Importante revelação espiritual sobre cremação
(por seres dimensionais em viagem astral)
Artigo de Moacir Sader

Algum tempo atrás fui questionado sobre o que pensava a respeito da cremação. Na época, eu respondi o que minha intuição indicava e com base em algumas visões espiritualistas, ou seja, minha preocupação de se fazer cremação é porque o desligamento dos corpos sutis nem sempre acontece de pronto, ainda que o corpo físico esteja clinicamente sem vida segundo a medicina.
Só que agora, uma nova revelação veio gerar ainda mais preocupação, revelação esta feita por seres dimensionais elevados e acontecida durante uma experiência astral feita por EG em novembro de 2016, evidenciando a grave consequência proporcionada pela cremação.
Eis a importantíssima revelação:
O fato de viver entre os mundos me fascina, diante dos limites de nossa compreensão alienada na dualidade deste mundo. Todo contato feito e estudos juntos aos irmãos dimensionais de luz me reservaram surpresas. Diante de tantos socorros feitos de encarnados e desencarnados e consciências em transmutações, percebi o quanto nossa cultura é fragilmente enganosa sobre de como realmente é a passagem com a morte do corpo físico.
Nossos corpos são roupagens que variam e viajam nos multiuniverso. Nada do que nos foi ensinado e dito chega perto do que vou revelar. Vou iniciar falando do nosso corpo, o campo energético que possuímos em defesa do ancoramento de nossa consciência etérica no corpo que estamos, onde vivemos numa das mais espetaculares oportunidades de conhecer a vida espiritual na matéria. Entre tantas perguntas e curiosidades, acessei parte do mistério que envolve os mundos dimensionais. Nossos irmãos não só me explicaram, como me mostraram todo o processo. Possuidores de alta tecnologia e conhecimento da vida entre os mundos, eles me fizeram ver ainda mais o que infelizmente se passa na realidade dos mundos mais densos, inferiores e obscuros. Onde o véu do esquecimento, faz da mente um instrumento perigoso, pela vulnerabilidade a qual nos expomos no mundo no domínio de seres maliciosos, inescrupulosos das sombras. Nossos irmãos, por milênios nos acompanham e ajudam em nossa evolução e despertar para as verdades. Mas, isso se tornou um ciclo de guerras entre as sombras e a Luz. Estas entidades malévolas também conhecem os mistérios, mas, não acessam as dimensões mais elevadas, ficando presos no baixo astral, pois são ávidos por ódio, vingança, desgraças, guerras, maldades em todos os níveis, sangue e principalmente suas egrégoras obsessoras se acham donos do mundo. Eles são possuidores de altíssimo grau de inteligência para arquitetar suas maldades e domínios em nossas fragilidades do ego e o esquecimento. Eles criam culturas como armadilhas em todos os seguimentos e setores de nossa sociedade. A cultura religiosa do princípio da espiritualidade e a cremação são enganosas. A cremação é mais uma estratégia das sombras para confundir, distorcer a verdade e eliminar de forma mais eficaz as consciências despertas mais evoluídas em transição. Ou seja, nossa ignorância nos leva ao suicídio do corpo, alma e consciência.
Nosso “Eu Cósmico” é único, é indivisível, é o fulcro da consciência espiritual. Temos Personalidades Múltiplas que são a bagagem que levamos de vivências em outras existências e mundos. Temos identidade própria, e nossas existências são seculares e infinitas. Quando encarnados, a Subpersonalidade viaja em desdobramentos ou projeções da atual personalidade com nossa mesma idade e polaridade corresponde à consciência física. Podendo agir com total consciência de si mesmas, embora essa ação nem sempre seja percebida pela consciência física. Esse processo (de desdobramento, bilocação, transmutação e transição) ocorre quando encarnados e continua ao desencarnarmos, facilitando atuação da consciência em mundos diversos. Pois ele ganha cada vez mais conhecimento, elevando-se e transitando nos mundos das formas em prol trabalho do Bem e da Luz.
Ao desencarnar o desligamento não é súbito!
Os laços que unem o espírito ao corpo se desfazem lentamente. De uma forma geral todos sentem essa transição que se converte num período de perturbações variando de acordo com o estágio evolutivo de cada um. Para alguns se apresenta como um bálsamo de libertação, enquanto que, para outros, são momentos de terríveis convulsões. O desligamento só ocorre de modo pleno quando o laço fluídico vital do éter e corpo astral se rompe definitivamente. Então, a entidade ou consciência espiritual se liberta, levando consigo os corpos sutis Átmico [Espiritual], Manásico [Mental superior], Búdico [Intuicional] que acompanham o corpo astral fazendo com que haja o livre transito nas dimensões paralelas dos mundos.
Como parte da conspiração, as sombras engenhosamente incutiram em nossa cultura a cremação do corpo após a morte, mas isso provoca a desintegração dos corpos sutis e nossa Deidade, reduzindo-o a nível de centelha, e assim o mesmo volta ao seu estágio inicial de origem. Sem os corpos sutis e a consciência com toda bagagem e experiência que tinha acumulado, descarta-se a possibilidade daquela entidade ou consciência dar continuidade aos trabalhos em transmutações, nem seguir a evolução em encarnações seguintes em seus respectivos níveis.
A doutrina Espírita estipulou um prazo de 72 horas para cremar os mortos, mas este prazo não condiz com o verdadeiro prazo necessário para descompatibilização da deidade com o falecido. O processo de desligamento total varia entre 30 e 40 dias. Em casos de consciências bem mais elevadas, que é uma exceção, o desligamento total pode ocorrer até em 2 horas. As forças do mal criaram outra conspiração, instigam as intrigas e violência, que de certa forma provocam acidentes de aviões, de carros, explosões de bombas e grandes incêndios, fazendo com que haja desencarnes coletivos de deidades. Essa campanha deles é sistemática e avançou em todo o planeta. Vêm ocorrendo grandes perdas de consciências em evolução, diminuindo assim encarnações de seres com clareza e discernimento mais apurados. Ao tomar conhecimento desta verdade, agradeci aos nossos irmãos dimensionais de luz mais uma vez, por esclarecer este importante fato na história da humanidade neste planeta. Nossos irmãos continuam suas vigílias contra esses seres malignos, orientando-nos e nos ajudando a compreender o quanto estamos sendo manipulados e usados em nossa própria autodestruição, tudo para não mais nos deixarmos enganar e cair nos embustes criados pelos malignos. Nossos amigos irmãos dimensionais da luz continuaram a me passar outros conhecimentos, permitindo ampliar ainda mais meus conhecimentos e ignorância e junto a eles viajei ao encontro de uma nação estelar iluminadíssima. Isso só me trouxe muita alegria e mais fé, esperança e amor à vida. E a certeza absoluta de que jamais estivemos sós.
Sabíamos que a ligação energética dos corpos sutis persiste por algum tempo ligado ao corpo físico, especialmente para quem não esteja tão consciente dessa passagem dimensional que é a morte terrena; ou mais tempo para quem tem morte violência, suicídio ou esteja preso a crenças irreais, entre as quais àquela que enfatiza a possibilidade de a pessoa, ao morrer, permanecer dormindo até o dia do retorno de Jesus, quando acordaria e seria julgado por Ele.
Quando o espírito tem certo grau de conhecimento sobre a passagem para o outro plano, a separação é mais rápida, mas, ainda assim deve-se evitar a cremação, considerando a recente revelação que veio enfatizar o extremo dano que a cremação pode fazer aos corpos sutis, atrapalhando radicalmente o progresso espiritual, pois muitos conhecimentos e experiências se perdem com a destruição de corpos sutis pela cremação.
Transplante de órgãos explicado por seres dimensionais
Artigo de Moacir Sader
Após a publicação do artigo sobre cremação, recebi diversos pedidos para falar sobre a doação de órgãos, visto que a temática tratada naquele artigo, mesmo que de modo subentendido, atingia também os transplantes de órgãos.
No passado, eu havia comentado sobre os transplantes, pelo que se sabia até então, que algumas questões kármicas poderiam se transmitidas, assim como alguns comportamentos do doador.
Existem vastos casos comprovando esta situação. Certa vez, uma pessoa de mais idade recebeu um órgão de um jovem que tivera e adorava motocicleta. Para surpresa de todos, a pessoa transplantada, que nunca havia tido moto e nem gostava, acabou comprando uma moto e passou a usá-la como meio de transporte.
Outro caso aconteceu com uma pessoa transplantada com o coração de uma pessoa que gostava de escrever poesias. Ela acabou por adquirir o hábito de escrever poesias românticas, no estilo do doador.
Enfim, o tema carece mesmo de mais estudos por tantos casos acontecidos com pessoas transplantadas e um deles, recente e surpreendente, está reproduzido no final deste artigo.
Diante de tantos questionamentos de leitores, solicitei explicação sobre os transplantes de órgãos aos mesmos seres dimensionais que falaram recentemente sobre a cremação, para que explicassem o que de fato acontece com quem recebe órgão de outra pessoa. Veja a resposta:
Por mais que a ciência moderna negue os efeitos perturbadores ocasionados pela doação de órgãos e de sangue para outras pessoas e o consumo de alimentos de origem animal, há por trás disso a desinformação do que realmente ocorre no universo sutil e subatômico do organismo celular do corpo humano.
Nossos amigos Dimensionais da Luz vêm demonstrando, de forma teórica e prática, o que ocorre em nossa cultura terrena, com tantos enfoques errôneos. Tenho tido a oportunidade, com ajuda desses especiais iluminados, de tomar conhecimento sobre alguns programas das trevas, que visam atrapalhar o processo evolutivo da humanidade, assim como a plena consciência das almas, tudo para que os seres das travas possam se manter com domínio sobre as pessoas da terceira dimensão.
Sobre a realidade existente entre os mundos das formas e o universo sutil em que vivemos, tive, de maneira clara, a explicação sobre a conspiração da cultura da cremação e também os efeitos causados pela doação de órgãos e de sangue no indivíduo que recebe e ainda a influência negativa da ingestão de alimentos de origem animal.
Explicaram-me que, em nosso sangue, existem as memórias de todas as nossas existências, em partículas subatômicas do DNA. Nele, está o registro latente de nossa personalidade, o vínculo espiritual, os corpos sutis e etéricos da consciência da entidade (Deidade).
Ao fazer o transplante, ocorre a transferência do código DNA do doador para o indivíduo que recebe, repassando todas as características e memórias contidas nas células e órgãos.
Doar órgão é, de fato, um ato de caridade e amor, mas, é inevitável que ocorra a transferência das características existentes no DNA do doador para o receptor, que, por sua vez, absorve e adiciona para si as características do doador, além do vínculo permanente com a entidade e corpos sutis e etéricos do doador, como de fato houvesse um “encosto”.
Se o doador tinha a consciência e vontade de doar os órgãos, o receptor não sofrerá rejeição do órgão e não será perturbado pela entidade doadora. Mas, se o doador não queria doar ou morreu em estado de sofrimento, dor, revolta ou violentamente, as partículas subatômicas estarão também levando nas células e órgãos o registro deste desafeto, perturbando a saúde e a paz daquele que recebeu o órgão. De qualquer forma, a transmutação de consciência sempre ocorre entre o doador e o paciente. Tal fato, sistematicamente, provocará mudanças de personalidade, caráter e comportamento, seja qual for o tipo de transplante realizado: órgãos, pele ou sangue.
Seguindo este conhecimento, vale dizer que os alimentos de origem animal ingeridos levam também as memórias dos animais contidas no DNA das células e partículas subatômicas, gerando mudanças de comportamento naqueles que consumem. Pessoas sensíveis ou de mediunidade aflorada percebem a presença de vultos ao seu redor e a interferência de entidades em suas decisões.
Resta analisarmos se vale apena ou difundir esta realidade para que se possa fazer um trabalho de conscientização de escolha de doadores, com perfis mais equilibrados, amorosos e com desapegos materiais. Assim o recebedor não sofrerá com a interferência das memórias e do espírito do doador.
Quanto aos alimentos, importante trabalhar a consciência e evitar o consumo de alimentos de origem animal, impedindo assim a imersão do DNA dos animais em nossa célula, corpos sutis e personalidade.
Caro amigo, Moacir, não sei se me fiz entender com estas explicações, pois se trata de um assunto complexo ao entendimento, oriundo de dimensões sutis. Neste resumo, tentei colocar de forma simples e objetiva os fatos recebidos dos amigos dimensionais.
Um exemplo disso foi-me dado à prova: um rapaz que perdeu o braço num acidente de trabalho recebeu, em transplante, um braço doado pelos familiares de um soldado morto com grande sofrimento em batalha. O rapaz que recebeu o braço era calmo, feliz e religioso. Os familiares não sabiam a princípio de quem fora o braço doado. Ocorre que, com o tempo, o rapaz transplantado se tornou agressivo e violento, comprou armas e virou um assassino sem que a família entendesse tamanha mudança de caráter.
Muitos outros casos me foram mostrados, casos impressionantes, com mudanças brutais de comportamento e de personalidade, como se houvesse duas pessoas em um corpo. É assim que acontece com que quem recebe órgãos de outra pessoa. Vale salientar que, igualmente, podem ocorrer mudanças benéficas em face do transplante. As pessoas podem adquirir habilidades extraordinárias, belas e boas do doador [como no caso do poeta acima relatado].
Difícil contestar tamanha evidência dos efeitos ocorridos em transplantados. Atualmente, a ciência sabe que num pequeno fio de cabelo e num pedaço de unha podem ser encontradas as características do DNA de uma pessoa, sendo que os cientistas ainda não atentaram para a questão das memórias transmitidas. O certo é que, de fato, ocorre a transferência de memórias e consciência do doador para o paciente que recebe, pelas partículas subatômicas do DNA contidas em todas as células dos órgãos.
Espero sinceramente que esta informação esclareça as dúvidas, abra portas e possa, de alguma forma, ajudar, modificando gradualmente a ideia sobre o assunto e promovendo mudanças de consciências na política de cadastro e escolha dos doadores em geral, como também uma correta orientação aos pacientes a serem transplantados sobre estes fatos.
Gratidão pela partilha. Aproveito para externar minha profunda gratidão pelos nossos amigos dimensionais que não medem esforços em nos dar maiores suportes para nossa elevação espiritual e de consciência. Sempre nos ensinando e vigiando nossos passos como verdadeiros anjos nesse período de transição planetária, presença tão necessária para a humanidade, que vem passando por fase tão sombria.
Também agradeço especialmente ao amigo Moacir que em sua determinante missão tanto se dedica em ajudar no despertar das verdades. E, enfim, possamos, juntos, tentar levar ao maior número possível nosso sentimento de compaixão e amor através de fatos reais, uma vez que é fácil cair nas armadilhas dos senhores das trevas que controlam o nosso mundo tridimensional. O certo é que não necessitamos mais permanecer presos nesta dimensão terrena, temos que despertar e trabalhar para prosseguir em nossa jornada rumo a outros mundos, espiritualmente mais evoluídos. Este caminhar espiritual passa pelo conhecimento profundo de tudo que nos envolve, como nos casos tratados recentemente: cremação e transplante. Com carinho me despeço. Sua irmã EG. Gratidão sempre!
Sei que muitos leitores devem estar surpresos sobre o enfoque aqui tratado concernente aos transplantes de órgãos, visto que, em diversas correntes espiritualistas, entre as quais a Doutrina Espírita, são encontradas manifestações favoráveis aos transplantes, até por serem entendidos como atos de amor. E são inegavelmente. Mas, certa vez, foi feito o um questionamento de cunho espiritual que nos leva a refletir em virtude da resposta:
Considerando que os Espíritos dizem que o corpo físico é uma duplicada do corpo espiritual, no caso de um transplante de coração, por exemplo, não haveria um choque ante a existência do órgão correlato que permaneceu no corpo astral?
O autor espiritual do livro Nosso Lar, André Luiz, respondeu, deixando evidente a influência do corpo astral no órgão transplantado:
A rejeição como um problema claramente compreensível, porque o coração do corpo espiritual está presente no receptor. O órgão perispiritual provoca os elementos da defensiva do corpo, que os recursos imunológicos em futuro próximo naturalmente vão sustar ou coibir.
Numa mensagem psicografada por Chico Xavier no dia 5 de abril de 1985, um jovem comenta sobre transplante de seu coração para outra pessoa. Como narrado pelo espírito, a doação não foi feita de acordo com a sua vontade, mas autorizada por sua irmã. O espírito narrou, com enfoque dramático, o que aconteceu logo após ter sido considerado clinicamente morto pelos médicos:
Logo de saída, conquanto me sentisse privado da visão, senti uma dor muito grande no tórax; os amigos de meu pai (desencarnado) se apressaram a me auxiliar com o magnetismo curativo e a dor desapareceu. Soube mais tarde que naquele momento eu tivera o coração arrancado do corpo físico para servir ao transplante que favoreceria um homem que se aproximava da morte. Explicaram-me que era justo o trabalho que se fez, entregando-se o coração que ainda pulsava ao irmão doente que assim poderia continuar vivendo.
O que se verifica em destaque é que, mesmo considerado morto e estava conforme atestado pelos médicos, o doador sentiu dor, talvez porque a doação fora concedida pela irmã e não por sua vontade.
Um fato me chamou muito a atenção em minhas pesquisas sobre o tema. Foi que, Chico Xavier, embora haja relatos dele favoráveis aos transplantes de órgãos, ele próprio não autorizou que seus órgãos fossem doados. Por que será? Em 1998, ele assim se manifestou:
A minha mediunidade, a minha vida, dediquei à minha família, aos meus amigos, ao povo. A minha morte é minha. Eu tenho este direito. Ninguém pode mexer em meu corpo; ele deve ir para a mãe Terra.
Encerro com uma narrativa, a mim compartilhada por uma pessoa logo após a leitura do artigo sobre a cremação, que evidencia uma preocupante situação. Eis o que ela me contou:
Oi, Moacir, bom dia, achei interessante sua orientação [artigo sobre a cremação], também pensava assim. Gostaria muito que você conseguisse informações sobre os transplantes, porque também acho que estão retirando os órgãos sem ter o desligamento completo. Meu marido está transplantado, ele recebeu um rim de um jovem que morreu em acidente de moto. Numa noite dessas, meu marido acordou com um vulto ao lado da cama querendo brigar com ele, pelo órgão. Achei muito forte, sou espírita e reikiana. Tratamos o Jovem desencarnado, que chorava muito de dor e muito revoltado, pois, sentiu todo o processo da retirada dos seus órgãos. Precisamos urgente orientar essas pessoas… (MFJ)
Este último caso em especial, além de tudo que foi visto, eleva ainda mais o grau de preocupação sobre os transplantes e nos remete aos devidos cuidados alertados pelos amigos dimensionais e compartilhados neste artigo.
Luz, amor e conhecimento.
Moacir Sader
Luz, amor e conhecimento.
Moacir Sader
Mestre de Reiki Usui, Karuna e da Chama Violeta






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