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Palavra-chave: drogas

CONSUMO DE DROGAS torna-se um dos maiores problemas de saúde pública no Brasil

24/02/2013

 

Há 13 anos como funcionário do Sindicato dos Comerciários de São  Paulo, o advogado Maurício Bitencourte, de 40 anos, finalmente havia conseguido  em 2006 uma promoção à coordenação do departamento jurídico da entidade  sindical. A permanência no posto, contudo, durou apenas um ano. Em 2007, o  profissional, pós-graduado em Direito do Trabalho, foi internado em uma clínica  de reabilitação. Na época, misturava cocaína e maconha com bebidas alcoólicas.  Em 2010, após mais duas internações, foi demitido e começou a consumir  diariamente o crack, que era trocado por ternos, camisas, sapatos e um  televisor. Com o irmão, Luiz Carlos Bitencourte, consumia o crack nos fundos da  casa da mãe. Mês passado, os dois, agora desempregados, conseguiram acesso ao  auxílio-doença, entrando numa assombrosa estatística do governo: o consumo de  drogas no país cresce a cada ano, e, hoje, cocaína e crack já afastam, em  relação ao álcool, mais que o dobro de trabalhadores do mercado  profissional.

Em 2012, a quantidade de auxílios-doença concedidos a dependentes de drogas  psicoativas, como cocaína e crack, cresceu 10,9% em relação a 2011, superando  uma realidade que já ficou para trás, a de que a bebida alcoólica era o que mais  prejudicava trabalhadores.

Os dados inéditos foram obtidos pelo GLOBO com o Ministério da Previdência  Social e com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Nos últimos sete  anos, o total de benefícios a usuários de drogas psicoativas mais que triplicou  no Brasil. Se em 2006 eles somavam 9.730, em 2012 chegaram a 30.737. No mesmo  período, a quantidade de dependentes de álcool afastados do emprego não sofreu  grandes alterações e manteve-se em um patamar médio de 13.158. A primeira vez  que a soma dos auxílios-doença a usuários de drogas psicoativas superou a de  viciados em álcool foi em 2007, quando chegou a 16.351. Desde então, a diferença  entre os dois só aumentou.

Nos últimos sete anos, a quantidade de auxílios-doença concedidos a usuários  de drogas em geral, como maconha, álcool, crack, cocaína e anfetaminas, passou  dos 900 mil. O Ministério da Previdência Social não informou o total gasto em  2012 com os benefícios relativos ao uso de drogas, mas O GLOBO apurou que o  montante chegou a R$ 100 milhões. O auxílio-doença varia de R$ 678 a R$ 4.159,  de acordo com a contribuição previdenciária. O valor mensal médio pago a um  dependente de drogas psicoativas é de R$ 975,29, e a duração média de  recebimento do valor é de 308 dias. Para ter direito a ele, o segurado precisa  de autorização de uma perícia médica e tem de apresentar laudos e exames que  comprovem a dependência química.

Só em janeiro, o total de pedidos de auxílios-doença aceitos pelo governo  federal para usuários de drogas como cocaína e crack chegou a 2.457, mais que o  dobro dos autorizados aos viciados em álcool: 1.044. O avanço do crack levou, no  ano passado, o Ministério da Justiça a gastar R$ 142,4 milhões apenas em medidas  de combate à droga, que, como já reconheceu o governo federal, tornou-se uma  epidemia no Brasil. A psicanalista Ivone Ponczek, coordenadora do Núcleo de  Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad) da Universidade do  Estado do Rio de Janeiro (Uerj), avalia que o aumento do número de afastamentos  devido ao crack deve-se tanto ao crescimento, nos últimos anos, do número de  dependentes químicos como à descriminalização do usuário de drogas, que passou a  procurar por ajuda.

Ela observa que, a partir de 2006, coincide o crescimento do afastamento de  usuários de drogas psicoativas do mercado de trabalho com o aumento do uso de  crack no país. No Rio de Janeiro, ela ressalta que o fenômeno é mais recente: a  droga passou a ser consumida de “maneira exorbitante” nos últimos quatro  anos.

— De 2006 para cá, houve um aumento impressionante do uso do crack no país.  No Rio de Janeiro, a droga entrou de maneira exorbitante nos últimos quatro  anos, uma situação realmente calamitosa. Além do aumento do uso, a  descriminalização do usuário fez com que houvesse mais possibilidade de ele  pedir o auxílio-doença. Foram abertas mais portas para o tratamento e para o  pedido de ajuda — ressaltou.

Em São Paulo, estado que historicamente concentra o maior número de  auxílios-doença a dependentes químicos, o advogado Maurício Bitencourte tem  recebido por mês R$ 2.880 do INSS. Ele e o irmão estão internados há três meses  em um recanto, em Suzano (SP), que faz parte da Instituição Cláudio Amâncio, que  trabalha com prevenção e recuperação de dependentes químicos. Na quarta-feira,  quando O GLOBO visitou o local, Luiz Carlos Bitencourte estava na capital  paulista, justamente para buscar o benefício, cujo pagamento foi autorizado até  o final de abril.

Em 2011, São Paulo registrou 41.271 benefícios a dependentes químicos, dos  quais 11.515 foram relativos a drogas psicoativas. O Rio de Janeiro foi o sexto  estado com o maior número de afastamentos: 6.527, dos quais 1.184 foram  relativos a drogas como cocaína e crack.

— Já tinha conseguido o auxílio por oito meses: de junho de 2011 a janeiro de  2012. O processo para obtenção não costuma ser rápido, leva meses. Não ia dar  entrada agora, mas acabei mudando de ideia — afirmou o advogado.

A demora para a aprovação do benefício também é criticada por outros  dependentes químicos, como o paulista Ivan Mergulhão, de 33 anos. No início  deste mês, o ex-praticante de fisiculturismo conseguiu o auxílio-doença por  apenas um mês, o que considera pouco. Em internação, ele consumiu o crack pela  primeira vez aos 16 anos. Por anos, conseguiu conciliar o trabalho com as  drogas, até ter uma overdose.

— Eu gastei a rescisão inteira de serviço de motoboy com drogas. Ao todo, já  fui internado mais de 15 vezes.

Não é apenas o total de auxílios-doença a dependentes químicos de  cocaína e crack que tem crescido no Brasil. Nos últimos anos, o número de  atendimentos médicos a usuários de drogas em geral também aumentou na rede  pública de saúde. Em 2012, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) registraram  7,5 milhões de atendimentos, elevação de 20,6% sobre 2011, quando foram  registrados 6,2 milhões. Nos últimos quatro anos, o total de assistências  oferecidas, que cresce a cada ano, passou dos 24 milhões e apresentou um salto  de 51%.

Os dados inéditos foram obtidos a pedido do GLOBO com o Ministério da Saúde.  De 2002 a 2011, o orçamento da pasta para iniciativas de saúde mental, que  engloba o que é destinado a dependentes químicos, aumentou três vezes, passando  de R$ 620 milhões para R$ 1,8 bilhão. Para reforçar o tratamento a usuários de  droga, sobretudo viciados em crack, o Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu em  2011 um reforço de caixa de R$ 2 bilhões, montante que deverá ser investido até  2014 e foi destinado ao programa do governo federal “Crack é Possível  Vencer”.

O secretário nacional de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio  Miranda Magalhães Júnior, reconhece que o número de dependentes químicos tem  crescido no país, fator que, segundo ele, explica o aumento do atendimento na  rede pública. Ele aponta como outro motivo o aumento da busca por tratamento  médico, realizada tanto pelo próprio dependente químico como por parentes e  familiares. Na avaliação dele, o baixo custo do crack e o alto poder de vício da  droga explicam o seu avanço:

— De um lado, a situação da dependência química tem aumentado de maneira  perceptível. De outro, as pessoas têm procurado mais ajuda no país, o que mostra  que o nosso serviço tem respondido, mas precisamos ampliá-lo, evidentemente.

A avaliação do secretário nacional é semelhante à da psicanalista Ivone  Ponczek, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de  Drogas (Nepad) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Ela observa que, por  ser uma droga de fácil acesso, o número de dependentes de crack tem aumentado no  Brasil nos últimos seis anos. No subcentro de atendimento da entidade que  coordena, sete de cada dez dependentes químicos são usuários da droga.

— Como o crack é mais barato e de fácil acesso, acaba sendo uma opção para  muitos dependentes. Causa muito rápido a dependência e já chegou a todas as  classes sociais. Nós observamos, no Rio, que os usuários são cada vez mais  jovens — afirmou Ivone.

Hoje, o Brasil perde apenas para os Estados Unidos em usuários de cocaína e  crack. Segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, o país possui, ao  todo, 2,8 milhões de usuários dessas duas drogas, enquanto os Estados Unidos  apresentam 4,1 milhões. Se considerados os entorpecentes de maneira isolada, o  Brasil possui o maior mercado de crack do mundo, que representa 20% do  total.

O levantamento mostrou ainda que a Região Sudeste concentra 46% do total de  usuários de crack e cocaína, num total de 1,4 milhão. Na sequência, aparecem o  Nordeste (27%), Centro-Oeste (10%) e Norte (10%). Em São Paulo, estado com maior  concentração de usuários de crack, o programa de internações compulsórias  realizou, em um mês, 223 internações, prestou 1.509 atendimentos e recebeu 8.171  ligações por informações.

Fonte: O Globo

Brasil já é o segundo maior consumidor de drogas do mundo

14/10/2012

 ”Cadê o padê?”, pergunta Adauto Ramos (nome fictício), ao chegar em uma das festas mais famosas da capital federal. O código é conhecido. Ele está em busca de cocaína, facilmente encontrada no banheiro da noitada. Adauto é mais um usuário da droga que tem o Brasil como o segundo maior mercado do mundo, só atrás dos Estados Unidos. Com mais dinheiro no bolso, o brasileiro aumentou o consumo de entorpecentes caros e considerados de elite. Do ano de 2003 até 2011, as apreensões de cocaína cresceram 144%: 24 toneladas só no ano passado. A droga que abastece a noite brasiliense vem da Bolívia, e deixa pelo caminho vidas devastadas. A principal entrada é o Mato Grosso.

Foi a cocaína que separou a boliviana Elizabeth Catema da família. Depois de deixar o marido que a espancava, e no anseio de dar uma vida melhor para os quatro filhos, virou “mula” do tráfico. Com 4,3 quilos de pasta base escondidos na bagagem, ela e duas amigas cruzaram a fronteira de ônibus. Mas, logo na primeira viagem, foi flagrada e presa. Não viu o dinheiro prometido e, nos últimos dois anos, foi privada de acompanhar a infância das crianças.

- Ai, Deus, isso é muito doloroso para mim. Eu não me perdoo por haver escolhido esse caminho. Foi um erro que custou muito – desabafou a presidiária, que em breve ganhará liberdade condicional por bom comportamento.

Para tentar refazer a vida, quer trabalhar fazendo salgadinhos, atividade que aprendeu na cadeia. Mas quando atravessar o portão da penitenciária, deixará para trás várias presas pelo mesmo crime: 90% das 259 mulheres do presídio de Cuiabá estão ali por tráfico.

O uso das “mulas”, grande parte delas oriunda do povoado de San Matías, vem caindo, pois o tráfico está mais sofisticado. A moda é usar pequenos aviões para arremessar a droga em fazendas no Mato Grosso. Às vezes, os traficantes até abandonam aeronave – a carga vale mais. Aproveitam que o estado não tem uma base aérea, o que fortaleceria a fiscalização.

- Falar em segurança na fronteira do Mato Grosso não é falar em segurança só para nós, mas principalmente para São Paulo, Rio, para todo o Brasil, porque é por aqui que entra o problema – diz o juiz criminal de Cáceres Geraldo Fidelis.

Sobre sua mesa, histórias se repetem: processos de mulheres que se arriscam ao engolir as cápsulas de cocaína. Para acostumar o estômago, usam cenouras embaladas em preservativos. Passam pela fronteira para abastecer, sobretudo, os grandes centros. O juiz critica a guerra desleal: o tráfico tem equipamentos de última geração, a polícia não tem nem cão farejador. Cada um custaria apenas R$ 3,6 mil por ano para o estado. Na fronteira com a Bolívia, a comunicação policial é precária. A internet chegou lá há menos de dois meses.

O Ministério da Justiça quer reforçar a segurança de olho nos eventos que o Brasil sediará nos próximos anos. Comprou scanners de veículos para impedir o que acontece na Ponte da Amizade, fronteira com o Paraguai: a cocaína é escondida em pneus, radiadores e peças dos veículos. O ministro José Eduardo Cardozo alerta para o crescimento das drogas sintéticas entre jovens das classes média e alta. As apreensões de ecstasy no Brasil subiram de 68 mil para 259 mil comprimidos desde 2003:

- Quando muda o perfil econômico de um país, o crime se adequa. Com o Brasil se desenvolvendo economicamente, o perfil de delitos se adapta a essa realidade.

Fonte: Yahoo

Campanha da Avaaz sobre a política de drogas no Brasil

12/07/2012

Caros amigos do Brasil,

 

 

A política de drogas brasileira é um fracasso. Ela custa bilhões e é incapaz de reduzir a violência ou ajudar famílias que não conseguem tratar dependentes. Na segunda-feira, uma nova proposta foi apresentada e terá um enfoque efetivo para caçar os chefes das drogas e curar os dependentes. Os políticos estão com medo de aprovar esta proposta sem apoio público, mas se 50.000 de nós a apoiarem agora, nós poderemos assegurar o debate no Congresso. Cabe a nós. Assine já e envie para todos!

 

 A política de drogas brasileira é um fracasso. Ela nos custa bilhões, um valor muito acima de nossas capacidades, e é incapaz reduzir a violência ou ajudar famílias que não conseguem tratar dependentes. Mas na segunda-feira, uma aliança poderosa lançou uma nova proposta e se nos mobilizarmos por ela agora, poderemos mudar essa estratégia inútil.

A proposta é transformar nossa política falida no modelo de sucesso iniciado em Portugal — um modelo com foco no tratamento dos dependentes não violentos, liberando assim os recursos policiais para o enfrentamento do crime organizado e para a redução da violência. Dois deputados apresentarão a proposta esta semana, mas os parlamentares só considerarão esta promissora proposta se eles sentirem que têm apoio popular. Cabe a nós abrir o caminho para uma política de drogas eficiente e sã.

Hoje esta proposta está por toda parte na mídia e estamos com a faca e o queijo na mão para fazer essa reforma acontecer — quando atingirmos 50.000 assinaturas nós entregaremos, junto com parceiros, nossa mensagem de apoio diretamente ao Presidente da Câmara dos Deputados e nos asseguraremos que a proposta será debatida imediatamente. Assine a petição da Avaaz

A atual lei de drogas não diferencia claramente usuários não violentos de traficantes. Na prática, os pobres são classificados como traficantes e os ricos como consumidores. Ao invés de oferecer tratamento àqueles que sofrem com a dependência, nosso sistema concentra maciçamente seus recursos policiais em réus primários não violentos, deixando espaço para o crescimento do crime organizado. E nós gastamos bilhões de nossos impostos neste modelo perdulário.

Enquanto isso, em 2001, Portugal aprovou uma nova lei que diferencia claramente usuários de traficantes, tratando traficantes como um caso de polícia e usuários como um problema de saúde. Depois dessa mudança, as mortes relacionadas às drogas desabaram, a luta contra o crime organizado ganhou terreno e, diferentemente do previsto por alguns, o consumo de drogas caiu entre os jovens. Se agirmos agora, podemos adotar medidas semelhantes aqui no Brasil.

Muitos políticos sabem que a atual política de drogas é um fracasso total, mas eles têm medo de admitir por medo da reação pública. Se mostrarmos que há apoio público a esta nova proposta, podemos transformar nosso modelo falido e salvar vidas. Assine essa petição e compartilhe com seus amigos para mostrar que queremos mudar

Nosso movimento mostrou inúmeras vezes, no Brasil, que quando as pessoas agem, podemos forçar os políticos a escutá-las. Conseguimos no passado com a Ficha Limpa, com a aprovação da PEC do trabalho escravo e com os vetos ao código florestal. Vamos usar o poder popular para consertar nossa política de drogas com a aprovação de reformas de bom senso.

Com esperança e determinação,

Pedro, Carol, Diego, Ian, Ricken e toda a equipe da Avaaz.

Fonte: Avaaz

Mercosul

01/07/2012

O presidente do Conselho de Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Rubens Barbosa, acusou o governo argentino de ferir mortalmente o Mercosul e afirmou que o bloco deixou de lado o enfoque comercial para se tornar um instrumento de política regional.

“Nos últimos meses adotaram medidas que mataram o Mercosul. A Argentina vai ser responsável pelo fim do Mercosul”, disse Rubens Barbosa à Rádio Mitre de Buenos Aires.

Segundo o empresário, “o Mercosul hoje como instrumento de política comercial acabou, não vale nada para abrir o comércio, se transformou agora em um foro político, o que vimos ontem (sexta-feira) foi o julgamento do Paraguai e a entrada da Venezuela sem negociação ou compromisso”.

A cúpula do Mercosul realizada na sexta-feira na cidade argentina de Mendoza (oeste) decidiu suspender o Paraguai devido à destituição do presidente Fernando Lugo, até a realização de eleições em abril de 2013, e acertou o ingresso da Venezuela como membro pleno do bloco.

O empresário atacou as restrições impostas pela Argentina, e também citou os problemas que certos produtos argentinos enfrentam para chegar ao mercado brasileiro, como vinhos, uvas, cítricos e medicamentos, entre outros.

“A Argentina adotou medidas que vão contra o Mercosul, e agora aceitam a Venezuela sem qualquer negociação concreta”, disse Rubens Barbosa, que trabalhou na chancelaria brasileira durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Rubens Barbosa lembrou que o “Tratado de Assunção (1991 que deu origem ao Mercosul) estabelecia a abertura do comércio entre os sócios e o que ocorre agora é exatamente o inverso”.

Fonte: Institutoalerta

O Brasil em posição de destaque no combate às drogas

14/04/2012

Caros amigos do Brasil,

 

 

Em 48 horas, a presidenta Dilma pode exercer um papel crucial para que se dê início ao fim da catastrófica “guerra às drogas”. Os líderes da América Latina estão prontos para pressionar por uma nova abordagem na regulamentação das drogas — e a presidente Dilma tem a chance de liderar o debate. Mas ela precisa do nosso apoio para fazer isso. Envie uma mensagem urgente para a Dilma agora:

Em 48 horas, a presidente Dilma poderá desempenhar um papel fundamental na mudança das políticas globais de drogas, de uma perspectiva de guerra e repressão para uma de tratamento e compreensão. Mas ela está em silêncio em relação à necessidade de abandonar a atual política catastrófica internacional e apenas o nosso enorme apoio vai fazê-la vir à público.

Mais de 4 milhões de brasileiros, incluindo alguns dos nossos amigos e parentes, sofrem todos os anos do abuso de drogas e de sua dependência química. Nosso país está ignorando esta situação e gasta bilhões de reais lutando numa guerra falida que criminaliza os dependentes químicos. Agora, um grupo de líderes latino-americanos está exigindo uma nova abordagem que poderá incluir a ajuda para o sofrimento desses dependentes químicos e suas famílias. O governo dos EUA está tentando bloquear esse novo passo, mas Dilma pode equilibrar a balança. Ela só precisa de um gigantesco apoio público para se posicionar e abrir o debate.

Vamos agarrar essa oportunidade única para trazer esperança para milhões de pessoas que sofrem todos os anos com a praga do abuso de substâncias e o vício. Clique abaixo para inundar o gabinete da Dilma com mensagens exigindo que ela entre para a história da Cúpula de Cartagena neste final de semana, virando a página da letal e sem sentido guerra às drogas e dê início a uma era de políticas de drogas mais humana e efetiva no Brasil e ao redor do mundo:

Nosso governo repetidamente disse que devemos combater o uso de drogas por meio da educação, tratamento e políticas de saúde incólumes. Mas a guerra às drogas liderada pelos EUA forçou uma abordagem global baseada na criminalização que superpopulou nossas prisões com criminosos não-violentos. Agora, após décadas de tentativas, sabemos que a guerra às drogas não atinge o problema do vício às drogas e sequer reduzem o seu consumo.

Do outro lado, passos para a regulamentação na Suíça, Portugal, Holanda e Austrália mostram resultados impressionantes na redução do abuso de drogas e nos crimes relacionados com drogas. À essa altura, uma mudança na política de drogas é simplesmente uma questão de bom senso.

No ano passado a enorme campanha global da Avaaz trabalhou junto com a Comissão Global de Política sobre Drogas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para abrir o debate político no mais alto nível nas Nações Unidas. Agora os Estados Unidos, que inventaram essa “guerra”, admitiram que essa abordagem não está funcionando. Pela primeira vez a pressão política está aumentando em toda nossa região e líderes da Guatemala ao México e Colômbia estão pedindo um debate acerca da descriminalização. Essa é uma mudança tectônica, mas os EUA sentiram o golpe e  estão tentando bloquear políticas alternativas.

O palco agora está pronto para um debate quente em Cartagena, Colômbia, que podemos influenciar e vencer! Mas temos apenas alguns dias para dar à Dilma o apoio público que ela precisa para tomar medidas concretas agora. Envie uma mensagem urgente para Dilma, por meio do Site da Avaaz

Finalmente os políticos estão reconsiderando suas posições e a América Latina pode liderar o mundo para longe dessa política imprudente. Mas para sairmos de debates e chegarmos a ações tangíveis em nossas vidas, precisamos de um levante e forçar a Dilma a exercer essa liderança. Vamos garantir que essa cúpula seja o início do fim da guerra contra às drogas.

Com esperança,

Alice, Luis, Pedro, David, Carol, Emma, Ricken e toda a equipe da Avaaz

Fonte: Avaaz

Por que há pessoas que se drogam? Uma visão espiritual

23/02/2012

 

Nós somos um Espírito
encarnado, novamente nesse planeta, como tantas vezes já, e somos representados
por uma persona temporária, num ciclo milenar de encarnações e desencarnações,
para aprendermos a curar o egoísmo. E o egoísmo é acreditarmos sermos a nossa
persona atual e seus rótulos. A recordação de que somos um Espírito encarnado,
em uma “casca” temporária, faz com que possamos, então, perceber o que nosso Ego
(persona) nos pede e o que o nosso Eu Superior almeja. A noção reencarnacionista
traz o sentido da vida, a responsabilidade com a nossa encarnação, a meta a
alcançar e como podemos cumprir a nossa missão pré-reencarnatória aqui na Terra.
A nossa persona é muito egoísta, egocêntrica, e fala em “Eu”, “Meu” e “Minha”
enquanto o nosso Eu Superior é altruísta, caridoso, e fala em “Nós”, “Nosso” e
“Nossa”.
Contrariando a proposta de purificação, que é a meta do ciclo de
reencarnações, o uso de cigarro, bebida alcoólica, cannabis, cocaína, crack e
outras coisas criadas pela sociedade humana, pode representar:

1. Uma
postura egóica diante da vida que não condiz com o desejo do nosso Eu Superior:
é o Ego no comando, aquela parte de nós que fala “eu”, “eu”, “eu”…

2.
Sentimentos negativos da nossa persona em relação aos pais ou outras pessoas: é
a visão equivocada da nossa persona que, na Psicoterapia Reencarnacionista
chamamos de “versão persona”. Ela deve ser substituída pela “Versão
Espírito”.

3. Sentimentos negativos da nossa persona em relação à
sociedade e ao mundo: é a vitimação, um dos maiores equívocos de quem esqueceu
que pediu (necessitou) de sua infância e pede (necessita) dos fatos de sua vida.
Tudo é baseado nas leis Divinas: do Retorno, do Merecimento e da
Necessidade.

4. Uma atitude egoísta baseada no prazer e no lazer,
seguindo o exemplo da sociedade materialista na qual estamos imersos: é a
infantilidade ou a adolescência espiritual da maior parte das pessoas aqui na
Terra, contrastando com a maturidade espiritual dos Mestres encarnados, que
falam em “nós”, “nós”, “nós”…

5. Dificuldades de Espíritos mais
sensíveis, o que faz com que queiram ausentar-se, não comprometer-se com a vida
terrena: são Espíritos mais antigos que não agüentam viver aqui, um lugar muito
denso e pesado.

6. Busca de transcendência por meios artificiais,
confundindo elevação espiritual com “viagens” artificiais: é o desejo de fugir,
de viajar, artificialmente, externamente, ao invés, de procurar a mesma coisa
pela maneira correta, internamente, com foco, disciplina e atenção.

7.
Repetição de um padrão autodestrutivo de outras encarnações, ou seja, estar
errando novamente: são as pessoas que vêm, há muitas encarnações, repetindo o
mesmo padrão de bebida, de drogas. Isso pode ser visto nas “Sessões de telão!”
que é como chamamos as Regressões.

8. Ação prejudicial de Espíritos
desencarnados, os chamados Espíritos obsessores, sobre todos nós: são as vozes,
os vultos, as vontades, os desejos de fazer coisas prejudiciais, sabendo que são
erradas, mas mesmo assim faz…

Cada um desses aspectos deve ser abordado
do ponto de vista reencarnacionista/espiritual, em consultório e em Centros
Espíritas.
Estamos encarnados aqui na Terra, em uma sociedade egóica,
ilusória, materialista, com a finalidade de aprendermos a amar realmente e a nos
libertarmos de nossa infantilidade egocêntrica. A compreensão disso faz com que
possamos estabelecer valores reais e profundos para a nossa vida, alinhados ao
bem comum e percebermos os valores ilusórios e superficiais oferecidos pelas
mensagens cotidianas, endereçadas às nossas personas. O grande erro da maioria
de nós é acreditarmos sermos nossa persona, em nossos rótulos atuais, quando
somos Espíritos encarnados em situações baseadas na Lei de Causa e Efeito (Lei
do Karma). O uso de substâncias, lícitas ou ilícitas, geralmente origina-se de
uma mensagem ilusória do nosso Ego, um discípulo muito desobediente, e a visão
reencarnacionista pode nos ajudar a passarmos o comando das ações da nossa
persona para o nosso Mestre Interior.

Somos Espíritos eternos em busca de
mais evolução espiritual e a conscientização disso faz com que possamos
diferenciar o que é verdadeiro do que é ilusório, o que é útil do que é
prejudicial para a nossa purificação, o que satisfaz o nosso Ego mas não
beneficia o nosso Espírito, e o que retarda ou bloqueia a nossa elevação
espiritual. O nosso Ego, que é o representante da nossa persona atual, tende a
nos prender nas teias da encarnação, a nos aprisionar aqui, enquanto o nosso Eu
Superior quer nos libertar dessa condição e nos levar a sintonizar com níveis
superiores espirituais. O uso dessas substâncias pode representar um anseio do
Ego, uma busca de libertação ilusória, uma fuga dos problemas ou das chatices da
vida ou uma postura autodestrutiva, e podem ser, então, um entrave à busca de
evolução para o nosso Espírito.

Lidando com a Reencarnação, não
utilizamos a terminologia usual de “drogas”, “drogadição”, “drogadicto”, “vício”
e outros, e sim a questão básica, para aproveitarmos espiritualmente uma
encarnação, é percebermos quem está no comando da nossa vida: o nosso Ego ou o
nosso Eu Superior? O nosso Ego, por sua visão limitada, horizontal,
freqüentemente prende-se em mágoas e raivas, baseado na história temporária da
nossa persona, enquanto que o nosso Eu Superior, por sua visão panorâmica,
conhece a história verdadeira: a do nosso Espírito.

O nosso Ego é
facilmente iludido pelas mensagens de uma sociedade egoísta, materialista,
hipócrita e superficial, enquanto que o nosso Eu Superior vê as coisas de cima e
sabe diferenciar o que é verdadeiro do que é ilusório. A nossa persona acredita
em seus rótulos e conhece a sua história apenas desde a infância, enquanto que o
nosso Espírito conhece a história verdadeira, de milhares e milhares de anos,
sabe para o que reencarnamos, o que devemos fazer e como realmente podemos
aproveitar uma encarnação.

Podemos nos ajudar e também os usuários de
substâncias a se libertarem do comando dos Egos, a transcender a nossa persona e
nos aliarmos verdadeiramente ao nosso Espírito, aproximando-nos mais de nosso Eu
Superior e de nossos Mentores Espirituais, realizando com mais competência a
evolução espiritual. E isso significa conseguirmos ultrapassar o estágio ainda
adolescente da humanidade, sob o domínio do chakra umbilical, para um estágio
espiritual adulto, sob o domínio do chakra cardíaco.

É a subida dos
desejos e das necessidades pessoais para o Amor, a mudança do foco no “eu” para
o “nós” e o entendimento de que, perante Deus, os outros são tão importantes
quanto eu. Um dia, mais adiante na evolução espiritual, chega-se ao ponto de
descobrir-se que os outros são mais importantes, mas isso é mais adiante…

Por Mauro Kwitko (Vidanova)

 

Governo cria casas para dependentes de drogas

27/01/2012
 
O governo criou oficialmente em 26/1/12 as Unidades de Acolhimento e os Consultórios de Rua, dois braços de atendimento previstos no Programa de Combate ao Crack lançado ano passado. Estados e municípios, além do Distrito Federal, que se habilitarem receberão um incentivo de R$ 70 mil para montar as unidades, uma espécie de residência temporária para abrigar usuários de crack e outras drogas, com quartos coletivos, cozinha, copa, banheiro, área de serviço de lazer e salas de atendimento e de enfermagem.

Publicada no Diário Oficial, a portaria prevê a criação de dois tipos de unidades: uma para adultos, com até 15 vagas, e outra para crianças e adolescentes, com no máximo 10 vagas. As unidades para maiores de 18 anos receberão R$ 25 mil mensais para auxílio de custeio e as de adolescentes, R$ 30 mil.

A previsão do governo é de que até 2014 mais de 500 estabelecimentos sejam criados, com recursos de R$ 442,8 milhões. Pelo menos quatro funcionários terão de permanecer nas unidades 24 horas, 7 dias da semana. Um profissional de nível universitário (não necessariamente médico mas especializado em tratamento de crack, álcool e outras drogas) terá de permanecer todos os dias da semana na unidade, das 7 às 19h. As unidades terão de estar vinculadas a um Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas. A estada dos usuários nas unidades será de no máximo 6 meses.

As secretarias responsáveis pela unidade de acompanhamento terão de fazer o controle, a fiscalização e auditoria dos trabalhos. O trabalho desempenhado em cada centro será feito de acordo com um projeto feito pelo CAPS de referência. Além de abrigo, unidades ficarão responsáveis em garantir educação. O usuário poderá entrar e sair livremente da unidade e receber visita de familiares.

Municípios e Distrito Federal também podem pedir habilitação para receber recursos destinados à montagem do Consultório na Rua. Equipes (que poderão ter três formatos – quatro, seis e oito profissionais) ficarão encarregadas de entrar em contato com usuários, dar informações sobre redução de danos, distribuir preservativos e encaminhar para unidades de tratamento, quando necessário. Para equipes de 4 profissionais, será repassado valor de R$ 9,5 mil mensais. Para os de 6, de R$ 13 mil e de 8, R$ 18 mil.

Fonte: Yahoo

Campanha Escolha Viver Sem Drogas

27/09/2011
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Fonte: Youtube

DROGAS II

04/08/2011

Conceitos
Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas,de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da maconha). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas comumente suscita a idéia de uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injeção, por inalação, via oral, injeção intravenosa ou aplicadas via retal (supositório).

Intoxicação Aguda
É uma condição transitória seguindo-se a administração de álcool ou outra substância psicoativa, resultando em perturbações no nível de consciência, cognição, percepção, afeto ou comportamento, ou outras funções ou respostas psicofisiológicas.

Uso Nocivo
É um padrão de uso de substância psicoativa que está causando dano à saúde. O dano pode ser físico (como no caso de hepatite decorrente da administração de drogas injetáveis) ou mental (ex. episódio depressivo secundário a um grande consumo de álcool).

Toxicomania
A toxicomania é um estado de intoxicação periódica ou crônica, nociva ao indivíduo e à sociedade, determinada pelo consumo repetido de uma droga, (natural ou sintética). Suas características são:
1 – irresistível desejo causado pela falta que obriga a continuar a usar droga.
2 – tendência a aumentar a dose.
3 – dependência de ordem psíquica (psicológica), às vezes física acerca dos efeitos das drogas.

Breve história das drogas
A longa trajetória das substâncias psicotrópicas com o passar dos milênios.
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Síndrome de Dependência
É um conjunto de fenômenos fisiológicos, comportamentais e cognitivos, no qual o uso de uma substância ou uma classe de substâncias alcança uma prioridade muito maior para um determinado indivíduo, do que outros comportamentos que antes tinham mais valor.
Uma característica central da síndrome da dependência é o desejo (frequentemente forte e algumas vezes irresistível) de consumir drogas psicoativas as quais podem ou não terem sido prescritas por médicos.

Codependência
Codependência é uma doença emocional que foi “diagnosticada” nos Estados Unidos por volta das décadas de 70 e 80, em uma clínica para dependentes químicos, através do atendimento a seus familiares. Porém, com os avanços dos estudos das causas e dos sintomas, que são vários, chegou-se à conclusão de que esta doença atinge não apenas os familiares dos dependentes químicos, mas um grande número de pessoas, cujos comportamentos e reações perante a vida são um meio de sobrevivência.
Os codependentes são aqueles que vivem em função do(s) outro(os), fazendo destes a razão de sua felicidade e bem estar. São pessoas que têm baixa auto-estima e intenso sentimento de culpa. Vivem tentando “ajudar” outras pessoas, esquecendo, na maior parte do tempo, de viver a própria vida, entre outras atitudes de auto-anulação. O que vai caracterizar o doente é o grau de negligenciamento de sua própria vida em função do outro e de comportamentos insanos.
A codependência também pode ser fatal, causando morte por depressão, suicídio, assassinato, câncer e outros. Embora não haja nas certidões de óbito o termo codependência, muitas vezes ela é o agente desencadeante de doenças muito sérias. Mas pode-se reverter este quadro, adotando-se comportamentos mais saudáveis. Os profissionais apontam que o primeiro passo em direção à mudança é tomar consciência e aceitar o problema. 

Abstinência Narcótica
Independente de sexo ou idade, na gravidez ou não, sempre que se suspendem de forma abrupta os narcóticos, poderá eclodir numa pessoa viciada nestas drogas, uma sequência de sintomas que vão caracterizar a síndrome de abstinência narcótica.

As primeiras 4 horas de abstinência
- Ansiedade, comportamento de procura da droga

As primeiras 8 horas de abstinência
- Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral

As primeiras 12 horas de abstinência

- Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral, dilatação das pupilas, tremores musculares, ondas de frio, ondas de calor, ereção dos pelos cutâneos, dores ósseas, dores musculares

As primeiras 18-24 horas de abstinência
- Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral, dilatação das pupilas, tremores musculares, ondas de frio, ondas de calor, ereção dos pelos cutâneos, dores ósseas, dores musculares, insônia, náusea, vômitos, muita inquietação, aumento da frequência respiratória, pulso rápido, aumento da profundidade da respiração, aumento da pressão arterial, hipertermia (febre), dor abdominal

As primeiras 24-36 horas de abstinência
- Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral, dilatação das pupilas, tremores musculares, ondas de frio, ondas de calor, ereção dos pelos cutâneos, dores ósseas, dores musculares, insônia, náusea, vômitos, muita inquietação, aumento da frequência respiratória, pulso rápido, aumento da profundidade da respiração, aumento da pressão arterial, hipertermia (febre), dor abdominal, diarréia, ejaculação espontânea, perda de peso, orgasmo espontâneo, sinais de desidratação clínica, aumento dos leucócitos sanguíneos, aumento da glicose sanguínea, acidose sanguínea, distúrbio do metabolismo ácido-base

Síndrome de abstinência no recém-nascido
Costuma ocorrer após 48 horas do parto de uma gestante viciada em narcóticos com as características:
- Febre, tremor, irritabilidade, vômitos, hipertonicidade muscular, insuficiência respiratória, convulsão, choro agudíssimo, muitas vezes pode ocorrer a morte do recém-nascido
(Fonte: Salvar o Filho Drogado, Dr. Flávio Rotman, 2ª edição, Editora Record)

Gírias utilizadas por usuários de drogas
queimar um – fumar
mocosar – esconder
caretaço – livre de qualquer efeito da maconha
sussu – sossego
rolê – volta
pifão – bebedeira
rolar – preparar um cigarro
cabeça feita – fuma antes de ir a um lugar
chapado – sob o efeito da maconha
bad trip – viagem ruim, com sofrimentos
nóia – preocupação
marofa – fumaça da maconha
tapas – tragadas
palas – sinais característicos das drogas
larica – fome química
matar a lara – matar a fome química
maricas – cachimbos artesanais
pontas – parte final da maconha não fumada
cemitério de pontas – caixinha ou recipientes plásticos usados para guardar as pontas
pilador – socador para pressionar a maconha já enrolada dentro da seda
dichavar o fumo – soltar a maconha compactada em tijolos ou seus pedaços e separar as partes que lhe dão gosto ruim
sujeira – situação perigosa
dançou – usuário que foi flagrado fumando
mocós – esconderijos de droga
“pipou uma vez, está fisgado”
(Fonte: Anjos Caídos, Içami Tiba, 6ª edição, Editora Gente)

Exames toxicológicos e detecção de drogas
Quais tipos de exames toxicológicos existentes? Eles detectam qualquer droga?
A partir de quando eles dão positivo? – Saiba mais…

Como as Drogas Circulam no Corpo

As drogas circulam de maneira previsível pelo corpo e ganham maior velocidade e alcance a partir do momento em que entram na corrente sanguínea.
O sangue circula dos tecidos para o coração através das veias. Do coração, ele parte para os pulmões para adquirir oxigênio e liberar o dióxido de carbono. O sangue volta, então, para o coração através das artérias, carregando consigo a droga.

As drogas podem der administradas oralmente, aspiradas pelo nariz ou inaladas até os pulmões. Podem também ser injetadas através da pele, de uma camada de gordura, músculo ou dentro de uma veia (via intravenosa). A injeção intravenosa é a via que produz os efeitos mais rápidos.

Fonte: Site antidrogas

Consumo de Drogas

03/08/2011
Remédios

Nos EUA, cresce o número de internações relacionadas a opioides prescritos

O Relatório Mundial sobre Drogas, lançado nesta quinta-feira pela agência da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC), revela que, embora tenha havido uma estabilização no consumo mundial de drogas tradicionais como heroína e cocaína, há uma tendência de aumento no uso não-medicinal de drogas prescritas, inclusive no Brasil.

“O uso não-medicinal de drogas de prescrição, como tipos de opioides sintéticos, tranquilizantes e sedativos, ou de estimulantes prescritos, é um crescente problema de saúde em vários países”, afirma o relatório.

Brasil

Na América do Sul, o documento aponta alto uso de opioides prescritos no Brasil e no Chile. Ambos os países, além da Argentina, também registraram altos índices de consumo de ATS (estimulantes sintéticos do grupo das anfetaminas), em sua maior parte prescritos legalmente como anorexígenos ou para o tratamento de transtorno de deficit de atenção, mas desviados para o uso não-medicinal.

O relatório diz que drogas prescritas substituem outras drogas ilícitas por serem consideradas menos nocivas, já que são indicadas por médicos, por serem mais baratas que drogas proibidas e por serem mais aceitas socialmente.

Outro fator para a crescente popularidade dessas drogas, segundo a UNODC, é que pacientes as compartilham ou as vendem para parentes e amigos. O órgão diz que seu uso é especialmente comum entre jovens adultos, mulheres, idosos e profissionais da saúde.

Clique Leia mais na BBC Brasil: Brasil é principal rota de passagem da cocaína rumo à Europa, diz relatório

Internações

O documento aponta que os efeitos nocivos do maior consumo dessas drogas já é notado: nos Estados Unidos, onde há dados mais detalhados sobre o tema, o número de internações relacionadas a opioides prescritos cresceu 460% entre 1998 e 2008 e já supera o de casos ligados a drogas ilícitas.

Entre as pessoas que começaram a usar drogas nos EUA em 2009, 2,2 milhões iniciaram o consumo com analgésicos, número próximo dos que iniciaram o uso com maconha.

O relatório revela ainda um aumento acentuado nas overdoses causadas por opioides prescritos no país: de 4 mil em 2001 para 11 mil em 2006. Segundo o documento, tendências similares são verificadas em outros países.

Outra preocupação apontada pelo documento é a crescente combinação entre drogas lícitas e ilícitas, para acentuar o efeito da droga principal.

Heroína

Além do aumento no uso de drogas prescritas, o Relatório Mundial sobre Drogas aponta estabilização no consumo de heroína na Europa e declínio no uso de cocaína na América do Norte – os principais mercados para essas drogas.

No entanto, houve aumento no uso de cocaína na Europa e na América do Sul na última década e expansão do uso de heroína na África.

O relatório aponta ainda que o plantio de ópio (matéria-prima da heroína) e coca hoje está limitado a poucos países, mas que os índices de produção de heroína e cocaína continuam altos.

Embora 2010 tenha registrado uma queda substancial na produção de ópio, o documento atribui a queda a uma praga que atingiu áreas rurais do Afeganistão, um dos maiores produtores da droga.

Apreensões na Europa de cocaína vinda do Brasil crescem dez vezes

Cocaína (PA)

Carregamentos brasileiros de cocaína interceptados na Europa subiu de 25 para 260 em 4 anos

Um relatório da agência da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC) divulgado na quinta-feira indica que o número de carregamentos de cocaína vindos do Brasil que foram apreendidos na Europa aumentou mais de dez vezes entre 2005 e 2009.

Segundo o Relatório Mundial sobre Drogas, o número de carregamentos saltou de 25 (ou 339 kg), em 2005, para 260 (1,5t), em 2009, o que o tornou o Brasil “o país de trânsito mais proeminente das Américas – em termos de número de apreensões – de remessas de cocaína apreendidas na Europa.”

Em termos da quantidade de cocaína apreendida na Europa advinda de países intermediários, no entanto, o Brasil está atrás da Venezuela e do Equador – já que a droga que parte destes países é geralmente transportada em cargas maiores, segundo o relatório.

De acordo com a Organização Mundial das Aduanas, o Brasil foi o único país sul-americano de onde partiram carregamentos de cocaína interceptados na África em 2009.

O maior uso do Brasil como rota de passagem de cocaína para a Europa também se traduz no crescimento das apreensões da droga no território brasileiro, que passaram de 8t em 2004 para 24t em 2009, das quais 1,6t foi apreendida em cinco interceptações de aviões.

O relatório aponta ainda que o Brasil foi o país que relatou maior apreensão de crack nas Américas. Em 2009, foram interceptados 374kg da droga no Brasil, número bastante superior aos do Panamá (194kg), Estados Unidos (163kg) e Venezuela (80kg).

No início deste mês, o governo lançou o Plano Estratégico de Fronteira. O objetivo é desenvolver uma ação coordenada entre as Forças Armadas, Polícia Federal, Força Nacional e Polícia Rodoviária Federal nas divisas do Brasil com os países vizinhos, para combater o tráfico de drogas e os crimes de fronteira.

Plantio em queda

Apesar do aumento nas apreensões e cocaína no Brasil, o relatório indica que o plantio de coca (matéria-prima da droga) na região andina caiu 32% nos últimos dez anos, e 16% entre 2007 e 2010.

Em 2010, a coca foi cultivada em 149.100 hectares, ante 221.300 hectares em 2000. O documento atribui o declínio principalmente à queda na produção na Colômbia, que, ao lado de Peru e Bolívia, concentra quase todas as áreas de plantio da folha no mundo.

A redução das áreas cultivadas de coca foi acompanhada pelo declínio nas apreensões de cocaína na América do Norte, principal mercado da droga. Houve queda de 43% nas interceptações entre 2005 e 2009, o que, segundo a UNODC, reflete “a redução generalizada do mercado de cocaína na região”.

Por outro lado, no mesmo período, houve na América do Norte aumento das apreensões de anfetaminas (87%), ecstasy (71%), maconha (32%) e heroína (19%).

Anfetaminas e ecstasy

O relatório aponta ainda diminuição nos fluxos de anfetaminas e de ecstasy da Europa para a América do Sul, já que a produção local dessas drogas estaria crescendo.

A UNODC afirma que frequentes carregamentos de metanfetamina de países da África Ocidental (especialmente a Nigéria) para vários destinos no leste e sudeste asiático vêm se tornando uma preocupação internacional.

Também segundo o órgão, a Ásia tem se transformado numa das principais conexões para a produção e o tráfico de ATS (estimulantes sintéticos do grupo das anfetaminas), tendo registrado 64% de todas as apreensões mundiais em 2009.

FONTE: ONU

Especialistas em saúde pública têm se preocupado com o surgimento de festas “chem-sex” em Londres e em outras cidades europeias. Nessas ocasiões, casais, geralmente gays, injetam drogas sintéticas e ilícitas antes ou durante relações sexuais. As informações são do The Guardian.

Entre as drogas mais usadas, estão a metanfetamina, o ecstasy líquido e a mefedrona. Esta última foi banida recentemente no Reino Unido e em toda a Europa, devido a sua grande comercialização.

Segundo os especialistas, relações sexuais de risco, quando atreladas à prática que está ganhando espaço no continente, são ainda mais nocivas ao organismo. De acordo com os estudos, os cuidados relacionados à prevenção contra DSTs são levados menos em consideração, nestas festas.

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Mesmo com a popularidade das festas “chem-sex”, a droga ilícita mais utilizada na Europa continua sendo a maconha. Cerca de 14,6 milhões de europeus, com idade entre 15 e 34 anos, afirmaram já terem usado a droga alguma vez na vida, segundo uma pesquisa feita no ano passado.

Na Grã-Bretanha, o uso da maconha caiu, nos últimos anos. Apenas 10,5% dos jovens adultos relataram já terem usado a droga, menos que os 11,2% que fizeram a mesma afirmação em toda a União Europeia.

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