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Diga não à violência

Depois dos Black blocs, Grupo Anonymous prega a desconstituição do sistema

15/10/2013

Anonymous reivindica ataque a site da PM-RJ e convoca protestos

O site da Polícia Militar do Rio de Janeiro saiu do ar na noite desta segunda-feira. O grupo Anonymous Brasil assumiu a autoria da ação em seu perfil no Twitter.

Na mesma sequência de postagens, um vídeo mostra o depoimento de um policial militar incriminando cinco colegas pela morte de Amarildo e outro convoca manifestações pela educação no dia 15 de outubro.

À 0h desta terça-feira, o site da Polícia Militar do Rio seguia fora do ar.

O grupo hacker Anonymous afirmou ter atacado em 11/10/13 o perfil no Twitter do jornal O Globo. A invasão ocorreu por volta das 14h. Em menos de 30 minutos o grupo havia publicado oito mensagens, convocando a população a participar dos protestos planejados para o 7 de Setembro e também criticando a publicação.

“Sorry (Desculpe)! Mais um perfil desses porcos invadido”, diz a primeira publicação após a invasão, assinada pelo Anonymous.

Esta é mais uma ação do grupo, que desde quarta-feira tem protestado contra a decisão da comissão especial de Investigação de Atos de Vandalismo em Manifestações Públicas – formada pelo Ministério Público, polícias Militar e Civil, e Tribunal de Justiça -, que entrou com uma medida na Justiça Criminal que proíbe o uso de máscaras em protestos no Rio de Janeiro e também determina que manifestantes se identifiquem imediatamente aos policiais em meio a manifestações.

“Restrição de uso de máscaras em manifestações é inconstitucional e é bom que isso seja revogado logo”, diz uma das mensagens publicadas no Twitter do jornal.

Por volta das 15h20, o jornal normalizou o perfil no Twitter. “Amigos, conta recuperada. Estamos de volta”, disse O Globo na rede social.

Em seu site, o jornal afirmou que esta “não é a primeira vez que veículos da imprensa sofrem ataques de hackers”. De acordo com a publicação, outros veículos, como os americanos New York Times e Washington Post, e o inglês The Times, também foram vítimas da ação de grupos como o Anonymous

Ataque ao MP-RJ
Em sua página no Facebook, o grupo afirma que segue o ataque à página do MP fluminense nesta sexta-feira. Às 15h, o site apresentava problemas.

Além de derrubar o site da promotoria, o grupo afirma também que deixou fora do ar o serviço de correio da página. “Pode pegar papel e caneta, pois de nada mais adianta esses computadores. E lembre-se nunca nunca desafie ninguém que o senhor não conheça”, diz uma mensagem, publicada às 13h40, se referindo ao responsável pela manutenção do site.

Outros ataques
Na quarta-feira, o grupo deixou fora do ar por alguns instantes a página do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ). Ontem, O grupo atacou as páginas da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), da Câmara de Vereadores da capital fluminense e do Departamento Estadual de Trânsito do Estado (Detran-RJ) e novamente do MP.

O grupo hacker Anonymous atacou, na madrugada de quinta para sexta-feira, o portal do Governo do Estado de São Paulo. Os ativistas postaram uma mensagem em um dos links de notícias do site, chamando os usuários a participar de um grande protesto marcado para 7 de setembro.

O perfil de Twitter @AnonymouBrasil afirmou ao Terra que o link ficou no ar por “6 ou 7 horas”. Procurada, a assessoria do portal do governo paulista não se posicionou oficialmente sobre o ataque até a publicação desta matéria.

Foto de máscara símbolo do grupo Anonymous ficou no ar por mais tempo do que a notícia - estava disponível até 11h Foto: Divulgação 
  Foto de máscara símbolo do grupo Anonymous ficou no ar por mais tempo do que a notícia – estava disponível até 11h 
Foto: Reprodução

Outros sites estatais sofrerão ataques do gênero, segundo o perfil do Twitter. Ele citou os dos governos estaduais do Distrito Federal, do Rio de Janeiro, de Goiás e de São Paulo, além do site do Senado.

Segundo o perfil, via mensagens diretas, o ataque começou por volta de 23h20 de quinta-feira. A invasão de hoje e as que virão fazem parte da #OperaçãoSetedeSetembro.

“Pretendemos fazer o maior vazamento de documentos governamentais da história do Brasil”, acrescentou o perfil de Twitter, afirmando que os dados serão liberados dia 5 ou 6 de setembro. “Dia 2 de setembro vamos liberar documentos da Policia Federal”, concluiu.

No Facebook, um ativista do grupo @AnonymousBr4sil que prefere não se identificar disse ao Terra que o ataque à página do governo paulista durou cerca de duas horas. Ele também mencionou uma página da Copa do Mundo de Cuiabá, hackeada em junho, quando iniciou a operação hacker. A Secretaria da Copa do Mato Grosso informou, no entanto, que o endereço não é o oficial do governo, e que o site estatal do Mundial nunca foi atacado.

O hacker que respondeu pelo perfil do Facebook também acrescentou que a manifestação prevista para o dia da celebração da Independência do Brasil, parte da #OperaçãoSetedeSetembro, será realizada em mais de 80 cidades, e que o evento na rede social conta com mais de 220 mil confirmados.

O grupo hacker Anonymous atacou nesta quinta-feira as páginas do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), da Câmara de Vereadores da capital fluminense e do Departamento Estadual de Trânsito do Estado (Detran-RJ). Às 19h, apenas a página da Alerj seguia inoperante.

A ação é um protesto contra a decisão da comissão especial de Investigação de Atos de Vandalismo em Manifestações Públicas – formada pelo Ministério Público, polícias Militar e Civil, e Tribunal de Justiça -, que entrou com uma medida na Justiça Criminal que proíbe o uso de máscaras em protestos no Rio de Janeiro e também determina que manifestantes se identifiquem imediatamente aos policiais em meio a manifestações,

Em sua página no Facebook, o grupo hacker confirma a autoria dos ataques às páginas. Em um texto publicado às 18h10, um membro do Anonymous ironiza a tentativa de funcionários do MP fluminense de reestabelecer a normalidade do site da promotoria.

“O pessoal do MP tinha conseguido há 8 minutos atrás pegar o site de volta. Bom, tinha né. Acho bom pararem de tentar e se conformarem que agora esses sites são nossos. Claro até que revoguem aquela palhaçada (a medida que proíbe o uso de máscaras)”, diz o texto, que traz uma lista com os sites “derrubados”.

Segundo ataque ao MP
Este é o segundo ataque feito pelo grupo à página do MP. Ontem, o site da promotoria fluminense enfrentou problemas e chegou a ficar fora do ar por instantes por conta da ação do Anonymous.

“Eu só acho que a galera do MP-RJ pensou que eu estava brincando com eles ontem, quando disse que deixaria o sistema deles fora do ar pelo resto do ano… Na boa, eu estava falando bem serio. Enquanto não revogar, vai continuar a cair”, disse o grupo nesta quinta-feira.

Além de ironizar o Ministério Público, o grupo também publicou mensagens voltadas ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). “Cabral, na boa, quatro sites de uma única vez? Que feio hein. (…) Beijos e me liga Cabral”, afirma outra publicação.

Protestos no 7 de Setembro
Além do anúncio das ações nesta quinta-feira, o grupo publicou também textos que tratam sobre os protestos programados por diversos grupos, em várias cidades do País, durante o feriado de 7 de Setembro.

Segundo uma publicação na página do Anonymous, além dos protestos nas ruas, o sábado será marcado por ações online. “Este final de semana promete, não somente nas ruas mas online também. Expect us (nos aguarde)”, afirma o grupo.

Protestos contra tarifas mobilizam população e desafiam governos de todo o País
Mobilizados contra o aumento das tarifas de transporte público nas grandes cidades brasileiras, grupos de ativistas organizaram protestos para pedir a redução dos preços e maior qualidade dos serviços públicos prestados à população. Estes atos ganharam corpo e expressão nacional, dilatando-se gradualmente em uma onda de protestos e levando dezenas de milhares de pessoas às ruas com uma agenda de reivindicações ampla e com um significado ainda não plenamente compreendido.

A mobilização começou em Porto Alegre, quando, entre março e abril, milhares de manifestantes agruparam-se em frente à Prefeitura para protestar contra o recente aumento do preço das passagens de ônibus; a mobilização surtiu efeito, e o aumento foi temporariamente revogado. Poucos meses depois, o mesmo movimento se gestou em São Paulo, onde sucessivas mobilizações atraíram milhares às ruas; o maior episódio ocorreu no dia 13 de junho, quando um imenso ato público acabou em violentos confrontos com a polícia.

A grandeza do protesto e a violência dos confrontos expandiu a pauta para todo o País. Foi assim que, no dia 17 de junho, o Brasil viveu o que foi visto como uma das maiores jornadas populares do últimos 20 anos. Motivados contra os aumentos do preço dos transportes, mas também já inflamados por diversas outras bandeiras, tais como a realização da Copa do Mundo de 2014, a nação viveu uma noite de mobilização e confrontos em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Brasília.

A onda de protestos mobiliza o debate do País e levanta um amálgama de questionamentos sobre objetivos, rumos, pautas e significados de um movimento popular singular na história brasileira desde a restauração do regime democrático em 1985. A revogação dos aumentos das passagens já é um dos resultados obtidos em São Paulo e outras cidades, mas o movimento não deve parar por aí. “Essas vozes precisam ser ouvidas”, disse a presidente Dilma Rousseff, ela própria e seu governo alvos de críticas.

Fonte: Terra

Confrontos entre policiais e professores municipais no Rio e São Paulo mostram verve violenta de ambos os lados

01/10/2013

Uma manifestação em apoio aos professores em greve das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro – e contra a truculência da polícia – acabou em quebra-quebra no centro da cidade nesta segunda-feira. Milhares de pessoas se reuniram em frente à Câmara Municipal durante o protesto que era pacífico. Contudo, uma minoria de manifestantes entrou em confronto com a polícia. Em São Paulo, um ato em apoio aos ativistas cariocas teve destino semelhante.​

Bombeiros tentam conter fogo em ônibus no Rio de Janeiro
  Bombeiros tentam conter fogo em ônibus no Rio de Janeiro 

 

 

Os professores se concentraram na Candelária, no Rio. Eles foram pela avenida Rio Branco e chegaram à Câmara Municipal. Às 18h30, a Polícia Militar estimava em 10 mil o número de pessoas no ato que foi organizado pelo Facebook e que pretendia reunir 1 milhão de pessoas. 

 

Por volta das 20h10, manifestantes mascarados tentavam arrombar a entrada lateral da Câmara Municipal. Nesse momento, o protesto estava divido em dois: um movido pelos professores, em frente à casa legislativa. Outro, por ativistas em Black Blocs, que tentavam invadir e pichavam o prédio.

 

 

Depois disso, morteiros foram disparados e uma agência bancária foi atacada. Coquetéis molotov foram jogados contra a Câmara, o que não foi suficiente para incendiar o prédio.

 

Por volta das 20h45, a polícia dispersou a manifestação. Contudo, às 21h, um ônibus queimava na esquina da avenida Rio Branco com a rua Santa Luzia.

 

Alguns ativistas fugiram para a Lapa, o que levou a correria de pedestres, que passaram em meio a carros. Alguns veículos fizeram a volta para fugir da confusão.

 

Em São Paulo, a confusão começou quando manifestantes jogaram bombas contra policiais por volta das 20h20. Alguns ativistas atearam fogo em objetos e fizeram barricadas na avenida Ipiranga e na rua Barão de Itapetininga. A polícia interveio e dispersou a manifestação.

 

Os ativistas mascarados, contudo, usaram pedras, metais e madeira para quebrar vidraças de agências bancárias e lojas. No centro de São Paulo, próximo ao 1º Distrito Policial, uma viatura foi virada por manifestantes.

 

Motorista: manifestantes disseram que ônibus ia virar “estatística”
O condutor do ônibus incendiado por manifestantes no Rio conta que o veículo estava sem passageiros, apenas com ele e o cobrador, já que retornava à garagem. “Estava trafegando normalmente pela avenida Rio Branco, quando veio um rapaz mascarado na janela e mandou todo mundo descer. Eu recolhi meus pertences e desci rapidamente. Ele disse que o ônibus iria virar estatística”, diz Herique Santos Souza.

 

O condutor disse que se refugiou em um estacionamento subterrâneo próximo. “Obviamente a gente sente um pouco de receio nossas horas, de que eles iriam fazer alguma coisa comigo. Mas não fizeram nada e disseram que até queriam me proteger. Mas virei as costas e fui embora.”

 

O incêndio foi controlado pelos Bombeiros.

Fonte: Terra

Em 30/9/13, depois de fechar uma rua lateral à Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro e fazer o isolamento do prédio para impedir nova invasão de professores da rede municipal em greve, policiais militares entraram em confronto com manifestantes na tarde desta segunda-feira. O fato ocorreu na parte de trás da Câmara, quando um grupo de policiais alfa-numéricos (que não usam a identificação nominal) se dirigiu ao local para reforçar o cordão de isolamento.

Os professores e demais manifestantes, impedidos de passar pelo bloqueio, tentaram bloquear a entrada dos policiais. Para liberar a passagem, a PM usou o spray, o que provocou tumulto no local. Por volta das 18h45, manifestantes bloqueavam o cruzamento da avenida Rio Branco. Uma pessoa foi detida.

Por volta das 17h, representantes do Sindicato dos Professores (Sepe) reuniram-se com Luiz Antônio Guanará, líder do PMDB na Câmara de Vereadores. A categoria exige a retirada de projeto de lei apresentado pelo prefeito Eduardo Paes na última semana, com um novo plano de carreira para a categoria, e que motivou a ocupação da Câmara pelos manifestantes.

Os professores estão acampados em dez barracas na lateral do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo do Rio, após ação da Polícia Militar para a desocupação do plenário da Casa, na noite de sábado. Houve confronto e, segundo o sindicato, dois professores foram autuados e levados para a 5ª Delegacia de Polícia e quatro ficaram feridos.

O grupo de manifestantes pretende ficar de vigília na Câmara Municipal pelo menos até a manhã de terça-feira, quando o Sepe promoverá outra assembleia sobre os rumos da greve, às 10h. A coordenadora do Sepe, Suzana Gutierrez, se mostrou pessimista em relação às exigências da categoria, já que Paes conta com ampla maioria nas quatro comissões da Câmara que precisam analisar o novo plano de carreira (comissões dos Servidores, de Cultura e Educação, de Constituição e Justiça e de Fiscalização, Orçamento e Assuntos Financeiros). “Tudo indica que a votação (do plano) ocorrerá amanhã mesmo”, disse Suzana, resignada, mesmo que a Justiça tenha pedido esclarecimentos à Casa sobre o projeto.

Paes diz que não vai retirar de votação plano de carreira dos professores
Os protestos no Legislativo do Rio começaram na semana passada como forma de pressionar os vereadores a vetar o projeto apresentado pelo prefeito, Eduardo Paes, do novo plano de carreira dos professores. Em entrevista à rádio CBN esta manhã, Paes disse que não vai retirar a proposta de votação, já que teria sido amplamente dialogada com a categoria.

O projeto foi encaminhado à Câmara de Vereadores na quinta-feira, mas a votação foi suspensa após a invasão do plenário pelos docentes. Uma nova votação pode ocorrer amanhã. “Eles (professores) exigiram que eu enviasse o plano em 30 dias e exigiram que eu mandasse em regime de urgência. Cumpri exatamente o que eles exigiram de mim. Agora, compete à Câmara. A gente tem que entender que as propostas têm que ser racionais. Não adianta acertar um salário que a prefeitura não poderá pagar”, afirmou o prefeito à CBN.

O sindicato argumenta que o plano proposto pela prefeitura não foi dialogado com a categoria e afirma que 90% dos educadores não serão beneficiados pelas medidas.

 

Fonte: Globo

CASO BIANCA: JUSTIÇA para mais uma mulher vítima da violência sexual!

28/07/2013

Fonte: Google

 

O assistente de acusação Cristiano Medina diz não ter dúvida de que o cancelamento do julgamento foi uma estratégia para Sandro Dota, acusado de estuprar e matar a cunhada Bianca Consoli, ganhar tempo.

— Todos estamos saindo daqui frustrados, pois a condenação é certeira. Tivemos dois dias de instrução cansativos, e o advogado de defesa [Ricardo Martins] foi extremamente prolixo, com perguntas totalmente impertinentes, no meu modo de analisar.

Para ele, a estratégia de Sandro acaba prolongando ainda mais o sofrimento da família.

Logo após o início do interrogatório do acusado, a juíza Fernanda Afonso de Almeida dissolveu o júri do julgamento de Sandro Dota na manhã desta quinta-feira (25) depois de o réu pedir a desconstituição do seu advogado de defesa, Ricardo Martins.

Com isso, a lei estabelece que é necessário marcar um novo julgamento, que deverá ser realizado em novembro.    O motoboy pediu um novo advogado de defesa por “não sentir confiança em Ricardo Martins”. Houve um bate-boca entre a promotoria e a defesa, pois a acusação disse que essa era uma estratégia de defesa do réu.

A juíza chegou a perguntar se Sandro Dota queria fazer o exame de DNA. O motoboy recusou e disse que não era obrigado a produzir provas contra si mesmo.

Para o promotor Nelson dos Santos Pereira Júnior, a recusa em fazer o exame prova que o réu está ganhando tempo e fazendo a família sofrer.

Fonte: R7

 

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Fonte: Youtube

DENUNCIE a violência ao idoso

15/06/2013

 

 

 

 

 

A cada semana, nove idosos são internados em hospitais públicos de todo o Estado, vítimas de agressão física. Levantamento da Secretaria da Saúde mostra que a principal causa das internações é o uso de força corporal, que pode causar diversos danos físicos e mentais aos agredidos. Só no ano passado, 126 idosos foram internados em hospitais públicos do estado vítimas de agressões físicas, de acordo com os dados da secretaria.

“Precisamos ressaltar que isso é uma violação dos direitos humanos”, disse Vanessa Alves da Silva, assistente social do Centro de Referência do Idoso da zona norte de São Paulo, em entrevista à Agência Brasil.

Os idosos agredidos, disse Vanessa, geralmente aparecem com marcas pelo corpo. Ela lembra, no entanto, que “nem toda violência deixa marcas no corpo”. Muitas vezes, a violência pode ser psicológica. Por isso, destacou, é importante estar atento aos sinais e consequências dessa violência, que podem ser manifestadas pelo idoso por meio da passividade, do retraimento, do sentimento de tristeza, da depressão, da ansiedade, do medo e do isolamento social, entre outros. “Registros mostram que boa parte das agressões e da violência contra o idoso ocorre no âmbito familiar”, destacou.

Segundo ela, a violência contra a população idosa se dá de diversas formas. “Ela pode ser estrutural, interpessoal ou institucional. Há vários tipos de violência: a psicológica, a financeira, a física, a sexual, além da negligência e do abandono. Todos esses tipos de violência precisam ser considerados na nossa sociedade”, acrescentou.

Vanessa disse ainda que a violência contra o idoso é, em geral, velada e silenciosa. “E muitos casos não são notificados”. Por isso, lembrou, é importante denunciar os casos de violência contra os idosos. As ocorrências devem ser registradas na Delegacia do Idoso mais próxima ou em qualquer delegacia de polícia.

A 2ª Semana de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa teve início nesta segunda-feira com o objetivo de criar uma cultura de respeito e estimular o enfrentamento à violação dos direitos dos idosos. Desde o início do ano, a Secretaria Especial do Idoso do Distrito Federal registrou 60 denúncias de violência contra pessoas dessa faixa etária, sendo que 20 são casos de abandono e 20 de violência física. Em 37 casos, o agressor era filho da vítima e, em 14, era parente. As mulheres são as maiores vítimas, com 48 denúncias. Em 2012, foram registrados 232 denúncias, entre elas, 110 queixas de maus-tratos e 35 de violência psicológica.

Para Catarina Noble, da Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade, no Rio de Janeiro, deve haver um estímulo para que os vizinhos, porteiros e outros familiares denunciem. “Às vezes, o idoso está abandonado, os parentes deixando de prestar a devida assistência. Quem tiver conhecimento disso, deve denunciar”, disse Catarina. O Disque 100 é um dos canais de denúncia. A delegada acha que o trabalho de prevenção deve começar na infância. “As crianças devem ser orientadas para entenderem que também serão idosas e que os idosos merecem todo o respeito. Isto tende a fazer com que se diminua a violência.”

As discussões sobre a violência contra idosos vão até o dia 15 de junho, quando é lembrado o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa.

Fonte: Terra

Na Terra da Quinta Dimensão, pessoas comuns viram agentes de transformação da realidade social. Diga “NÃO” à violência!

14/06/2013

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Fonte: Youtube

O Movimento Passe Livre (MPL) já marcou um outro protesto para a segunda-feira, 17, às 17h, no Largo da Batata, em Pinheiros. Uma outra manifestação, sendo divulgada no Facebook por três pessoas, foi agendada para esta sexta-feira, 14. O evento informa que a concentração será ás 17h, em frente à Rede Globo, no Itaim Bibi

A Justiça concedeu liberdade provisória a dez dos 13 presos em flagrante na manifestação contra o aumento de tarifas de transportes públicos na última terça-feira, 11, mediante o pagamento de fiança de dois salários mínimos (R$ 755 em São Paulo). O alvará de soltura poderá ser emitido ainda nesta sexta-feira, 14, caso os advogados dos presos provem o pagamento da fiança a partir das 11h. Depois o inquérito deve seguir para o Ministério Público, que decidirá se vai denunciá-los ou não.

Os dez – entre eles a única mulher do grupo, Stephanie Fenselau, de 25 anos, desempregada – foram presos em flagrante no 78ºDP por dano contra o patrimônio, formação de quadrilha e incêndio. “O mais importante da decisão obtida é que o juiz afirmou que não cabe a acusação de formação de quadrilha”, afirmou o advogado Alexandre Pacheco Martins, que defende o jornalista Pedro Ribeiro Nogueira, de 27 anos.

Já o jornalista Raphael Sanz Casseb, de 26 anos, também preso no 78ºDP, foi preso por dano ao patrimônio e, portanto, tinha direito à fiança. Entretanto, até as 20h desta quinta-feira, ele não havia pagado o valor de R$ 20 mil estipulado pelo delegado do 78º DP, Severino Pereira Vasconcelos, e estava detido no 2º DP.

O Movimento Passe Livre (MPL) disse que já pagou, na tarde da quinta-feira, 12, a fiança de R$ 3 mil a Daniel Silva Pereira, de 20 anos, e Ederson Duda da Silva, de 26 anos, presos por lesão corporal, desacato e dano ao patrimônio no 1º DP. Segundo o MPL, o alvará de soltura chegou até a ser emitido quando os dois estavam presos no Centro de Detenção Provisória Belém 2, mas, antes da chegada do documento, eles foram transferidos para a penitenciária de Tremembé 2, no interior de São Paulo. “Esse fato não invalida o efeito do alvará de soltura, mas atrasa o processo de liberação dos detidos. Esse tipo de manobra é um fato grave e ilegal e o movimento, juntamente com os advogados está estudando que medidas podem ser tomadas para a denúncia”, afirmou o MPL, em nota à imprensa. Até as 20h desta quinta, os dois ainda estavam detidos no presídio de Tremembé 2.

Também foram levados ao Tremembé 2 o estudante Julio Henrique Cardial Camargo, de 21 anos, e o metalúrgico Willian Borges Euzebio, de 20 anos. Segundo a mãe de Camargo, Maria Cecília Fazzini Cardial, a decisão de transferência dos dois foi arbitrária. “Meu filho foi fichados no Presídio de Segurança Tremembé II sem ter sido julgado. Não há provas que comprovem que ele fez parte de uma quadrilha ou provocou um incêndio. Se ele fez algo errado, vai pagar. Mas também quero provas que apontem esses crimes e não há”.

Até as 20h desta quinta, todos os 13 ainda estavam presos. Stephanie Fenselau, de 25 anos, estava no CDP de Franco da Rocha e o autônomo Bruno Lourenço, de 19 anos, O publicitário Clodoaldo Almeida Silva, de 28 anos, o professor Ildefonso Hipólito Penteado, de 43 anos, o professor Rodrigo Cassiano dos Santos, de 24 anos, o estudante Andre Marcos Martins, de 26 anos, o jornalista Pedro Ribeiro Nogueira e o estudante Rafael Pereira Medeiros, de 20 anos, estavam no 2º DP. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O major Lidio Costa Junior, do Policiamento de Trânsito da PM disse que o protesto contra aumento da tarifa em São Paulo está fugiu do controle: “Não nos responsabilizamos mais pelo que vai acontecer”.

Os manifestantes montaram barricadas de fogo na Consolação e na Rua Rego Freitas. O protesto terminou na Avenida Paulista, lugar que a PM tentou defender, mas os manifestantes chegaram por vias paralelas e não pela Rua da Consolação. As autoridades fizeram um cordão de isolamento e avançam pela via. Confrontos acontecem na esquina da Augusta e próximo ao MASP (Museu de Arte de São Paulo).

Não existe um número confirmado, mas ao menos 20 pessoas estariam feridas por causa dos confrontos com a PM paulistana. Somente a Folha de S. Paulo reportou que sete funcionários tiveram algum tipo de lesão.

Na região das ruas Consolação e Augusta, manifestantes e PM entraram em confronto. As autoridades usaram muitas balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo. Os populares revidavam aos ataques com pedras e fazendo barricadas.

Mais de 200 pessoas foram detidas pela Polícia Militar, segundo a Secretaria de Segurança. Segundo informações, eles portavam facas e combustível. No entanto, os manifestantes negam estas informações. A reportagem também constatou que pessoas portando vinagre, usado para neutralizar o efeito de bombas de gás lacrimogêneo, também foram detidas. Um policial alegou que os manifestantes foram revistados porque estariam “com um produto estranho”.

Outras pessoas foram detidas pela PM por causa da manifestação, mas os populares apontam para um abuso de poder da autoridade.

Segundo informações, os detidos portavam vinagre, que é usado para neutralizar o efeito do gás lacrimogêneo lançado pela Polícia Militar. Na região central de SP, o comércio fechou as portas no começo da noite, momento em que os manifestantes começaram a tomar toda a frente do Teatro Municipal. Grupos menores estão espalhando lixo pelas ruas e ateando fogo, a exemplo do que foi feito após a repressão dos outros atos. Desde o começo da manifestação, a polícia acompanhou o ato com grande contingente e prendendo diversas pessoas.

Em reportagem da Folha de São Paulo, alunos do campus da PUC-SP da Rua da Consolação confirmaram o uso de bombas dentro do campus da faculdade. Segundo os mesmos, os artefatos eram lançados de fora para dentro. E uma repórter da TV Folha foi atingida por uma bala de borracha no olho e é uma das feridas do confronto na região dos Jardins.

No Rio de Janeiro, a manifestação está no centro da capital contra o aumento da passagem do ônibus. A polícia fluminense também age com força para tentar terminar com os protestos, mas sem sucesso. Nesta quinta-feira (13), as duas maiores cidades do país lutam contra a tarifa do transporte público.

Movimento Passe Livre confirma novo protesto para esta sexta-feira

O Movimento Passe Livre (MPL) já marcou um outro protesto para a segunda-feira, 17, às 17h, no Largo da Batata, em Pinheiros. Uma outra manifestação, sendo divulgada no Facebook por três pessoas, foi agendada para esta sexta-feira, 14. O evento informa que a concentração será ás 17h, em frente à Rede Globo, no Itaim Bibi. Apesar de alguns pequenos focos de hostilizada entre grupos reduzidos de manifestantes e a PM, a situação foi controlada pela polícia na região central de São Paulo.

Repórter é baleada no olho com bala de borracha em SP

Uma repórter do jornal Folha de S. Paulo foi baleada no olho com uma bala de borracha na noite desta quinta-feira durante protesto contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo. Segundo Giuliana Vallone, da TV Folha, ela estava em um estacionamento na Rua Augusta quando uma viatura da Rota se aproximou em baixa velocidade e um PM que estava no banco de trás atirou contra ela.

Repórteres do Estado de S. Paulo também presenciaram ações questionáveis da Rota. Dois deles foram alvos de uma ação semelhante, na qual uma viatura se aproximou e disparou bombas de gás lacrimogêneo tentando acertá-los. Não havia conflito e nenhuma concentração de manifestantes na ocasião.

A Avenida Paulista está interditada nos dois sentidos. Policiais avançam em linha, fazendo um cordão de isolamento que ocupa todas as faixas dos dois lados. Confrontos se repetem a todo momento no cruzamento com a Rua Augusta, onde a PM dispersa os manifestantes com balas de borracha e bombas de gás. A polícia tenta a todo custo evitar que os manifestantes se reagrupem.

A Secretário de Segurança Pública de SP, Fernando Grella, afirmou em nota que determinou que a Corregedoria da Polícia Militar apure episódios envolvendo fotógrafos e cinegrafistas durante a manifestação.

Anistia Internacional divulga nota sobre os ocorridos em São Paulo

“A Anistia Internacional vê com preocupação o aumento da violência na repressão aos protestos contra o aumento das passagens de ônibus no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Também é preocupante o discurso das autoridades sinalizando uma radicalização da repressão e a prisão de jornalistas e manifestantes, em alguns casos enquadrados no crime de formação de quadrilha.

O transporte público acessível é de fundamental importância para que a população possa exercer seu direito de ir e vir, tão importante quanto os demais direitos como educação, saúde, moradia, de expressão etc.

A Anistia Internacional é contra a depredação do patrimônio púbico e atos violentos de ambos os lados e considera urgente o estabelecimento de um canal de diálogo entre governo e manifestantes para que se encontre uma solução pacífica para o impasse.

É fundamental que o direito à manifestação e a realização de protestos pacíficos seja assegurado.”

Protesto contra aumento das passagens de ônibus reúne 2 mil no Rio

Ao menos 2 mil pessoas participaram nesta quinta-feira de uma manifestação na avenida Rio Branco, uma das principais avenidas do centro do Rio de Janeiro, para protestar contra o aumento das passagens de ônibus que entrou em vigor há quase duas semanas.

O protesto, que aconteceu de forma pacífica, ocorre há dois dias do início da Copa das Confederações. O Rio é uma das seis cidades-sede do torneio.

Gritando palavras de ordem como “o Rio vai parar se a passagem não baixar”, os manifestantes exigiram a suspensão do aumento das tarifas nos transportes coletivos. No dia 1º de junho, a passagem de ônibus subiu de R$ 2,75 para R$ 2,95.

“Não aguentamos mais essa sucessão de aumentos, enquanto gasta-se bilhões com a Copa do Mundo”, disse a estudante Halux Maranhão, que segurava uma rosa branca.

O ator Gabriel Garcia, de 29 anos, disse que, apesar de a manifestação provocar transtornos à população, é um mal necessário: “quero viver numa cidade melhor, que respeita seus cidadãos”.
A advogada Viviane Villaça, 52 anos, aplaudiu o protesto: “a insatisfação é generalizada”.

O Brasil atravessa um período de tímido crescimento econômico e alta na inflação.

Na última segunda-feira, 10 de junho, outro ato contra o aumento dos ônibus já tinha ocorrido no centro do Rio.

Uma onda de protestos contra os aumentos nas tarifas de transportes coletivos acontece em todo o Brasil. Em São Paulo, onde os preços passaram de R$ 3,00 para R$ 3,20, manifestações reuniram mais de 2 mil pessoas nesta quinta-feira. Outros protestos na cidade esta semana deixaram vários feridos e detidos.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse, em 13/6/13, em Santos, que não vai reduzir as tarifas de transporte público e voltou a criticar as manifestações contra o aumento das passagens. Pela manhã, segundo informou o SPTV, o promotor de Habitação e Urbanismo Maurício Ribeiro Lopes encaminhou à Prefeitura de São Paulo e ao governo do estado proposta de redução da passagem de ônibus, metrô e trem para R$ 3 durante 45 dias, conforme foi negociado com os manifestantes em reunião ontem.

“O reajuste foi menor que a inflação, tanto no ônibus da Prefeitura quanto no metrô e no trem. O objetivo é que os ganhos de eficiência e produtividade sejam transferidos ao usuário do sistema. Não pretendemos voltar atrás dessa decisão”, afirmou o governador.

Segundo o acordo entre o MP e os manifestantes, uma comissão seria formada por representantes dos governos, Movimento Passe Livre e promotores para discutir a viabilidade de manutenção da tarifa mais baixa. Se for aceita, os manifestantes prometeram não parar a cidade hoje, apenas fazer um ato em frente ao Teatro Municipal, no Centro de São Paulo.

Se depender da mobilização nas redes sociais, o protesto marcado para o fim da tarde desta quinta-feira em São Paulo contra o reajuste das tarifas promete ser ainda maior do que o de terça-feira, que deixou 85 ônibus danificados e uma estação do metrô e uma agência bancária depredados. A página oficial da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo na internet foi invadida na noite de quarta-feira. Hackers colocaram no site convocação para a manifestação de hoje.

O número de pessoas que confirmaram presença no perfil do Movimento Passe Livre (MPL) no Facebook ultrapassou 20 mil no início da manhã de hoje. No último protesto, na terça-feira, cerca de 12 mil pessoas haviam confirmado a presença, e cerca de 5 mil participaram segundo estimativa da Polícia Militar.

Se dependesse da mobilização nas redes sociais, o protesto de 13/6/13 em São Paulo, contra o reajuste das tarifas, promete ser ainda maior do que o de 11/6, que deixou 85 ônibus danificados e uma estação do metrô e uma agência bancária depredados. A página oficial da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo na internet foi invadida na noite de quarta-feira. Hackers colocaram no site convocação para a manifestação de hoje.

“Exigimos a redução da tarifa! Os supostos representantes devem ouvir a vontade do povo. Basta de políticos inócuos. Estamos acordados! Seus dias de fartura estão contados!”, dizia o texto. A secretaria retirou o site do ar. Outra mensagem agora informa que o site está em manutenção.

O número de pessoas que confirmaram presença no perfil do Movimento Passe Livre (MPL) no Facebook ultrapassou 20 mil no início da manhã de hoje. No último protesto, cerca de 12 mil pessoas haviam confirmado a presença, e cerca de 5 mil participaram segundo estimativa da Polícia Militar.

Segundo o site G1, agentes da Polícia Civil de São Paulo vão se infiltrar no protesto e rastrear a web para tentar identificar os manifestantes que depredaram e incendiaram ônibus e estações de Metrô na capital. Ainda de acordo com o G1, 30 manifestantes já foram identificados. Eles poderão ser responsabilizados pelos danos causados ao patrimônio público e privado e também serem enquadrados no crime de formação de quadrilha.

Também está marcado para às 17h de hoje outro protesto no Rio. Na capital fluminense, a concentração será na Cinelândia. Já em São Paulo o movimento terá início em frente ao Teatro Municipal.

A volta para casa em São Paulo também pode ser prejudicada pela greve dos ferroviários que paralisou três linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e deixou quase 1 milhão de passageiros sem transporte.

Manifestantes se reuniram com o Ministério Público

Para tentar evitar o risco de mais uma noite violenta, o Ministério Público de São Paulo se reuniu ontem com representantes do MPL e dos governos municipal e estadual, chegando a uma proposta de acordo, com os seguintes termos: as manifestações em vias públicas seriam suspensas, mediante o retorno da tarifa de transporte de R$ 3,20 para R$ 3, por 45 dias.

Neste período, uma comissão formada por representantes dos governos, manifestantes e Ministério Público discutiriam a viabilidade de manutenção da tarifa mais baixa. Prefeitura e governo paulista não se manifestaram até ontem à noite sobre a proposta. Se for aceita, os manifestantes prometem não parar a cidade, apenas fazer um ato em frente ao Teatro Municipal, no Centro de São Paulo. As empresas de ônibus e a prefeitura e o governo de São Paulo ainda não se pronunciaram.

Os confrontos entre polícia e manifestantes que protestam contra o aumento das passagens do transporte público chamaram a atenção da imprensa internacional. O jornal espanhol “El País” relata que um Brasil pouco acostumado a ir às ruas protestar se levantou nas principais cidades do país. Afirma ainda que ônibus foram queimados e, em São Paulo, o prefeito Fernando Haddad e o governador Geraldo Alckmin têm sido duros com os manifestantes e com os atos de vandalismo.

Uma repórter do jornal Folha de S. Paulo foi baleada no olho com uma bala de borracha na noite de 13/6/13 durante protesto contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo. Segundo Giuliana Vallone, da TV Folha, ela estava em um estacionamento na Rua Augusta quando uma viatura da Rota se aproximou em baixa velocidade e um PM que estava no banco de trás atirou contra ela.

Repórteres do Estado de S. Paulo também presenciaram ações questionáveis da Rota. Dois deles foram alvos de uma ação semelhante, na qual uma viatura se aproximou e disparou bombas de gás lacrimogêneo tentando acertá-los. Não havia conflito e nenhuma concentração de manifestantes na ocasião.

A Avenida Paulista está interditada nos dois sentidos. Policiais avançam em linha, fazendo um cordão de isolamento que ocupa todas as faixas dos dois lados. Confrontos se repetem a todo momento no cruzamento com a Rua Augusta, onde a PM dispersa os manifestantes com balas de borracha e bombas de gás. A polícia tenta a todo custo evitar que os manifestantes se reagrupem.

A Secretário de Segurança Pública de SP, Fernando Grella, afirmou em nota que determinou que a Corregedoria da Polícia Militar apure episódios envolvendo fotógrafos e cinegrafistas durante a manifestação.

“As manifestações estão criando um alarme especial. Nem mesmo diante dos grandes escândalos de corrupção política o povo nunca saiu às ruas”, afirma o texto do jornal, divulgado na quarta-feira. “Os preços dos transportes públicos no Brasil são muito altos em relação ao salário mínimo dos trabalhadores”, explica o “El País” ao leitor espanhol.

O jornal explica que as manifestações chegaram em um momento de crise na economia, com inflação alta, bolsa caindo e o dólar alcançando os R$ 2,20. E ressalta a preocupação da presidente Dilma Rousseff com as manifestações.

“A classe média, pouco acostumada no país a manifestações nas ruas, está aplaudindo as autoridades, que pediram mão dura da polícia contra as mobilizações que estão paralisando o tráfefo nas cidades que já são supercongestionadas”, diz o texto em outro trecho.

A situação da economia brasileira foi externada em outros veículos, para contextualizar as manifestações. O jornal inglês Finacial Times disse que as manifestações são um sinal de preocupação do Brasil com os preços. O “The Wall Street Jounal” afirmou que a mais recente série de protestos no Brasil se tornou violenta e lembra que cresce a tensão com o desemprego.

Ao relatar o protesto de terça-feira, o jornal argentino “Clarín” informou nesta quinta que os protestos em São Paulo tiveram seu momento mais violento, com 20 detidos, ônibus queimados, bombas de efeito moral, lixo e vidros espalhados pelas ruas. O jornal destaca ainda que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ordenou uma investigação sobre as manifestações.

A Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo divulgou carta aberta ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) e ao prefeito Fernando Haddad (PT) na qual classifica a violência como “inadmissível” e critica a Rota. A ONG de Direitos Humanos Conectas disse que “denunciará o caso aos relatores da ONU”.

A Rede Nossa São Paulo espera que o protesto sirva para melhorar o transporte público. “Estamos discutindo esse problema há anos, mas só o que vemos é a Prefeitura e o governo estadual gastando milhões em pontes e túneis para carros”, diz o coordenador de Democracia Participativa da Rede, Maurício Piragino.

Marcelo Furtado, diretor executivo do Greenpeace, também vê uma oportunidade real de conseguir mudanças nos transportes. “A tarifa foi apenas o estopim de uma demanda reprimida, que é a necessidade de um transporte coletivo melhor.”

No próximo ato, marcado para segunda-feira, 17, no Largo da Batata, além de criticar o aumento da passagem, os jovens também se posicionarão pelo direito de manifestação e contra a repressão policial. Até a noite de sexta-feira, 14, 122 mil internautas já haviam confirmado participação no protesto.

O comandante-geral da PM, coronel Benedito Roberto Meira, admitiu que não sabe “que dimensão e qual magnitude terá a próxima manifestação”. Mas afirmou que manterá a Tropa de Choque como uma “reserva estratégica” para atuar no protesto.

Pro bono

Um grupo de advogados criou um movimento no Facebook para angariar profissionais que possam atuar, pro bono, para entrar com habeas corpus em favor de manifestantes presos nos protestos. Até as 20h desta sexta-feira, 14,, mais de 3 mil advogados e estudantes de Direito já haviam se colocado à disposição das ações.

Os protestos nas ruas do País, que incluem de manifestações por tarifa zero a queixas contra a Copa-14, chamaram a atenção da mídia internacional. Com foco na discussão política e econômica, há uma clara dúvida sobre a motivação dos participantes.

“Dilma ya tiene sus indignados”, destacou o jornal espanhol El País. A análise de Juan Arias assinala que não se trata de uma marcha contra a corrupção política ou a impunidade, mas de uma nova forma de manifestação. O diário espanhol procura medir “o risco de aumentar uma tarifa em 20 centavos” e levanta a hipótese de que os protestos tenham relação com a necessidade das pessoas de se tornarem “protagonistas” do crescimento do País, forjando um futuro menos desigual.

As imagens da manifestação em São Paulo se tornaram um fenômeno. Entre as notícias e imagens internacionais mais compartilhadas do francês Le Monde estavam as do protesto na capital paulista. As cenas de violência policial ganharam os sites e os jornais das grandes redes, como a CNN, e mereceram destaque até em diários políticos, como o inglês Financial Times e o americano The Wall Street Journal. Já a rede BBC destacou uma frase do governador Geraldo Alckmin, ressaltando que a ação dos policiais foi “profissional”.

Papa e Copa. Mas a maior parte dos diários, em papel e em suas versões eletrônicas, preferiu não avançar sobre a motivação das manifestações. A maioria destacou, ao lado das imagens de confronto em São Paulo, o protesto contra a tarifa no Rio – sempre citando o fato de que a capital fluminense receberá neste mês a Copa das Confederações da Fifa e, em 2014, a Copa do Mundo.

O Clarín, da Argentina, por exemplo, destacou que São Paulo teve outra noite de “protestos e violência”, com mais de 240 detidos e dezenas de feridos. O diário informou que “o governo da presidente Dilma Rousseff ofereceu ajuda à polícia de São Paulo por meio do ministro de Justiça, José Eduardo Cardozo”. Por sua vez, o La Nación informou que “a polícia enfrentou com violência milhares de jovens que protestavam contra o aumento das tarifas de transporte, em meio a correria, gás lacrimogêneo, lixo queimado, balas de borracha e uma chuva de pedras”.

Já o jornal uruguaio El País publicou em seu site que a cidade de São Paulo viveu uma “batalha campal” em suas ruas. Na internet, o periódico também frisou a proximidade de grandes eventos. “Os protestos ocorrem quando o Brasil se prepara para a visita do papa Francisco, no mês que vem.”

A mobilização iniciada em torno do aumento da tarifa de ônibus ultrapassou as fronteiras do Brasil. Dezenas de manifestações estão sendo organizadas em outros países, em apoio aos protestos realizados em São Paulo, principalmente depois do ato de quinta-feira, 13, marcado pela ação violenta da Polícia Militar. Há eventos marcados pelo Facebook em pelo menos 27 cidades da Europa, Estados Unidos e América Latina.

A organização dos atos é comandada por brasileiros que moram fora e muitos já têm a confirmação online de milhares de pessoas, como é o caso do ato organizado em Dublin, na Irlanda. Marcado para as 13 horas de domingo, 16, o evento tinha, até as 22h50 de sexta-feira, 14, a confirmação de 1.353 pessoas. “Não podemos ficar parados enquanto o Brasil está em luta. Em apoio a todos os brasileiros, vamos sair do Facebook e fazer uma marcha aqui em Dublin”, anota o descritivo do evento.

Uma das organizadoras, a catarinense Andréa Cordeiro, de 32 anos, diz que tem acompanhado as manifestações no Brasil com atenção. “Ficamos chocados com as ações da polícia. É uma junção de coisas: não só o aumento de uma passagem, mas todo um sistema falho”, diz ela sobre os motivos da convocação. Andréa morou em São

Paulo por 22 anos e passa uma temporada em Dublin para aperfeiçoar o inglês.

Essa não é a primeira vez que ela se envolve em manifestações na Irlanda sobre temas polêmicos do País. “Organizamos o movimento contra o (deputado Marco) Feliciano. O cartaz era: não estamos no Brasil, mas Feliciano não nos representa.” O protesto começará no Monumento da Luz e seguirá até o Brazilian Day.

Participantes já planejam carregar cartazes e se vestirem com as cores da bandeira.

Muitas das manifestações convocadas pela rede social estão ligadas ao evento chamado Democracia Não Tem Fronteiras. Em geral, os atos estão marcados para terça-feira, dia 18. Além de Dublin, cidades como Paris (França) Madri (Espanha), Bruxelas (Bélgica), Vancouver (Canadá) e Buenos Aires (Argentina) tiveram atos agendados.

Na Alemanha, das quatro cidades onde estão agendadas manifestações, a maior é a de Berlim. Até sexta-feira, 14, havia 1.206 confirmações. A chamada para o evento compara os acontecimentos de São Paulo com a revolta ocorrida na Turquia.

 Fonte: Yahoo e Terra

Violência praticada por índios derruba o mito de brasileiro puro e gentil

01/06/2013

Segundo a Funai, entre 100 e 150 pessoas voltaram à fazenda, número que deve  aumentar com a chegada de outros índios presentes ainda no enterro de Oziel  Gabriel. Em outra demonstração de reação às decisões da Justiça, os  terenas também invadiram parte da Fazenda Esperança, no município de  Aquidauana (cerca de 140 km de Campo Grande).

O juiz Rodrigo Rigamonte, coordenador do Fórum de Assuntos Fundiários do  Conselho Nacional de Justiça (CNJ), vai ao Mato Grosso do Sul para acompanhar de  perto o conflito

O desembargador do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul Sérgio Fernandes  Martins, integrante do Fórum de Assuntos Fundiários do CNJ, acompanhou a  tentativa de conciliação. Ele lamentou o incidente.

— O CNJ, por ser órgão não jurisdicional, não poderia interferir. A função  foi acompanhar a mediação e apoiar a iniciativa — disse o desembargador.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) lamentou a morte do indígena Oziel  Gabriel, segundo nota divulgada na noite desta sexta-feira, e afirmou que está  acompanhando a defesa dos índios envolvidos no episódio. A Funai afirma que os  índios terenas vêm reivindicando a posse dessa área e desde 1993 são feitos  estudos analisam a demarcação do local. De acordo com a nota, a entidade havia  ingressado com recurso no Tribunal Regional Federal da 3ª Região para reverter a  ordem de reintegração de posse da Fazenda Buriti, que se encontrava suspensa  pela Justiça Federal de Campo Grande. O recurso ainda não foi julgado.

“A Funai considera lamentável o fato de ter sido determinado o cumprimento da  ordem de reintegração antes do julgamento desse recurso, sem que pudesse  informar e dialogar previamente com os indígenas, bem como acompanhar as medidas  voltadas à efetivação da decisão”, afirmou.

O cacique Argeu Reginaldo, que estava na fazenda Buriti na hora do confronto  disse em entrevista ao G1, que os índios não são cachorros.

— Não somos cachorros, não somos animais selvagens. Nós temos dignidade — afirmou ele, que depois mostra um ferimento nas costas provocado por uma bala de  borracha.

Os índios, da etnia terena, queimaram a sede da fazenda e chegaram a deixar o  local após o confronto. Ao todo, 17 indígenas foram presos e levados para a sede  da Superintendência da Polícia Federal em Campo Grande. Segundo a PF, com eles  foram apreendidas três armas de fogo, vários arcos e flechas e o colete usado  por um dos policiais que foi atingido por tiros. A PF não informou o motivo das  prisões. Eles foram soltos na madrugada desta sexta-feira.

O corpo de Oziel Gabriel seria enterrado na manhã desta sexta-feira, na  aldeia Córrego do Meio, onde ele morava com a mulher e dois filhos adolescentes.  De acordo com a CBN, os familiares do índio se recusam a enterrá-lo e pedem um  nova necrópsia em Brasília.

Segundo dados do CNJ, o conflito de terras na região começou em 1928. Existe  uma área de pouco mais de dois mil hectares homologadas para os indígenas, mas  eles pleiteiam outros 17 mil hectares. Decisões judiciais recentes garantiram as  terras aos fazendeiros, o que provocou a invasão da Fazenda Buriti pelos  indígenas. O juiz federal já havia determinado a retirada dos invasores, mas  suspendeu a decisão temporariamente para evitar mais conflitos. Com a falta de  acordo, a liminar foi restabelecida em favor dos fazendeiros.

Ainda conforme o CNJ, a região da Grande Dourados, em Mato Grosso do Sul, é a  segunda maior população indígena do país, com 72 mil índios. Em abril deste ano,  o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim  Barbosa, determinou a reativação do Fórum de Assuntos Fundiários e da Comissão  Especial sobre a situação Indígena de Mato Grosso do Sul. A comissão tem até 31  de julho para apresentar um relatório completo da situação no estado e propor  soluções. A próxima reunião do colegiado está marcada para o dia 24 de  junho.

Fonte: O Globo

Por que tanta violência?

26/05/2013

Fonte: Uol

O casal assassinado em 23/5/13 após um desentendimento com um vizinho em um condomínio de Santana de Parnaíba (na Grande São Paulo) pretendia se mudar para a cidade de Valinhos e já tinha até alugado uma casa.

A informação é do tio de Fábio de Rezende Rubim, 40, o jornalista Celso Ming, que aponta que o sobrinho e a mulher, Miriam Cecília Amstalden Baida, 37, reclamavam do barulho vindo do apartamento de Vicente D’Alessio, 62, vizinho de baixo e responsável pelo crime.

“Eles chegaram a me falar que era barulho de cadeira arrastada, coisa caindo no chão, porta de armário sendo batida. Disseram que já estava insuportável”, afirmou Ming. O barulho também era a principal reclamação de D’Alessio e é apontado como a possível causa da briga e dos tiros.

Uma nova briga teria ocorrido na quinta-feira e D’Alessio então atirou contra o casal. Ele se matou em seguida. O casal será enterrado neste sábado na Colônia Helvétia, em Indaiatuba (a 107 km de São Paulo).

Reprodução/Facebook
O casal Fábio de Rezende Rubim, 40, e Miriam Cecília Amstalden Baida, 37, que foi morto pelo vizinho em Santana de Parnaíba (SP)
O casal Fábio de Rezende Rubim, 40, e Miriam Cecília Amstalden Baida, 37, que foi morto pelo vizinho em Santana de Parnaíba (SP)

CRIME

D’Alessio, 62, entrou no apartamento do casal –não havia sinais de arrombamento no local–, que fica no andar superior, e atirou contra os dois após uma discussão sobre barulho. A filha do casal, de um ano e meio, estava no apartamento e nada sofreu.

Logo após o crime, D’Alessio desceu para seu apartamento, recarregou a arma, foi ao elevador do prédio e cometeu suicídio. De acordo com a Polícia Civil, antes de cometer o crime o atirador havia dito para a mulher que iria “resolver o caso”.

O casal mantinham um relacionamento há 15 anos e estavam casados há nove. “Eu vim ao casamento deles, foi muito lindo. Era um casal que todo mundo adorava. Todos estamos muito chocados e inconformados com o ocorrido”, disse Ming.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Policiais diante de prédio onde morador assassinou casal de vizinhos e depois se matou, em Santana de Parnaíba (SP)
Policiais diante de prédio onde morador assassinou casal de vizinhos e depois se matou, em Santana de Parnaíba (SP)

Por causa de uma pizza, uma menina leva tiro para defender o pai em Goiás

07/05/2013

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Fonte: Youtube

Mulher, não caia em golpes de estelionatários em sites de relacionamento!

30/04/2013

Fonte: Google

A Polícia Civil de Esteio, cidade que fica na região da Grande Porto Alegre, concluiu, em 29/4/13, o inquérito que apura o golpe aplicado em redes sociais que ficou conhecido como “galã do Facebook”. Cinco pessoas, entre elas, uma mulher de 43 anos, foram indiciadas pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e extorsão.

Segundo o delegado Leonel Baldasso, as investigações começaram no final do ano passado. De acordo com as investigações, um dos mentores da fraude, um homem de 41 anos, arrecadou cerca de R$ 300 mil com os golpes, feitos através de um falso perfil em redes sociais.

Segundo a Polícia Civil, o estelionatário criou um perfil falso em redes sociais, com uma fotografia de um homem jovem. Associado a outras pessoas, ele enganou mulheres viúvas e separadas, com falsas promessas de casamento, causando prejuízos financeiros às vítimas.

As mulheres, que moram nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, prestaram depoimento e confirmaram as denúncias.

Em março deste ano, a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro residências em Esteio, e apreendeu computadores que teriam sido utilizados pela quadrilha. O inquérito será remetido à Justiça de Esteio, já que os integrantes da quadrilha vivem no município.

Leandro Lentz Bittencourt, de 34 anos, natural de Santa Catarina, foi preso em 25/4/13, em um hotel localizado na Avenida Getúlio Vargas, Centro de Manaus, pela Polícia Interestadual (Polinter) em cumprimento a um mandado de prisão por estelionato e porte de ilegal de arma de fogo. Ele é conhecido como ‘Galã do Facebook’ por, segundo a polícia, atrair as vítimas na rede social.

O delegado da Polinter, Carlos Alberto Alencar de Andrade, explicou que o suspeito agia em redes sociais, especialmente o Facebook, onde conhecia as vítimas, se aproximava, adquiria confiança e aplicava o golpe. O delegado afirmou ainda que as vítimas eram sempre mulheres mais velhas, em geral solteiras e bem sucedidas.

“Iniciamos as investigações há cerca de três meses quando nos foi enviada a carta precatória de dois mandados de prisão dos Estados de São Paulo e Santa Catarina, por porte ilegal de arma de fogo e estelionato, respectivamente”, destacou o delegado. “Em Manaus temos apenas um caso registrado, pela família da vítima. Trata-se de uma mulher de quarenta anos que caiu no golpe dele”, disse Carlos Alberto.

Ainda segundo o delegado, Leandro, que mora em Manaus há quatro anos, já havia sido preso em 2012 em cumprimento a um mandado de prisão em São Paulo. “Ele acabou sendo liberado visto que ele age sem violência e isso facilita a revogação de suas preventivas. Por isso pedimos às pessoas que tenham sido vítima desse cidadão, que procurem a delegacia e façam o registro pra dificultar a soltura dele”, informou o delegado

De acordo com informações da Polícia Civil, Leandro Lentz também aplicava golpes nos hotéis em que ficava, emitindo cheques sem fundo e, por vezes, saindo sem pagar a estadia. “Ele será encaminhado à Delegacia de Roubos e Furtos. Nosso objetivo era fazer a apreensão e cumprir o mandado. Já lá na delegacia ele será ouvido e novos detalhes devem surgir”, concluiu.

Em depoimento, Leandro negou os crimes pelos quais é acusado. “Sou inocente, nunca fiz nada disso que me acusam. Tenho a consciência limpa e sou trabalhador”, disse

Fonte: G1

DIGA NÃO À VIOLÊNCIA! DENUNCIE!

27/04/2013

O delegado geral da Polícia Civil, Luiz Maurício Blazeck, afirmou, em 27 de Abril de 2013, que os três suspeitos presos na madrugada já confessaram participação na morte da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos, em São Bernardo do Campo, na quinta-feira, 25. Ela foi queimada viva em seu consultório.

“Todos confessaram a prática do crime em São Bernardo e outros”, disse Blazeck em coletiva na sede da Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP), no centro da capital. Ainda de acordo com ele, os criminosos,antes de atearem fogo em Cinthya, a ameaçaram com um isqueiro e com álcool, “para que ela cedesse bens de patrimônio”.

A polícia disse também que vítima estava com as mãos amarradas por trás das costas, enquanto um dos suspeitos, Victor Miguel Souza Silva, de 24 anos, apontado como o líder do grupo, trocava o isqueiro com um adolescente que também participou do crime. “O jovem conta (o episódio) como se fosse o capítulo de uma novela”, disse a delegada Elisabete Sato, diretora do Departamento de Homicídios e de Preteção à Pessoa (DHPP).

Ainda segundo ela, quando o grupo recebeu a informação de que Cinthya tinha apenas R$ 30 em sua conta bancária, o adolescente ficou bravo e ateou fogo na vítima com  o isqueiro.

A delegada disse que o grupo fez “tortura” com a dentista ao lhe ameaçar com o isqueiro.

Todos os suspeitos foram presos na Favela Santa Cruz, em Diadema, no ABC. Eles estava em duas casas. Em uma delas, foi encontrado Victor, com um adolescente que, segundo a polícia, lhe dava cobertura. Esse jovem, que tem 17 anos, não teria participado do assassinato. Mesmo assim, foi apreendido.

Na outra casa, foi preso Jonatas Cassiano Araujo, de 21 anos, com outros dois adolescentes, ambos de 17 anos, um dos quais teria admitido atear fogo na vítima. As duas residências ficavam a cerca de 50 metros de distância uma da outra.

Foragido
Um dos suspeitos de participar do crime, Tiago de Jesus Pereira, permanece foragido. Teria sido ele quem ligou para os criminosos informando da quantia na conta de Cynthia.

Segundo a delegada Elisabete Sato, três dos presos seriam usuários de cocaína.

Maioridade penal. O secretário estadual da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, que abriu a coletiva de imprensa neste sábado, defendeu a reforma do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) “para proteger os cidadãos de bem”. “Temos mais um caso cruel, que exige uma reflexão e um debate no Congresso Nacional por uma postura mais rígida.”

Para ele, trata-se de um “crime bárbaro de latrocínio”.

 Um grupo que afirma ser ‘skin head’ foi detido no mesmo dia, no Centro de Niterói, Rio de Janeiro De acordo com o agentes da secretaria de Ordem Pública de Niterói e da Guarda Municipal da cidade, eles agrediam um homem que seria nordestino na Praça Arariboia. Ainda não há informações sobre o estado de saúde da vítima.

O grupo, composto por seis homens e uma mulher, estava armado com com duas facas, um soco inglês e um bastão. Segundo secretaria, três deles já têm antecedentes criminais em Minas Gerais e São Paulo.

O grupo foi levado para a 77ªDP (Centro), onde presta depoimento. Segundo a guarda, eles foram detidos após denúncias de testemunhas que passavam pelo local.

Fonte: Yahoo

 

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