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Insônia fatal

25/09/2017

 

Conheça a misteriosa doença que afeta o sono para sempre

No início, as pessoas podem ter dificuldades em adormecer, além de contrações musculares. Depois, perde-se progressivamente a capacidade de dormir

Insônia fatal: não há nenhum tratamento disponível (//iStock)

Sonia Vallabh estudava na Faculdade de Direito de Harvard em 2010 quando sua mãe adoeceu.  Aos poucos, ela parou de enxergar, perdeu a memória e apresentava dificuldades para se comunicar. “Não era possível afirmar se ela estava acordada ou dormindo”, disse Vallabh à CNN. Sua mãe morreu em dezembro daquele ano. Pouco tempo depois, a filha descobriu que a morte foi causada por uma doença genética extremamente rara conhecida como insônia fatal.

O problema só foi descrito na literatura científica em 1986. Os médicos classificam a doença misteriosa como um estado de ‘coma acordado’. A insônia fatal afeta predominantemente o tálamo, uma área do cérebro que influencia o sono. No início, as pessoas podem ter  dificuldades em adormecer, além de contrações musculares ocasionais. Depois, perde-se, progressivamente, a capacidade de dormir.

Origem

“Há uma proteína que é uma espécie de coração da doença, a proteína príon”, disse Vallabh. “Ela faz parte do corpo humano, mas é capaz de sofrer uma mutação”. Quando isso ocorre, ela começa se proliferar e a a matar as células cerebrais.

A consequência é o declínio cognitivo e a perda da coordenação motora. A frequência cardíaca e a pressão arterial também podem aumentar.

A morte do doente geralmente ocorre entre 7 meses e 6 anos após o início dos primeiros sintomas. Os pesquisadores já testaram estratégias para ajudar as pessoas com o problema a dormir, mas os benefícios foram apenas temporários. Não há nenhum tratamento disponível atualmente.

Fonte: Veja

 

Não se esqueça de incluir alimentos ricos em vitamina D em sua alimentação

10/08/2017

Conheça os sintomas da falta de vitamina D, mais comum no inverno

Entenda a importância de manter o equilíbrio desse pró-hormônio para a manutenção de uma boa saúde

Durante as estações mais frias do ano, verificamos maior incidência de deficiência de vitamina D em nosso meio. Há, evidentemente, um aumento do uso de roupas fechadas e diminuição da exposição corporal por raios UVB, o que compromete a absorção de vitamina D pela pele. Estima-se que no período de meados de maio até setembro, a deficiência de vitamina D (níveis < 20 ng/mL) na população paulista se eleve de 39% para 77%, segundo levantamento da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo.

Os níveis baixos de vitamina D prejudicam as defesas do organismo e bom funcionamento do sistema endócrino, aumentam dos casos de resistência insulínica e diabetes tipo 1 e propensão de doenças ósseas, cardiovasculares, autoimunes e até alguns tipos de câncer, como mama , colón, e pâncreas. Dados mais recentes sugerem que níveis de 25OHVD > 40ng/mL parecem ter benefício na prevenção de câncer e esclerose múltipla.

Para driblar essa situação, o médico endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein, especialista titular pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Frederico Maia selecionou algumas informações que te ajudarão a passar pela estação com o nível adequado de vitamina D, entenda:

Os principais sintomas da falta de vitamina D são genéricos, por isso, fique atento:

Após os 20 anos de idade o organismo vai perdendo, ano após ano, a capacidade de absorção de vitamina D. Os principais sintomas dessa ausência são: dor ou sensação de fraqueza osteomuscular, fadiga e cansaço, aliados a queda intensa de cabelo e unhas consideradas “fracas”. Se os sintomas forem persistentes, procure um médico e descubra o seu nível de vitamina D (25-OH-VD) no exame simples de sangue.

Toda faixa etária merece atenção!

De acordo com estudo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, na cidade de São Paulo, 85% dos idosos possuem valores inadequados de Vitamina D. Os jovens não ficam trás, apenas metade da população de jovens não necessita ajustar os níveis da vitamina no corpo. A tabela de níveis adequados de 25(OH)VD no sangue é:

Deficiente Insuficiente Suficiente

0 – 20 ng/ml 20 a 29 ng/ml Acima de 30 ng/ml

Existem fontes alternativas ao sol para consumir a vitamina D

Além da luz solar, existem algumas maneiras para suprir a vitamina D no organismo. Com a alimentação é possível equilibrar os níveis, desde que o consumo esteja adequado as necessidades diárias do organismo, conforme a faixa etária. Alguns alimentos como salmão, sardinha, atum, ovos e cogumelos são algumas das principais fontes do pró-hormônio. Em casos específicos, podem ser necessárias a reposição com suplementos de vitamina D em doses variadas conforme cada caso, e de acordo com a avaliação médica. Essa alternativa possui a vantagem da praticidade, mas é necessário que a dose suplementada seja recomendada por um médico.

Fonte: Notícias ao minuto

Experiência de quase morte

07/05/2017

Neurocirurgião Volta do Coma e se Convence que há Vida Após a Morte

Alexander Eben entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.
O Fantástico conta uma história do além! Um neurocirurgião americano nunca acreditou em vida após a morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.
 O que existe depois que a vida acaba? Para o neurocirurgião Alexander Eben, a morte sempre significou o fim de tudo. Ele entende do assunto: foi professor da escola de medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e há mais de 25 anos estuda o cérebro.
 Sempre tinha uma explicação científica para os relatos dos pacientes que voltavam do coma com histórias de jornadas fora do corpo para lugares desconhecidos. Até que ele próprio vivenciou uma delas. E agora afirma: existe vida após a morte.
 Era 10 de novembro de 2008. O doutor Alexander é levado às pressas para o hospital, com fortes dores de cabeça. Ao chegar lá, é imediatamente internado na UTI. Em poucas horas já estava em coma profundo.
 Ele havia contraído uma forma rara de meningite. Quando o doutor Alexander entrou no hospital os médicos disseram à família que a possibilidade dele sobreviver seria muito baixa.  Ele ficou em coma profundo por sete dias. E foi durante esse período que o doutor Alexander afirma ter tido a experiência mais fantástica que um ser humano pode ter.
 Na jornada que eu tive não existia corpo, apenas a minha consciência, diz o médico. Meu cérebro não funcionava. Eu não me lembrava de nada da minha vida pessoal, meus filhos, ou quem eu era.
 Ele escreveu um livro para relatar a sua experiência de quase morte. E conta que primeiro foi levado para um ambiente escuro, lamacento e sem seguida chegou a um lugar bonito e tranqüilo. Um vale extenso, muito verde, cheio de flores e repleto de borboleta, diz ele. Ele conta que viu também um espírito lindo, uma mulher com uma roupa simples e com asas. Ela me disse: ‘você vai ser amado para sempre, não há nada a temer, nós vamos cuidar de você’.
 Perguntamos ao doutor Alexander se ele viu Deus. Ele disse que sim: Deus estava em tudo ao meu redor, ele estava lá o tempo todo.
 Um pesquisador da Universidade Federal de Juiz de Fora participa do maior estudo mundial já feito sobre as experiências de quase morte.
 “Os estudos mostram que apenas 10%, uma em cada dez pessoas que tiveram uma ressuscitação bem sucedida relatam experiência de quase morte. Os pacientes que vivenciaram uma experiência de quase morte tendem a ter ao longo do tempo, por exemplo, aumento da satisfação com a vida, tendem a ter diminuição do medo da morte, maior apreciação da espiritualidade, maior apreciação da natureza”, afirma o professor de psiquiatria da Universidade de Juiz de Fora Alexander Moreira-Almeida.
 A morte é uma transição, não é o fim de tudo, resume o doutor Alexander. Minha jornada serviu para me mostrar que a consciência nossa existe além do corpo, e ela é muito mais rica fora dele. Isso pode significar que a nossa alma, nosso espírito, seria eterno.
 No Brasil, existem pacientes como o doutor Alexander.  Outro caso aconteceu com a mãe de Vera Tabach que passou três meses em coma. Ela voltou contando uma história incrível.
 “Ela confessou que nesse período de coma ela se viu como se fosse num quarto de hospital sempre numa cama com várias pessoas em volta de branco. Ela disse que tinha feito um acordo. Que eles tinham dado mais 20 anos para ela, que ela ia conseguir criar os filhos e depois ela ia embora. E a gente acho aquilo uma história, mas realmente aconteceu”, lembra a jornalista Vera Tabach.
 Dia 17 de outubro de 1974, quando ela foi para UTI. E voltou depois de um tempo. Quando passou 20 anos, em 1994, em abril, ela começou a se sentir mal. Às 05h, 18 de outubro de 1994, ela morreu.
 “Ela sempre dizia que na vida só não tinha jeito pra morte. E depois que ela voltou ela disse que até para morte tinha jeito” conta Vera Tabach.
 O doutor Alexander diz que por dois anos tentou achar uma explicação científica para o que aconteceu com ele e com esses outros pacientes. Queria saber se tudo podia ser uma ilusão produzida de alguma maneira pelo cérebro, conversei com colegas da área e cheguei à conclusão de que não há como que explicar. Não foi alucinação, não foi sonho.
 Mas nem todos concordam. O professor de neurociências da Universidade de Columbia, Dean Mobbs, diz que é difícil acreditar num desligamento completo do cérebro. E que mesmo no caso do doutor Alexander, outras áreas do cérebro podem ter permanecido ativas, provocando as sensações que ele descreve.
 O nosso cérebro é muito bom em transformar a realidade. Em um acidente, como um trauma na cabeça, os caminhos do cérebro podem ser danificados mas é possível que ele encontre outras maneiras de identificar os sinais que vêm de fora e criar uma nova experiência como a da quase morte, por exemplo.
 O uso de fortes analgésicos e a baixa oxigenação do cérebro durante estados de coma podem explicar que luzes e sons estranhos sejam percebidos pela mente.
 E a sensação de estar fora do corpo já foi induzida artificialmente em muitas pesquisas. Eu acho que essas experiências de quase morte na realidade são uma maneira do cérebro lidar com um trauma.
 A ciência ainda não tem respostas conclusivas sobre as experiências de quase morte.
 “A grande discussão que existe hoje é: a mente é um produto do cérebro, o cérebro produz a mente; ou a mente é algo além do cérebro, mas que se relaciona com o cérebro”, questiona Alexander.
 Independentemente do que tem acontecido,  diz a esposa do doutor Alexander, para ela, que ficou ao lado do leito do hospital esperando o marido voltar, o final foi feliz. Quando chegamos em casa e sentamos no sofá, não acreditei que ele estava  junto comigo de novo.
Para assistir o vídeo abaixo desative a música do blog na lateral direita.
Fonte: amigosespiritasonline.blogspot.com.br

Origem do Mal de Alzheimer

04/04/2017

Cientistas descobrem verdadeira origem do Alzheimer

Doença não surge na área do hipocampo, como se acreditava

© DR

Pesquisadores italianos descobriram a verdadeira origem do Mal de Alzheimer. Diferentemente do que se acreditava até então, a doença não surge na área do cérebro associada à memória, mas sim da morte de neurônios da região vinculada às mudanças de humor. Coordenado pelo professor associado de Fisiologia Humana e Neurofisiologia da Universidade Campus Bio-Médico de Roma, Marcello D’Amelio, o estudo, que revoluciona a maneira como entendemos e tratamos a patologia, foi publicada na revista científica “Nature Communications”.

Até agora, o Alzheimer era considerado uma doença que surgia devido à degeneração das células do hipocampo, área cerebral da qual dependem os mecanismos da memória. O novo estudo, conduzido em colaboração com a Fundação IRCCS Santa Lucia e do CNR de Roma, no entanto, aponta que a doença surge na área tegmental ventral, onde é produzida a dopamina, neurotransmissor vinculado às mudanças de humor. Segundo os pesquisadores, como um efeito dominó, a morte dos neurônios responsáveis pela produção de dopamina desacelera a chegada desta substância ao hipocampo, causando assim uma falha que gera a perda das lembranças, principal sintoma da doença.

A hipótese foi confirmada em laboratório, onde várias terapias destinadas a restaurar os níveis de dopamina foram administradas em animais. Nos testes, foi observado que tanto as memórias quanto a motivação de viver, cuja falta causa depressão, foram recuperadas. “A área tegmental ventral relança a dopamina também na área que controla a gratificação. Na qual, com a degeneração dos neurônios dopaminérgicos, também aumenta o risco de perda de iniciativa”, explicou D’Amelio. Isso explica porque o Alzheimer é acompanhado, grande parte das vezes, pelo desânimo e pela depressão. Contudo, os estudiosos ressaltam que as mudanças de humor associados ao Alzheimer não são uma consequência do surgimento da doença, mas sim um “alarme” sobre o início da patologia. “Perda de memória e depressão são duas faces da mesma moeda”, concluiu o italiano.

Fonte: Notícias ao Minuto

Delícias do Marrocos

02/04/2017

Os sabores e temperos marroquinos seduzem os brasilienses

No restaurante Mabruk, é possível entender um pouco sobre o delicado equilíbrio de especiarias que faz a fama da cozinha do Marrocos

 

Pense rápido. Quais são as três primeiras coisas que lhe vêm à mente quando se fala do Marrocos? Provavelmente, o cuscuz está entre elas. Popularizado no Brasil e em outras partes do Ocidente, o prato típico do país africano ganhou várias adaptações pelas bandas de cá. A coluna, porém, decidiu buscar a receita original. E nada melhor do que um marroquino para ensiná-la.

“O cuscuz marroquino está para nós como a feijoada está para o brasileiro”, compara Yassin Adnane, chef do restaurante marroquino Mabruk. E justifica: o prato é sinônimo de celebração. “Costumamos comê-lo às sextas-feiras, depois da segunda oração do dia.” Uma outra curiosidade está na forma como é degustado: coletivamente e com a mão. “O cuscuz é servido em grandes tagines, espécies de travessa que podem chegar a 50cm de diâmetro. É um momento de confraternização”, completa Youssef Lamari, proprietário do restaurante, aberto no ano passado na Asa Sul.

Uma conversa com Yassin e Youssef é quase um intensivão sobre a cultura marroquina. Um dos segredos da cozinha local, por exemplo, está na dosagem perfeita dos temperos. “O prato deve ter o sabor que tem que ter. Nenhum ingrediente deve se sobrepor a outro”, ensina Yassin. E, para completar, conta que, em todas as lojas de tempero, há sempre um especial, o top da casa, que é um mix com o que há de melhor no lugar. “O ras el hanout, como é chamado, pode ter de sete a 25 itens, a depender do gosto do cozinheiro. Tradicionalmente, cada tempero era triturado no pilão”, conta.

Autoditada na arte das panelas, o chef — ou melhor, cozinheiro, como prefere ser chamado — chegou ao Brasil em 2004. Depois de passagens pela Bahia e por São Paulo, Yassin acabou aportando em terras candangas, onde trabalhou como tradutor em várias embaixadas. “Sou formado em letras, mas cozinhar é uma paixão antiga.” Esta, porém, é a primeira vez que ele chefia a cozinha de um restaurante. E desempenha a função com entusiasmo. “Mabruk significa abençoado em árabe, é uma saudação, uma forma de felicitar as pessoas. E é bem essa a filosofia da nossa casa. Estamos de portas abertas para todos.”

Voltando ao cuscuz marroquino, Yassin vai logo explicando: o típico é feito de carneiro ou frango, e pode ser adocicado ou não. Para a coluna, ele escolheu a receita do carneiro. No preparo, ensina, podem ser usados a paleta, o pernil e o pescoço do animal. “Eu, particularmente, acho o pescoço mais saboroso”, garante. Mas tudo vai depender, claro, da escolha e da dosagem dos temperos. Outra dica importante fica a cargo da hidratação do cuscuz. Para deixá-lo na textura perfeita, Yassin refaz o processo de umidificação, levando ao vapor por duas vezes. Detalhe, nada de pôr a cuscuzeira sobre a água. Ela deve ser colocada sobre o vapor da carne que está no fogo.

Mas a cozinha marroquina está longe de se restringir ao cuscuz. Por conta da localização geográfica e do posicionamento político, sofre forte influência das culinárias mediterrânea, árabe, europeia e judaica. “Somos, por exemplo, a segunda maior comunidade judaica fora de Israel”, enumera. A fartura é outra característica da gastronomia local. “Alimentar-se é um ato social.” E, para deixar tudo ainda mais saboroso, soma-se o colorido dos pratos, seja nos ingredientes, seja nos utensílios em que são servidos.

 

Cuscuz marroquino com carneiro

 

Ingredientes
1 e 1/2kg de carneiro (paleta, pernil ou pescoço)
500g de cuscuz marroquino
Ras el hanout (mistura de temperos triturados, como, por exemplo, cravo, canela, noz-moscada, cardamomo, cominho, louro, semente de coentro, açafrão.)
Cebola
Repolho
Nabo branco
Tomate
Grão-de-bico
Cenoura
Pimenta-do-reino
Sal
Azeite
Óleo
Manteiga
Açúcar
Canela
Essência de flor de laranja
Gergelim

Modo de fazer
Com antecedência, tempere o carneiro com sal, pimenta, cebola e a mistura de temperos (o ras el hanout).
Sele a carne no azeite. Em seguida, cubra com água e ponha para cozinhar.
Quando a carne do carneiro estiver macia, quase soltando, acrescente os legumes cortados em pedaços grandes: cebola, nabo, cenoura, tomate, repolho, grão-de-bico (o básico) e o que mais quiser usar.
Em uma cuscuzeira, ponha o cuscuz com água e sal e deixe hidratar. Quando crescer (geralmente, ele dobra de tamanho), solte-o bem e coloque no vapor — de preferência, sobre a panela onde está sendo preparado o carneiro. Quando sair o vapor, tire o cuscuz do fogo, ponha em uma vasilha e volte a cobrir com água para reidratá-lo. Quando estiver umidificado, leve novamente à cuscuzeira até soltar o vapor. Reserve.
Em um recipiente (uma tagine), coloque o cuscuz, soltando com a mão e fazendo uma cratera no centro. Acrescente o carneiro e os legumes cozidos sobre o cuscuz.
Se quiser dar um toque adocicado, corte seis cebolas em tiras e, com manteiga e um pouco de óleo, leve ao fogo até ficar transparente. Caramelize com açúcar, canela e essência de flor de laranja. Ponha gergelim por cima.
A cebola caramelizada tanto pode ser servida em um recipiente à parte como sobre o carneiro.

 

Serviço

Restaurante Mabruk

208 Sul, Bloco C, Loja 2; Telefone: (61) 3546-2108
Aberto de terça-feira a sábado, das 11h às 23h, e aos domingos, das 11h às 16h

Fonte: Correioweb

Brasileiro está fazendo menos sexo

26/03/2017

Crise econômica e hiperconectividade abalam fama de ‘bom de cama’ do carioca

Casais estão tensos e se distraem no celular

 Vistos internacionalmente como ‘bons de cama’, com média de pelo menos três relações sexuais por semana, os brasileiros estão vivendo uma crise, além da política e econômica, sem precedentes, na hora do, digamos, “vamos ver” entre quatro paredes. É o que revela pesquisa do Instituto do Casal:entre outros dados está a constatação de que a vida sexual piorou após o casamento para 72,9% dos entrevistados.

Conduzida pelas psicólogas e terapeutas de casais, Denise Figueiredo e Marina Simas de Lima, fundadoras da instituição, o levantamento mostrou que a dependência tecnológica, a chamada hiperconectividade, com o exagerado uso de celular, sobretudo, e a falta de dinheiro para cobrir os gastos da família, são os principais motivos para que os relacionamentos íntimos estejam tão caídos.


Para os casais, para uma vida plena faltam dinheiro, afeto, carinho e mais amor, além de sonhos em comumSandro Vox / Agência O Dia

“Trata-se de uma falência sexual jamais vista na história. A ponto de, sequer, debaixo do mesmo teto, casais serem ao menos bons amigos”, alerta Marina. “Embora estejamos vivendo numa época em que nunca se teve tanta liberdade para se falar e praticar sexo, a realidade é diferente”, completa Denise.

Online, 510 homens e mulheres, dos 18 anos até pouco acima dos 50, deram opiniões. Os entrevistados não foram questionados sobre gênero, nem orientação sexual. A única condição era ser casado ou morar junto, mantendo relacionamento estável. O objetivo foi constatar o nível de satisfação conjugal, levando-se em consideração o sexo, projetos em comum, lazer, diálogo e medos.

“Descobrimos que mais da metade dos casais está insatisfeita com a vida sexual”, detalha Marina. Ao responder `como está sua vida sexual hoje?´ ,55,9% respondeu ruim e regular. Apenas 12% considerou ótima.

O mecânico X., e a auxiliar de enfermagem Y., estão na faixa etária de 31 a 50 anos, maioria dos entrevistados (69,3%). X. confessa que o uso sem controle do smartphone tem influenciado negativamente na vida sexual do casal, que hoje faz sexo uma vez a cada três semanas, e “olhe lá”. “Ao deitar, eu viro para um canto e ela para o outro, respondendo, ambos, a mensagens de amigos. Acabamos dormindo”, lamenta X.

“Já até esqueci a última vez que transamos”, brinca Y., lembrando dos “fogosos encontros diários sob lençois”, há duas décadas.

Saída: hora programada para o sexo

Mas nem tudo está perdido. “Se há cumplicidade, respeito e intimidade, há chance de superação dos momentos difíceis”, pondera Marina. Mas qual seria a solução? Para as psicólogas, programar o sexo pode ser uma boa. Isso mesmo. Marcar hora para se fazer amor, se a causa para a falta de desejo não for nenhum transtorno psiquiátrico, como depressão e ansiedade.

“Pode parecer esquesitice, mas não é. É uma saída. O casal deve reservar um momento para o sexo, se desligando do mundo lá fora. Quando se está solteira, a pessoa não se organiza para sair e planeja o sexo, seja na hora de escolher a lingerie, comprar preservativos, se arrumar?”, compara Marina.

A psicóloga recomenda, em boa parte dos casos, terapia para o casal entender o que está afetando a libido e buscar soluções. Até jogos educativos, como o Puxa Conversa Casal, com perguntas sobre a relação, à venda pela internet por pouco mais de R$ 30, são indicados. Para Marina, o sexo espontâneo, como o dos filmes românticos, está extinção, virou mito. “Sexo no casamento requer conexão entre os parceiros”, opina.

Só casais que vivem juntos há 20 anos

A pesquisa foi feita com quem vive junto há mais de 20 anos, sendo 80% com filhos, uma das causas apontadas para a escassez de sexo. Outro dado interessante é que 27,7% dos entrevistados disseram não se sentir à vontade para realizar fantasias sexuais, por vergonha (16,9%), moralismo (15,49%) ou falta de entrosamento (14,8 %). A fidelidade, surpreendentemente, apareceu em quarto lugar no quesito importância para a união.

OUTROS DADOS

MEDOS
Doenças na família, ficar viúvo (a), deixar de se sentir amado (a), ser traído (a), deixar de amar o parceiro (a), foram apontados como causas para a crise de sexo entre os casais.

CONVERSA
63,45% dos entrevistados afirmaram que conversam duas ou mais horas por dia com o (a) parceiro (a), e 36,55 % não conversam nada.

CONFLITOS
33,9% dos casais preferem escolher um outro momento para solucionar discussões e não na hora. Outros 26,5% afirmam que procuram se colocar no lugar do outro.

LAZER
Os casais entrevistados disseram que quando estão juntos para se divertirem, preferem: viajar (75,8%), comer (66,1%), ver filmes ou TV (62,8%). Fazer amor aparece apenas em quarto (45%).

OUTRAS ATIVIDADES
Lazer com os filhos e jogos (11,11%), passeios e conversas (9,52%), barzinhos e reunião com amigos (7,93%) .

O QUE IMPORTA
Numa relação: afeto e carinho (82,4%), amor (77,8%), projetos em comum (67,8%), e fidelidade (60,2%).

O QUE AFASTA O CASAL
Trabalho (40,7%), desatenção (32,1%), finanças (28,8%), dedicação aos filhos (28,4%).

Fontes: O Dia e Instituto do Casal

Ranking da felicidade

21/03/2017

Noruegueses são os mais felizes

Ranking da ONU traz mudança no topo; Brasil cai e agora aparece em 22º, entre 155 países

O Brasil foi eleito o 22º país mais feliz do mundo, de acordo com o ‘Relatório Mundial da Felicidade 2017’, divulgado nesta segunda-feira. A lista, com 155 nações, foi elaborada pela Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU, coincidindo com o Dia Internacional da Felicidade.

No primeiro lugar está a Noruega, que desbancou a Dinamarca. Entre os latino-americanos, o primeiro lugar ficou com a Costa Rica, que ficou em 11º na classificação mundial.

O informe combina seis fatores: PIB per capita, expectativa de vida saudável, apoiosocial (ter alguém em quem confiar em momentos difíceis), ausência de corrupção no governo e nas empresas, liberdade social e generosidade (medida por doações recentes).


Família em Lofoten: senso de comunidade na Noruega é destaqueEfe

“O que importa é o ser humano. Se a riqueza dificulta os relacionamentos frequentes e confiáveis entre pessoas, será que vale a pena tê-la?”, perguntou John Helliwell, autor principal do estudo e economista na Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. “O lado material pode acabar atrapalhando o lado humano.”

O relatório avalia as mudanças ocorridas entre os períodos de 2005 a 2007 e de 2014 a 2016 para 126 países. Segundo estes cálculos, as nações que melhoraram seus índices são maioria na América Latina e no Caribe. A Nicarágua é o estado que mais avançou desde 2005, com um aumento de 1,364 pontos.

A maior parte dos Estados da América do Sul conseguiu aumentar seus índices de felicidade em 12 anos, tendência que contrasta com a baixa da Venezuela, país que mais piorou.

No mesmo período, os indicadores de felicidade se estagnaram ou diminuíram relativamente na América Central, e paradoxalmente, o país melhor qualificado no continente, Costa Rica, foi o que mais piorou em 12 anos em sua região. No outro extremo, os 10 países mais infelizes do mundo são: República Centro-Africana, Burundi, Tanzânia, Síria, Ruanda, Togo, Guiné, Libéria, Sudão do Sul e Iêmen.

Gangorra

O Brasil oscila: em 2012, aparecia em 25º; subiu para 24º (2013), saltou para 16º (2015), recuou para 17º (2016) e caiu para 22º.

Chile lidera

No ranking atual, na América do Sul, o Brasil está atrás do Chile (20º). Depois vêm Argentina (24º), Uruguai (28º), Colômbia (36º), Equador (44º), Bolívia (58º), Peru (63º), Paraguai (70º) e Venezuela (82º).

Frio em comum

Nações escandinavas e a Suíça sempre aparecem no topo. Holanda e Canadá foram intrusos nas duas primeiras edições do relatório.

Efeito Trump

Os Estados Unidos nunca estiveram entre os dez mais e vêm caindo — estão em 14º. Sachs credita a queda à desigualdade, à desconfiança e à corrupção. E avisa: as medidas que o presidente Donald Trump quer implantar vão piorar as coisas. “Acho que tudo que tem sido proposto vai na direção errada”, afirmou.

-  Ranking

1º Noruega

2º Dinamarca

3º Islândia

4º Suíça

5º Finlândia

6º Holanda

7º Canadá

8º Nova Zelândia

9º Austrália

10º Suécia

11º Israel

12º Costa Rica

13° Áustria

14° Estados Unidos

15º Irlanda

22º Brasil

 Fonte:O Dia

Cuidado com os micróbios

15/03/2017

 

Os 22 locais da casa mais infectados com bactérias e fungos

Sabe a cozinha da sua casa? Acredite ou não, ela é mais emporcalhada que seu banheiro! Calma, ninguém tá dizendo que você faz m… na cozinha. É que deu um embrulho danado no estômago, mas a Mundo Estranho (ME) topou a parada e investigou quais são os lugares do cafofo que escondem o maior número de micróbios prejudiciais à saúde.

Mas, antes de mergulhar na intimidade de nossos “chiqueirinhos”, um detalhe importante: não precisa ficar paranoico querendo desinfetar a casa toda, toda hora. Pelo contrário. “Viver num ambiente estéril, sem micro-organismos, não é salutar, pois não reproduz as reais condições da vida fora de casa”, diz o sanitarista Pedro Germano, da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Além disso, se alguém exterminasse as bactérias maléficas, por tabela eliminaria as benéficas, essencias em vários sentidos, como para a nossa digestão – não custa lembrar, cerca de 100 trilhões desses germes vivem dentro do seu corpo. Dito isso, e como aqui na ME a gente não varre nada pra debaixo do tapete, confira quais são os cantos mais asquerosos do lar. Tem muita porcaria escondida onde você menos imagina… Urrgh!

Esquadrão da imundície

Germe (ou micróbio) é o nome popular dos micro-organismos espalhados pelo ambiente

BACTÉRIAS – São as chefes da casa. Apesar de haver várias nocivas por aí, a maioria delas é benéfica para nós

VÍRUS – Compostos só de material genético dentro de uma capa de proteína, invadem células para se multiplicar

ÁCAROS – Microscópicos, esses aracnídeos se alimentam de restos de nossa pele e adoram locais como a cama

FUNGOS – Podem causar alergias e micoses, além de “pré-digerir” restos de pele humana para os ácaros

 

Pocilga. doce pocilga© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Pocilga. doce pocilga– (Rafael Sica/Mundo Estranho)

 

1) BOCAL DO TELEFONE

Além da sujeira levada pelas mãos, no bocal do telefone fixo podem se acumular gotículas de saliva com bactérias da boca de quem fala. No caso dos celulares, que largamos em tudo quanto é canto, a situação é ainda pior

2) MOCHILAS

O fundo das mochilas acumula sujeira do piso do ônibus, do banheiro escolar, e por aí vai. Somem-se a isso os restos de comida, poeira de livros e uns trocados “incubados” lá dentro. Tá feita a porcaria pra ser carregada pra baixo e pra cima… até da mesa de jantar! Bolsas e carteiras “cumprem” o mesmo papel

3) CONTROLES REMOTOS

Aparelhos em que todos colocam a mão, como o controle remoto da TV, são outros focos de micróbios. Um espirro ou o manuseio do controle por alguém gripado, por exemplo, pode depositar o vírus da influenza ali. Daí, para o próximo desavisado que for assistir à TV se infectar, é um passinho

4) TAPETES

Tapetes, sofás e bichos de pelúcia – que as crianças adoram arrastar pelo chão – acumulam restos de pele morta e de alimento, que atraem ácaros e insetos lotados de germes. Isso pra não falar da poeira que se junta e pode desencadear reações alérgicas

5) INTERRUPTORES E MAÇANETAS

As mãos carregam germes de todas as superfícies e objetos que tocam. Com isso, interruptores e maçanetas – que raramente estão na rota da faxina – ficam bem sujos. Pra quem mora em apartamento, pior: os botões do elevador, onde muita gente mete o dedo, são uma podreira só

Pocilga. doce pocilga© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Pocilga. doce pocilga– (Rafael Sica/Mundo Estranho)

6) TRAVESSEIRO

Travesseiros são um prato cheio para os ácaros. A multiplicação deles é tão rápida que, em seis anos, cerca de 10% do seu travesseiro é composto de ácaros – em dez anos, a população de sujeitos simpáticos como este ao lado é de 1 bilhão!

7) COLCHÃO

Passamos cerca de oito horas por dia no colchão, onde suamos, babamos e deixamos pedacinhos de pele morta. Se rolar sexo sem proteção – tsc, tsc, tsc – ou ejaculação durante o sono, também se acumula sêmen. Resultado? Um leito fofinho para a “orgia” de milhões de ácaros. E ainda tem a poeira embaixo da cama

8) CALÇADOS

Qualquer calçado, desde aquele chinelão que você usa pra ir à padaria até o tênis que só vai pra balada, traz a sujeira da rua pra dentro de casa. Se você guarda os itens no guarda-roupa, são grandes os riscos de, por tabela, contaminarem toda a sua roupa

9) MOUSE E TECLADO DO PC

Mouse e teclado são tocados constantemente pelas mãos – que não se sabe por onde passaram antes. Além disso, restos de lanche ficam depositados entre as teclas, que, para piorar, também acumulam poeira e quase nunca são limpas ou desinfetadas

10) LIVROS E REVISTAS

Quando guardados em locais escuros e com pouca ventilação, livros e revistas acumulam fungos que, assim como a poeira, são capazes de desencadear reações alérgicas. A poeira acumulada também pode carregar esporos de bactérias nocivas para nós

Pocilga. doce pocilga© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Pocilga. doce pocilga– (Rafael Sica/Mundo Estranho)

11) CESTO DE LIXO

Lotado de matéria orgânica, além de servir de repositório de germes, o cesto de lixo é um grande atrativo para ratos e baratas. Se o cestinho fica sobre a pia então, é nojeira na certa. O ideal é mantê-lo no chão – e melhor ainda se ele tiver pedal de acionamento

12) MÁQUINA DE LAVAR

Cuecas e calcinhas sujas podem servir de veículo para coliformes fecais – bactérias Escherichia coli presentes nas fezes –, transformando o cesto de roupas e a máquina numa porqueira daquelas. Por isso, roupas de baixo devem ser lavadas separadamente. Uma lavagem com água sanitária ajuda a desinfetar a máquina

13) TÁBUA DE CORTAR CARNE

A tábua de corte – que, mal lavada, junta sujeira em suas ranhuras – é uma das grandes vilãs da cozinha, podendo conter tantos germes quanto uma privada! Encontradas em alguns alimentos estragados, bactérias como a Salmonella enteritidis, por exemplo, podem contaminar outros rangos preparados na mesma superfície

14) PIA DE COZINHA

Além do ralo e da cuba, o balcão da pia, que também acumula água e restos orgânicos, é bem trash. Outro elemento mais discreto – mas não menos sujo – é o registro da torneira: ele chega a acumular o dobro de bactérias em comparação com uma torneira de banheiro

15) RALO DA PIA

Como detergente não mata bactérias – serve só para retirar a gordura das superfícies –, a pia acumula os micróbios presentes em restos orgânicos do preparo de alimentos e da limpeza de louça. O ralo concentra essas sobras em meio à umidade, formando um limo que serve de abrigo e comida para altas muvucas de germes

16) ESPONJA DE LAVAR LOUÇA

A esponja é o local preferido das bactérias por estar sempre úmida e com gordura e restos de alimentos, prato cheio para esses germes. Se ela não for desinfetada periodicamente com cloro, “lavar” a louça passa a ser apenas uma transferência de micróbios da esponja para copos, pratos e talheres

17) PUXADOR DA GELADEIRA

Após manipular alimentos contaminados com bactérias, as mãos do cozinheiro podem tocar em toda parte, como o puxador da porta da geladeira, deixando os micro-organismos à vontade para migrar para as mãos de alguém que queira beber uma água gelada ou checar se o rango está pronto no forno

Pocilga. doce pocilga© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Pocilga. doce pocilga– (Rafael Sica/Mundo Estranho)

18) PIA DO BANHEIRO

Sabe aquela famosa placa que se acumula nos dentes mal escovados? Algo semelhante, chamado de biofilme, aparece nas pias que passam muito tempo sem ser lavadas. As bactérias se acumulam até formar uma colônia asquerosa que adere à superfície

19) ESCOVA DE DENTES

Ao darmos descarga com a tampa aberta, voam gotículas invisíveis de água melequenta que infectam tudo o que está descoberto e próximo à privada. Por exemplo, os objetos que ficam sobre o balcão da pia, como – eca! – as escovas de dentes! Não à toa, recomenda-se que elas fiquem tampadas ou a pelo menos 2 metros do vaso

20) ESCOVA DE DENTES (PARTE 2)

Mesmo que a escova fique tampada, ela pode acumular germes da flora bucal, como o Streptococcus mutans, causador de cáries. Se o cara é mais descuidado, até restos de alimento se juntam e, com o tempo, formam um limo verdinho parecido com aquele do ralo na pia da cozinha…

21) TOALHAS

Toalhas de rosto e de banho acumulam resíduos de pele morta e, ainda, sujeira de quem não se lavou direito. Outro problema é o acúmulo de fungos, como o Candida albicans, causador de micoses, que adoram viver no aconchego das toalhas permanentemente úmidas

22) VASO SANITÁRIO

Não tem zebra: o vaso sanitário é, disparado, o ponto da casa com maior concentração de germes. As 480 mil bactérias que se espremem em cada centímetro quadrado da privada vêm de dentro de você, e só pelo cocô. A urina masculina não tem bactérias e a feminina só um pouquinho, que o xixi pega ao sair pela vagina

FONTES: Estudos do professor Charles Gerba, microbiologista da Universidade do Arizona (EUA) e pesquisa do Hygiene Council, nos EUA (dados sobre concentração bacteriana); pesquisa da Universidade de Kingston, em Londres (concentração de ácaros)

Pocilga. doce pocilga© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Pocilga. doce pocilga
Fonte: MSN

Dica do Terra2012: tenha sua própria horta em casa

12/03/2017

Plantar em casa o próprio alimento é uma terapia

Mesmo sem quintal, muitos cariocas aderem à mania de criar hortas caseiras, seja na varanda, na sacada ou na área. Agrônoma ensina como cultivar sem agrotóxicos

O cultivo de hortas em casas e apartamentos tem crescido nos lares cariocas. A cultura possibilita a produção de alimentos sem agrotóxicos e também serve como decoração. Mesmo com pouco espaço, os moradores aproveitam varandas e sacadas de apartamentos ou mesmo pequenas áreas para montar a estrutura da horta. Além disso, o custo para montar é baixo e o cultivo é uma grande terapia para muita gente.


Cariocas aproveitam cada metro quadrado de seus espaços para plantar hortaliças e até fitoterápicosDivulgação

A servidora pública federal Alessandra Andrade Evangelista, de 37 anos, conta que o hábito de ter hortas em casa veio desde a adolescência, mas naquela época ainda não pensava na questão dos agrotóxicos. “Sempre gostei de plantas e o processo de vê-las crescendo e indo para o prato é fascinante. Naquela época, as questões de agrotóxicos ainda não eram tão evidentes como hoje. Era uma terapia estar com a mão na terra. Depois percebi como era prático e mais saboroso ter temperos sempre frescos em casa”, conta.

O biólogo e permacultor urbano Antônio Soares, 39, buscava alternativas favoráveis para melhores condições de vida no meio urbano. “Em 2013, eu já plantava, por gostar mesmo e procurava um modo de vida para partilhar. Percebi que meu caminho eram as hortas urbanas sustentáveis”, destaca. Soares conta que a horta trouxe inúmeras melhorias para a sua vida. “Ter uma horta em casa, estando nesse caos urbano, é como ter um refúgio, além de trazer melhorias para a saúde e o convívio com as pessoas”.

Para Alessandra, é relaxante mexer com a terra. “É uma satisfação ver meu alimento crescendo e saber que não há agrotóxicos nele. Tenho temperos, frutas e algumas hortaliças sempre frescos, como, por exemplo, limão, manga e alface. Acaba sendo um custo a menos que tenho no mercado”.Para a engenheira agrônoma da Emater-Rio em Nova Iguaçu, Maria Conceição Rosa, todas as pessoas têm a chance de ter em casa uma horta. “Todo mundo tem a possibilidade, nem que seja em um vaso pequeno com tempero para a cozinha”. Segundo ela, a maior motivação da criação tem sido a saúde.

“As pessoas procuram se alimentar com produtos sem contaminação, que são cultivados em casa”.

Maria Conceição afirma que para criar uma horta em casa é necessário iluminação adequada, além de respeitar as inúmeras peculiaridades de cada planta. “As pessoas têm que conhecer o que querem plantar. Precisam saber o quanto de exposição ao sol a hortaliça pode tomar, o quanto de espaço e terra são necessários e a disponibilidade de água”. Maria explica que a maioria das hortaliças não é do Brasil, por isso não aguentam o calor do Rio.

Para quem mora em apartamento, se tiver varanda, este é o local ideal para o cultivo, mas para casas sem varanda, a opção é perto das janelas ou onde houver luz solar. “O que se deve lembrar é que as plantas precisam de luz solar e também de água”, ressalta a agrônoma.

Reportagem da estagiária Marina Cardoso

Fonte: O Dia

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06/02/2017

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Fonte: Youtube

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