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Avisos Sociais

Com crise, volta a Campanha “Natal Sem Fome”

14/10/2017

A volta do Natal Sem Fome

Crise faz Ação da Cidadania, criada por Betinho, voltar a pedir doação de alimentos

Brasília -Três anos depois de o Brasil sair do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU), a ONG Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida relançará neste domingo a campanha Natal Sem Fome, suspensa há dez anos. O objetivo é arrecadar 500 toneladas de alimentos a fim de enfrentar a falta de comida no Brasil, que tem se acentuado desde 2014, devido às crises econômica e política.


Ano passado, a Ação da Cidadania fez campanha para doação de livros e, no encerramento, fez mosaicoAkemi Nitahara / Agência Brasil

De acordo com números do IBGE de 2014, sete milhões de pessoas passam fome no país. Esse número manteria o Brasil fora do Mapa com menos de 5% da população sem alimentos suficientes. No entanto, o percentual tem aumentado. “Ficou muito claro que, nestes últimos três anos, com a crise batendo forte, precisaríamos voltar a trabalhar”, contou o presidente do conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza, filho do sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, que criou a ONG em 1993.

A campanha será lançada no Aterro, com banquete oferecido em uma mesa de um quilômetro de extensão. Por dois meses, a ONG reunirá os alimentos doados, que serão organizados em cestas básicas e distribuídos à população carente no fim de semana antes do Natal. A ideia é atender dois milhões de pessoas. “A participação cidadã, individual, é muito importante, mas, para atingirmos a meta de 500 toneladas, temos que receber doações no atacado, de empresas. Elas devem representar de 70% a 80% do total de doações”, explicou Daniel.

Serão lançadas também ações via redes sociais e campanhas publicitárias reunindo diversos artistas. “Logicamente é uma ação simbólica, já que uma cesta básica não dura muito tempo”, disse Daniel. “Mas é uma forma de sociedade, empresas, governos, agências internacionais chamarem atenção para o problema, dar uma atenção especial a essa população mais vulnerável. A gente não pode voltar para o Mapa da Fome, isso seria uma derrota muito grande.”

Fonte: O Dia

Veja em que situações pedir a revisão do benefício ao INSS

27/08/2017

 

INSS: veja 15 revisões para aumentar o valor do benefício

Segurado deve ficar atento à data de concessão do benefício para saber se pode pedir alguma revisão
Segurado deve ficar atento à data de concessão do benefício para saber se pode pedir alguma revisão Foto: Guito Moreto / Agência O Globo

Bruno Dutra
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Os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que querem aumentar o valor de seu benefício podem pedir uma revisão ao órgão. Em alguns casos, o prazo máximo para o pedido é de dez anos após a concessão do benefício. Porém, muitas revisões não têm prazo de decadência para pedir a correção — oportunidade para conseguir um incremento na renda mensal.

De acordo com especialistas, devido às alterações na legislação previdenciária ao longo dos últimos anos, o INSS acaba cometendo erros no cálculo dos valores pagos aos aposentados e pensionistas. Para realizar o pedido, o caminho não é complicado. Entretanto, o beneficiário deve ficar atento: um dos motivos é a falta de consenso sobre o tema. De um lado, o INSS costuma negar quase todos os pedidos de revisão apresentados no posto. Dessa maneira, a forma de conseguir o um novo cálculo é ingressando na Justiça. Para isso, o aposentado deverá iniciar uma ação judicial no Juizado Especial Federal ou na Vara Previdenciária.

— Nos casos de revisão por erro de cálculo do benefício, caso o segurado já tenha apresentado todos os documentos que fundamentem o direito à revisão no pedido de aposentadoria, ele tem a possibilidade de apresentar um recurso administrativo no INSS ou ingressar diretamente com uma ação judicial. Porém, o caminho correto é fazer, primeiro, o pedido na agência — explica Luiz Felipe Pereira Veríssimo, advogado do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev).

Ter documentos da época da aposentadoria é essencial para facilitar o pedido de revisão. Para solicitar que o valor da renda seja revisto, é necessário apresentar a carteira de trabalho, documento com o número do benefício e carta com os motivos do pedido de revisão. A situação mais comum, como explica o especialista, é quando o segurado só conseguiu alguns documentos para provar tempo de recolhimento após a concessão do benefício.

É importante ainda que o segurado fique atento à data de concessão do benefício, para ter certeza se deve ou não ingressar com um pedido de correção. Como os casos de pedido de revisão são por motivos variados, é difícil precisar um percentual de aumento no benefício, mas decisões na Justiça já concederam aumentos nos benefícios que variam entre 20% e 50%.

Para evitar erros, o segurado que quiser verificar se tem direito a pedir qualquer revisão precisa observar a carta de concessão. Outros documentos também podem ser solicitados para o caso de o segurado entrar com ação contra o INSS, como carta de concessão com memória de cálculo e informações do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).

CONFIRA:

1- Revisão do tempo de contribuição, para quem já trabalhou como servidor

O segurado que em uma determinada época já trabalhou como servidor público vinculado a um Regime Próprio de Previdência Social tem direito de averbar esse período perante o INSS. O aumento do período total de contribuição do segurado pode aumentar o valor de sua renda mensal inicial.

2- Ação trabalhista

Todos os segurados que tenham vencido ação trabalhista têm direito a pleitear a revisão de benefício concedido pelo INSS com base em dados equivocados que tenham sido corrigidos por aquela ação transitada em julgado. Ressalte-se que, mesmo que o segurado não tenha ingressado com a ação trabalhista no prazo de dois anos após a rescisão do contrato de trabalho, é possível pleitear essa revisão comprovando que não foram incluídas as corretas verbas salariais em sua aposentadoria.

3- Revisão do Buraco Negro

Até 01/06/1992, todos os benefícios, concedidos pela Previdência Social, entre 05/10/1988 e 05/04/1991, deverão ter renda mensal recalculada e reajustada de acordo com as novas regras previstas na Lei de Benefícios, com a devida correção inflacionária. Ressalta-se que o INSS realizou essa revisão administrativamente, sendo necessário ter acesso à cópia do processo administrativo, verificando se a referida revisão foi realizada. Há decisão judicial conhecida. Trata-se de erro matemático que pode gerar perdas de 30% nos valores dos benefícios.

4 – Revisão do reajuste do salário mínimo

Contempla os benefícios concedidos a partir de 01/03/1994, desde que tenham em seu Período Básico de Cálculo, salários de contribuição anteriores a março de 1994. Deve-se proceder ao recálculo da Renda Mensal Inicial (RMI) dos benefícios enquadrados nos requisitos para que seja considerada, na atualização dos salários de contribuição anteriores a março de 1994, a variação integral do Índice de Reajuste do Salário Mínimo (IRSM), na ordem de 39,67% referente à 02/1994.

5 – Revisão do teto

Contempla os benefícios concedidos entre 05/04/1991 e 31/12/2003, de acordo com orientação do INSS – desde que o salário de benefício tenha ficado limitado ao teto da época da concessão. O INSS deverá proceder à revisão para recomposição, nas datas das Emendas Constitucionais nº 20/1998 e 41/2003, do valor dos benefícios limitados ao teto previdenciário na data de sua implantação mediante aplicação de um índice de reajuste do teto.

6- Revisão da Vida inteira

Contempla os benefícios concedidos a partir de 29/11/1999, visando serem considerados no cálculo do benefício todos os salários de contribuição da vida do segurado, e não só aqueles a partir de julho/1994 conforme realizado pelo INSS. Tal revisão costuma beneficiar segurados que tiveram a maior parte de suas contribuições ou as de maior valor anteriormente a 07/1994. A revisão permite que sejam considerados os salários de contribuição de toda a vida contributiva do segurado, verificando-se a vantagem de efetuá-la. Nesse caso, torna-se necessária a comprovação de todos os salários de contribuição, caso estes não constem no sistema do INSS.

7 – Atividade rural

Segurados que exerceram atividades rurais anteriores 11/1991, independentemente de recolhimentos previdenciários. O período trabalhado pode ser incluído na contagem de tempo de contribuição do segurado, podendo antecipar a data de aposentadoria ou até mesmo elevar o valor da renda mensal inicial.

8 – Revisão da regra favorável

Contempla os benefícios concedidos aos segurados que já possuíam mais tempo de contribuição que o necessário ao requererem sua aposentadoria. Importante ser analisado caso a caso a fim de se apurar a viabilidade da revisão. Ao se verificar que o segurado já preenchia os requisitos para requerer o benefício em determinada data, a regra de cálculo vigente àquela época pode ser mais vantajosa do que a calculada no momento de concessão da aposentadoria.

9 – Recolhimento em atraso

Segurados autônomos ou empresários que não contribuíram para o INSS em determinados períodos que exerceram atividades remuneradas podem solicitar recolhimento em atraso, para isso é necessária a realização de um cálculo para verificar-se se o recolhimento em atraso é viável. Feito isso, é possível conseguir aumento do tempo total de contribuição, podendo antecipar a data de aposentadoria ou até mesmo elevar o valor da renda mensal inicial.

10- Aluno aprendiz e militar

Os segurados que exerceram atividades como aluno aprendiz, ou seja, aqueles matriculados em escolas profissionais mantidas por empresas em escolas industriais ou técnicas – até 16 de dezembro de 1998. Para quem prestou serviço militar por um período (no Exército, na Aeronáutica ou na Marinha), INSS deve incluir esse tempo na contagem do cálculo do benefício.

11 – Tempo insalubre

Contempla benefícios concedidos aos segurados que tenham exercido qualquer tipo de atividade elencada como especial, ou seja, expostas a agentes nocivos à saúde humana ou atividades perigosas, definidos pela legislação ou por entendimento jurisprudencial, e que, no momento da concessão, não tenha tido tal especialidade considerada pela administração. INSS deverá recalcular o tempo de contribuição do segurado aplicando as devidas conversões dos períodos especiais em períodos comuns – para homens e mulheres – sendo que tal acréscimo vindo da conversão do tempo varia de acordo com o tipo de atividade exercida.

12 – Inclusão de auxílio-acidente no cálculo da aposentadoria

Revisão que é prevista em lei, mas que geralmente não é concedida pelo INSS. Quando a lei determinou que não seria possível receber cumulativamente o benefício Auxílio-Acidente e Aposentadorias a partir de 1997, previu também que o trabalhador acidentado não tivesse prejuízo em virtude da redução laboral ocorrida, e por isso garantiu a inclusão destes valores no cálculo da Renda Mensal Inicial. Pedido deve ser feito judicialmente.

13 – Revisão da pensão concedida entre 95 e 97

Os segurados que tenham pensão por morte concedida entre 05/1995 e 12/1997 sem que tenham sido considerada a interpretação correta da Lei 9.032/95, cujas determinações estipulavam o valor da pensão em 100% do salário de benefício do instituidor. Nesta hipótese, os segurados poderão mover ação judicial requerendo a revisão de seu benefício uma vez que, àquela época, o INSS utilizou-se de 100% do valor que o falecido recebia (se já era aposentado) ou que deveria receber (se não fosse aposentado), e não de seu salário de benefício propriamente dito, antes da aplicação de eventuais alíquotas que reduziam a renda mensal inicial do benefício – importante ressaltar que nesse caso a pensão já foi concedida há mais de 10 anos, logo, é necessário tentar afastar essa decadência na via judicial.

14 – Revisão do Artigo 29

Conhecida como revisão dos auxílios, essa correção é paga para quem recebia benefício por incapacidade entre 2002 e 2009 e teve o valor calculado com erro. Na época, o INSS não descartou as 20% menores contribuições e o segurado acabou recebendo menos do que deveria, pois salários menores entraram na conta. As revisões abrangem pensão por morte, auxílio-doença previdenciário, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente previdenciário, aposentadoria por invalidez por acidente de trabalho, auxílio-doença por acidente de trabalho, auxílio-acidente e pensão por morte por acidente de trabalho.

15 – Diferença de 9% do auxílio-doença para a aposentadoria por invalidez

Em geral, quando o trabalhador entra com o pedido de aposentadoria por invalidez, o INSS concede, primeiro, o auxílio-doença. Posteriormente, o benefício é transformado em aposentadoria por invalidez. Ocorre que o auxílio-doença corresponde a 91% da média dos salários de contribuição (base de cálculo do recolhimento) registrados em nome do segurado desde julho de 1994, enquanto a aposentadoria por invalidez equivale a 100% da média. O entendimento da Justiça favorece os segurados que, mesmos incapacitados para o trabalho, ficaram recebendo auxílio-doença no lugar da aposentadoria por invalidez. Se comprovar que estava incapacitado para o trabalho desde o dia em que entrou com o requerimento da aposentadoria no INSS, o segurado poderá buscar sua revisão tendo direito inclusive a atrasados.

Fonte: Extra

Festival coreano no Bom Retiro, São Paulo

13/08/2017

Coreanos de SP celebram cultura do país com festival no Bom Retiro; veja fotos

Público acompanha exposição, desfiles de roupas típicas e oficinas de artes.


 

Festival coreano tem desfile de roupas típicas (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)Festival coreano tem desfile de roupas típicas (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Festival coreano tem desfile de roupas típicas (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A comunidade coreana celebra a cultura do país nas ruas do Bom Retiro, no Centro de São Paulo, neste fim de semana. O Festival da Cultura Coreana reúne shows de grupos da Coreia, exposições de arte, jogos, atividades culturais, concursos e comida típica na Praça Coronel Fernando Prestes.

Desfile com a hanbok, a roupa típica da Coreia doSul, dança, exposições de caligrafia, pintura, artes, bonecas dakjongie são algumas das atrações para o público.

O festival tem ainda concurso de luta livre coreana, arco e flecha e competição de covers de k-pop.

Cerca de 48 mil coreanos vivem em São Paulo, sendo que a grande maioria se concentra no Bom Retiro.

Visitante observa exposição no festival de cultura coreana (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)Visitante observa exposição no festival de cultura coreana (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Visitante observa exposição no festival de cultura coreana (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Desfile de integrantes da comunidade coreana no Bom Retiro (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)Desfile de integrantes da comunidade coreana no Bom Retiro (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Desfile de integrantes da comunidade coreana no Bom Retiro (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Apresentação de cover de k-pop durante o 11° Festival da Cultura Coreana (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)Apresentação de cover de k-pop durante o 11° Festival da Cultura Coreana (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Apresentação de cover de k-pop durante o 11° Festival da Cultura Coreana (Foto: Elizabeth Paik/Futura Press/Estadão Conteúdo)

 

 Fonte: G1

 

Os servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro precisam de doações de alimentos. Saiba onde levar

19/07/2017

Servidores do RJ enfrentam mais um dia de fila para receber doações; saiba como doar

Por causa da crise, servidores esperaram desde as 5h da manhã desta terça-feira pela doação de mantimentos básicos.

 

Servidores estaduais enfrentam mais um dia de fila para receber doações de alimentos

Servidores estaduais enfrentam mais um dia de fila para receber doações de alimentos

Os servidores estaduais ativos e inativos do Rio de Janeiro enfrentaram mais um dia de fila para receber comida. Às 5h desta terça-feira (18), já havia gente na fila. A previsão é de que 300 cestas básicas sejam distribuídas nesta terça.

No último sábado (15), primeiro dia de distribuição, cerca de 50 servidores voltaram para a casa sem mantimentos, já que a quantidade disponibilizada foi insuficiente para todos os necessidados.

Para doar alimentos não perecíveis (arroz, feijão, macarrão, farinha, fubá, sal, açúcar, leite em pó) basta entregar os itens, de segunda a sexta-feira, nos seguintes endereços no Centro do Rio: Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), na rua Evaristo da Veiga 55, 7º andar; na Coligação dos Policiais Civis (Colpol), na Rua Sete de Setembro 141, 2º andar; no Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sind-Justiça), na Travessa do Paço 23, 13º andar e também na Universidade do Estadual do Norte Fluminense (Uenf), na Avenida Alberto Lamego 2.000, no Parque Califórnia, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

Fonte: G1

 

Sem salários, aposentados do Estado do Rio vivem em abrigos públicos e pensionatos

Aposentado pelo Estado, Gilson Alves vive em um abrigo na Ilha do Governador
Aposentado pelo Estado, Gilson Alves vive em um abrigo na Ilha do Governador Foto: Márcio Alves / Márcio Alves / 26-7-2017

Aposentado desde 2012, o técnico em radiologia Gilson Alves, de 69 anos, tem saudade do tempo em que recebia do Estado do Rio seu salário em dia. Segundo ele, nunca lhe faltou nada. O aluguel era pago em dia, a feira enchia a despensa e o dinheiro dava para bancar todas as obrigações. A crise, porém, passou como um furacão em sua vida. Com dois salários atrasados — maio e junho —, Seu Gilson ficou sem condições de bancar o aluguel. Ele “morou” na rua, por poucos dias, antes de ser acolhido pelo abrigo Stella Maris, na Ilha do Governador, administrado pela Prefeitura do Rio.

— Quero que o governo pense um pouco na situação que estamos passando. Ninguém chega no armazém ou no mercado e diz que vai pagar em dois ou três meses. Estamos vivendo um dia pior que o outro — disse o aposentado, que recebeu a reportagem do EXTRA em uma visita ao abrigo.

O aposentado, que perdeu a perna esquerda em um acidente aos 5 anos, recebe toda a assistência necessária no abrigo.

— Tive uma vida boa, de forma humilde. Não tenho parentes. Com os problemas no nosso pagamento, acabei aqui dentro (no abrigo). Sou querido por todos aqui— festejou.

Segundo Tereza Bergher, secretária Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, o número de pessoas em situação de rua triplicou entre 2013 e 2016 — passou 5.580 para 14.279. Bergher lembrou que o atraso sobre os salários dos servidores contribuiu decisivamente para esse aumento.

— Acho que toda essa crise do Estado teve um reflexo no município. É uma situação humilhante para quem trabalhou a vida toda. Esse é apenas um entre os vários casos anônimos que existem pela cidade — lamentou a secretária.

Pensionato vira destino

- ELZA BRAZ
- ELZA BRAZ Foto: Marcelo Theobald / Extra – Economia

Também aposentada pelo Estado, Elza de Souza Braz, de 54 anos, viu ruir, em pouco tempo, a tranquilidade da vida que levava na Ilha de Paquetá. Servidora da secretaria de Fazenda por 33 anos, ela trocou a casa em um condomínio fechado na Ilha, por um pensionato em Botafogo. Ela conta que perdeu tudo diante do atraso do pagamento de sua aposentadoria.

— Eu tinha uma vida tranquila. Estava planeja minha mudança para Portugal. A crise começou e minha vida mudou. Tenho três cartões de crédito e a dívida acumulada é de R$ 50 mil. Não tenho dinheiro para pagar o mês do pensionato em que estou morando — desabafou a servidora.

Segundo Elza, a situação tem afetado sua saúde:

— Estou deprimida. São 200 mil famílias nessa situação. Contei com a ajuda de amigos para receber pouco mais de R$ 200. Usei parte desse valor para pagar as quentinhas que compro no dia a dia.

A decisão do Estado de priorizar o pagamento dos servidores ativos, e deixar boa parte dos aposentados e pensionistas com salários atrasados foi criticada pela secretária Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Tereza Bergher.

— É um absurdo deixar os aposentados e pensionistas em salário. É um momento em que a pessoa está fragilizada. Precisando ir ao médico, se cuidar. Justamente nessa fase, existe a ausência do Estado. É dramático. É desumano — avaliou.

Incêndio em Londres

16/06/2017

 

Ao menos 65 estão desaparecidos após incêndio em prédio em Londres, diz jornal

Até o momento, a Polícia confirma a morte de 17 pessoas. Um estudante de engenharia sírio é a primeira vítima identificada.


 

Incêndio destrói prédio residencial em Londres (Foto: Rick Findler/PA via AP)Incêndio destrói prédio residencial em Londres (Foto: Rick Findler/PA via AP)

Incêndio destrói prédio residencial em Londres (Foto: Rick Findler/PA via AP)

Ao menos 65 pessoas estão desaparecidas e podem ter morrido no incêndio na Grenfell Tower, segundo levantamento feito pelo jornal britânico “The Sun”. A Polícia confirmou a morte de apenas 17 pessoas no balanço divulgado na quinta-feira (15) .

Até o momento, apenas uma vítima foi identificada. É Mohammed Alhajali, estudante de engenharia que deixou a Síria há 3 anos. Ele morreu no incêndio, enquanto seu irmão mais velho, Omar, 25 anos, foi levando para o hospital, segundo o jornal “The Guardian”.

Os bombeiros continuam as buscas dentro do edifício e enfrentam condições perigosas. Eles precisam escorar as paredes para minimizar os riscos. A corporação chegou a dizer que a estrutura, que está carbonizada, poderia ruir, porém já descartou essa hipótese. Não há mais esperança de se encontrar pessoas com vida.

O incêndio foi um dos maiores já registrados em Londres. Testemunhas relataram que crianças foram jogadas das janelas da Grenfell Tower e várias pessoas se atiraram do edifício, em uma tentativa desesperada de fugir das chamas.

Após o incêndio, 78 pessoas precisaram ser hospitalizadas. Até quinta-feira, 37 permaneciam internadas, sendo que 17 estavam em estado crítico. Na quinta-feira, a primeira-ministra britânica, Theresa May, e a cantora Adele visitaram a Grenfell Tower, que fica a 2,7 km da residência do príncipe Willian e da sua mulher, Kate Middleton.

 

Reforma

 

Construído em 1974 em North Kensigton, o edifício tinha passado por uma reforma em 2016. Os responsáveis pela obra divulgaram um comunicado que afirmam que todos os padrões de segurança foram rigidamente seguidos.

A investigação sobre a causa do incêndio analisará os painéis de revestimento fixados no exterior do edifício, que segundo as primeiras avaliações contribuíram para a propagação do fogo.

Alguns especialistas já indicaram que o revestimento fixado ao prédio durante a reforma do ano passado pode ter sido a responsável pela velocidade com que ele se propagou.

O Dr. Jim Glocking, diretor técnico da Associação da Proteção de Incêndios (FPA, na sigla em inglês), salientou como o revestimento de isolamento parte externa dos blocos da torre não precisava ser à prova de fogo.

David Collins, um dos integrantes do conselho de moradores do prédio, disse à rede “BBC” que os residentes tinham comunicado aos administradores e à Prefeitura preocupação com a segurança. Ele contou que os moradores estavam preocupados, por exemplo, com “a situação dos aquecedores, das rotas de fuga e com a iluminação das saídas de incêndio”, segundo a Efe.

De acordo com o jornal “The Guardian”, já havia preocupação a respeito de um incêndio no prédio em 2012, quando um vistoria constatou que o equipamento contra incêndios não era revisado havia anos. Em 2016, um grupo de residentes também tinha alertado sobre a única saída de emergência, advertindo que, se ela fosse bloqueada, as pessoas não poderiam deixar o imóvel.

Como se proteger de incêndios como o que destruiu um prédio de 24 andares em Londres

 

A maioria das mortes durante incêndios no interior de edificações costuma ocorrer não por queimaduras, mas sim pela inalação da fumaça.

Isso ocorre porque o fogo e as pessoas competem pelo mesmo recurso: o oxigênio. Mas a falta desse elemento nos incapacita rapidamente e, muitas vezes, não dá tempo para chegar a um lugar seguro.

À medida que as chamas se espalham pelo interior de um edifício, o fogo vai consumindo o oxigênio disponível e, além disso, a combustão incompleta dos materiais queimados libera gases tóxicos que nos envenenam.

É o que aconteceu no edifício londrino Grenfell, destruído por um incêndio na quarta-feira. O número de vítimas fatais da tragédia subiu para 30 nesta sexta, e há ainda cerca de 40 pessoas desaparecidas. Outros 24 feridos permanecem hospitalizados, metade deles em estado crítico.

A fumaça do incêndio contém dois fatores principais que causam danos: o monóxido de carbono, um gás tóxico que pode causar a morte quando inalado em grandes quantidades; e pequenas partículas em suspensão, tão pequenas que são invisíveis ao olho humano, mas que podem chegar aos pulmões e danificar as vias respiratórias.

Como a inalação de fumaça afeta nossa saúde:

A capacidade de percepção e de raciocínio, essenciais para se orientar e escapar rapidamente do fogo, diminui com a falta de oxigênio.

Ao ar livre, o nível de oxigênio normal é de 21%. Se o nível baixar para 17%, as pessoas já podem ter problemas de força e coordenação, segundo a Associação Nacional de Proteção contra o Fogo dos Estados Unidos.

Quando o nível está abaixo de 10%, as pessoas têm náuseas, vômitos e ficam inconscientes. E um nível de oxigênio entre 6% e 8% é fatal depois de 6 a 8 minutos. Com menos de 4%, ocorre uma parada respiratória ou cardíaca mortal.

Além disso, o calor é um perigo em si: respirar gases muito quentes pode queimar as vias respiratórias e também causar a morte.

3 conselhos para minimizar a inalação de fumaça em caso de incêndio:

Agachar e engatinhar

O calor do fogo empurra as nuvens de fumaça para cima, deixando próximo ao solo um espaço de ar relativamente limpo.

Segundo o Corpo de Bombeiros de Londres, se há fumaça, é melhor manter-se próximo ao solo e engatinhar para um lugar seguro para minimizar a inalação de gases tóxicos.

Cobrir a boca e o nariz

Se para escapar for preciso passar por um cômodo cheio de fumaça, usar uma toalha (de preferência molhada, mas apenas se houver tempo) sobre o nariz e a boca pode te ajudar a filtrar as partículas de fumaça para proteger os pulmões.

É melhor não respirar pela boca, já que o nariz consegue filtrar melhor as partículas de combustão suspensas no ar.

Quando a passagem está bloqueada

Se não for possível sair de uma casa ou edifício em chamas, o Corpo de Bombeiros de Londres recomenda ir a um cômodo seguro, de preferência longe do fogo, com uma janela que possa ser aberta; e tapar todas as possíveis entradas de fumaça – como os espaços debaixo das portas ou os dutos de ventilação – com toalhas, cobertores, almofadas ou roupas de cama, para se ganhar tempo até que cheguem os bombeiros.

Se houver uma torneira no local, também é recomendável molhar os tecidos.

Tower Grenfell em chamas: Pessoas com problemas cardiovasculares ou respiratórios (como asma), crianças e idosos são os mais vulneráveis aos efeitos da exposição à fumaça© Reuters Pessoas com problemas cardiovasculares ou respiratórios (como asma), crianças e idosos são os mais vulneráveis aos efeitos da exposição à fumaça

Outros conselhos do para lidar com um incêndio

Antes de abrir uma porta

Ao escapar, antes de abrir uma porta, é preciso tocá-la com a mão. Se estiver quente, significa que provavelmente há chamas do outro lado, e essa porta fechada pode protegê-lo enquanto você busca uma passagem alternativa para escapar.

As portas corta-fogo mais comuns foram desenvolvidas para resistir a pelo menos 30 minutos.

Além disso, se for preciso abrir uma porta durante um incêndio, pense que às vezes a grande diferença de pressão nos dois lados pode levá-la a abrir com força.

Se o fogo atinge a roupa

Se você correr desesperadamente, as chamas vão queimar ainda mais. Segundo o Corpo de Bombeiros de Londres, o que se deve fazer é deitar no chão e começar a rolar, para dificultar que as chamas se propaguem.

Depois, se outra pessoa estiver no local, pode-se sufocar as chamas com um material pesado, como um abrigo ou um cobertor.

Escapar pela janela

“Se estiver no andar térreo ou no primeiro andar, escape pela janela”, diz o corpo de bombeiros em seu site.

“Use materiais macios para amortecer a queda e desça o mais cuidadosamente possível antes de se deixar cair; não salte.”

No Brasil, a orientação do corpo de bombeiros da Polícia Militar de São Paulo diz: “Não salte do prédio. Muitas pessoas morrem sem imaginar que o socorro pode chegar em poucos minutos”.

Ficar em casa

Em muitos edifícios londrinos, orienta-se aos moradores que permaneçam em casa caso o incêndio não afete o seu andar. Isso porque, em geral, a escada de emergência é compartilhada entre os moradores e os bombeiros.

A norma serviria para conter um incêndio em um apartamento e manter as escadas e corredores livres de fumaça por algum tempo, permitindo que as evacuações fossem feitas com cuidado após o fogo ser contido.

Segundo o engenheiro especializado em incêndios Ikhwan Razali, essa orientação só é correta caso o prédio tenha um bom sistema de extinção de fogo entre um andar e outro. “No caso (do Grenfell), o conselho me parecer ter sido errado”, diz ele.

A corporação de SP recomenda: “Se um incêndio ocorrer em seu apartamento, saia imediatamente. Muitas pessoas morrem por não acreditarem que um incêndio pode se alastrar com rapidez”, diz sua cartilha.

Apenas escadas

A corporação também afirma que todo edifício deve possuir um plano de emergência para abandono em caso de chamas e lembra que nunca se deve usar o elevador – sempre as escadas.

“Um incêndio razoável pode determinar o corte de energia para os elevadores. Feche todas as portas que ficarem atrás de você, assim retardará a propagação do fogo”, prossegue a cartilha de SP.

Não subir

Recomenda-se ainda que, não sendo possível sair do prédio pelas escadas, a pessoa deve permanecer no andar em que está, aguardando a chegada dos bombeiros. Deve-se subir aos últimos andares apenas se o edifício oferecer condições de evacuação pelo alto ou se a situação exigir.

Fonte: G1

Dica do Terra2012: Festa do Imigrante 2017, em São Paulo

04/06/2017

‘Sabor Paulista’ celebra diversidade gastronômica de SP na Festa do Imigrante

No espaço serão realizadas aulas gratuitas, ministradas por pessoas do Congo, da Palestina, da Síria, da Índia e de outros nove países.

 

Sabor Paulista tem oficina gastronômica no Museu da Imigração (Foto: Luh Camargo/Divulgação)Sabor Paulista tem oficina gastronômica no Museu da Imigração (Foto: Luh Camargo/Divulgação)

Sabor Paulista tem oficina gastronômica no Museu da Imigração (Foto: Luh Camargo/Divulgação)

A 22ª Festa do Imigrante irá celebrar os sabores de diversos países neste domingo (4) e nos dias 10 e 11 de junho. Entre 44 expositores de alimentação, 32 expositores de artesanato e 45 grupos de dança e música, estará presente o “Sabor Paulista”, iniciativa da Globo pela valorização da diversidade gastronômica de São Paulo.

No espaço serão realizadas aulas gratuitas, ministradas por pessoas do Congo, da Palestina, da Síria, da Índia e de outros nove países. O público será convidado a participar da elaboração de pratos como Pelmenie, Ceviche, Ficazza, Mosakhan e Mutton curry, entre outros. Aromas, texturas e sabores dos pratos, aliada à música de cada país, ajudará a compor as oficinas e estimulará todos os sentidos dos participantes.

Além das atividades gastronômicas, o “Sabor Paulista” também promove um debate para falar sobre imigração. O papo “Tudo começa pelo respeito” terá a participação de Tatiana Waldman, do Museu da Imigração; Marcelo Haydu, do Adus – Instituto de Reintegração do Refugiado; e Ana Rosa Abreu, do Instituto Vladimir Herzog, que vão trazer um panorama histórico das antigas e novas imigrações no Brasil e o preconceito enfrentado pelos imigrantes.

Também será discutido como o país está lidando com o tema atualmente. O encontro acontecerá no dia 10, um sábado, às 14h, e será mediado pela jornalista Gabriela Lian, da Globo.

Serviço:

 

Sabor Paulista na 22ª Festa do Imigrante

 

Datas: 4, 10 e 11 de junho de 2017

Horário: 10h às 17h

Local: Museu da Imigração – Rua Visconde de Parnaíba, nº 1316 – Mooca – São Paulo

Ingresso para a Festa do Imigrante: R$ 10 (inteira)

 

Programação oficinas Sabor Paulista:

 

 

04 de junho

 

 

  • 11h – Feijão fradinho com Kwanga e carne – Congo – Culinária Africana mama Nseng
  • 12h – Ficazza – Itália – Mammas de São Vito
  • 13h – Charutinho em folha de uva – Síria – Talal Culinária Síria
  • 14h – Ceviche – Peru – Sabor Latino Eventos
  • 15h – Badjia (bolinho de feijão) – Moçambique – Moçambicanos em SP
  • 16h – Broa de Mel – Ilha da Madeira – Folclore e Etnografia Região Autônoma da Madeira

 

Infarto

26/04/2017

 

Sintomas de infarto que não devemos ignorar

Fique atento aos sintomas! Eles podem se manifestar de maneiras diferentes em homens e mulheres.

sintomas infarto© Fornecido por eCycle sintomas infarto

Existem alguns sinais que o corpo nos dá antes de um infarto acontecer… Quanto antes os reconhecermos, maior a probabilidade de salvar sua própria vida ou a de alguém próximo. Existem algumas diferenças entre os sintomas nos homens e nas mulheres. Aprenda a reconhecê-los:

Sintomas de infarto nas mulheres

  • Fadiga: algumas mulheres sentem muito cansaço, mesmo tendo ficado sentadas o dia todo. Andar de um lado da casa para o outro já pode ser cansativo.
  • Dor de estômago: as mulheres podem sentir uma pressão abdominal intensa e uma forte dor de estômago antes de sofrerem um ataque cardíaco.
  • Dor no peito: a dor no peito pode não incindir sobre um ponto específico do lado esquerdo do peito. É possível que se estenda a qualquer outro ponto da região, causando rigidez.
  • Tonturas, náusea e falta de ar: esses sintomas podem ocorrer de forma conjunta, de um momento para outro e sem nenhuma razão aparente.
  • Suor repentino: o suor repentino é mais comum nas mulheres do que nos homens. Algumas mulheres podem confundir esse sintoma com o estresse
  • Dores no pescoço e na mandíbula: para mulheres, a dor no braço esquerdo pode não aparecer, mas elas podem sentir dores no pescoço e na mandíbula – a dor pode ser súbita ou gradual.

Sintomas de infarto nos homens

  • Dor torácica: a dor torácica é um dos sintomas mais comuns infarto, principalmente para os homens. Neste caso, pode ocorrer no centro do peito ou no sentido direita-esquerda, em direção ao coração. Sensações de peso no peito de forte pressão também são relatadas.
  • Dores nos braços: a dor no peito se espalha não só para os braços, ombros e cotovelos, como também para o pescoço, mandíbula e abdômen. Às vezes a dor no peito não ocorre, mas a dor em pelo menos um dos braços ou nas costas entre os ombros sim.
  • Fadiga: a sensação de cansaço e fadiga pode ser um indicativo de que um infarto está para acontecer. Pode aparecer alguns dias ou semanas antes do infarto.
  • Tosse: a tosse persistente pode ser um indicativo de que um ataque cardíaco está por vir, por causa da acumulação dos fluídos nos pulmões. Tosse com sangue pode ocorrer.
  • Ânsia: o ataque cardíaco pode causar um estado de ânsia e medo de morrer, tudo ao mesmo tempo, podendo também causar taquicardia.
  • Insônia: antes de ter um ataque cardíaco, uma pessoa pode ficar meses sofrendo de insônia, ansiedade e agitação – essa é uma forma que nosso corpo mostra que algo está errado.
  • Fraqueza: dias antes de um ataque cardíaco, o indivíduo pode sentir uma imensa sensação de fraqueza.
  • Batimentos cardíacos rápidos e irregulares: batidas rápidas e irregulares no coração, principalmente se forem acompanhadas de fraqueza, tontura e dificuldades para respirar podem ser indícios de ataque cardíaco, arritmia ou insuficiência cardíaca.
  • Tonturas e vertigens: tonturas e vertigens podem ser indícios que um ataque cardíaco está por vir.
  • Suores frios: suores frios que surgem de repente, mesmo que não tenha havido atividade física intensa, podem ser um indicativo de ataque cardíaco.
  • Inchaço: inchaço em pés, tornozelos, abdômen, pernas, um súbito aumento de peso ou a perda de apetite também são sintomas de risco.
  • Indigestão: sentir desconfortos no estômago, como azia e dificuldades na digestão, podem ser outro indicativo.
  • Problemas respiratórios: dificuldades para respirar e falta de ar, possivelmente acompanhados de dores no peito podem ser indicativos de ataque cardíaco ou de insuficiência cardíaca.
  • Náuseas e falta de apetite: a náusea e a falta de apetite podem ser sinais de que um infarto está por vir, podem ocorrer vômitos um pouco antes ou durante o ataque cardíaco.

Como prevenir um ataque cardíaco

  • Pare de fumar;
  • Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física por dia;
  • Mantenha o peso corporal saudável, tome cuidado com o sobrepeso;
  • Tenha uma alimentação saudável, com mais alimentos ricos em nutrientes, invista nas verduras e frutas e coma menos carne e frituras;
  • Faça exames de rotina regularmente para checar o estado da sua saúde.
Fonte: MSN

22 de Abril é o Dia da Terra

22/04/2017

Dia da Terra: 9 dicas para tornar nosso planeta um lugar melhor

O Dia da Terra é celebrado globalmente todos os anos em 22 de abril. Com o objetivo de incentivar as pessoas a serem mais amigas do meio ambiente, o dia é comemorado com festivais, comícios e apoio de celebridades. Hoje, quando celebramos o Dia da Terra de 2017, vamos tomar um momento para pensar sobre o que podemos realmente fazer para ajudar a salvar o planeta.

O Google traz um ponto importante sobre a necessidade de ser mais ecológico. Aqui estão algumas dicas simples e fáceis do Dia da Terra que irão percorrer um longo caminho na conservação do meio ambiente:

  • Desligue as luzes toda vez que você sair de um comodo de sua casa para economizar energia.
  • Desconecte os dispositivos e desligue da tomada quando não estiver em uso.
  • Compre produtos cultivados localmente para reduzir emissões e resíduos.
  • Tente caminhar ou usar um transporte público em vez de dirigir, sempre que puder.
  • Use sacos de compras reutilizáveis.
  • Corrija as torneiras com vazamento e desligue a água quando não a utilizar para evitar o desperdício.
  • Mudar de descartáveis ​​para reutilizáveis, a fim de reduzir o desperdício.
  • Recicle e reutilize o máximo possível.
  • Encontre uma maneira de plantar uma árvore em seu bairro.
Fonte: Coluna Tech

Operação “Carne Fraca” reforça a necessidade de não comermos carne

19/03/2017

A politicagem que prejudica a carne brasileira

Uma operação policial desastrosa, recheada de policiais mais preocupados com os holofotes do que com o cuidado na disseminação de informações, tem como combustível as disputas internas na PF e o loteamento de cargos do Ministério da Agricultura nos estados, entregues aos partidos políticos

A politicagem que prejudica a carne brasileiraLINHA DE PRODUÇÃO DA JBS EM SANTA CATARINA - Sem nenhum dirigente ou executivo citado na operação, a empresa acabou assim mesmo sendo uma das mais afetadas em sua imagem

O conceito de sociedade do espetáculo foi cunhado pelo pensador francês Guy Debord para retratar um contexto em que tudo o que era vivido diretamente tornou-se representação. Se a espetacularização, protagonizada em qualquer área, já tem o condão de empanar a realidade, mais deletério ainda ao País quando ela parte de entes públicos que deveriam sempre primar pelo cuidado com a apuração e com a disseminação de informações sempre dentro de sua real dimensão. Não foi o que ocorreu na última semana. A Operação “Carne Fraca”, anunciada com estardalhaço pela Polícia Federal na sexta-feira 17 e vendida como a “maior da história”, foi a mais estabanada ação policial já desenvolvida nos últimos anos. Sem demonstrar conhecimento técnico sobre o setor agropecuário, o delegado Maurício Moscardi Grillo, criticado até por delegados e peritos da PF, trocou os pés pelas mãos. Lançando mão de arriscadas generalizações, disse que os frigoríficos usavam papelão em embutidos e salsichas, quando o material citado nos áudios das investigações se referiam ao embrulho das carnes. Afirmou ainda que o setor usava substâncias cancerígenas para maquiar carnes estragadas, quando os frigoríficos usam ácido ascórbico (vitamina C) como conservantes. E, para espanto geral, sapecou que o setor utilizava ilegalmente carne de cabeça de porco em linguiças, quando o uso é perfeitamente legal. O resultado não poderia ser mais catastrófico para o País: gerou uma crise internacional para a pecuária brasileira, que emprega 7 milhões de pessoas e exporta anualmente US$ 12,3 bilhões (quase R$ 40 bilhões).

Dezenas de países importadores, como China, Japão, México e União Europeia, suspenderam as compras do Brasil, o que poderá ter reflexos na recuperação do PIB deste ano, que já contava com o bom desempenho da agropecuária para sair do vermelho. Internamente, os brasileiros ficaram apreensivos, ao presumirem que comiam carne podre, o que é um equívoco, porque a nossa carne recebe o selo de uma das melhores do mundo. Ora, mesmo que não houvesse o reconhecimento, é elementar deduzir: se comêssemos carne estragada, o País estaria enfrentando uma epidemia gastrointestinal sem precedentes, o que definitivamente não ocorre. Por que, então, tanta pantomima para tratar de tema tão sério? O que a barbeiragem de setores da Polícia Federal esconde? Um mergulho pelos meandros do setor pode até não ser capaz de produzir a resposta definitiva, mas fornece pistas sobre o quê , quem e quais interesses contribuíram para alimentar uma operação tão mal embalada.

 Apagando incêndios O ministro BlairoMaggi tem visitado frigoríficos investigados para verin loco como funcionam
APAGANDO INCÊNDIOS O ministro BlairoMaggi tem visitado frigoríficos investigados para ver in loco como funcionam

Há pelo menos uma década, uma briga de foice é travada por cargos e postos estratégicos no bilionário setor agropecuário. O aparelhamento das superintendências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) nos Estados é cruel e acomoda conveniências das mais diversas. Para usar uma famosa expressão cunhada por um cronista carioca: ali é “briga de cachorro grande”. Das 27 superintendências estaduais, 21 estão nas mãos de políticos do PMDB, PP, PSDB, PR e PTB. Em geral, esses políticos usam os cargos para pressionar alguns frigoríficos e conseguir doações milionárias para campanhas. Esses superintendentes são indicados pelas bancadas estaduais ou senadores dos partidos. Sem qualquer cerimônia, a senadora e ex-ministra da Agricultura de Dilma, Kátia Abreu (PMDB-TO), admitiu na semana passada as ações nada republicanas promovidas no setor. “Quando fui ministra, pedi para que os senadores indicassem políticos para os cargos nos estados”. Kátia foi além. Afirmou que assegurou ao senador Roberto Requião (PMDB-PR) a primazia de indicar o superintendente do Paraná, mas que o senador teria aberto mão. A vaga, assim, passou a ser disputada por deputados federais do Paraná com nome e sobrenome. Um deles com cargo de peso no governo Temer: o atual ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR).

Serraglio uniu-se ao deputado Sérgio Souza (PMDB-PR) para indicar para a vaga Daniel Gonçalves Filho, preso pela PF como um dos líderes da quadrilha que cobrava propinas de frigoríficos no Paraná. Ele ficou no cargo de 2007 a 2016 e atravessou incólume pelos governos Lula e Dilma.

Kátia: Serraglio indicou “bandido”

Segundo reconheceu Kátia Abreu, Daniel Gonçalves Filho era “bandido” e “marginal”, colecionador de processos no próprio Ministério da Agricultura. Ela sabia de tudo. Mas não fez nada. E ele permaneceu por nove anos no cargo. “Gonçalves era mantido no cargo por pressão de Serraglio”, tentou justificar. O fato de Kátia Abreu ser do PMDB, do mesmo partido de Serraglio, agora ministro da Justiça e chefe, portanto, da Polícia Federal, mostra que há algo de mais podre no ar. Nas gravações da PF, Serraglio referia-se a Daniel Gonçalves como “meu chefe”. Serraglio telefonava para Daniel para que ele, na condição de superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná, não fechasse um frigorífico de Iporâ (PR).

Em abril de 2016, apagar das luzes do governo Dilma, Gonçalves foi exonerado. Para o seu lugar, os deputados do PP ganharam a queda-de-braço com o PMDB. Os deputados Nelson Meurer (PP-PR) e Dilceu Sperafico (PP-PR), investigados na Lava Jato, e o então deputado Ricardo Barros (PP-PR), hoje ministro da Saúde, conseguiram a indicação de Gil Bueno de Magalhães. Gil também foi preso na Operação Carne Fraca e foi exonerado nesta segunda-feira 20 pelo ministro da Agricultura Blairo Maggi.

Em alguns estados as indicações políticas partiam de senadores, como no Pará. Em Goiás, os padrinhos pertenciam às bancadas federais, como foi o caso do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), responsável por indicar Julio Cesar Carneiro para o cargo. Subornado para não fechar um frigorífico irregular no seu estado, Carneiro acabou preso na Operação Carne Fraca. Para o lugar de Carneiro, o PTB indicou Ricardo Augusto de Faria. “Passou da hora dos superintendentes da Agricultura nos Estados serem técnicos e não políticos, apadrinhados por deputados ou senadores”, alertou o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, ex-ministro da Agricultura.

Parece, também, haver uma briga velada de poder na PF. Afinal, o ministro da Justiça não sabia que havia sido grampeado pelo delegado, um subordinado seu, quanto mais que suas conversas seriam vazadas durante uma coletiva da PF. Claro, tudo isso seria natural se os diálogos revelassem o cometimento de um crime. Mas não foi esse o entendimento da Procuradoria-Geral da República. Ou seja, o ministro não será sequer investigado. O mesmo não se pode dizer de sua imagem, que saiu arranhada do episódio. Sem entrar no mérito do comportamento do ministro, trata-se de um enredo sem pé nem cabeça, para dizer o mínimo.

Delegados criticam operação

Os próprios policiais federais passaram a detonar a operação. O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Luis Boudens, criticou o delegado Moscardi Grillo, dizendo que ele não tem condições de coordenar uma operação como essa, pois está na PF só há 11 anos e é “inexperiente para tratar de assuntos delicados como esse, com tamanho abalo econômico”. Já o presidente da Associação Nacional dos Delegados da PF (ADPF), Carlos Eduardo Sobral, disse que a PF cometeu “um erro de comunicação” na operação. A ação teve 1.100 policiais e prendeu 33 pessoas. “O delegado não poderia ter dito que havia um problema sistêmico, generalizado no setor”. Ele pergunta: “Havia corrupção de fiscais? Havia. Pode ter problemas em alguns frigoríficos? Pode. Mas nunca poderia ter dito que era generalizado”.

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A crítica mais contundente partiu da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF). A entidade lamentou “profundamente” que a participação dos especialistas da corporação em análise de fraudes alimentares “não tenha sido devidamente empregada durante a condução das investigações”. Os policiais fizeram uma abordagem “apenas circunstancial”. Para a associação, a “operação Carne Fraca” tornou-se uma clara demonstração de como o conhecimento técnico e o saber científico, em todas as etapas da investigação, não podem ser deixados de lado em favorecimento dos aspectos subjetivos da investigação criminal. “A atuação adequada dos Peritos Criminais Federais teria propiciado a correta interpretação dos dados técnicos em apuração, assim como a definição dos procedimentos técnico-científicos necessários para a materialização de crimes de fraude alimentar eventualmente cometidos pelas indústrias sob suspeição. Além disso, teria poupado o país de tão graves prejuízos comerciais e econômicos”. A APCF “tem o dever de esclarecer que as afirmações relativas ao dano agudo à saúde pública, divulgadas por ocasião da deflagração da “Operação Carne Fraca”, não se encontram lastreadas pelo trabalho científico dos Peritos Criminais da Polícia Federal”. Foi por isso, certamente, que a PF disse que havia papelão dentro de lingüiça. Se tivesse tido perícia, isso poderia ter sido comprovado. Os técnicos da PF saberiam também diferenciar carne podre de carne boa. E, certamente, teriam informação de que vitamina C não é ácido cancerígeno. Teriam evitado as trapalhadas que arrastaram para o lixo o nome de um setor que representa R$ 400 bilhões por ano, ou quase 40% do PIB do agronegócio.

Carne ao mar Os exportadores de carne contabilizam prejuízo de US$ 1 bilhão
CARNE AO MAR Os exportadores de carne contabilizam prejuízo de US$ 1 bilhão

As irregularidades na fiscalização de frigoríficos não são de hoje, e, se a PF identificou funcionários corruptos, eles devem mesmo ser presos e condenados. Mas faltou dar a dimensão real do caso. A PF, por exemplo, prendeu 33 pessoas, num universo de 11.300 funcionários. Insignificante. Que há frigoríficos irregulares, que cometem fraudes, também não é novidade. Mas a PF levou dois anos investigando e só identificou 21 unidades fabricantes de carnes irregulares, das quais apenas três foram interditadas. O País conta com 4.837 unidades produtoras.

Segundo estimativa do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, o prejuízo para o setor já alcançou US$ 1 bilhão. O governo agiu rápido para evitar o pior. No domingo 19, o presidente Michel Temer convocou todos os embaixadores dos mercados consumidores da carne brasileira, explicou que a qualidade de nossa carne continuava impecável e que os problemas de fiscalização eram pontuais. Após a reunião, levou-os para almoçar numa churrascaria em Brasília. “Os números da operação, com 21 estabelecimentos investigados e só três interditados, mostram a insignificância da operação”, disse Temer, para quem “o alarde feito em torno do assunto não pode ficar impune”, pois causou “grande embaraço econômico ao Brasil”. Segundo Temer, a investigação não alcança a “totalidade dos frigoríficos brasileiros”. “Se há irregularidades, elas precisam ser investigadas e os envolvidos punidos”. Mas não com ações dessa forma grotesca.

Conhecido agropecuarista no Mato Grosso, o ministro Maggi deixou a licença médica e voltou ao batente tão logo foi deflagrada a crise: “É lamentável o que aconteceu”. Ele pretende visitar dentro de três semanas todos os 21 frigoríficos investigados e ver as providências que estão sendo tomadas em cada unidade para o saneamento dos problemas identificados. “A PF tem que ser nossa parceira. Não quero conflito com ninguém, mas espero que a partir de agora os policiais possam ter o assessoramento técnico necessário”. A PF tem cumprido – e bem – seu propósito de elucidar diversos casos de corrupção e desvio de recursos públicos, o que, indubitavelmente, é bom para o País. Há, no entanto, sinais perigosos de que a corporação deixa-se levar, em algumas ocasiões, pelo arbítrio.

A DESASTROSA OPERAÇÃO QUE DUROU DOIS ANOS

• A PF inspecionou 21 unidades produtores de carne, quando o país tem 4.837 estabelecimentos do gênero. Isso representou 0,5% do total

• Dessas 21 unidades fiscalizadas, apenas 3 foram interditadas, o que representou apenas 0,062% do total

• A ação colocou em risco um mercado que emprega 7 milhões de pessoas e exporta anualmente mais de US$ 12,3 bilhões
(ou R$ 38,1 bilhões)

• A PF denunciou um total de 0,03% do total de fiscais que agiam ilegalmente no Ministério da Agricultura e em frigoríficos espalhados pelo País

Fogo amigo

Kátia Abreu (PMDB-TO)

A ex-ministra da Agricultura e senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) confessou que loteou, entre os aliados, os cargos de superintendentes no Ministério nos Estados. Para o PMDB de Osmar Serraglio, deu a superintendência do Paraná. Para o PTB de Jovair Arantes, garantiu a superintendência de Goiás.  Os superintendentes do PR e de GO foram presos na Operação “Carne Fraca”

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Fonte: Isto é

Operação Carne Fraca: o que o consumidor precisa saber

Perguntas e respostas sobre como proceder em caso de produtos de qualidade duvidosa


Seção de carnes em mercado no Rio - Analice Paron / Agência O Globo

A Operação Carne Fraca, deflagrada em 17/3/17, investiga 40 empresas do setor alimentício envolvidas em um esquema de corrupção que liberava a comercialização de alimentos produzidos por frigoríficos sem a devida fiscalização sanitária. Indícios do inquérito revelaram que carnes eram vendidas fora do prazo de validade, misturadas com papelão e até com substâncias cancerígenas. Diante da magnitude do problema, o consumidor deve redobrar a atenção na hora da escolha do produto

Devo parar de comer carne?

Não há recomendaçaõ oficial para suspender o consumo de carne. Especialistas avaliam que as irregularidades são pontuais e que a carne produzida no Brasil seja de alta qualidade. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) recomenda que o consumidor priorize alimentos in natura, ou minimamente processados e não embalados, e evite alimentos ultraprocessados, como salsichas e linguiças.

Como saber se a carne está adequada para o consumo?

A carne imprópria para consumo, seja bovina, suína ou de frango, apresenta normalmente cor, odor e textura alterados. As carnes adequadas, portanto, são aquelas de coloração avermelhada, textura não pegajosa e lisa e que não têm cheiro ruim.

Como proceder diante de um produto inadequado para consumo?

Especialistas indicam que é importante estar atento às informações específicas dos produtos nos estabelecimentos, pois são elas que vão orientar como proceder melhor na escolha do alimento. Na dúvida sobre a adequação do produto, recomenda-se entrar em contato com o supermercado ou com o fabricante. Se o cheiro, cor ou aparência estiverem estranhos, não consuma. Em última análise, deve-se recorrer aos órgãos de defesa do consumidor e à Vigilância Sanitária.

Como saber a procedência da carne?

Se o consumidor está com receio de consumir ou tem alguma dúvida sobre a procedência ou qualidade do produto que tem em casa, pode ligar para a Vigilância Sanitária pelo 1746 e solicitar o recolhimento da peça para que seja feita análise da mercadoria.

Será feito um recall das carnes?

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, os códigos de barra dos produtos dos três frigoríferos em que as fraudes foram confirmadas começarão a ser rastreados a partir de segunda-feira. Mas não esclareceu se será feito um recall nem como ele seria feito. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, também notificou as empresas e pediu esclarecimentos para verificar se seria o caso de um recall.

 

Qual era o produto usado para “maquiar” a carne?

No despacho do juiz que autorizou as prisões, são feitos relatos de fiscais de uso de ácido ascórbico (vitamina C) pelo frigorífero Peccin. Na reprodução de um diálogo dessa empresa, que consta do mesmo documento, o interlocutor cita, porém, outra substância: o ácido sórbico, que também é usado como conservante.

Essas susbtâncias podem causar câncer?

Doses elevadas do ácido ascórbico são cancerígenas. No entanto, apenas quem tem uma exposição prolongada a elevadas doses dessa substância teria risco de desenvolver algum tipo de câncer.

Devo descartar os produtos que tenho em casa?

Não. Em primeiro lugar, pois ainda não se sabe precisamente quais os produtos estão, de fato, impróprios para o consumo. Além disso, em caso de recall é preciso ter o produto para fazer jus a indenização.

15/3 é Dia do Consumidor

15/03/2017

 

Dia do Consumidor: confira dez direitos pouco conhecidos

As compras exigem cuidado redobrado dos consumidores
As compras exigem cuidado redobrado dos consumidores Foto: Alexandre Cassiano/ 24.12.2016 / Agência O Globo

A todo minuto muitos estão comprando algum item, logo, todos são consumidores em algum momento. Porém, o consumidor, um dos motores principais da economia, muitas vezes desconhece seus direitos. Por isso, nesta semana, que se comemora o Dia do Consumidor, é essencial priorizar quem vai às compras, e evitar que estes sejam lesados por desconhecerem o Código de Defesa do Consumidor .

Por exemplo, entre muitos direitos pouco conhecidos, o consumidor tem o direito de suspender (uma vez no ano) serviços de telefone fixo e celular, de TV a cabo, água e luz, sem custo adicional.

De acordo com o professor da faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, advogado especialista em Direito do Consumidor, Arthur Rollo, ainda falta fiscalização.

— Sem as leis do Código de Defesa do Consumidor, abusos verificados há anos continuarão ocorrendo. Também falta concorrência no mercado, tendo em vista que as grandes vilãs dos consumidores são as empresas que prestam serviços diretamente regulados pelo poder público e considerados essenciais. Se os consumidores tivessem ampla liberdade de escolha, o próprio mercado se encarregaria de eliminar os maus fornecedores — afirma o advogado.

Porém, destaca o especialista, os consumidores brasileiros estão cada vez mais atentos aos seus direitos, o que consequentemente cria um novo perfil para o mercado de consumo no país.

— Existem, hoje, muitos mecanismos de reclamação e maneiras de o consumidor buscar os direitos, assim, ficou mais fácil reclamar em caso de algum problema e conseguir solução. Pelo lado da empresa, é importante fornecer um bom serviço, pois com a facilidade de divulgação de informação, na era da internet, a reputação da empresa pode ser desgastada, e por outro lado, se fornece um bom serviço, terá uma publicidade positiva garantida — destaca.

 

 

Compra pela internet ainda causa confusão

Os direitos do consumidor que realiza compras pela Internet ainda são iniciais, ou seja, ainda não existem leis muito específicas sobre esta relação de consumo. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) garante o direito de arrependimento da compra, conforme diz o artigo 49. Pelo texto, o cliente pode desistir do contrato (ou da compra) sem precisar justificar o motivo, no prazo de sete dias a partir de sua realização ou recebimento do produto ou serviço. De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), como não existem limites para o comércio virtual, o CDC também define que devem ser prestadas informações claras, e em português

Fonte: Jornal Extra

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