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JESUS envia-nos uma mensagem de força e coragem

05/07/2015

HABITANTE DE DOIS MUNDOS

A MISSÃO DO TRABALHADOR DA LUZ

Mensagem de Jeshua

Através de Pamela Kribbe,

junho de 2015

 

 

Queridos amigos, Eu Sou Jeshua; amo todos vocês profundamente e respeito-os como são – respeito tanto o lado luz quanto o lado sombrio de cada um de vocês.

 

Invoco todos vocês, os portadores da nova consciência de hoje.

 

Na minha vida, carreguei uma tocha de luz e quis compartilhá-la com a humanidade. Eu era um ser muito humano, exatamente como vocês. Sentia raiva e desespero, exatamente como vocês, mas também vivenciava momentos de conexão profunda com a minha alma. Estava me desenvolvendo no nível interno, exatamente como vocês.

 

É importante que parem de me enxergar como um ser perfeito, um mestre que está acima de vocês. Sou seu irmão, seu amigo e não estou aqui para julgar nem fazer sermão. Desejo compartilhar meus sentimentos de companheirismo com vocês, portanto por favor sintam meu respeito por vocês.

 

Gostaria de dizer “Olá” para cada um de vocês individualmente, por isto peço que cada um sinta minha presença em seu coração…

 

Você está pronto para mudar, pronto para aceitar quem você realmente é – um ser eterno, que viajou através do universo por muitas e muitas vidas. Entretanto, se acostumou a se fazer pequeno e a se avaliar pelos padrões da sociedade. Você pensa em si mesmo como mulher ou homem, como rico ou pobre, saudável ou doente, e se define nesses termos, mas é muito mais do que isso!

 

Você é tão livre! Mas a maior tragédia de se tornar humano na sociedade atual é que você perde o senso de liberdade. Há muitos séculos a Terra está envolvida numa atmosfera de medo e as pessoas se desconectaram do seu poder e criatividade originais. Quando você se sente separado da sua própria essência, começa a se comportar de acordo com a maneira “aceita” e então sai do seu equilíbrio.

 

Quando se desconecta da sua alma, você se sente básica e constantemente perdido, e forma-se um vazio, um buraco em seu coração, que você, então, começa a tentar preencher com coisas que estão fora de você. Tenta preenchê-lo com posses ou poder, ou se perde em visões de um relacionamento perfeito e romântico. Assim, você se torna viciado em tipos específicos de comportamento ou coisas. Mas o problema básico é que você se sente desconectado da sua própria essência, da sua alma.

 

O Trabalhador da Luz é um indivíduo que não consegue mais suportar a vida separada de sua alma. Ele sente uma espécie de anseio, uma espécie de saudade em seu coração, e à medida que fica mais maduro, começa a perceber que nada que vem do exterior pode preencher aquele buraco.

 

E é por isto que os Trabalhadores da Luz passam a se interessar tanto pela espiritualidade; eles se tornam buscadores na senda espiritual. Começam sua busca porque se sentem feridos internamente, mas seus ferimentos não são apenas deles; a dor da separação é compartilhada por toda a humanidade, embora uma grande parte dela ainda esteja buscando soluções fora de si própria.

 

As almas dos Trabalhadores da Luz estão cientes de que a resposta se encontra no interior de si mesmos e, devido a esta percepção, eles estão destinados a ser professores e curadores. Mas muitos deles estão lutando com uma autoimagem muito baixa.

 

Quando criança, o Trabalhador da Luz assimila muitos dos julgamentos de sua família e da sociedade em que é criado e pode sentir, por exemplo, que não consegue ser tão ambicioso quanto seus pais gostariam que ele fosse. Ele geralmente é muito sensível, possui talentos artísticos, é idealista, e precisa de momentos a sós consigo mesmo, para vivenciar o silêncio e a tranquilidade, de modo a se manter centrado.

 

Parte da missão da alma do Trabalhador da Luz é introduzir um novo tipo de consciência na Terra, mas para ser capaz de fazer isto, precisa acreditar firmemente em si mesmo. Precisa confiar na voz da sua própria intuição e nos seus sentimentos; não de modo egóico, do tipo “estou muito à frente de outras pessoas”, mas de um modo baseado no coração, valorizando e respeitando a si mesmo, porque é assim que seu coração consegue falar com você.

 

A armadilha para o Trabalhador da Luz é ele se perder em sentimentos de inferioridade, descartando suas próprias necessidades e desejos. É preciso ter uma personalidade forte para ser capaz de se desconectar das ideias da sociedade e ser você mesmo.

 

E é isto que eu gostaria de enfatizar hoje: a importância de ser forte e autoconsciente.

E isto tem a ver com a energia masculina em você.

 

Quando vivi na Terra, há mais de dois mil anos atrás, muitas vezes precisava me isolar para me lembrar quem eu era. Havia muitas energias confusas ao meu redor, especialmente das expectativas das pessoas próximas a mim. Eu precisava me proteger disso para permanecer conectado com meu Eu Superior. Muitas vezes eu ia sozinho ao deserto, para me sentir realmente perto de Deus, do Espírito, e manter minha confiança.

 

O mesmo acontece com você. Você é um habitante de dois mundos: tem um pé na sociedade humana de hoje, e o outro pé na dimensão da alma, o reino de onde você veio. É preciso manter seu pé firmemente nessa dimensão, do contrário você fica paralisado e com medo devido à pressão da sociedade.

 

Você precisa da sua energia masculina para dizer “não” firmemente às exigências e expectativas que não parecem apropriadas a você. Portanto, neste sentido, você deve ser um guerreiro, mas não um guerreiro que briga e luta com outras pessoas. Ser um guerreiro significa ser fiel a si mesmo, desconectar-se com frequência do mundo ao seu redor e ouvir os seus sentimentos, perceber suas sensações e confiar na sua orientação interior.

 

Peço-lhe agora que viaje comigo, em sua imaginação, para o deserto, e que vá lá durante a noite. A temperatura caiu e você vê o céu cheio de estrelas brilhantes. Imagine que está lá comigo, e sinta o mistério do imenso espaço à sua volta – sinta o mistério da vida.

 

Encontre um lugar para sentar-se, relaxe e volte-se para dentro de si mesmo. O deserto é como uma passagem externa para o seu próprio templo interior, no qual você entra agora. Dentro desse templo, você se sente conectado com a totalidade da Terra e com todas as estrelas do Céu.

 

Você é um ser muito grande e vasto, e diz para si mesmo: “Eu aceito a minha grandiosidade; eu sou diferente; eu estou aqui para trazer uma nova consciência.”

 

Lembre-se de onde você veio: um lugar de sabedoria silenciosa, de onde foi chamado para descer à Terra nesta época. Você está aqui para curar seus ferimentos internos e também para oferecer um exemplo às outras pessoas. Peço-lhe que leve isto a sério.

 

Quando você está dentro do seu templo interior, há um guia ali que deseja lhe oferecer alguma ajuda ou conselho. Lembre-se que os guias são seus amigos – realmente! Vocês são almas muito afins, mas como eles estão do outro lado, enxergam as coisas com mais clareza do que você com seus olhos humanos.

 

Quando permitir que seus guias se aproximem, reconheça-os como seus amigos e sinta uma sensação de familiaridade. Agora pergunte aos seus guias o que você precisa saber neste momento. Se estiver aborrecido ou triste com alguma coisa da sua vida, conte-lhes. Sinta que há muita ajuda e orientação neste lado, nesta dimensão.

 

Você é muito apreciado pelo que faz, e seus guias estão aí só para relembrá-lo de coisas que você já sabe. Antes de descer à Terra e encarnar nesse corpo, você era um ser muito consciente, então sinta-se conectado com seus guias, pois eles são os representantes da dimensão da sua alma.

 

Agora imagine que você sai do templo e traz a energia dele consigo para a Terra. Enquanto está sentado aqui nesta cadeira, nesta sala, permita que a energia do seu Eu Maior, da sua Alma, esteja totalmente com você, dentro do seu corpo, e esteja ciente de que o mundo precisa de você, o mundo precisa da energia particular da sua alma.

 

Gostaria de lhe agradecer pela sua coragem e perseverança. Respeito-o profundamente e, mesmo se você estiver confuso ou sofrendo, eu ainda posso ver sua luz brilhando intensamente. Estou aqui para lembrá-lo dessa luz e convencê-lo da minha confiança em você.

 


 

LUZ!

STELA

Gratidão, Stela ! Gratidão, Vera !
Fonte: Anjo de Luz

CASSIA ELLER envia mensagem do umbral, na quarta dimensão

20/06/2015

Carta escrita por Cássia Eller no ‘inferno’ vaza na internet

 

A causa dessa ‘temporada’ no Hades seria o vício nas drogas. Foto: Divulgação.

Uma carta supostamente psicografada de Cássia Eller foi relevada nesta semana. A cantora teria passado uma temporada no inferno por conta do vício em drogas. Wilson Pinto, presidente do Lar de Frei Luiz, confirmou que o texto teria sido escrito dentro do centro espírita.

Confira o texto

Se eu disser para vocês que o inferno existe, acreditem, pois eu estava mergulhada nele, de corpo e alma, num espaço sombrio e frio, bem interno do ser, dos pés à cabeça, sem tempo, sem luz, nem descanso e afogava-me, a cada segundo, num oceano de matéria viscosa que roubava até minha ilusória alegria… Naquele lugar não havia luz, somente nuvens cinza e chuvas com raios e trovões, gritos estridentes e desesperados, gemidos surdos, pedidos de socorro, lágrimas, desalento, tristeza e revolta…

Preciso descrever mais as cenas dantescas de animais que nos mastigavam e, em seguida, nos devoravam sem consumir nossos corpos; se é que posso dizer que aquilo, que sobrou de mim, era um corpo humano. Queria fugir para bem longe dali, mas tudo em vão, quanto mais me debatia no fluido grudento, mais me afundava e, quando alcançava, de novo, a superfície apavorante, mãos e garras afiadas faziam-me submergir naquele líquido pastoso e mal cheiroso.

Dragões lançavam chamas de suas bocas sujas e nos queimavam, machucando e estilhaçando a pouca consciência que me restava da lembrança de minha estada no corpo físico, neste planeta azul. Guardiões das trevas olhavam atentos seus presos e vigiavam todos os movimentos realizados naquele imenso espaço de sofrimentos, dores, lamentos, depressões, angústias e arrependimentos tardios… O ar era ácido e provocava convulsões diversas.

Perguntava-me porque ali estava se nada fizera por merecer tão infeliz destino, depois de ser expulsa do corpo de carne através do uso maciço de drogas. A dúvida assaltava-me os raros momentos de raciocínio menos desequilibrado e as crises de abstinência trancavam todas as portas que dariam acesso à saída daquele campo de penitência de espíritos rebeldes e viciados com eu.

Os filmes de horror que assisti, quando encarnada, estariam ainda muito distantes dos padecimentos, pânicos, pavores e temores que ficariam para sempre registrados na minha memória mental, os piores dias que vivi até hoje, como joguete e marionete de forças que me escravizavam o ser, debilitado, fraco, desprovido de energias, suja, carente e chorosa.

Não me lembrava do que acontecera comigo… Quando o medo é maior que as necessidades básicas, a mente fica encarcerada num labirinto hipnótico e ‘torporizante’ de emoções truncadas e desconectadas da realidade… Assemelha-se a um pesadelo sem fim, sempre com final trágico e apavorante. Quando conseguia conciliar um pequeno tempo de sono; era imediatamente desperta por seres que me insultavam e xingavam, acusavam-me de suicida maldita e jogavam-me lama misturada com pedras… Insetos e anfíbios ajudavam a traçar o perfil horrendo dos anos que passei no umbral. Preciso escrever estas palavras para nunca mais me esquecer: ‘Com o fenômeno da morte, nós não vamos para o umbral, nós já estamos no umbral quando tentamos forjar as leis maiores da criação com nossas más intenções e tendências viciantes’.

Tudo fica registrado num diário mental que traça nosso destino futuro, no bem ou no mal. O umbral não fora criado por Deus; ele é de autoria dos espíritos que necessitam de um autêntico e genuíno estágio educativo em zonas inferiores, onde poderão se depurar de suas construções aleijadas no campo dos sentimentos e dos pensamentos disformes, mal estruturados e mal conduzidos por nossa irresponsabilidade, de mãos dadas com a imensa ignorância que nos faz seres infelizes e distantes da tão sonhada paz de consciência.

Após alguns anos umbralinos, despertei numa tarde serena, num campo verdejante e calmo. Não acreditava no que via, pois tudo, agora, parecia um sonho… Percebi, ao longe, o canto de uma ave que insistia em acordar-me daquele pesadelo no qual já me acostumava a viver; a morrer todos os dias… Seu canto era uma música que apaziguava meu coração e aguçava meus pensamentos na lembrança de como fui parar ali naquele campo gramado e repleto de árvores. Consegui sentar-me na relva e ao olhar todo aquele espaço natural, deparei-me com milhares de outros seres como eu, nas mesmas condições de debilidade moral, usufruindo, agora, de um bem que não merecia, mas vivia! Todos nós dormíamos e fomos despertos com música e preces em favor de todos os presentes…

A maioria era de jovens e adultos, poucos idosos e centenas de enfermeiros que olhavam atentos para nossos movimentos no gramado. Com seus olhos serenos, projetavam em nós a mansidão e a paz tão esperadas por nossos corações enfermos, débeis e carentes de atenção, de afeto e carinho.

Alguém me tocava, de leve, os ombros e chamava-me pelo nome, como se me conhecesse há muito tempo. Eu identifiquei aquela voz e ‘temia’ olhar para trás e confirmar minha impressão auditiva, era Cazuza todo de branco, como lindo enfermeiro, de cabelos cortados bem curtos e estendia suas mãos para que eu levantasse, caminhasse e conversasse um pouco em sua companhia. Não consegui me levantar, porque uma enxurrada de lágrimas vertia dos meus olhos, como nascente de rio descendo a montanha das dores que trazia no peito. Meu ídolo ali estava resgatando e cuidando de sua fã, debilitada e muito carente. Ele cantou pequena canção e tive a capacidade de avaliar o que Deus havia reservado para aqueles que feriam suas leis e buscavam consolo entre erros escabrosos e desconcertantes.

A misericórdia divina sempre conspira a nosso favor, nós desdenhamos do amor divino com nossas desatenções e desequilíbrios das emoções comprometedoras, que arranham e esmagam as mais puras sementes depositadas no ser imortal. Aprendi palavras boas! Somente agora enxergo que sou espírito e que a vida continua e precisa seguir o curso natural das existências, como na roda-gigante: hora estamos aqui no alto; hora estamos aí embaixo encarnados. Daqui de cima, parece ser mais fácil compreender porque temos de respeitar as leis e descer num corpo físico para, igualmente, quando aí estivermos, conquistarmos, pelo trabalho no bem, a lucidez que explica porque há a reencarnação, filha da justiça divina.

Após um tempo no campo reconfortante, fui reconduzida para um hospital onde me recupero até hoje dos traumas e cicatrizes que criei no corpo do perispírito. As lesões que provoquei foram muito graves, passei por várias cirurgias espirituais e soube que minha próxima encarnação será dolorosa e expiarei asma, deficiência mental e tuberculose. Mesmo assim, estou reunindo forças para estudar, pois sempre guardamos, no inconsciente, todos os aprendizados conquistados. Reencarnarei numa comunidade carente no interior do Brasil e passarei por muitos reveses, para despertar em mim o valor da vida do espírito na pobreza e na doença crônica. Peço orações e a caridade dos corações que já sabem o que fazem e para onde desejam chegar. Invistam suas forças e energias espirituais em trabalhos de auxílio ao próximo e serão, naturalmente, felizes. Obrigada por me aceitarem como necessitada que sou!

Fonte: Yahoo

Mesmo JESUS CRISTO, o maior espírito de luz que veio à Terra, já teve várias outras encarnações

14/06/2015

 

As encarnações de Jesus Cristo foram:

 

AMILIO

 

ADÃO

 

MELQUISEDEQUE

 

ENOQUE

 

ZEND

 

UR

 

ASAPHA

 

JOSUÉ, filho de Josedec

JOSÉ

JOSUÉ, sucessor de Moisés

 

JESUS

 

APOLONIO DE TIANA

Fonte: Livro Manual Completo de Ascensão, de Joshua David Stone

ATLÂNTIDA E LEMÚRIA

01/06/2015

Lemúria e Atlântida

O Elo Perdido

Lemúria

A Lemúria estendia-se de Madagascar a Ceilão e Sumatra. Incluía algumas partes do que é hoje a África. Porém o gigantesco continente, que ia do Oceano Índico à Austrália, desapareceu por completo sob as águas do Pacífico, deixando ver, aqui e ali, somente alguns topos de seus montes mais elevados.

Amplia a Austrália dos períodos terciários à Nova Guiné e às ilhas Salomão, talvez a Fidji, e de seus tipos marsupiais inferem uma conexão com o continente do Norte durante a era secundária.

Uma das lendas mais antigas da Índia, conservada nos templos por tradição oral e escrita, reza que há várias centenas de mil anos, havia no Oceano Pacífico um imenso continente, que foi destruído por convulsões geológicas e cujos fragmentos podem ver-se em Madagascar, Ceilão, Sumatra, Java, Bornéu e ilhas principais da Polinésia. As altas mesetas do Industão, não estariam representadas senão pelas grandes ilhas contíguas ao continente central… Segundo os Brahmanes, essa região havia alcançado um alto grau de civilização e a península do Industão, acrescida pelo deslocamento das águas na ocasião do grande cataclisma, não fez mais que continuar a cadeia das primitivas tradições originadas no mesmo continente. Essas tradições dão o nome de Rutas aos povos que habitavam o imenso continente equinocial; e de sua linguagem é que derivou o sânscrito…

Durante os primeiros dias da Lemúria, erguia-se como um pico gigantesco surgido do fundo do mar, e a área compreendia entre o Altas e Madagascar estava coberta pelas águas até o primeiro período da Atlântida, após o desaparecimento da Lemúria, quando a África emergiu do Oceano e o Altas foi submerso pela metade.

Os pormenores quanto à submersão do Continente habitado pela segunda raça raiz (ver Saint germain – Fraternidade Branca) são algo escassos. Menciona-se a história do Terceiro Continente, ou Lemúria, mas no tocante aos outros há simples alusões. Diz-se que a Lemúria pereceu 700.000 anos antes do começo da chamada era Terciária (período Eoceno).

O cataclisma que destruiu o enorme continente, do qual é a Austrália o principal remanescente, foi ocasionado por uma série de convulsões subterrâneas e pela violenta ruptura de solo no fundo dos oceanos.

Talvez seja esta a razão por que a ilha de Páscoa, com suas maravilhosas estátuas gigantescas testemunho eloqüente da existência de um continente que submergiu, com sua humanidade civilizada, quase não é mencionada nas enciclopédias modernas. Evita-se cuidadosamente fazer-lhe referência, a não ser em algumas narrativas.

Entre a evolução fisiológica final e a construção da primeira cidade lemuriana transcorreram muitas centenas de mil anos. Sem embargo, já estavam os Lemurianos, em sua sexta sub-raça, construindo com pedras e lava suas primeiras cidades rochosas. Uma dessas grandes cidades de estrutura primitiva foi toda construída de lava, a umas trinta milhas (…) do sítio e que agora a ilha de Páscoa estende sua estreita faixa de solo estéril; cidade que uma série de erupções vulcânicas destruiu por completo. Os restos mais antigos das construções ciclópicas foram obras das últimas sub raças lemurianas.

Naqueles dias, frações consideráveis do futuro continente da Atlântida ainda faziam parte integrante do leito do Oceano. A Lemúria, nome que convencionamos dar ao Continente da Terceira Raça, era então uma terra gigantesca. Ocupava toda a área compreendida desde a base dos Himalaia, que a separavam do mar interior, cujas ondas rolavam sobre o que hoje é o Tibet, a Mongólia e o grande deserto de Shamo (Gobi), até Chittagong, prolongando – se a Oeste na direção de Hardward, e a Este até Assam (Annam). Daí se estendia para o Sul, através da Índia Meridional, Ceilão e Sumatra; e abarcando, no rumo do Sul, Madagascar à direita, Austrália e Tasmânia à esquerda, avançava até alguns graus do círculo Antártico. A partir da Austrália, que era então uma região interior do continente principal estendia – se ao longo do Oceano Pacífico, além de Rapa Nuí (Ilha de Páscoa). Esta informação parece estar corroborada pela Ciência, ainda que parcialmente. Quando fala sobre a direção (e movimento) dos continentes e demonstra que as massas infra – árticas acompanham geralmente o meridiano, está a ciência referindo-se a vários continentes antigos, embora indiretamente e como conseqüência devia existir uma proximidade muito grande entre a Índia e a Austrália, e em época tão remota que era seguramente pré-terciária, a Lemúria pereceu, e o que restou dela,  resurgiu mais forte do que nunca, conhecida como  Atlântida.

 

Atlântida 

   Houve uma época que o Delta do Egito e a África do Norte faziam parte da Europa. Antes que a formação do Estreito de Gilbratar e o levantamento ulterior do Continente alterassem por completo o mapa da Europa. A última mudança notável ocorreu há uns 12.000 anos, e foi seguida pela submersão da pequena ilha atlante à qual Platão deu o nome de Atlântida.

   A destruição da famosa Ilha de Ruta e da ilha menor de Daitya – que se deu há cerca de 850.000 anos, no fim do período Plioceno, não deve confundir – se com a submersão do continente principal da Atlântida, durante o período Mioceno. Os geólogos façam o que fizerem, não podem reduzir a 850.000 anos somente o tempo que se passou desde o período Mioceno; na realidade, há vários milhões de anos que desapareceu a massa principal da Atlântida.

   E a causa do desaparecimento da Atlântida, foram as perturbações sucessivas do eixo de rotação. Começou este cataclismo nos primeiros tempos da era Terciária, e, continuando durante muitas idades, determinou a extinção, pouco a pouco, dos últimos vestígios da Atlântida, com a exceção provavelmente de Ceilão, e de uma pequena parte do que agora é a África.

   O debate sobre a existência da Atlântida é bem antigo. Desde os tempos do filósofo Grego Platão, a Atlântida com sua explêndida civilização, chega aos dias atuais como um enigma que originou a publicação de aproximadamente 26.000 livros. Teses de caráter geológico, arqueológico e outras tem servido para aguçar o espírito humano na busca da existência do enigmático continente. Iremos tratar aqui destas teses, que poderão dar um caráter científico às nossas buscas. 

   De todas as lendas sobre povos e civilizações perdidas, a história de Atlântida parece ser aquela que mais interesse tem despertado. A primeira referência escrita deste mito encontra-se nos relatos de Platão. Nos diálogos Timeu e Crítias é narrada a fascinante história da civilização localizada “para além das colunas de Hércules”. É descrita a existência desta ilha continental, bem como os detalhes históricos de seu povo, com sua organização social, política e religiosa, além de sua geografia e também da sua fatídica destruição “no espaço de uma noite e um dia “. Eis parte do diálogo : “…Ouvi, disse Crítias, essa história pelo meu avô, que a ouvira de Sólon, o filósofo. No delta do Nilo eleva-se a cidade de Sais, outrora capital do faraó Amásis e que foi fundada pela deusa Neit, que os gregos chamam Atena. Os habitantes de Sais são amigos dos atenienses, com os quais julgam ter uma origem comum. Eis por que Sólon foi acolhido com grandes homenagens pela população de Sais. Os sacerdotes mais sábios da deusa Neit apressaram-se a iniciá-lo nas antigas tradições da história da humanidade.

   Na tradição oral de muitos povos antigos, nos relatos de textos bíblicos, em documentos toltecas e nos anais da doutrina secreta, existem coincidências que nos fazem crer que outrora existiu um continente no meio do Oceano Atlântico, que um dia foi tragado pelas águas revoltas.

   Geograficamente, Platão descreve a Atlântida desta forma: “toda a região era muito alta e caía a pique sobre o mar, mas que o terreno à volta da cidade era plano e cercado de montanhas que desciam até a praia, de superfície regular, era mais comprida do que larga, com três mil estádios na sua maior extensão, e dois mil no centro, para quem subisse do lado do mar. Toda essa faixa da ilha olhava para o sul, ao abrigo do vento norte. As montanhas das imediações eram famosas pelo número, altura e beleza, muito acima das do nosso tempo…”.

   Segundo todos relatos, os atlantes desenvolveram-se de tal forma, que o grau de riqueza alcançado por sua civilização não encontra paralelo conhecido, sendo pouco provável que outros povos viessem a obter tamanha prosperidade e bonança.

   A Atlântida possuía 10 reis. Estes soberanos por sua vez possuíam dentro de seus domínios “um poder discricionário sobre os homens e a maior parte das leis, sendo-lhes facultado castigar quem quisessem, ou mesmo condená-los à morte”.

   O país dos atlantes era dividido em 60.000 lotes e cada um deles tinha um chefe militar.

   O aspecto que mais fascina no relato platônico é sem dúvida o que se refere às riquezas da ilha-continente, tanto no que tange às construções, como aos imensos recursos naturais da legendária ilha.

   Segundo Platão, a Atlântida possuía a capacidade de prover seus habitantes com todas as  condições de sustento, apesar de receber de fora muito do necessário, provavelmente, através do comércio. Havia na ilha grande abundância de madeira que com certeza foram utilizadas nas imensas obras lá construídas, bem como imensas pastagens, tanto para animais domésticos, como para selvagens, incluindo aí a raça dos elefantes, que teriam se multiplicado pela ilha. Por sua vez, toda sorte de frutos, legumes, flores e raízes existiam ali, sendo que o fabrico de essências e perfumes era corriqueiro. A extração de minérios, em particular o ouro, ocorria fartamente em Atlântida.

   Diz Platão que de início os atlantes “construíram pontes nos cinturões de mar que envolvia a antiga metrópole, a fim de conseguir passagem para fora e para o palácio real”, bem como abriram um canal de três plectros de largura e cem pés de profundidade, ligando o mar ao primeiro cinturão de água, canal este que servia de entrada para embarcações vindas de outras partes. No segundo cinturão, os barcos podiam ancorar com maior segurança, e fazia deste uma espécie de porto.

   As águas jorravam no centro da ilha, desde que Poseidon assim quis, também tiveram tratamento dos mais apurados: em suas imediações foram plantadas “árvores benéficas para as águas”, bem como foram construídas “cisternas para banhos quentes no inverno”. Havia, contudo, locais próprios para os banhos dos reis, bem como modalidades específicas para as mulheres. Segundo o relato, “parte da água corrente eles canalizaram para o bosque de Poseidon a outra parte era canalizada para os cinturões externos por meio de aquedutos que passavam sobre as pontes”.

   Nos cinturões externos de terra, foram construídos ginásios para práticas esportivas e hipódromos, bem como moradia para soldados, hangares para barcos e armazéns para todas as modalidades conhecidas de artigos náuticos. O canal principal que servia de entrada para embarcações era muito movimentado, tanto de dia como de noite, o que demonstra ter sido Atlântida um grande centro comercial de seu tempo.

   O palácio real era segundo os relatos “uma verdadeira obra prima de encantar a vista, por suas dimensões e beleza”.

   O templo dedicado a Poseidon era cercado por um muro de ouro, que segundo o relato, ele “tinha um estádio de comprimento e três plectros de largura para fora, todo o templo era forrado de prata, com exceção dos acrotérios, que eram de ouro. No interior, a abóboda era de marfim, com ornamentos de ouro, prata e oricalco”.

   Havia também no templo estátuas dedicadas a diversas divindades, bem como outras que homenageavam os reis e suas esposas, além de um altar cuja beleza e magnificência não encontrava paralelo conhecido. Essa é resumidamente a Atlântida de Platão, com seus detalhes e maravilhas. 

   Na conversa que tiveram com Sólon acrescentaram os sacerdotes que calamidades maiores foram às vezes causadas pelo fogo do céu (…) Depois os sacerdotes fizeram saber a Sólon que conheciam a história de Sais a partir de 8000 anos antes daquela data (…) Há manuscritos, disseram, que contém relato de uma guerra que se lavrou entre os Atenienses e uma nação poderosa que existia na grande ilha situada no Oceano Atlântico (…) e mais além, no extremo do oceano um grande continente. A ilha chamava-se Posseidonis, ou Atlantis (…) quando se deu a invasão da Europa pelos atlantes, foi Atenas, como cabeça de uma liga de cidades gregas, que pelo seu valor salvou a Grécia do jugo daquele povo. Posteriormente a estes acontecimentos houve uma grande catástrofe: um violento terremoto sacudiu a terra, que foi depois devastada por torrentes de chuva. As tropas gregas sucumbiram e a Atlântida foi tragada pelo oceano (…) sempre houve e há de haver no futuro numerosas e variadas destruições de homens; as mais extensas, por meio da água ou pelo fogo, e as menores por mil causas diferentes (…) Nas destruições pelo fogo, prosseguem os sacerdotes, perecem os moradores das montanhas e dos lugares elevados e secos, de preferência aos que habitam as margens dos rios ou do mar (…), por outro lado, quando os Deuses inundaram a terra para purificá-la, salvaram-se os moradores das montanhas, vaqueiros e ovelheiros, enquanto os habitantes de vossas cidades eram arrastados para o mar pelas águas dos rios. (…) entre vós outros, mal começais a vos prover da escrita e do resto de que as cidades necessitam, depois do intervalo habitual dos anos, desabam sobre vós, do céu, torrentes d’água, maneira de alguma pestilência, só permitindo sobreviver o povo rude e iletrado. A esse modo, como se fosseis criancinhas, recomeçais outra vez do ponto de partida, sem que ninguém saiba o que se passou na antiguidade, tanto aqui como entre vós mesmos.        

   A primeira coisa que chama a atenção do pesquisador é a semelhança das referências antigas nesse particular. Na Bíblia o profeta Isaias fala do desaparecimento da Atlântida com palavras bastante diretas: “… Ai da terra dos navios que está além da Etiópia; do povo que manda embaixadores por mar em navios de madeira sobre as águas. Ide, mensageiros velozes, a uma gente arrancada e destroçada; a uma gente que está esperando do outro lado, e a quem as águas roubaram suas terras…” (Is XVIII, 1-2). Também Ezequiel trata do mesmo assunto nos capítulos XXVI e XXXII: “… Disse o senhor: E fazendo lamentações sobre ti, dir-te-ão: como pereceste tu que existias no mar, ó cidade ínclita, que tens sido poderosa no mar e teus habitantes a quem temiam? Agora passarão nas naus, no dia da tua espantosa ruína, e ficarão mergulhadas as ilhas no mar, e ninguém saberá dos teus portos; e quanto tiver feito vir sobre ti um abismo e te houver coberto com um dilúvio de água, eu te terei reduzido a nada, e tu não existirás, e ainda que busquem não mais te acharão para sempre…”.

   As citações do Velho Testamento podem ser comparadas às que traz escritas um velho códice tolteca, cuja tradução, feita por Plangeon, diz o seguinte: “: No ano 6 de Kan, em 11 muluc do ano de Zac, terríveis tremores de terra se produziram e continuaram sem interrupção até o dia 13 de Chen. A região de Argilla, o país de Mu, foi sacrificado. Sacudido duas vezes, ele desapareceu subitamente durante a noite. O solo, continuamente influenciado por forças vulcânicas, subia e descia em vários lugares, até que cedeu. As regiões foram então separadas umas das outras, e depois dispersas. Não tendo podido resistir às suas terríveis convulsões elas afundaram, arrastando para a morte seus 64 milhões de habitantes. Isto se passou 8060 anos antes da composição deste escrito”.

    Há 100 milhões de anos atrás, a geografia do planeta era bem diferente da atual. As massas continentais encontravam-se unidas, formando um grande continente, cercado pelo mar. Este grande continente conhecido como Pangéia, desfez-se gradualmente ao longo das eras geológicas, até atingir a conformação atual. Este fato é reconhecido pela ciência.

    Este processo de separação, se se deu por violentos movimentos tectônicos, às vezes acompanhados de cataclismas violentos, que se prolongaram por milhões de anos. Neste período de deslocamento constante das placas tectônicas, se deram formações de cordilheiras, bem como o desaparecimento de vastas áreas, que submergiram nos oceanos. O local onde os dois grandes blocos continentais se desmembraram (Américas a Oeste – Europa, Ásia e Austrália a Leste) encontra-se demarcada por uma espécie de cordilheira submarina chamada Dorsal Meso-Atlântica. 

   A Dorsal Meso-Atlântica apresenta inúmeras ramificações, que praticamente chegam a ligar os dois blocos continentais. Ao longo destas colinas submarinas, encontra-se uma enormidade de ilhas vulcânicas que vão de pólo a pólo. Ao norte em plena região ártica temos, as ilhas Pássaros, Jan Mayen e Islândia, mais o sul pouco acima do trópico de câncer encontramos o arquipélago de Açores, Ilha da Madeira e Cabo verde, mais ao sul temos Santa Helena e outras menores; próximo da Antártida destacamos as ilhas de Érebo, Martinica. Desta forma, Atlântida pode ter se constituído numa destas formações marcadas por intenso vulcanismo.

   A tese da separação dos continentes encontra um forte respaldo na perfeita combinação da costa brasileira com a costa ocidental da África, que se encaixa como num quebra cabeças, no entanto, no extremo norte, as peças deste quebra cabeças não se encaixam com clareza, isto pode ser percebido nos litorais da Escandinávia, Islândia, Groelândia e norte do Canadá. Entre a costa Norte Americana de um lado e a Europa e norte da África de outro, existir um grande vazio, como se faltasse uma peça do quebra – cabeças. Teria então este vazio relação com o Continente da Atlântida, desaparecido no meio do Oceano?

    Denomina-se eras glaciais os períodos em que grandes regiões do planeta estiveram sob um processo contínuo de glaciações, fenômeno este resultante de causas múltiplas e complexas: movimentos orbitais da terra, continentalidade dos pólos, elevação de terras, circulações oceânicas, mudanças na composição da atmosfera e outras.

   Ocorreram na história do planeta diversas fases deste fenômeno, desde o período pré-cambriano até bem recentemente. No entanto, dado às dificuldades a pesquisa científica só conseguiu definir de forma minuciosa a última grande glaciação, que ocorreu durante o pleistoceno.

   Uma glaciação inicia-se quando após um rigoroso inverno, a neve acumulada não se derrete totalmente com a chegada do verão, sobrevivendo até o outro inverno na forma de gelo. Este fato resfria a região e num acúmulo sucessivo de milhares de anos forma-se uma calota de gelo, cada vez mais resistente criando impactos de resfriamento cada vez maiores.

   Há cerca de 80.000 anos atrás, iniciou-se o último grande avanço das geleiras nas regiões norte do planeta, tanto na Europa como na América do Norte, sendo que o fim desta última glaciação deve ter ocorrido entre 20.000 a 10.000 anos atrás.O fim da Glaciação implica na subida do nível dos Oceanos. Esta última é a data fatídica da Submersão da Atlântida.

    Houve um tempo na face terrestre, que os homens avançaram muito em conhecimento, aprofundando-se em todas as ciências. Chegaram a realizar viagens espaciais e faziam intercâmbio com todos os planetas do sistema solar. Sua Sabedoria era muito avançada e já se entendiam pela Mente.

   Os Atlantes evoluíram a tal ponto que tinham amplos conhecimentos das forças da natureza. Eram homens muito avançados, e com grande sabedoria oculta, praticando a magia em todas as suas formas.

   Uniram-se em uma grande nação e fizeram dela um imenso império de Força e Sabedoria. Dizem os anais secretos que nenhum povo foi tão sábio quanto eles; construíram os maiores templos de uma esplêndida magnitude e usavam tudo o que era belo e valioso em suas construções indo buscar os materiais mais sofisticados onde quer que estivessem.

   Elevavam-se no espaço em busca de uma grandiosidade maior para si e para a sua nação. Cresceram e multiplicaram-se, aumentando a cada dia o seu poder. Construíram naves espaciais que permaneciam no espaço em intercâmbios com outras civilizações e muitas vezes impunham terror às cidades que não lhes agradavam, destruindo-as com suas forças.

   Chegaram a neutralizar a própria morte, conseguiram dominar a matéria. A ciência conseguiu alcançar uma culminância quase inacreditável. No entanto, tanto conhecimento técnico e científico acumulado começou a servir a propósitos condenáveis. Dizem que começaram a criar verdadeiros monstros manipulando genética e cirurgicamente homens e animais, os centauros e minotauros seriam alguns exemplos destas aberrações.

   A Sociedade atlântica se subdividia em duas castas ou classes sociais: A dos homens-luz ou da face resplandescente (de face amarela)-mais espiritualizados, e a dos idealistas ou de face tenebrosa (de face vermelha). O processo de degradação moral originou a divisão da nação atlante. Contam os escritos tibetanos que os Idealistas ou homens de face tenebrosa (praticantes da magia negra) assumiram o controle político, obrigando os homens-luz a se refugiar nas montanhas interiores do continente.

   Contam ainda os escritos arcaicos: “e o grande rei de Face resplandescente, o chefe de todos os de face amarela, entristeceu-se ao ver os pecados daqueles de face tenebrosa. Enviou os seus veículos aéreos (Vimânas) a todos os chefes irmãos os chefes das outras nações e tribos, com homens piedosos em seu interior, dizendo: preparai-vos. De pé, homens de boa lei! Atravessai o país enquanto ainda está seco. Os senhores da tempestade se aproximam. Seus carros se aproximam da terra. Os senhores da face tenebrosa (os feiticeiros) não viverão mais que uma noite e dois dias nesta terra paciente. Está ela condenada; e serão submergidos com ela. Os senhores inferiores dos fogos (os Gnomos e os elementais do fogo) estão preparando suas AgnYastras mágicas (armas de fogo construídas por meio de magia). Mas os senhores de Olhar tenebroso (olho mau) são mais fortes do que eles (os elementais), que são escravos dos poderosos. Estão aqueles versados em Astra (vidîa, o conhecimento mágico superior)”.

   “Que os senhores da face resplandescente (adeptos da magia branca) procedam de modo que os Vimâvas (veículos aéreos) dos senhores da face tenebrosa caiam em suas mãos (ou em seu poder) a fim de que nenhum dos feiticeiros possa, avisados por eles (animais falantes), escapar das águas”.

   * NOTA -os animais falantes eram maravilhosos, feitos artificialmente e de estrutura mecânica, animados por um Din (elemental). Falavam e davam aviso a seus amos (os feiticeiros) de todo perigo iminente. Segundo os relatos, somente o sangue de um homem puro podia destruí-lo.

   “Que os de face amarela enviem sonos (hipnóticos) aos de face tenebrosa. Que eles ainda lhes evitem (aos feiticeiros), a dor e o sofrimento. Que todos os homens fiéis aos Deuses Solares (os de face amarela), paralisem todos os homens dependentes dos Deuses Lunares (os feiticeiros), para que não sofram nem escapem a seu destino. E que todos os de face amarela dêem sua água da vida (o sangue) aos animais falantes dos magos de face tenebrosa, para que não acordem os seus amos. É soada a hora, a noite negra está próxima. E o grande rei deixou pender sua face resplandescente e chorou…”.

   “Quando os reis se reuniram, já havia começado o movimento das águas, e as nações já tinham passado sobre as terras enxutas. Estavam muito além do nível das águas. Seus reis as alcançaram nas suas Vimânas e as conduziram ao país do fogo e do metal (Nordeste)”.

   “Choveram estrelas (meteoros) sobre os de Face tenebrosa; mas eles dormiam. Os animais falantes (os vigilantes mágicos) não se mexeram. Os Senhores inferiores (os elementais) aguardavam ordens, mas estas não chegaram porque os seus amos dormiam. As águas se elevaram e cobriram os vales de um extremo a outro da terra. As terras altas ficaram e os países para onde migraram os homens de face amarela e olhar reto (a gente sincera e franca). Quando os senhores da face tenebrosa despertaram e procuraram suas Vimânas para fugir das ondas que subiam, viram que tinham desaparecido”.

   “Alguns magos de face tenebrosa, mais poderosos, que haviam despertado antes dos outros, perseguiram aqueles que os tinham despojado. Os perseguidores – cujas cabeças e peitos sobressaiam acima das águas (magos gigantescos), lhes deram caça durante três períodos lunares, e finalmente, alcançados pelas águas, foram mortos até o último homem”.

 Fonte: Eu sou luz

Nova frequência lemuriana

31/05/2015
RESTABELECENDO A
NOVA FREQUÊNCIA LEMURIANA

Mensagem de Sananda, Melquisedeque e Hilarion
Canalizada por Elsa Farrus

Amada menina, nós somos os mestres do Sol Central em Alcyon Sananda, Melquisedeque e Hilarion.

Uma nova frequência Lemuriana está sendo restabelecida.
Por isso a entrada tão intensa dos dias anterior, e que viverão ainda, que fará sair toda a verdade.

São muitas as mudanças internas para enfrentar.
Mudanças internas e as do DNA… dores fantasmas que duram uns instantes e sem motivo aparente, recordações, melancolia, prantos sem motivo algum, sensação de flutuar dentro do corpo.

As articulações são as que mais irão estender nas próximas horas.

É o vento solar que irá expandir a coluna vertebral em seu corpo físico, para aumentar e que se possa produzir um maior intercâmbio de luz no canal prânico.

Abre-se o prana e expande-se de dentro para fora.

Vocês são seres humanos com um corpo de luz interno que até agora não estavam utilizando. Somente o espiritual.

Notarão muita atividade muscular em todo o corpo e também ao nível do timo.

É o processo de adaptação às novas frequências de Gaia cristal.

A retina está se remodelando e o nervo óptico também para ver as energias.
Por isso são possíveis os momentos de enxergar borrado ou de ver como desfocado, sobretudo, nas primeiras horas do dia.

Gaia está subindo duas linhas do tempo, deixando para trás o tempo linear.
Por isso vocês sentirão mais intensa a forma com que lidam no seu dia a dia… momentos muito expandidos ou a sensação de passar semanas em um instante, sem lembrança do tempo atrás.

Somente o silêncio regenera vocês.
Escutem o chamado desse silêncio.
O chamado do autorespeito.
Somos agora mais expandidos do que nunca.
Somos abertos na medida em que aceitamos o fluxo universal.

Vocês abrirão a realidade de seu ser, respeitem os espaços de silêncio, vocês necessitam deles mais do que jamais imaginaram.

Vocês necessitam da vibração física de seu ser autêntico, e não de sustentar a vibração que os outros esperam de vocês ou vocês se autoimpuseram…

Gaia se transforma na plenitude e com ela para estar em harmonia com a terra.
Gaia não tem fim, é o grande princípio da unidade.
Subam sua vibração, sintam-na e expandam-na.
O planeta cumpre seu ciclo.
Somente a transformação é real.
Gaia terminou um ciclo de serviço, onde vocês aprendiam vida depois de vida.

Agora vocês são seres em completo desconhecimento de vocês mesmos.
Mas o planeta, ele sim os conhece e agora lhes exige que cuidem de vocês, que se amem e se respeitem, se não há intercâmbio de luz, sem alegria de viver…

São o motor de luz, são a ponte de união entre realidades.
E é o seu ser interno que se expressará através de seus atos…

Somente pelos seus atos de alegria tudo permanece em equilíbrio tudo que nasça fora do amor e da alegria.

Querida irmã, sigam suas vidas cotidianas, são um planeta físico: $ e
De ascensão física. Em corpo de luz.

Permitam-se se amar, permitam-se estar, permanecer e sentir o amor interno da luz interna.

Sintam e vivam sua própria transformação desde o lar, desde seu maior lar, a ponte de união entre mundos, seu corpo físico, seus planos de vida, Gaia.

Vocês são seres da quinta dimensão e mais, mas vocês não reconhecem.
E ainda se deixam levar pelos velhos padrões.
A melancolia e os prantos são a tristeza por séculos de solidão ao estar em separação de um tempo anterior e de seu ser solar.

A ira é o cansaço diário de lutar contra seu autêntico ser.
A ira e o pranto pelos tempos anteriores.

Amada irmandade de luz, nós os amamos profundamente.

Estarão na transformação mais intensa nestes dias até o meio de agosto.
Serão processos de integração energética de biofótons.

E depois de agosto ao Natal será uma integração física e material, onde tudo o que não ressoa com o ser ficará suspenso.

Obrigada a todos, podem compartilhar livremente a informação respeitando o conteúdo por sua vibração.
Elsa.

Fonte: Site Cura e Ascensão 

Mensagens de João Batista e de Nataneal, da Cidade Intraterrena de Okay

01/05/2015

Boa tarde irmãs!

Sou Natanael, um Intraterreno da Cidade de Okay.

Trago-vos notícias das atividades realizadas pelas Cidades Intraterrenas do Brasil, no resgate desta humanidade de superfície.

Grande é o burburinho em torno dos resgatados, pois tendo desaparecido aos olhos dos seus entes queridos, que lhes precederam nos planos astrais, e estes não conseguindo com aqueles se comunicarem, lançam apelos aos Planos Superiores para rastreá-los, e quando são informados do ocorrido, que encontram-se hospedados em Cidade Intraterrena, não aceitam, não acreditam e suplicam a Deus que os socorram.

Infelizmente, os irmãos que serão e estão sendo resgatados, seja no plano físico, seja no plano espiritual, não poderão levar consigo seus afetos, entes queridos, que não estejam em condições vibratórias para ali adentrarem.

Somente aqueles que, por próprio mérito, terão o direito de adentrar o Mundo Intraterreno.

Uma vez hospedados nas Cidades Intras, os desequilíbrios de outrem não os atingirá, pois a barreira que os envolvem impede a entrada de qualquer vibração inferior. Estão resguardados e, se ali se encontram, é porque alcançaram níveis de evolução espiritual que os graduam e os capacitam a sua permanência. Uma vez acondicionados a novo ambiente, não mais sairão até que o Mundo de Regeneração possa ser habitado, pois “eles serão as novas sementes da Terra Renovada”.

Os irmãos em desequilíbrio, que permanecem em outra faixa vibratória sem nos aceitarem e sem renovarem-se, não poderão buscá-los ou com eles permanecer.

As tarefas realizadas no resgate planetário são intensas e aquele que vibrar nas faixas do Cristo Jesus serão resgatados e os contrários ao Cristo, exilados.

Esta é a Lei em vigor.

Salve a Luz que nos guia.

Natanael

Intraterreno de Okay

GESH

*****

A semeadura é livre, mas a colheita obrigatória

Irmãs que a paz de Jesus esteja convosco.

A humanidade enfrentará duras penas, fruto da inconsequência dos seus atos. Tardiamente compreenderão, que aqui na Terra se colhe o que se planta, e a Doutrina dos Espíritos será compreendida também por aqueles que não lhes abraçaram os ideais, como nós outros o fizemos.

Até mesmo o mais leigo dos habitantes da Terra entenderá que a semeadura é livre, mas a colheita obrigatória, pois o Planeta atravessa zona de transição que elevará a compreensão mental de todos os seres, oportunidade de transformação ofertada pelo Criador para Suas criaturas.

Esclarecer, divulgar, dar a compreender, eis a que sois chamados nesta hora, pois muitos, perdidos no materialismo do mundo, enlouquecerão diante das barbáries vindouras.

Conter a loucura, a insanidade coletiva será o objetivo imediato desta hora, para que não se convulsione a humanidade em ondas de suicídios coletivos extremamente perniciosos aos Planos Divinos, pois em desencarnes coletivos desequilibrados em tal magnitude, muito se comprazem os opositores do Cristo, com o alimento farto, o qual devemos evitar com o maior esforço de nossas almas.

Impedir que aconteça, apaziguar, serenar as mentes, alimentar a fé, projetar mentalmente cenas de futuro feliz, quando passada as tormentas e estará a Terra Renovada.

Relembrar a cada irmão que o livre arbítrio é a ferramenta de renovação mais extraordinária que o Senhor nos concedeu, é de livre uso de cada criatura, e poderá nesta hora, ser-nos útil à transformação definitiva de nossos destinos.

Paz e bondade entre os homens é o que desejamos.

Vosso irmão João Batista quem vos fala.
João Batista.

Fonte: Anjo de Luz

Mensagem de Cristo

29/03/2015

A MARCA D’ÁGUA EM SUA ALMA

Mensagem de Cristo

canalizada por Gillian MacBeth-Louthan

Março de 2015

 

 

À medida que o tempo da Páscoa for penetrando sua consciência, perceba que você passará por uma mudança dimensional de proporções bíblicas. Você atravessará extensões dos seus eus-temporais paralelos e multidimensionais, que mostram a verdadeira marca d’água em sua alma. Você separará os mares da continuidade ao olhar entre o passado e o presente.

 

No período da Páscoa, você estará executando programas dimensionais dentro de tempos simultâneos. Você é a interseção da Luz com a Luz. Você se encontra na encruzilhada do tempo. Almas, Seres Angélicos e Super-almas… todos saltam à sua volta, envolvendo-o numa vastidão de conhecimento que é anterior ao tempo.

 

Ao se encontrar no centro do seu eu multidimensional, você verá que o presente é o único ponto de manifestação e criação. Você pode e vai ressuscitar através do tempo e do espaço, liberando conjunturas lineares e expectativas lineares, enquanto ascende ao seu potencial pleno.

 

Eu, o aspecto mais elevado do Cristo falo com você a partir da interseção entre o Eu, a Alma e a Super-alma. Falo com você no ponto onde você e eu nos encontramos, formando uma Estrela de Davi, um Tetraedro Estelar, uma Mércabah viva.

 

Peço-lhe que dedique um momento de valor inestimável a voltar seus olhos para dentro de si mesmo – para o seu terceiro olho. Lá, leve sua consciência à tela branca de todas as possibilidades e veja a Luz que Eu Sou, a Luz que você é, e a Luz que podemos nos tornar juntos.

 

Quando o homem Jesus deixou a Terra como um Eu Cristificado e coroou sua natureza humana em glória e Ascensão, seus discípulos se esconderam atrás do seu evento de transformação e transmutação. Eles olharam para esse evento deslumbrante e inspirador com medo e dúvida. Sentiram-se desertados, abandonados. Sentiram seus corações vazios, partidos. Como era possível que o filho de Deus os traísse?

 

Quando tiver a oportunidade de caminhar em suas vestes Crísticas de Luz, você se sentirá como se tivesse abandonado a sua natureza humana, deixando-a esperando em pé à beira do caminho? Sentirá como se tivesse abandonado os prazeres e sabores da Terra e aqueles que você ama?

 

Não permita que sua vestimenta de Luz Cristifica seja algo que você use apenas nos domingos ou feriados. Vista-a constantemente com o conhecimento de que você pode ser divino, santo e humano ao mesmo tempo. Pois Jesus disse que as futuras gerações de trabalhadores da Luz realizariam obras maiores do que as que Ele realizou. Esta foi a promessa para os futuros filhos da Luz que caminhariam pela Terra.

 

Você muda o futuro através do seu pensamento, das suas ações, da sua consciência e das suas declarações. Você mudou a estrutura molecular da mente; o passado não entrará no seu futuro. As instruções são estas.

 

Quando celebrar a Páscoa, celebre o Cristo Cósmico e o Ser Humano que se move amorosamente em direção à consciência Crística. Não se prenda nas armadilhas do que ocorreu nos Tempos Bíblicos. Supere-os.

 

Não se detenha demais nos Estigmas Espirituais do seu eu antigo. Sim, houve injustiças e dor. Mas não é sua tarefa assumi-las. Seu coração é um Coração Crístico. Sim, você leva tudo a sério; sim, você sente as injustiças. Mas, de que lhe servem esses sentimentos? Você não consegue se mover quando está atolado na pena, algemado na tristeza. A mobilidade vem com o amor.

 

Sempre que sua vida não está se movimentando é porque você cimentou seus pés no passado do jeito que ele foi. Eu represento a Trindade de todas as encarnações de Cristo, assim como você. Você experimentou todas as religiões, todas as fés e todas as convicções. Experimentou todo pensamento mágico, alquímico através do tempo e espaço. Você experimentou tudo, pois não pode ser de outro modo.

 

Olhe para o futuro com um coração que é Luz.

Nós somos feitos do mesmo tecido de luz.

 

Eu não sou mais poderoso do que você é. Eu não sou mais grandioso do que você é. Sou apenas o seu reflexo. Seu potencial é ilimitado; vai além das palavras e expectativas. Eu lhe peço que, nesta Páscoa, receba meu corpo em comunhão – mas não através de uma hóstia – e sim através de uma vibração.

 

Quando o Sol nascer na manhã da Páscoa, inspire-me para dentro de si. Beba do meu conhecimento de todos os tempos – e eu beberei da sua natureza humana. Você é o orgulho e a alegria deste universo.

 

Levante-se para ver a verdade, o verdadeiro reflexo do Cristo Cósmico que você é!

Você nasceu para começar de novo a cada dia.

 

Fonte: Anjo de Luz

 

WALK IN e CRAWL IN

06/03/2015

WALK-IN     X     CRAWL-IN

WALK-IN
As Pessoas/Espíritos que têm corpo físico, por muitas razões podem estar desistindo da atual vida. Elas geralmente se sentem como se não fossem conseguir qualquer crescimento nesta encarnação, e acabam achando muito  difícil sobreviver, muitos apenas desejam morrer (deixar), e voltar para “casa”. Em certos casos, eles terão uma experiência de quase morte, ou até mesmo cometem suicídio. Se o corpo permanece em boa forma com este processo, e ainda é utilizável, o Walk-in sugere um acordo com a pessoa com o propósito de se tornar um “entrante” naquele corpo físico.

É um grande equívoco algumas pessoas pensarem que um Walk-in é um espírito hostil que invade corpos. O nome disto é possessão e este é um outro assunto. Um verdadeiro Walk-in nunca, e em nenhuma circunstância, ocupa um outro corpo sem um acordo contratual entre o “walk-in” e “Walk-out” (o ser que está saindo).

Os Walk-ins são antigas almas de muita luz que estão espiritualmente vinculados à nossa  Ética e Moralidade. Eles conhecem muito bem as leis da evolução humana, e sabem que não podem quebrar esses códigos da hierarquia cósmica.

Este processo de “entrante”, se dá em uma cirurgia espiritual, que pode durar meses ou anos, de tão delicada que é, por isso é realizada por seres que portam com sucesso implantes emocionais, mentais e alguns implantes espirituais de complexidade menos elevada.

Neste período de ascensão planetária, muitos irmãos de outros planetas estão chegando na condição de Walk-ins para nos ajudar neste processo.
Suas missões são de extrema relevância.

CRAWl-IN
Crawl-in é a condição das Sementes Estelares, todos concordaram inicialmente em esquecer tudo o que sabiam e aceitaram passar pelo processo de “tudo” de uma vida humana. Nasceram de pai e mãe terrenos, e de maneira individual, é a única alma ligada com “o corpo”.
São almas de origens cósmicas fora do Planeta Terra, vindo do espaço/tempo futuro, fora da roda cármica e  bastante evoluídas espiritualmente.
Estão aqui também para abrir os caminhos no processo da ascensão planetária do Planeta Terra.

Em ambos os casos, todos têm muito o que fazer neste lindo planeta azul!

Texto de Anthonio Magalhães

Fonte: Sementes de Sirius

Peçam ajuda aos Seres Espirituais Puros

23/02/2015

Você está existindo no período mais sagrado na Terra, um momento de ativar e de aceitar as suas próprias vibrações de liberdade de sua alma. Através da contínua presença do amor, muitas vibrações maravilhosas estão se ativando a partir de sua alma, para trazer a renovação, a força e maior harmonia a sua realidade, enquanto aumentam o seu alinhamento com o Criador em todos os níveis do seu ser. Você ainda existe na Terra, na Era do Amor. Este período permanecerá com você e não irá se transformar na Era da Recordação até que tenha absorvido, ativado, compreendido e incorporado grandes volumes de amor. Até que se sinta tão repleto de amor que haja uma sensação de amor que transborda de seu ser, permanentemente. Para apoiar esta mudança sagrada em seu ser enquanto você retorna a sua essência natural, uma onda vibracional de luz do Criador está envolvendo a Terra.

Esta onda de luz já foi comunicada a você, sendo intitulada a Onda de Crucificação da Luz, devido a sua habilidade de dissolver todos os ciclos e hábitos desnecessários que prejudicam a sua evolução espiritual. Esta energia ativa e traz a sua atenção tudo o que você não deseja contemplar e que está mantido em seu ser, como medos, memórias ou emoções, bem como traz à conclusão ciclos em que você esteve anteriormente focado para liberação. Esta é uma energia muito poderosa com um efeito de limpeza e intenso despertar em seu ser. Se deseja que assim seja, isto pode ser a limpeza e o novo início pelo qual esteve esperando em sua realidade e em seu ser.

Nós o incentivamos neste momento a se concentrar na limpeza, na purificação, na liberação e na aceitação do amor durante este período de Ascensão. Ainda que esteja inseguro quanto a liberar uma energia ou hábito dentro de você, você pode dissolver mentalmente as ligações, sabendo que elas retornarão a você, se a energia não se destinar a ser liberada. Você não pode realmente liberar tudo o que seja uma parte de sua verdadeira essência, somente aquilo que é uma falsa percepção, uma ligação (uma energia ou idéia a que está ligado), um falsa interpretação de si mesmo ou uma ferida. Isto significa no processo de liberação, que você está aumentando a vibração do amor em seu ser e realidade, devido à sabedoria de liberar aquilo que não pertence realmente a você, criando espaço para maiores formas de amor, e aquilo que é a sua essência é reforçado e retorna a você, como maiores volumes de amor.

Todo o processo de apagar ciclos exige que você melhore um aspecto do seu ser, a um nível elevado. Há uma necessidade de desenvolver a sua observação e consciência de si mesmo e da realidade. Reservar um tempo para estar ciente de suas ações, reações, pensamentos e emoções irão trazê-lo a um espaço de clareza e equilíbrio, onde você pode tomar decisões informadas, orientadas e apoiadas pela sua alma, decisões de liberação e de cura para si mesmo. A sua observação de si mesmo irá exigir muita disciplina e domínio, uma vez que irá lhe pedir para se testemunhar quase como um estranho, observando e anotando aspectos de si mesmo. Isto não é julgar a si mesmo, em vez disso, o propósito é o de trazer mais amor a todo o seu ser e realidade. A pergunta que lhe fazemos agora é: você mantém um nível de mestria, onde possa se observar e colocar um término aos ciclos de hábito, padrão ou de rotina, mesmo que eles sejam amados por você, sabendo que isto é uma oportunidade para que mais amor esteja presente?

Estar atento a si mesmo e observar-se é ver, sentir e reconhecer-se com clareza e um profundo amor. Através deste processo com as energias da Crucificação, o Criador está pedindo que o amor seja mais plenamente incorporado em suas emoções e pensamentos, bem como em suas ações em relação a si mesmo. O amor está disponível dentro e fora de você para a sua incorporação e experiência.
Quando você se observa, está dissolvendo ciclos de controle, originados da ilusão e da compreensão errônea de sua verdade. Na realidade, você está aceitando a responsabilidade e dissolvendo todas as formas de controle.

FORTALECENDO A SUA CONSCIÊNCIA

Queremos convidá-lo a realizar uma pequena prática ao longo do seu dia, a fim de melhorar a sua capacidade de se observar e estar consciente de si mesmo. Desta forma, você irá começar a ver padrões em suas ações, reações, pensamentos e emoções que já não estão alinhados com a verdade da sua essência. Todas as vezes que você puder, ao longo do dia, reserve um momento para inspirar e expirar profundamente uma vez, e em seguida, diga em sua mente ou em voz alta:

“EU SOU presente em meu corpo, com sucesso, como eu e a minha alma desejamos.”

Isto significa:”EU SOU”, o Criador está presente aqui e agora, neste exato momento em seu corpo físico. O Criador é a sua alma. Sua alma é um aspecto do Criador trabalhando através do seu ser e do seu corpo com sucesso,conclusão e realização, guiada pela vontade divina do Criador. Esta é uma afirmação poderosa que lhe traz ao alinhamento com a sua alma, com o Criador/com o amor, permitindo-lhe observar com clareza tudo o que você é, tudo o que você deseja ser e tudo o que deseja deixar de lado. Uma vez que tenha realizado esta prática, continue o seu dia, observando que quantas mais vezes você a realizar ao longo do seu dia, mais poderosa ela se tornará em centrá-lo e equilibrá-lo. Com a prática, você pode descobrir a cada vez, que renovou a consciência de si mesmo.

PRATICANDO A AUTO-OBSERVAÇÃO

Nós o convidamos a fazer uma lista de todos os aspectos de si mesmo com os quais ficaria feliz em deixar ir, para trazer mais alegria, amor e felicidade a sua existência. Sua lista pode incluir os medos dos quais você deseja se libertar, mesmo que haja evidência de uma razão para o medo, os pensamentos que o levam à tristeza ou perturbação de qualquer tipo, às emoções do passado que ainda permanecem com você, as lembranças que continuam a lhe causar dor e sofrimento, hábitos de alimentos ou bebidas que lhe causam danos ao seu corpo físico, as reações que não estão alinhadas com o amor dentro de você e as ações que são simplesmente hábitos e rotinas, que não lhe servem mais.

Por favor, faça um lista e adicione informações a ela ao longo do seu dia, para aumentar a sua consciência de si mesmo. Então, durante um período em silêncio ou em meditação, reserve um tempo para observar a sua lista.Pergunte-se: qual é a mensagem que estou tentando dizer a mim mesmo? O que desejo saber? Há um padrão? Está na lista um reflexo da energia dentro de mim, que deseja ser curado? Reserve um tempo para contemplar e ganhar alguma inspiração.

Você pode nos pedir a cura, nós, os Seres Celestiais Puros. Neste momento, ela sempre lhe será concedida.

APAGANDO CICLOS

Com a nova compreensão, você pode ser solicitado a reconhecer a energia que se tornou um hábito em sua realidade, e assim será preciso que a sua consciência a libere ao longo do seu dia. Quando você reconhecer a mesma energia que descobriu em sua lista, nos aspectos do seu dia, criada por si mesmo, então, você pode desejar:

Inspirar e expirar profundamente uma vez, e, então, dizer, em sua mente em voz alta:

“Eu Sou presente em meu corpo,sendo bem sucedido como eu e a minha alma desejamos. Eu me entrego a este ciclo e a sua energia envolvida em meu ser e consciência.Estou curado agora. Eu sou a liberdade de minha alma. Eu me envolvo no amor.”

Inspire, expire, como se você estivesse liberando tudo dentro de você, deixando de lado tudo o que já não é necessário, fluir a partir do seu ser, eternamente. Em sua próxima inalação você pode se lembrar como amor.

A CURA COM OS SERES CELESTIAIS PUROS

Queremos convidá-lo a experimentar uma cura profunda com as nossas energias para apoiar a extinção dos ciclos que dificultam sua expressão e a sua existência como amor. Em um momento de silêncio, simplesmente diga em sua mente, ou em voz alta:

“Seres Celestiais Puros, eu invoco as suas vibrações puras, amorosas e sagradas da cura celestial para que fluam sobre e através do meu ser. Por favor, tragam todo o meu ser ao equilíbrio e harmonia com a vibração mais pura de amor, dentro do meu coração e alma. Por favor, limpem e dissolvam todos os ciclos reconhecidos e não reconhecidos por mim, que impedem a minha aceitação do amor. Por favor, ajudem-me a dissolver …… .. (o que você deseja apagar), ancorando suas vibrações puras de cura no meu ser. Agora eu escolhi lhes entregar as energias, pensamentos, emoções e padrões aos quais estou apegado, com uma compreensão errônea da minha verdadeira essência e ser. Por favor, trabalhem comigo diariamente, até que a energia que eu escolhi liberar, seja apagada permanentemente. Abro-me inteiramente para receber a sua cura agora. Obrigado, Celestes Seres Puros.”

Você pode desejar se sentar ou deitar, inspirando as vibrações de cura que lhe enviamos. A cada expiração, saiba que você está apagando os ciclos que não são mais necessários. Aprecie, enquanto nós o envolvemos em nossa luz de cura e em nosso amor.

A cura e o Apoio estão sempre disponíveis a você.

Os Seres Celestiais Puros

Tradução: Regina Drumond

Fonte: Anjo de Luz

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31/12/2014

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