Ato reúne artistas e pede ‘Diretas Já’ em São Paulo

Presidente Michel Temer deve passar o domingo em Brasília

© Cesar Itiberê/ FotosPublicas

Bandas e artistas se reúnem logo mais, às 11h, no Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo, para um festival voltado à realização de eleições diretas para presidente da República. Em meio à crise política que assola o governo de Michel Temer, esse será o segundo grande ato a tratar do assunto. No dia 28 de maio, cerca de 150 mil pessoas já haviam se reunido no Rio de Janeiro para pedir um pleito direto, estimaram os organizadores.

“Entendemos que esse Congresso Nacional que está aí, com centenas de parlamentares envolvidos em denúncias e escândalos, não tem condições morais de determinar como será o futuro do País”, afirma a organização do evento deste domingo na capital paulista no Facebook. Na página do evento na rede social, o evento, intitulado “SP pelas Diretas Já”, tem aproximadamente 20 mil pessoas que confirmaram presença. O ato vai das 11h às 17h e contará com artistas como Mano Brown, Criolo e Tulipa Ruiz, além de blocos de carnaval, como Bloco Soviético, Acadêmicos do Baixo Augusta e Bloco Bastardo.

Temer deve passar o domingo em Brasília. A pressão sobre o presidente aumentou após a prisão, ontem, do ex-assessor da Presidência, Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Ele havia flagrado pela Polícia Federal carregando uma mala com R$ 500 mil em propinas pagas pela JBS. Segundo o advogado de Temer, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, “não altera em nada” a estratégia de defesa do presidente.

Fonte: Notícias ao minuto

Ato com shows pela saída de Temer e por eleições diretas reúne músicos e artistas em SP

Série de shows começou com o cantor Chico César e, até 17h, contará com artistas como Criolo, Pitty, Emicida, Tulipa Ruiz, além de blocos de carnaval.

Músicos e artistas fazem ato em São Paulo pela saída de Temer e por eleições diretas

Músicos e artistas fazem ato em São Paulo pela saída de Temer e por eleições diretas

Músicos e artistas participam de ato neste domingo (4) no Largo da Batata, Zona Oeste de São Paulo, com pedido de saída de Michel Temer da Presidência da República e de realização de eleições diretas.

O evento “SP pelas Diretas Já”, de caráter festivo, tem na programação shows de nomes como Crilo, Pitty, Chico César, Tulipa Ruiz, Paulo Miklos, Emicida, Otto e Simoninha. Também estão na programação blocos de carnaval da capital paulista.

Chico César inicia série de shows em ato no Largo da Batata em defesa das 'diretas já' (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)Chico César inicia série de shows em ato no Largo da Batata em defesa das 'diretas já' (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)

Chico César inicia série de shows em ato no Largo da Batata em defesa das ‘diretas já’ (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)

O evento começou pouco antes das 12h com o show de Chico César. “Para não dizer que não falei das flores” e “Mama África” foram as músicas que mais levantaram o público.

O cantor agradeceu a participação dos manifestantes e, além de reclamar do governo federal, fez críticas ao Secretário de Cultura da cidade de São Paulo, Andre Sturm. Na última semana, a voz de Sturm foi gravada em reunião em seu gabinete na qual ameaçou bater em agente cultural

A previsão é que os shows deste domingo no Largo da Batata sigam até 17h.

Público assiste a shows no Largo da Batata em ato que pede a saída de Temer e eleições diretas (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)Público assiste a shows no Largo da Batata em ato que pede a saída de Temer e eleições diretas (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)

Público assiste a shows no Largo da Batata em ato que pede a saída de Temer e eleições diretas (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)

 

Delação da JBS

 

Os pedidos pela saída de Temer da presidência e por “diretas já” ganhou força após a divulgação do acordo de delação premiada assinado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. No acordo, eles disseram que gravaram Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha depois que ele foi preso na Operação Lava Jato.

Na gravação, Joesley diz a Temer que estava dando a Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para que permanecessem calados na prisão. Diante da informação, Temer diz: ‘tem que manter isso’.

 

Eleições diretas

 

Atualmente, a legislação prevê a realização de eleições diretas somente se o presidente e o vice-presidente da República se afastarem do comando do Palácio do Planalto nos dois primeiros anos do mandato. Na hipótese de a Presidência ficar vaga no último biênio, a Constituição estabelece que deve ser feita uma eleição indireta por meio do Congresso Nacional em até 30 dias da data da vacância.

Na última quarta-feira (31), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou por unanimidade Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece eleições diretas se a Presidência da República ficar vaga nos três primeiros anos do mandato. A eleição direta ocorreria caso os cargos de presidente e vice-presidente fiquem vagos até um ano antes do fim do mandato. A proposta ainda precisa ser analisada pelo plenário do Senado e pela Câmara.

A oposição quer usar a PEC para que seja convocada uma eleição direta caso o presidente Michel Temer venha a deixar o comando do Palácio do Planalto ainda em 2017.

 Fonte: G1

Diretas Já: Shows no Largo da Batata vão mobilizar SP neste domingo

 

Mano Brown, Tulipa e Criolo: músicos comprometidos com a luta pelas Diretas JáMano Brown, Tulipa e Criolo: músicos comprometidos com a luta pelas Diretas Já

A manifestação de São Paulo se soma a inúmeras que tem sido realizadas em vários estados do Brasil. No domingo (28), 100 mil pessoas estiveram no ato do Rio de Janeiro.

“O povo brasileiro tem o direito de escolher quem vai ser o seu próximo presidente. Nao dá pra deixaspr essa escolha na mão do Congresso que está ai: Tanta gente envolvida em escândalos e crimes. Vamos lá dar o nosso grito pelo Brasil”, convidou a atriz Mônica Iozzi em vídeo de convocação.

O coordenador da Frente Brasil Popular, Raimundo Bonfim, falou sobre a importância estratégica do ato. “Vamos trabalhar para que ocorra tudo a contento e possamos dar mais um passo nessa ampla campanha para restabelecer a soberania popular. Esperamos, com esse movimento, pressionar o Congresso. Já foi aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que autoriza eleições diretas. Agora vamos pressionar também os deputados”.

Segundo Bonfim, o objetivo do movimento é fortalecer a pauta em torno da renúncia do ilegítimo Michel Temer, envolvido em delações de executivos da empresa JBS, e pelas eleições diretas. “Não é um ato onde as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo têm a predominância, mas estamos todos empenhados em fazer um grande evento. Digo que as ruas não têm donos, têm causa”.

SP Pelas Diretas Já

4 de junho
a partir das 11h
no Largo da Batata. (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 860) Referência Metrô Faria Lima

Fonte: Vermelho

 

Multidão protesta contra Temer e pede eleições diretas

No protesto na Avenida Atlântica, desde as 12h deste domingo, 28/5/17, estão ocorrendo shows de diversos artistas

Uma multidão ocupa a Avenida Atlântica, na altura do posto 3, em Copacabana (zona sul do Rio), na tarde deste domingo (28) em protesto contra o presidente Michel Temer (PMDB) e por eleições diretas para ocupar a presidência. “A primeira medida necessária é a saída de Temer”, afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AM).

Para o congressista, há duas formas de isso ocorrer: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar a chapa formada por Dilma Rousseff e Michel Temer ou a Procuradoria Geral da República denunciar Temer, o que dependeria de autorização do Poder Legislativo. “O mais rápido seria o presidente renunciar, mas não se pode esperar isso dele”, afirmou.

Para o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), mesmo se a eleição direta para presidente nesse momento não for instituída, a mobilização popular é importante. “Em 1984 não conseguimos aprovar (a eleição direta), mas o movimento popular acelerou o fim da ditadura e as conquistas da Constituição de 1988.”

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) afirma ser possível prever hoje o desfecho da crise política. “Nós exigimos eleições diretas para presidente, mas não dá pra saber qual será a decisão do Congresso. Há uma proposta de emenda constitucional que será votada na próxima quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça. Mas tem outras variáveis: parece que o (deputado federal) Rocha Loures (flagrado recebendo R$ 500 mil) está negociando delação premiada. Então muita coisa pode acontecer”, avaliou.

O deputado federal Alessandro Molon (Rede), autor do primeiro pedido de impeachment de Temer após a divulgação da delação dos donos da Friboi, afirmou que a mobilização popular pode convencer os congressistas a aprovar uma emenda constitucional que institua eleições diretas.

A regra prevista na Constituição para substituição do presidente nos dois últimos anos de mandato é por eleição indireta. “Essa não é uma causa de um partido político, de um segmento, essa é a melhor solução para o País”. Molon acredita que o TSE vai cassar a chapa Dilma-Temer em 6 de junho. “Mas espero que não haja pedido de vista, que é a vontade de Temer”, afirmou.

No protesto na Avenida Atlântica, desde as 12h estão ocorrendo shows de diversos artistas. A principal exibição será de Caetano Veloso, a partir das 16h.

Fonte: Notícias ao minuto

Diretas Já? Oposição articula frente com 7 partidos por novas eleições

Manifestação em São Paulo pede saída do presidente Michel Temer e convocação de eleições diretas.© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Manifestação em São Paulo pede saída do presidente Michel Temer e convocação de eleições diretas.

Diante da crise política vivida pelo governo de Temer, partidos de oposição se articulam em torno de uma frente nacional para defender eleições diretas por meio de uma emenda à Constituição.

Presidentes do PT, Psol, Rede, PSB, PCdoB, PDT e PTN se reúnem na próxima segunda-feira à tarde, no Senado Federal, para discutir o tema. Parlamentares negam, contudo, conversas em torno de um nome para disputar o pleito.

Nesta quarta-feira (24), a bandeira das “diretas já” ganhou força tanto nas ruas quanto no Congresso. Manifestantes marcharam na Esplanada dos Ministérios e a sessão na Câmara foi interrompida duas vezes por discussões entre oposicionistas e governistas. No início da noite, deputados deixaram o plenário, em protesto.

“Temer decretou estado de exceção”, afirmou o deputado José Guimarães (PT-CE) em referência à decisão do presidente de chamar o Exército para atuar em Brasília até 31 de maio. A decisão foi tomada após confrontos no protesto na capital, com manifestantes feridos e prédios depredados.

Sem candidato

No PT, por enquanto, o candidato seria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, há certa resistência devido à possibilidade de ele ser preso. O petista é alvo de cinco inquéritos. Há uma avaliação, por outro lado, de que sua candidatura seria mais viável ainda em 2017 do que em 2018, devido ao tempo de atuação da Justiça.

Tanto a Câmara quanto o Senado discutem propostas de emenda à Constituição para viabilizar eleições diretas. O artigo 81 da Constituição Federal prevê que, caso os cargos de presidente e vice-presidente da República fiquem vagos após a metade do mandato de quatro anos, o Congresso deve eleger o novo presidente.

A PEC 227/2016 estabelece eleições diretas até os seis meses finais do mandato. A oposição espera votar o texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara na próxima quarta-feira (31). Se for aprovado, ainda passa por uma comissão especial e precisa do apoio de 308 deputados no plenário, em dois turnos.

Já a PEC 67/2016 prevê novas eleições no caso de vacância dos dois cargos até o final do terceiro ano de mandato. O texto pode ser votado na CCJ do Senado na próxima semana. Se for aprovado, segue a mesma tramitação.

Contagem de votos

De acordo com contagem das senadoras Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Fátima Bezerra (PT-RN), 38 senadores votariam a favor de eleições diretas. São necessários 54 votos, em dois turnos.

A contagem inclui nomes da base, como o senador Otto Alencar (PSD-BA), Omar Aziz (PSD/AM) e Eduardo Braga (PMDB-AM). Braga foi um dos cinco senadores do PMDB que não esteve na reunião com Temer nesta quarta-feira.

No encontro de quatro horas, o presidente repetiu que não renuncia e foram feitas críticas abertas ao líder da bancada no Senado, Renan Calheiros  (AL), também ausente na reunião.

Em plenário, Renan voltou a fazer duras críticas ao governo.

É constitucional chamar as Forças Armadas, mas beira a insensatez fazer isso num momento em que o País pega fogo. Beira a irresponsabilidade! Beira a irresponsabilidade (…) Se esse governo não se sustenta – é verdade, ou não é –, não serão as Forças Armadas que vão sustentar esse governo.

O senador criticou ainda a nomeação do deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR), aliado do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha  (PMDB-RJ), para o Ministério da Justiça.

É inadmissível que um governo chantageado publicamente, que não tem noção do que pode e do que não pode fazer, continue a ser pautado por um presidiário, inclusive na nomeação de um ministro da Justiça. Isso não pode acontecer.

Em resposta, o presidente do PMDB e líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), criticou a atuação da oposição. “Não é no grito, não é na pancada, não é na ameaça que vai se resolver as questões do País”, afirmou.

Fonte: MSN

Manifestações pedem ‘fora Temer’ em 15 estados

Faixas exigem eleições diretas.

 

Protestos são registrados em 15 estados neste domingo (21) pedindo a renúncia do presidente Michel Temer, convocados pelo PT e outros partidos, a CUT (Central Única dos Trabalhadores), grupos de esquerda, movimentos sociais e outras centrais sindicais. Os atos foram motivados pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. No sábado (20), Temer disse que continua na Presidência e pediu a suspensão do Inquérito Policial

Até as 18h, havia registro de protestos no Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.

 

Amazonas

 

Integrantes da Frente Brasil Popular e de centrais sindicais participaram de um ato na Praça do Congresso, no Centro de Manaus. Os manifestantes pedem a saída do presidente Michel Temer e são contrários às reformas trabalhista e da Previdência. A Polícia Militar (PM) e a organização do protesto estimaram cerca de 300 pessoas no ato.

Manifestação foi realizada na Praça do Congresso, em Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Manifestação foi realizada na Praça do Congresso, em Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Manifestação foi realizada na Praça do Congresso, em Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

 

Bahia

 

No Centro de Salvador, um grupo protesta contra o presidente Michel Temer e pedindo eleições diretas. A concentração da manifestação começou por volta das 13h, no Largo do Campo Grande, e às 15h eles iniciaram uma passeata, tendo como destino o Farol da Barra. Participam do ato, representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB-BA) e entidades populares. Segundo os organizadores, participam do protesto cerca de 10 mil pessoas. A Polícia Militar não estimou o público presente.

 

Ceará

 

Na Praia de Iracema, em Fortaleza,  o protesto pela renúncia ou impeachment do presidente Michel Temer reuniu cerca de 15 mil pessoas, segundo organizadores. A Polícia Militar não divulgou estimativa. O protesto é realizado pelos movimentos Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular Ceará, com a participação de ONGs, centrais sindicais, coletivos e entidades trabalhistas.

Manifestantes voltam a pedir a saída de Temer em Fortaleza (Foto: Dawlton Moura)Manifestantes voltam a pedir a saída de Temer em Fortaleza (Foto: Dawlton Moura)

Manifestantes voltam a pedir a saída de Temer em Fortaleza (Foto: Dawlton Moura)

 

Goiás

 

Ato em Goiânia pediu a saída de Temer e a realização de eleições diretas. A manifestação, organizada pela Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e pela Frente Brasil Popular (FBP), ocorreu na Praça do Trabalhador, no Setor Central. Até as 11h40, ainda não havia estimativa da quantidade participantes por parte dos organizadores. A Polícia Militar não está no local. O ato teve início às 10h30 e terminou por volta das 13h.

 

Minas Gerais

 

Manifestantes pedem a saída de Temer na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte

Manifestantes pedem a saída de Temer na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte

Manifestantes se reuniram na Praça da Liberdade, Centro de BH. O ato foi convocado pela Frente Brasil Popular, pela Central Única dos Trabalhadores, e outros movimentos sociais, estudantis e partidos de esquerda. Não havia estimativa de público.

Representantes de movimentos estudantis, sindicatos e movimentos sociais realizaram ato em Juiz de Fora. Os organizadores estimaram a participação de mil pessoas. A Polícia Militar (PM) acompanhou o ato, mas não divulgou público presente.

Em Uberlândia, protesto pela saída do presidente Michel Temer (PMDB) e eleições gerais diretas imediatas foi organizado pelo Comitê Regional Contra as Reformas da Previdência e Trabalhistas – Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo. A Polícia Militar disse que 120 pessoas participaram do protesto. A organização informou 400 participantes.

 

Mato Grosso do Sul

 

Manifestantes fizeram um ato contra corrupção e reforma trabalhista e pediram a saída de Temer. O protesto, organizado pelo Frente Brasil Popular, reuniu cerca de 300 pessoas, segundo os organizadores. A Polícia Militar estimou o grupo em 150 participantes.

 

Maranhão

 

Cerca de 400 carros e três mil pessoas participaram de uma carreata pelas principais avenidas de São Luís, segundo Joel Nascimento, presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB). A Polícia Militar estimou que apenas 500 pessoas participaram do ato, convocado por centrais sindicais, além dos movimentos Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo.

 

Pará

 

Dezenas de manifestantes ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) realizaram ato em Belém pedindo a renúncia de Temer e a realização de eleições diretas para definir a sucessão do executivo nacional. A polícia e a organização do protesto não divulgaram estimativa de público.

 

Paraíba

 

Cerca de 500 pessoas participaram de ato no Busto do Tamandaré,em João Pessoa. O grupo pediu a renúncia do presidente Michel Temer e a convocação de eleições diretas. A manifestação, convocada pela Frente Brasil Popular, contou com a participação de integrantes de movimentos sociais. A Polícia Militar não divulgou estimativa de participantes.

 

Paraná

 

Um grupo saiu em marcha pelas ruas do Centro de Curitiba pedindo a suspensão das reformas trabalhista e da Previdência e também a saída de Temer. O protesto começou por volta das 14h30, na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O ato foi organizado pela Frente Brasil Popular.

 

Pernambuco

 

Um grupo de pessoas que pede a saída de Michel Temer e eleições diretas ocupou a Praça do Marco Zero, em Recife. A Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CUT-PE), que convocou o ato, disse que o número de participantes chegava a 5 mil.

Manifestantes se reuniram no Centro do Recife para exigir a saída de Temer (Foto: Marina Meireles/G1)Manifestantes se reuniram no Centro do Recife para exigir a saída de Temer (Foto: Marina Meireles/G1)

Manifestantes se reuniram no Centro do Recife para exigir a saída de Temer (Foto: Marina Meireles/G1)

 

Rio Grande do Norte

 

Os manifestantes protestaram em Natal, pedindo a saída do presidente Michel Temer e a convocação de eleições diretas. A concentração começou por volta das 9h na Praça das Flores e terminou às 12h30. O protesto foi convocado por movimentos sociais. Da Praça das Flores os manifestantes saíram em direção à Praia do Meio. A PM não estimou o número de participantes. De acordo com os organizadores, eram 4 mil manifestantes.

 

Rio de Janeiro

 

Manifestantes se reuniram na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, em ato contra a corrupção  (Foto: Matheus Rodrigues/G1)Manifestantes se reuniram na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, em ato contra a corrupção  (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

Manifestantes se reuniram na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, em ato contra a corrupção (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

A orla da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi palco de um protesto contra a corrupção. O ato, organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe), teve início por volta das 10h e pedia a saída do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e do presidente da República, Michel Temer. O movimento foi organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe). O número de manifestantes não foi informado.

 

Sergipe

 

Movimentos sociais e sindicalistas participaram de um protesto pedindo a renúncia do presidente Michel Temer nos Arcos da Orla da Atalaia, em Aracaju  O ato foi coordenado pela Frente Brasil Popular, formada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Sem Terra (MST), estudantes e Levante da Juventude. Segundo os organizadores, até pouco antes das 16h, cerca de 300 pessoas estavam no local.

 

São Paulo

 

Um grupo de manifestantes fez um protesto na Paulista   contra o governo Michel Temer e pedindo eleições diretas. O grupo se reúne em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). O ato foi convocado pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular. Centrais sindicais e movimentos estudantis também participam do ato.

Manifestantes fazem ato contra Temer em frente ao Masp (Foto: Livia Machado/G1)Manifestantes fazem ato contra Temer em frente ao Masp (Foto: Livia Machado/G1)

Manifestantes fazem ato contra Temer em frente ao Masp (Foto: Livia Machado/G1)

Em Piracicaba, um grupo de manifestantes realizou ato que teve início por volta das 14h30 na Praça José Bonifácio e percorreu vias da área central até a Rua do Porto, região turística da cidade. Cerca de 80 pessoas participaram, segundo organizadores. A Polícia Militar não acompanhou a manifestação, nem a Guarda Municipal ou a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Semuttran). A manifestação foi convocada por dois movimentos, a Frente Povo Sem Medo e a Frente Brasil Popular.

Em Campinas, um ato convocado nas redes sociais pela Frente Brasil Popular reuniu 400 pessoas, segundo a Guarda Municipal. A concentração ocorreu no Largo do Rosário e, em seguida, o grupo ocupou a Avenida Francisco Glicério.

 Fonte: G1

Eleições diretas: Confira o calendário de manifestações neste domingo

Frente Povo Sem Medo

 

Movimentos sociais e lideranças políticas denunciam que a eleição indireta seria um novo golpe ao Brasil, tendo em vista que o já desmoralizado Congresso Nacional seria o responsável por eleger um novo Presidente da República, justificando dessa forma a necessidade do povo decidir os rumos do país.

Michel Temer encontra-se, desde a última terça-feira (17), mergulhado em acusações envolvendo corrupção, organização criminosa e obstrução à justiça, após vir à tona a delação premiada do dono da Rede JBS, Joesley Batista, detalhando o envolvimento do presidente à situações escusas.


Confira o calendário de manifestações: 

09:00 — Belo Horizonte (MG)

Circuito Liberdade

09:00 — Campo Grande (MS)

Praça Ary Coelho

09:00 — Diamantina (MG)
Largo Dom João

09:30 — Uberlândia (MG)

Praça Tubal Vilela

10:00 — Goiânia (GO)
Praça do Trabalhador

10:00 — Porto Alegre (RS)
Redenção — Parque Farroupilha

13:00 — Feira de Santana
Bar Mangueira, Próximo A Igreja De Capuchinhos

14:00 — Campos dos Goytacazes (RJ)
Calçadão de Campos

14:00 — Piracicaba (SP)
Praça José Bonifácio

14:00 — Marília (SP)
Prefeitura de Marília

14:00 — Campo Mourão (PR)
Praça São José Campo Mourão

15:00 — São Paulo (SP)
MASP

15:00 — São Paulo (SP)
MASP

14:00 — Dublin — Irlanda
Phoenix Park

14:00 — Westmount, Canada
Westmount Square

15:00 — Fortaleza (CE)
Estátua De Iracema

15:00 — Santa Bárbara Do Oeste (SP)

Teatro Municipal Manoel Lyra

16:00 — Blumenau (SC)

Prefeitura de Blumenau

16:00 — Pato Branco (PR)
Praça Presidente Vargas

16:00 — Araçatuba (SP)

Praça Getúlio Vargas

16:00 — Hortolândia (SP)
Praça São Francisco de Assis

16:00 — Palmas (TO)
Praça Dos Girassois

16:00 — Bogotá, Colômbia
Plaza de Bolivar

17:30 — Nova Iorque — EUA
Union Square Park

Fonte: Portal Vermelho

Manifestações em todo Brasil pedem renúncia de Temer

Confira a situação dos protestos nas diferentes regiões do país

Manifestações em todo Brasil pedem renúncia de Temer; SIGA -

Manifestações em todo Brasil pedem renúncia de Temer; SIGA - São Paulo © REUTERS / PAULO WHITAKER

Mais de 50 manifestações foram marcadas em diferentes regiões do país nesta quinta-feira (18) pedindo a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB) e eleições diretas.

As chamadas para os protestos foram intensificadas após o presidente Michel Temer afirmar, no Palácio do Planalto, que não renunciará e que não teme delação.

Confira a situação dos protestos nas diferentes regiões do país.

Rio de Janeiro (RJ)

Manifestantes reuniram-se na Candelária, no Centro da capital, por volta das 17h. O batalhão de choque está no lugar para acompanhar o ato.

Os atores Wagner Moura, Leandra Leal e Humberto Carrão foram flagrados no protesto.

Em ato simbólico, manifestantes carregam caixão e fazem “velório” de Michel Temer, aos gritos de “Diretas, Já!”.

Goiânia (GO)

O ato seguia pacífico pelas ruas do centro da cidade, quando uma motorista tentou furar bloqueio feito para o protesto. A ação gerou tumulto e terminou com duas pessoas feridas.

São Paulo (SP)

A manifestação na capital paulista estava marcada para começar em frente ao Masp, na Avenida Paulista, às 19h. No entanto, manifestantes começaram a se reunir desde as 17h no local, com cartazes de ‘Fora Temer’, ‘Fora todos eles’ e ‘Diretas já!’.

Brasília (DF)

Por volta das 17h, manifestantes começaram uma passeata em direção à Praça dos Três Poderes. Um grupo a favor da intervenção militar compareceu ao local, e houve troca de provocações. De acordo com o G1, não há relato de confronto físico até o momento.

Curitiba (PR)

O frio de 15ºC e a chuva parecem ter esvaziado os protestos contra Michel Temer na praça Santos Andrade, no centro da capital. A maioria dos manifestantes ficou sob a cobertura do prédio da UFPR (Universidade Federal do Paraná), para se proteger da chuva.

Fonte: Notícias ao minuto