Trabalhadores do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e dos bancos privados decidiram, em assembleia em 11/10/13, encerrar a greve, após a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propor à categoria o reajuste dos salários em 8%, com ganho real de 1,82%. Os pisos iniciais dos bancários receberão uma correção de 8,5%. Descontada a inflação, a reposição chega a 2,29%.

Os bancários estavam com as atividades paralisadas há 23 dias. Com a decisão, os bancos de São Paulo voltarão a funcionar a partir de segunda-feira, 14. Os demais Estados devem realizar assembleia apenas nesse dia

Segundo o coordenador do Comando Nacional dos Bancários, da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, a indicação para todo o País é a aceitação da proposta. “A forte mobilização e a unidade da categoria foram fundamentais para romper a intransigência dos bancos e garantir avanços importantes, especialmente aumento real de salário e avanços nas condições de trabalho”, avaliou.

A presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, também indicou a aprovação da proposta feita pelos bancos. “O aumento real de 1,82% é maior do que a média dos aumentos reais dos bancários desde 2004. Em 10 anos iremos acumular 18,33% de ganho real nos salários e 38,7% nos pisos”, afirmou.

A greve dos bancários foi mantida por decisão unânime de cerca de mil trabalhadores que participaram de uma assembleia realizada na Quadra dos Bancários, em São Paulo, nesta segunda-feira, 07. A categoria votou pela rejeição da proposta feita na sexta-feira, 04, pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban), segundo a qual o aumento real dos salários ficaria abaixo de 1%. A proposta feita pela Fenaban contempla reajuste salarial de 7,1% para a categoria, que corresponde a 0,97% de aumento real para os salários e demais verbas. Os patrões apresentaram ainda proposta de 7,5% de reajuste para o piso (1,35% de aumento real) e não alteram o modelo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Segundo o Sindicato, a maioria dos trabalhadores não seria beneficiada com a mudança. A greve dos bancários foi mantida por decisão unânime de cerca de mil trabalhadores que participaram de uma assembleia realizada na Quadra dos Bancários, em São Paulo, nesta segunda-feira, 07. A categoria votou pela rejeição da proposta feita na sexta-feira, 04, pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban), segundo a qual o aumento real dos salários ficaria abaixo de 1%. A proposta feita pela Fenaban contempla reajuste salarial de 7,1% para a categoria, que corresponde a 0,97% de aumento real para os salários e demais verbas. Os patrões apresentaram ainda proposta de 7,5% de reajuste para o piso (1,35% de aumento real) e não alteram o modelo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Segundo o Sindicato, a maioria dos trabalhadores não seria beneficiada com a mudança. Os bancários pedem índice de 11,93%, o que representaria um aumento real de 5%, piso salarial no valor de R$ 2.860,21 e a PLR de três salários base mais parcela adicional fixa de R$5.553,15). A categoria quer ainda a valorização dos vales refeição e alimentação (um salário mínimo, R$ 678,00) e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais e abusivas. Também reivindicam abono assiduidade. “Há uma margem muito grande de lucro sendo apropriada somente pelos bancos. A sociedade quer sua parte, na forma de melhores serviços, e os bancários na forma de melhores salários e condições dignas de trabalho. Por isso cobramos além de um reajuste maior, propostas mais concretas para acabar com a pressão que adoece a categoria e mais contratações para melhorar o atendimento e reduzir a sobrecarga de trabalho”, disse Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. Os bancários pedem índice de 11,93%, o que representaria um aumento real de 5%, piso salarial no valor de R$ 2.860,21 e a PLR de três salários base mais parcela adicional fixa de R$5.553,15). A categoria quer ainda a valorização dos vales refeição e alimentação (um salário mínimo, R$ 678,00) e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais e abusivas. Também reivindicam abono assiduidade. “Há uma margem muito grande de lucro sendo apropriada somente pelos bancos. A sociedade quer sua parte, na forma de melhores serviços, e os bancários na forma de melhores salários e condições dignas de trabalho. Por isso cobramos além de um reajuste maior, propostas mais concretas para acabar com a pressão que adoece a categoria e mais contratações para melhorar o atendimento e reduzir a sobrecarga de trabalho”, disse Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.

Fonte: Yahoo