfazer todos os pedidos (representação do princípio divino feminino criador). O rei, que cobiçava o animal a qualquer preço, roubou-o. Como desforra, Parashurama, o filho do sacerdote, assassinou o rei que, por sua vez, foi vingado por seu filho, que matou o sacerdote.
O episódio resultou em uma terrível guerra entre Parashurama, o Brâmane, e os Kshatriyas a qual, após vinte e uma batalhas, culminou com a vitória de Parashurama. O jovem sacerdote é retratado com duas ou quatro mãos. Tem o cabelo preso como um asceta. Em uma das mãos sempre leva o machado de guerra e nas outras, quando possível, espada, arco e flechas (Fusão do sacerdote com o guerreiro/governante, dando origem a governantes e reis mais sábios).
RAMA e SITA, também conhecido por Ramachandra, é a sétima encarnação de Vishnu, Krishna. Retratado como um jovem rei com dois braços, levando sempre consigo arco e flechas, está frequentemente acompanhado da esposa, a bela Sita (uma encarnação da consorte de VISHNU, a deusa da abundância e prosperidade conhecida como LAKSHMI).
RAMA é o herói da obra épica Ramayana. Ele e Sita são vistos como símbolos da incorruptibilidade, da honestidade, da lealdade e da docilidade. Tornaram-se o tema de inúmeras peças, danças e, ultimamente, até de filmes e histórias em quadrinhos.
{Thoth: Ramayana=Caminhos de Rama, que narra fatos históricos antediluvianos, de um conflito entre o então reino de Bharata (antiga civilização onde hoje é a Índia) e o império de ATLÃNTIDA, já contaminado e dominado pelas forças das trevas, e vencido pelo poder espiritual de RAMA e seu povo}.
Krishna, o “condutor” da quadriga de Arjuna (o seu principal discípulo), na Batalha de Kurukshetra.
Lord KRISHNA, é a oitava encarnação de Vishnu, é considerada como a mais importante, sendo adorada por milhões de pessoas como a de um deus por legítimo direito. Essa descida da própria divindade acontece em torno do ano 3.100 a.C., coincidindo com o início do CALENDARIO MAIA que finaliza em 21/12/2012, período que marca os últimos 5.125 anos do KALI YUGA, a idade do ferro, que se iniciou em 430 mil a.C.
O nome Krishna já era encontrado nos Upanishads. Mais tarde surgem no Mahabharata histórias detalhadas sobre o herói Krishna. Os Puranas, especialmente o Bhagavata Purana, contêm um relato exaustivo da vida de Krishna, dividido em inúmeros contos pitorescos que falam de sua força excepcional.
Krishna tornou-se um belo rapaz e, por algum tempo, dedicou-se, alegremente, aos folguedos com as pastoras gopis, meninas que tomavam conta das vacas. Nas noites de outono ele as encantava com sua flauta maravilhosa e dançava com elas ao luar. Radharani (LAKSHMI) é a mais importante das esposas de Krishna.
Krishna e Radharani.
O amor entre eles e a devoção de Radharani, tornaram-se com o tempo uma alegoria para o amor entre o deus Krishna e seus seguidores.
Krishna e Radharani incorporam o princípio tântrico SAGRADO dos dois aspectos do divino (o masculino e o feminino) que, juntos formam o Uno SEM POLARIDADE, em absoluto equilibrio.
Além das ilustrações de Krishna como criança, o Deus é retratado de muitas outras maneiras. Sua pele, na maioria das vezes, é azul (símbolo da VONTADE e PODER).
Geralmente sua perna direita está cruzada diante da esquerda, com os dedos dos pés tocando o chão. Da mesma forma, há representações dele dançando sobre as muitas cabeças da serpente Kaliya (o mundo material ilusório) após tê-la derrotado. Em outra, ele monta sua ave Garuda. E as duas representações mais conhecidas são as de Krishna com Arjuna, o seu principal discípulo e devoto, COMO CONDUTOR DE sua carruagem na batalha de Kurukshetra e a de Krishna, jovem tocando flauta.
BUDHA, é tido no Hinduísmo como a nona e penúltima encarnação, descida de Vishnu, a qual data do período em que o Budismo ganhou uma maior popularidade, particularmente entre as castas inferiores. Vishnu personificado em Budha, pregou uma nova doutrina, ensinando que todos os homens poderiam se livrar da roda do renascimento (Samsara) através de atitudes interiores corretas e, desde então, esses conceitos foram se introduzinhdo no Hinduísmo. Budha está sentado em um pedestal de lótus, absorto em profunda meditação.
Tem, como característica, o despojamento e o desapego às coisas materiais, é retratado com o cabelo curto, escaracolado, com um birote no alto, e os lóbulos das orelhas são longos (assim se mostram em todas as manifestações de Buda). Sua vestimenta amarela é simples e ele não usa qualquer adorno. Pregou o abandono, o desapego às coisas mundanas e às riquezas materiais que satisfazem o ego/eu inferior (ele também foi de família real e era um príncipe, Sidharta Gautama, que abandonou tudo em busca de sua realização espiritual).
KALKI, será a última encarnação/descida de VISHNU/KRISHNA na Terra, durante a transição de nossa atual civilização, nesse final de ciclo e início de outro, em nova oitava evolutiva: foi prometido que haveria um NOVO CÉU e UMA NOVA TERRA.
Essa encarnação de KRISHNA acontecerá NO OCIDENTE e o homem que vai ancorar essa responsabilidade já esta vivo e finalizando o seu próprio processo evolutivo. Em breve se tornará uma figura pública consciente de sua missão, jamais dizendo ser quem ele realmente é e para quem trabalha, pois cabe a humanidade e a cada um individualmente RECONHECÊ-LO em seu espaço MAIS INTERIOR.
Ao findar-se a presente era final do Kali Yuga (idade do ferro), a humanidade já esta em sua maior parte envolvida pelas trevas, os valores morais desapareceram, a confusão, a luxúria, o medo, a guerra, a corrupção política, a prostituição e o caos estão generalizados.
Esta época final marca o tempo da volta do último AVATAR de VISHNU/KRISHNA brilhando como um cometa no céu para, com a restauração do Dharma, a lei da justiça, salvar parte da raça humana. Um novo ciclo de iniciará, distante da Terra, que terá que passar por um processo de renovação, para novamente abrigar vida …
Principal Fonte para imagens:“The Book of Hindu Imagery” de Eva R. Jansen
compilado e contado por Tales Nunes
Ganesha é a deidade mais reverenciada na índia, ele é sempre o primeiro a ser reverenciado para qualquer coisa que façamos porque ele é o senhor dos obstáculos. Ele sempre está na porta de todos os templos e na porta das casas dos hindus como o protetor (ele é aquele que protegia Parvati vigiando a porta).
Ele é considerado o primeiro filho de Shiva na forma do Todo. Ganesha é aquele que nasceu do Todo.
Nomes de Ganesha:
Ganesha – senhor de todos os seres, senhor das multidões
Ganapati- senhor de todos os seres, senhor das multidões
Ekadanta- Aquele que tem uma presa só
Vighneshara- Senhor dos obstáculos.
Gajanana- cara de elefante
Iconografia
O primeiro passo no caminho do autoconhecimento é escutar o ensinamento, por isso ele tem essas duas orelhas grandes, as quais demonstram a sua capacidade de escutar. O segundo passo é refletir sobre esse ensinamento, por isso a cabeça enorme. A tromba representa a discriminação porque ao mesmo tempo que consegue pegar os objetos pequenos, consegue lidar com os objetos grandes.
As presas representam os pares de opostos, porque na vida o ser humano está sempre tendo que escolher. E o sábio é aquela pessoa que não é afetada pelos pares de opostos, para além deles, continua vendo a unidade, e por isso Ganesha tem uma presa quebrada. Pois o sábio é aquele que rompeu a dualidade.
Ganesha representa aquela força que remove os obstáculos. O machado corta e o laço amarra os obstáculos. Ganesha representa também Ishvara, sua barriga grande representa todo Universo.
A barriga de Ganesha simboliza que ele engoliu e digeriu todo o conhecimento e esse conhecimento se tornou parte dele, virou a barriga. Representa também que o sábio digere as situações de forma lenta e moderada.
Os quatro braços representam os instrumentos internos o ego, a memória, manas e budhi.
O machado representa vairagya, porque corta todos os apegos e desejos que nos tiram do nosso estado de paz. O machado corta também os obstáculos.
A corda representa bhakti, a devoção. Que eu possa então ter amarrado na minha vida a relação com Ishvara, que sou eu mesmo. Que eu esteja amarrado na minha verdadeira natureza. Representa também aquele que além de cortar, amarra os obstáculos.
O doce representa as alegrias que adquirimos no caminho do autoconhecimento, e, como um doce, comemos um e já queremos outro. O caminho não é sofrido, como o carregar de uma cruz, o caminho para a liberdade é doce e apreciativo.
Ganesha tem um pé no chão e outro no ar. Simboliza que o sábio vive no mundo como qualquer outra pessoa, normalmente. O pé no chão é a parte que esta lidando com o mundo e o pé que está no ar simboliza a conexão com o Ser. O sábio é aquele que vive no mundo sem perder a visão do Todo. O termo memória de elefante é isso, ele jamais esquece da sua verdadeira natureza.
O rato simboliza os desejos, o rato é um animal voraz que come de tudo, sempre come demais e guarda tudo nos buracos, como a mente que sempre deseja algo e nunca se sacia. O ratinho sempre aparece aos pés de Ganesha e olhando para ele segurando um doce como se pedisse uma autorização para entregá-lo o doce, isso quer dizer que os sábio tem os desejos ao seus pés e sob seu comando.
O sábio come os docinhos, mas existe um comando sobre os desejos. Dizem que os elefantes tem medo do rato, mas Ganesha tem ele sob seu comando. Os desejos não são para ser temidos, é para ter um comando sobre eles.
No dia do aniversário de Ganesha é proibido olhar para a lua. O simbolismo por trás disso é que um dia Ganesha estava cavalgando o seu ratinho por aí. E a lua viu e caiu na risada ao ver um garoto grande com cabeça de elefante carregado por um pequenino ratinho. Então os deuses castigaram a lua por isso dizendo que não se pode olhar para a lua no dia de Ganesha.
A lua preside a mente. Isso simboliza o ignorante sorrindo do sábio. O sábio tem uma sabedoria infinita em um corpo finito. E muitas pessoas não entendem as ações do sábio e as suas palavras. No dia do nascimento de Ganesha deve-se olhar para o Ser e tirar a atenção do ser. O aniversário de Ganesha simboliza o nascimento do sábio, aquele que reconheceu-se como o Ser.
Uma historinha de Ganesha
Ganesha foi para uma festa e comeu tudo, toda comida, a decoração, os presentes, comeu tudo e nada saciava a sua fome. Shiva, seu pai, chega com todo carinho e dá uma porção de arroz torrado pra ele e sacia a sua fome.
Isso simboliza que o sábio precisa queimar suas tendências e o arroz tostado é como as tendências queimadas, não germina mais. É preciso queimar essas tendências no fogo do conhecimento e ter o reconhecimento de que nada material vai saciar nossos desejos, pois eles são infinitos. Ganesha comeu tudo o que desejava e o desejo permanecia. Apenas quando ele, na presença de Shiva, o Todo, reconheceu a sua verdadeira natureza é que a busca exterior como meio de encontrar a felicidade se desfez. E quando isso acontece, os desejos são ferramentas de ação no mundo e não uma força que te leva a ação desenfreada-mente.
Texto baseado enas aulas de Marília, do Centro de Estudos Vidya Mandir
Saudações Amados Irmãos, EU SOU Emmanuel e eu lhes dou as boas-vindas ao AGORA. Nós dos Reinos Superiores estamos aqui para ajudá-los;só o que precisamos é que vocês peçam.
Entre todos os dons que nos foram dados pelo Criador Infinito, um dos mais preciosos é o Livre-arbítrio. O Livre-arbítrio se aplica a cada indivíduo e à Humanidade como coletivo também.
O Livre-arbítrio é parte do Logos Universal, consequentemente sua Lei recai sobre todos os planos de existência, e por essa razão nós não podemos ajudar,a menos que nos peçam para ajudá-los.
Meu Amado Irmão e Mestre Jesus disse: “Quaisquer que sejam as coisas que você pede quando você ora, acredite que vai recebê-las, e você irá tê-las.”
Chamem-nos e nós responderemos. Os únicos chamados que não responderemos serão aqueles em que seu pedido interfere com o Livre-arbítrio de outro.
Os indivíduos que tentarem aplicar o poder do seu desejo em qualquer coisa fora de si mesmos não terão sucesso. Você, como um indivíduo, é livre para aceitar, rejeitar, ou ignorar a nossa ajuda, mas o Livre-arbítrio coletivo da terceira dimensão será protegido sempre.
Conforme você cresce em consciência, sua frequência vibratória se aproxima mais do Princípio Criativo do Amor, e através do Amor você percebe que é somente honrando o Livre-arbítrio do outro que você ascensiona aos planos superiores de existência. A Liberdade está na sua natureza.
Ela não precisa ser conquistada; ela só precisa ser lembrada. Você a tem sempre portado; ela é a sua glória, o seu esplendor, e a sua singularidade. É por isso que nenhum outro indivíduo pode orientá-lo, ninguém mais pode se tornar um modelo para a sua vida, porque você é único em agir no Livre-arbítrio. Numa sociedade melhor, com indivíduos totalmente cônscios, ninguém tentará violar o Livre-arbítrio do outro.
Ao agir no Livre-arbítrio, você se torna o fator decisivo em todas as ações na vida, e isto lhe dá uma força tremenda. Mas a Liberdade só é possível quando você está tão integrado que toma a total responsabilidade do seu ser. A liberdade não vem da mente; não é para você pensar nela, é para você sê-la.
O gatilho dela está escondido no seu campo energético cercado pela escuridão, é por isso que muitos não podem vê-lo. E então, muitos daqueles que sentem a escuridão que os cerca, tentam lutar com ela, mas você não pode lutar com a escuridão porque ela não existe. A escuridão está ali porque você está inconsciente, e então, na busca pelo gatilho, nenhuma luz de fora pode ajudar.
Ninguém pode lhe DAR LIBERDADE (e PAZ); você tem que conquistá-la através da expansão de sua consciência.
Nós dos Reinos Superiores podemos mostrá-lo para você, mas isso não trará compreensão. Você deve ir fundo dentro de si mesmo e penetrar no íntimo do seu ser, e então você perceberá o poder de ser Livre. Para que entenda que o que você tem chamado de Liberdade até agora não é Liberdade, ela é um dos mais significantes discernimentos que quando acontece, muita coisa se torna possível.
Você tem que ser Livre ao nível da alma, porque essa é a única Liberdade que existe.
A verdadeira Liberdade nada tem a ver com o mundo exterior; ela pertence ao seu ser interior. A verdadeira Liberdade é espiritual e ela só vem com a AMPLIAÇÃO DE SUA consciência. Ser Livre é um direito de nascença seu; você nasceu para a vida a partir do Amor e da Liberdade, como uma extensão do Criador.
Antes da sua encarnação, você recebeu um Guardião pessoal; ele é tão real quanto você, só que de uma frequência de Luz superior. Ele o ama incondicionalmente, mas ele não pode agir a menos que você peça. Ele está sempre pronto para ajudar você na sua jornada através do Infinito, esta é a alegria dele, mas ele não pode violar o seu Livre-arbítrio, então o invoque todo dia e a ajuda virá imediatamente.
Somos gratos por estarmos a Serviço da Raça Humana.
EU SOU Emmanuel.
Postado originalmente em 21 de Agosto de 2012.
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.
Gostaria de explicar qual é a importância do amor e da compaixão. É importante saber o que é compaixão, algumas vezes pensamos que é pena, mas isso não é compaixão. Compaixão é o senso de preocupação, mas mais do que isso, é a noção clara de que todos os seres têm exatamente o mesmo direito à felicidade. Essa compreensão é que nos traz a compaixão.
Também um outro aspecto que costuma ser confundido com compaixão é a sensação de proximidade, de ligação que temos com amigos e parentes. Mas isso não é compaixão verdadeira, porque esse sentimento está ligado ao apego.
Muitas vezes, nosso senso de preocupação com o outro depende da atitude que ele adota. Se a pessoa age de forma negativa, nosso senso de compaixão desaparece. Mas um senso de compaixão verdadeiro é o que nos leva a ver o outro como tendo exatamente o mesmo direito que eu à felicidade. A compaixão que se assenta no apego não se sustenta. A que se baseia na compreensão da igualdade de todos os seres é desprovida de apego, e é verdadeira.
Qual é o benefício da compaixão? Ela nos traz força interior. Geralmente, temos um senso de “eu, eu, eu”. E nossa mente centra tudo em nós mesmos. Então, todas as experiências negativas, mesmo pequenas, se tornam muito dolorosas, enormes. Mas quando pensamos nos outros, nossa mente se amplia, e os nossos pequenos problemas se tornam realmente pequenos, e as coisas negativas não prejudicam nossa mente.
Alguns, quando experimentam tragédias que são involuntárias, se sentem enterrados em uma montanha de sofrimento. Mas, por outro lado, quando se pensa voluntariamente nos problemas dos outros, se procura alivia-los de seus sofrimentos, essa atitude voluntária traz uma abertura para o ser. Dessa maneira, mesmo em meio a problemas pessoais, isso traz uma base de clareza, e a pessoa será capaz de se sustentar.
COMPAIXÃO E BEM-ESTAR — Quando se pensa em compaixão por outras pessoas, alguns perguntam se isso não seria sinônimo de auto-sacrifício. Não, não é. Porque não se deve ser negligente em relação a si mesmo. E, baseado na minha própria experiência, acredito que se deve ser compassivo em benefício próprio.
Um exemplo: uma vida feliz precisa de amigos, apoio. Há amigos do dinheiro, amigos do poder, mas para esses indivíduos, se o dinheiro acaba ou o poder se vai, a amizade também acaba. Mas os amigos verdadeiros ficam.
Então, como criar amigos verdadeiros? Se você tiver um sentimento de compaixão, terá mais amigos verdadeiros. Mostre sentimentos gentis e sorria, e terá bons amigos. Porque essa atmosfera pacífica será a sua base, que irá criar as condições para a amizade.
A prática de compaixão também é imensamente benéfica para a saúde. De acordo com a medicina, os que tem mais compaixão, são mais interessados pelos outros, geralmente são mais saudáveis quando comparados com pessoas egoístas. Os egoístas sofrem mais freqüentemente de enfartes e outras doenças.
A mente mais egoísta, mais voltada para si mesma é muito ruim para a saúde. A mente mais compassiva, mais voltada para o próximo traz mais tranqüilidade, resultando por isso em saúde muito melhor.
Vejamos a sociedade atual, em que a criminalidade está crescendo, ligada à problemas econômicos e sociais, como a diferença entre ricos e pobres (inclusive entre países ricos e pobres). No nosso sistema educacional, muita atenção é dada ao desenvolvimento do intelecto, e menor atenção é dada ao coração, aos sentimentos. Pois isso é considerado tarefa da religião. E assim as crianças não recebem nenhuma orientação sobre como serem mais compassivas, e desenvolver um coração mais generoso. Mas a compaixão é tão importante para a sociedade que é incentivada por todas as religiões.
AS RELIGIÕES E A COMPAIXÃO — Por causa das diferenças filosóficas entre as grandes religiões existem diferentes técnicas para desenvolver a compaixão e algumas diferenças da definição do que seja. Mas basicamente todas elas falam da necessidade de se cultivar a compaixão.
Portanto, sinto que mesmo neste século, as maiores tradições religiosas têm um papel importante no desenvolvimento dessas qualidades. Vejo aqui pessoas de diferentes tradições religiosas, o que me faz sentir feliz, porque a tolerância religiosa é muito importante. E acredito que, independente de diferentes tradições religiosas, todos temos o potencial de ajudar a umanidade.
Vim do Oriente e sou um monge budista, assim, naturalmente, quando falo desses valores e do treinamento da mente, o faço da minha perspectiva de monge budista. Mas é claro que não quero influenciá-los. Vocês devem manter suas tradições religiosas, mudar de religião não é bom, pode gerar mais confusão do que benefício. Portanto, mantenham e sigam sua fé.
Cada uma das grandes religiões tem coisas únicas, mas também há muita coisa em comum entre elas. Assim, é sábio usar técnicas úteis de outras religiões, mesmo sem mudar de religião. Até para aplicá-las na própria religião. Com isso, as tradições religiosas diferentes desenvolvem respeito mútuo e compreensão. Isso é fundamental.
A compaixão e a bondade são indispensáveis. Sem esses valores não há felicidade. Mas muitos crêem que a prática de valores como a compaixão, o perdão e o amor são relevantes apenas para os que praticam uma religião. Isso não é verdadeiro. Podemos ver que no passado e presente existiram pessoas que mesmo sem nenhuma fé religiosa tinham esse sentimento de cometimento, de responsabilidade, de compaixão pelo próximo. Essas pessoas se tornaram mais felizes, mais úteis, mais benéficas para a sociedade.
A UNIVERSALIDADE DA COMPAIXÃO — Podemos questionar se o valor da compaixão, de um coração compassivo é universal. Eu acredito que todos os seres humanos têm o mesmo potencial. Basicamente, o ser humano é voltado para a vida e comunidade. Assim, a semente da compaixão está lá, a semente do trabalho em conjunto está lá. É da natureza humana trabalhar em conjunto. O individualista não pode sobreviver.
As abelhas também são animais sociais. Não há polícia, não há um estado, no entanto trabalham em conjunto. Uma abelha não pode ser individualista. Mas, diferentemente dos outros animais sociais, o ser humano tem a capacidade de se votar ao altruísmo ilimitado. Temos a semente da compaixão dentro de nós. Todos nós.
Quando vemos os benefícios de uma mente compassiva, e o mal de uma mente não compassiva, é fácil ver a diferença. Então, voluntariamente iremos analisar cada vez mais, mudar cada vez mais a nossa atitude. E assim, dia após dia, mudamos.
O treinamento da mente não pode ser imposto a ninguém. É preciso que nós mesmos vejamos os benefícios. Pense sobre o que o ódio traz para sua vida, para sua saúde, para as pessoas que estão à sua volta. Pense sobre a compaixão e o que traz. E assim, teremos o ímpeto de cultivar certos valores, e rejeitar outros.
Dessa maneira crescemos a cada dia, mas se não fazemos nada para reduzir nosso ódio e cultivar a compaixão tudo ficará como está, a semente nunca irá germinar.
Normalmente nossos problemas nascem de percebermos apenas o nível das aparências, e não a realidade. Ficamos no nível das aparências, e com base nelas fazemos o nosso julgamento. Também nos concentramos na felicidade de curto prazo, e não na de longo prazo.
O seminário foi realizado em Curitiba, no teatro Ópera de Arame, nos dias 5 e 6 de abril de 1999.
Tradução do tibetano para o inglês do monge LHAKDOR.
Tradução do inglês para o português de MANOEL VIDAL.
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