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Mercado de Trabalho em alta no Brasil

10/01/2013

Enquanto algumas profissões sobram no mercado de trabalho, há profissionais que o departamento de Recursos Humanos custam a encontrar. De acordo com um levantamento da Page Personnel, especializada em recrutamento profissional, à procura por um profissional escasso atinge diretamente a produtividade das empresas e, para algumas áreas, sobram vagas no país.

“Hoje o processo de recrutamento está mais longo e exige um nível de exigência e conhecimento das consultorias para encontrar o candidato certo. Hoje há mais procura de candidatos do que oferta de profissionais, cenário até pouco tempo quase que improvável no Brasil. Hoje a busca por profissionais é mais demorada do que ocorria há três anos”, explica o diretor-executivo da Page Personnel, Roberto Picino.

A pesquisa ainda revela as 12 profissões que mais faltam no mercado. Você sabe quais são elas? Veja abaixo:

1) Supervisor de Produção
Tempo médio de recrutamento: 30 a 60 dias

Salário médio: R$ 6,5 mil a R$ 9 mil

Perfil necessário para a vaga: o profissional precisa entender da cadeia de produção, unir o lado lógico e o humano para que consiga lidar com a gestão de pessoas. Algumas empresas requerem profissionais especializados em seu segmento e em uma determinada área , como também empresas que seguem a linha multiprofissional, ou seja, buscam profissionais que entendam de diversas áreas e segmentos.

2) Técnico de Campo (manutenção eletromecânica)
Tempo médio de recrutamento: 30 dias

Salário médio: R$ 3 mil a R$ 4 mil

Perfil necessário para a vaga: o técnico de campo é um dos profissionais mais requisitados em empresas de máquinas, equipamentos e serviços. Ele é responsável pela manutenção (elétrica, mecânica e em automação) dos equipamentos e linhas de produção nos clientes da empresa a qual trabalha. A maior dificuldade é encontrar profissionais com conhecimento nas três áreas e com total disponibilidade para viagens frequentes.

3) Consultor em Engenharia
Tempo médio de recrutamento: 60 dias

Salário médio: R$ 3 mil a R$ 8 mil

Perfil necessário para a vaga: profissional muito requisitado por conta do conhecimento técnico na área específica da consultoria. A maior dificuldade é encontrar um profissional com esse conhecimento específico e que apresente um perfil dinâmico e agressivo de consultoria, além da disponibilidade de viagens.

4) Vendedor Key Account Sênior
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias

Salário médio: R$ 4,5 mil a R$ 6 mil + comissões mensais

Perfil necessário para a vaga: gestão de carteira de clientes de grandes redes. Responsável pela negociação de contratos com compradores. Definição e implementação de ações promocionais com o objetivo de melhorar exposição dos produtos nas redes e incremento de vendas. Gestão de custos, rentabilidade e volume de vendas. Inglês fluente e boa penetração nas grandes redes de supermercado

5) Analista de Revenue Management
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias

Salário médio: R$ 3 mil a R$ 6 mil

Perfil necessário para a vaga: responsável pela gestão de receitas nas operações de vendas, gestão de preços, margem e investimentos de trade, construção e análise de P&L e dados de vendas. Elaboração de relatórios gerenciais, cruzando informações financeiras da empresa com informações de mercado. Analisar custos e despesas por produto e canal de vendas, antecipando necessidades de ações de preço ao mercado.

6) Analista de Inteligência de Mercado
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias

Salário médio: R$ 5 mil a R$ 6,5 mil

Perfil necessário para a vaga: municiar as áreas de Marketing e Vendas com informações referentes aos mercados, levantando e analisando situação da concorrência, movimentações estratégicas, posicionamento e novos entrantes em potencial. Analisar o posicionamento estratégico da empresa, apontando eventuais possibilidades de obtenção de vantagem competitiva.

7) Analista de Gerenciamento por Categoria Sênior
Tempo médio de recrutamento: 90 dias

Salário médio: R$ 5 mil a R$ 7 mil

Perfil necessário para a vaga: gerar informações sobre o consumidor e as novas práticas de mercado visando à melhoria dos planos de ação de gerenciamento por categoria. Desenvolver planogramas (estratégia de exposição e organização das marcas nos diferentes canais de vendas) direcionados por canais e regiões.

8) Analista de Marketing Digital / E-commerce
Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias

Salário médio: R$ 4,5 mil a R$ 5,5 mil

Perfil necessário para a vaga: liderar projetos digitais com desenvolvimento e administração de conteúdo de websites de e-commerce, campanhas de mídia online. Geração e análise de relatórios de métricas online, com foco no resultado e usabilidade do websites, a partir de ferramentas como Google Analytics.

9) Demand Planning (Planejamento e Demanda)
Tempo médio de recrutamento: 60 dias

Salário médio: R$ 4 mil a R$ 8 mil

Perfil necessário para a vaga: o profissional precisa de uma visão geral da cadeia de supply chain. Forte interface com produção, logística e comercial – tanto vendas quanto compras. O profissional deve gerar a previsão de vendas de determinado produto / linha de produtos baseado em fatores como histórico de vendas, previsão de demanda, nível de estoque, sazonalidade entre outros. O idioma inglês acaba sendo exigido em mais de 90% dos casos.

10) Projetos Logísticos
Tempo médio de recrutamento: 90 dias

Salário médio: R$ 4,5 mil a R$ 9 mil

Perfil necessário para a vaga: o profissional de projetos logísticos está inserido em operadores logísticos, varejo ou indústria. Como operador logístico, tem que ter uma visão ampla de processos já que lida com segmentos diversos, com urgências e particularidades distintas. As atividades poderão ser voltadas tanto para o dimensionamento / planejamento, implementação ou melhoria do projeto.

11) Strategic Sourcing (Compras Estratégicas)
Tempo médio de recrutamento: 45 a 60 dias

Salário médio: R$ 4 mil a R$ 8 mil

Perfil necessário para a vaga: o profissional de Strategic Sourcing traz uma visão estratégica para a área de compras. Perfil comercial arrojado, com forte habilidade de negociação. Visão macro do processo de supply chain, além de trazer novas alternativas para o negócio, considerando custo-benefício, melhor qualificação de fornecedores, savings entre outros fatores. As empresas buscam por perfis com visão ampla e estratégica do mercado fornecedor, econômico, financeiro etc. Fluência em inglês é fundamental.

12) Vendedor Técnico
Tempo médio de recrutamento: 90 a 120 dias

Salário Médio: R$ 6 mil a R$ 7 mil

Perfil necessário para a vaga: formação em Química ou Engenharia Química / Experiência comercial no mercado cosmético. Gestão de carteira de clientes no segmento cosmético, prospecção de novas contas, venda consultiva e participação de feiras e eventos do setor.

Um estudo revela as profissões que tiveram alta e baixa salarial nos últimos dez anos. As áreas de Medicina, Militar e Engenharia Civil receberam os maiores aumentos salariais. Na contramão, Administração, Filosofia e Jornalismo tiveram as maiores reduções na última década.Segundo o estudo da BRAiN (Brasil Investimentos & Negócios), o chamado “apagão de mão de obra”, ou a falta de profissionais em determinadas áreas cruciais para o desenvolvimento do País, é o maior motiva da variação salarial entre 2000 e 2010, período em que o relatório comparou os salários dos trabalhadores com nível superior em diversos setores.Entre as áreas com os maiores aumentos no salário, a Engenharia Civil teve uma diferença salarial entre o profissional de nível superior e o de nível médio de 200% em 2000. Já em 2010, esse número passou para mais de 250%.“Isso mostra que a demanda por esse tipo de profissional está aumentando mais rapidamente que a oferta, ou seja, o mercado está demandando mais engenheiros civis”, explica o diretor de Pesquisa da BRAiN, o economista André Sacconato.

Salários
Confira abaixo as profissões cujos salários aumentaram e reduziram na última década:

Maiores salários:
1. Medicina

2. Militar

3. Engenharia Civil

4. Ciências Sociais

5. Engenharia Química

6. Arquitetura

7. Outras Engenharias

8. Estatística

9. Engenharia Elétrica

10. Engenharia Mecânica

11. Economia

12. Ciências Físicas

13. Biblioteconomia

14. Direito

15. Artes

16. Odontologia

17. Veterinária

18. Serviço Social

19. Física

20. Contabilidade

Salários reduzidos:
1. Administração

2. Filosofia

3. Jornalismo

4. Marketing

5. Atuarias

6. Ciências da Computação

7. Farmácia

8. Hotelaria

9. Matemática

10. Enfermagem

Qual é sua meta para 2013? Se a resposta for procurar um bom emprego, a ABC News fez uma lista que pode lhe ajudar nessa empreitada.

O site americano publicou uma lista de empregos que prometem ser mais estressantes e os mais “relaxados” em 2013, nos Estados Unidos. Foram avaliadas mais de 200 carreiras sob 11 fatores de estresse, como os intervalos das férias, viagens corporativas, perspectivas no emprego, pressão, prazos, competitividade, entre outros.

Para quem não quer se estressar, a carreira de professor universitário de tempo integral é a maior promessa pra 2013. Em contrapartida, o profissional deve pensar duas vezes em escolher a carreira militar, considerada a mais estressante.

Ficou em dúvida se sua profissão pode estar em alguma dessas listas? Veja abaixo as 10 carreiras mais e menos estressantes e seus respectivos salários (em dólares) por ano:

Top 10 – Mais estressantes:

1. Militares (Alistados)
Salário médio: US$ 45.528 dólares

2. Militar (Geral)
Salário médio: US$ 196.300

3. Bombeiro
Salário médio: US$ 42.250

4. Piloto de avião comercial
Salário médio: US$ 92.060

5. Executivo de Relações Públicas
Salário médio: US$ 57.550

6. Executivo Corporativo Sênior
Salário médio: US$ 101.250

7. Fotojornalista
Salário médio: US$ 29.130

8. Repórter de jornal
Salário médio: US$ 36.000

9. Taxista
Salário médio: US$ 22.440

10. Policial
Salário médio: US$ 55.010

Top 10 – Menos estressantes:

1. Professor Universitário
Salário médio: US$ 62.050

2. Costureiro / Alfaiate
Salário médio: US$ 25.850

3. Auxiliar Médico
Salário médio: US$ 32.350

4. Joalheiro
Salário médio: US$ 35.170

5. Técnico de Laboratório Médico
Salário médio: US$ 46.680

6. Audiologista
Salário médio: US$ 66.660

7. Nutricionista
Salário médio: US$ 53.250

8. Hair Stylist
Salário médio: US$ 22.500

9. Bibliotecário
Salário médio: US$ 54.500

10. Operador de prensa
Salário médio: US$ 31.910

 

 

Aviso prévio

24/09/2011

 Em 13 de Outubro, entrou em vigor lei tornando o aviso prévio proporcional ao tempo trabalhado, variando entre 30 (até um ano no emprego) e 90 dias, o máximo, sendo quesito deste ter, pelo menos, 20 anos trabalhados na empresa. Para saber, exatamente, a duração de seu aviso prévio, a partir de um ano de casa, some três dias por ano trabalhado. Assim, por exemplo, se você ficar na empresa 5 anos, terá 42 dias de aviso prévio. Cabe lembrar que, se o empregado pede demissão, deverá ficar na empresa durante o tempo do aviso, para o empregador conseguir um substituto, e, caso seja demitido, a empresa deverá mantê-lo trabalhando ou dispensado de serviço durante esse prazo,

Da Equipe Terra 2012

Sudão

12/07/2011

O Presidente do Sudão, al-Bashir, é um dos maiores assassinos em massa denunciados pelo Tribunal Penal Internacional, mas continua fazendo vítimas em seu país, impingindo bombardeios a civis, entre eles, mulheres e crianças. O País enfrenta inflação, sobretudo, de alimentos, apesar das reservas de petróleo. A comunidade internacional vem tolerando o Ditador no poder, em troca do acesso ao combustível.

Fonte: Avaaz

Empregados domésticos

19/06/2011

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovou resolução que pode afetar a vida das empregadas, faxineiras, caseiros e demais trabalhadores do lar, que, no Brasil, somam 6,2 milhões de pessoas, sendo 770 mil, só em São Paulo, caso seja aprovada pelo Congresso e por Dilma. No mundo, essa força de trabalho é estimada em 53 milhões, mas, devido à grande informalidade do setor, pode chegar a 100 milhões de pessoas.

Jornada de trabalho de 44h semanais, horas extras, adicional noturno, seguro desemprego e FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) são alguns dos direitos trabalhistas que podem ser estendidos à categoria, já que, hoje, o pagamento de 11,2% do salário ao Fundo é facultativo, levando, apenas, 1% dos empregadores a fazê-lo. Outro direito que eles têm é a licença maternidade de 120 dias, mas não, a assistência médica, registro da CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social) se trabalharem mais de 2 vezes por semana na casa. Portanto, a diarista está desprotegida.

O trabalho doméstico é essencial à População Economicamente Ativa (PEA) do País porque, com ele, a mulher moderna consegue trabalhar, cuidar da casa, da família e de si e estudar ao mesmo tempo.

Para manter formalização e reduzir custo, doméstica e patrão aderem à jornada parcial

Cuidadora de idosos Nanci de Oliveira, de 54 anos, foi contratada há seis meses com regime de 24 horas semanais
Cuidadora de idosos Nanci de Oliveira, de 54 anos, foi contratada há seis meses com regime de 24 horas semanais Foto: Agência O Globo

 

O aumento dos gastos na contratação de funcionários tem levado empregadores a buscar contratos de trabalho mais flexíveis e econômicos ao admitir domésticas, cuidadores de idosos, babás, jardineiros e outros profissionais. A jornada parcial ou a reduzida, com salário proporcional ao número de horas trabalhadas, está prevista na Lei da Doméstica, que completou dois anos na última quinta-feira. Na prática, no caso da contratação sob regime parcial, o trabalhador doméstico deve cumprir até 25 horas semanais e a jornada de trabalho não pode exceder seis horas diárias. Neste caso, além do pagamento proporcional, o período de férias será de no máximo 18 dias, mas pode chegar a 8 dias, dependendo do número de dias e horas trabalhadas.

Quando é aplicada a jornada reduzida, a empregada é contratada com jornada de 30 a 40 horas semanais. O valor do salário ainda poderá ser proporcional, mas as férias serão integrais, ou seja, de 30 dias, como nos contratos de 44 horas semanais.

A cuidadora de idosos Nanci de Oliveira, de 54 anos, foi contratada há seis meses sob regime parcial. Ela trabalha 24 horas por semana, segunda, quarta e sexta, com salário de R$ 753 e o complemento de R$ 127 de passagem.

—Para mim, é bom. Tenho todos os direitos, INSS, FGTS, seguro-desemprego. Com essa escala tenho tempo para ir ao médico — pondera Nanci.

Cadastro no eSocial

Na carteira, o empregador deve descrever tipo de contrato
Na carteira, o empregador deve descrever tipo de contrato Foto: Domingos Peixoto

 

O Instituto Doméstica Legal informou que o contrato parcial ou reduzido é o mesmo de um trabalhador que cumpre a jornada integral. Na prática, o empregador deve fazer seu cadastro e o da doméstica no sistema do eSocial, da Receita Federal, informando a carga horária de trabalho e o salário proporcional. Quando a funcionária tem jornada de até 25 horas, o sistema já considera, por exemplo, que o período máximo de férias é de 18 dias. A advogada Juliana Bracks, do escritório, Bracks Advogados Associados, explica que é importante descrever o tipo de contrato na carteira de trabalho.

— Em “anotações gerais”, a recomendação é detalhar que foi firmado um contrato de trabalho parcial, em acordo com a funcionária. E, se o empregador, preferir poderá fazer ainda um termo por escrito — explica Juliana Bracks.

A advogada trabalhista lembra ainda que no contrato de jornada parcial a legislação restringe a realização de horas extras.

— A hora extra desvirtuaria o propósito e há o limite de seis horas diárias. No caso da jornada reduzida, não há impedimento— disse ela.

Migração fora da lei

Os empregadores devem ficar atentos porque quem já possui contrato de trabalho integral não deve tentar fazer a migração para jornada reduzida ou parcial. A lei trabalhista só permite redução salarial a partir de uma convenção coletiva homologada pelo sindicato, o que não é possível no caso da doméstica.

O Sindicato das Domésticas do Município do Rio informou que tem recebido dúvidas de associadas questionando se há ilegalidade na proposta de patrões em fazer essa migração. A entidade disse, no entanto, que considera a jornada reduzida ou a parcial, prevista na Lei da Doméstica, como uma perda para a categoria e motivo de precarização.

— Não damos anuência para isso. O emprego doméstico já está muito diversificado, com muitas pessoas trabalhando como diaristas e na informalidade. Não concordamos e não aconselhamos a jornada parcial. E para quem já tem a contratação integral não é possível fazer a migração com perda salarial — observa a presidente do sindicato, Carli Maria dos Santos.

Entrevista: Mário Avelino, presidente do Instituto Doméstica Legal

Mário Avelino: “Opção por formalização”
Mário Avelino: “Opção por formalização” Foto: Divulgação

Por que o contrato de trabalho parcial ou reduzido tem atraído os empregadores?

Em um período de crise, é uma forma de diminuir custos da contratação para o patrão. Para a doméstica, pode ser uma maneira de se manter na formalização e com todos os direitos trabalhistas. Poderia ser ainda uma alternativa para evitar demissões de contratos integrais, mas não há possibilidade de reduzir o salário.

O pagamento do salário é proporcional ao número de horas trabalhadas. Mas e se o salário calculado ficar abaixo do piso regional, por exemplo, no Rio, de R$ 1.136,52?

Isso não tem problema. Está previsto na Lei da Doméstica que o salário vai ser proporcional à jornada, ainda que menor ao piso da categoria. O que percebermos é que, de acordo com a nossa base dados, a maioria tanto os trabalhadores com jornada integral, quanto aqueles com jornada parcial ou reduzida, ganha o piso do Rio de Janeiro. O ideal seria a possibilidade de aumentar a empregabilidade e a formalização. Por exemplo, para quem tem uma diarista duas vezes por semana

Fonte: ONG Doméstica Legal

 

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