Participe de nossos abaixo-assinados
Petição Pública
Prezado Leitor, sua participação é muito importante para nós. Pedimos que, no site www.peticaopublica.com.br,
para cada abaixo-assinado de que você queira participar, digite seu nome completo, RG ou CPF e e-mail. Aproveite para recomendar o site a sua rede de contatos. Obrigada.
Lista de Links
Sala de atendimento
Clique na porta
para acessar Porta

Palavra-chave: Estados Unidos

Americanos estão preocupados com o fim do mundo

09/12/2012

Nos Estados Unidos, as profecias sobre o fim do mundo estão preocupando muita gente. E levaram a agência espacial, a Nasa, a fazer um desmentido oficial.

A correspondente Elaine Bast foi atrás de americanos que se estão se preparando para o apocalipse ainda este mês.

A primeira-ministra da Austrália anunciou: “O fim do mundo está chegando. Os maias estavam certos. Boa sorte a todos”. A premonição apocalíptica fez parte de uma brincadeira, para promover um show de uma rádio australiana.

Nos Estados Unidos, muita gente leva a sério e acredita que o planeta esteja com os dias contados. O fim chegaria no último dia do calendário da antiga civilização maia: 21 de dezembro de 2012.

As teorias são muitas. Por exemplo: uma colisão com um planeta chamado Nibiru, que ninguém viu ainda. Ou ainda uma erupção solar tão forte que provocaria o caos na Terra.

Há quatro anos, Steve se prepara para essa catástrofe. Em casa, ele estocou comidas, armas, pílulas para combater radiação e até máscaras de gás. “Estou me preparando para o colapso da civilização”, diz ele.

Algumas empresas construíram abrigos subterrâneos para que famílias possam sobreviver a uma catástrofe.

Nos Estados Unidos, há até um nome para as pessoas que esperam o fim do mundo: “prepers”
É tanta gente preocupada que o governo americano e a Agência Espacial Nasa criaram páginas na internet para explicar porque ainda vamos continuar muito tempo por aqui.

David Morrison, cientista da Nasa, diz que há muita fantasia e não há razão para se preocupar:
“Tem gente que não dorme e nem come”, destaca.

Sem se convencer, John instalou um sofisticado sistema de segurança em casa além de transformar o sofá e a cama em cofres: “Assim meu dinheiro ficará seguro”, diz ele.

Difícil é saber o que ele vai comprar, se o mundo acabar.

‘Sobrevivencialistas’ se preparam para o fim do mundo nos EUA

Eles acumulam alimentos, remédios, ferramentas, baterias e armas.
Alguns preveem um mundo sem leis após um desastre social e econômico.

Milhões dos chamados “sobrevivencialistas” nos Estados Unidos esperam o colapso da sociedade e se preparam para uma calamidade global que, segundo acreditam, pode ocorrer daqui a três semanas.

Os “preppers” (algo como “preparados”), como são chamados nos EUA, têm até seu próprio “reality show” no “National Geographic” e muitos deles vinculam suas expectativas com o calendário maia e o dia 21 de dezembro.

A rede Piedmont Virgínia Preppers explica em seu site, com precisão e jargão técnicos, que as catástrofes podem gerar desde “WWL”, a sigla em inglês para um mundo sem leis após o desastre social e econômico, até TEOTWAWKI, ou “o fim do mundo tal como o conhecemos”, o apocalipse.

No meio pode ocorrer um SHTF – sigla que corresponde, literalmente, a “m… é jogada no ventilador” – que significa algum desastre de caráter regional, como um furacão, uma grande inundação, ou distúrbios e motins.

Os “sobrevivencialistas” que esperam um descalabro do governo e das instituições sociais acumulam alimentos, remédios, ferramentas, lanternas, baterias e, certamente, armas e munição. Os que esperam um colapso econômico e financeiro juntam moedas de ouro, compram terras, fertilizantes, sementes.

E os que, por suas crenças religiosas, esperam o fim do mundo guardam tudo o que foi mencionado sem explicarem muito bem com que propósito, já que tudo terá acabado. Os sinais do apocalipse, segundo os sobrevivencialistas, incluem uma supertormenta solar, o impacto de um meteorito gigante e a elevação do nível do mar.

Recessão econômica
A recente recessão econômica, a crise em 2011 em relação ao limite da dívida dos EUA, e a retórica alarmista que precede o “abismo fiscal” que supostamente ocorrerá no fim deste ano reforçaram as apreensões de sobrevivencialistas.

“Há vários eventos que poderiam criar uma situação nas cidades onde as revoltas civis são muito prováveis”, disse ao jornal “The Washington Post” o representante republicano na assembleia legislativa do Estado de Maryland, Roscoe Bartlett.

Cientista, engenheiro e fazendeiro, Bartlett tem seu próprio “bunker” nas florestas da Virgínia Ocidental, onde estoca geradores de eletricidade e armários embutidos com alimentos e remédios.

Nas livrarias – as poucas reais e inúmeras virtuais – abundam as seções de manuais de sobrevivência com instruções para fazer fogo, primeiros socorros, orientação e defesa.

Escola de sobrevivência
“A sociedade é frágil, e algo vai acontecer”, declarou à rede de TV FOX8, de Cleveland, Tom Laskowski, que dirige uma escola de sobrevivência em Seven Hills chamada “Destrezas Nativas do Meio Oeste”.

“Há gente preocupada que isso possa ocorrer, embora ninguém saiba quando ocorrerá”, acrescentou Laskoski, que recomenda que os mais preocupados armazenem comida e água para se sustentar por três a seis meses.

O temor de um cataclisma virou um bom negócio para as lojas de armas, equipamentos de acampamento e alimentos enlatados, da mesma forma que para pequenas empresas como a Practical Preppers, da Carolina do Sul, especializada na construção de refúgios subterrâneos e em “assessoria em segurança”, que é basicamente o conselho para a compra de armas.

Um dos sócios da firma é Scott Hunt, um engenheiro e ex-pastor de uma congregação cristã independente que descreve sua função como “o chato trabalho da infraestrutura”, e o outro é David Kobler, veterano do exército com experiência em combate urbano no Iraque.

O site da Practical Preppers explica que “a instrução, a experiência e as destrezas de Hunt e Kobler se complementam quando se trata da preparação para sobreviver a desastres cataclísmicos, desde furacões devastadores a crises prolongadas como um ataque eletromagnético, que poderia destruir nossa infraestrutura tecnológica, paralisar o governo e causar o colapso da ordem social”.

No entanto, a Practical Preppers não indica qual é a preparação adequada para sobreviver ao fim do mundo.

Alguns “sobrevivencialistas” esperam o colapso da sociedade, e outros o fim do mundo, e milhões deles nos Estados Unidos se preparam para uma calamidade que, segundo acreditam, pode ocorrer daqui a três semanas.

Os “preppers”, como são chamados nos EUA, têm até seu próprio “reality show”, nada menos que no canal da “National Geographic”, e muitos deles vinculam suas expectativas com o calendário maia e o dia 21 de dezembro.

A rede Piedmont Virgínia Preppers explica em seu site, com precisão e jargão técnicos, que as catástrofes podem gerar desde “WWL”, a sigla em inglês para um mundo sem leis após o desastre social e econômico, até TEOTWAWKI, ou “o fim do mundo tal como o conhecemos”, o apocalipse.

No meio pode ocorrer um SHTF – sigla que corresponde, literalmente, a “m… é jogada no ventilador” – que significa algum desastre de caráter regional, como um furacão, uma grande inundação, ou distúrbios e motins.

Os “sobrevivencialistas” que esperam um descalabro do governo e das instituições sociais acumulam alimentos, remédios, ferramentas, lanternas, baterias e, certamente, armas e munição. Os que esperam um colapso econômico e financeiro juntam moedas de ouro, compram terras, fertilizantes, sementes.

E os que, por suas crenças religiosas, esperam o fim do mundo (literal) guardam tudo o que foi mencionado sem explicarem muito bem com que propósito, já que tudo terá acabado. Os sinais do apocalipse, segundo os sobrevivencialistas, incluem uma supertormenta solar, o impacto de um meteorito gigante e a elevação do nível do mar.

Por alguma razão, a eleição em 2008 do primeiro presidente negro dos Estados Unidos, Barack Obama, acelerou as preparações de centenas de milhares de famílias que viram nisso um sinal do fim dos tempos.

A recente recessão econômica, a crise em 2011 em relação ao limite da dívida dos EUA, e a retórica alarmista que precede o “abismo fiscal” que supostamente ocorrerá no fim deste ano reforçaram as apreensões de outros sobrevivencialistas.

“Há vários eventos que poderiam criar uma situação nas cidades onde as revoltas civis são muito prováveis”, disse ao jornal “The Washington Post” o representante republicano na assembleia legislativa do Estado de Maryland, Roscoe Bartlett.

Cientista, engenheiro e fazendeiro, Bartlett tem seu próprio “bunker” nas florestas da Virgínia Ocidental, onde estoca geradores de eletricidade e armários embutidos com alimentos e remédios.

Nas livrarias – as poucas reais e inúmeras virtuais – abundam as seções de manuais de sobrevivência com instruções para fazer fogo, primeiros socorros, orientação e defesa.

“A sociedade é frágil, e algo vai acontecer”, declarou à rede de TV “FOX8”, de Cleveland, Tom Laskowski, que dirige uma “escola de sobrevivência” em Seven Hills chamada “Destrezas Nativas do Meio oeste”.

“Há gente preocupada que isso possa ocorrer, embora ninguém saiba quando ocorrerá”, acrescentou Laskoski, que recomenda que os mais preocupados armazenem comida e água para se sustentar por três a seis meses.

O temor de um cataclisma virou um bom negócio para as lojas de armas, equipamentos de acampamento e alimentos enlatados, da mesma forma que para pequenas empresas como a Practical Preppers, da Carolina do Sul, especializada na construção de refúgios subterrâneos e em “assessoria em segurança”, que é basicamente o conselho para a compra de armas.

Um dos sócios da firma é Scott Hunt, um engenheiro e ex-pastor de uma congregação cristã independente que descreve sua função como “o chato trabalho da infraestrutura”, e o outro é David Kobler, veterano do exército com experiência em combate urbano no Iraque.

O site da Practical Preppers explica que “a instrução, a experiência e as destrezas de Hunt e Kobler se complementam quando se trata da preparação para sobreviver a desastres cataclísmicos, desde furacões devastadores a crises prolongadas como um ataque eletromagnético, que poderia destruir nossa infraestrutura tecnológica, paralisar o governo e causar o colapso da ordem social”.

No entanto, a Practical Preppers não indica qual é a preparação adequada para sobreviver ao fim do mundo.

Fonte: Rede Globo

Furacão Sandy faz estrago na América do Norte e Caribe

27/10/2012

O prejuízo econômico causado pela tempestade Sandy, que passa pela costa leste dos Estados Unidos, pode superar os US$ 50 bilhões (R$ 100 bilhões) das estimativas iniciais do mercado financeiro.

Segundo as seguradoras e analistas especializados em desastres naturais, o valor perdido com Sandy deve superar o montante gasto após o furacão Katrina, que atingiu o Estado da Louisiana em 2005. Na época, foram usados US$ 46,6 bilhões (R$ 93,2 bilhões).

Não há ainda uma previsão completa dos danos provocados, especialmente porque a tempestade ainda avança pelo país, apesar de ter perdido força. Porém, seguradoras e analistas já estimam as perdas.

A consultora Eqecat, que modela os custos das catástrofes para as companhias de seguros, calcula que o impacto será entre US$ 10 bilhões e US$ 20 bilhões, incluindo apenas os empreendimentos segurados.

Usando o mesmo princípio, a AIR Worldwide calculou entre US$ 7 bilhões e US$ 15 bilhões o prejuízo após Sandy. Em ambos os casos, não estão incluídos os gastos em recuperação de equipamentos públicos, como rodovias, pontes e escolas, por exemplo.

O governo divulgou apenas uma previsão inicial, de US$ 7 bilhões, sobre o que gastaria apenas com os danos causados pelos ventos, como queda de árvores e postes de iluminação. Não estão incluídos nessa conta a recuperação das estradas e dos prédios governamentais.

ECONOMIA

Além dos danos provocados pela tempestade, a economia dos 12 Estados afetados ficará paralisada durante pelo menos quatro dias, prejudicando o desempenho econômico de todo o país. A região atingida por Sandy representa 23% do PIB americano.

Economistas já preveem que os indicadores econômicos semanais e mensais de outubro tenham reações abaixo do esperado para o período por causa da tempestade.

Além disso, o comércio varejista foi afetado na semana do Dia das Bruxas, uma das datas com maior número de compras, e o setor aéreo também sofrerá com os mais de 19 mil voos cancelados nos últimos quatro dias.

No entanto, o mercado avalia que o impacto será moderado, já que os gastos do governo e o consumo das famílias deverá ganhar impulso por causa dos trabalhos de limpeza e recuperação das áreas atingidas pelo Sandy, diminuindo o impacto final na economia no longo prazo.

Fonte: Uol

A passagem do furacão Sandy aterrorizou as Américas durante sete dias, deixando um rastro de destruição e morte por cinco países do Caribe, além de Estados Unidos e Canadá. Ao menos 111 pessoas morreram — sendo 71 no Caribe e 40 na América do Norte. Esse número ainda vai crescer, já que as autoridades seguem contabilizando os danos e as vítimas.

O Sandy começou a causar estragos no Caribe na quarta-feira da semana passada (24), quando chegou a ser classificado como furacão de categoria 2, com ventos constantes de 165 km/h.

Dados das agências de notícias EFE e Associated Press indicam que, apenas na região, o número de mortos chega a 71 até o momento.

O primeiro local atingido foi a ilha de Porto Rico. A ilha, que pertence aos EUA, sofreu com fortes chuvas e inundações. Autoridades reportaram uma morte no local, quando o furacão ainda era de categoria 1.

Em seguida, Sandy passou pela República Dominicana, onde o furacão matou dois jovens que tentavam cruzar um rio. Cerca de 30 mil pessoas foram evacuadas no sul do país, segundo autoridades.

O país mais atingido pelo Sandy foi o Haiti. Autoridades de socorro informaram nesta terça-feira (30) que o número de mortes subiu para 54, três a mais que no balanço divulgado no domingo. Segundo a direção de Defesa Civil, também foram registradas 21 pessoas desaparecidas e 20 feridas.

O Haiti ainda sofre graves consequências por causa do forte terremoto que destruiu a capital, Porto Príncipe, em janeiro de 2010. Cerca de 370 mil pessoas ainda vivem em abrigos temporários.

Após o Haiti, Sandy passou pela Jamaica, onde um idoso morreu esmagado por uma pedra dentro de casa, segundo a AP.

O furacão, então, chegou a Cuba na madrugada da quinta-feira (25), onde ganhou força e passou para a categoria 2. Sandy ficou por cinco horas no país, convertendo-se em um dos mais devastadores dos últimos anos, depois de deixar 11 mortos e muitos danos materiais. Mais de 130 mil casas foram danificadas e cerca de 15 mil destruídas em Cuba.

Nas Bahamas, policiais estimam que duas pessoas morreram — uma delas caiu do telhado enquanto tentava consertar uma janela.

Ao menos 39 mortes nos EUA

Três dias depois, Sandy chegou à costa leste dos EUA. As autoridades norte-americanas ainda não divulgaram um balanço oficial de mortes.

Segundo o jornal New York Times e a rede de TV CNN, o número de mortos nos Estados Unidos é de, no mínimo, 39 vítimas

Só em Nova York, 22 mortes já foram confirmadas, segundo o Departamento de Polícia de Nova York (NYPD).

Contagem da Associated Press, no entanto, indica que o Sandy deixou 51 mortos na costa leste norte-americana.

No Canadá, uma mulher morreu com a queda de uma árvore.

 Fonte: R7

Com ventos de cerca de 130 km/h, a tempestade Sandy atingiu a costa leste dos Estados Unidos próximo de Atlantic City, em Nova Jersey, em 29/10/12, pouco depois das 22h, horário de Brasília.

O Centro Nacional de Furacões dos EUA rebaixou a classificação do fenômeno de “furacão” para “ciclone pós-tropical” – o que significa que ele não é mais impulsionado por temperaturas quentes -, mas informou que ele ainda representa uma grande ameaça. O fenômeno pode afetar cerca de 60 milhões de pessoas, segundo a empresa United States National Grid, que fornece energia ao país.

Reportagem da emissora americana CNN apontou que 2,2 milhões de pessoas estavam sem energia até às 0h de Brasília. Até este horário foram registradas cinco mortes em Nova York e  duas em Nova Jersey por conta da tempestade. Algumas das vítimas foram atingidas por árvores, informou a Globo News.

Por volta de 0h de Brasília, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, se pronunciou e afirmou que nas próximas duas horas a situação deveria melhorar. Bloomberg pediu às pessoas que mantivessem todos os cuidados solicitados antes da chegada da tempestade.

Milhares de voos foram afetados, centenas de milhares de pessoas tiveram de deixar suas casas em Nova York, onde todo o sistema de transporte público parou e a Bolsa de Valores foi fechada pela primeira vez após o atentado de 11 de setembro de 2001 – e continua sem funcionar até, pelo menos, 30/10/12

O fenômeno climático Sandy voltou a ganhar força de furacão  depois de ter retornado brevemente a ser uma tempestade tropical, informou há pouco o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos. Aviões da Força Área norte-americana registraram ventos sustentados de 120 quilômetros por hora à medida que a tempestade se deslocava na direção da Costa Leste do país, conforme o órgão.

Como possível “tempestade monstro”, a chegada de Sandy à terra firme era esperada para a semana que vem, durante a reta final da campanha antes das eleições dos EUA, marcadas para 6 de novembro.

Na última medição, às 12h GMT (10h do horário de Brasília), o furacão estava 540 quilômetros a sudeste de Charleston, no Estado da Carolina do Sul, se movimentando rumo ao nordeste a uma velocidade de 17 quilômetros por hora. “Dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) e dos aviões da Força Aérea indicam que Sandy tem ventos sustentados de cerca de 120 quilômetros por hora, com rajadas superiores a esse valor”, disse o centro.

Mais cedo, o NHC havia informado que Sandy havia perdido intensidade de furacão para tempestade tropical, mas que “esperava uma forte tempestade com impactos de grande alcance no início da semana que vem”.

Como furacão, Sandy matou mais de 40 pessoas no Caribe, destruiu casas e derrubou árvores e linhas de energia.

Meteorologistas esperavam que a aproximação de Sandy levasse ventos e chuva forte, marés altas e talvez neve aos EUA já no início de domingo. Os efeitos chegariam ao pico com a passagem do fenômeno na terça-feira. Com uma mistura rara de três grandes sistemas climáticos em uma área densamente habitada, especialistas preveem que os prejuízos podem chegar a US$ 1 bilhão.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos EUA informou na sexta-feira que, por onde quer que Sandy passe, deve levar cerca de 254 milímetros de chuva. Até 0,6 metros de neve devem cair no Estado de West Virginia. Partes de Ohio e Pennsylvania devem ter menos neve. “Será um evento de longa duração, com dois a três dias de impacto para muitas pessoas”, salientou John Franklin, chefe de previsões do Centro Nacional de Furacões.

Na parte nordeste do Estado de Nova Jersey, autoridades pediram aos habitantes que estejam preparados para vários dias sem eletricidade. As cidades litorâneas começaram a realizar evacuações voluntárias e proteger áreas de passeio à beira mar. Cassinos de Atlantic City fizeram planos de contingência para fechar em caso de necessidade. Autoridades da cidade aconselharam residentes de áreas suscetíveis a enchentes a ir para a casa de familiares ou estar preparados para abandonar suas residências rapidamente. Companhias áreas informaram esperar cancelamentos e renunciaram a taxas de alteração para os passageiros que desejem remarcar bilhetes.

De fato, milhões de moradores da costa leste dos Estados Unidos acordaram  sem energia elétrica e sem acesso a meios de transportes. Grandes áreas de Nova York, maior cidade do país, seguem às escuras e vazias pelo segundo dia consecutivo. Pelo menos 17 mortes foram registradas em sete Estados diferentes.

Segundo a agência AP, 17 pessoas morreram nos Estados de Nova York, Nova Jersey, Pensilvânia, Connecticut, Maryland, Carolina do Norte e Virgínia. Três das vítimas seriam crianças. Pelo menos uma pessoa morreu no Canadá. De acordo com a rede de notícias NBC, mais duas pessoas foram encontradas mortas debaixo de uma árvore no Brooklyn, em Nova York, o que elevaria para 19 o total de mortes, mas este número ainda não é confirmado. Em sua passagem pelo Caribe, o fenômeno deixou 69 mortos.

A tempestade, que tocou o solo americano no início da noite de 22/10 em Nova Jersey, com ventos sustentados de até 130 km/h, provocou cortes de energia em pelo menos 6 milhões de residências e comércios desde o Estado da Carolina do Sul até Ohio. Até a campanha presidencial – a exatos sete dias da eleição – foi colocada em modo de espera.

Nova York foi uma das cidades mais atingidas pela passagem da chamada “supertempestade”. O coração financeiro da cidade, localizado no sul da ilha de Manhattan, foi tomado pela água. Em construção, a área do novo World Trade Center foi inundada. De acordo com o presidente da Autoridade de Transportes Metropolitanos (MTA, na sigla em inglês), Joseph Lhota, a tempestade provocou os piores danos ao sistema de metrô da cidade desde a sua inauguração, há 108 anos.

“Essa vai entrar para os recordes”, disse John Miksad, vice-presidente de operações da empresa Consolidate Edison, que fornece energia à cidade e teve mais de 670 mil clientes sem energia em Nova York e em áreas próximas. O presidente americano Barack Obama declarou Nova York e Long Island como áreas atingidas por um “grande desastre”, o que facilita a liberação de recursos federais para os moradores.

Nesta terça-feira, a Bolsa de Valores de Nova York permaneceu fechada pela segundo dia consecutivo, a primeira vez que isso acontece desde que uma nevasca paralisou suas operações por dois dias em 1888. Os três principais aeroportos da cidade também permaneceram fechados. Ao todo, cerca de 14 mil voos foram cancelados nos dois dias, a maioria deles devido à tempestade, segundo o serviço de rastreamento de voos FlightAware.

Uma sem precedentes maré de 3,9 m de água do mar – 90 cm acima do recorde anterior – avançou sobre o sul de Manhattan, inundando túneis, estações de metrô e o sistema de energia que abastece Wall Street. Um hospital universitário com 200 pacientes foi evacuado por falta de energia. Arranha-céus balançaram com os fortes ventos, que causaram alarme ao destruírem parcialmente um guindaste que trabalhava na altura do 74º andar de um prédio.

Em Nova Jersey, onde Sandy tocou o solo como furacão, centenas de pessoas eram evacuadas devido à elevação do nível da água na manhã desta terça-feira. Autoridades usaram botes para tentar resgatar 800 pessoas que ficaram ilhadas no parque de trailers de Moonachie, mas não há informações sobre mortos ou feridos. Chegou-se a ser anunciado que um dique rompeu, mas o governador do Estado, Chris Christie, afirmou que uma margem transbordou.

  A massiva tempestade chegou até o meio-oeste do país. Autoridades de Chicago alertaram os moradores para ficarem distantes da costa do Lago Michigan e a cidade se prepara para receber ventos de 96 km/h e ondas de mais de 7 m até quarta-feira.

Ao avançar sobre o nordeste do país, o fenômeno convergiu com um sistema de tempo frio e se transformou em um híbrido de chuva com ventos fortes, chegando até a levar neve para a Virgínia do Oeste e para regiões montanhosas. De acordo com o Centro Nacional de Furacões, às 5h (7h de Brasília) Sandy se movia no sentido oeste com seu centro localizado a 145 km da Filadélfia, no Estado da Pensilvânia.

Apesar de ter se enfraquecido e perdido o status de furacão, as autoridades alertam que o fenômeno vai continuar trazendo fortes chuvas e inundações. A distinção no termo usado para se referir à tempestade seria apenas técnica, e ela ainda estaria provocando ventos com intensidade registrada em furacões.

As informações são da Dow Jones e da Associated Press.

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=6J3Ew2VCxPk’]

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=4fRRGJW6Oq8′]

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=dMn8mDsrx40′]

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=hgOmyRmw8Js’]

[yframe url=’http://www.youtube.com/watch?v=NBLPpfq40GY’]

Fonte: Youtube

Tempestade Isaac chega aos Estados Unidos com menos impacto do que o esperado

27/08/2012

Furacão Isaac atinge costa dos EUA e ameaça New Orleans

Exatamente sete anos após o Katrina devastar New Orleans, o furacão Isaac atinge o estado da Louisiana. Água ultrapassou diques e pode provocar graves inundações.

Após fortes chuvas causadas pelo furacão Isaac, a água ultrapassou a parte superior de uma barreira contra inundações no sudeste do estado norte-americano de Louisiana nesta quarta-feira (29/08). A região, nos arredores de New Orleans, está sob ameaça de graves enchentes.

O Centro Nacional de Furacões dos EUA havia alertado que o Isaac poderia provocar inundações com seus ventos de até 130 quilômetros por hora, sendo considerado assim um furacão da categoria 1. O Isaac atingiu a costa na noite desta terça-feira e avançou em direção à Louisiana durante a madrugada.

O furacão esteve quase estacionado próximo à costa de Louisiana nos últimos dias, provocando chuvas. A tempestade pode avançar até New Orleans ainda nesta quarta-feira, exatamente sete anos após o furacão Katrina ter devastado a cidade.

“Os funcionários de manejo de emergências no distrito de Plaquemines Parish reportaram o transbordamento de um dique na margem oriental desde Braithwaite a White Ditch [distritos a sudeste de New Orleans]. Isso resultará em inundações significativamente profundas nessa área”, informou o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, de acordo com o site do The Weather Channel (Canal do Tempo).

New Orleans sob ameaça

Billy Nungesser, presidente do distrito de Plaquemines Parish, a cerca de 90 quilômetros ao sudeste de New Orleans, disse que os diques com cerca de três metros de altura não haviam sido destruídos, mas que a água estava avançando sobre eles.

“Os diques estão cobertos em diversos pontos e estamos tentando retirar as poucas pessoas que ficaram para trás”, declarou Nungesser à emissora CNN. Cerca de 2 mil pessoas já deixaram a área, mas apesar da evacuação obrigatória, muitas permaneceram no local.

 

Apesar da evacuação obrigatória, muitas pessoas permanecem nos arredores de New Orleans

 

“As estradas estão completamente intransitáveis, algumas pessoas ficaram presas nas estradas. A situação é grave”, completou Nungesser. Além disso, ventos fortes derrubaram árvores e interceptaram linhas de energia, deixando cerca de 390 mil pessoas sem energia elétrica, informou a empresa Entergy Louisiana.

Mais de 4 mil membros da Guarda Nacional do estado foram mobilizados, com 48 equipes marítimas distribuídas pelos arredores de New Orleans, de acordo com o gabinete do governador de Louisiana, Bobby Jindal, que havia alertado a população para se preparar para o pior.

O prefeito de New Orleans, Mitch Landrieu, disse na terça-feira que a cidade poderia ser atingida por chuvas de 40 centímetros ou mais.

Ameaça não subestimada

O Isaac foi o primeiro teste para esquemas de defesa contra inundações multibilionários, construídos depois de diques falharem durante o Katrina, deixando vastas áreas de New Orleans destruídas e 1.800 pessoas mortas.

Apesar de não tão forte como o furacão da categoria 3 Katrina, o Isaac, com ventos da categoria 1 – de até 130 quilômetros por hora – é uma ameaça que não deve ser subestimada, afirmam as autoridades.

O presidente Barack Obama pediu à população que levasse o furacão a sério, alertando sobre a possibilidade de graves inundações e prejuízos. “Quero pedir a todos os residentes da costa do Golfo que escutem os oficiais locais e sigam suas instruções, incluindo a evacuação.”

 

Ventos fortes derrubaram árvores e deixaram cerca de 390 mil pessoas sem energia em Louisiana

 

Efeitos colaterais

O fenômeno climático também teve efeito sobre a política. A convenção nacional do Partido Republicano chegou a ser aberta nesta segunda-feira em Tampa, na Flórida. O evento foi, porém, adiado para o dia seguinte após poucos minutos, por conta da aproximação da Isaac à costa. A tempestade poupou Tampa, onde a convenção seguiu adiante.

Enquanto isso, companhias de energia ao longo da costa do Golfo do México prepararam-se para o impacto da tempestade desligando algumas plantas e operando outras com potência reduzida.

Refinarias de petróleo também cercearam operações. Furacões intensos como o Katrina – que chegou a reduzir a capacidade de produção de petróleo em até 4,5 milhões de barris por dia – inundaram refinarias, mantendo-as fechadas por longos períodos e reduzindo o abastecimento de combustíveis.

Desta vez, porém, o Departamento de Energia dos EUA estima que apenas 12% da capacidade de refinamento da costa do Golfo seja afetada. Por dia, o estado de Louisiana costuma processar mais de 3 milhões de barris de petróleo cru em produtos como gasolina.

Fonte: Anjo de Luz

Seca nos Estados Unidos

20/08/2012

A seca nos Estados Unidos, que levou à quebra da safra norte-americana, trouxe à capital federal representantes do setor de frangos, suínos e óleos. Eles pediram ao secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, ajuda para enfrentar os problemas do setor no Brasil. Entre as reivindicações do setor, estão a liberação de créditos do PIS/Cofins devidos pelo governo às empresas.

Segundo os produtores, o dinheiro ajudaria a reduzir os custos de produção, que aumentaram “absurdamente” após a elevação do preço da soja no mercado internacional. “Ajudaria a comprar farelo mais barato”, disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína, Pedro de Camargo Neto. Ele explicou que o setor de carnes está extremamente pressionado com o aumento do custo de produção e, por isso, veio pedir o ressarcimento de créditos do PIS/Cofins, “que existem e são devidos, mas costuma demorar muito”.

Camargo Neto não soube informar o valor exato dos créditos devidos ao setor, mas ressaltou que os recursos ajudariam a reduzir os custos na aquisição do farelo de soja, insumo usado para melhorar a produção no setor. Ele destacou que, com o agravamento da situação agrícola dos Estados Unidos, o preço da soja disparou no mercado internacional, pressionou inclusive a cotação no Brasil, já que a commodity é negociada na Bolsa de Chicago, a maior do gênero no mundo.

“É a maior seca nos Estados Unidos em 50 anos e a primeira vez na história que tem impactos no Brasil. O Brasil não era globalizado como é hoje, e qualquer coisa que aconteça nos Estados Unidos reflete também aqui. Vão ser dois anos de dificuldades”, afirmou.

Embora existam problemas com os preços, o abastecimento, pelo menos, parece estar garantido. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, Carlo Lovatelli, o fornecimento do farelo de soja necessário para a produção não será reduzido. Ele lembrou, porém, que as pequenas indústrias de processamento têm sofrido com a elevação do preço da matéria-prima. “A área de exportação está indo bem, mas não queremos aproveitar essa situação. Queremos realmente equilíbrio no processo como um todo.”

O diretor de Mercado da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango, Ricardo Santin, pediu medidas emergenciais, como a liberação de crédito para compensar perdas com a crise. Santin disse que o governo pode adotar outras medidas, além de  liberar os créditos do PIS/Cofins. De acordo com ele, o setor é responsável por 3,5 milhões de empregos diretos e, se nada for feito, poderá haver demissões. “Se o setor não tiver uma solução imediata, teremos desemprego.”

Santin disse a tonelada da soja, no início do ano, custava R$ 650 e agora custa R$ 1,3 mil. A saca do milho, que deveria estar na faixa de R$ 23 a R$ 26, chega R$ 35 em algumas regiões. Segundo o produtor, o acréscimo no custo de produção após a seca nos Estados Unidos pode chegar a até 30%.

 

Fonte: Msn

Massacre nos Estados Unidos

21/07/2012

O atirador que matou 12 pessoas e feriu outras 38 nesta sexta-feira durante a pré-estreia do filme “Batman- O cavaleiro das trevas ressurge”, no Colorado, teria dito a policiais que era o coringa – vilão do segundo filme da trilogia de Christopher Nolan – ao ser preso. James Holmes, de 24 anos, estava com o cabelo pintado de vermelho, contou o comissário da polícia de Nova York Ray Kelly.

Apesar de ser da polícia nova-iorquina, Kelly disse estar por dentro do caso em Aurora, na periferia de Denver, porque o responsável pela investigação no Colorado era vice-chefe da corporação em Nova York.

O suspeito foi preso no estacionamento perto do cinema e não teria resistido à prisão. Nascido em San Diego, Holmes era formado em Neurociência pela Universidade do Colorado e iniciou um doutorado em “Distúrbios psiquiátricos e neurológicos”, no segundo semestre de 2011. No mês passado, ele teria começado um processo para abandonar o curso, mas fontes da universidade não souberam o motivo.

Testemunhas do massacre contaram que o atirador não falou uma única palavra antes de realizar os disparos, e que se manteve calmo durante todo o tempo. Holmes foi encontrado pela polícia pouco tempo depois, no estacionamento atrás do cinema.

Vizinhos do suposto atirador se mostraram surpresos com a notícia do massacre. Kaitlyn Fozin, que mora no andar de baixo de Holmes, contou que o suspeito estava ouvindo música eletrônica com o volume muito alto antes de sair para ir ao cinema. Segundo a vizinha, a música repetiu interruptamente – como se fosse uma única canção – até que o som parou por volta da 1h de madrugada.

Em comunicado divulgado hoje, a família do atirador disse ter sido pega de surpresa pela notícia do massacre:

“Nossos corações estão com as vítimas desta tragédia e com seus familiares e amigos. Pedimos à mídia que respeite nossa privacidade durante esse momento difícil. Estamos cooperando com as autoridades de San Diego, California e Aurora (Colorado). Ainda estamos tentando entender o que aconteceu, e agradeceríamos se as pessoas respeitassem nossa privacidade”.

Segundo Dan Oasted, chefe da polícia local, a mãe de James, Arlene, está atualmente sob custódia policial. Policiais montaram guarda em frente à sua casa, no bairro de Rancho Penasquitos, na cidade de San Diego, Califórnia.

Fonte: Yahoo

Estados Unidos facilitam a emissão de vistos no Brasil

25/04/2012

Em visita na manhã de 23 de Abril à Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, representantes do governo americano confirmaram a abertura de dois novos consulados no Brasil para facilitar a emissão de vistos para entrada nos Estados Unidos. As cidades contempladas foram Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS).

Para o ministro-conselheiro do governo americano, Todd Chapman, a medida é “positiva” e um dos “capítulos mais importantes da história diplomática entre Brasil e Estados Unidos”. No entanto, o representante americano disse que é preciso “muito tempo” para derrubar a exigência de visto para turistas brasileiros.

“Esse foi um tema de discussão entre os presidentes Barack Obama e Dilma Rousseff no último encontro deles em Washington recentemente. Estamos bastante interessados em continuar o diálogo para facilitar a emissão de vistos e discutir os requerimentos necessários para que, eventualmente, o Brasil chegue a participar desse processo de isenção de visto. Mas vai precisar de muito tempo, muita conversa, muitos acordos para facilitar essa possibilidade”, afirmou.

O ministro do Interior dos Estados Unidos, Ken Salazar, fez um apelo para que os brasileiros visitem o país e variem seus destinos em território americano. “Quando as pessoas vêm aos Estados Unidos, queremos ter certeza de que elas tenham uma ótima experiência. Os brasileiros vão à Disney, a Nova York, mas queremos que essas pessoas visitem outras partes dos EUA. Temos lindas coisas para ver e queremos dividir isso com as pessoas do Brasil, do mesmo jeito que os americanos vêm para o Brasil conhecer o Rio de Janeiro, para pescar, para conhecer a Amazônia”, disse.

Os dois representantes norte-americanos acompanham a secretária de Estado do país, Hillary Clinton, em sua visita de dois dias ao Brasil. Ainda hoje, Hillary se reúne com empresários brasileiros e americanos para estreitar as relações entre os dois países.

onte: Isto É

Tempestades nos Estados Unidos deixam rastro de destruição

05/03/2012

“Não há equivalente para a mãe Natureza no seu pior”, admitiu Mitch Daniels, governador do Indiana, onde ontem se contavam já 14 vítimas mortais. As tempestades, que em várias zonas deram origem a tornados, fizeram outras 17 vítimas no Kentucky, três no Ohio e pelo menos uma no Alabama, segundo um balanço avançado pela CNN.

Ao todo, adianta a BBC, foram registados mais de 90 tornados, num total de “700 fenómenos meteorológicos intensos”.

As primeiras mortes foram noticiadas durante a tarde de ontem no estado do Indiana, atingido em simultâneo por vários tornados. A CNN revelou que a cidade de Henryville foi uma das mais atingidas, com bairros inteiros arrasados pelos fortes ventos, notícias de camiões e autocarros escolares lançados contra casas. A localidade vizinha de Marysville foi descrita como estando “totalmente destruída”.

Assim que se registou uma acalmia, as autoridades lançaram uma vasta operação para limpar estradas e encontrar sobreviventes entre os destroços, havendo informação de dezenas de pessoas desaparecidas, incluindo um rapaz de nove anos. A imprensa local noticiou que uma família de quatro pessoas foi encontrada morta em casa, no condado de Washington, e vários corpos foram localizados dentro de automóveis arrastados pelos tornados.

Mas houve pelo menos uma boa notícia para as equipas de resgate: uma menina de dois anos foi encontrada com vida num campo a sul de Henrysville após a passagem da tempestade, adiantou a BBC. Ninguém sabe como a criança foi parar sozinha ao local e o seu estado é considerado crítico, tendo sido transferida de helicóptero para um hospital de Louisville, a maior cidade do vizinho estado do Kentucky.

As tempestades – que atingiram boa parte do Midwest e se estenderam a partes dos estados do Alabama, Tennessee e Florida – ocorreram dias depois de uma outra frente meteorológica ter atingido uma região próxima, provocando 13 mortos.

Ao final da tarde de sexta-feira, perante o agravamento da situação, o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA emitiu um alerta de tornados para toda a região, avisando em particular para a intensidade dos ventos previstos para o Indiana. “Esta é uma situação extremamente perigosa… se estão no caminho deste tornado vão imediatamente para abrigos”, avisou o NWS. Para muitos, o alerta chegou tarde.

Os tornados são frequentes durante todo o ano no Centro e Sul dos Estados Unidos, mas a intensidade das tempestades registadas nesta semana é pouco habitual para a época – o pico dos tornados costuma ocorrer de Março a Maio no Sul e um pouco depois nos estados mais a norte.

Fonte: O Público (Portugal)

A Terra em 2012 e as adversidades do clima

20/02/2012

Avalanche nos Estados Unidos

Pelo menos três pessoas morreram e várias estão desaparecidas depois de uma avalanche perto de uma estação de esqui nas montanhas Cascade, do estado de Washington, no extremo noroeste dos Estados Unidos, informaram as autoridades americanas neste domingo.

Segundo informações da imprensa local, pelo menos oito pessoas estão desaparecidas depois do deslizamento de neve em uma área de acesso proibido perto de Steven Pass, um centro de esqui 130 km a noroeste de Seattle. “Há informações preliminares de uma avalanche que deixou três mortos no canal de Tunnel Creek, próximo a Stevens Pass, neste domingo à tarde, mas não há detalhes disponíveis ainda”, informou o Centro Climatológico e de Avalanches do Noroeste (NWAC) em seu site.

A porta-voz do gabinete do xerife do condado de King – ao qual pertence a região -, Cindi West, confirmou no Twitter que “há pessoas desaparecidas” e acrescentou que as equipes de resgate estavam a caminho. “Tudo o que sei é que ocorreu uma avalanche, que há pessoas presas e algumas podem ter morrido”, disse à AFP o porta-voz dos bombeiros, Keith Leary.

Mas, acrescentou, é muito cedo para saber algo com mais certeza, pois as equipes de resgate que chegaram ao local “não podem manter o contato por celular por se tratar de uma área muito remota”. O NWAC emitiu neste domingo um alerta de avalanche para regiões acima de 1,5 mil m acima do nível do mar.

Chuvas no Acre

Rio Branco decretou estado de emergência em função da cheia do rio Acre, que já atingiu cerca de 30 mil pessoas

Após as chuvas registradas nas últimas horas, o rio Acre continou subindo neste domingo e já se aproxima do nível mais alto já registrado, o que elevou para 4.122 o número de desabrigados na região próxima à fronteira com a Bolívia e o Peru, países que também foram afetados pela enchente.

A maioria dos desabrigados é moradores da capital Rio Branco. As pessoas que deixaram suas casas foram abrigadas provisoriamente em abrigos montados pela prefeitura e pelo governo em diversos ginásios esportivos, escolas e em um centro de exposições. As inundações, que afetaram várias regiões do Estado, também afetaram a região boliviana de Pando e a cidade peruana de Iñapari, localizada próxima à tripla fronteira.

O governo do Acre informou neste domingo que o rio alcançou seu nível mais alto na altura de Rio Branco, se situando em 17,17 m, 29 cm a mais que o registrado no último sábado e 3 m acima de seu nível normal.

“Estamos em um momento difícil e também preocupante, já que novas nuvens estão formando e a previsão de chuvas para os próximos dias é quase certa. Se os rios continuarem enchendo podemos superar a maior cheia que já vivemos, que foi em 1997”, disse o governador do Acre, Tião Viana, citado pela agência de notícias oficial do Estado.

Em 1997, o Rio Acre alcançou o nível máximo já registrado, 17,67 m. Assim como a atual cheia, essa enchente afetou vários bairros de Rio Branco e deixou milhares de pessoas desabrigadas.

O bairro Alto de Rio Branco ficou totalmente isolado por conta da enchente do Riozinho do Rola, um afluente do rio Acre, e as autoridades locais tiveram que usar um helicóptero para levar alimentos aos moradores desta área neste domingo. Apesar da situação ser preocupante, as autoridades de Rio Branco decidiram manter as festas de Carnaval, que na noite do último sábado reuniram mais de 40 mil pessoas no centro da capital.

Segundo as autoridades locais, na região boliviana de Pando, na fronteira com o Acre, 185 famílias tiveram que ser removidas neste domingo por causa das inundações.

Fonte: Terra

Estados Unidos barram suco de laranja brasileiro

03/02/2012

O Brasil é o maior exportador mundial do suco concentrado e congelado

 
Ainda assim, inspetores dos Estados Unidos impediram o desembarque de 20 cargas de suco de laranja no país – sendo 11 delas procedentes do Brasil, maior produtor mundial – por conterem traços de um fungicida proibido, disse o governo americano na quinta-feira.

 

 

Desde que começaram as inspeções à procura de traços do fungicida carbendazim, 86 carregamentos foram examinados, e 46 foram liberados. Os resultados de outros 20 estão pendentes.

 

 

“Com base em todos os resultados que vimos até agora, continuamos confiantes de que o suco de laranja nos Estados Unidos pode ser consumido sem preocupações com a segurança devido à possível presença desses resíduos”, disse a Administração de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) em um relatório semanal.

 

 

O preço do suco de laranja concentrado e congelado no mercado futuro tem oscilado muito por causa de incertezas sobre a possibilidade de que a FDA proíba a importação de suco brasileiro.

 

 

O Brasil é o maior exportador mundial do suco concentrado e congelado, e os EUA são os maiores importadores. O suco brasileiro representa um décimo de todo o consumo americano.

 

 

Além das 11 cargas brasileiras, foram barradas também nove do Canadá. Os carregamentos liberados incluem um do Brasil, 21 do México e 14 do Canadá.

 

 

A FDA disse que não houve mudança nos seus padrões para a presença de resíduos no suco de laranja. A agência proíbe a entrada de carregamentos que contenham pelo menos 10 partes por bilhão de carbendazim

Fonte: Terra

Será que o eixo da Terra já virou?

30/12/2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Queridos Leitores,

Nós, do Terra 2012, estamos encerrando nosso primeiro ano juntos, e não poderíamos deixar de registrar nosso agradecimento a todos vocês, leitores de tantas cidades do Brasil e do mundo.

Além disso, vamos conversar um pouco sobre o tema principal de que trata nosso site: a Terra

2011 foi um ano muito intenso, e é por isso que usamos a expressão acima de que seu eixo já poderia ter virado, em analogia a tantas mudanças que houve no planeta.

Vamos relembrar alguns fatos que mostram que a Terra está mesmo saindo da terceira e entrando na quinta dimensão:

* o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) tenta controlar os abusos dos juízes, contando com o apoio da população, mesmo o próprio STF, por meio de uma liminar, restringindo-lhe os poderes; em outros Poderes também se tenta varrerr a corrupção, como o que fez Dilma, ao demitir 5 ministros acusados de irrregularidades

* o aumento do salário mínimo para R$ 622,00 deve injetar R$65 bilhões de Reais na economia em 2012

* as chuvas na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, o tsunami atômico do Japão e o tufão das Filipinas provocaram o desencarne de muitas pessoas, mas isso faz parte do processo de retirada do planeta dos espíritos que não estão preparados para viverem na nova dimensão, associado ao renascimento dos sobreviventes na própria Terra, baseado em uma vida mais simples e verdadeira, focada no que realmente vale a pena, que é a vida e o convívio com as pesss quoae amamos

* um vulcão espalhou cinzas por todo o planeta, e isso também mostra o movimento de deslocamento daquele no universo

* na Arábia Saudita, o Rei Abdullah permitiu a entrada do Twitter e que as mulheres votem e sejam votadas nas eleições locais, diante dos movimentos populares da “Primavera Árabe”, que visam à derrubada das ditaduras do Islã, como ocorreu no Egito e na Tunísia

* os Estados Unidos podem vir a dispensar os vistos de turistas a brasileiros, devido à expansão de nossa economia

* no Brasil, já há crise de mão-de-obra, principalmente, em setores como a construção civil, também em decorrência da boa fase da economia

* os Estados Unidos e a Europa enfrentam grave crise econômica, marcada, sobretudo, pelo desemprego, mostrando a derrocada do atual modelo econômico, com a emergência de outro mais igualitário entre os povos, sentimento abertamente defendido pelo povo de países essencialmente capitalistas, como os nova-iorquinos

* o Estado pacificou e reocupou vários morros cariocas, levando à derrocada do poder dos traficantes de drogas

* o MST (Movimento dos Sem Terra) praticamente acabou, graças aos avanços no campo, programas sociais e redistribuição de renda no Brasil

*Steve Jobs, com sua Apple, conseguiu trazer o microcomputador para o quotidiano das pessoas, ajudando-as a viverem na era da informação

* Entretanto, como Gaia ainda é um planeta em regeneração, não faltaram fatos que mostram que boa parte dela ainda permanece na terceira dimensão. Vejamos alguns deles:

* a Coreia do Norte, um dos países mais fechados do mundo, perdeu seu ditador, mas ameaça o resto do mundo com seu arsenal nuclear

* mais de 11 milhões de brasileiros ainda vivem em favelas, a maioria deles, no Rio e São Paulo

* terroristas como Kadafi e Bin Laden, em vez de serem presos, foram mortos e torturados por dirigentes ou pelo próprio povo, mostrando que o primitivismo ainda faz parte da natureza de muitos espíritos encarnados na Terra

* assassinos eliminaram vidas inocentes em escola do subúrbio carioca e da Noruega

* já somo 7 bilhões de pessoas para serem alimentadas no planeta, e produzir alimentos para todos é um desafio, principalmente, ante as mudanças climáticas e a necessidade de preservação ambiental

* a epidemia de contaminação por bactérias e pelo câncer indica que há espíritos que terão de desencarnar da Terra por não vibrarem na mesma nova dimensão desta, apesar de que o poder da fé em Deus, por meio da oração e das terapias naturais, como Reiki e chama violeta, por exemplo,  pode levar os doentes à cura, aliado a tratamentos médicos adequados, já que a medicina vem se sofisticando dia a dia, sobretudo em países como o Brasil

Abraços fraternos,

Equipe Terra 2012, diretamente de Goiânia, linda Capital do Estado de Goiás

 

 

« Próximas Anteriores »
Rádio Anjos de Luz

Com agradecimento à Fada San. Visite www.anjodeluz.net

Meu perfil
Perfil de usuário Terra 2012 .
Receba newsletters

Seu e-mail

Leitores do Terra 2012 pelo mundo
free counters
Escreva para a grande fraternidade branca

Grande Fraternidade Branca
Com agradecimento ao Espaço Hankarra. Visite hankarralynda.blogspot.com

Prezado Leitor, se você é uma pessoa solitária, quer desabafar ou deseja uma opinião fraterna e desinteressada sobre algum problema que o aflige, escreva-nos carta para o endereço informado no rodapé do site, ou, se preferir, mande e-mail para grandefraternidadebranca
@terra2012.com.br
.

Todas as correspondências serão respondidas no menor prazo possível.

arvore

Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE!

Gato no notebook

DÚVIDAS? Fale com o Administrador gtm@terra2012.com.br

Acessar Webmail Terra 2012