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Palavra-chave: Turquia

TURQUIA vira alvo do terrorismo

03/07/2016

 

Por que a Turquia virou um alvo contumaz dos terroristas

Seja o Estado Islâmico, sejam os separatistas curdos, quem perpetrou o ataque contra o aeroporto mirou – e acertou – o presidente do país, Recep Tayyip Erdogan

 

Turistas se abraçam depois de ataque no aeroporto de istambul (Foto: ASSOCIATED PRESSAP)

A Turquia sofreu seu 14º atentado terrorista em 2016. Foi também o mais mortal neste ano: 42 mortos, mais de 200 feridos. O alvo foi a icônica cidade de Istambul. O ataque aconteceu às 21h50, horário local (15h50 em Brasília), quando três terroristas armados com fuzis e explosivos atacaram a entrada do terminal de voos internacionais do Aeroporto Kemal Atatürk, o terceiro mais movimentado da Europa. Esse atentado não foi o primeiro – e nem será o último. Em dois anos, o número de atentados terroristas na Turquia disparou (leia no quadro ao fim da página).

A principal suspeita é que o atentado tenha sido cometido pelo EI. Um dia após o ataque, o diretor da agência americana de Inteligência, a CIA, John Brennan, disse que a invasão suicida “mostra as marcas da depravação do EI”. Mais cedo, o presidente americano, Barack Obama, ligou para o presidente turco, Recep Tavvip Erdogan, para expressar “suas mais sentidas condolências em nome do povo americano”, afirmou o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest.

O ataque tem um simbolismo profundo. O aeroporto Kemal Atatürk é o terceiro aeroporto mais movimentado da Europa, atrás de Heathrow, em Londres, e do Charles De Gaulle, em Paris, com mais de 61 milhões de passageiros em 2015 – mais que Guarulhos e Galeão juntos. Istambul, a cidade mais cosmopolita da Turquia, onde minaretes se contrapõem a modernas construções, é um espelho do crescimento da Turquia na última década e um símbolo da tentativa de integração do país à Europa.

Essas características tornam Istambul um alvo preferencial de jihadistas. Nos últimos meses, com a mesma velocidade com que perde territórios no Iraque e na Síria, o Estado Islâmico incentiva e patrocina ataques de seus seguidores mundo afora. Pela proximidade e pela facilidade de acesso, as principais cidades turcas se tornaram alvos fáceis do EI. Em dois anos, a Turquia foi palco de ao menos 14 ataques terroristas com vítimas fatais – um deles, em Ancara, em outubro de 2015, deixou mais de 100 mortos.

A Turquia sentiu o baque. O crescimento da ameaça terrorista abalou o turismo no país: houve uma queda de 50% em relação às reservas na temporada de verão de 2015, uma queda de mais de 28% em abril deste ano, em comparação ao mesmo mês de 2015. A queda mensal foi a maior em 17 anos e preocupa o governo. Quase 12% do PIB do país vem do turismo e da indústria de viagens.

O que levou um país como a Turquia, um polo turístico que tinha virado um modelo de democracia numa sociedade muçulmana, com liberdade política e religiosa, a virar alvo de tantos atentados terroristas? Até cinco anos atrás, a Turquia buscava manter boas relações com todos. Era a principal aliada de Israel na região, o principal parceiro econômico de Bashar al-Assad na Síria, integrante da Otan, mas com boas relações com os russos. Era, mais do que isso, exemplo no mundo islâmico, com o premiê Recep Tayyp Erdogan sendo louvado como um exemplo de líder de uma democracia no Oriente Médio.

Há várias explicações, mas a principal delas está na mudança da política externa e das prioridades do líder do país, Recep Tayyip Erdogan. Primeiro-ministro da Turquia por 11 anos e presidente desde 2014, Erdogan seguia a política externa da Turquia de camaradagem com seus vizinhos mais próximos: Iraque, Síria, Israel, Egito. Por maiores que fossem as divergências, sempre havia uma possibilidade de negociar. Os levantes populares para tirar ditadores do poder, que ficaram conhecidos como A Primavera Árabe, e a explosão do conflito na Síria alteraram essa perspectiva. Erdogan viu uma chance de ouro de flexionar os músculos do país e mostrar força na região.

Erdogan estimulou e patrocinou a ascensão de combatentes interessados em lutar contra Bashar al-Assad. Basicamente, por anos deixou a fronteira do país com a Síria aberta, permitindo e facilitando a entrada de homens, armas e dinheiro. Muitos desses jihadistas se transformaram no Estado Islâmico e se voltaram contra a própria Turquia. Enquanto isso,  o governo Erdogan abandonou as negociações de paz com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), grupo militante separatista e classificado como terrorista pelas autoridades turcas, e entrou em conflito direto com os militantes curdos.

De quebra, Erdogan conseguiu criar arestas com aliados antigos, como o Egito, com quem a Turquia rompeu depois do golpe militar que levou o marechal Abdel Fattah al-Sissi ao poder, com os Estados Unidos e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), do qual faz parte, e com a Rússia, com quem teve um forte entrevero em novembro de 2015, quando a Força Aérea turca derrubou um caça russo.

Com a  economia do país perdendo fôlego por causa da queda do preço das commodities, Erdogan manobrou para aumentar seus poderes. Ele se tornou presidente. Seu Partido da Justiça e Desenvolvimento, o AKP, uma espécie de PT islâmico, conseguiu maioria no Parlamento e tentou aprovar um projeto que garantia superpoderes para ele no cargo. O país também passou a censurar redes sociais e a perseguir jornalistas e opositores.

É claro que Erdogan não é o único responsável. É preciso levar em conta as profundas divisões do país, e a região volátil em que a Turquia está inserida, cercada por crises e guerras. O país enfrenta uma combinação tóxica de polarização política, instabilidade, desaceleração econômica e onda de violência, tanto dentro como fora da Turquia. Mas Erdogan ajudou a criar e aprofundar esse ambiente. Ao fazer vistas grossas para terroristas por tanto tempo e bombardear grupos inimigos do EI, a Turquia se tornou um alvo fácil. Erdogan e seu povo sofrem a consequência disso.

O atentado no aeroporto de Istambul (Foto: ÉPOCA)
Fonte: Época

Depois de perder espaço para a coalizão internacional, Estado islâmico muda estratégia e agora ataca fora da Síria e Iraque

28/11/2015

 

Cerca de 600 combatentes do Estado Islâmico mortos nas últimas três semanas

O secretário de Estado americano John Kerry afirmou neste do domingo que 600 combatentes do grupo Estado Islâmico foram mortos na Síria nas últimas três semanas.

“Na Síria, nas últimas três semanas, o Dash perdeu 3.000 km2 e 600 combatentes”, afirmou Kerry, usando o nome em árabe do Estado Islâmico.

John Kerry também advertiu ao regime sírio e a seus aliados contra qualquer violação de seus compromissos de trégua e ajuda humanitária na Síria.

“Todas as partes devem respeitar o cessar das hostilidades, cooperar na ajuda humanitária e respeitar o processo de negociações para chegar a uma transição política” afirmou em coletiva de imprensa em Paris.

Fonte: Terra

Forças do governo sírio são vistas após tomar o controle da vila de Kiffin, na província de Aleppo, no dia 11 de fevereiro de 2016

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Forças do governo sírio são vistas após tomar o controle da vila de Kiffin, na província de Aleppo, no dia 11 de fevereiro de 2016

Pelo menos 50 jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) foram mortos em 24 horas em combates com o exército sírio, que avança na província de Aleppo, informou neste domingo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

“Esses jihadistas foram mortos nos combates e pelos ataques da aviação russa”, que apoia o regime na sua progressão nessa província do norte, próxima da fronteira com a Turquia, indicou à AFP Rami Abdel Rahman, diretor do OSDH.

Desde sábado, as tropas do regime tomaram 18 aldeias em um eixo de cerca de 40 km entre o leste de Aleppo e Raqa (norte), a fortaleza do grupo extremista na Síria, de acordo com o OSDH.

“O exército agora cerca o EI em 16 outras aldeias ao sul deste eixo. O regime quer tomar e consolidar a sua presença no leste e sudeste da província”, afirmou Abdel Rahman.

Com o apoio da aviação russa, as tropas do regime têm tido sucesso sobre os rebeldes e jihadistas em uma série de vilarejos e cidades na província de Aleppo.

 

Estado Islâmico corta salários e leiloa terras confiscadas diante de crise econômica

Bombardeios ocidentais a bancos e menor capacidade de arrecadação provocam austeridade e incitam deserções

Cortes em um dos motes da propaganda extremista, o salário dos combatentes, tem aflorado o número de deserções do Estado Islâmico – REUTERS TV / REUTERS

A crise econômica chegou ao Estado Islâmico. Na contramão da propaganda, o EI agora corta salários de dirigentes e combatentes e leiloa terras confiscadas para melhorar a arrecadação. Em Raqqa, capital do califado, a remuneração das fileiras foi reduzida pela metade. Assim como a ideologia, a instabilidade financeira se alojou no centro da retórica de recrutamento de jovens desolados no Ocidente e jovens deslocados pelos conflitos no Oriente Médio. Se antes o grupo extremista se gabava de prover ajuda social, habitação e bons salários aos que migrassem para seus territórios na Síria e no Iraque, hoje o sistema da organização terrorista é regido pela austeridade. A carestia se aprofunda à medida em que se intensificam os bombardeios aéreos da coalização internacional liderada pelos Estados Unidos.

— O grupo extremista se viu obrigado a reduzir à metade o salário de dirigentes e em 30% a remuneração de soldados e oficiais — confirmou ao “El Mundo” o analista Hashem al-Hashimi, assessor do governo iraquiano e importante fonte de informação sobre o que acontece na cidade sitiada de Mossul. — Os ataques aéreos golpearam nove bancos do Estado Islâmico. Em pelo menos um deles, havia US$ 150 milhões depositados. Os demais haviam sido esvaziados previamente.

Uma investida aérea ocidental, por exemplo, destruiu a sede do Banco al-Rashid, no Leste de Mossul. Mais tarde, a agência de notícias afiliada ao grupo terrorista, al Amaq, divulgaria um vídeo dos escombros da instalação. O depósito, usado como Banco Central, impôs à cidade uma economia de guerra, o que piorou as já precárias condições de vida na cidade sitiada.

Segundo uma ativista local que não quis se identificar, o extremistas responderam à crescente ameaça esvaziando as reservas de dinheiro para ocultá-las em túneis perfurados no subsolo da cidade. Para transportar esses recursos, eles preferiram táxis e transportes públicos em uma tentativa desesperada de se esconder dos aviões de vigilância, disse a ativista ao “El Mundo”.

Tais reservas são especialmente importantes porque o governo central proibiu transferências bancárias para regiões controladas pelo Estado Islâmico. A saída encontrada para o revés na economia foi também leiloar terras confiscadas da minoria cristã, expulsa da cidade em julho de 2014. Os terroristas ainda acresceram impostos e intensificaram o tráfico de seres humanos e antiguidades.

— A situação é muito ruim. As pessoas têm fome, têm medo. A maioria das famílias não tem dinheiro para comida, mas também não tem opções de escapar — afirmou ao jornal espanhol Said Mamuzini, ex-dirigente do Partido Democrático do Curdistão em Mossul. — Os preços dos alimentos sobem diariamente e o Estado Islâmico tenta agora compensar as perdas a partir da elevação de impostos. A saúde também foi afetada. Os remédios estão mais caros e as salas de cirurgia são reservadas para combatentes do EI.

DERROTA NO FRONT E DISPUTAS INTERNAS

Antes da tomada de Mossul, o EI compôs uma rede de sustentação financeira calcada em extorsões, vendidas como promessas de proteção a habitantes do local. Eram os “impostos revolucionários”, que financiaram o auge do grupo. Empreiteiras, por exemplo, destinavam entre 5% e 10% de cada contrato aos jihadistas. Desde 2011, os terroristas também desfrutaram dos US$ 16 milhões mensais que Bagdá enviava para pagar os salários dos funcionários da província de Nínive.

No entanto, um grave golpe às finanças da organização terroristas começou com os bombardeios ocidentais contra refinarias e caminhões de transporte de petróleo, uma das principais rendas do grupo. Da mesma forma, a decisão do governo iraquiano de suspender o pagamento de seus funcionários em áreas controladas pelo EI dizimou outra fonte de arrecadação dos extremistas.

A limitação de recursos também pôs em evidência as disputas no interior do grupo extremistas liderado por Abu Bakr al-Baghdadi – Uncredited / AP

A austeridade no Estado Islâmico tem motivado a deserção de combatentes. O EI tenta preencher o vazio nas fileiras — considerado crime sob pena de morte — com o recrutamento de crianças e adolescentes sírios. Com o rebaixamento de salários, afloraram também as disputas entre os quadros dirigentes do EI, em especial entre as tropas de Baghdadi e os batalhões de Abu Omar al-Shishani, o jihadista checheno e ex-sargento georgiano que opera como comandante das fileiras na Síria.

Fonte: O Globo

Estado Islâmico usa de WhatsApp a Twitter para promover ‘terrorismo viral’

Jihadistas usam chat seguro para bate-papo e moeda digital para doações.
EI recruta, arrecada dinheiro e faz propaganda na internet.

Foto publicada no Instagram pelo perfil Jihadology, associado ao Estado Islamico. (Foto: Reprodução/Instagram/Jihadology)Foto publicada no Instagram pelo perfil Jihadology, associado ao Estado Islamico. (Foto: Reprodução/Instagram/Jihadology)

Troca de mensagens criptografadas por Whatsapp e Telegram. Hashtags espalhadas pelo Twitter. Selfies no Instagram. Vídeos no Youtube. Troca da moeda virtual bitcoin. Parecem inocentes ações de quem é antenado em tecnologia, mas são a forma como usa a internet o grupo jihadista EI, que, na opinião de especialistas, faz uso sem precedentes do meios digitais, a ponto de os EUA chamarem o movimento de “terrorismo viral”.

“Não estamos mais caçando terroristas vivendo em cavernas que apenas se comunicam via mensageiros. Estamos encarando inimigos cujas mensagens e chamados de ataque são postados e promovidos em tempo real”, diz Michael McCaul, deputado republicano que chefia o comitê de segurança nacional dos EUA.

“O grupo toma vantagem de todas as ferramentas e funções das redes sociais para garantir a ampla distribuição de suas mensagens”, explica John Mulligan, diretor do Centro Nacional de Contra-terrorismo dos EUA.

A atuação digital do EI não se resume a propaganda. “O grupo terrorista está usando essas tecnologias e sites hospedados nos EUA para recrutar, encorajar pessoas a executar ataques terroristas em todo o mundo e para levantar dinheiro”, afirma ao G1 Michael Smith II, cofundador da Kronos Advisory, consultoria norte-americana em assuntos de defesa

Por exibir mensagens abertas a todos, o Twitter é um dos canais preferidos e exemplo da atuação do grupo. Em março deste ano, o Brookings Institute identificou 46 mil contas de apoiadores ou militantes do EI. A radiografia aponta que 75% tinham o árabe como idioma primário e eram seguidas por cerca de mil usuários. Apesar de ter fãs acima da média, os perfis seguem uns aos outros. Por outro lado, um quinto dos perfis “falava” inglês. Isso, dizem os pesquisadores J.M. Berger e Jonathon Morgan, mostra como as contas são usadas não só para pregar para convertidos mas também para atrair curiosos e adeptos a ataques.

Foto publicada no Instagram pelo perfil Jihadology, associado ao Estado Islamico. (Foto: Reprodução/Instagram/Jihadology)Foto publicada no Instagram pelo perfil Jihadology, associado ao Estado Islamico. (Foto: Reprodução/Instagram/Jihadology)

Terrorismo viral
Foi essa dinâmica que propiciou um tiroteio no Texas (EUA), em maio deste ano, aponta o Departamento de Segurança Nacional dos EUA. Quatro meses após o ataque ao jornal francês “Charlie Hebdo”, que publicara charges de Maomé, um centro de convenções da cidade de Garland anunciou exibição e concurso de desenhos do principal profeta do islamismo.

Um militante do EI sugeriu no Twitter que o evento tivesse o mesmo fim da publicação francesa. Foi contatado pelo norte-americano Elton Simpson, de 30 anos, e o papo continuou via mensagens diretas. Mas não deve ter parado ali.

“Que Alá nos aceite como mujahideen [combatentes santos]”, escreveu Simpson em um tuíte que incluiu a hashtag #texasattack. A mensagem foi ao ar 15 minutos antes de ele e um amigo dispararem contra o centro e serem mortos depois. Apesar de assumido pelo EI, o atentado foi saudado por apoiadores. “Os irmãos no Texas não tinham experiência em tiroteios mas foram rápidos ao defender a honra do profeta Maomé”, tuitou Junaid Hussain, hacker britânico que, até ser morto em agosto, era um dos maiores recrutadores do EI.

‘Selfies jihadistas’
“Esse ataque exemplifica uma nova era em que o terrorismo se tornou viral”, diz McCaul, para quem o microblog é só um dos meios para isso. Outras populares ferramentas também constam das “armas” da facção. O YouTube, plataforma de vídeos do Google, abriga vídeos das sangrentas execuções. No Instragram são publicadas “selfies jihadistas”. Os argumentos religiosos para as mortes vão parar no “JustPasteIt”. E roteiros de viagem à Síria estão no Ask.fm. Segundo o Brookings Institute, entre janeiro de 2014 e setembro deste ano, a produção auviovisual do grupo chegou a 845 peças.

A atividade digital não ocorre sem que os militantes tomem cuidado. Pesquisadores do Centro de Combate ao Terrorismo de West Point descobriram um manual de cibersegurança apresentado a recrutas. O intuito é empregar serviços que usem criptografia (embaralham as mensagens) ou passem por sistemas que impedem rastreamento, como a Deep Web.

Criptografia
O documento recomenda o uso dos apps de chat Cryptocat e Telegram, devido à forte criptografia, e do Wickr, por destruir as mensagens de forma segura. Para a troca de e-mails, o EI sugere o Hushmail e o ProtonMail. O Gmail, do Google, é citado como seguro desde que o navegador usado seja o Tor (outra recomendação) ou uma rede virtual privada.

O relatório faz ressalvas ao Instagram, pois o dono do aplicativo, o Facebook, tem um histórico ruim em relação a proteção à privacidade. Aparelhos que rodem Android, do Google, ou iOS, da Apple, não são completamente vetados. São permitidos se as comunicações forem feitas pela rede Tor. Liberados estão os smartphones “anti-espionagem” Cryptophone e BlackPhone. Para sanar dúvidas, o EI fornece um serviço de help-desk 24 horas por dia.

Moedas digitais
O EI também usa os meios digitais para sustentar as finanças. Embora o contrabando de petróleo seja uma das grandes fontes de renda, as doações também ajudam a fechar a conta. Segundo o Instituto Europeu para Estudos em Segurança, essas contribuições são feitas em bitcoin para fugir do sistema bancário, fácil de seguir. As transações com as moedas digitais não revelam emissores e receptores, apenas as contas de origem e destino.

Um grupo de hackers que luta para minar o poderio digital do grupo achou uma das carteiras eletrônicas ligadas ao grupo, que, em setembro, tinha mais de US$ 3 milhões.

Arsenal digital do Estado Islâmico (Foto: Editoria de Arte/G1)Arsenal digital do Estado Islâmico (Foto: Editoria de Arte/G1)

Contra-ataque
Anteriormente associados aos hackers ativistas do Annonymous, o Ghost Security Group reporta suas descobertas sobre o EI às autoridades norte-americanas, como o FBI, com a ajuda da empresa Kronos Advisory.

O grupo é exemplo da diversidade da luta contra o EI na internet. Reunidos na fronteira digital estão hackers, empresas que fornecem serviços usados pelos jihadistas e os governos de alguns dos países mais poderosos do mundo.

O Reino Unido já afiou suas garras. Para o chanceler George Osborne, a “brutalidade assassina do EI tem um forte elemento digital”. Sem dar maiores detalhes, ele afirmou que o grupo tenta invadir os sistema britânicos, o que será retaliado. “Nós nos reservamos o direito de responder a um ciberataque do jeito que nós escolhermos”, afirmou durante o anúncio do novo Centro Cyber Nacional, focado em cibersegurança, que custará 2 bilhões de libras.

Os EUA possuem uma força-tarefa contra o terrorismo, composta por FBI, Departamento de Segurança Nacional, entre outros órgãos. O grupo argumenta que as ações resvalam na impossibilidade de interceptar mensagens trocadas por ferramentas criptografas. “Infelizmente, a mudança constante das formas de comunicação na internet está rapidamente ultrapassando as leis e a tecnologia criada para permitir a interceptação legal de conteúdos de comunicação”, afirma Michael Steinbach, diretor-assistente do FBI.

“Esses serviços são desenvolvidos e empregados sem qualquer capacidade de aplicar a lei para coletar informações fundamentais para investigações criminais e de segurança nacional e dos procedimentos penais”, diz. Para driblar a adversidade, a força-tarefa tenta fazer o Congresso dos EUA forçar empresas de tecnologia a reduzir o nível da criptografia.

A indústria já se manifestou contra a proposta. O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, por exemplo, já afirmou que nem a empresa consegue burlar o próprio sistema de criptografia. Defensores da privacidade argumentam que essas medidas criarão arcabouço legal para a espionagem de cidadãos comuns.

áreas controladas pelo ei (Foto: Editoria de Arte/G1)

Anonymous ataca site do Estado Islâmico e troca conteúdo por receita de Prozac

 Em sua guerra contra o Estado Islâmico, os hackers do Anonymous e seus aliados acabam de abater mais um alvo e da maneira mais genial possível. Membros do GhostSec, um dos grupos que está combatendo os radicais islâmicos na internet, anunciaram que invadiram a dark web usada pelos terroristas e removeu sites que faziam propaganda ao EI. No lugar do conteúdo original, eles colocaram um anúncio de Prozac, um remédio usado para o tratamento de depressão e outros distúrbios psiquiátricos. Além do anúncio, os hackers ainda deixaram uma pequena mensagem aos membros e simpatizantes do Estado Islâmico. No texto, eles indicam o medicamente como uma forma de fazer com que as pessoas que acessavam aquela página tivessem mais calma em suas vidas. Mais do que isso, o GhostSec ainda pedia para que todos olhassem aquela imagem enquanto eles continuavam a melhorar sua infraestrutura para entregar ao Estado Islâmico aquilo que ele tanto deseja. Como se não bastasse a provocação, o grupo ainda colocou o link de uma farmácia online especializada na venda de remédios a partir de bitcoins. Assim, se algum membro ou simpatizante do EI estiver mesmo interessado no Prozac apresentado, pode adquirir isso sem precisar gastar muito. Em outras palavras, foi uma ótima sacada dos hackers na hora de provocar seus inimigos. Esse é apenas mais um dos ataques realizados pelo Anonymous e seus aliados nesta guerra ao terror dentro da internet. Como já comentamos anteriormente, esses hackers se uniram para atrapalhar a vida e as operações dos extremistas no ambiente digital, derrubando algumas centenas de páginas e perfis que apoiavam as ações do Estado Islâmico. Por outro lado, vários especialistas em segurança estão criticando as ações do próprio Anonymous pelo modo com que ele está lidando com esse combate ao terrorismo. A principal questão é que os ataques orquestrados pelos ciberativistas são indiscriminados e afetaram jornalistas, pesquisadores e outras pessoas que nada tinham a ver com os radicais do Oriente Médio.

Fonte: Yahoo

Exército sírio avança contra Estado Islâmico em Aleppo, diz TV estatal

Parte de estrada que liga cidade a Raqqa foi capturada.
Governo sírio e seus aliados também tiveram ganhos perto de Homs.

O exército sírio capturou território do Estado Islâmico ao leste de Aleppo incluindo vários quilômetros da estrada que liga a cidade com Raqqa, considerada reduto jihadista, informou a TV estatal síria neste sábado.

As áreas relatadas como capturadas estão a leste de Kweires, base aérea apreendida do controle do Estado Islâmico em 10 de novembro, em uma das várias ofensivas travadas pelo exército sírio com suporte de ataques áereos russos, forças iranianas e militantes do Hezbollah libanês.

A Reuters não pôde confirmar de forma independente o relato.

Uma manchete da TV estatal disse que o exército havia capturado as aldeias Kaskis e Akula e vastas áreas de terras agrícolas, apreendendo túneis e fortificações construídas pelos os jihadistas, e foram áreas de desminagem minadas pelo grupo.

As aldeias estão a cerca de 60 quilômetros a leste de Aleppo.

O governo sírio e seus aliados também tiveram ganhos contra Estado Islâmico ao sudeste de Homs.

Fonte: O Globo

Rússia tinha razão: ‘Turquia recebe petróleo do Estado Islâmico’

Os ataques aéreos russos à infraestrutura petrolífera jihadista causaram a insatisfação natural da Turquia, que parece ser o principal consumidor de petróleo do EI, de acordo com a imprensa alemã.

Depois da derrubada do bombardeiro russo Su-24 pela Força Aérea turca, o presidente Putin afirmou que Ancara parece ser cúmplice dos terroristas, já que compra o petróleo nas regiões da Síria capturados por extremistas, e ele tem razão ao dizê-lo, escreve o jornal alemão Bild.

A Turquia se transformou em um grande consumidor de petróleo do grupo extremista Estado Islâmico, continuou o autor do artigo. Os empresários turcos têm acordos de compra de petróleo com jihadistas que lhes permitem obter uma receita de $10 milhões por semana.

 

Presidente da Rússia, Vladimir Putin

O Kremlin há muito tempo que obteve informações de que o petróleo a partir de territórios capturados pelo EI na Síria estava sendo transportado para a Turquia. Quando as Forças Aerospaciais russas começaram a realizar mais ataques contra a infraestrutura do EI, isso não poderia ser ignorado por Ancara.

De acordo com o Bild, a política turca em relação aos jihadistas não é completamente transparente: embora Ancara tenha dado aos americanos a oportunidade de usar a base aérea do país para o lançamento de ataques contra as posições do EI, Erdogan permite que os terroristas cruzem a fronteira para a Síria sem obstáculos.

Ao mesmo tempo, observa o Bild, a Turquia não é o único país que está fazendo acordos sujos com os militantes islâmicos para obter lucro. O contrabando é igualmente realizado para a Jordânia e Curdistão, onde o mercado negro de petróleo do Estado Islâmico é florescente, afirmou Eckart Woertz, analista sênior do Centro de Barcelona para os Assuntos Internacionais.

O presidente russo, Vladimir Putin, depois de uma conferência de imprensa com o presidente francês, François Hollande, disse que quantidades significativas do petróleo procedentes das áreas controladas pelo EI na Síria estão sendo transportadas para a Turquia:

“Nós estamos falando sobre o abastecimento em escala industrial do petróleo dos territórios sírios capturados por terroristas — a partir dessas áreas exatas e não de quaisquer outras. E podemos observar a partir do ar, para onde os caminhões estão indo”, anunciou o presidente. “Eles estão se movendo para a Turquia, dia e noite.”

Fonte: Sputnik

 

Polícia italiana executa mandados de prisão em várias cidades da Itália e de Kosovo; grupo propagava ideologia jihadista

Militantes do Estado Islâmico, contra o qual países como a França e a Rússia declararam guerra
Divulgação/Estado Islâmico

Militantes do Estado Islâmico, contra o qual países como a França e a Rússia declararam guerra

 A polícia italiana deflagrou nesta terça-feira (1) uma operação contra cidadãos de Kosovo suspeitos de apologia ao terrorismo e ódio racial. Estão sendo executados mandados de prisão em várias cidades italianas e em Kosovo, com apoio das autoridades locais. Ao menos quatro pessoas foram presas.

O inquérito que levou à operação foi conduzida pela Direção Central da Polícia de Prevenção, a célula antiterrorista da Itália, e por dois núcleos da Divisão de Investigação Geral e Operações Especiais (Digos) de Brescia. Os agentes identificaram contatos de uma suposta organização terrorista que, através de sites e redes sociais, propagava a ideologia jihadista.

De acordo com os investigadores, o grupo já teria publicado fotos com armas em punho e os quatro detidos foram reconhecidos como extremistas declaradamente militantes do Estado Islâmico.

Os suspeitos de terrorismo presos na Itália haviam publicado ameaças contra o papa Francisco na internet, de acordo com as forças de segurança locais. “Lembrem-se que não haverá outro papa depois deste. Será o último”, é uma das mensagens difundidas pelo grupo detido.

Desde os atentados de 13 de novembro, em Paris, que deixaram 130 mortos, a Itália reforçou toda sua segurança, principalmente em Roma e no Vaticano. O país foi alvo de ameaças do Estado Islâmico, além de receber notificações sobre pacotes-bombas.

O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, disse na semana passada que o mundo “está diante de um inimigo perigoso, o qual ninguém pode subestimar”. Neste sentido, o ministro da Justiça da Itália, Andrea Orlando, apresentou medidas para monitorar todas as formas de comunicação oferecidas pelas novas tecnologias, inclusive o console da marca PlayStation. Assim como as redes sociais, o videogame estaria sendo usado por terroristas para transmissão de mensagens.

Em 12 de novembro, um dia antes da série de atentados em Paris, a Itália e várias nações europeias prenderam mais de 17 pessoas em uma megaoperação contra o terrorismo.

Papa Francisco faz discurso na ONU: investigadores afirmam que ele podia ser um dos atacados
Sebastian Rodriguez/Gobierno de Chile – 25.09.2015

Papa Francisco faz discurso na ONU: investigadores afirmam que ele podia ser um dos atacados
Fonte: IG

Parlamento da Alemanha aprova ação contra o Estado Islâmico na Síria

País enviará aeronaves e 1,2 mil militares para apoiar coalizão internacional.
Não estão previstos bombardeios aéreos.

A câmara baixa do Parlamento da Alemanha aprovou nesta sexta-feira (4) os planos do governo de se juntar à campanha militar internacional contra o grupo jihadista Estado Islâmico na Síria.

Dos 598 parlamentares que participaram da votação, 445 votaram a favor, 146 contra e sete se abstiveram.

A missão vai incluir o envio de seis jatos de reconhecimento Tornado, uma fragata para ajudar a proteger o porta-aviões francês Chales de Gaulle, aeronaves e reabastecimento e até 1,2 mil militares.

A Alemanha não irá realizar bombardeios na Síria – o que já é feito por Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.

O Reino Unido foi o último país a se juntar aos bombardeios, que começaram em 3/12 e atingiram campos de petróleo na Síria

As operações ocidentais não são coordenadas com Moscou, acusada de não atacar somente o EI, como também os rebeldes sírios não jihadistas para ajudar o regime do presidente Bashar al Assad, seu aliado.

Transição política
Os países ocidentais descartam enviar tropas terrestres à Síria, apesar de Washington anunciar sua intenção de mandar centenas de soldados das forças especiais ao Iraque e à Síria.

O secretário de Estado americano, John Kerry, defendeu na quinta-feira a presença de tropas terrestres árabes e sírias para combater o EI, durante uma reunião ministerial da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), em Belgrado.

“Todo o mundo sabe que, sem a capacidade de encontrar tropas terrestres dispostas a se opor ao Daesh (acrônimo do EI em árabe), o conflito não poderá ser vencido completamente apenas com os bombardeios”, declarou Kerry.

Ele explicou que pensa em tropas “sírias e árabes”, e não ocidentais, embora tenha afirmado que os Estados Unidos poderão enviar 50 unidades de suas forças especiais à Síria.

“Se conseguirmos pôr em marcha uma transição política, permitiremos que todas as nações e entidades se unam, o Exército sírio junto com a oposição… junto com Rússia, Estados Unidos e outros para ir lutar contra o Daesh”, disse Kerry.

Além da luta antijahdista, os ocidentais asseguram que fazem todo o possível para obter uma transição política na Síria.

“Imaginem com que velocidade se eliminaria essa praga (o EI), no espaço de alguns meses, se fôssemos capazes de conseguir essa resolução política”, insistiu o secretário de Estado.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou uma reunião internacional em Nova York para encontrar uma solução política para o conflito que assola a Síria desde 2011.

Fonte: G1

EI executa adolescentes por ouvirem música pop e faltarem orações

Casos ocorrem em Mossul, reduto do grupo no Iraque, em um momento em que jihadistas perdem terreno no país

Em outro caso de decapitação em público, jovem é morto por jihadista do Estado Islâmico – Reprodução

 

Em novos casos de atrocidades que têm como vítimas adolescentes, o Estado Islâmico decapitou um jovem por ouvir música pop e matou a tiros outros dois que faltaram as orações de sexta-feira, informou a mídia curda. Os casos ocorreram em Mossul, reduto do grupo no Iraque, e fazem parte de uma política de repressão a liberdades individuais. Mas também podem ser vistos como uma tentativa desesperada de propaganda, em um momento em que os jihadistas estão perdendo terreno no país com avanços das forças inimigas.

Segundo a agência curda de notícias “Ara News”, o adolescente Ayham Hussein, de 15 anos, foi preso por jihadistas depois de ser encontrado ouvindo música ocidental na mercearia de seu pai. Em seguida, ele foi levado a um tribunal islâmico e condenado à morte. O jovem foi decapitado em praça pública e o corpo dele foi depois enviado à família. A história não foi confirmada de forma independente, mas a mídia curda indica que o caso levou a uma rara demostração de revolta.

Os jihadistas consideram a música como instrumento de corrupção e proíbem que elas sejam tocadas em lojas, escolas e espaços públicos.

Outros dois jovens também foram presos na última sexta-feira por não terem comparecido às orações na mesquita de Mossul, informou a mesma agência. O ativista local Abdulah al-Malla contou que eles foram baleados do lado de fora do templo dois dias depois da detenção.

“A execução ocorreu depois de ser lido no tribunal uma declaração determinando que qualquer pessoa que falte as orações na mesquita enfrentem a mesma punição”, disse o ativista.

No final de janeiro, um garoto de 14 anos foi brutalmente executado na Síria por acusações semelhantes e seus pais foram forçados a assistir à decapitação do próprio filho.

Fonte: O Globo

Turquia também foi palco de manifestações sociais em Junho de 2013. Conheça um pouco deste lindo país

15/06/2013

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Fonte: Youtube

Terremoto na Turquia em Outubro de 2011

27/10/2011

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Fonte: Youtube

Agradecimento pelo grande número de leitores da Turquia

25/08/2011

Eleições na Turquia

20/06/2011

Em 12 de Junho, o AKP, partido do islamismo moderado conseguiu a maioria das vagas nas eleições para o Parlamento da Turquia, atribuída ao apoio à mobilidade social, aos pobres das cidades, com a distribuição de alimentos e acesso aos serviços públicos, e à economia informal.

Com pouco mais de 78 milhões de habitantes, em 2010, o Produto Interno Bruto da Turquia cresceu 8,1% em relação a 2009, chegando a 1 trilhão de dólares, e a renda por habitante chegou a 11,5 mil dólares. Em 2011, a inflação deve ficar abaixo de 5%, e os grandes desafios são o desemprego, com índice de 12%, e 17% da população vivendo abaixo da linha da pobreza

Fonte: Estadão

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