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Palavra-chave: Espanha

Vivendo na europa

29/06/2014

paris

espanha

Fonte: Youtube

 

!Y viva la España!

21/07/2013

A Espanha é conhecida por sua elaborada e deliciosa culinária.  O mais famoso dos pratos espanhóis, a paella, é muito apreciada no Brasil, mas há outros pratos típicos que não são tão conhecidos por aqui.

As tortilhas e as patatas bravas, que são servidas no lugar das populares batatas fritas, são muito consumidas pelos espanhóis. As tapas, petiscos que são servidos junto com a sangria, vinho e outras bebidas alcoólicas, tem diferentes receitas nas diversas regiões da Espanha.

As tapas têm uma história interessante: surgiram para que as pessoas não se embebedassem tão rápido nos bares. As bebidas eram servidas tapadas por um pires que vinha com um pão, geralmente servido com jamón (presunto cru típico na Espanha), daí o nome “tapas”. Assim, elas forravam o estômago antes de “encher a cara”. Os espanhóis usam a expressão “salir de tapas” até hoje, que significa comer os deliciosos petiscos e beber.

Para quem é fã dos pratos espanhóis – ou quer conhecê-los – o Terra selecionou receitas típicas concedidas por restaurantes especializados em comida espanhola

Paella

Ingredientes (2 pessoas)

  • 100 g camarão 7 barbas
  • 100 g de lula
  • 100 g de polvo
  • 50 g de ervilha congelada
  • 100 g de mexilhão
  • 100 g de mexilhão meia casca
  • 200 g de arroz branco
  • Açafrão a gosto
  • Caldo de peixe a gosto
  • Azeite a gosto
  • sal a gosto
  • 3 ou 4 lagostins fritos em azeite
  • 1/2 pimentão assado sem pele e sementes em tiras

 

Modo de preparo

Em uma paellera de 20 cm de diâmetro, colocar 100ml de azeite e aquecer. Colocar o polvo já cortado em rodelas de 2cm aproximadamente e fritar por 10 minutos.     Acrescentar a lula em anéis e fritar por mais 10 minutos.    Acrescentar o camarão e a ervilha. Fritar mais alguns minutos. Acrescentar o açafrão ate ficar com a cor desejada, ou seja, um amarelo vivo.

Colocar o caldo de peixe até a borda da paellera e ajustar o sal. Ferver até que o polvo esteja macio, aproximadamente meia hora. Acrescente o arroz, os mexilhões e deixe secar. Desligar o fogo, decorar com o mexilhão meia casca, as fatias de pimentão assados em tiras e os lagostins já fritos.

Sirva imediatamente.

Tortilha
de batatas

Ingredientes

  • 600 g de batatas descascadas
  • 6 ovos graúdos
  • 200 ml de azeite de oliva
  • 50 g de cebola (brunoise)
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto


Modo de preparo

Corte as batatas em fatias de aproximadamente 3mm e tempere-as com sal e pimenta-do-reino. Coloque em uma frigideira antiaderente grande 150 ml de azeite de oliva ou o que baste para cobrir as batatas. Aqueça bem, acrescente as cebolas até ficarem transparentes, reserve. No mesmo azeite, acrescente as fatias de batata e cozinhe em fogo baixo virando regularmente com uma espátula, por cerca de 30 minutos ou até que estejam quebradiças. Escorra as batatas e elimine o óleo que restou na frigideira. Quebre os ovos em uma tigela e tempere levemente com sal e pimenta-do-reino, acrescente as batatas confitadas e a cebola. Aqueça novamente a frigideira e acrescente o azeite restante. Despeje a mistura de batatas e ovos e abaixe o fogo ao mínimo. Coloque uma tampa na frigideira e doure a fritada de um lado. Deslize a fritada em um prato grande, segure-o em uma mão e com a outra mão coloque a frigideira sobre a fritada, como se fosse uma tampa. Vire os dois juntos para que o lado cru fique em baixo da frigideira. Leve ao fogo novamente e doure. Retire da frigideira e deixe esfriar levemente antes de servir.

Tapas:
Coca de pan
con tomate

Ingredientes

  • 1 pão ciabatta médio
  • 1 tomate maduro
  • Sal e azeite a gosto


Modo de preparo

Tirar o miolo do pão e colocar no forno até ficar crocante.
Ralar o tomate no ralados e tempere com azeite e sal.
Colocar em cima do pão assado e servir com o
tradicional jamón espanhol (presunto cru).

Sangria

Ingredientes(1 litro)

  • 600 ml de vinho tinto seco
  • 2 a 3 fatias de abacaxi
  • 350 ml de sola limonada
  • 1 laranja
  • 3 a 4 metades de pêssego em calda
  • 50 ml de vermute branco seco
  • 1 maçã sem casca
  • 3 gotas de angustura


Modo de preparo

Colocar o vinho, o vermute e a calda do pêssego em uma jarra
e mexer. Em seguida, incluir a soda limonada, as frutas cortadas
em cubos, e a angustura (não mexer mais para não perder o gás
da soda).

Adicionar gelo e servir.

Patatas
bravas

Ingredientes(2 pessoas)

  • 200 g de batata
  • 80 ml de molho de tomate
  • 1 colher de café de tabasco
  • 1/2 colher de café de jerez
  • Salsinha picada – para decorar
  • Azeite extra virgem
  • Pimentón de Múrcia (doce e/ou picante)
  • Sal a gosto


Modo de preparo

Cozinhar a batata inteira com casca, cortar em pedaços
irregulares e fritá-las em azeite extra virgem. Misturar o molho
de tomate (deve ser natural), o tabasco, o Jerez, o pimentón
em pó e o sal. Colocar o molho sobre as batatas (recém saídas da
fritura) e servir preferencialmente em uma terrina de barro.

Gaspacho

Ingredientes(2 pessoas)

  • 2 tomates maduros
  • 1/4 cebola
  • 1/2 pepino japonês
  • 1/2 pimentão verde
  • 1 pitada de sal
  • 1 pitada de noz moscada
  • 1/2 tomate salada (mais verdes)
  • 1/2 dente de alho triturado
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 colher de sobremesa de vinagre
  • Água o quanto baste
  • Salsinha
  • Croutons


Modo de preparo

Bater no liquidificador os dois tomates maduros com cebola,
alho, pepino, pimentão, sal, noz moscada, azeite e vinagre.
Em seguida, penerar para tirar o grosso. Misturar um pouco de
água, colocar numa cumbuca e guardar na geladeira,
para ser servido gelado.

Pegar o tomate salada, 1/2 pepino e 1/2 pimentão e cortar em
cubinhos para enfeitar o prato e colocar no gaspacho
enquanto come. Salpicar salsinha e crouton antes de servir.

Fonte: youtube

E a crise na Europa continua

19/01/2013
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Fonte: youtube

SOS Espanha: participe da “Campaña Ahora más que nunca”

28/10/2012
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Fonte: Cruz Vermelha

Na Espanha, Dilma declara que a Europa deve preferir o crescimento econômico ao arrocho fiscal para sair da crise

11/10/2012

A presidente Dilma Rousseff disse em entrevista ao jornal espanhol “El País”, publicada em 18/11/12, que “acata” as sentenças do STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento do mensalão, mas ponderou que ninguém está “acima dos erros”.
“Sou radicalmente favorável a combater a corrupção, não só por uma questão ética, mas por um critério político. [...] Há muitos procedimentos jurídicos neste terreno e como presidente da República não posso me manifestar sobre as decisões do STF. Acato suas sentenças, não as discuto. O que não significa que ninguém neste mundo de Deus esteja acima dos erros e das paixões humanas”, disse a presidente.
Essa foi a primeira declaração de Dilma sobre o mensalão após a condenação dos petistas José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares pelo STF.
A entrevista foi realizada na última segunda-feira, dia em que o Supremo estabeleceu para o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu penas que, somadas, chegam a dez anos e dez meses de prisão. Dirceu foi condenado no julgamento do mensalão pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa.
A presidente defendeu realizações dos mandatos de Lula e citou a criação do Portal da Transparência e da Lei de Acesso à Informação. “Poucos governos têm feito tanto pelo controle do gasto público como o do presidente Lula”, disse.
Crise europeia
Dilma criticou as políticas de ajuste fiscal como forma para combater a crise europeia. “Não acredito que o problema da Europa seja seu modelo de Estado de bem-estar. O problema é que foram aplicadas soluções inadequadas para a crise e o resultado é o empobrecimento das classes médias. Neste ritmo, haverá uma recessão generalizada”, disse.
Para a presidente, a melhor maneira de combater a crise europeia seria com investimento e estímulos ao crescimento.
Dilma disse ainda acreditar que o euro seja um projeto inacabado, e que, na prática, não funciona como uma moeda única. 

15/11/12 foi marcado por greve geral e uma série de manifestações em diversos países europeus, sobretudo Espanha, Portugal, Itália e Grécia, no chamado “Dia Europeu de Ação e Solidariedade”. Milhões de trabalhadores aderiram a greves no sul da Europa, nesta quarta-feira, em protesto contra os cortes de gastos e aumentos de impostos que, na avaliação dos sindicatos, espalharam pobreza e aprofundaram a crise da região.

Na Espanha, onde a crise elevou o desemprego a 25%, acontece um dos maiores protestos. Nas primeiras horas da greve no país, 82 pessoas foram presas e 34 feridas, segundo informações do jornal El Pais. Os serviços básicos foram mantidos, mas fábricas foram fechadas e voos cancelados. Segundo o governo, as manifestações pouco prejudicaram o sistema de transporte do país até o momento.

“Estamos em greve para acabar com essas políticas suicidas”, disse Candido Mendez, chefe da segunda maior federação sindical da Espanha, a União Geral dos Trabalhadores (UGT).

A greve geral – convocada pelos sindicatos e pelas organizações sociais contra as políticas de cortes do orçamento realizadas por Madri – é a nona da democracia espanhola e a segunda da gestão do primeiro-ministro Mariano Rajoy, que assumiu o poder em dezembro. Os sindicatos majoritários que a convocaram informaram que a adesão alcançou pouco mais de 80% dos trabalhadores. Cerca de 5 milhões de pessoas, ou 22% da força de trabalho, são sindicalizadas na Espanha. Uma grande manifestação em Madri está agendada para começar às 18h30 (15h30 no horário de Brasília).

O ministro das Finanças espanhol, Luis De Guindos, ressaltou nesta quarta que as medidas de austeridade são a única solução para o país sair da crise econômica. A principal crítica dos espanhóis é que os bancos foram resgatados com dinheiro público, enquanto a população sofre. A Espanha decidiu também nesta semana cancelar os despejos de devedores de hipotecas de suas casas, após duas pessoas cometerem suicídio.

Ricardo Setti: Suicídios tornam agudo o problema dos despejos na Espanha

Portugal – Em Portugal, o transporte público da capital, Lisboa, foi impactado pelas manifestações. O metrô está fechado, quase não há ônibus circulando na cidade e barcos para regiões próximas não funcionam. A greve geral também levou o fechamento de dezenas de escolas e não há serviços municipais de limpeza na cidade, bem como nos centros urbanos próximos. Funcionários do setor de saúde também aderiram à greve.

As ruas de Lisboa devem ser ocupadas nesta tarde, com comícios e passeatas que foram marcados por sindicalistas. Cerca de um quarto da força de trabalho portuguesa, de 5,5 milhões pessoas, é sindicalizada.

Segundo porta-vozes sindicais e veículos de comunicação estatal, os maiores distúrbios, nas últimas horas, aconteceram em garagens de ônibus de Pontinha e Vimeca, em Lisboa, embora não haja informações de feridos graves nem de detenções.

Portugal aceitou no ano passado a ajuda da União Europeia (EU), mas ainda amarga uma economia em queda. Nesta quarta-feira, o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) divulgou a primeira estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do país no terceiro trimestre, apontando quedas de 0,8% ante o segundo trimestre e de 3,4% em relação ao mesmo período de 2011. Entre abril e junho, o PIB português já havia caído 1,1% na variação trimestral e 3,2% sobre o mesmo período do ano anterior. Ainda segundo o INE, o desemprego alcançou novo recorde no terceiro trimestre do ano, situando-se em 15,8%, contra os 15% registrados no trimestre anterior, e 12,4% no mesmo período do ano passado.

O governo do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho foi forçado a abandonar um aumento planejado de encargos trabalhistas diante dos enormes protestos populares, mas o substituiu por mais impostos.  As políticas de Passos Coelho foram descritas nesta semana como ‘modelo’ pela chanceler alemã, Angela Merkel, que é considerada em grande parte do sul da Europa a vilã da crise por insistir na austeridade como condição para seu apoio e ajuda da UE.

“Estou em greve porque aqueles que trabalham estão basicamente sendo chantageados para sacrificar mais e mais em nome da redução da dívida, que é uma grande mentira”, disse Daniel Santos de Jesus, de 43, que leciona arquitetura na Universidade Técnica de Lisboa.

Itália Nas cidades italianas, dezenas de milhares de trabalhadores também saíram às ruas em mais de 100 manifestações convocadas pelo maior sindicato do país, a Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL). Os estudantes uniram-se ao movimento em vários protestos contra cortes na educação.

Em algumas cidades de maior porte, como Roma, houve enfrentamentos de estudantes com a polícia que deixaram muitas pessoas feridas. Em Turim, os estudantes entraram nos bancos Intesa Sanpaolo e no escritório do Fisco, onde queimaram documentos, o que levou a polícia a lançar gás lacrimogêneo contra eles. Além disso, policiais enfrentaram estudantes também em Milão e Brescia, na região da Lombardia, onde, segundo veículos de imprensa locais, houve prisão de três pessoas na última cidade.

O epicentro simbólico da greve na Itália foi a cidade de Terni, na região de Úmbria, onde a secretária-geral do CGIL, Susanna Camusso, liderou a manifestação em que reivindicou respostas do governo ‘à face mais frágil do país’. Em Terni fica a fábrica de aço Thyssenkrupp, recentemente desmontada e que deixou centenas de trabalhadores desempregados.

Os sindicatos ainda não divulgaram dados da adesão à paralisação, que no setor privado seria de quatro horas, bem como no transporte ferroviário e naval. Já no setor público, a greve foi convocada para o dia todo, exceto no transporte local e no aéreo.

Grécia – Confederações sindicais gregas, como a GSEE (setor privado) e a Adedy (servidores públicos), além do sindicato dos trabalhadores municipais (POE-OTA), incitam greves que acontecem desde a terça-feira. Nas primeiras horas das ações desta quarta, pelo menos seis edifícios públicos foram ocupados em protesto contra os planos de despedir 25 mil funcionários até o final de 2013, sendo que várias prefeituras iniciaram campanha de desobediência ao governo, na qual se negam a enviar uma lista de candidatos à demissão.

Os advogados e juízes também participam da paralisação, que deverá ser estendida até final da semana. Os professores de todos os níveis educativos também interromperam suas atividades por três horas para protestar contra a redução de seus salários, o anúncio de fechamento de 2 mil escolas e os cortes no orçamento da educação.

Durante as três horas de paralisação, os hospitais públicos só atendem a casos de urgência. Os jornalistas, em greve parcial, só vão trabalhar na cobertura dos protestos.

Apesar de o serviço ferroviário ter sido afetado pela paralisação, os outros modais de transporte urbano continuarão funcionando para que os manifestantes possam comparecer ao centro de Atenas e, posteriormente, retornar a seus lares. Além da paralisação, os sindicatos também convocaram as pessoas para participar de uma passeata que percorrerá o centro da capital grega e terminará em frente ao Parlamento heleno nesta tarde.

Sindicatos de França e Bélgica também planejam paralisações ou manifestações como parte do “Dia Europeu de Ação e Solidariedade”.

Fonte: Veja

 

A companhia aérea espanhola Iberia vai despedir mais de  20% da sua força laboral, 4500 trabalhadores, depois de apresentar  perdas acumuladas nos primeiros nove meses do ano no valor de 263  milhões de euros.
Perante os números, a casa mãe da  transportadora, o grupo IAG, vai apresentar um duro plano de ajustamento para tirar a transportadora da sua situação crítica, o que está a  provocar perdas diárias no valor de 1,7 milhões de euros.
Além  dos despedimentos, a Iberia vai reduzir salários na empresa, diminuir os seus voos em 15% até 2014 e vai prescindir de 15 aviões. A  transportadora também lançou um sério aviso aos sindicatos, se não  houver acordo até fevereiro, o ajustamento vai ser ainda maior, avança o jornal Expansíon.
Desta forma, a IAG pretende que a Iberia chegue a 2015 com uma melhoria nos resultados de pelo menos 600 milhões de  euros, face às fortes perdas registadas este ano. A IAG nasceu da fusão  entre a British Airways e a Iberia, e apesar da holding ter obtido  receitas no valor de 17 milhões de euros até Setembro, contra os 9  milhões do ano passado, a verdade é que o desempenho positivo foi  alcançado companhia britânica que no mesmo período teve receitas no  valor de 286 milhões de euros.

                O primeiro-ministro conservador da Espanha e o líder da oposição irão buscar um acordo de medidas em 12/11/12 para impedir que os bancos despejem os proprietários de suas casas, depois que uma mulher se suicidou antes que a sua propriedade fosse retomada, causando indignação pública.

              “Ninguém deveria ficar sem sua casa por não ter como pagar”, disse o líder do partido Socialista, de oposição, Alfredo Perez Rubalcaba, neste sábado.

              O credor hipotecário espanhol Kutxabank disse que suspenderia as retomadas, depois que a ex-vereadora socialista Amaia Egana, de 53 anos, se jogou da janela de seu apartamento, no quarto andar, em Barakaldo, no País Basco, enquanto oficiais de justiça subiam as escadas para despejá-la, na sexta-feira.

              A morte de Egana, o segundo suicídio ligado aos despejos na Espanha nas últimas semanas, aumentou a urgência de um acordo alcançado na quarta-feira entre o partido governante, o conservador Partido do Povo e os Socialistas, para buscar um acordo bipartidário sobre a retomada de propriedades.

              Pichações, acusando os banqueiros de assassinato e exigindo o fim dos despejos apareceram em algumas agências bancárias no País Basco neste sábado, informou a imprensa espanhola.

              “Estamos passando por coisas que ninguém gosta de ver, situações que são completamente desumanas”, disse o primeiro-ministro Mariano Rajoy, durante uma reunião política, horas depois da morte de Egana. “Espero que na segunda-feira possamos falar sobre a suspensão temporária dos despejos para as famílias mais vulneráveis.”

              Uma medida seria a concessão de carências, informou a imprensa espanhola. Rajoy disse que as regras não seriam retroativas, enquanto que Rubalcaba pediu que fossem incluídos os despejos anteriores.

Houve cerca de 400 mil despejos na Espanha desde que uma bolha imobiliária estourou em 2008. O desemprego atingiu nível recorde de 25 por cento no terceiro trimestre, e a Comissão Europeia espera que a economia se retraia em 1,4 por cento neste ano e no próximo, enquanto a segunda recessão desde o final de 2009 se arrasta.

Cerca de 6.000 pessoas, segundo a polícia, tomaram em 12/10/12 a Praça da Catalunha de Barcelona para participar de um ato contra a independência da Catalunha sob o lema “Temos um só coração e não queremos que nos dividam em dois”.

Em 11 de setembro, dia nacional da Catalunha, um milhão e meio de pessoas haviam participado de um ato em apoio à independência desta rica região do nordeste da Espanha.

A concentração desta sexta-feira, convocada pela plataforma “Espanya i catalans” e que coincidia com a celebração do Dia da Hispanidade, foi festiva e colorida, com muitas bandeiras catalãs e espanholas.

A manifestação começou animada por conjuntos que tocaram músicas espanholas e latino-americanas e terminou com a leitura de um manifesto lido em catalão, castelhano e inglês, que estabelecia: “Ninguém tem o direito de nos pedir que optemos por nossa condição de catalães ou espanhóis” e “não queremos que uma outra realidade seja imposta”.

A leitura terminou com um “viva Espanha e viva Catalunha”.

Também havia cartazes com os lemas “Catalães, estamos todos em liberdade”, “Eu também sou catalão”, “Barça + Madri = Fúria” o “Temos um só coração”.

Em meio à leitura do manifesto as pessoas cantavam “Eu sou espanhol, espanhol, espanhol”, “Catalunha é Espanha” ou “A Espanha inteira e só uma bandeira”.

A maior parte dos lemas fez referência aos valores de unidade da Espanha e contra o nacionalismo catalão, mas, a pedido dos organizadores, não havia bandeiras pré-constitucionais nem símbolos da extrema direita.

Não foram registrados incidentes durante a manifestação, embora alguns separatistas tenham insultado os manifestantes.

Fonte: Yahoo

 

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Fonte: youtube

 

 

Situação da Espanha é bastante preocupante

04/10/2012

O desemprego na Espanha aumentou no terceiro trimestre de 2012 a 25,02% da população, em meio a recessão e as políticas draconianas de austeridade. No final de setembro, a Espanha tinha 5.778.100 de desempregados, 85.000 a mais que no trimestre anterior, um aumento que acelerou após o fim da temporada de verão, segundo o Instituto Nacional de Estatística. A taxa de desemprego no fim do segundo trimestre era de 24,63%.

O número de residências nas quais todos os membros estavam sem trabalho alcançou 1.737.900, um décimo do total das casas espanholas. As notícias ruins no mercado de trabalho afetam ainda mais o ambiente no país, que deve permanecer em recessão. O Banco da Espanha prevê para o terceiro trimestre uma queda do PIB de 0,4% enquanto o governo projeta um retrocesso de 1,5% para o conjunto do ano. Para reduzir o enorme déficit público, a Espanha iniciou um ambicioso programa de austeridade com o objetivo de cortar 150 bilhões de euros entre 2012 e 2014, sendo 39 bilhões em 2013, o que complica a retomada do crescimento e do emprego.

O governo previa um desemprego de 24,6% para este ano. As medidas anunciadas incluem aumento de impostos, entre eles o IVA, cortes salariais entre os funcionários, uma redução do seguro desemprego e reduções orçamentárias em setores como saúde e educação. O descontentamento social cresceu nos últimos meses ante esta política de rigor que estrangula em grande parte a população. Uma greve geral foi convocada para 14 de novembro.

Entre as 17 regiões autônomas da Espanha, Andaluzia, no sul, a mais povoada com 8 milhões de habitantes, continua sendo a mais castigada, com 35,42% de desempregados, uma cifra em contínuo aumento. Andaluzia padece com um setor da construção derrubado desde a explosão da bolha imobiliária em 2008. As menos afetadas são as regiões do norte do país, Navarra (14,95%), País Basco (15,48%) e Cantabria (15,71%). A Catalunha, região tradicionalmente rica e atualmente agitada por um fervor separatista, também acusou uma porcentagem de desemprego de 22,56%.

Por atividade, o número de desempregados aumentou no setor da construção (56.100 empregados a menos), nos serviços (32.700) e na agricultura (11.900), enquanto que diminuiu levemente na indústria (3.700 empregos a mais). Segundo previsões do governo, a Espanha terá 24,6% de pessoas buscando emprego no final de 2012, antes de uma leve redução em 2013, de 24,3%, que poderá se confirmar em 2014 com uma queda para 23,3%.

Fonte: Correio Brasiliense

O presidente do governo da Catalunha, Arthur Mas,  considerou na quarta-feira que a Espanha deveria solicitar o resgate aos sócios europeus o quanto antes para estabilizar a situação dos mercados financeiros e afirmou que considera o pedido é inevitável.
Um dia depois de o primeiro-ministro da Espanha, Mariano  Rajoy, ter negado que o pedido de resgate por parte da Espanha seria  iminente e passado uma imagem de unidade do país em seu compromisso com a consolidação fiscal, Mas deixou de lado o roteiro apresentado pelo  governo de Madri e fez um apelo para que se busque ajuda europeia.

“Sobre o resgate, minha opinião é que será inevitável,  porque governo espanhol necessita de ajuda, portanto quanto antes,  melhor”, afirmou Mas em uma coletiva de imprensa em Barcelona, de acordo com declarações postadas no Twitter por seu partido, Convergência e  União.
Com a Espanha no foco dos mercados devido às incertezas  sobre um possível pedido de resgate para suas finanças públicas, o  ministro da Economia espanhol, Luis de Guindos, porém, insistiu nesta  quarta-feira que o governo continua estudando se seria adequado para o  país e para o conjunto da zona do euro.

“A Espanha vai tomar a melhor decisão, considerando todos os elementos envolvidos … seria um risco tomar uma decisão em uma ou  outra direção sem ter todos os elementos”, declarou o ministro ao ser  questionado na comissão econômica do Congresso.

Mais de 500 famílias são despejadas por dia na Espanha

Órgão estima que, até o final do ano, mais de 180 mil famílias serão expulsas de suas casas

            Em meio à crise econômica que assola a Espanha, mais de  500 famílias são despejadas a cada dia no país por não pagar aluguel ou  prestações do financiamento imobiliário.
Desde 2008, já foram quase 400 mil execuções  hipotecárias. Somente no primeiro trimestre deste ano, o Conselho Geral  do Poder Judiciário (CGPJ), órgão do governo, registrou 46.559 despejos. Por dia, 517 famílias foram despejadas suas casas por inadimplência.
A Plataforma dos Afetados pela Hipoteca (PAH), entidade  criada para chamar atenção para o problema, estima que, neste ritmo, o  país terminará 2012 com mais de 180 mil famílias despejadas.
Ada Colau, ativista do direito à moradia e uma das  fundadoras da PAH, critica que a legislação ampare as entidades  bancárias, mas não os cidadãos que perdem o emprego e não podem pagar o  empréstimo.
Ela afirma que, na época do boom imobiliário, o governo  “facilitou o crédito de maneira irresponsável” e, agora, anuncia cortes  em gastos com educação e saúde, enquanto resgata a entidades bancárias.
A PAH reúne assinaturas para uma iniciativa legislativa  popular, na qual propõe, entre outras coisas, a paralisação dos despejos durante a crise e a destinação de residências desocupadas para o  aluguel social. “É preciso tratar a moradia como um direito.”
De bolha imobiliária a casas vazias
Entre 1997 e 2007, construíram-se 390 mil moradias por  ano na Espanha, e os preços dos imóveis aumentaram em 200%. Hoje, sobram casas vazias.
Segundo dado preliminar do Instituto Nacional de  Estatísticas (INE) para o Censo deste ano, entre 5 milhões e 6 milhões  de moradias no país estariam vazias, o que representa 20% do estoque  imobiliário residencial.
A Catalunha é uma das comunidades autônomas mais  atingidas pela crise imobiliária, onde são realizados 20% dos despejos  do país, segundo o CGPJ.
Em ações coletivas da PAH, famílias que perderam  judicialmente seus imóveis ocuparam quatro edifícios vazios embargados  por bancos na Catalunha.
Ocupação
Um edifício da rua Pompeu Fabra, em Terrassa (a 23 km de Barcelona), está ocupado por 11 famílias desde dezembro passado.
A ocupação foi uma forma de chamar a atenção das  autoridades para que pressionem as entidades bancárias e também a única  saída para que essas famílias tivessem um teto, ainda que provisório.
É o que explica José Arturo Ramírez, 44 anos, soldador  desempregado há quatro anos, que ocupa um dos apartamentos com a mulher, dois filhos, o genro e o neto.
Ramírez é uma das vítimas do setor mais castigado nesta  crise econômica, o da construção civil. “Ninguém tinha ideia de que  terminaria assim, mas os bancos, sim, sabiam. Era muito fácil conseguir  um financiamento”, lembra.
O soldador devolveu o imóvel, mas não quitou  completamente a dívida. O apartamento que pertenceu a ele, hoje,  continua vazio. “Queremos o diálogo com o governo e com as entidades  bancárias.”
Em meio às dificuldades, Ramírez evita fazer planos para o futuro. “Pensei em tirar minha própria vida. Hoje, sigo o conselho do  meu médico e vivo cada dia. Se eu desmorono, quem me levanta?”
No mesmo edifício ocupado, vive Soraya Urbano Oviedo, 31  anos, junto com o marido e os dois filhos. Quando ficou desempregada e o marido teve de fechar o negócio por causa da crise, propuseram ao banco um refinanciamento da dívida.
“A resposta foi que, se não pagássemos, nos tirariam a casa.”
Seu antigo apartamento também continua vazio. “Eu o vejo  diariamente. Me dá muita pena, está se deteriorando. Tenho vontade de  entrar lá”, confessa. “Não sei se voltaria a ‘ocupar’. Não é o que quero para os meus filhos.”
Soraya e Ramírez são uns dos poucos que conseguiram o  perdão de parte da hipoteca. A maioria não consegue, como Montserrat  Colomer, 34 anos, operária.
O apartamento onde mora já foi leiloado em 2010 e ela  pode receber um novo aviso de despejo a qualquer momento. “Se me tiram  da minha casa, vou ‘ocupar’ outra, porque meus três filhos não ficarão  na rua e ninguém vai tirá-los de mim”, avisa.
O dia da entrevista à BBC Brasil era aniversário do filho de 5 anos. Não houve festa, nem bolo. O próximo salário de Montserrat  está reservado para comprar os livros da escola.
Mais pobreza
A Cáritas, confederação oficial das entidades católicas  de caridade, registrou um aumento de 174,2% de pessoas atendidas de 2007 a 2011 nos serviços de acolhida e assistência, 3,5 vezes superior que  há dez anos.
A entidade passou a oferecer no ano passado serviços de  mediação de moradias, e 26% dos gastos em ajudas econômicas são  destinados a moradia, atrás somente das demandas por alimentos (39%).
Segundo um estudo da Cáritas, a pobreza é um fenômeno que nos últimos anos se tornou mais extenso, mais intenso e mais crônico no país.
 FONTE: YAHOO

Espanha enfrenta os piores incêndios em décadas

27/08/2012
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Fonte: Youtube

Crise na Espanha

18/08/2012

Prefeito ‘Robin Hood’ participa de saques a supermercados na Espanha

Comida saqueada foi distribuída aos pobres em Marinaleda, na Andaluzia.
‘Tem gente que não tem o suficiente para comer’, justificou o prefeito

O prefeito de uma pequena cidade espanhola virou uma espécie de “Robin Hood”, tendo participado de saques a dois supermercados locais, segundo a imprensa.

Juan Manuel Sánchez Gordillo, prefeito de Marinaleda por mais de 30 anos, disse que a comida roubada foi distribuída para famílias em dificuldades financeiras em meio à crise econômica que o país enfrenta.

Sete sindicalistas foram presos por conta dos saques.

Sánchez, como é membro do parlamento regional da Andaluzia, tem imunidade política e não foi detido.

O grupo invadiu os mercados e retirou os produtos em carrinhos. No lado de fora, Sánchez Gordillo usou um megafone para encorajar os cidadãos a pegarem a comida e outros bens.

“Tem gente que não tem o suficiente para comer”, disse. “No século XXI, isso é uma desgraça.”

Depressão, alcoolismo e problemas sexuais crescem com crise espanhola

Estudos mostram tendência de alta em problemas de saúde e consumo de tranquilizantes; taxa de desemprego está próxima aos 25%.

A atual conjuntura econômica da Espanha – que amarga uma taxa de desemprego de 24,6% – está afetando a saúde mental dos espanhóis, segundo pesquisas no campo da depressão, do alcoolismo e de problemas sexuais.

Após mais de quatro anos de crise, os problemas se acumulam e vêm sendo detectados por diferentes estudos. Uma pesquisa da Fundação Pfizer, por exemplo, revelou que, em 2010, 44% da população espanhola sofria mais com estresse e tensão do que nos dois anos anteriores. As incertezas em relação ao trabalho e aos rumos da economia representavam a principal fonte de problemas.

Um estudo que está sendo realizado pela Universidade Alcalá de Henares mostra que há mais casos de doenças mentais no país e que o consumo de psicofármacos (remédios para distúrbios mentais) se elevou após o início da crise.

O percentual de espanhóis maiores de 16 anos que sofriam de depressão, ansiedade ou de outros problemas de saúde mental subiu de 13,7% em 2006 para 14,4% em 2009, segundo a médica epidemiológica Maria Auxiliadora Martín Martínez.

Ela fundamentou seu estudo numa comparação entre dados de pesquisas nacionais e europeias de saúde de 2006 e 2009, que evidenciam que os níveis socioeconômicos baixos e a perda de status socioeconômico se associam a piores auto-avaliações de saúde e altos índices de morbidade psiquiátrica, além do aumento de demanda pelos serviços de saúde pública.

Martín também observa que nesse período houve aumento de 2,8% no consumo de tranquilizantes, entre a população maior de 16 anos. A elevação se deu principalmente em mulheres e na população maior de 45 anos.

‘A percepção de insegurança e a antecipação pessimista do futuro produzem ansiedade e insônia, que podem acabar gerando sintomas depressivos e psicossomáticos’, diz a médica.

Martín explica que o aumento no número de tranquilizantes e antidepressivos vendidos com receita médica nos últimos anos e do número de pessoas que demandam atenção psicológica pode indicar uma relação entre crise e saúde mental.

Ela explica que, mais do que a perda de recursos econômicos, o que mais atinge a saúde emocional pode ser a percepção da perda de apoios externos, como os apoios familiares, trabalhistas ou sociais, incluindo os financeiros, para seguir adiante.

Resultados preliminares de um levantamento similar também indicam esse aumento. O estudo do Instituto para a Pesquisa em Atenção Primária (IDIAP Jordi Gol) e do Instituto Catalão de Saúde mostra que o consumo de fármacos antidepressivos cresceu em 2008, ano de início da crise econômica.

Apesar de ainda não divulgar números consolidados, o estudo indica que o aumento entre a população ativa se produziu, sobretudo, em 2010.

Desemprego e depressão
A espanhola Isabel Campoy Urutia, de 39 anos, diz que viu a vida desmoronar quando perdeu o emprego há dois anos. A difícil situação econômica que passou a enfrentar, somada a maus tratos do ex-companheiro, fez com que ela desenvolvesse um quadro de depressão.

Quando o dono do bar onde trabalhava fechou as portas por causa da crise, Campoy não teve direito ao seguro-desemprego, pois era autônoma. Ela afirma se sentir lesada pelo ex-patrão.

Com prestações da casa em que mora para pagar e um filho de 13 anos para criar, Campoy recebe alimentos de uma instituição de caridade, a Obra Social Santa Lluïsa de Marillac, que ajuda a famílias desamparadas do bairro da Barceloneta.

Ela se lembra com tristeza da primeira vez em que entrou na fila para receber a doação de alimentos. ‘Naquele momento, eu queria morrer, me sentia humilhada em pedir. Mas vi outras pessoas conhecidas do bairro que também estavam na mesma fila e na mesma situação que eu’, afirma.

Hoje ela faz um tratamento que inclui sessões de terapia e psiquiatria e usa sete tipos de medicamentos para controlar a depressão e a ansiedade.

Seu filho também sente os efeitos da difícil situação familiar. Segundo Campoy, ele desenvolveu um quadro de hiperatividade há dois anos.

A espanhola participa atualmente de um processo de seleção para trabalhar em um bar. Ela espera que seu problema de saúde não seja um empecilho no eventual novo emprego. ‘Se não conseguir esse trabalho, outra vez ficarei sem comer.’

Ela não tem grandes ambições. Não sonha mais em trabalhar como cabeleireira. ‘Só quero ter um trabalho e uma vida normal.’

Crise abre as portas ao alcoolismo
A falta de perspectivas de trabalho também estaria aumentando os casos de alcoolismo.

A Associação de Autoajuda e Informação sobre a Síndrome de Dependência Alcoólica (ARCA), que atua na província de Cádiz, relata um aumento de 39% no número de pacientes no primeiro trimestre deste ano. Desses novos casos, 52% são pessoas desempregadas.

Letícia Fernández de Castro, assistente social da entidade, diz que suas consultas também dobraram com a crise.

‘A pessoa não tem trabalho, tem ansiedade, se sente improdutiva, com uma sensação de fracasso e tem a bebida alcoólica à mão. A crise facilita a entrada no alcoolismo’, diz.

Impactos na função sexual do homem
Os transtornos psicológicos também afetam a vida sexual do homem. Embora prefira não divulgar os números, Francisco Sabell, urologista da Associação Espanhola de Urologia (AEU), explica que é notável o aumento de demanda de consulta por disfunção erétil, em 2011 e 2012.

‘Não é porque o homem tenha perdido o medo ou o pudor em consultar o médico. Se em um lar há vários familiares desempregados e problemas econômicos, o estresse vai repercutir na dinâmica sexual do casal e na resposta erétil do homem’, afirma Sabell.

Na Espanha, a disfunção erétil afeta entre 25% e 30% da população masculina.

Desde o início da crise econômica no país, a taxa de desemprego passou de 8,6% no quarto trimestre de 2007 para 24,63%, segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) de julho de 2012. O número de desempregados subiu de 1.927.600, em 2007, para 5.693.100, este ano.

No final de 2007, a taxa de crescimento econômico da Espanha era de 3,1%. Segundo os dados mais recentes, do primeiro trimestre de 2012, o crescimento econômico foi negativo, -0,4%.

 Fonte: Yahoo

Crise da Europa agrava-se em 2012

02/08/2012
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Fonte: Youtube

 

Ritmos de España

09/07/2012
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