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Fonte: Youtube
Sábado, 12 de março de 2016
Incríveis Imagens do Além dos Médiuns: Chico Xavier e Heigorina Cunha
Vídeo que mostra verdadeiras imagens do Além reproduzidas pela médium Heigorina Cunha, no final dos anos 70, após suas saídas do corpo, fenômeno este chamado de projeção da consciência, desdobramento… No ano de 2010 estas imagens do Além serviram de inspiração para criar o visual arquitetônico da cidade espiritual do filme “Nosso Lar”. Suas limitações físicas irreversíveis devido a paralisia infantil não a impediram de ser uma grande médium, escrevendo vários livros. As imagens reproduzidas por ela e posteriormente publicada em seus livros foram esclarecidas através de Chico Xavier, no sentido de que se tratava realmente da cidade “Nosso Lar”. Chico também apoiou e a incentivou para que ela continuasse a realizar seus trabalhos. Nascida em Sacramento-MG ela foi sobrinha legítima de Eurípedes Barsanulfo. Heigorina desencarnou em 2013 aos 90 anos de idade.
Projeção da consciência:
Projeção da consciência é a capacidade parapsíquica, natural e espontânea que todo ser humano tem de projetar sua consciência para fora do corpo físico quando o metabolismo e as ondas cerebrais se encontram baixas, isto ocorre quando estamos dormindo, em estados de coma, meditação profunda… Essa experiência tem recebido diversas nomenclaturas, dependendo das doutrinas, religiões ou correntes de pensamento que a mencionem. Sair do corpo é algo natural, fazemos todos os dias sem saber, mas a projeção lúcida (sair do corpo e se lembrar da experiência) requer responsabilidade e ética espiritual. É impossível desencarnar devido a uma viagem astral, mas é possível morrer sem nunca ter se projetado com lucidez.
Devemos tirar proveito destas experiências fora do corpo como aprender sobre a vida nos planos mais sutis, doar nosso amor em trabalhos de assistência extrafísica, servir aos mentores espirituais como humildes auxiliares, além de podermos encontrar com parentes e pessoas amadas que já desencarnaram. Viagem astral não é turismo astral! Requer ética espiritual, maturidade e amor ao próximo.
A diferença de projeção e sonho:
• No sonho, a consciência não tem domínio sobre aquilo que está vivenciando. É totalmente dominada pelo onirismo.
• Na projeção, a consciência tem pleno domínio sobre si mesma.
• No sonho, não há coerência.
• Na projeção, a consciência mantém o seu padrão normal de coerência, ou até mais ampliado.
• No sonho, a capacidade mental é reduzida. Na projeção, a capacidade mental é ampliada.
Alguns sintomas da projeção:
• Ballonnement – É a expansão das energias do nosso espírito para fora do corpo físico. Quando acontece, a pessoa tem a sensação de que seu corpo está inflando como um balão. É uma sensação gostosa e ocorre geralmente antes da projeção.
• Catalepsia projetiva – Sensação de ter o corpo totalmente paralisado onde a pessoa tenta se mexer e gritar mas não consegue, basta manter a calma pois é uma sensação inofensiva, sem riscos e de curta duração. É um estado em que a consciência ainda se encontra no corpo, mas sem domínio sobre este. É comum no começo e principalmente no fim da experiência extracorpórea; bastante comum em praticantes iniciantes da projeção. Não deve ser confundida com a catalepsia patológica, que é uma doença rara.
Além da catalepsia projetiva, podem ocorrer pequenas repercussões físicas no início da projeção, principalmente nos membros. Muitas pessoas, quando estão começando a adormecer, têm a sensação de estar escorregando ou caindo e despertam sobressaltadas. Isto acontece devido a uma pequena movimentação do nosso espírito no interior do corpo físico.
• Estado vibracional – Sensação de estado vibracional interior. Na verdade, essas vibrações que parecem formigamentos no corpo inteiro são causadas pela aceleração das partículas energéticas do nosso espírito, criando assim um circuito fechado de energias. Essas energias são totalmente inofensivas e têm como finalidade a separação dos dois corpos.
• Oscilação astral – Comparado à flutuação física. É quando o nosso espírito flutua acima do corpo físico, oscilando sem controle de um lado para o outro.
Fonte: amigosespiritasonline.blogspot.com.br
(Entrevista com Wagner Borges – Para a Revista Cristã de Espiritismo – Número 106 – Tema: Sobre o Relançamento do Livro “Falando de Vida Após a Morte” – Entrevistador: Victor Rebelo, editor da revista).
1 – Wagner, este já é o seu décimo-primeiro livro. Qual é o foco desta vez?
– Wagner Borges: Eu produzi esse livro para ajudar as pessoas que perderam entes queridos pela morte. Mas não fiz isso de forma religiosa ou de consolação, não. O meu intuito foi o de “levantar o clima” dos leitores – para ajudá-los na superação do momento difícil de uma perda. Então, dei aos textos uma abordagem bem humana, falando direto ao coração, mas, ao mesmo tempo, chamando para o discernimento de que sempre é preciso voltar a viver.
2 – Qual é a maior dificuldade dos espiritualistas, com relação a perda de um ente querido? O conhecimento da imortalidade da alma não deveria servir de apoio para a pessoa?
– Wagner Borges: Sim, deveria. Mas há um problema: para a maioria, é tudo questão de teoria espiritual, não de vivência. Se o conhecimento fica preso na mente, só como informação armazenada na memória fria, pode não aquecer o coração e nem se tornar atitude prática. Na verdade, a maioria tem crença nisso ou naquilo, mas não tem certeza, o que é bem diferente. E é por isso que vemos tantas estudantes espirituais chorando mais do que o pessoal materialista. Inclusive, diante da dor de uma perda, há alguns que até mesmo renegam a própria espiritualidade, como se não estivessem sujeitos às provas do caminho, como todos.
E eu não estou dizendo aqui que as pessoas não podem sentir saudades dos seus amados, muito pelo contrário. Contudo, no caso de espiritualistas em geral, eles tem recursos conscienciais advindos dos próprios estudos que realizam. Por isso, podem trabalhar em si mesmos a questão de perda e, com o tempo – mais atenção, discernimento e amor real -, até mesmo compreenderem o jogo da vida e sua transitoriedade nesse plano físico.
Como ensinava o mestre Krishna na antiga Índia, “o espírito não nasce nem morre, só entra e sai dos corpos perecíveis – é eterno. O fogo não pode queimá-lo, nem a água pode molhá-lo. Nenhuma arma pode matá-lo, pois o princípio espiritual é imperecível.”
3 – Sua abordagem é totalmente universalista. Como é, para você, trabalhar de forma mais aberta, sem se limitar a uma religião específica?
– Wgner Borges: É muito legal, pois o próprio plano espiritual também é assim. Os mentores extrafísicos ajudam a todos, sempre de forma incondicional e eclética. E com uma abordagem não doutrinária e mais despojada, pode-se chegar a um número maior de pessoas, de várias áreas e tendências. E, ao mesmo tempo, sem deixar de falar dos temas espirituais e suas correlações conscienciais.
Os meus amigos espirituais sempre me orientaram a raciocinar de forma ampla, levando em consideração o conjunto das coisas, e não a minha opinião particular. Então, faço uma mescla sadia e equilibrada de tudo que estudo na espiritualidade – desde a sabedoria do antigo Oriente até a modernidade do Ocidente -, e acrescento no meu coração… E deixo o Amor falar por mim.
4 – Você conta suas experiências fora do corpo (projeção astral) de encontros com recém-desencarnados ou com espíritos que sofrem, não pela “morte” em si, mas pela dor dos parentes encarnados?
– Wagner Borges: Ah, sim. Isso é muito comum. O problema é que a família sofre com a perda do ente querido e jamais se preparou para essa possibilidade. E, aí, as pessoas projetam formas-pensamento bem densas e carregadas de emoções conflitantes. E, muitas vezes, essas formas mentais – ideoplásticas, ou seja, dotadas de alta plasticidade -, envolvem o corpo espiritual (corpo astral, perispírito, psicossoma) do espírito desencarnado, causando-lhe desconforto psíquico e emaranhando-o em energias viscosas. Inclusive, isso acarreta mais trabalho aos benfeitores espirituais que estão ajudando-o nesse desprendimento final.
Se as pessoas projetassem energias sadias (pela prece, por mantras, ou pela música inspirada, ou mesmo pela simples irradiação consciente de formas-pensamento virtuosas e cheias de amor e compreensão), isso ajudaria no desprendimento do espírito e também em sua volta para a pátria espiritual, lá na Casa das Estrelas.
Mas, para isso, é preciso compreensão e consciência das coisas. Todos partirão em algum momento da vida, e isso não é crença, é fato. Então, é preciso abordar essa questão de frente, inclusive, para saber como lidar com isso na hora necessária.
Ao longo dos anos, seja como médium nas sessões de desobsessão, ou nas viagens para fora do corpo físico, tenho visto e participado de diversos trabalhos de assistência espiritual, onde, junto com os amparadores extrafísicos, tenho projetado passes energéticos e soltado muitos espíritos apegados aos seus parentes.
E penso que as pessoas poderiam trabalhar melhor suas perdas, para evitar esses percalços espirituais. E esse é um dos motivos que me levaram a publicar um livro voltado diretamente para essas questões da imortalidade da consciência.
5 – Você poderia nos contar um caso?
– Wagner: Claro. Aliás, é um caso de família.
Quando minha avó partiu, ela tinha 86 anos e estava senil. E ficou agarrada espiritualmente na aura de minha mãe. Ela sabia que estava desencarnada, mas não admitia sair do seu cantinho e se escorava energeticamente na minha mãe, que ficou irritadiça e fora do seu jeito normal de ser. Aí, junto com meus amigos espirituais, numa saída do corpo durante o sono, soltamos ela. E não é que a velhinha ficou danada comigo e me xingando? Ela me dizia que eu era o seu pior neto, pois eu estava tirando-a de sua casa. Com o tempo, ela melhorou e voltou a ficar lúcida do “lado de lá”.
Outro dia, estive projetado fora do corpo num grande cemitério aqui de São Paulo. Já despertei projetado naquele ambiente, com a sensação de ter sido deixado ali por mãos invisíveis. Isso é muito comum: você se deita e dorme – e, quando desperta, já está fora do corpo em algum lugar, levado pelos mentores espirituais.
Então, eu estava ali, flutuando por cima das tumbas, solto na noite… Foi quando eu vi algo brilhando, num dos cantos do cemitério, junto a uma das paredes.
Aproximei-me e vi que se tratava de uma grande massa de energia que pairava no ar, há cerca de uns dois metros acima do solo. Era pulsante e trazia uma sensação boa, muito aconchegante. Metade dela tinha a cor amarela vibrante – e a outra metade era de cor rosada e pacífica. E a mescla dessas duas cores ali me trazia uma sensação reconfortante. E eu sabia que o amarelo era a cor da inteligência (concentração, vivacidade mental, clareza de pensamento), e o rosa era a cor dos sentimentos altos (amor, serenidade afetiva, generosidade).
Pensei: “para uma manifestação extrafísica dessas, com essa qualidade, provavelmente passou por aqui um Ser de Luz e irradiou energias maravilhosas pelo ambiente.”
No entanto, logo a seguir, surgiu um dos amparadores espirituais à minha frente, e me disse, mentalmente: “Não é nada disso que você estava pensando. Essa massa de energia veio das preces que às pessoas fizeram na intenção de seus entes queridos que já partiram. O amarelo é da concentração de várias delas; e o rosa é a expressão do amor delas por seus pares. E, para que essas energias não se dispersassem, nós as agregamos aqui nesse cantinho, para, posteriormente, levá-las ao plano espiritual e distribuirmos para quem de direito. Há um serviço específico só para isso, que localiza a assinatura energética do espírito e direciona às vibrações sadias dos seus amados até eles.”
Surpreso, perguntei-lhe: “E porque vocês precisam fazer isso?”
E ele me respondeu: “O pessoal envia as preces para cá, para o cemitério, que é a referência espacial deles, visual e afetiva. Em lugar de pensar diretamente em seus amados, nos planos extrafísicos, suas mentes associam suas energias, inconscientemente, com os túmulos onde enterraram os despojos físicos. E, aí, se não houvesse nossa intervenção, essas energias impregnariam os cadáveres de luz – e como eles são elementos em dissolução no seio da Terra, não precisam disso. E essas vibrações benéficas se desperdiçariam inutilmente. Então, juntamos às mesmas e depois as levamos para sua correta distribuição.”
Diante da explicação dele, confesso que ri e não pude conter um pensamento: “Caramba! O pessoal está enviando as preces com o CEP errado. Era para essa massa de luz estar lá em cima, na Casa das Estrelas, e não aqui, pairando acima das tumbas.”
Que coisa estranha: as pessoas pensam nos seres amados, mas projetam as energias para os cadáveres. Elas amam, isso é fato (e aquelas energias amarelas e rosadas comprovam isso), mas, com um pouquinho de discernimento espiritual, poderiam direcionar melhor os seus sentimentos. Ou seja, em lugar de mandar a luz para cá, saber enviá-la diretamente, por entre os planos, à consciência de seus entes queridos, de coração a coração, nas ondas do amor sereno…
Como ensinava o querido Jesus, “há muitas moradas na Casa do Pai Celestial”.
E, com certeza, essas moradas não são debaixo de sete palmos de terra.
6 – Deixe-nos uma mensagem para o leitor que passa por uma perda.
– Wagner Borges: Sim, vamos deixar aqui um trechinho extraído do próprio livro. E aproveito para dizer que, ninguém morre, é só a estrelinha espiritual que sobe, de volta para casa, sempre viva…
“Se você perdeu alguém querido, pense:
Vida é movimento, movimento é energia.
A energia anima tudo, em qualquer lugar.
Perceba: Aquele que dá a vida não pode tirá-la.
Somente transfere a consciência para outros planos,
Além dessa vida; outro endereço evolutivo.
Ou, como ensinava o sábio Pitágoras:
Viver e brilhar em outras esferas de consciência.”







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