; charset=UTF-8" /> Terra 2012 » Sem categoria
Participe de nossos abaixo-assinados
Petição Pública
Prezado Leitor, sua participação é muito importante para nós. Pedimos que, no site www.peticaopublica.com.br,
para cada abaixo-assinado de que você queira participar, digite seu nome completo, RG ou CPF e e-mail. Aproveite para recomendar o site a sua rede de contatos. Obrigada.
Lista de Links
Sala de atendimento
Clique na porta
para acessar Porta

Sem categoria

Mantenha a saúde do cérebro

05/12/2017

Conheça os alimentos que são aliados da saúde do cérebro

Entenda como cada nutriente pode favorecer a função cerebral

Conheça os alimentos que são aliados da saúde do cérebro

Océrebro é um órgão de suma importância para o corpo humano e uma alimentação saudável é fundamental para mantê-lo em bom funcionamento. Da mesma forma, sabe-se que a alimentação equilibrada pode diminuir o risco de doenças que comprometem a qualidade de vida.

Para que o cérebro cumpra o seu papel, é indicado o consumo dos nutrientes corretos. Alguns alimentos apresentam uma concentração nutricional mais favorável ao órgão e, se consumidos de forma equilibrada, podem colaborar para funções como memória, concentração e sensação de bem-estar.

A nutricionista Beatriz Botequio, da Equilibrium Consultoria e consultora do Sabe Portal  recomenda os nutrientes que podem favorecer a função cerebral:

  1. Carboidratos: a principal fonte de energia para o cérebro é a glicose, obtida a partir do consumo de alimentos fontes de carboidrato como: pães, massas, cereais, frutas e hortaliças. Esse nutriente deve fazer parte de um cardápio equilibrado, e a sua exclusão da dieta pode trazer prejuízos à saúde.
  2. Ômega-3: é um ácido graxo poli-insaturado encontrado nos peixes, como sardinha, atum e salmão e na semente de linhaça. O ômega-3 está presente nas membranas das células e é fundamental para a função cerebral. A sua deficiência pode aumentar o risco para transtornos de déficit de atenção, demência e depressão, além de prejudicar a memória.
  3. Antioxidantes: os alimentos com ação antioxidante, ou seja, que ajudam a combater os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento das células, também são aliados do cérebro. Eles estão presentes nos óleos vegetais, vegetais verdes escuros, limão, laranja e frutas vermelhas.
  4. Probióticos e prebióticos: a importância do consumo de alimentos pro e prebióticos pode ser explicada pela estreita ligação entre o cérebro e o intestino. Esse tipo de nutriente melhora a saúde do intestino e promove benefícios ao funcionamento cerebral. Chicória, alcachofra, cereais, leite, mel e suplementos específicos são fontes de probióticos e prebióticos.
  5. Cafeína: substância presente no café e chá verde. A cafeína contribui para o aumento da concentração e do estado de alerta. Triptofano: este aminoácido essencial é precursor da serotonina, hormônio que regula o humor e melhora a sensação de bem-estar. O triptofano é encontrado no cacau, aveia, arroz integral, levedo de cerveja, castanhas e leguminosas.

Alimentação viva

12/11/2017

 

viva

A alimentação viva é uma vertente do vegetarianismo. Ela defende que, para manter a maior quantidade de nutrientes, os alimentos devem ser ingeridos crus

 

Os famosos sucos proliferados pelas cidades brasileiras (Foto: Reprodução)

A alimentação viva é uma vertente do vegetarianismo. Ela defende que, para manter a maior quantidade de nutrientes, os alimentos devem ser ingeridos crus. Sem o cozimento, outros procedimentos são utilizados para amolecer os grãos e legumes, como a marinação, germinação e desidratação, que só pode ser feita até 42 graus célsius. Confira as receitas e o modo de preparar pratos comuns aos adeptos desse tipo de dieta. Aprenda a fazer o molho de gengibre, o molho de iogurte vegetal, o creme de ervilha com inhame, a trufa como sobremesa e o suco de clorofila. Bom apetite!

1. Saladas

Os alimentos vivos mais fáceis de preparar são as saladas. Adeptos da comida viva sugerem que elas contenham ingredientes variados frescos, molhos saborosos e gorduras benéficas. Quanto mais colorida a salada for, melhor.

Ingredientes:

Raízes: beterraba, cenoura, rabanete, nabo ralado em tirinhas.
Frutas: abobrinha, pepino, pimentão, maçã, pera.
Frutas secas: damasco, tâmara, uva-passa.
Folhas verdes: alface, agrião, rúcula, couve, almeirão, chicória.
Crucíferas: brócolis, couve-flor bem picadinha.
Ervas: salsinha, coentro, manjericão, tomilho, orégano, alecrim.
Sementes e castanhas: chia, linhaça, girassol, abóbora, amêndoas, caju, castanha-do-pará, nozes.

Modo de preparo:
Escolha um ingrediente de cada grupo (como raízes, frutas, ervas etc.) e corte em fatias finas ou pequenos cubos. Misture-os em uma tigela própria para salada. Escolha um molho para acompanhar. Abaixo, duas opções de receitas.

2. Molho de gengibre

Ingredientes:

1/2 xícara de missô
1/3 de xícara de agave
1/3 de xícara de vinagre de maçã
1/4 de xícara de óleo de gergelim
1/4 de xícara de suco de limão
1 xícara de gengibre picado
2 colheres de sopa de pasta de amêndoa (opcional)

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar cremoso. Guarde na geladeira por até uma semana em um recipiente com tampa.

3. Molho de iogurte vegetal

Ingredientes:

1 e 3/4 de xícara de castanha-de-caju
1/2 xícara de polpa de coco verde
1/4 de xícara de água
6 colheres de sopa de suco de limão
Raspa da casca de 2 limões
2 colheres de sopa de tomilho fresco

Modo de preparo:
Deixe previamente a castanha-de-caju de molho em água por quatro horas. Misture e bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar cremoso. Guarde na geladeira por até uma semana em pote fechado.

4. Creme de ervilha com inhame (prato morno)

Ingredientes:

1 copo de ervilha germinada descascada
1 copo de inhame em pedaços pequenos
Sal a gosto
1/4 de cebola
1 tomate grande
1/4 de pimentão amarelo
Salsa e cebolinha
Azeite e limão

Modo de preparo:

Bata no liquidificador ou processador a ervilha, o inhame e o sal e reserve. Para fazer o molho, pique a cebola, o tomate, o pimentão amarelo, a salsa e a cebolinha e acrescente o azeite, o limão e o sal a gosto.

Amorne o creme de ervilhas em fogo baixo. Para manter a temperatura adequada ao procedimento, meça o calor com as mãos dentro da panela. A fervura deve permanecer a uma temperatura suportável à pele. Na hora de servir, espalhe o molho sobre o creme.

5. Sobremesa viva – Trufas

Ingredientes:

1 xícara de cacau em pó
2 xícaras de castanha-de-caju
1/2 xícara de óleo de coco sem sabor
2 colheres de chá de extrato de baunilha
1/2 colher de chá de sal marinho
1/2 (ou mais, a gosto) xícara de agave

Modo de preparo:
Deixe as castanhas de molho em água filtrada por seis horas ou da noite para o dia. Depois disso, coe as castanhas e descarte a água. Misture todos os ingredientes e bata no liquidificador ou processador de alimentos até ficar cremoso. Guarde a massa no congelador por duas horas.

Retire do congelador e enrole a massa em bolinhas e passe-as na castanha-de-caju moída ou cacau em pó. Se preferir, coma de colher. Armazene na geladeira ou congelador por até 30 dias.

6. Suco de clorofila

Ingredientes:

2 maçãs
1 xícara de semente germinada
1 copo de liquidificador de folhas verdes
Plantas aromáticas a gosto

Modo de preparo:
Bata as maçãs no liquidificador. Depois disso, extraia o sumo passando num coador de pano. Não acrescente água, basta prensar a maçã com um pepino ou uma cenoura, que são biossocadores, para obter o suco.

Devolva o líquido de maçã extraído ao liquidificador e acrescente as folhas verdes aos poucos. Durante esse processo, adicione as plantas aromáticas escolhidas. Aqui vão algumas sugestões: grama de trigo, folha de abóbora, folha de batata-doce, couve, chicória, acelga, alface, agrião, hortelã, capim-limão, entre outras.

Acrescente a semente germinada. Coe o suco para retirar as fibras, pois, desse modo, a clorofila pode ser mais bem absorvida pelo organismo.

Observações:
Não substitua a maçã por outra fruta, pois ela interfere na absorção da clorofila. Se preferir,  acrescente legumes.

Fonte: Época

Sistema de castas na Índia e Nepal

12/11/2017

‘Meus pais não sentam à mesa com minha esposa e filho’: o drama envolvendo casamentos entre castas na Ásia

Balaram Dhakal é da casta Brahmin e se casou com uma mulher de casta imediatamente “abaixo” da sua na tradição hindu. Os pais dele não aceitam comer alimentos tocados por ela ou pelo neto. Na Índia, 90% dos casamentos são entre pessoas da mesma casta.


 

A família de Nitu Karki aceitou o casamento dela com Balaram, mas os pais dele não recebem a nora em casa e não sentam à mesa com o neto, porque ela não é da mesma casta deles (Foto: Arquivo pessoal)A família de Nitu Karki aceitou o casamento dela com Balaram, mas os pais dele não recebem a nora em casa e não sentam à mesa com o neto, porque ela não é da mesma casta deles (Foto: Arquivo pessoal)

A família de Nitu Karki aceitou o casamento dela com Balaram, mas os pais dele não recebem a nora em casa e não sentam à mesa com o neto, porque ela não é da mesma casta deles (Foto: Arquivo pessoal)

Balaram Dhakal se interessou por

alaram Dhakal se interessou por Nitu Karki assim que a viu, em 2007, na fileira da frente da sala onde ele daria aulas de gestão hoteleira, em Katmandu, no Nepal. “Eu a achei muito bonita. Os olhos claros me chamaram a atenção e eu gostei do jeito dela”, conta.

Na última semana do curso, ele tomou coragem e convidou a moça para tomar chá. “Ela disse ‘sim’. Também tinha gostado de mim. Depois de um mês de namoro eu já tinha decidido que queria me casar com ela”, relata Balaram, que coordena a equipe de garçons do bar de um hotel cinco estrelas de Katmandu.

À primeira vista, todos os ingredientes típicos para o começo de um relacionamento estavam ali: os dois eram solteiros e estavam apaixonados.

Mas a verdade é que havia um abismo entre eles difícil de equalizar. O que separava o casal não era dinheiro, nem interesses e afinidades. Era algo ainda mais complicado de resolver no contexto cultural de alguns países de maioria hindu, como Nepal e Índia – a diferença de castas.

As castas, determinadas ao nascimento e transmitidas de pai para filho, definem o status social da população do Nepal e da Índia, países de forte tradição hindu (Foto: Arquivo pessoal)As castas, determinadas ao nascimento e transmitidas de pai para filho, definem o status social da população do Nepal e da Índia, países de forte tradição hindu (Foto: Arquivo pessoal)

As castas, determinadas ao nascimento e transmitidas de pai para filho, definem o status social da população do Nepal e da Índia, países de forte tradição hindu (Foto: Arquivo pessoal)

Mais do que sobrenome, trabalho ou recursos financeiros, o que define o status social nesses dois países é a casta a que a pessoa pertence, determinada no nascimento e por hereditariedade, explica a pesquisadora Dalel Benbabaali, da Universidade de Oxford, que estuda o efeito político e social da estratificação por castas no sul da Ásia.

“A divisão por castas está fortemente enraizada na mentalidade e cultura dessas sociedades. Existem leis que proíbem tratamento discriminatório e muitos negam que haja preconceito por casta. Mas é justamente no momento da escolha do parceiro para o casamento que essa divisão se torna mais clara”, diz ela à BBC Brasil.

“As famílias de casta mais alta, muitas vezes, não admitem que seus filhos se casem com pessoas de castas inferiores.”

Balaram é Brahmin, considerada a casta mais “alta” na tradição hindu, associada culturalmente aos sacerdotes e professores. A mulher por quem ele se apaixonou, Nitu, é Chhetri (ou Kshatriya), segunda mais alta casta na hierarquia, associada aos “guerreiros” e que compunha a família real nepalesa (o país aboliu a mornarquia e hoje tem um sitema de parlamentarismo multipartidário).

Balaram com a mulher e o filho Image caption Nitu e Balaram se conheceram em um evento de gestão hoteleira e se apaixonaram  (Foto: Arquivo pessoal)Balaram com a mulher e o filho Image caption Nitu e Balaram se conheceram em um evento de gestão hoteleira e se apaixonaram  (Foto: Arquivo pessoal)

Balaram com a mulher e o filho Image caption Nitu e Balaram se conheceram em um evento de gestão hoteleira e se apaixonaram (Foto: Arquivo pessoal)

As duas outras castas, em ordem de “hierarquia”, são: a Vaishya (associada a funções de comércio, agricultura e pastoreio) e a Shudra (trabalhadores braçais). Na base da pirâmide social estão os “dalits” ou “intocáveis”, que não pertencem a essas castas e a quem são delegados serviços “degradantes” na cultura hindu, como manuseio de cadáveres e limpeza de banheiros.

O Manusmriti, mais importante livro sobre as leis hindus, escrito pelo menos mil anos a.C., “reconhece e justifica o sistema de castas como a base da ordem da sociedade”. A crença é que as quatro castas (Brahmin, Kshatriya, Vashya e Shudra) se originaram de Brahma, o Deus da criação.

No topo da hierarquia, os brahmins teriam surgido da cabeça de Brahma. Os Kshatriyas, dos braços de Brahma. Os Vashya viriam das coxas e os Shudras, dos pés.

O peso da tradição milenar se revelou bem claro quando Balaram Dhakal anunciou aos pais que se casaria com uma mulher de casta imediatamente “inferior” à dele.

“Minha mãe ficou inconsolável, com muita raiva. Ela dizia: `Mas por que você escolheu uma pessoa de casta inferior? Você tem que se casar com uma Brahmin’”, relata Balaram.

Ele desafiou a família e se casou com Nitu, mas as portas da casa dos pais dele nunca se abriram para ela. “Tentei apresentá-la para os meus pais, mas minha mãe ficava irritada e não queria que a minha esposa frequentasse a casa deles.”

O pai era mais flexível e aceitava ter contato com a nora. Mas impunha uma condição. “Ele disse que não comeria alimento que fosse preparado pela minha esposa, nem sentaria à mesa com ela para uma refeição”, diz Balaram.

Balaram hoje convive mais a família de Nitu, por causa da rejeição dos pais ao seu casamento. Na foto, aparece com a sogra, a esposa, a cunhada e o filho (Foto: Arquivo pessoal)Balaram hoje convive mais a família de Nitu, por causa da rejeição dos pais ao seu casamento. Na foto, aparece com a sogra, a esposa, a cunhada e o filho (Foto: Arquivo pessoal)

Balaram hoje convive mais a família de Nitu, por causa da rejeição dos pais ao seu casamento. Na foto, aparece com a sogra, a esposa, a cunhada e o filho (Foto: Arquivo pessoal)

Há cinco anos, o casal teve um filho. Os avós quiseram conhecê-lo, mas impuseram a mesma regra: não se sentariam à mesa para comer com o menino.

“Eu me sinto muito mal com isso, porque a minha família acaba não convivendo com meus pais. Eu queria todos à mesa, juntos. Queria que meus pais aceitassem a minha esposa e que tivessem mais contato com o meu filho”, afirma Balaram.

Ao contrário dos pais de Balaram, a família de Nitu aceitou bem o casamento. Os pais e a irmã dela convivem bastante com o casal e o filho deles.

 

De pai para filho

 

A casta na tradição hindu é passada de pai para filho, num rígido sistema parcialmente responsável por uma sedimentada estratificação social. Integrantes das castas “inferiores” ainda hoje são discriminados e têm menos oportunidade de estudar e enriquecer.

Embora haja leis na Índia e no Nepal proibindo tratamento diferenciado por castas, a divisão pode ser claramente vista nos bairros, escolas, universidades, no preenchimento de postos de trabalho e, principalmente, nos casamentos.

Segundo a professora Benbabaali, 90% dos matrimônios na Índia são entre pessoas da mesma casta.

“E dos 10% que sobram, raros são os casos de casamento entre um dalit e uma pessoa de casta superior, como Brahmin. Geralmente são casamentos entre pessoas de castas superiores”, afirma a professora de Oxford.

Na Índia, 90% dos casamentos são entre pessoas da mesma casta. Os outros 10% são entre pessoas de castas próximas em termos hierarquicos (Foto: BBC)Na Índia, 90% dos casamentos são entre pessoas da mesma casta. Os outros 10% são entre pessoas de castas próximas em termos hierarquicos (Foto: BBC)

Na Índia, 90% dos casamentos são entre pessoas da mesma casta. Os outros 10% são entre pessoas de castas próximas em termos hierarquicos (Foto: BBC)

Embora essa divisão social seja uma característica típica da religião hindu – que acredita que a reencarnação em uma casta inferior ou superior depende do comportamento adotado na vida passada -, esse sistema é tão fortemente enraizado nas comunidades indianas e nepalesas que persiste mesmo entre adeptos do islã e do cristianismo, diz Benbabaali.

“O hinduísmo tem influenciado outros grupos religiosos no sul da Ásia. Mesmo muçulmanos e cristãos seguem sistemas de castas. Essas pessoas, em sua maioria, são hindus que se converteram e, mesmo depois da conversão, mantêm suas identidades de castas.”

“Em igrejas católicas, você verá dalits cristãos sentados atrás e perceberá que os padres são, muitas vezes, integrantes das castas superiores. E, em alguns cemitérios muçulmanos, existe segregação por casta, com uma área separada para os dalits. Muitas dessas conversões foram uma tentativa de escapar da opressão de casta, mas o que se vê é que a discriminação persiste.”

 

Policiamento até no Tinder

 

Benbabaali explica que é possível identificar a qual casta uma pessoa pertence pelo sobrenome e, em muitos vilarejos, todos sabem a casta dos vizinhos.

“Alguns nomes são fortemente associados a uma casta ou outra – Pandit, por exemplo, é um nome comum entre os Brahmins indianos. Mas, nos povoados, todos sabem quem é de cada casta. E existe uma certa estratificação urbana, com ruas só ocupadas por dalits e bairros de Brahmins, por exemplo”, afirma a professora.

Segundo Benbabaali, por mais que a resistência em se relacionar com castas diferentes esteja lentamente se reduzindo na Índia e no Nepal, a importância ainda dada a isso pode ser vista até na dinâmica dos aplicativos de relacionamento.

“Mesmo no Tinder, logo depois do primeiro ‘oi’, ‘tudo bem’, vem a pergunta: ‘Qual é o seu nome todo?’. É um modo de identificar a casta”, diz.

No mercado imobiliário da Índia também é possível verificar, conforme a professora, esforços para evitar inquilinos de castas baixas. “Uma forma comum usada para evitar aluguel para muçulmanos ou dalits é anunciar o imóvel destacando que só se aluga para vegetarianos.”

Tradicionalmente, quanto mais elevada a casta, maiores as restrições alimentares. Normalmente os Brahmins são vegetarianos, por exemplo. É o caso dos pais de Balaram. “Eles são muito tradicionais. Não comem carne e seguem à risca todos os rituais e costumes da nossa casta”, diz ele.

 

Movimentos pelos direitos dalits

 

Nos últimos anos, vários movimentos foram criados, principalmente na Índia, em defesa dos direitos dos dalits e pela inclusão social de integrantes de castas consideradas “inferiores”.

A Constituição indiana, de 1950, inaugurou uma série de medidas afirmativas com o objetivo de dar oportunidade a grupos marginalizados na hierarquia de castas do país.

Foram instituídas, por exemplo, cotas em instituições de ensino e para cargos no governo, além de assentos no Parlamento e nas Assembleias de Estado. O objetivo era tentar corrigir centenas de anos de discriminação.

No entanto, o preconceito por casta persiste, principalmente em relação aos dalits, considerados “impuros” e, por isso, apelidados também de “intocáveis”.

“Existem casos de pais de alunos que protestam contra ter dalits entre os cozinheiros que preparam as refeições das crianças na escola. Alegam que estão poluindo a comida e pedem a demissão deles”, relata Benbabaali.

 

Efeitos sociais e econômicos

 

Pesquisadores apontam que o sistema de castas tem impacto tanto na desigualdade social quanto no desenvolvimento econômico dos países que adotam essa estrutura.

Em 2009 e 2010, 82% dos dalits na Índia estavam abaixo da linha de pobreza, sobrevivendo com US$ 2 por dia, conforme o Censo de 2011, que, pela primeira vez, levou em conta a divisão de castas.

Para os professores Katherine S. Newman, da Universidade Johns Hopkins (EUA), e Sukhadeo Thorat, da Universidade Jawaharlal Nehru (Índia), o sistema de castas também gera uma alocação “ineficiente” da força de trabalho, ao criar estigmas para determinadas funções, como as relacionadas à tarefa de limpeza, e ao impor barreiras para que dalits exerçam cargos de prestígio.

No artigo Casta e Economia da Discriminação: Causas, Consequências e Soluções, eles destacam que membros de castas “superiores” preferem ficar um período desempregados a atuar em funções tidas como “degradantes” ou “poluidoras” da alma.

Enquanto isso, os dalits são levados ao desemprego ou a atuar em funções marginalizadas.

“Ao impedir a mobilidade da força produtiva, da terra, do capital e da iniciativa privada, o sistema de castas cria segmentações e monopólios. (…) Ao restringir a livre movimentação de mão de obra de acordo com a ocupação, o sistema de castas se torna diretamente responsável pelo desemprego voluntário dos indivíduos de casta elevada, e pelo desemprego forçado de quem está na base (da pirâmide)”, dizem.

Alguns dalits, porém, conseguiram superar as barreiras. Em 1997, tomou posse o primeiro presidente dalit da Índia, Kocheril Raman Narayanan.

Eleito pelo Parlamento em julho, o atual presidente da Índia, Ram Nath Kovind, também é dalit, mas sua indicação foi vista com suspeição por ativistas: ele é criticado por nunca ter sido atuante na defesa dos direitos dos dalits. Além disso, a função de presidente na Índia é apenas cerimonial.

E o estigma de ser dalit é complexo: no ano passado, a Índia se chocou com a morte de Rohith Vemula, um estudante de doutorado de 26 anos que se suicidou dentro do campus da Universidade Central de Hyderabad.

Vemula e outros quatro estudantes dalits foram acusados de terem agredido um membro de um grupo estudantil ligado ao partido nacionalista indiano BJP. A universidade havia decido expulsá-los de suas residências estudantis.

Rohith Vemula, um estudante de doutorado de 26 anos, se suicidou dentro do campus da Universidade Central de Hyderabad. Ele integrava movimento de defesa dos direitos dos dalits (Foto: Reprodução/Facebook/Rohith Vemula)Rohith Vemula, um estudante de doutorado de 26 anos, se suicidou dentro do campus da Universidade Central de Hyderabad. Ele integrava movimento de defesa dos direitos dos dalits (Foto: Reprodução/Facebook/Rohith Vemula)

Rohith Vemula, um estudante de doutorado de 26 anos, se suicidou dentro do campus da Universidade Central de Hyderabad. Ele integrava movimento de defesa dos direitos dos dalits (Foto: Reprodução/Facebook/Rohith Vemula)

Os jovens dalits negaram terem cometido a agressão. Vemula, que cursava sociologia e integrava um grupo de defesa de estudantes dalits, deixou uma carta antes de se matar.

“Meu nascimento foi um acidente fatal. Eu estava sempre com pressa. Desesperado para começar uma vida. Eu não estou triste. Estou só vazio”, disse ele. “Eu sempre olhava as estrelas e queria ser um escritor, um escritor de ciência, como Carl Sagan. Mas, no final, essa é a única carta que eu vou escrever.”

Em dezembro de 2015, um mês antes de morrer, ele enviou uma carta ao vice-chanceler da universidade reclamando das “humilhações” sofridas pelos dalits ali.

“Por favor, nos dê veneno na hora da admissão para a universidade, em vez de nos humilhar assim”, disse ele, na carta.

Fonte: G1

Síndrome da Resignação

29/10/2017

 

Conheça a síndrome que deixa crianças em estado vegetativo

A misteriosa síndrome da resignação afeta crianças solicitantes de asilo ou refugiadas e só foi registrada na Suécia

A síndrome da resignação afeta crianças que passaram por traumas envolvendo episódios de violência extrema ou cujas famílias fugiram de ambientes perigosos. Elas simplesmente ‘se desligam’ do mundo e só se recuperam quando se sentem seguras. (ISock/Getty Images)

Uma doença misteriosa que só afeta crianças refugiadas ou que pediram asilointriga autoridades de saúde da Suécia. De acordo com informações da rede britânica BBC, crianças com a síndrome da resignação simplesmente ‘desligam’- param de andar, falar e abrir os olhos. A boa notícia é que muitas delas se recuperam, eventualmente

A síndrome foi relatada pela primeira vez na Suécia, nos anos 1990. Alguns anos depois, no biênio 2003-05, mais de 400 casos foram registrados. Felizmente, na última década, o número de crianças afetadas pela condição diminuiu. Recentemente, o equivalente sueco ao Ministério da Saúde divulgou que no biênio 2015-16 houve 169 casos registrados.

Por que na Suécia?

Inúmeras condições parecidas com a síndrome da resignação já foram observadas antes, entre sobreviventes de campos de concentração nazistas, por exemplo, mas a condição em si só foi relatada na Suécia. Acredita-se que isso esteja associado ao grande contingente de imigrantes provenientes de perfis geográficos e étnicos mais vulneráveis do país.

“Pelo que sabemos, nenhum caso foi identificado fora da Suécia. A explicação mais plausível é que existem alguns tipos de fatores socioculturais necessários para que a condição se desenvolva”, diz Karl Sallin, pediatra do Hospital Universitário Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, pesquisador sobre a Síndrome da Resignação.

A doença parece afetar crianças exatamente com esse perfil, provenientes principalmente da antiga União Soviética, dos Balcãs, ciganas e yazidis, e que vivem com suas famílias. Apenas um pequeno número é de crianças desacompanhadas, muito poucas são asiáticas e nenhuma africana.

Trauma e ‘transmissão’

Segundo os profissionais de saúde que atendem esses pacientes, o trauma é a causa deste afastamento. As mais vulneráveis são as que passaram por episódios de violência extrema ou cujas famílias fugiram de ambientes perigosos.

“O primeiro caso da doença foi registrado em 1998, no norte da Suécia e, assim que se tornou público, houve outras ocorrências na mesma área. Tivemos ainda casos de irmãos desenvolvendo a condição”, afirma Karl Sallin, pediatra do Hospital Universitário Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, pesquisador sobre a Síndrome da Resignação. Mas o médico ressalta que até nunca foi detectada uma “transmissão” por contato direto entre os casos.

O caso Sophie

Sophie, que teve seu nome real alterado para a segurança da família, tem nove anos e vive há 20 meses com a síndrome. A menina e sua família são originários de uma das antigas repúblicas da União Soviética e pediram asilo à Suécia em dezembro de 2015, após fugirem da máfia local.

Em setembro daquele ano, o carro em que a família viajava foi parado por homens em uniformes policiais. “Fomos retirados do carro à força. Sophie viu sua mãe e seu pai serem espancados”, conta o pai da menina. Depois de libertar a mãe, os homens levaram o pai embora.

Sua mãe conta que Sophie ficou transtornada com o sequestro do pai. Três dias mais tarde, ele fez contato com a família, que permaneceu escondida em casas de amigos até viajar para a Suécia, três meses depois. Ao chegarem ao novo país, mais um trauma: a família foi detida por horas pela polícia local e logo em seguida teve negado o pedido de asilo, em uma audiência na qual Sophie esteve presente.

Segundo sua mãe, a partir desse episódio a saúde da menina se deteriorou rapidamente. Ela parou de brincar, falar e comer. Para Elisabeth Hultcrantz, voluntária da ONG Médicos do Mundo, que cuida de Sophie, “o mundo foi tão terrível que Sophie trancou-se dentro de si própria, desconectando as partes conscientes de seu cérebro”.

Atualmente, a família tem uma autorização provisória para ficar no Suécia e vive em uma acomodação destinada a refugiados, localizada em uma pequena cidade na região central do país nórdico.

Quando seu pai a retira da cadeira de rodas, ela parece sem vida. Mas seu cabelo é espesso e brilha como o de uma criança saudável. Os olhos de Sophie estão fechados e, em vez de calcinhas, ela usa fraldas por baixo da calça de moletom. Uma sonda gástrica adentra seu nariz.

“A pressão sanguínea dela é normal. Mas seu pulso está um pouco acelerado hoje. Talvez ela esteja reagindo à visita de muitas pessoas hoje”, diz Elisabeth à BBC.

Ao contrário de Sophie, as crianças com a síndrome normalmente vivem na Suécia há anos quando ficam doentes, e já viviam vidas adaptadas ao estilo nórdico, falando até a língua local.

Recuperação

Os médicos que cuidam de Sophie acreditam que a menina só vai melhorar quando a família obtiver permissão permanente para viver na Suécia, pois só assim ela se sentirá segura o suficiente para ‘voltar ao mundo’. “De certa forma, a criança vai precisar sentir que há esperança, algo para que valha a pena viver. Essa é a única maneira de explicar como, em todos os casos que vi até agora, o direito de permanecer no país pode mudar a situação”, diz Lars Dagson, pediatra de Sophie.

No entanto, isso está cada vez mais difícil de se torna realidade. Até recentemente, as autoridades suecas permitiram que famílias imigrantes com uma criança doente permanecessem. Mas a chegada de mais de 300.000 pessoas nos últimos três anos mudou esse cenário. Uma lei temporária que entrou em vigor em 2016 determina que solicitantes de asilo candidatos à residência permanente recebem vistos com duração 13 meses – caso da família de Sophie – ou três anos.

O visto da família de Sophie vence em março e a família teme ser deportada e eventualmente encontrada pelos homens que a fizeram fugir.

Segurança é a chave para um tratamento de sucesso

Por outro lado, profissionais de Skara, no sul do país, têm outra perspectiva, com evidências mais promissoras de cura. “Do nosso ponto de vista, essa doença está ligada ao trauma, não ao asilo”, diz Annica Carlshamre, assistente social da Gryning Health, que administra Solsidan, um abrigo para crianças com problemas.

Os especialistas do local acreditam que crianças perdem sua mais significativa conexão com o mundo quando testemunham violência ou ameaça contra os pais e perdem. “A criança percebe que ‘minha mãe não pode tomar conta de mim’. E perde a esperança porque sabem que são totalmente dependentes dos pais. Quando isso acontece, para onde a criança pode ir – ou a quem pode recorrer?”, explica Annica.

O primeiro passo do tratamento é separar as crianças dos pais para que elas dependam dos funcionários.  “Ao separarmos as crianças, leva apenas alguns dias até vermos os primeiros sinais de melhora”, diz Annica. As crianças recebem notícias sobre o progresso dos filhos, mas ficam sem qualquer contato até que a criança consiga se comunicar por telefone.

No abrigo, conversas sobre o processo migratório são terminantemente proibidas. As crianças recebem roupas diurnas e noturnas e são retiradas das camas todos os dias. Funcionários ajudam-nas a colorir ou desenhar, segurando o lápis em suas mãos.

“Brincamos por elas até que possam brincar sozinhas. Dançamos e ouvimos muita música. Queremos despertar seus sentidos. Colocamos um pouco de refrigerante em suas bocas para que provem algo doce. As que estão sendo alimentadas por sonda, a gente coloca na cozinha para sentirem cheiro de comida. Temos a expectativa de que elas queiram viver e sabemos que suas habilidades ainda estão ali, mas as crianças se esqueceram delas ou ou não conseguem mais usá-las. Vivemos pelas crianças até que elas consigam viver por si próprias.”, explica Clara Ogren, funcionária do abrigo.

Das 35 crianças que Anicca tratou, apenas uma delas teve permissão para ficar na Suécia enquanto ainda estava em Solsidan, mas todas se recuperaram.

Descrença

É difícil para os pais de Sophie acreditarem na possibilidade de melhora da filha. Não houve qualquer sinal de recuperação nos últimos 20 meses. Sua vida gira em torno do tratamento da menina – seja em exercícios para a manter a musculatura dela funcionando, alimentação, troca da fralda ou passeios.

“Você precisa ter o coração forte nesses casos. “Eu só posso mantê-la viva. Não posso fazer com que ela melhore. Nós, médicos, não podemos decidir se essas crianças vão ou não ficar na Suécia”, diz Dagson.

Esperança

Felizmente, por mais obscura que seja a realidade, sempre há esperança e para os pais de Sophie, é o irmãozinho que está para chegar. Sua mãe está grávida de oito meses.

Fonte: Veja

 

Insônia fatal

25/09/2017

 

Conheça a misteriosa doença que afeta o sono para sempre

No início, as pessoas podem ter dificuldades em adormecer, além de contrações musculares. Depois, perde-se progressivamente a capacidade de dormir

Insônia fatal: não há nenhum tratamento disponível (//iStock)

Sonia Vallabh estudava na Faculdade de Direito de Harvard em 2010 quando sua mãe adoeceu.  Aos poucos, ela parou de enxergar, perdeu a memória e apresentava dificuldades para se comunicar. “Não era possível afirmar se ela estava acordada ou dormindo”, disse Vallabh à CNN. Sua mãe morreu em dezembro daquele ano. Pouco tempo depois, a filha descobriu que a morte foi causada por uma doença genética extremamente rara conhecida como insônia fatal.

O problema só foi descrito na literatura científica em 1986. Os médicos classificam a doença misteriosa como um estado de ‘coma acordado’. A insônia fatal afeta predominantemente o tálamo, uma área do cérebro que influencia o sono. No início, as pessoas podem ter  dificuldades em adormecer, além de contrações musculares ocasionais. Depois, perde-se, progressivamente, a capacidade de dormir.

Origem

“Há uma proteína que é uma espécie de coração da doença, a proteína príon”, disse Vallabh. “Ela faz parte do corpo humano, mas é capaz de sofrer uma mutação”. Quando isso ocorre, ela começa se proliferar e a a matar as células cerebrais.

A consequência é o declínio cognitivo e a perda da coordenação motora. A frequência cardíaca e a pressão arterial também podem aumentar.

A morte do doente geralmente ocorre entre 7 meses e 6 anos após o início dos primeiros sintomas. Os pesquisadores já testaram estratégias para ajudar as pessoas com o problema a dormir, mas os benefícios foram apenas temporários. Não há nenhum tratamento disponível atualmente.

Fonte: Veja

 

Não se esqueça de incluir alimentos ricos em vitamina D em sua alimentação

10/08/2017

Conheça os sintomas da falta de vitamina D, mais comum no inverno

Entenda a importância de manter o equilíbrio desse pró-hormônio para a manutenção de uma boa saúde

Durante as estações mais frias do ano, verificamos maior incidência de deficiência de vitamina D em nosso meio. Há, evidentemente, um aumento do uso de roupas fechadas e diminuição da exposição corporal por raios UVB, o que compromete a absorção de vitamina D pela pele. Estima-se que no período de meados de maio até setembro, a deficiência de vitamina D (níveis < 20 ng/mL) na população paulista se eleve de 39% para 77%, segundo levantamento da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo.

Os níveis baixos de vitamina D prejudicam as defesas do organismo e bom funcionamento do sistema endócrino, aumentam dos casos de resistência insulínica e diabetes tipo 1 e propensão de doenças ósseas, cardiovasculares, autoimunes e até alguns tipos de câncer, como mama , colón, e pâncreas. Dados mais recentes sugerem que níveis de 25OHVD > 40ng/mL parecem ter benefício na prevenção de câncer e esclerose múltipla.

Para driblar essa situação, o médico endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein, especialista titular pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Frederico Maia selecionou algumas informações que te ajudarão a passar pela estação com o nível adequado de vitamina D, entenda:

Os principais sintomas da falta de vitamina D são genéricos, por isso, fique atento:

Após os 20 anos de idade o organismo vai perdendo, ano após ano, a capacidade de absorção de vitamina D. Os principais sintomas dessa ausência são: dor ou sensação de fraqueza osteomuscular, fadiga e cansaço, aliados a queda intensa de cabelo e unhas consideradas “fracas”. Se os sintomas forem persistentes, procure um médico e descubra o seu nível de vitamina D (25-OH-VD) no exame simples de sangue.

Toda faixa etária merece atenção!

De acordo com estudo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, na cidade de São Paulo, 85% dos idosos possuem valores inadequados de Vitamina D. Os jovens não ficam trás, apenas metade da população de jovens não necessita ajustar os níveis da vitamina no corpo. A tabela de níveis adequados de 25(OH)VD no sangue é:

Deficiente Insuficiente Suficiente

0 – 20 ng/ml 20 a 29 ng/ml Acima de 30 ng/ml

Existem fontes alternativas ao sol para consumir a vitamina D

Além da luz solar, existem algumas maneiras para suprir a vitamina D no organismo. Com a alimentação é possível equilibrar os níveis, desde que o consumo esteja adequado as necessidades diárias do organismo, conforme a faixa etária. Alguns alimentos como salmão, sardinha, atum, ovos e cogumelos são algumas das principais fontes do pró-hormônio. Em casos específicos, podem ser necessárias a reposição com suplementos de vitamina D em doses variadas conforme cada caso, e de acordo com a avaliação médica. Essa alternativa possui a vantagem da praticidade, mas é necessário que a dose suplementada seja recomendada por um médico.

Fonte: Notícias ao minuto

Experiência de quase morte

07/05/2017

Neurocirurgião Volta do Coma e se Convence que há Vida Após a Morte

Alexander Eben entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.
O Fantástico conta uma história do além! Um neurocirurgião americano nunca acreditou em vida após a morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.
 O que existe depois que a vida acaba? Para o neurocirurgião Alexander Eben, a morte sempre significou o fim de tudo. Ele entende do assunto: foi professor da escola de medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e há mais de 25 anos estuda o cérebro.
 Sempre tinha uma explicação científica para os relatos dos pacientes que voltavam do coma com histórias de jornadas fora do corpo para lugares desconhecidos. Até que ele próprio vivenciou uma delas. E agora afirma: existe vida após a morte.
 Era 10 de novembro de 2008. O doutor Alexander é levado às pressas para o hospital, com fortes dores de cabeça. Ao chegar lá, é imediatamente internado na UTI. Em poucas horas já estava em coma profundo.
 Ele havia contraído uma forma rara de meningite. Quando o doutor Alexander entrou no hospital os médicos disseram à família que a possibilidade dele sobreviver seria muito baixa.  Ele ficou em coma profundo por sete dias. E foi durante esse período que o doutor Alexander afirma ter tido a experiência mais fantástica que um ser humano pode ter.
 Na jornada que eu tive não existia corpo, apenas a minha consciência, diz o médico. Meu cérebro não funcionava. Eu não me lembrava de nada da minha vida pessoal, meus filhos, ou quem eu era.
 Ele escreveu um livro para relatar a sua experiência de quase morte. E conta que primeiro foi levado para um ambiente escuro, lamacento e sem seguida chegou a um lugar bonito e tranqüilo. Um vale extenso, muito verde, cheio de flores e repleto de borboleta, diz ele. Ele conta que viu também um espírito lindo, uma mulher com uma roupa simples e com asas. Ela me disse: ‘você vai ser amado para sempre, não há nada a temer, nós vamos cuidar de você’.
 Perguntamos ao doutor Alexander se ele viu Deus. Ele disse que sim: Deus estava em tudo ao meu redor, ele estava lá o tempo todo.
 Um pesquisador da Universidade Federal de Juiz de Fora participa do maior estudo mundial já feito sobre as experiências de quase morte.
 “Os estudos mostram que apenas 10%, uma em cada dez pessoas que tiveram uma ressuscitação bem sucedida relatam experiência de quase morte. Os pacientes que vivenciaram uma experiência de quase morte tendem a ter ao longo do tempo, por exemplo, aumento da satisfação com a vida, tendem a ter diminuição do medo da morte, maior apreciação da espiritualidade, maior apreciação da natureza”, afirma o professor de psiquiatria da Universidade de Juiz de Fora Alexander Moreira-Almeida.
 A morte é uma transição, não é o fim de tudo, resume o doutor Alexander. Minha jornada serviu para me mostrar que a consciência nossa existe além do corpo, e ela é muito mais rica fora dele. Isso pode significar que a nossa alma, nosso espírito, seria eterno.
 No Brasil, existem pacientes como o doutor Alexander.  Outro caso aconteceu com a mãe de Vera Tabach que passou três meses em coma. Ela voltou contando uma história incrível.
 “Ela confessou que nesse período de coma ela se viu como se fosse num quarto de hospital sempre numa cama com várias pessoas em volta de branco. Ela disse que tinha feito um acordo. Que eles tinham dado mais 20 anos para ela, que ela ia conseguir criar os filhos e depois ela ia embora. E a gente acho aquilo uma história, mas realmente aconteceu”, lembra a jornalista Vera Tabach.
 Dia 17 de outubro de 1974, quando ela foi para UTI. E voltou depois de um tempo. Quando passou 20 anos, em 1994, em abril, ela começou a se sentir mal. Às 05h, 18 de outubro de 1994, ela morreu.
 “Ela sempre dizia que na vida só não tinha jeito pra morte. E depois que ela voltou ela disse que até para morte tinha jeito” conta Vera Tabach.
 O doutor Alexander diz que por dois anos tentou achar uma explicação científica para o que aconteceu com ele e com esses outros pacientes. Queria saber se tudo podia ser uma ilusão produzida de alguma maneira pelo cérebro, conversei com colegas da área e cheguei à conclusão de que não há como que explicar. Não foi alucinação, não foi sonho.
 Mas nem todos concordam. O professor de neurociências da Universidade de Columbia, Dean Mobbs, diz que é difícil acreditar num desligamento completo do cérebro. E que mesmo no caso do doutor Alexander, outras áreas do cérebro podem ter permanecido ativas, provocando as sensações que ele descreve.
 O nosso cérebro é muito bom em transformar a realidade. Em um acidente, como um trauma na cabeça, os caminhos do cérebro podem ser danificados mas é possível que ele encontre outras maneiras de identificar os sinais que vêm de fora e criar uma nova experiência como a da quase morte, por exemplo.
 O uso de fortes analgésicos e a baixa oxigenação do cérebro durante estados de coma podem explicar que luzes e sons estranhos sejam percebidos pela mente.
 E a sensação de estar fora do corpo já foi induzida artificialmente em muitas pesquisas. Eu acho que essas experiências de quase morte na realidade são uma maneira do cérebro lidar com um trauma.
 A ciência ainda não tem respostas conclusivas sobre as experiências de quase morte.
 “A grande discussão que existe hoje é: a mente é um produto do cérebro, o cérebro produz a mente; ou a mente é algo além do cérebro, mas que se relaciona com o cérebro”, questiona Alexander.
 Independentemente do que tem acontecido,  diz a esposa do doutor Alexander, para ela, que ficou ao lado do leito do hospital esperando o marido voltar, o final foi feliz. Quando chegamos em casa e sentamos no sofá, não acreditei que ele estava  junto comigo de novo.
Para assistir o vídeo abaixo desative a música do blog na lateral direita.
Fonte: amigosespiritasonline.blogspot.com.br

Origem do Mal de Alzheimer

04/04/2017

Cientistas descobrem verdadeira origem do Alzheimer

Doença não surge na área do hipocampo, como se acreditava

© DR

Pesquisadores italianos descobriram a verdadeira origem do Mal de Alzheimer. Diferentemente do que se acreditava até então, a doença não surge na área do cérebro associada à memória, mas sim da morte de neurônios da região vinculada às mudanças de humor. Coordenado pelo professor associado de Fisiologia Humana e Neurofisiologia da Universidade Campus Bio-Médico de Roma, Marcello D’Amelio, o estudo, que revoluciona a maneira como entendemos e tratamos a patologia, foi publicada na revista científica “Nature Communications”.

Até agora, o Alzheimer era considerado uma doença que surgia devido à degeneração das células do hipocampo, área cerebral da qual dependem os mecanismos da memória. O novo estudo, conduzido em colaboração com a Fundação IRCCS Santa Lucia e do CNR de Roma, no entanto, aponta que a doença surge na área tegmental ventral, onde é produzida a dopamina, neurotransmissor vinculado às mudanças de humor. Segundo os pesquisadores, como um efeito dominó, a morte dos neurônios responsáveis pela produção de dopamina desacelera a chegada desta substância ao hipocampo, causando assim uma falha que gera a perda das lembranças, principal sintoma da doença.

A hipótese foi confirmada em laboratório, onde várias terapias destinadas a restaurar os níveis de dopamina foram administradas em animais. Nos testes, foi observado que tanto as memórias quanto a motivação de viver, cuja falta causa depressão, foram recuperadas. “A área tegmental ventral relança a dopamina também na área que controla a gratificação. Na qual, com a degeneração dos neurônios dopaminérgicos, também aumenta o risco de perda de iniciativa”, explicou D’Amelio. Isso explica porque o Alzheimer é acompanhado, grande parte das vezes, pelo desânimo e pela depressão. Contudo, os estudiosos ressaltam que as mudanças de humor associados ao Alzheimer não são uma consequência do surgimento da doença, mas sim um “alarme” sobre o início da patologia. “Perda de memória e depressão são duas faces da mesma moeda”, concluiu o italiano.

Fonte: Notícias ao Minuto

Delícias do Marrocos

02/04/2017

Os sabores e temperos marroquinos seduzem os brasilienses

No restaurante Mabruk, é possível entender um pouco sobre o delicado equilíbrio de especiarias que faz a fama da cozinha do Marrocos

 

Pense rápido. Quais são as três primeiras coisas que lhe vêm à mente quando se fala do Marrocos? Provavelmente, o cuscuz está entre elas. Popularizado no Brasil e em outras partes do Ocidente, o prato típico do país africano ganhou várias adaptações pelas bandas de cá. A coluna, porém, decidiu buscar a receita original. E nada melhor do que um marroquino para ensiná-la.

“O cuscuz marroquino está para nós como a feijoada está para o brasileiro”, compara Yassin Adnane, chef do restaurante marroquino Mabruk. E justifica: o prato é sinônimo de celebração. “Costumamos comê-lo às sextas-feiras, depois da segunda oração do dia.” Uma outra curiosidade está na forma como é degustado: coletivamente e com a mão. “O cuscuz é servido em grandes tagines, espécies de travessa que podem chegar a 50cm de diâmetro. É um momento de confraternização”, completa Youssef Lamari, proprietário do restaurante, aberto no ano passado na Asa Sul.

Uma conversa com Yassin e Youssef é quase um intensivão sobre a cultura marroquina. Um dos segredos da cozinha local, por exemplo, está na dosagem perfeita dos temperos. “O prato deve ter o sabor que tem que ter. Nenhum ingrediente deve se sobrepor a outro”, ensina Yassin. E, para completar, conta que, em todas as lojas de tempero, há sempre um especial, o top da casa, que é um mix com o que há de melhor no lugar. “O ras el hanout, como é chamado, pode ter de sete a 25 itens, a depender do gosto do cozinheiro. Tradicionalmente, cada tempero era triturado no pilão”, conta.

Autoditada na arte das panelas, o chef — ou melhor, cozinheiro, como prefere ser chamado — chegou ao Brasil em 2004. Depois de passagens pela Bahia e por São Paulo, Yassin acabou aportando em terras candangas, onde trabalhou como tradutor em várias embaixadas. “Sou formado em letras, mas cozinhar é uma paixão antiga.” Esta, porém, é a primeira vez que ele chefia a cozinha de um restaurante. E desempenha a função com entusiasmo. “Mabruk significa abençoado em árabe, é uma saudação, uma forma de felicitar as pessoas. E é bem essa a filosofia da nossa casa. Estamos de portas abertas para todos.”

Voltando ao cuscuz marroquino, Yassin vai logo explicando: o típico é feito de carneiro ou frango, e pode ser adocicado ou não. Para a coluna, ele escolheu a receita do carneiro. No preparo, ensina, podem ser usados a paleta, o pernil e o pescoço do animal. “Eu, particularmente, acho o pescoço mais saboroso”, garante. Mas tudo vai depender, claro, da escolha e da dosagem dos temperos. Outra dica importante fica a cargo da hidratação do cuscuz. Para deixá-lo na textura perfeita, Yassin refaz o processo de umidificação, levando ao vapor por duas vezes. Detalhe, nada de pôr a cuscuzeira sobre a água. Ela deve ser colocada sobre o vapor da carne que está no fogo.

Mas a cozinha marroquina está longe de se restringir ao cuscuz. Por conta da localização geográfica e do posicionamento político, sofre forte influência das culinárias mediterrânea, árabe, europeia e judaica. “Somos, por exemplo, a segunda maior comunidade judaica fora de Israel”, enumera. A fartura é outra característica da gastronomia local. “Alimentar-se é um ato social.” E, para deixar tudo ainda mais saboroso, soma-se o colorido dos pratos, seja nos ingredientes, seja nos utensílios em que são servidos.

 

Cuscuz marroquino com carneiro

 

Ingredientes
1 e 1/2kg de carneiro (paleta, pernil ou pescoço)
500g de cuscuz marroquino
Ras el hanout (mistura de temperos triturados, como, por exemplo, cravo, canela, noz-moscada, cardamomo, cominho, louro, semente de coentro, açafrão.)
Cebola
Repolho
Nabo branco
Tomate
Grão-de-bico
Cenoura
Pimenta-do-reino
Sal
Azeite
Óleo
Manteiga
Açúcar
Canela
Essência de flor de laranja
Gergelim

Modo de fazer
Com antecedência, tempere o carneiro com sal, pimenta, cebola e a mistura de temperos (o ras el hanout).
Sele a carne no azeite. Em seguida, cubra com água e ponha para cozinhar.
Quando a carne do carneiro estiver macia, quase soltando, acrescente os legumes cortados em pedaços grandes: cebola, nabo, cenoura, tomate, repolho, grão-de-bico (o básico) e o que mais quiser usar.
Em uma cuscuzeira, ponha o cuscuz com água e sal e deixe hidratar. Quando crescer (geralmente, ele dobra de tamanho), solte-o bem e coloque no vapor — de preferência, sobre a panela onde está sendo preparado o carneiro. Quando sair o vapor, tire o cuscuz do fogo, ponha em uma vasilha e volte a cobrir com água para reidratá-lo. Quando estiver umidificado, leve novamente à cuscuzeira até soltar o vapor. Reserve.
Em um recipiente (uma tagine), coloque o cuscuz, soltando com a mão e fazendo uma cratera no centro. Acrescente o carneiro e os legumes cozidos sobre o cuscuz.
Se quiser dar um toque adocicado, corte seis cebolas em tiras e, com manteiga e um pouco de óleo, leve ao fogo até ficar transparente. Caramelize com açúcar, canela e essência de flor de laranja. Ponha gergelim por cima.
A cebola caramelizada tanto pode ser servida em um recipiente à parte como sobre o carneiro.

 

Serviço

Restaurante Mabruk

208 Sul, Bloco C, Loja 2; Telefone: (61) 3546-2108
Aberto de terça-feira a sábado, das 11h às 23h, e aos domingos, das 11h às 16h

Fonte: Correioweb

Brasileiro está fazendo menos sexo

26/03/2017

Crise econômica e hiperconectividade abalam fama de ‘bom de cama’ do carioca

Casais estão tensos e se distraem no celular

 Vistos internacionalmente como ‘bons de cama’, com média de pelo menos três relações sexuais por semana, os brasileiros estão vivendo uma crise, além da política e econômica, sem precedentes, na hora do, digamos, “vamos ver” entre quatro paredes. É o que revela pesquisa do Instituto do Casal:entre outros dados está a constatação de que a vida sexual piorou após o casamento para 72,9% dos entrevistados.

Conduzida pelas psicólogas e terapeutas de casais, Denise Figueiredo e Marina Simas de Lima, fundadoras da instituição, o levantamento mostrou que a dependência tecnológica, a chamada hiperconectividade, com o exagerado uso de celular, sobretudo, e a falta de dinheiro para cobrir os gastos da família, são os principais motivos para que os relacionamentos íntimos estejam tão caídos.


Para os casais, para uma vida plena faltam dinheiro, afeto, carinho e mais amor, além de sonhos em comumSandro Vox / Agência O Dia

“Trata-se de uma falência sexual jamais vista na história. A ponto de, sequer, debaixo do mesmo teto, casais serem ao menos bons amigos”, alerta Marina. “Embora estejamos vivendo numa época em que nunca se teve tanta liberdade para se falar e praticar sexo, a realidade é diferente”, completa Denise.

Online, 510 homens e mulheres, dos 18 anos até pouco acima dos 50, deram opiniões. Os entrevistados não foram questionados sobre gênero, nem orientação sexual. A única condição era ser casado ou morar junto, mantendo relacionamento estável. O objetivo foi constatar o nível de satisfação conjugal, levando-se em consideração o sexo, projetos em comum, lazer, diálogo e medos.

“Descobrimos que mais da metade dos casais está insatisfeita com a vida sexual”, detalha Marina. Ao responder `como está sua vida sexual hoje?´ ,55,9% respondeu ruim e regular. Apenas 12% considerou ótima.

O mecânico X., e a auxiliar de enfermagem Y., estão na faixa etária de 31 a 50 anos, maioria dos entrevistados (69,3%). X. confessa que o uso sem controle do smartphone tem influenciado negativamente na vida sexual do casal, que hoje faz sexo uma vez a cada três semanas, e “olhe lá”. “Ao deitar, eu viro para um canto e ela para o outro, respondendo, ambos, a mensagens de amigos. Acabamos dormindo”, lamenta X.

“Já até esqueci a última vez que transamos”, brinca Y., lembrando dos “fogosos encontros diários sob lençois”, há duas décadas.

Saída: hora programada para o sexo

Mas nem tudo está perdido. “Se há cumplicidade, respeito e intimidade, há chance de superação dos momentos difíceis”, pondera Marina. Mas qual seria a solução? Para as psicólogas, programar o sexo pode ser uma boa. Isso mesmo. Marcar hora para se fazer amor, se a causa para a falta de desejo não for nenhum transtorno psiquiátrico, como depressão e ansiedade.

“Pode parecer esquesitice, mas não é. É uma saída. O casal deve reservar um momento para o sexo, se desligando do mundo lá fora. Quando se está solteira, a pessoa não se organiza para sair e planeja o sexo, seja na hora de escolher a lingerie, comprar preservativos, se arrumar?”, compara Marina.

A psicóloga recomenda, em boa parte dos casos, terapia para o casal entender o que está afetando a libido e buscar soluções. Até jogos educativos, como o Puxa Conversa Casal, com perguntas sobre a relação, à venda pela internet por pouco mais de R$ 30, são indicados. Para Marina, o sexo espontâneo, como o dos filmes românticos, está extinção, virou mito. “Sexo no casamento requer conexão entre os parceiros”, opina.

Só casais que vivem juntos há 20 anos

A pesquisa foi feita com quem vive junto há mais de 20 anos, sendo 80% com filhos, uma das causas apontadas para a escassez de sexo. Outro dado interessante é que 27,7% dos entrevistados disseram não se sentir à vontade para realizar fantasias sexuais, por vergonha (16,9%), moralismo (15,49%) ou falta de entrosamento (14,8 %). A fidelidade, surpreendentemente, apareceu em quarto lugar no quesito importância para a união.

OUTROS DADOS

MEDOS
Doenças na família, ficar viúvo (a), deixar de se sentir amado (a), ser traído (a), deixar de amar o parceiro (a), foram apontados como causas para a crise de sexo entre os casais.

CONVERSA
63,45% dos entrevistados afirmaram que conversam duas ou mais horas por dia com o (a) parceiro (a), e 36,55 % não conversam nada.

CONFLITOS
33,9% dos casais preferem escolher um outro momento para solucionar discussões e não na hora. Outros 26,5% afirmam que procuram se colocar no lugar do outro.

LAZER
Os casais entrevistados disseram que quando estão juntos para se divertirem, preferem: viajar (75,8%), comer (66,1%), ver filmes ou TV (62,8%). Fazer amor aparece apenas em quarto (45%).

OUTRAS ATIVIDADES
Lazer com os filhos e jogos (11,11%), passeios e conversas (9,52%), barzinhos e reunião com amigos (7,93%) .

O QUE IMPORTA
Numa relação: afeto e carinho (82,4%), amor (77,8%), projetos em comum (67,8%), e fidelidade (60,2%).

O QUE AFASTA O CASAL
Trabalho (40,7%), desatenção (32,1%), finanças (28,8%), dedicação aos filhos (28,4%).

Fontes: O Dia e Instituto do Casal

« Próximas
Rádio Anjos de Luz

Com agradecimento à Fada San. Visite www.anjodeluz.net

EnglishFrenchGermanItalianPortugueseRussianSpanish
Acessar

Meu perfil
Perfil de usuário Terra 2012 .
Receba newsletters

Seu e-mail

Leitores do Terra 2012 pelo mundo
free counters
Quem está Online
13 visitantes online agora
4 visitantes, 9 bots, 0 membros
Map of Visitors
Enquetes

SE DILMA CAIU, FORA TEMER TAMBÉM?

View Results

Loading ... Loading ...
Escreva para a grande fraternidade branca

Grande Fraternidade Branca
Com agradecimento ao Espaço Hankarra. Visite hankarralynda.blogspot.com

Prezado Leitor, se você é uma pessoa solitária, quer desabafar ou deseja uma opinião fraterna e desinteressada sobre algum problema que o aflige, escreva-nos carta para o endereço informado no rodapé do site, ou, se preferir, mande e-mail para grandefraternidadebranca
@terra2012.com.br
.

Todas as correspondências serão respondidas no menor prazo possível.

arvore

Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE!