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Fonte: Youtube
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Fonte: Youtube
Em 1990, foi firmada a Convenção de Schengen, que criou espaço de livre circulação de pessoas na União Europeia, ampliada até hoje, já que, antes, incluía só a Alemanha, França, Bélgica, Holanda e Luxemburgo, mas, hoje, abarca 25 países e 400 milhões de pessoas, devendo, ainda, vir a receber cidadãos da Bulgária, Chipre e Romênia, incluídas, na UE, em 2007, sem contar a Croácia, outra república da ex-Ioguslavia a aderir ao Bloco, após a Eslovênia, em 2013, desde que apresente melhorias em questões como a corrupção, Judiciário e polícia. Há outras candidaturas a entrar no Bloco, como a Sérvia, apoiada pelos líderes europeus, a partir da prisão de Ratko Mladie, responsabilizado pelo massacre de Srebrenica, Montenegro e Macedônia.
Todavia, com os movimentos árabes de 2010-2011, implicando emigração de várias populações, como do Norte da África, o Presidente da França, Nicolas Sarkozy, vem pressionando o Bloco a reduzir a extensão da zona da Convenção, a que o Parlamento Europeu opõe-se, assim como Espanha e Polônia.
Fonte: Estadão
Em Belgrado, Capital da Sérvia, que ocupa parte da ex-Ioguslávia, em frente ao Parlamento, houve manifestação de protesto contra a prisão do General Ratko Mladic, ex-chefe militar dos sérvios bósnios, que enfrentará o Tribunal Penal Internacional de Haia, acusado de genocídio, durante a Guerra da Bósnia (1992-1995), implicando cerca de 20 feridos e 100 prisões, devido ao confronto com a polícia, entre os 10 000 participantes, instigados pelo Partido Radical Sérvio, de tendência ultranacionalista.
Vale lembrar que, em 2008, a prisão do líder político dos sérvios bósnios Radovan Karadzic já suscitara violentos confrontos em Belgrado.
Fonte: CNN