37 milhões pediram seguro-desemprego nos EUA, e apenas 1,5 milhão no BR

Para entender essa diferença, é preciso ter em mente as características do mercado de trabalho em cada país.

37 milhões pediram seguro-desemprego nos EUA, e apenas 1,5 milhão no BR

Fonte: Notícias ao Minuto- Enquanto nos EUA 37 milhões de pessoas solicitaram o seguro-desemprego em março e abril deste ano, no Brasil o número foi bem menor: 1,5 milhão no mesmo período.

Para entender essa diferença, é preciso ter em mente as características do mercado de trabalho em cada país, bem como os instrumentos adotados para o combate à crise do coronavírus.

Enquanto nos EUA o seguro-desemprego é o principal instrumento assistencial para quem fica sem trabalho, neste momento existem no Brasil, além do seguro-desemprego, o auxílio emergencial, para informais, bem como a suspensão de contrato e o corte de jornada e salário para quem tem carteira assinada.

Segundo balanço mais recente, 57 milhões de brasileiros estão recebendo o auxílio emergencial para informais ou tiveram contrato de trabalho suspenso ou jornada e salários reduzidos. É preciso considerar também que os critérios para a concessão do seguro-desemprego não são os mesmos.

Os EUA tinham 156,5 milhões de pessoas empregadas no final de abril, praticamente todas aptas a receber o seguro, inclusive trabalhadores de aplicativos de transporte.

No Brasil, apenas trabalhadores formais, com carteira assinada, podem ter acesso (exceto em casos específicos, com pescadores artesanais). No final de março, 33,6 milhões possuíam empregos formais no mercado de trabalho brasileiro.

Ter carteira assinada é apenas um dos requisitos para ter acesso ao seguro-desemprego. É necessário ainda cumprir carências que variam de 6 a 12 meses de trabalho e não possuir outra fonte de renda.

Outra diferença está nos custos de demissões e contratações, bem maiores no caso brasileiro. Isso torna vantajoso, em muitos casos, utilizar as hipóteses previstas na Medida Provisória 936, que trata da suspensão de contratos e redução de salários para trabalhadores formais.

Segundo dados do Ministério da Economia, até 11 de maio, 4 milhões de trabalhadores estavam com o contrato de trabalho suspenso e 3,2 milhões, com jornada e salário reduzido. O governo estima que esse total de 7,2 milhões deve chegar a 24,5 milhões nos próximos meses (cerca de 70% dos trabalhadores formais).

Eles vão receber do governo uma complementação de salário que corresponde a um percentual do seguro-desemprego, mas que não será paga com recursos deste programa. Ou seja, não será contabilizada como desembolso de seguro-desemprego.

Nos EUA, 18,1 milhões dos 23,1 milhões de desempregados estão desligados temporariamente (aumento de dez vezes em um mês). Todos poderão receber o seguro-desemprego.

“O Brasil tem um mercado informal muito grande. Basicamente metade das ocupações não tem acesso a seguro-desemprego. Outro fator é que os EUA são um país com mercado muito mais flexível, onde é muito barato contratar e demitir pessoas. No Brasil, há mais lentidão na contratação e também na demissão”, afirma Daniel Duque, pesquisador da área de Economia Aplicada do FGV-Ibre.

Em relação aos informais, ainda não há dados atualizados que permitam saber quantos já deixaram de trabalhar no Brasil.

Os dados PNAD Contínua do IBGE (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) para o trimestre encerrado em março de 2020 mostram uma perda de 2,3 milhões de postos de trabalho no total, em relação ao trimestre anterior. Desses, 1,6 milhão são trabalhadores por conta própria ou sem carteira. Ainda não há dados para abril, primeiro mês completo de quarentena, e não se sabe quando o IBGE conseguirá divulgar a pesquisa do período.

O único dado disponível sobre a situação de trabalhadores informais é o do auxílio emergencial de R$ 600 ou R$ 1.200. Até o final de abril, 20,5 milhões de pessoas que se cadastraram no app da Caixa para receber o chamado “coronavoucher” foram consideradas aptas para o benefício. O governo também selecionou mais 30 milhões pessoas que estavam no Cadastro Único (dois terços delas já faziam parte do Bolsa Família).

Não é possível saber, no entanto, se essas pessoas estão desempregadas, uma vez que o benefício emergencial pode ser pago a quem tem renda per capita de até meio salário-mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar total de até R$ 3.135,00. Outra exigência é que não sejam trabalhadores com carteira, nem pessoas que recebam seguro-desemprego.

“Como esse programa adotou caráter muito universalista, pode ter muita gente pedindo o auxílio que não estava efetivamente no mercado de trabalho antes. Pode não ser um termômetro muito adequado”, afirma Duque, do Ibre FGV.

No total, já são 59 milhões os brasileiros que pediram seguro-desemprego, tiveram contrato suspenso ou jornada reduzida temporariamente ou foram aprovados para receber o auxílio emergencial para informais.

Desses, 50 milhões já estão recebendo o auxílio para informais, segundo dados da Caixa e da Dataprev, número que deve chegar a pelo menos 80 milhões nos próximos meses, segundo estimativas da IFI (Instituição Fiscal Independente).Regras do seguro-desemprego no Brasil

O trabalhador deverá comprovar ter recebido salários de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada da seguinte forma:

– Ao solicitar o benefício pela primeira vez: O trabalhador deverá ter recebido pelo menos 12 salários nos últimos 18 meses imediatamente anteriores à data de dispensa.

– Ao solicitar o benefício pela segunda vez: O trabalhador deverá ter recebido pelo menos 9 salários nos últimos 12 meses imediatamente anteriores à data de dispensa.

O trabalhador no período que estiver recebendo o seguro-desemprego, não pode possuir outra fonte de renda de qualquer natureza. Também não poderá acumular qualquer outro benefício previdenciário de prestação continuada.

– Ao solicitar o benefício pela terceira vez ou mais: O trabalhador deverá ter recebido ao menos 6 salários nos meses imediatamente anteriores à data da dispensa.

6 números mostram o dramático impacto do coronavírus na economia

A pandemia de covid-19 tem sido devastadora para a economia mundial, e o Brasil está sendo duramente afetado, como mostram estes seis números

Fonte: Exame

Indústria: a queda na produção industrial é um dos indícios de que o Brasil está entrando numa recessão (Napat_Polchoke/Getty Images)

Em apenas dois meses, a pandemia de Covid19 liquidou as esperanças dos brasileiros de uma recuperação rápida da economia. Antes do coronavírus, o país vinha gradualmente deixando a recessão para trás e assumindo uma trajetória econômica positiva, mas isso mudou com impressionante rapidez.

Investimentos foram cancelados, empregos foram perdidos e empresas ameaçam fechar as portas, gerando mais desemprego. Para muitas organizações e pessoas, os planos de crescimento transformaram-se em luta pela sobrevivência. Veja seis números que dão uma ideia do tamanho da crise desencadeada pelo coronavírus.

O PIB brasileiro pode cair 7,7% em 2020

Sistemas de saúde precários, pouca margem para estímulos fiscais e alto grau de informalidade tornam a América Latina particularmente vulnerável aos efeitos econômicos devastadores da pandemia de coronavírus. Quem diz isso é o Bank of America (BofA), num relatório publicado nesta semana. O banco prevê que o PIB brasileiro deve cair 7,7% neste ano como consequência da pandemia. Se esse número se confirmar, será a pior recessão da história

O dólar caminha para além dos R$ 6

O real já acumula uma desvalorização de 45% em relação ao dólar neste ano e há indícios de que essa trajetória de baixa vai continuar. No mercado financeiro, a pergunta não é “se” o dólar superar R$6,00 , mas apenas “quando” isso vai acontecer. A moeda até chegou a bater nesse valor durante a última semana, mas recuou por causa das intervenções do Banco Central no mercado de câmbio. Na última sexta-feira (15 de maio), o dólar comercial terminou o dia cotado a 5,84 reais. Já o dólar turismo ficou em 6,15 reais.

Outras moedas de países emergentes também têm se desvalorizado. Além da pandemia de covid-19, a guerra comercial entre Estados Unidos e China tem contribuído para esse efeito. Um real fraco ajuda os exportadores, mas encarece inúmeros produtos que são importados, dependem de insumos importados ou têm seus preços atrelados a mercados internacionais.

Os pedidos de seguro-desemprego aumentaram 39%

Dados do IBGE apontam que já houve alguma alta no desemprego no primeiro trimestre. A taxa de desemprego no país foi de 12,2%, contra 11,0% no quarto trimestre de 2019. Ela aumentou em 12 dos 27 estados. Não é uma mudança dramática, mas é certo que um aumento maior vai ser revelado quando se divulgarem os números do segundo trimestre, em que o país está sendo mais duramente atingido pela pandemia de coronavírus.

Um indício disso está no número de pessoas que pediram seguro-desemprego em abril, que aumentou 39% em relação ao número de março, segundo o Ministério da Economia. O Ministério também divulgou que 6,2 milhões de pessoas aderiram à medida provisória que permite a redução de salário e a suspensão do contrato de trabalho — uma forma de evitar a extinção de mais empregos.

Outro indício de que o desemprego está aumentando está no Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), da FGV, que monitora os rumos do mercado de trabalho no Brasil. Ele despencou de 82,6 pontos, em março, para 39,7 pontos, em abril. É o menor nível desde 2008, quando a FGV iniciou a série histórica da pesquisa.

A produção industrial encolheu 9,1% em março

Pela primeira vez desde que o IBGE começou a monitorar a produção industrial no país, em 2012, ela encolheu nos 15 locais em que essa pesquisa é feita. Em São Paulo, maior parque industrial do país, a redução foi de 5,4%. As quedas mais intensas ocorreram no Ceará (-21,8%), no Rio Grande do Sul (-20,1%) e em Santa Catarina (-17,9%). Considerando-se o país inteiro, a produção encolheu 9,1%, aponta o IBGE em sua Pesquisa Industrial Mensal. É mais um indicador sinalizando que estamos entrando numa recessão.

O risco-país foi de 95 para mais de 400 pontos

Aos olhos dos investidores internacionais, o Brasil se tornou um país mais arriscado para investir neste ano. O CDS Credit Default Swap) do país já aumentou 255% no ano, indicando que os investidores internacionais veem risco crescente de o Brasil dar um calote em sua dívida externa. A situação do país é pior que a de outros emergentes. O CDS do México, por exemplo, avançou 175%; o do Chile, 140%; e o da África do Sul, 137% (Argentina e Venezuela não contam por já estarem em situação de calote).

Antes da crise do coronavírus e da piora do ambiente político, investidores viam o Brasil com chance de retomar o grau de investimento, o selo de bom pagador concedido pelas agências de avaliação de risco. No começo de janeiro, o CDS brasileiro estava em 95 pontos, o menor nível em dez anos. Em abril, as taxas chegaram a superar 400 pontos, mesmo nível que o Brasil tinha no começo de 2016, pouco antes do impeachment de Dilma Rousseff. Com isso, a sonhada volta ao grau de investimento, que traria mais investimentos estrangeiros para o Brasil, ficou muito mais distante.

O custo global da pandemia pode chegar a US$ 8,8 trilhões

Um estudo divulgado nesta semana pelo Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB, na sigla em inglês) estima que o custo da pandemia pode chegar a US$ 8,8 trilhões, dependendo da evolução do surto e do alcance das respostas dos governos. Esse número equivale a quase 10% do PIB global. O ADB ainda calcula que entre 158 milhões e 242 milhões de empregos podem ser eliminados globalmente, sendo 70% deles na Ásia e no Pacífico. Na China, até 95 milhões de empregos podem desaparecer, diz o banco.

Esse é o pior cenário previsto pelo banco. O impacto da covid pode ser mais brando se os governos agirem com eficácia para mitigá-lo. Mas não há dúvida de que o mundo está ficando mais pobre por causa da pandemia.

7 milhões de empregos foram preservados com medidas trabalhistas

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia reiterou que o auxílio emergencial foi desenhado para durar no máximo três ou quatro meses.

7 milhões de empregos foram preservados com medidas trabalhistas

Osecretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, atualizou nesta segunda-feira, 18, o número de pessoas atingidas pelas medidas trabalhistas criadas pelo governo para preservar empregos durante a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. Segundo ele, já são 7 milhões de empregos preservados.

Sachsida, contudo, reiterou que a área do crédito é a única na qual o governo precisa melhorar, de todas as frentes econômicas durante o combate à pandemia do novo coronavírus.

Ele espera que a situação avance com o início do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequena Porte (Pronampe), previsto para começar nesta semana.

Auxílio emergencial

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia reiterou que o auxílio emergencial criado durante a pandemia do novo coronavírus foi desenhado para durar no máximo três ou quatro meses. “Depois de três meses, esse programa tem de ser abandonado”, disse o secretário, em live organizada pela Nova Futura Investimentos.

Segundo Sachsida, após esse período, será o momento de o País “parar de transferir dinheiro do pobre para o rico”.

O secretário acredita que será necessário fortalecer os programas sociais que já existem. “Vamos remanejar o dinheiro dentro do orçamento, tirando daqueles que não são eficientes e transferindo para os que são eficientes.”

Consumo das famílias, carro-chefe da economia, registra queda histórica

A economia teve retração no patamar inédito de 5,3% no primeiro mês de distanciamento social do país, em comparação a fevereiro, com queda de 6,5% no consumo das famílias brasileiras

Consumo das famílias, carro-chefe da economia, registra queda histórica

A pandemia de coronavírus derrubou o principal pilar de sustentação da economia brasileira, o consumo das famílias, que registrou queda inédita em março, segundo dados do Monitor do PIB, indicador do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) divulgado nesta segunda-feira (18).

A economia teve retração no patamar inédito de 5,3% no primeiro mês de distanciamento social do país, em comparação a fevereiro, com queda de 6,5% no consumo das famílias brasileiras. Responsável por cerca de dois terços do PIB, o consumo vinha crescendo 2% ao ano e sustentando a fraca recuperação da economia desde o final de recessão de 2014-2016.

Nos três últimos anos, o país cresceu pouco mais de 1%.Os dados do Monitor do PIB também contrariam o discurso do Ministério da Economia de que o PIB brasileiro estava decolando quando o mundo foi atingido por um “meteoro”, em uma referência à pandemia de coronavírus.

Segundo a FGV, a economia já vinha com resultados fracos em janeiro (+0,6%) e em fevereiro (+0,2%). Com isso, no primeiro trimestre do ano, o indicador teve queda de 1%, pior resultado desde o terceiro trimestre de 2015, auge da recessão mais recente no país. Os dados oficiais do PIB para o primeiro trimestre serão divulgados pelo IBGE no próximo dia 29, mas trazendo números para o período fechado de três meses, sem resultados mensais. Os dados do monitor também apontam para uma mudança no perfil de consumo das famílias.

Todas as modalidades tiveram queda em março, com exceção dos bens não duráveis (principalmente produtos alimentares e farmacêuticos).Os produtos semiduráveis, como vestuário e calçados, e os duráveis, que dependem de crédito (como automóveis, elétricos e eletrônicos, entre outros), tiveram queda superior a 20%.

Os serviços tiveram retração de 5%. “Esta deverá ser a nova configuração do consumo durante o período do isolamento social: fortemente baseada em bens não duráveis e serviços”, dizem os pesquisadores Claudio Considera, Juliana Trece e Elisa Andrade, do Núcleo de Contas Nacionais do Ibre.”Com o retorno do comércio, haverá recuperação dos semiduráveis.

Os duráveis, só após a redução das incertezas. Essa nova configuração não será muito modificada nos primeiros momentos da abertura, pois a redução da renda das famílias, seu endividamento, o aumento do desemprego e a consequente elevação da incerteza perdurarão por um longo período”, afirmam os pesquisadores.

Outro componente do PIB, o investimento público e privado, também não deve ajudar na recuperação. Em março, mostrou retração de 5,8%. No trimestre, queda de 0,5%. O consumo do governo segue estagnado.As exportações recuam, apesar do câmbio mais favorável.

Assim como no Brasil, a demanda mundial por produtos industriais segue baixa, e as vendas que crescem são as de commodities.Claudio Considera, do Ibre, afirma que os números de abril e maio vão mostrar um quadro ainda pior e que os resultados futuros vão depender do que acontecer com o controle da pandemia.Mesmo se houver uma reabertura das atividades, a retomada da economia não será imediata (a chamada recuperação em “V”), pois deverá haver perdas permanentes de postos de trabalho e o fechamento de empresas.

“Não vejo uma saída de crise em ‘V’, infelizmente. A economia vai retomar aos poucos. Não estava decolando nos meses de janeiro e fevereiro, não estava crescendo a 3%. Os dados já mostravam que a gente poderia repetir a mediocridade dos três últimos anos”, afirma Considera.”As pequenas empresas estão quebrando. Estamos prevendo entre 17 milhões e 21 milhões de desempregados. Agora, teremos de cuidar primeiro da pandemia e, depois, tentar livrar a gente de uma depressão”, diz o pesquisador.

Fonte: Notícias ao minuto

A fortuna dos bilionários americanos aumentou 15% nos dois meses transcorridos desde o início da pandemia do novo, com o fundador e presidente da Amazon, Jeff Bezzo, e o diretor-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, liderando a lista, revelou um estudo.

Os mais de 600 bilionários americanos ficaram ainda mais ricos à medida que as ações das empresas de tecnologia subiram durante o lockdown provocado pelo avanço da Covid-19, segundo uma análise de dados de dois grupos de especialistas.

Entre 18 de março e  o dia 19 deste mês, o patrimônio líquido total  desses bilionários aumentou em US$ 434 bilhões, enquanto a pandemia de coronavírus causou perda de empregos e agonia econômica para dezenas de milhões de americanos.

A fortuna de Bezos cresceu mais de 30%, para US$ 147,6 bilhões, enquanto a de Zuckerberg aumentou mais de 45%, somando US$ 80 bilhões, de acordo com pesquisa do Americans for Tax Fairness e do Programa de Desigualdade do Institute for Political Studies. A análise foi baseada em dados da lista de bilionários publicada pela revista Forbes.

Bill Gates, da Microsoft, e Warren Buffett, da Berkshire Hathaway, apresentaram ganhos significativamente menores, de 8,2% e 0,8%, respectivamente, de acordo com o relatório.

As ações da Amazon e do Facebook aumentaram após novos anúncios de programas que impulsionaram seus negócios em um momento em que muitos consumidores estão trancados em casa.

A perda de empregos nos Estados Unidos ultrapassou 36,8 milhões desde o início do fechamento de negócios em meados de março. Na semana passada, mais de 2 milhões de americanos deram entrada em pedidos de seguro-desemprego, um sinal de que os postos de trabalho continuam a ser fechados dois meses depois que a pandemia do novo coronavírus obrigou empresas a cerrarem suas portas.

Outros dados mostraram um colapso nas vendas de casas nos EUA e um declínio na atividade da indústria.

Fonte: O Globo