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Feriado de Corpus Christi em 31/5/18

01/06/2018

Corpus Christi: fiéis confeccionam tapetes gigantes pelo Brasil

Tradição católica reproduz mensagens de fé e cenas da vida de Jesus nas ruas próximas a igrejas; veja galeria.

O feriado de Corpus Christi traz consigo uma tradição católica seguida em diversas cidades do Brasil. Fiéis se reúnem para confeccionar tapetes gigantes nas ruas, geralmente utilizando serragem colorida. Os desenhos costumam trazer mensagens de fé e de paz, além de cenas da vida de Jesus. Veja abaixo a galeria:

 

Orixás que vão reger 2018: Xangô e Iansã. Tenham todos um ano de 2018 fabuloso

31/12/2017

Chega logo 2018! Saiba as previsões de videntes para o próximo ano

ORIXÁ REGENTE DO ANO DE 2018.

PREVISÕES

Fonte: Youtube

 

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E o ano de Pai Oxossi está chegando ao fim.

2017 passou realmente como uma flecha, se findando com muitos
acontecimentos, coisas boas e ruins com esse ano se vão.

Parando para refletir, fazer um pequeno parecer desse ano de 2017
podemos verificar o quanto houve evolução em nossa caminhada rumo a
Deus, ou talvez não evoluímos nada.

Passamos bons momentos, assim como passamos momentos tristes.

Fizemos novos amigos, novos amores, novos rumos talvez aconteceram
na vida de cada um de nós.

Muitas lições dadas, muitas compreendidas, outras que nem
imaginamos que fosse uma lição.

E assim o ano de 2017 se vai.

Em nosso íntimo estamos nos preparando para uma nova era, uma nova
caminhada, novas lições, novos rumos talvez.

Sabemos que a cada inicio de ano nascem com ele novas
possibilidades de alegrias, tristezas, vencimentos de obstáculos,
decepções, enfim, já ficamos preparados para estabelecer nossas
esperanças no novo ano que está para chegar, e assim elevarmos nossa
fé ao ponto máximo, e passar por ele de uma forma que só restarão as
alegrias, não deixando que as possíveis tristezas nunca nos domine, e
assim possamos progredir ainda mais a nossa tão sonhada evolução
espiritual.

E a cada entrada de ano, nós umbandistas ou não temos um grande
interesse em saber qual o Orixá ou os Orixás que vão reger esses 365
dias de luta contra as dificuldades da vida.

E como de costume é feito, o nosso amado Preto Velho Rei Congo,
jogou seus búzios, e nos revelou essa informação, sendo ela confirmada
pelos queridos também Pretos Velhos, Pai Antero e Vovô Benedito da
Calunga.

Portanto, agora estaremos repassando as informações divulgadas.

No ano de 2018 o Orixá regente será Pai Xangô que regerá
intensamente por todo ano, tendo como companhia a partir do mês de
junho a linda e explendorosa Mãe Iansã.

Resumindo, e respondendo a pergunta mais simplesmente, ao ser
perguntado qual Orixá vai reger o ano de 2018, podemos certamente
dizer Xangô, que será o Orixá dominante desse ano.

O ano de 2018 será um ano de busca de justiça, e cobrança por essa
justiça. A união entre os povos poderá derrubar muitos ditadores e
corruptos, porém tudo vai depender dessa união, pois o povo em geral
estará mais descrente com a própria justiça, e sendo assim poderá não
ter a união necessária para assim criar uma corrente de força, e assim
derrubar aqueles que se utilizam dos recursos públicos para seu
próprio bem estar e demonstração de poder.

O ano de 2018, tendo também a influência de Iansã, passará tão
rápido quanto o ano de 2017, que tinha a velocidade da flecha de
Oxossi, isso porque os ventos de Iansã soprarão com mais força, e seus
raios riscarão os céus, dando a nítida impressão do tempo passar bem
rápido.

Será um ano extremamente quente, e todos sentirão bastante isso, e
não só no que se diz a temperatura, pois o fogo vai predominar esse
ano, e sendo assim, além de em alguns meses a temperatura vai estar
fora do esperado, no que se diz calor literalmente, mas a temperatura
dos ânimos pessoais, podendo assim ser um ano com muitas batalhas com
intuito de dominar outros povos.

A mãe terra estará em plena erupção, e a natureza vai buscar se
defender, isso pode ocasionar algumas tragédias naturais, assim como
grandes tempestades, ativação de vulcões e furacões.

Em 2018 devemos manter nossa fé ativa, buscar fazer sempre o bem,
sermos fiéis as nossas convicções, pois sabemos que o ano de Xangô é
um ano justiceiro, e assim como Pai Xangô tem como símbolo seu machado
de dois gumes, devemos entender que esse ano será um período de
justiça para os dois lados, portanto aquele que faz o bem com amor e
honestidade, receberá o bem da mesma forma, porém aqueles que não
forem corretos serão cobrados de uma forma extrema.

O ano de Pai Xangô é bem mais claro, correto e realista, ano que
devemos entrar no próprio eu, e tentar mudar nossos erros.

Será um ano um tanto difícil a todo o planeta, e a recomendação é
Orar e vigiar, e assim melhoraremos como pessoa, e colheremos os
frutos desse ano da justiça.

Muitas verdades escondidas aparecerão, muitas pessoas serão
desmascaradas, e muitas dessas pessoas buscarão a anarquia para tentar
se defender.

No ano de Xangô todos seremos julgados, que seja pelo pequeno ato
falho ou pela grandeza da perversidade, independente disso, todos
seremos, e cada um de nós receberemos a condenação merecida por nossos
atos e ações.

Esse ano é muito propício para os estudantes, pois além da justiça,
Xangô também é o Orixá da inteligência, e rege a todos que realmente
buscam um objetivo através do saber.

Em 2018,, o ser humano vai ser tomado pelo mal da depressão, e
isso levará muitos a buscar o caminho de ceifar a própria vida.
Devemos lembrar que a vida não termina com desencarne, e fugir de
nossos problemas dessa forma é estar ampliando mais nossos
sofrimentos, portanto devemos nos manter sempre em ligação com Deus
através da fé, e jamais deixar que obsessores nos induzam ao suicídio.

Iansã estará em 2018 com Pai Xangô, e ela é a dominadora de Eguns,
portanto toda vez que a tristeza extrema chegar até seu coração, que a
depressão tomar seu ser, que pensamentos suicidas invadirem sua
mente, clame por essa mãe tão dedicada a seus filhos, peça a essa
guerreira que os afaste de todas ideias que certamente iriam levar seu
espírito a sofrer intensamente.

Com Mãe Iansã vindo no segundo semestre do ano, teremos um ano bem
agitado e, como já dito muito rápido, portanto é recomendado não
deixar as coisas se acumularem, não deixar o que possa fazer hoje para
o dia seguinte, e nunca deixar de buscar os objetivos.

Iansã é uma Orixá guerreira, e no ano que ela se encontra regendo
ou sendo companheira do Orixá regente, ela deseja que todos devem ser
guerreiros também, lutando contra as injustiças, contra o desânimo,
contra o comodismo. Portanto busquem ser mais objetivos e batalhadores
pelas  próprias causas.

Que Deus abençoe nossa caminhada nesse novo ano de muitas lutas,
e com muita dedicação, teremos muitas conquistas.

Esperamos que todos os amigos entrem com muita fé nas vitórias
pessoais nesse próximo ano.

Que Pai Xangô e a linda Mãe Iansã nos deem caminhos de luz nessa
nova jornada, e que todas as Entidades de Luz nos protejam por todo
ano de 2018.

Que assim seja!

Carlos de Ogum

Fonte: Luz de Umbanda
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Ao longo do ano nós batalhamos por muitas coisas, algumas acontecem com mais facilidades, outras são bem mais complicadas. E, quando chega dezembro, já começamos a traçar metas para o ano novo que está chegando. Algumas pessoas querem perder peso, outras desejam viajar pelo mundo. Tem quem pretende comprar o carro novo, mudar de emprego, prosperar no negócio ou apenas encontrar a felicidade no amor. Para todas estas ambições, as simpatias para 2018 podem ser o ponto de partida. Entenda como o equilíbrio espiritual é importante para realizar seus planos.

Nada dá certo para mim!

A felicidade é um sentimento momentâneo, podemos dizer que a tristeza também. Ou seja, você pode adicionar mais momentos alegres na sua vida e evitar que os tristes predominem. O ciclo astral nos coloca em uma montanha-russa. E para atingir os objetivos, nós temos que acrescentar mais situações boas do que ruins, além de encontrar uma satisfação pessoal e espiritual.

Por exemplo, você encontra o amor da sua vida. Daí, tem a possibilidade de conhecê-lo, mas fica se sabotando ou repleta de pensamentos ruins. Pior ainda, nem o nota, pois está apenas com foco nos problemas diários. Ou tem a possibilidade de mudar de emprego, mas para isso tem que fazer cursos e aperfeiçoamento, mas não se mexe. Ou, se faz, não se envolve, vai por obrigação. No fim, não consegue o novo trabalho, fica frustrada e abandona a ideia de evoluir na carreira.

Estas situações acima mostram um desequilíbrio interno. Você tem desejos, sonhos, mas fica se autossabotando. Neste sentido, pode fazer as simpatias para 2018 como forma de pedir uma ajuda espiritual para abrir os caminhos e purificar seus pensamentos para que as suas energias sejam direcionadas naquilo que planejou. Seu caminho ficará mais fácil com o apoio de um santo ou mesmo do anjo da guarda.

Pensando em te ajudar a encontrar a realizar os sonhos que tanto deseja, nós aqui do Astrocentro preparamos um especial com simpatias para 2018. Encontre aquela que faz mais sentido e faça com muita fé. Lembre-se: a fé é o item primordial para que algo considerado impossível se realize. Vamos lá!

Simpatia para 2018 – Por mais amor em sua vida

Este feitiço serve tanto para quem já tem um amor, como para quem deseja encontrar um parceiro (a). É bem simples de fazer.

Durante a noite de réveillon, escolha com muito cuidado a peça íntima que usará. Na verdade, para esta simpatia você precisa usar uma calcinha ou cueca nova e mentalizar o que tanto deseja.

Seja para reforçar o seu relacionamento ou para deixar que uma nova pessoa entre em sua vida. A peça nova servirá para deixar os mal-entendidos para trás e garantir muito amor para o ano que está chegando.

Simpatia para 2018 – Por mais prosperidade

Os brasileiros são muito supersticiosos. Desde uso de amuleto até a realização de encantamentos, vale tudo para ter mais prosperidade em 2018.

Esta você deve fazer logo depois da virada de ano, mais exatamente no dia 6, Dia de Reis.

Coloque uma romã dentro de um saquinho de pano vermelho e ofereça aos 3 Reis Magos: Baltazar, Gaspar, Melchior (Belchior). Depois pendure ele atrás da porta e deixe lá para atrair sucesso profissional e prosperidade.Ao mesmo tempo, lembre que a fé é o item principal desta simpatia. Acredite e lute para conquistar o que tanto deseja.

Simpatia para 2018 – Para ter dinheiro o ano todo

Você precisará de três rosas brancas, um vaso novo, seis moedas e uma pequena cebola.

No último dia do ano, pegue as flores e coloque dentro do vaso com um pouco de água. Lembre-se, o vaso não pode ter sido usado antes. Depois, coloque seis moedas e a cebola e deixe por sete dias.

No oitavo dia, mantenha as moedas e troque os demais itens: cebola, flores e água. Repita este ritual a cada semana ao longo do ano, de preferência, às sextas-feiras.

Simpatia para ter sorte em 2018

Separe uma toalha branca, quatro pratos, quatro notas de dinheiro (qualquer valor) e quatro maçãs.

No dia da virada, antes da meia-noite, coloque os quatro pratos em cima da toalha branca e coloque uma maçã em cada um: uma para você e para cada um dos Reis Magos. Mentalize o que tanto deseja neste próximo ano e coma a sua.

No dia seguinte, pegue uma nota escolhida e dê junto com uma maçã para uma criança, pegue outra nota e duas maçãs e dê a um mendigo. Uma terceira deverá ser doada a uma igreja. A quarta servirá como amuleto e você deve guardar ao longo do próximo ano. E lembre-se, no final de 2018, precisa se desfazer desta moeda.

Simpatia para 2018 ser um ano feliz e repleto de coisas boas

Que a felicidade esteja presente em sua vida, durante vários momentos. Para que este desejo seja realizado, você vai ter que fazer um ritual na virada de ano.

Dê vários pulinhos com o pé direito, à meia-noite, para atrair coisas boas. Se conseguir se equilibrar, faça isso com uma taça de champanhe na mão, sem deixar derramar o líquido.

Algumas pessoas costumam terminar este ritual jogando o champanhe para trás, mas sem olhar. Isso serve para deixar tudo de ruim para trás. Ano novo, vida nova. Só cuidado para não atingir outras pessoas com a bebida.

Simpatia para atrair saúde e eliminar energias negativas em 2018

Agora que você já preparou o cardápio da festa da virada, já decorou a casa, confirmou os convidados, é hora de cuidar do lado espiritual. Aprenda um banho para limpeza energética que vai atrair saúde em 2018.

Você vai precisar de folhas de alecrim, arruda, manjericão, malva-rosa, malva-branca, manjerona e vassourinha.

Coloque um litro de água no fogo e ferva as ervas por alguns minutos. Desligue e deixe esfriar até que fique em uma temperatura agradável a sua pele.

Tome seu banho normal, como costuma fazer diariamente. Após isso, pegue a mistura que está com as ervas e mentalize o que tanto deseja neste novo ano. Feito isso, derrame do pescoço para baixo e deixe que seque naturalmente.

Fonte: Astrocentro

Leitura de búzios e cartas de tarô (Foto: Arquivo/Reprodução Rede Globo e Zezé Balzaqui)Leitura de búzios e cartas de tarô (Foto: Arquivo/Reprodução Rede Globo e Zezé Balzaqui)

Leitura de búzios e cartas de tarô (Foto: Arquivo/Reprodução Rede Globo e Zezé Balzaqui)

Desisti da política, da economia, das ciências exatas e naturais. Desta vez, só consultei tarólogos, astrólogos, jogadores de búzios, pais de santo e cartomantes. Promovi uma verdadeira séance de bruxos do além aqui em casa para vislumbrar o que acontecerá em 2018. O resultado, obviamente, será uma sucessão de erros, exageros e bolas fora – exatamente como nos anos anteriores (abaixo, meu desempenho há um ano). Mas não desisto e, com a ajuda sobrenatural, acredito ter mais chance de acertar. Eis minhas tão esperadas apostas para 2018:

Previdência – A Era de Aquário ainda está distante, dizem os astrólogos. Mas parece que ainda chegará antes do equilíbrio nas contas previdenciárias. Não que nada vá ser aprovado no Congresso. Nossos parlamentares farão aquilo que sabem fazer melhor: fingir que fazem alguma coisa. Aprovarão um remendo qualquer à Constituição, o suficiente para o governo ter do que se gabar na campanha eleitoral. Na realidade, não servirá pra nada. O vaticínio é que, em 2019, já precisaremos começar a discutir outra reforma. Mas sem pressa, afinal parece que a Era de Aquário só começa em 2150 e, até lá, os netos dos nossos netos é que terão de pagar a conta da esbórnia em Brasília.

Lava Jato – Já era. O tarólogo virou o baralho e, na primeira, veio a carta do enforcado. O Supremo se encarregará de sepultar o cadáver comme il faut, com todas a vênias e rapapés. Sem chance de algum peixe graúdo – cefalópodes, lembremos, não são peixes – ir para trás das grades. O mais provável é o espírito natalino se estender, e os meritíssimos começarem a soltar todo mundo. Para o sublime esperneio e revolta nas redes sociais.

Lula – Será condenado, mas dificilmente ficará na cadeia, diz o pai de santo. Descolará algum habeas corpus, embargo infringente, exceção de suspeição ou o que o valha (os advogados dele ganham bem pra isso). Mas também não ganhará a eleição. Lançará mão de todos os recursos para manter a candidatura – todos mesmo, é preciso estar preparado para um mergulho nos labirintos jurídicos. Até o momento em que não der mais, e o Tribunal Superior Eleitoral for obrigado a retirar o nome dele da cédula. Lula posará então de vítima da Justiça, da mídia, das elites e sabe-se lá de quem mais. Fará uma cena dos diabos, mas entregará a candidatura a alguém de sua confiança no PT. Nesse momento fiquei em dúvida, porque o pai de santo, baiano, falou que o candidato do PT seria o ex-governador da Bahia Jaques Wagner. Pode estar só torcendo pro preferido dele.

Bolsonaro – Alta chance de ir pro segundo turno, mas há muitas nuvens ainda. O astrólogo acha que já está lá, porque haverá tantos candidatos que ninguém conseguirá superar a bolsomarca. Mas a cartomante discorda. Ela acha que, na hora da campanha, sem tempo de TV nem uma estrutura partidária consolidada, ele desidrata a ponto de caber em qualquer bolsinho. Diz ainda que os debates serão péssimos pra Bolsonaro, que fala o que dá na telha. Fiquei na dúvida.

Alckmin – Nenhum dos videntes acredita muito nele. Eles ficam meio encabrunhados na hora de falar, hesitam um pouco, diminuem o tom de voz, mas no final dizem assim, envergonhados: “É, parece que vai ganhar…”. “Não é possível”, diz o pai de santo (ele ainda aposta em Jaques Wagner ou nalgum petista ungido por Lula). Mas os outros acabam me convencendo de que, se não cometer nenhum erro, Alckmin janta o PMDB, PSD, DEM, Maia, Meirelles, Marina, Joaquim Barbosa, Amoêdo e o que mais vier pela frente. Exatamente como fez com João Doria e Luciano Huck. O cara não é fraco. Mas também não dá pra desprezar a vocação histórica dos tucanos para perder.

Economia – O desemprego começará a cair pra valer, até uns 10%, talvez menos. O PIB crescerá mais de 3% e, numa dessas peças que o destino prega, ficará acima da inflação. O dólar se manterá acima de R$ 3, mas só dispara se der zebra na Previdência (difícil, como vimos acima). No final, disse pros meus videntes que eles já podem começar a produzir relatórios pro Bradesco ou pro Itaú. Os chutes não são tão diferentes.

Estados Unidos – O tarólogo viu um arcano ambíguo, o louco. As previsões foram dúbias. A economia americana continuará bombando, graças à reforma tributária de Donald Trump. O Fed precisará elevar os juros em ritmo mais rápido. Trump atacará então pelo Twitter Jerome Powell, o novo presidente do Fed que ele mesmo escolheu. Não haverá muro na fronteira do México. Não haverá grandes mudanças no Nafta, na Otan, nem em outros pactos internacionais. Não haverá guerra nuclear nem com a Coreia do Norte nem com o Irã. Mas um ataque terrorista – provavelmente cometido por cidadão americano – precipitará novas medidas contra imigrantes. Nas eleições legislativas, os republicanos manterão o controle de pelo menos uma das casas (Câmara ou Senado), eliminando na prática o risco de impeachment de Trump.

Estado Islâmico – Moribundo, mas não morto. Foi o que o tarólogo disse depois de virar a carta da roda da fortuna. Previu que o EI reerguerá a rede de propaganda digital. Promoverá ataques na Europa, ainda que o alvo preferido sejam os Estados Unidos.

Europa – A cartomante prevê que a chanceler Angela Merkel formará um novo governo na Alemanha, numa grande coalizão dos democratas-cristãos com social-cristãos e social-democratas. Afastará o fantasma de uma nova eleição que ainda assombra o país. Mas não levará adiante seus planos para a União Europeia (UE). O francês Emmanuel Macron assumirá, na prática, a liderança do bloco.

Brexit – O pai de santo é enfático: não sai de jeito nenhum. Os búzios são muito desfavoráveis. É provável que o governo da premiê Theresa May caia ou que, no mínimo, o Parlamento dificulte a vida de qualquer acordo firmado por ela com a UE. Não está descartada a possibilidade de um novo plebiscito para aprovar o acordo nem de que, depois da derrota, o Reino Unido venha com um papo na linha: “Foi mal, brincadeirinha, desculpa aí…”.

América Latina – Fora o Brasil, todo mundo estará de olho em Cuba, Colômbia, México e Venezuela. Eis os vaticínios do pai de santo (aquele que tem uma queda por Jaques Wagner): 1) em Cuba, Raúl Castro acabará aceitando sair do poder e deixará o país nas mãos do vice Miguel Díaz-Canel; 2) na Colômbia, o favorito será o candidato de centro-direita, Germán Vargas Lleras; 3) no México, o esquerdista Andrés López Obrador assustará, mas não levará, embora ainda não esteja claro quem o derrotará; 4) na Venezuela, Nicolás Maduro fraudará a eleição para consolidar sua ditadura.

Copa do Mundo – O astrólogo garante que a Rússia estará nas finais, graças a alguma tramoia de Putin com os árbitros que, daqui a alguns anos, se transformará em escândalo internacional. Mesmo sabendo que podem estar errados, ninguém arrisca prever outro campeão. Vai dar Brasil!

Fonte: G1

Especialistas alertam para possíveis tragédias, mas afirmam que 2018 será melhor que 2017. Astrólogo João Bidu, sensitiva Márcia Fernandes e cartomante Sara Zaad falam sobre política, famosos e Copa do Mundo

Para quem achou 2017 caótico, uma boa notícia: videntes afirmam que 2018 será melhor. O ano será propício para os setores ligados ao comércio, a economia no país deve estabilizar e o estado do Rio pode sair da crise. No entanto, nem tudo será perfeito. Entrevistados pelo DIA, a sensitiva Márcia Fernandes, o astrólogo João Bidu e a cartomante Sara Zaad preveem tragédias e dificuldade do Brasil em vencer a Copa do Mundo. Eles também comentaram sobre as eleições e o futuro das celebridades.
Entrevistados pelo DIA, a sensitiva Márcia Fernandes, o astrólogo João Bidu e a cartomante Sara Zaad preveem tragédias e dificuldade do Brasil em vencer a Copa do MundoMaíra Coelho / Agência O Dia (João Bidu) e Divulgação (Márcia e Sara)

O ANO

João Bidu: Júpiter é o planeta da prosperidade e, no horóscopo solar, o Brasil vai ocupar a 3ª Casa Astral, que é um setor de boas energias. Para o comércio, as perspectivas são muito boas. Não só no âmbito interno, mas especialmente nas parcerias que podem ser feitas com outros países, inclusive com os nossos vizinhos. Setores ligados à farmácia, química, pesquisas, mercado de ações, seguros, refrigeração, serviços de esgoto e limpeza receberão ótimas influências. Educação, meios de comunicação e viagens também devem ter um ano próspero.

Márcia Fernandes: 2018 será um ano bom. Com muita falcatrua na política ainda, infelizmente. Mas muita gente vai ser presa. Vai ser um ano de Justiça. As pessoas que fazem o mal vão ter que pagar. Vai ter um epidemia nova no mundo e a cura de outra epidemia. Vai ter muita morte súbita, a maioria [das pessoas] vai ter infarto. Um ano de muita mulher grávida. Vai ter uma melhora ‘de dinheiro’ no segundo semestre. O pré-sal vai ter em alta. É um ano de muito maremoto.

Sara Zaad: Em 2018 haverá avanços tecnológicos, que vão trazer vacinas e curas de várias doenças. Será um avanço superior aos últimos dez anos. Vamos ter uma descoberta bombástica a respeito de um juiz, que vai trazer grande comoção e revolta no país. Em questões mundiais, vejo grandes alianças sendo feitas em prol da paz. O extremismo continua. No próximo ano, uma grande revolução unindo vários países começará a dar fim em questões como guerra e terrorismo.

Para a cartomante Sara Zaad, Lula seria eleito presidente, mas outros nomes vão surgir até as eleiçõesJosé Cruz/Agência Brasil

ELEIÇÕES

João Bidu: Esta pergunta remete diretamente ao ex-presidente Lula. Júpiter, planeta da sorte, está no signo dele, trazendo luz e sorte. No entanto, de 10 de março a 10 de julho, Júpiter estará em movimento retrógrado, indicando muitos aborrecimentos com assuntos judiciais. Mas os escorpianos Geraldo Alckmin e Ciro Gomes também podem enfrentar os seus perrengues. O que parece bem claro é que as chances de vitória do ariano Jair Bolsonaro são muito reduzidas, pois Júpiter está justamente em sua 8ª Casa Astral, sempre sinal de perdas. Se Lula vencer os obstáculos com a Justiça, pode vencer, pois a partir de 10 de julho Júpiter volta ao seu movimento normal.

Márcia Fernandes: Ainda não sabemos os candidatos, então não dá para saber qual vai ser o próximo presidente. É um ano indicado para Jair Bolsonaro, mas não afirmo.

Sara Zaad: Lula fará alianças com a direita. O ex-presidente pode trocar ou se aliar a outro partido, e tem chances de ser eleito. Ele jogará as cartas na mesa, falará tudo o que tem a dizer, principalmente sobre alguns políticos, entre eles Bolsonaro. Lula seria eleito, mas outros nomes vão surgir. Uma mulher ligada intimamente ao deputado Jair Bolsonaro fará revelações sobre o temperamento do deputado que, na verdade, é bem diferente do que ele passa para seus eleitores.

CRISE NO ESTADO

João Bidu: O Rio é de Peixes, um dos signos mais iluminados de 2018. Júpiter promete trazer mais turistas, recursos de fora, inclusive do exterior. Urano em Touro tem tudo para trazer ideias novas e revolucionárias para melhorar o relacionamento das pessoas, com reflexos no setor financeiro. Saturno em Capricórnio indica sucesso em eventos sociais e atração de grandes empresas. Se depender dos astros, 2018 tem tudo para ser o ano da redenção do estado do Rio. Pezão é de Áries, 29 de março. Com Júpiter na sua 8ª Casa Astral e ainda retrógrado de março a julho, o governador pode sofrer grandes revezes, problemas com a saúde, sendo muito grande a chance de ele deixar o governo.

Márcia Fernandes: A crise no estado só melhora. A situação de [Luiz Fernando] Pezão é péssima, muito ruim para ele. Vejo muita Justiça sendo feita. Para ele vai ser péssimo. O estado começa a melhorar a partir de agosto.

Sara Zaad: Pezão será incriminado em vários casos e terá um mandado de prisão expedido. No entanto, ele conseguirá ficar em prisão domiciliar. Muitos empresários, políticos e outros nomes conhecidos no Rio serão uma surpresa para o Brasil em termos de grandes desvios e roubos do dinheiro público. No estado, a situação econômica só tende a piorar. Greves, paralisações e manifestações serão comuns em 2018.

Para Márcia Fernandes, ano será difícil para o governador do Rio, Luiz Fernando PezãoFernando Frazão/ Agência Brasil

 

COPA DO MUNDO

João Bidu: Nossa seleção vai para a Rússia na condição de favorita. Alguns astros favorecem: o Sol em Gêmeos e Câncer, por exemplo, é muito favorável. Urano (que tem tudo a ver os toques modernos que o técnico Tite implantou na Seleção) em Touro pode ser muito útil para vitórias no estrangeiro. Porém, Júpiter e Saturno podem jogar água no nosso chope. O primeiro estará na sua 3ª Casa Astral, posição favorável, mas em movimento retrógrado. Ou seja, falta de comunicação, fofocas e erros de arbitragem podem pintar na área. Saturno, em Capricórnio, paraíso astral do Brasil, também estará retrógrado. Em vez de muita sorte, pode anunciar dificuldades contra equipes com maior média de idade. A Seleção tem condições de trazer o caneco, mas será muito mais difícil do que grande parte da torcida imagina.

Márcia Fernandes: Muita coisa pode mudar até lá por conta da energia de cada pessoa envolvida. Se fosse hoje, a final seria entre Brasil e Alemanha.

Sara Zaad: Brasil ficará em segundo lugar, com uma final disputada nos pênaltis. O time vencedor será europeu. Haverá a contusão de um jogador importante nas quartas-de-final, afetando o desempenho do time. Neymar não fará um excelente desempenho na Copa. Surpresas e destaques: Portugal, Inglaterra, França.

Para videntes, Copa não será fácil para o BrasilPedro Martins / MoWA Press

TRAGÉDIAS

João Bidu: Previsões de catástrofes e acidentes graves no país. Em um ano em que temos Júpiter em Escorpião pode aumentar o risco acidentes, principalmente com água ou fogo. Os grandes eventos e os esportes coletivos podem ser alvo de atos violentos. Ataques de caráter político ou religioso também podem acontecer.

Márcia Fernandes: Um homem maravilhoso de televisão deve morrer esse ano. Fora da TV, um homem preso político morre ou matam.

Sara Zaad: O início do ano será marcado por desabamentos, latrocínio e violência. Além de todos os problemas climáticos de Santa Catarina, cairá também uma aeronave de pequeno porte contendo umas cinco pessoas. Entre elas, um casal da política muito importante. A aeronave cairá no mar e a morte de uma mulher será inevitável.

 Fonte: O Dia

Planeta regente 2018 – O ano de Júpiter

Você sabia que um planeta diferente nos rege pelo período de 36? Essa regência é dada pela seguinte ordem: Saturno, Vênus, Júpiter, Mercúrio, Marte, Lua e Sol. Mas também existe o ciclo que altera de ano em ano seguindo a sequência de: Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua. Como 2017 foi o ano de Saturno, é certo que o Planeta regente de 2018 é Júpiter. Mas o que será que isso significa?

Para que você entenda melhor – Planeta regente 2018

Sabe aquele ciclo que se inicia de 36 em 36 anos? Teve início ano passado, sendo assim, ainda somos regidos por Saturno. Mas em relação ao planeta anual, como em 2017 também foi o ano de Saturno, seguindo a ordem, conclui-se que o Planeta regente de 2018 é Júpiter. Em 2019 será Marte e assim sucessivamente. Sabia que os signos mais favorecidos desse momento são: câncer, escorpião, peixes e sagitário?! Mas o que isso quer dizer? Veja abaixo.

Planeta regente 2018 – Como será o ano de Júpiter?

Quais as características de um ano regido pelo maior planeta do sistema solar? Esse período tende a ser recheado de conquistas e mudanças, em todos os requisitos. Como assim? Desde a política até assuntos religiosos serão impactados pela regência de Júpiter. É o ano de expansão de projetos, mudanças de leis e fanatismo.

As vibrações serão mais marcantes nas atividades diplomáticas e políticas. Ou seja, a perspectiva para crescimento do país é enorme, uma vez que, o comércio exterior está propenso a evoluir cada vez mais. E não é só isso, a evolução pessoal relacionada ao empreendedorismo também é favorecida nesse período. Ótimo momento para assuntos ligados a educação e busca pelo desenvolvimento intelectual. 2018 é a hora ideal de fazer aquele curso que você sempre quis.

Como o Planeta regente 2018 influenciará no trabalho e no amor?

É um ano com muita prosperidade a aqueles que trabalham na áreas artísticas. Mas, não é atoa que Júpiter, o maior dos planetas do sistema solar, é relacionado à riqueza, crescimento dos negócios, estudos, esportes, leis e religião. Então, se você não é do meio artístico, não se preocupe, não está desfavorecido de forma alguma. É preciso ter foco e correr atrás dos objetivos, pois, se depender da regência de 2018 será um ano de muito sucesso e abundância.

A Planeta regente 2018 possibilita uma boa oportunidade para viajar, aprender novas línguas, fazer negócios ou ter experiências com países estrangeiros, pois as relações estarão mais fáceis esse ano. Júpiter amplia nossos limites, e por conta disso deve-se ficar atento a possível ganho de peso.

Vamos ao que todo mundo quer saber, o amor! As relações só irão para frente se haver reciprocidade. O que um não quer, dois não brigam. Caso alguém do casal esteja no romance apenas por comodidade, provavelmente, o relacionamento chegará ao fim. Lembre-se: nossa felicidade deve ser prioridade, sempre!

Se o assunto for diversão, se prepare! Pois no período regido por Júpiter as viagens serão favorecidas. O planeta exerce grande influência sobre nossas vidas, mas cabe somente a você fazer com que seu ano seja incrível. Lute e vá atrás daquilo que deseja e te faz feliz. E faça com que seu 2018 seja inesquecível.

Dicas para o ano do Planeta regente Júpiter

Como tudo nessa vida a regência de uma determinado Planeta também possui os dois lados da moeda. O que isso quer dizer? O Planeta regente 2018 tem por característica aumentar tudo, e isso não é só aquilo que queremos, isso inclui sobrepeso, excesso de trabalho e estresse. Então, não se esqueça, faça de tudo para manter sua saúde em bom estado, seja mental ou física.

A dica é: fique ligada em relação as excesso para não fazer nada que vá se arrepender posteriormente. A tendência é de fazer tudo “muito”, comer demais, beber, fumar, gastar além da conta. E nós sabemos que isso pode ter consequências negativas no futuro, não é mesmo? Então, tente usar as influências do Planeta regente 2018 a seu favor.

Outro conselho de ouro é: ande na linha! Isso mesmo, nem pense em tentar dar uma de espertinha. Pois, este Planete rege a justiça, então caso tente burlar a lei, terá problemas.

E lembrando que Saturno continua regendo o ciclo maior, por 36 anos, então, junto ao movimento de expansão e crescimento de Júpiter, precisamos sempre exercitar a cautela, a responsabilidade, o senso prático e a noção de limites saturninos.

Curiosidade:

  • Planeta regente 2019 é Marte
  • Planeta regente 2020 é o Sol
  • Planeta regente 2021 é Vênus

Fonte: Astrocentro

Mantenha a saúde do cérebro

05/12/2017

Conheça os alimentos que são aliados da saúde do cérebro

Entenda como cada nutriente pode favorecer a função cerebral

Conheça os alimentos que são aliados da saúde do cérebro

Océrebro é um órgão de suma importância para o corpo humano e uma alimentação saudável é fundamental para mantê-lo em bom funcionamento. Da mesma forma, sabe-se que a alimentação equilibrada pode diminuir o risco de doenças que comprometem a qualidade de vida.

Para que o cérebro cumpra o seu papel, é indicado o consumo dos nutrientes corretos. Alguns alimentos apresentam uma concentração nutricional mais favorável ao órgão e, se consumidos de forma equilibrada, podem colaborar para funções como memória, concentração e sensação de bem-estar.

A nutricionista Beatriz Botequio, da Equilibrium Consultoria e consultora do Sabe Portal  recomenda os nutrientes que podem favorecer a função cerebral:

  1. Carboidratos: a principal fonte de energia para o cérebro é a glicose, obtida a partir do consumo de alimentos fontes de carboidrato como: pães, massas, cereais, frutas e hortaliças. Esse nutriente deve fazer parte de um cardápio equilibrado, e a sua exclusão da dieta pode trazer prejuízos à saúde.
  2. Ômega-3: é um ácido graxo poli-insaturado encontrado nos peixes, como sardinha, atum e salmão e na semente de linhaça. O ômega-3 está presente nas membranas das células e é fundamental para a função cerebral. A sua deficiência pode aumentar o risco para transtornos de déficit de atenção, demência e depressão, além de prejudicar a memória.
  3. Antioxidantes: os alimentos com ação antioxidante, ou seja, que ajudam a combater os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento das células, também são aliados do cérebro. Eles estão presentes nos óleos vegetais, vegetais verdes escuros, limão, laranja e frutas vermelhas.
  4. Probióticos e prebióticos: a importância do consumo de alimentos pro e prebióticos pode ser explicada pela estreita ligação entre o cérebro e o intestino. Esse tipo de nutriente melhora a saúde do intestino e promove benefícios ao funcionamento cerebral. Chicória, alcachofra, cereais, leite, mel e suplementos específicos são fontes de probióticos e prebióticos.
  5. Cafeína: substância presente no café e chá verde. A cafeína contribui para o aumento da concentração e do estado de alerta. Triptofano: este aminoácido essencial é precursor da serotonina, hormônio que regula o humor e melhora a sensação de bem-estar. O triptofano é encontrado no cacau, aveia, arroz integral, levedo de cerveja, castanhas e leguminosas.

Alimentação viva

12/11/2017

 

viva

A alimentação viva é uma vertente do vegetarianismo. Ela defende que, para manter a maior quantidade de nutrientes, os alimentos devem ser ingeridos crus

 

Os famosos sucos proliferados pelas cidades brasileiras (Foto: Reprodução)

A alimentação viva é uma vertente do vegetarianismo. Ela defende que, para manter a maior quantidade de nutrientes, os alimentos devem ser ingeridos crus. Sem o cozimento, outros procedimentos são utilizados para amolecer os grãos e legumes, como a marinação, germinação e desidratação, que só pode ser feita até 42 graus célsius. Confira as receitas e o modo de preparar pratos comuns aos adeptos desse tipo de dieta. Aprenda a fazer o molho de gengibre, o molho de iogurte vegetal, o creme de ervilha com inhame, a trufa como sobremesa e o suco de clorofila. Bom apetite!

1. Saladas

Os alimentos vivos mais fáceis de preparar são as saladas. Adeptos da comida viva sugerem que elas contenham ingredientes variados frescos, molhos saborosos e gorduras benéficas. Quanto mais colorida a salada for, melhor.

Ingredientes:

Raízes: beterraba, cenoura, rabanete, nabo ralado em tirinhas.
Frutas: abobrinha, pepino, pimentão, maçã, pera.
Frutas secas: damasco, tâmara, uva-passa.
Folhas verdes: alface, agrião, rúcula, couve, almeirão, chicória.
Crucíferas: brócolis, couve-flor bem picadinha.
Ervas: salsinha, coentro, manjericão, tomilho, orégano, alecrim.
Sementes e castanhas: chia, linhaça, girassol, abóbora, amêndoas, caju, castanha-do-pará, nozes.

Modo de preparo:
Escolha um ingrediente de cada grupo (como raízes, frutas, ervas etc.) e corte em fatias finas ou pequenos cubos. Misture-os em uma tigela própria para salada. Escolha um molho para acompanhar. Abaixo, duas opções de receitas.

2. Molho de gengibre

Ingredientes:

1/2 xícara de missô
1/3 de xícara de agave
1/3 de xícara de vinagre de maçã
1/4 de xícara de óleo de gergelim
1/4 de xícara de suco de limão
1 xícara de gengibre picado
2 colheres de sopa de pasta de amêndoa (opcional)

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar cremoso. Guarde na geladeira por até uma semana em um recipiente com tampa.

3. Molho de iogurte vegetal

Ingredientes:

1 e 3/4 de xícara de castanha-de-caju
1/2 xícara de polpa de coco verde
1/4 de xícara de água
6 colheres de sopa de suco de limão
Raspa da casca de 2 limões
2 colheres de sopa de tomilho fresco

Modo de preparo:
Deixe previamente a castanha-de-caju de molho em água por quatro horas. Misture e bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar cremoso. Guarde na geladeira por até uma semana em pote fechado.

4. Creme de ervilha com inhame (prato morno)

Ingredientes:

1 copo de ervilha germinada descascada
1 copo de inhame em pedaços pequenos
Sal a gosto
1/4 de cebola
1 tomate grande
1/4 de pimentão amarelo
Salsa e cebolinha
Azeite e limão

Modo de preparo:

Bata no liquidificador ou processador a ervilha, o inhame e o sal e reserve. Para fazer o molho, pique a cebola, o tomate, o pimentão amarelo, a salsa e a cebolinha e acrescente o azeite, o limão e o sal a gosto.

Amorne o creme de ervilhas em fogo baixo. Para manter a temperatura adequada ao procedimento, meça o calor com as mãos dentro da panela. A fervura deve permanecer a uma temperatura suportável à pele. Na hora de servir, espalhe o molho sobre o creme.

5. Sobremesa viva – Trufas

Ingredientes:

1 xícara de cacau em pó
2 xícaras de castanha-de-caju
1/2 xícara de óleo de coco sem sabor
2 colheres de chá de extrato de baunilha
1/2 colher de chá de sal marinho
1/2 (ou mais, a gosto) xícara de agave

Modo de preparo:
Deixe as castanhas de molho em água filtrada por seis horas ou da noite para o dia. Depois disso, coe as castanhas e descarte a água. Misture todos os ingredientes e bata no liquidificador ou processador de alimentos até ficar cremoso. Guarde a massa no congelador por duas horas.

Retire do congelador e enrole a massa em bolinhas e passe-as na castanha-de-caju moída ou cacau em pó. Se preferir, coma de colher. Armazene na geladeira ou congelador por até 30 dias.

6. Suco de clorofila

Ingredientes:

2 maçãs
1 xícara de semente germinada
1 copo de liquidificador de folhas verdes
Plantas aromáticas a gosto

Modo de preparo:
Bata as maçãs no liquidificador. Depois disso, extraia o sumo passando num coador de pano. Não acrescente água, basta prensar a maçã com um pepino ou uma cenoura, que são biossocadores, para obter o suco.

Devolva o líquido de maçã extraído ao liquidificador e acrescente as folhas verdes aos poucos. Durante esse processo, adicione as plantas aromáticas escolhidas. Aqui vão algumas sugestões: grama de trigo, folha de abóbora, folha de batata-doce, couve, chicória, acelga, alface, agrião, hortelã, capim-limão, entre outras.

Acrescente a semente germinada. Coe o suco para retirar as fibras, pois, desse modo, a clorofila pode ser mais bem absorvida pelo organismo.

Observações:
Não substitua a maçã por outra fruta, pois ela interfere na absorção da clorofila. Se preferir,  acrescente legumes.

Fonte: Época

Sistema de castas na Índia e Nepal

12/11/2017

‘Meus pais não sentam à mesa com minha esposa e filho’: o drama envolvendo casamentos entre castas na Ásia

Balaram Dhakal é da casta Brahmin e se casou com uma mulher de casta imediatamente “abaixo” da sua na tradição hindu. Os pais dele não aceitam comer alimentos tocados por ela ou pelo neto. Na Índia, 90% dos casamentos são entre pessoas da mesma casta.


 

A família de Nitu Karki aceitou o casamento dela com Balaram, mas os pais dele não recebem a nora em casa e não sentam à mesa com o neto, porque ela não é da mesma casta deles (Foto: Arquivo pessoal)A família de Nitu Karki aceitou o casamento dela com Balaram, mas os pais dele não recebem a nora em casa e não sentam à mesa com o neto, porque ela não é da mesma casta deles (Foto: Arquivo pessoal)

A família de Nitu Karki aceitou o casamento dela com Balaram, mas os pais dele não recebem a nora em casa e não sentam à mesa com o neto, porque ela não é da mesma casta deles (Foto: Arquivo pessoal)

Balaram Dhakal se interessou por

alaram Dhakal se interessou por Nitu Karki assim que a viu, em 2007, na fileira da frente da sala onde ele daria aulas de gestão hoteleira, em Katmandu, no Nepal. “Eu a achei muito bonita. Os olhos claros me chamaram a atenção e eu gostei do jeito dela”, conta.

Na última semana do curso, ele tomou coragem e convidou a moça para tomar chá. “Ela disse ‘sim’. Também tinha gostado de mim. Depois de um mês de namoro eu já tinha decidido que queria me casar com ela”, relata Balaram, que coordena a equipe de garçons do bar de um hotel cinco estrelas de Katmandu.

À primeira vista, todos os ingredientes típicos para o começo de um relacionamento estavam ali: os dois eram solteiros e estavam apaixonados.

Mas a verdade é que havia um abismo entre eles difícil de equalizar. O que separava o casal não era dinheiro, nem interesses e afinidades. Era algo ainda mais complicado de resolver no contexto cultural de alguns países de maioria hindu, como Nepal e Índia – a diferença de castas.

As castas, determinadas ao nascimento e transmitidas de pai para filho, definem o status social da população do Nepal e da Índia, países de forte tradição hindu (Foto: Arquivo pessoal)As castas, determinadas ao nascimento e transmitidas de pai para filho, definem o status social da população do Nepal e da Índia, países de forte tradição hindu (Foto: Arquivo pessoal)

As castas, determinadas ao nascimento e transmitidas de pai para filho, definem o status social da população do Nepal e da Índia, países de forte tradição hindu (Foto: Arquivo pessoal)

Mais do que sobrenome, trabalho ou recursos financeiros, o que define o status social nesses dois países é a casta a que a pessoa pertence, determinada no nascimento e por hereditariedade, explica a pesquisadora Dalel Benbabaali, da Universidade de Oxford, que estuda o efeito político e social da estratificação por castas no sul da Ásia.

“A divisão por castas está fortemente enraizada na mentalidade e cultura dessas sociedades. Existem leis que proíbem tratamento discriminatório e muitos negam que haja preconceito por casta. Mas é justamente no momento da escolha do parceiro para o casamento que essa divisão se torna mais clara”, diz ela à BBC Brasil.

“As famílias de casta mais alta, muitas vezes, não admitem que seus filhos se casem com pessoas de castas inferiores.”

Balaram é Brahmin, considerada a casta mais “alta” na tradição hindu, associada culturalmente aos sacerdotes e professores. A mulher por quem ele se apaixonou, Nitu, é Chhetri (ou Kshatriya), segunda mais alta casta na hierarquia, associada aos “guerreiros” e que compunha a família real nepalesa (o país aboliu a mornarquia e hoje tem um sitema de parlamentarismo multipartidário).

Balaram com a mulher e o filho Image caption Nitu e Balaram se conheceram em um evento de gestão hoteleira e se apaixonaram  (Foto: Arquivo pessoal)Balaram com a mulher e o filho Image caption Nitu e Balaram se conheceram em um evento de gestão hoteleira e se apaixonaram  (Foto: Arquivo pessoal)

Balaram com a mulher e o filho Image caption Nitu e Balaram se conheceram em um evento de gestão hoteleira e se apaixonaram (Foto: Arquivo pessoal)

As duas outras castas, em ordem de “hierarquia”, são: a Vaishya (associada a funções de comércio, agricultura e pastoreio) e a Shudra (trabalhadores braçais). Na base da pirâmide social estão os “dalits” ou “intocáveis”, que não pertencem a essas castas e a quem são delegados serviços “degradantes” na cultura hindu, como manuseio de cadáveres e limpeza de banheiros.

O Manusmriti, mais importante livro sobre as leis hindus, escrito pelo menos mil anos a.C., “reconhece e justifica o sistema de castas como a base da ordem da sociedade”. A crença é que as quatro castas (Brahmin, Kshatriya, Vashya e Shudra) se originaram de Brahma, o Deus da criação.

No topo da hierarquia, os brahmins teriam surgido da cabeça de Brahma. Os Kshatriyas, dos braços de Brahma. Os Vashya viriam das coxas e os Shudras, dos pés.

O peso da tradição milenar se revelou bem claro quando Balaram Dhakal anunciou aos pais que se casaria com uma mulher de casta imediatamente “inferior” à dele.

“Minha mãe ficou inconsolável, com muita raiva. Ela dizia: `Mas por que você escolheu uma pessoa de casta inferior? Você tem que se casar com uma Brahmin'”, relata Balaram.

Ele desafiou a família e se casou com Nitu, mas as portas da casa dos pais dele nunca se abriram para ela. “Tentei apresentá-la para os meus pais, mas minha mãe ficava irritada e não queria que a minha esposa frequentasse a casa deles.”

O pai era mais flexível e aceitava ter contato com a nora. Mas impunha uma condição. “Ele disse que não comeria alimento que fosse preparado pela minha esposa, nem sentaria à mesa com ela para uma refeição”, diz Balaram.

Balaram hoje convive mais a família de Nitu, por causa da rejeição dos pais ao seu casamento. Na foto, aparece com a sogra, a esposa, a cunhada e o filho (Foto: Arquivo pessoal)Balaram hoje convive mais a família de Nitu, por causa da rejeição dos pais ao seu casamento. Na foto, aparece com a sogra, a esposa, a cunhada e o filho (Foto: Arquivo pessoal)

Balaram hoje convive mais a família de Nitu, por causa da rejeição dos pais ao seu casamento. Na foto, aparece com a sogra, a esposa, a cunhada e o filho (Foto: Arquivo pessoal)

Há cinco anos, o casal teve um filho. Os avós quiseram conhecê-lo, mas impuseram a mesma regra: não se sentariam à mesa para comer com o menino.

“Eu me sinto muito mal com isso, porque a minha família acaba não convivendo com meus pais. Eu queria todos à mesa, juntos. Queria que meus pais aceitassem a minha esposa e que tivessem mais contato com o meu filho”, afirma Balaram.

Ao contrário dos pais de Balaram, a família de Nitu aceitou bem o casamento. Os pais e a irmã dela convivem bastante com o casal e o filho deles.

 

De pai para filho

 

A casta na tradição hindu é passada de pai para filho, num rígido sistema parcialmente responsável por uma sedimentada estratificação social. Integrantes das castas “inferiores” ainda hoje são discriminados e têm menos oportunidade de estudar e enriquecer.

Embora haja leis na Índia e no Nepal proibindo tratamento diferenciado por castas, a divisão pode ser claramente vista nos bairros, escolas, universidades, no preenchimento de postos de trabalho e, principalmente, nos casamentos.

Segundo a professora Benbabaali, 90% dos matrimônios na Índia são entre pessoas da mesma casta.

“E dos 10% que sobram, raros são os casos de casamento entre um dalit e uma pessoa de casta superior, como Brahmin. Geralmente são casamentos entre pessoas de castas superiores”, afirma a professora de Oxford.

Na Índia, 90% dos casamentos são entre pessoas da mesma casta. Os outros 10% são entre pessoas de castas próximas em termos hierarquicos (Foto: BBC)Na Índia, 90% dos casamentos são entre pessoas da mesma casta. Os outros 10% são entre pessoas de castas próximas em termos hierarquicos (Foto: BBC)

Na Índia, 90% dos casamentos são entre pessoas da mesma casta. Os outros 10% são entre pessoas de castas próximas em termos hierarquicos (Foto: BBC)

Embora essa divisão social seja uma característica típica da religião hindu – que acredita que a reencarnação em uma casta inferior ou superior depende do comportamento adotado na vida passada -, esse sistema é tão fortemente enraizado nas comunidades indianas e nepalesas que persiste mesmo entre adeptos do islã e do cristianismo, diz Benbabaali.

“O hinduísmo tem influenciado outros grupos religiosos no sul da Ásia. Mesmo muçulmanos e cristãos seguem sistemas de castas. Essas pessoas, em sua maioria, são hindus que se converteram e, mesmo depois da conversão, mantêm suas identidades de castas.”

“Em igrejas católicas, você verá dalits cristãos sentados atrás e perceberá que os padres são, muitas vezes, integrantes das castas superiores. E, em alguns cemitérios muçulmanos, existe segregação por casta, com uma área separada para os dalits. Muitas dessas conversões foram uma tentativa de escapar da opressão de casta, mas o que se vê é que a discriminação persiste.”

 

Policiamento até no Tinder

 

Benbabaali explica que é possível identificar a qual casta uma pessoa pertence pelo sobrenome e, em muitos vilarejos, todos sabem a casta dos vizinhos.

“Alguns nomes são fortemente associados a uma casta ou outra – Pandit, por exemplo, é um nome comum entre os Brahmins indianos. Mas, nos povoados, todos sabem quem é de cada casta. E existe uma certa estratificação urbana, com ruas só ocupadas por dalits e bairros de Brahmins, por exemplo”, afirma a professora.

Segundo Benbabaali, por mais que a resistência em se relacionar com castas diferentes esteja lentamente se reduzindo na Índia e no Nepal, a importância ainda dada a isso pode ser vista até na dinâmica dos aplicativos de relacionamento.

“Mesmo no Tinder, logo depois do primeiro ‘oi’, ‘tudo bem’, vem a pergunta: ‘Qual é o seu nome todo?’. É um modo de identificar a casta”, diz.

No mercado imobiliário da Índia também é possível verificar, conforme a professora, esforços para evitar inquilinos de castas baixas. “Uma forma comum usada para evitar aluguel para muçulmanos ou dalits é anunciar o imóvel destacando que só se aluga para vegetarianos.”

Tradicionalmente, quanto mais elevada a casta, maiores as restrições alimentares. Normalmente os Brahmins são vegetarianos, por exemplo. É o caso dos pais de Balaram. “Eles são muito tradicionais. Não comem carne e seguem à risca todos os rituais e costumes da nossa casta”, diz ele.

 

Movimentos pelos direitos dalits

 

Nos últimos anos, vários movimentos foram criados, principalmente na Índia, em defesa dos direitos dos dalits e pela inclusão social de integrantes de castas consideradas “inferiores”.

A Constituição indiana, de 1950, inaugurou uma série de medidas afirmativas com o objetivo de dar oportunidade a grupos marginalizados na hierarquia de castas do país.

Foram instituídas, por exemplo, cotas em instituições de ensino e para cargos no governo, além de assentos no Parlamento e nas Assembleias de Estado. O objetivo era tentar corrigir centenas de anos de discriminação.

No entanto, o preconceito por casta persiste, principalmente em relação aos dalits, considerados “impuros” e, por isso, apelidados também de “intocáveis”.

“Existem casos de pais de alunos que protestam contra ter dalits entre os cozinheiros que preparam as refeições das crianças na escola. Alegam que estão poluindo a comida e pedem a demissão deles”, relata Benbabaali.

 

Efeitos sociais e econômicos

 

Pesquisadores apontam que o sistema de castas tem impacto tanto na desigualdade social quanto no desenvolvimento econômico dos países que adotam essa estrutura.

Em 2009 e 2010, 82% dos dalits na Índia estavam abaixo da linha de pobreza, sobrevivendo com US$ 2 por dia, conforme o Censo de 2011, que, pela primeira vez, levou em conta a divisão de castas.

Para os professores Katherine S. Newman, da Universidade Johns Hopkins (EUA), e Sukhadeo Thorat, da Universidade Jawaharlal Nehru (Índia), o sistema de castas também gera uma alocação “ineficiente” da força de trabalho, ao criar estigmas para determinadas funções, como as relacionadas à tarefa de limpeza, e ao impor barreiras para que dalits exerçam cargos de prestígio.

No artigo Casta e Economia da Discriminação: Causas, Consequências e Soluções, eles destacam que membros de castas “superiores” preferem ficar um período desempregados a atuar em funções tidas como “degradantes” ou “poluidoras” da alma.

Enquanto isso, os dalits são levados ao desemprego ou a atuar em funções marginalizadas.

“Ao impedir a mobilidade da força produtiva, da terra, do capital e da iniciativa privada, o sistema de castas cria segmentações e monopólios. (…) Ao restringir a livre movimentação de mão de obra de acordo com a ocupação, o sistema de castas se torna diretamente responsável pelo desemprego voluntário dos indivíduos de casta elevada, e pelo desemprego forçado de quem está na base (da pirâmide)”, dizem.

Alguns dalits, porém, conseguiram superar as barreiras. Em 1997, tomou posse o primeiro presidente dalit da Índia, Kocheril Raman Narayanan.

Eleito pelo Parlamento em julho, o atual presidente da Índia, Ram Nath Kovind, também é dalit, mas sua indicação foi vista com suspeição por ativistas: ele é criticado por nunca ter sido atuante na defesa dos direitos dos dalits. Além disso, a função de presidente na Índia é apenas cerimonial.

E o estigma de ser dalit é complexo: no ano passado, a Índia se chocou com a morte de Rohith Vemula, um estudante de doutorado de 26 anos que se suicidou dentro do campus da Universidade Central de Hyderabad.

Vemula e outros quatro estudantes dalits foram acusados de terem agredido um membro de um grupo estudantil ligado ao partido nacionalista indiano BJP. A universidade havia decido expulsá-los de suas residências estudantis.

Rohith Vemula, um estudante de doutorado de 26 anos, se suicidou dentro do campus da Universidade Central de Hyderabad. Ele integrava movimento de defesa dos direitos dos dalits (Foto: Reprodução/Facebook/Rohith Vemula)Rohith Vemula, um estudante de doutorado de 26 anos, se suicidou dentro do campus da Universidade Central de Hyderabad. Ele integrava movimento de defesa dos direitos dos dalits (Foto: Reprodução/Facebook/Rohith Vemula)

Rohith Vemula, um estudante de doutorado de 26 anos, se suicidou dentro do campus da Universidade Central de Hyderabad. Ele integrava movimento de defesa dos direitos dos dalits (Foto: Reprodução/Facebook/Rohith Vemula)

Os jovens dalits negaram terem cometido a agressão. Vemula, que cursava sociologia e integrava um grupo de defesa de estudantes dalits, deixou uma carta antes de se matar.

“Meu nascimento foi um acidente fatal. Eu estava sempre com pressa. Desesperado para começar uma vida. Eu não estou triste. Estou só vazio”, disse ele. “Eu sempre olhava as estrelas e queria ser um escritor, um escritor de ciência, como Carl Sagan. Mas, no final, essa é a única carta que eu vou escrever.”

Em dezembro de 2015, um mês antes de morrer, ele enviou uma carta ao vice-chanceler da universidade reclamando das “humilhações” sofridas pelos dalits ali.

“Por favor, nos dê veneno na hora da admissão para a universidade, em vez de nos humilhar assim”, disse ele, na carta.

Fonte: G1

Síndrome da Resignação

29/10/2017

 

Conheça a síndrome que deixa crianças em estado vegetativo

A misteriosa síndrome da resignação afeta crianças solicitantes de asilo ou refugiadas e só foi registrada na Suécia

A síndrome da resignação afeta crianças que passaram por traumas envolvendo episódios de violência extrema ou cujas famílias fugiram de ambientes perigosos. Elas simplesmente ‘se desligam’ do mundo e só se recuperam quando se sentem seguras. (ISock/Getty Images)

Uma doença misteriosa que só afeta crianças refugiadas ou que pediram asilointriga autoridades de saúde da Suécia. De acordo com informações da rede britânica BBC, crianças com a síndrome da resignação simplesmente ‘desligam’- param de andar, falar e abrir os olhos. A boa notícia é que muitas delas se recuperam, eventualmente

A síndrome foi relatada pela primeira vez na Suécia, nos anos 1990. Alguns anos depois, no biênio 2003-05, mais de 400 casos foram registrados. Felizmente, na última década, o número de crianças afetadas pela condição diminuiu. Recentemente, o equivalente sueco ao Ministério da Saúde divulgou que no biênio 2015-16 houve 169 casos registrados.

Por que na Suécia?

Inúmeras condições parecidas com a síndrome da resignação já foram observadas antes, entre sobreviventes de campos de concentração nazistas, por exemplo, mas a condição em si só foi relatada na Suécia. Acredita-se que isso esteja associado ao grande contingente de imigrantes provenientes de perfis geográficos e étnicos mais vulneráveis do país.

“Pelo que sabemos, nenhum caso foi identificado fora da Suécia. A explicação mais plausível é que existem alguns tipos de fatores socioculturais necessários para que a condição se desenvolva”, diz Karl Sallin, pediatra do Hospital Universitário Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, pesquisador sobre a Síndrome da Resignação.

A doença parece afetar crianças exatamente com esse perfil, provenientes principalmente da antiga União Soviética, dos Balcãs, ciganas e yazidis, e que vivem com suas famílias. Apenas um pequeno número é de crianças desacompanhadas, muito poucas são asiáticas e nenhuma africana.

Trauma e ‘transmissão’

Segundo os profissionais de saúde que atendem esses pacientes, o trauma é a causa deste afastamento. As mais vulneráveis são as que passaram por episódios de violência extrema ou cujas famílias fugiram de ambientes perigosos.

“O primeiro caso da doença foi registrado em 1998, no norte da Suécia e, assim que se tornou público, houve outras ocorrências na mesma área. Tivemos ainda casos de irmãos desenvolvendo a condição”, afirma Karl Sallin, pediatra do Hospital Universitário Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, pesquisador sobre a Síndrome da Resignação. Mas o médico ressalta que até nunca foi detectada uma “transmissão” por contato direto entre os casos.

O caso Sophie

Sophie, que teve seu nome real alterado para a segurança da família, tem nove anos e vive há 20 meses com a síndrome. A menina e sua família são originários de uma das antigas repúblicas da União Soviética e pediram asilo à Suécia em dezembro de 2015, após fugirem da máfia local.

Em setembro daquele ano, o carro em que a família viajava foi parado por homens em uniformes policiais. “Fomos retirados do carro à força. Sophie viu sua mãe e seu pai serem espancados”, conta o pai da menina. Depois de libertar a mãe, os homens levaram o pai embora.

Sua mãe conta que Sophie ficou transtornada com o sequestro do pai. Três dias mais tarde, ele fez contato com a família, que permaneceu escondida em casas de amigos até viajar para a Suécia, três meses depois. Ao chegarem ao novo país, mais um trauma: a família foi detida por horas pela polícia local e logo em seguida teve negado o pedido de asilo, em uma audiência na qual Sophie esteve presente.

Segundo sua mãe, a partir desse episódio a saúde da menina se deteriorou rapidamente. Ela parou de brincar, falar e comer. Para Elisabeth Hultcrantz, voluntária da ONG Médicos do Mundo, que cuida de Sophie, “o mundo foi tão terrível que Sophie trancou-se dentro de si própria, desconectando as partes conscientes de seu cérebro”.

Atualmente, a família tem uma autorização provisória para ficar no Suécia e vive em uma acomodação destinada a refugiados, localizada em uma pequena cidade na região central do país nórdico.

Quando seu pai a retira da cadeira de rodas, ela parece sem vida. Mas seu cabelo é espesso e brilha como o de uma criança saudável. Os olhos de Sophie estão fechados e, em vez de calcinhas, ela usa fraldas por baixo da calça de moletom. Uma sonda gástrica adentra seu nariz.

“A pressão sanguínea dela é normal. Mas seu pulso está um pouco acelerado hoje. Talvez ela esteja reagindo à visita de muitas pessoas hoje”, diz Elisabeth à BBC.

Ao contrário de Sophie, as crianças com a síndrome normalmente vivem na Suécia há anos quando ficam doentes, e já viviam vidas adaptadas ao estilo nórdico, falando até a língua local.

Recuperação

Os médicos que cuidam de Sophie acreditam que a menina só vai melhorar quando a família obtiver permissão permanente para viver na Suécia, pois só assim ela se sentirá segura o suficiente para ‘voltar ao mundo’. “De certa forma, a criança vai precisar sentir que há esperança, algo para que valha a pena viver. Essa é a única maneira de explicar como, em todos os casos que vi até agora, o direito de permanecer no país pode mudar a situação”, diz Lars Dagson, pediatra de Sophie.

No entanto, isso está cada vez mais difícil de se torna realidade. Até recentemente, as autoridades suecas permitiram que famílias imigrantes com uma criança doente permanecessem. Mas a chegada de mais de 300.000 pessoas nos últimos três anos mudou esse cenário. Uma lei temporária que entrou em vigor em 2016 determina que solicitantes de asilo candidatos à residência permanente recebem vistos com duração 13 meses – caso da família de Sophie – ou três anos.

O visto da família de Sophie vence em março e a família teme ser deportada e eventualmente encontrada pelos homens que a fizeram fugir.

Segurança é a chave para um tratamento de sucesso

Por outro lado, profissionais de Skara, no sul do país, têm outra perspectiva, com evidências mais promissoras de cura. “Do nosso ponto de vista, essa doença está ligada ao trauma, não ao asilo”, diz Annica Carlshamre, assistente social da Gryning Health, que administra Solsidan, um abrigo para crianças com problemas.

Os especialistas do local acreditam que crianças perdem sua mais significativa conexão com o mundo quando testemunham violência ou ameaça contra os pais e perdem. “A criança percebe que ‘minha mãe não pode tomar conta de mim’. E perde a esperança porque sabem que são totalmente dependentes dos pais. Quando isso acontece, para onde a criança pode ir – ou a quem pode recorrer?”, explica Annica.

O primeiro passo do tratamento é separar as crianças dos pais para que elas dependam dos funcionários.  “Ao separarmos as crianças, leva apenas alguns dias até vermos os primeiros sinais de melhora”, diz Annica. As crianças recebem notícias sobre o progresso dos filhos, mas ficam sem qualquer contato até que a criança consiga se comunicar por telefone.

No abrigo, conversas sobre o processo migratório são terminantemente proibidas. As crianças recebem roupas diurnas e noturnas e são retiradas das camas todos os dias. Funcionários ajudam-nas a colorir ou desenhar, segurando o lápis em suas mãos.

“Brincamos por elas até que possam brincar sozinhas. Dançamos e ouvimos muita música. Queremos despertar seus sentidos. Colocamos um pouco de refrigerante em suas bocas para que provem algo doce. As que estão sendo alimentadas por sonda, a gente coloca na cozinha para sentirem cheiro de comida. Temos a expectativa de que elas queiram viver e sabemos que suas habilidades ainda estão ali, mas as crianças se esqueceram delas ou ou não conseguem mais usá-las. Vivemos pelas crianças até que elas consigam viver por si próprias.”, explica Clara Ogren, funcionária do abrigo.

Das 35 crianças que Anicca tratou, apenas uma delas teve permissão para ficar na Suécia enquanto ainda estava em Solsidan, mas todas se recuperaram.

Descrença

É difícil para os pais de Sophie acreditarem na possibilidade de melhora da filha. Não houve qualquer sinal de recuperação nos últimos 20 meses. Sua vida gira em torno do tratamento da menina – seja em exercícios para a manter a musculatura dela funcionando, alimentação, troca da fralda ou passeios.

“Você precisa ter o coração forte nesses casos. “Eu só posso mantê-la viva. Não posso fazer com que ela melhore. Nós, médicos, não podemos decidir se essas crianças vão ou não ficar na Suécia”, diz Dagson.

Esperança

Felizmente, por mais obscura que seja a realidade, sempre há esperança e para os pais de Sophie, é o irmãozinho que está para chegar. Sua mãe está grávida de oito meses.

Fonte: Veja

 

Insônia fatal

25/09/2017

 

Conheça a misteriosa doença que afeta o sono para sempre

No início, as pessoas podem ter dificuldades em adormecer, além de contrações musculares. Depois, perde-se progressivamente a capacidade de dormir

Insônia fatal: não há nenhum tratamento disponível (//iStock)

Sonia Vallabh estudava na Faculdade de Direito de Harvard em 2010 quando sua mãe adoeceu.  Aos poucos, ela parou de enxergar, perdeu a memória e apresentava dificuldades para se comunicar. “Não era possível afirmar se ela estava acordada ou dormindo”, disse Vallabh à CNN. Sua mãe morreu em dezembro daquele ano. Pouco tempo depois, a filha descobriu que a morte foi causada por uma doença genética extremamente rara conhecida como insônia fatal.

O problema só foi descrito na literatura científica em 1986. Os médicos classificam a doença misteriosa como um estado de ‘coma acordado’. A insônia fatal afeta predominantemente o tálamo, uma área do cérebro que influencia o sono. No início, as pessoas podem ter  dificuldades em adormecer, além de contrações musculares ocasionais. Depois, perde-se, progressivamente, a capacidade de dormir.

Origem

“Há uma proteína que é uma espécie de coração da doença, a proteína príon”, disse Vallabh. “Ela faz parte do corpo humano, mas é capaz de sofrer uma mutação”. Quando isso ocorre, ela começa se proliferar e a a matar as células cerebrais.

A consequência é o declínio cognitivo e a perda da coordenação motora. A frequência cardíaca e a pressão arterial também podem aumentar.

A morte do doente geralmente ocorre entre 7 meses e 6 anos após o início dos primeiros sintomas. Os pesquisadores já testaram estratégias para ajudar as pessoas com o problema a dormir, mas os benefícios foram apenas temporários. Não há nenhum tratamento disponível atualmente.

Fonte: Veja

 

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26/08/2017

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Não se esqueça de incluir alimentos ricos em vitamina D em sua alimentação

10/08/2017

Conheça os sintomas da falta de vitamina D, mais comum no inverno

Entenda a importância de manter o equilíbrio desse pró-hormônio para a manutenção de uma boa saúde

Durante as estações mais frias do ano, verificamos maior incidência de deficiência de vitamina D em nosso meio. Há, evidentemente, um aumento do uso de roupas fechadas e diminuição da exposição corporal por raios UVB, o que compromete a absorção de vitamina D pela pele. Estima-se que no período de meados de maio até setembro, a deficiência de vitamina D (níveis < 20 ng/mL) na população paulista se eleve de 39% para 77%, segundo levantamento da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo.

Os níveis baixos de vitamina D prejudicam as defesas do organismo e bom funcionamento do sistema endócrino, aumentam dos casos de resistência insulínica e diabetes tipo 1 e propensão de doenças ósseas, cardiovasculares, autoimunes e até alguns tipos de câncer, como mama , colón, e pâncreas. Dados mais recentes sugerem que níveis de 25OHVD > 40ng/mL parecem ter benefício na prevenção de câncer e esclerose múltipla.

Para driblar essa situação, o médico endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein, especialista titular pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Frederico Maia selecionou algumas informações que te ajudarão a passar pela estação com o nível adequado de vitamina D, entenda:

Os principais sintomas da falta de vitamina D são genéricos, por isso, fique atento:

Após os 20 anos de idade o organismo vai perdendo, ano após ano, a capacidade de absorção de vitamina D. Os principais sintomas dessa ausência são: dor ou sensação de fraqueza osteomuscular, fadiga e cansaço, aliados a queda intensa de cabelo e unhas consideradas “fracas”. Se os sintomas forem persistentes, procure um médico e descubra o seu nível de vitamina D (25-OH-VD) no exame simples de sangue.

Toda faixa etária merece atenção!

De acordo com estudo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, na cidade de São Paulo, 85% dos idosos possuem valores inadequados de Vitamina D. Os jovens não ficam trás, apenas metade da população de jovens não necessita ajustar os níveis da vitamina no corpo. A tabela de níveis adequados de 25(OH)VD no sangue é:

Deficiente Insuficiente Suficiente

0 – 20 ng/ml 20 a 29 ng/ml Acima de 30 ng/ml

Existem fontes alternativas ao sol para consumir a vitamina D

Além da luz solar, existem algumas maneiras para suprir a vitamina D no organismo. Com a alimentação é possível equilibrar os níveis, desde que o consumo esteja adequado as necessidades diárias do organismo, conforme a faixa etária. Alguns alimentos como salmão, sardinha, atum, ovos e cogumelos são algumas das principais fontes do pró-hormônio. Em casos específicos, podem ser necessárias a reposição com suplementos de vitamina D em doses variadas conforme cada caso, e de acordo com a avaliação médica. Essa alternativa possui a vantagem da praticidade, mas é necessário que a dose suplementada seja recomendada por um médico.

Fonte: Notícias ao minuto

Experiência de quase morte

07/05/2017

Neurocirurgião Volta do Coma e se Convence que há Vida Após a Morte

Alexander Eben entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.
O Fantástico conta uma história do além! Um neurocirurgião americano nunca acreditou em vida após a morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.
 O que existe depois que a vida acaba? Para o neurocirurgião Alexander Eben, a morte sempre significou o fim de tudo. Ele entende do assunto: foi professor da escola de medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e há mais de 25 anos estuda o cérebro.
 Sempre tinha uma explicação científica para os relatos dos pacientes que voltavam do coma com histórias de jornadas fora do corpo para lugares desconhecidos. Até que ele próprio vivenciou uma delas. E agora afirma: existe vida após a morte.
 Era 10 de novembro de 2008. O doutor Alexander é levado às pressas para o hospital, com fortes dores de cabeça. Ao chegar lá, é imediatamente internado na UTI. Em poucas horas já estava em coma profundo.
 Ele havia contraído uma forma rara de meningite. Quando o doutor Alexander entrou no hospital os médicos disseram à família que a possibilidade dele sobreviver seria muito baixa.  Ele ficou em coma profundo por sete dias. E foi durante esse período que o doutor Alexander afirma ter tido a experiência mais fantástica que um ser humano pode ter.
 Na jornada que eu tive não existia corpo, apenas a minha consciência, diz o médico. Meu cérebro não funcionava. Eu não me lembrava de nada da minha vida pessoal, meus filhos, ou quem eu era.
 Ele escreveu um livro para relatar a sua experiência de quase morte. E conta que primeiro foi levado para um ambiente escuro, lamacento e sem seguida chegou a um lugar bonito e tranqüilo. Um vale extenso, muito verde, cheio de flores e repleto de borboleta, diz ele. Ele conta que viu também um espírito lindo, uma mulher com uma roupa simples e com asas. Ela me disse: ‘você vai ser amado para sempre, não há nada a temer, nós vamos cuidar de você’.
 Perguntamos ao doutor Alexander se ele viu Deus. Ele disse que sim: Deus estava em tudo ao meu redor, ele estava lá o tempo todo.
 Um pesquisador da Universidade Federal de Juiz de Fora participa do maior estudo mundial já feito sobre as experiências de quase morte.
 “Os estudos mostram que apenas 10%, uma em cada dez pessoas que tiveram uma ressuscitação bem sucedida relatam experiência de quase morte. Os pacientes que vivenciaram uma experiência de quase morte tendem a ter ao longo do tempo, por exemplo, aumento da satisfação com a vida, tendem a ter diminuição do medo da morte, maior apreciação da espiritualidade, maior apreciação da natureza”, afirma o professor de psiquiatria da Universidade de Juiz de Fora Alexander Moreira-Almeida.
 A morte é uma transição, não é o fim de tudo, resume o doutor Alexander. Minha jornada serviu para me mostrar que a consciência nossa existe além do corpo, e ela é muito mais rica fora dele. Isso pode significar que a nossa alma, nosso espírito, seria eterno.
 No Brasil, existem pacientes como o doutor Alexander.  Outro caso aconteceu com a mãe de Vera Tabach que passou três meses em coma. Ela voltou contando uma história incrível.
 “Ela confessou que nesse período de coma ela se viu como se fosse num quarto de hospital sempre numa cama com várias pessoas em volta de branco. Ela disse que tinha feito um acordo. Que eles tinham dado mais 20 anos para ela, que ela ia conseguir criar os filhos e depois ela ia embora. E a gente acho aquilo uma história, mas realmente aconteceu”, lembra a jornalista Vera Tabach.
 Dia 17 de outubro de 1974, quando ela foi para UTI. E voltou depois de um tempo. Quando passou 20 anos, em 1994, em abril, ela começou a se sentir mal. Às 05h, 18 de outubro de 1994, ela morreu.
 “Ela sempre dizia que na vida só não tinha jeito pra morte. E depois que ela voltou ela disse que até para morte tinha jeito” conta Vera Tabach.
 O doutor Alexander diz que por dois anos tentou achar uma explicação científica para o que aconteceu com ele e com esses outros pacientes. Queria saber se tudo podia ser uma ilusão produzida de alguma maneira pelo cérebro, conversei com colegas da área e cheguei à conclusão de que não há como que explicar. Não foi alucinação, não foi sonho.
 Mas nem todos concordam. O professor de neurociências da Universidade de Columbia, Dean Mobbs, diz que é difícil acreditar num desligamento completo do cérebro. E que mesmo no caso do doutor Alexander, outras áreas do cérebro podem ter permanecido ativas, provocando as sensações que ele descreve.
 O nosso cérebro é muito bom em transformar a realidade. Em um acidente, como um trauma na cabeça, os caminhos do cérebro podem ser danificados mas é possível que ele encontre outras maneiras de identificar os sinais que vêm de fora e criar uma nova experiência como a da quase morte, por exemplo.
 O uso de fortes analgésicos e a baixa oxigenação do cérebro durante estados de coma podem explicar que luzes e sons estranhos sejam percebidos pela mente.
 E a sensação de estar fora do corpo já foi induzida artificialmente em muitas pesquisas. Eu acho que essas experiências de quase morte na realidade são uma maneira do cérebro lidar com um trauma.
 A ciência ainda não tem respostas conclusivas sobre as experiências de quase morte.
 “A grande discussão que existe hoje é: a mente é um produto do cérebro, o cérebro produz a mente; ou a mente é algo além do cérebro, mas que se relaciona com o cérebro”, questiona Alexander.
 Independentemente do que tem acontecido,  diz a esposa do doutor Alexander, para ela, que ficou ao lado do leito do hospital esperando o marido voltar, o final foi feliz. Quando chegamos em casa e sentamos no sofá, não acreditei que ele estava  junto comigo de novo.
Para assistir o vídeo abaixo desative a música do blog na lateral direita.
Fonte: amigosespiritasonline.blogspot.com.br
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