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Palavra-chave: alemanha

Enquanto o Ocidente alinha-se com a FRANÇA no combate ao terrorismo, no mundo muçulmano, cresce o movimento de repúdio ao Charlie Hebdo por causa das chacotas com o Islã

17/01/2015

Operações antiterror prendem 27 suspeitos de terrorismo na Europa

Centenas de policiais acharam suspeitos na França, Bélgica e Alemanha.
Em diversos países árabes, milhares protestaram contra charge de Maomé.

As polícias da Alemanha, Bélgica e França lançaram operações contra suspeitos de ligação com terrorismo islâmico e prenderam 27 pessoas. Em 16/1/15, dia tradicional de reza para os muçulmanos, milhares de pessoas em vários países do Oriente Médio protestaram contra a charge do profeta Maomé estampada na última capa do jornal Charlie Hebdo.

250 policiais fortemente armados fizeram buscas em 12 apartamentos em Berlim. Eles prenderam dois homens, entre eles, um emir de uma mesquita, que recrutava combatentes para lutar na Síria.

O outro preso é acusado de planejar a logística de ataques terroristas no Oriente Médio. Na Bélgica, a polícia prendeu 13 suspeitos de terrorismo, vários deles já lutaram na Síria.

Em 16/1/15, outros dois suspeitos foram mortos durante uma operação antiterror em Verviers, uma cidade no leste do país.

Durante as buscas, a polícia encontrou quatro armamentos militares, do tipo AK-47, várias armas de mão, munição, explosivos e uniformes militares.

Segundo a Procuradoria-Geral da Bélgica, todos faziam parte de um grupo radical islâmico que planejava atacar policiais e delegacias.

Na França, a polícia prendeu, na sexta-feira (16), 12 pessoas suspeitas de ter ligações com os ataques terroristas da semana passada. Os detidos foram interrogados e, segundo as autoridades, eles deram apoio logístico aos atentados, providenciando armas e carros aos terroristas.

O presidente francês François Hollande disse que a França está em guerra contra o terrorismo, e vai continuar com as operações antiterror no Iraque e no norte da África, apesar das ameaças de retaliação.

Mais cedo, ele recebeu o secretário de Estado americano, John Kerry, que foi a Paris demonstrar apoio, depois de os Estados Unidos terem sido fortemente criticados por não terem mandado um representante de alto nível para a marcha de domingo (11), que reuniu mais de 40 chefes de Estado de todo o mundo.

Kerry visitou o local dos dois atentados: o supermercado judaico e o jornal Charlie Hebdo.

As últimas vítimas do atentado ao jornal satírico foram enterradas na sexta-feira (16). Entre elas, o cartunista e editor Stephane Charbonnier, que recebeu uma despedida animada por uma banda de jazz.

Enquanto isso, em países de maioria muçulmana houve grandes manifestações de repúdio ao Charlie Hebdo.

Na Mauritânia, largos milhares de pessoas marcharam da grande mesquita central de Nouakchott, tendo o chefe de Estado, Mohamed Ould Abdel Aziz, proferido breves palavras: “Eu sou muçulmano, somos todos muçulmanos. Nós lutámos contra o terrorismo no nosso próprio país e pagámos um preço elevado”. Em Argel, entre 2.000 a 3.000 pessoas protestaram contra o último número do Charlie Hebdo, algumas gritando o nome dos irmãos Kouachi, os autores do ataque contra o jornal francês, de acordo com um jornalista da AFP.

 

Em Dacar, também na sequência das orações de 16/1/15, pelo menos um milhar de pessoas protestaram contra os cartoons do Charlie Hebdo.

 

A bandeira francesa foi queimada frente à Embaixada de França, no centro de Dacar, por um grupo de manifestantes que gritavam slogans em louvor de Maomé e contra Charlie Hebdo, tendo a polícia usado gás lacrimogénio para dispersar a multidão, que gritava “Alá é grande”. Vários manifestantes criticaram o presidente Macky Sall por ter participado na marcha em Paris, no domingo, contra o “terrorismo”, acusando-o de ser “um hipócrita” e de ter a obrigação – como sublinhou Malick Ndiaye, professor na Universidade de Dakar – de “pedir desculpas” aos senegaleses.

 

Em Carachi, no Paquistão, quando cerca de 350 manifestantes entraram em confronto com a polícia fora do consulado francês, pelo menos três pessoas ficaram feridas: Asif Hassan, fotógrafo da AFP alvejado nas costas, um agente da polícia e um operador de câmara de uma televisão local. Enquanto isso, manifestantes em Peshawar e Multan queimaram bandeiras francesas nas ruas e manifestações decorriam em Islamabad e Lahore.

 

Na Jordânia, em Amã, cerca de 2.500 manifestantes partiram da mesquita de Al-Husseini sob um forte aparato de segurança, empunhando cartazes que diziam “insultar o profeta é o terrorismo global”. Em Cartum, centenas de sudaneses marchando na praça adjacente à Grande Mesquita entoaram frases a pedir a expulsão do “embaixador francês” e apelando a uma “vitória ao profeta de Deus”, lendo-se numa bandeira que “o governo francês deveria pedir desculpas e pôr fim aos insultos a figuras religiosas

Também houve confusão depois de um protesto na Argélia.

Em Istambul, na Turquia, teve uma marcha de apoio aos irmãos Koachi, os terroristas que mataram 12 pessoas no ataque ao Charlie Hebdo.

Protestos contra o jornal satírico francês Charlie Hebdo deixaram cinco mortos no Níger, com manifestantes destruindo bares, queimando igrejas e bloqueando várias estradas em 17/1/15. Os muçulmanos criticam a publicação de charges com o profeta Maomé. O episódio de violência é o mais recente capítulo em uma onda antifrancesa que atinge o norte da África, Oriente Médio e partes da Ásia.

Apenas uma semana após dezenas de líderes mundiais marcharem em Paris contra o terrorismo e em defesa da liberdade de expressão, os protestos mostram os desafios que o Ocidente enfrenta no relacionamento com o islamismo. “Isso é intolerável”, disse o presidente francês, François Hollande, ao comentar as mortes no Níger e notícias de que bandeiras da França foram queimadas em várias partes da África.

Após os ataques terroristas contra a sede do Charlie Hebdo na semana passada, que deixaram 12 mortos, os integrantes do jornal que sobreviveram produziram uma edição especial, com tiragem de 7 milhões de exemplares, que tem uma charge de Maomé na capa e foi celebrada como um símbolo de desafio ao extremismo religioso. No desenho o profeta segura uma placa com a frase “Je suis Charlie”, enquanto a manchete diz: “Tudo está perdoado”.

A caricatura irritou mesmo lideranças muçulmanas mais moderadas. A maior autoridade religiosa da Arábia Saudita, o Conselho Sênior de Ulemás, disse que a capa do jornal não tem nada a ver com liberdade de expressão. “Machucar os sentimentos dos muçulmanos com esses desenhos não ajuda causa alguma nem atinge um objetivo justo. No fim, é um serviço prestado ao extremistas que buscam justificativas para assassinatos e terrorismo”, disse o secretário-geral da entidade, Fahad al Majed, em comunicado. Os governos e líderes religiosos do Iraque e do Egito também condenaram a nova edição do Charlie Hebdo.

Manifestantes no Níger, Mali e Senegal – todos ex-colônias francesas – também pareciam irritados com a decisão dos chefes de governo de participar da marcha em Paris no último domingo.

Na capital do Níger, Niamey, os manifestantes acordaram cedo e começaram a incendiar igrejas, saquear lojas e destruir estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas, disse Ousmane Toudou, conselheiro do presidente do país, Mahamadou Issoufou. O governo enviou um grupo de líderes muçulmanos para conversar com a multidão, formada basicamente de jovens. A polícia foi mandada posteriormente. Quando o protesto se dissipou, dois corpos foram encontrados dentro de uma igreja e outros três em um bar.

Esse foi o segundo dia de protestos. Na sexta-feira, manifestações em Zinder, uma cidade próxima do bastião do Boko Haram, no norte da Nigéria, queimaram igrejas e destruíram um centro cultural francês, além de terem invadido uma delegacia de polícia. Quatro pessoas morreram nos confrontos subsequentes, incluindo um policial, que foi atropelado por um carro, segundo uma agência de notícias nigeriana.

Os protestos começaram no Paquistão e se espalharam para a Turquia e o Oriente Médio. Em Istambul, um grupo simpático a Al-Qaeda organizou um protesto a favor dos militantes que atacaram o Charlie Hebdo. Na Jordânia, um grande protesto pacífico se dirigiu para a embaixada francesa.

No Senegal, centenas protestaram na capital, Dakar. O país, frequentemente citado como um dos melhores exemplos de tolerância religiosa, proibiu a circulação do jornal satírico francês. Manifestações também foram realizadas nas capitais da Mauritânia, Nouakchott, e do Mali, Bamako.

A situação no Mali marca uma profunda mudança no sentimento em relação à França em pouco tempo. Dois anos atrás a capital estava cheia de bandeiras francesas, com crianças gritando “Merci, France!”, após o exército francês ajudar o país a combater militantes da Al-Qaeda que haviam dominado várias cidades no norte.

Neste sábado, Hollande disse que embora entenda que alguns países não compartilhem os valores franceses de liberdade de expressão, esperava mais solidariedade de aliados aos quais ajudou no combate a radicais muçulmanos. “Alguns países podem, às vezes, não entender o que é liberdade de expressão, porque nunca tiveram isso. Mas nós apoiamos esses países contra o terrorismo”, comentou em entrevista a rádios francesas. Fonte: Dow Jones Newswires

Fonte: G1, Correio da Manhã  e Yahoo

Crise da Europa agrava-se em 2012

02/08/2012

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Fonte: Youtube

 

Economia da Alemanha cresce a passos lentos

20/03/2012

Uma onda de frio causou um revés na economia alemã em fevereiro e a indústria está longe de atingir uma recuperação sustentável, disse nesta segunda-feira o Bundesbank, banco central da Alemanha, embora salientando que os indicadores de expectativa apontavam para uma melhora da economia.

A economia encolheu 0,2 por cento no quarto trimestre diante do enfraquecimento das exportações e do consumo privado. Muitos economistas esperavam que a economia ficasse estável no primeiro trimestre de 2012, evitando dois trimestres sucessivos de contração que definem uma recessão.

Como maior economia da Europa, o destino da Alemanha é crucial para o restante da zona do euro, com o qual faz a maior parte do seu comércio.

A economia se recuperou em janeiro do ritmo fraco registrado no final de 2011, afirmou o Bundesbank em seu relatório mensal de março.

“Mas um revés para o desempenho da economia deve ser esperado para fevereiro, dado o clima de inverno particularmente frio na primeira metade do mês”, escreveu o banco central, acrescentando que as novas encomendas ainda não sinalizaram uma melhora significativa.

No entanto, uma melhoria no mercado de trabalho e a perspectiva de aumentos salariais estão aumentando a disposição das famílias para comprar e investir, e especialmente o setor de construção está lucrando com isso, disse o Bundesbank.

Um mercado de trabalho sólido ajudou a sustentar os gastos do consumidor e pesquisas sobre o sentimento do consumidor e do empresário estão positivas. Uma pesquisa divulgada na semana passada mostrou que o sentimento do analista e do investidor alemão saltou em março para o nível mais alto desde junho de 2010.

O Bundesbank espera que a economia alemã cresça 0,6 por cento este ano

Fonte: Yahoo

Alemanha elege novo Presidente

19/03/2012

             Parlamentares alemães elegeram Joachim Gauck, um ex-pastor luterano e ativista de direitos humanos da Alemanha Oriental comunista, à posição de presidente do maior país da União Europeia neste domingo por uma larga maioria na primeira rodada de votos.

              Norbert Lammert, porta-voz da Câmara do país, o Bundestag, disse que Gauck, 72, teve 991 votos na assembleia federal de parlamentares federais e regionais que tem o dever de escolher o chefe do Estado alemão, uma posição principalmente cerimonial.

              Seu principal rival, o ex-caçador de nazistas e jornalista Beate Klarsfeld, teve 126 votos.

              Alemães esperam que Gauck, um proeminente membro do protesto pacífico que levou à queda do Muro de Berlim em 1989, restaure dignidade à presidência, prejudicada por escândalos financeiros que se centraram em seu predecessor Christian Wulff.

              Fonte: Yahoo

Fórum Econômico Mundial começa em Davos focando a crise européia

26/01/2012

 

Angela Merkel pilota a locomotiva europeia e mesmo com vagões tão pesados atrás, ela é vista como dona da receita para quem quer se salvar 

 

 

Durante meses se falou que um país dirigido por uma mulher seria a estrela do 42º Fórum Econômico Mundial, mas a presidente Dilma Rousseff cancelou a ida dela à Davos faz tempo.

O cenário em parte se manteve, A alemã Angela Merkel foi o centro das atenções nesta quarta-feira (25), e com razão pra isso. A Alemanha é o país ocidental com melhores índices econômicos, único que tem menos desemprego hoje do que antes da crise de 2008, é a segunda maior exportadora do mundo.

Em uma Europa devastada pela crise do euro, os alemães adquirem um status ainda mais elevado. O que eles decidem aos poucos está sendo posto em prática. Angela Merkel pilota a locomotiva europeia e mesmo com vagões tão pesados atrás, Grécia, Portugal, Itália, Espanha, ela é vista como dona da receita para quem quer se salvar.

Davos, porém, quer discutir essa receita, onde parece ter muito do ingrediente austeridade e pouco de crescimento. 2.600 empresários e jornalistas, um recorde de participantes, se encontraram para falar principalmente dessa Europa que, como os bancos, é considerada grande demais para afundar.

Discute-se, também, no entanto, se o modelo de capitalismo do século XX é adequado para o século XXI. É claro que crises na Síria, Irã, Paquistão, têm um potencial desestabilizador no cenário mundial, mas Davos fica na Suíça, terra de banqueiros, no centro da Europa, e não é à toa que os problemas do continente serão os mais debatidos esse ano

Fonte: O Globo

 

De fato, a crise na Europa segue sem solução.

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) rebaixou, em 13/1/12, a nota de crédito de nove dos 17 países da zona do euro, entre eles a França. A decisão de rebaixar a nota de AAA para AA+ afeta a perspectiva eleitoral do francês Nicolas Sarkozy, que disputará a reeleição.

Apesar de as outras agências de classificação de risco não terem alterado a nota de crédito francesa (a exemplo do que aconteceu com a Itália, que teve a nota revisada pela S&P e também pela Fitch), o rebaixamento da França reabriu no país a discussão sobre a gestão do atual governo. O primeiro turno das eleições acontece em 22 de abril, em meio a um cenário de dívida pública crescente e estagnação econômica. O segundo turno será em 06 de maio.

O rebaixamento não significa, necessariamente, que a eleição está perdida, mas arranha a imagem de Sarkozy diante de seus adversários, de acordo com José Malaquias, professor de finanças da União Educacional de Brasília (Uneb). “O próprio Sarkozy falou em certa ocasião que um eventual rebaixamento iria complicar seus planos para a reeleição. Os adversários irão lembrar disso”, diz.

Malaquias, porém, salienta que tanto o mercado financeiro quanto as pessoas que trabalham e conhecem a sua dinâmica entendem que uma revisão da nota não significa que o presidente francês perdeu todas as chances de disputar as eleições. “O fato é que o rebaixamento dá munição para a oposição usar isso contra o Sarkosy”, fala.

“O rebaixamento da nota tem mais ressonância no âmbito político”, afirma o especialista em macroeconomia André Roncaglia, professor da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap). Segundo ele, a revisão da nota francesa vai forçar o governo a se esforçar mais para mostrar que está sendo austero e que está combatendo a crise.

Bolsas de Valores

Diferentemente de rebaixamentos anteriores que causaram pânico nos mercados e queda em pregões de todo o mundo, no primeiro dia útil após a revisão da nota da França, a bolsa de Paris sofreu ligeira queda, fechando a 0,11%.

Malaquias diz que a bolsa francesa não “desabou” porque os índices vêm caindo gradativamente e o fato de Sarkozy ter antecipado o rebaixamento, antes que a S&P se manifestasse, acalmou os investidores. “A bolsa vem sofrendo bastante, desde meados do ano passado. Somente um fato muito grave mesmo para impactar de maneira severa o preço desses ativos financeiros”, comenta.

Já Roncaglia diz que, para entender o porquê de determinados rebaixamentos afetarem mais ou menos as bolsas de valores, um fator importante precisa ser considerado: o humor dos investidores. “O mercado de capitais é como se fosse o sistema nervoso da economia. Qualquer coisa que toca a economia, o sistema sente. Ou seja: qualquer mudança vai reformular as expectativas do mercado. O ânimo nessas horas conta muito, assim como a quantidade de fatores que os agentes estão considerando na hora calcular a certeza de ganho que vai ter no futuro”, explica.

Menos de uma semana depois do rebaixamento, Sarkozy prometeu tomar decisões importantes nos próximos dias para impulsionar a competitividade da economia francesa. O presidente afirmou também que sua política não será ditada por agências de classificação de risco.

Fonte: Terra

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29/05/2011

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