PARA VARRER ESTA VIBRAÇÃO DA TERRA E LEVAR ENERGIA POSITIVA PARA OS JOVENS DESENCARNADOS, VAMOS ENTRAR EM SINTONIA COM A CHAMA VIOLETA E OS MESTRES DA GRANDE FRATERNIDADE BRANCA

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Fonte: youtube

 

A VIDA CONTINUA.. Carta de André Jovem Desencarnado na Boate KISS – Psicografada por Ângela Henriques

Fonte: amigosespiritasonline.blogspot.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Fonte: Youtube

 

Com um saldo parcial de pelo menos 233 mortos e mais de 100 feridos, a tragédia da boate Kiss, em Santa Maria (RS), já é considerado o segundo maior incêndio da história do Brasil. O desastre supera o incêndio do Edifício Joelma, em São Paulo, e perde em número de vítimas apenas para a tragédia do Gran Circus Norte-Americano, em Niterói (RJ).

O incidente da madrugada deste domingo ocorreu durante uma festa universitária na boate Kiss, no centro de Santa Maria, município localizado na região central do Rio Grande do Sul. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo teve início às 2h30, enquanto centenas de pessoas assistiam à apresentação de uma banda.

Segundo relatos das autoridades locais, a maior parte das vítimas morreu por sufocamento. Um segurança que trabalhava no local no momento do incêndio afirmou que muitas pessoas foram pisoteadas. “Na hora que o fogo começou, foi um desespero para tentar sair pela única porta de entrada e saída da boate e muita gente foi pisoteada. Todos quiseram sair ao mesmo tempo e muita gente morreu tentando sair”, contou.

Incêndio no Edifício Joelma chocou o País
A tragédia de Santa Maria supera, em número de vítimas, o incêndio do Edifício Joelma, em São Paulo, que deixou 187 mortos em 1974. No dia 1º de fevereiro daquele ano, o Brasil assistiu horrorizado às imagens de pessoas que, no desespero diante da impossibilidade de serem resgatadas, decidiram se atirar de janelas do prédio de 25 andares.

Inaugurado três anos antes, o edifício ardeu em chamas após um curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado do 12º andar. A presença de material inflamável permitiu que o incêndio se alastrasse rapidamente pelos demais pavimentos. Em poucos minutos, os ocupantes do prédio comercial ficaram impossibilitados de acessar as escadarias, que foram bloqueadas pelo fogo e pela fumaça densa. Dos mais de 750 ocupantes do edifício, 187 morreram e mais de 300 ficaram feridos.

Tragédia do Gran Circus deixou mais de 500 mortos
O maior incêndio do País, porém, ocorreu no dia 17 de dezembro de 1961, durante a apresentação do Gran Circus Norte-Americano em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Mais de 3 mil pessoas lotavam a grande tenda de espetáculos quando o fogo teve início. Em poucos minutos, todo o teto de parafina derreteu sobre o público. Em meio ao pânico generalizado, dezenas de pessoas foram pisoteadas pela multidão e por uma elefanta do circo, que fugiam em direção ao lado de fora.

A escalada do número de vítimas – inicialmente, foram contabilizados 300 mortos, posteriormente ampliados para 400 até chegar ao número oficial de 503 – provocou comoção mundial, e diversos países, como Argentina e Estados Unidos, além do Vaticano, contribuíram com o envio de equipes médicas e insumos para o tratamento das vítimas.

Apesar de diversos relatos de precariedade das instalações, a responsabilidade pelo incêndio recaiu sobre um ex-funcionário do circo que havia sido demitido após dois dias de trabalho na montagem da estrutura. Supostamente sofrendo de distúrbios mentais, Adílson Marcelino Alves, o Dequinha, teria arquitetado a vingança de atear fogo ao negócio de seu ex-empregador com a ajuda dos amigos José dos Santos, o Pardal, e Walter Rosa dos Santos, o Bigode.

Em outubro de 1962, Dequinha foi condenado a 16 anos de prisão com seis anos de internação em manicômio judiciário, Bigode foi condenado a 16 anos com um ano em colônia agrícola e Pardal, sentenciado a 14 anos de prisão com dois anos em colônia agrícola. Menos de um mês após fugir da prisão, em 1973, Dequinha acabou assassinado.

Tragédias se repetem em todo o mundo
O incêndio na boate Kiss também é uma das maiores tragédias recentes em todo o mundo. Um caso emblemático ocorreu no dia 30 de dezembro de 2004, em Buenos Aires, capital da Argentina, quando 193 pessoas morreram e mais de 700 ficaram feridas em um incêndio na discoteca República Cromañón. As chamas teriam começado quando fogos de artifício lançados pelo público atingiram o teto. As saídas de emergência estavam fechadas, e o acidente motivou o governo a endurecer as regras de segurança das boates.

O maior incêndio em casa noturna que se tem notícia no mundo ocorreu em 28 de novembro de 1942, na boate Cocoanut Grove, em Boston, nos Estados Unidos, que tirou a vida de 491 pessoas. No dia 27 de dezembro de 2000, um incêndio em uma discoteca de Luoyang, na China, matou outras 320 pessoas. Mais recentemente, em 2009, 156 pessoas morreram e outras 10 ficaram feridas no incêndio de um clube noturno em Perm, na Rússia, também causado por fogos de artifício.

Incêndio em casa noturna
Um incêndio de grandes proporções deixou ao menos 232 mortos na madrugada deste domingo em Santa Maria (RS). O incidente, que começou por volta das 2h30, ocorreu na Boate Kiss, na rua dos Andradas, no centro da cidade. O Corpo de Bombeiros acredita que o fogo começou com um sinalizador lançado por um integrante da banda que fazia show na festa universitária.

Segundo um segurança que trabalhava no local, muitas pessoas foram pisoteadas. “Na hora que o fogo começou foi um desespero para tentar sair pela única porta de entrada e saída da boate e muita gente foi pisoteada. Todos quiseram sair ao mesmo tempo e muita gente morreu tentando sair”, contou. O local foi interditado e os corpos foram levados ao Centro Desportivo Municipal, onde centenas de pessoas se reuniam em busca de informações.

A prefeitura da cidade decretou luto oficial de 30 dias e anunciou a contratação imediata de psicólogos e psiquiatras para acompanhar as famílias das vítimas. A presidente Dilma Rousseff interrompeu viagem oficial que fazia ao Chile para viajar a Santa Maria.

Banda que causou incêndio no Brasil pode ser acusada de homicídio culposo

A banda musical Gurizada Fandangueira, suposta causadora do incêndio que deixou neste domingo 233 mortos e pelo menos 106 feridos em uma discoteca da cidade brasileira de Santa Maria, poderia ser acusada de homicídio culposo, segundo um dos responsáveis pela investigação.

De acordo com versões de testemunhas, um dos integrantes da banda acendeu durante a apresentação um artefato pirotécnico, cujas faíscas aparentemente atingiram a espuma que atuava como isolante no teto do local, o que provocou o fogo e causou a posterior correria que deixou até o momento 233 mortos e 106 feridos.

Em uma entrevista à “Agência Estado”, o delegado Sandro Meinerz, um dos responsáveis pela investigação, explicou que, embora o fato não seja doloso, “é culpa de quem usou a pirotecnia”.

“A banda sim (pode ser acusada), porque sua atuação é a que causou o incêndio e é necessário comprovar se eles podiam fazer aquilo ou não”, explicou Meinerz, que não disse se os integrantes da banda já foram interrogados pela Polícia.

O sanfoneiro da banda, Danilo Jaques, morreu no incêndio, segundo seus companheiros.

A administração da discoteca Kiss, na cidade de Santa Maria (RS), onde aconteceu na madrugada deste domingo um incêndio que deixou pelo menos 233 mortos e 106 feridos, lamentou o incidente e informou que seus trabalhadores estão “devidamente treinados e preparados para qualquer situação de contingência”.

Em comunicado publicado em sua página do Facebook, a Kiss assegurou que a prioridade da discoteca é prestar toda a assistência possível aos sobreviventes e às famílias das vítimas e que por isso está facilitando toda a informação possível assim como uma “equipe multidisciplinar”, formada por psicólogos, médicos e assistentes sociais, entre outros.

Além disso, a discoteca defendeu sua equipe de trabalhadores, dos quais disse que “possuem a mais alta qualificação técnica e estão devidamente treinados e preparados para qualquer situação de contingência”.

O comunicado termina informando que suas operações estão suspensas “por tempo indeterminado” e que estão à disposição das autoridades “obviamente” para esclarecer os fatos que causaram a tragédia.

Segundo as primeiras investigações, o incêndio começou por volta das 2h30 quando foi aceso no palco da discoteca um material pirotécnico conhecido como “chuva de prata”, cujas faíscas atingiram a espuma utilizada como isolante acústica no teto do estabelecimento.

O incêndio que deixou pelo menos 233 mortos neste domingo na Boate Kiss, em Santa Maria, teve pouco fogo e muita fumaça, o que provocou a asfixia da maior parte das vítimas, afirmam bombeiros que participaram da ação. A média de idade das vítimas gira em torno de 20 anos e as autoridades ainda calculam o número exato de feridos, já que muitas pessoas podem ter procurado atendimento depois por causa dos efeitos da fumaça.

A estrutura do teto da boate com esponja e isopor, feita para isolar o som do ambiente, não provoca fogo. “Ela queima provocando muita fumaça, como se fosse um cigarro”, explica o sargento Müller, que comandou a operação por volta das 3h deste domingo. Para dar vazão à fumaça, os bombeiros quebraram o teto e fizeram uma espécie de chaminé.
O forro do teto pegou fogo, segundo relatos, por causa de um sinalizador que foi disparado na boate, possivelmente por alguém que se apresentava no local. “Não é crime utilizar esse tipo de equipamento, mas é necessária uma autorização prévia”, disse o delegado regional Marcelo Arigone, que desconhece se havia permissão para o uso da pirotecnia.
Muitos dos corpos encontrados pelos bombeiros estavam nos banheiros. “As pessoas buscam o banheiro para fugir do calor, por imaginar que é um local frio, mas a prioridade deve ser fugir da fumaça”, explica o sargento Müller.
A prioridade das autoridades, no momento, é  identificar as vítimas e liberar nomes para os familiares. Um dos proprietários da boate já se apresentou à Polícia Civil durante a madrugada. Segundo Arigone, ele tinha “medo de ser linchado” e foi liberado. Ele deve ser ouvido novamente para a produção de provas.
Identificação
O processo de reconhecimento de corpos acontece no Centro Desportivo Municipal (CDM) de Santa Maria. Os familiares e amigos das vítimas entram aos poucos no espaço e são acomodados em um ginásio. Lá passam a ouvir uma “chamada de nomes” e se dirigem a outro ginásio, onde estão acomodados os corpos que esperam por reconhecimento.
Os familiares são acompanhados por psicólogas, voluntários, assistentes sociais. Circulam no local, com grande concentração de pessoas, militares e até freiras. O ginásio montado para a triagem dos familiares agora também abriga um pequeno velório coletivo de corpos já liberados.

 

Segundo um segurança que trabalhava no local, muitas pessoas foram pisoteadas. “Na hora que o fogo começou foi um desespero para tentar sair pela única porta de entrada e saída da boate e muita gente foi pisoteada. Todos quiseram sair ao mesmo tempo e muita gente morreu tentando sair”, contou. O local foi interditado e os corpos foram levados ao Centro Desportivo Municipal, onde centenas de pessoas se reuniam em busca de informações.

A prefeitura da cidade decretou luto oficial de 30 dias e anunciou a contratação imediata de psicólogos e psiquiatras para acompanhar as famílias das vítimas. A presidente Dilma Rousseff interrompeu viagem oficial que fazia ao Chile para seguir a Santa Maria.

Fonte: Terra

A segunda tragédia da boate Kiss

Diante do que se vê na cidade de Santa Maria, Franz Kafka parece amador: os pais das vítimas é que estão sendo processados pelo Ministério Público, enquanto os responsáveis pelo incêndio que matou 242 jovens seguem impunes

Crédito: Charles GuerraDOR Sérgio da Silva e o cartaz com as fotos das vítimas: os promotores que o processam não compreendem o seu desespero (Crédito: Charles Guerra)

“Já carrego a dor de ter perdido um filho. Não fará diferença ser preso ou não por denunciar o MP” Sérgio da Silva, pai de Augusto

A Boate Kiss continua fazendo vítimas, mas o fogo no qual ela ardeu em 2013, matando queimados, pisoteados e sufocados 242 jovens, atende agora pelo nome de impunidade. Pior: num emaranhado de processos tão absurdos que fariam de Franz Kafka um amador, pais de mortos é que estão sendo processados, e isso porque reclamam que, ano após ano, ninguém é responsabilizado pela tragédia que traumatizou para sempre a cidade gaúcha de Santa Maria. Amargando um luto que se revela em dor, indignação e sentimento de impotência, Paulo Carvalho (pai de Rafael, morto aos 32 anos), afirmou à ISTOÉ: “Por meu filho, que não se acovardou naqueles momentos terríveis, nunca calarão a minha boca”. Quem quer calá-lo? Por mais incrível que possa parecer, justamente dois promotores que deveriam estar empenhados em aplicar a lei àqueles que sabiam que a boate funcionava em condições precárias de segurança. Imagine a angústia de perder um filho de forma tão doída e cruel e estúpida como são as mortes em todos os incêndios. Agora imagine essa angústia somada à revolta por responder a um processo somente porque se pleiteia que seja feita justiça. Assim vai vivendo e sofrendo Paulo, processado por calúnia e difamação pelos promotores Joel Dutra e Maurício Trevisan. Paulo declarou que há corporativismo e protecionismo no Ministério Público, e que a instituição não se moveu contra servidores municipais indiciados pela polícia. Para seus acusadores, no entanto, o arquivamento parcial do inquérito contra tais funcionários foi a decisão acertada. “É uma indecência”, revolta-se o pai, que aguarda sentença de um juiz em seu processo até o final desse mês.

“Eu me sinto marginalizado, sou execrado por uma instituição que deveria zelar pelo cidadão” Flávio Silva, pai de Andrielle
“Eu me sinto marginalizado, sou execrado por uma instituição que deveria zelar pelo cidadão” Flávio Silva, pai de Andrielle (Crédito:Jean Pimentel/ AGÊNCIA RBS)

O fogo e o gelo

Ele não está sozinho nesse absurdo espetáculo no qual se vê representantes do MP, uma da mais fundamentais instituições na operação do direito, movendo processos pelo avesso. Sérgio da Silva e Flávio José Silva, presidente e vice-presidente da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria, também estão sendo processados. Por quem? Pelo promotor Ricardo Lozza, que acompanhou um dos inquéritos sobre a boate Kiss, antes do incêndio, uma vez que ela estava denunciada por poluição sonora. A denúncia procedia, e o próprio Lozza foi quem chegou a tal conclusão. Ele denuncia Sérgio (pai de Augusto, 20 anos) e Flávio (pai de Andrielle, 22 anos) também por calúnia, responsabilizando-os pelos cartazes nos quais há sua foto acompanhada da frase: “o Ministério Público e seus promotores também sabiam que a boate estava funcionando de forma irregular”. Vamos supor que haja exagero nessa formulação. Pois bem: entender eventuais exageros que brotam de corações dilacerados como são os desses pais e mães pode não ser dever de ofício de um promotor, mas com certeza é sua obrigação humanitária, como membro da instituição. Pais e mães que viram seus filhos e filhas saírem alegres de casa naquela fatídica noite de 26 de janeiro e só foram revê-los deformados pelo fogo no gelo das mesas do Instituto Médico Legal. “O promotor Lozza tinha conhecimento de que a boate Kiss funcionava irregularmente desde 2009, mas nunca tomou nenhuma providência”, disse Flávio à ISTOÉ. “Eu me sinto marginalizado, sou execrado por uma instituição que deveria zelar pelo cidadão”.

ACUSAÇÃO Para o promotor Ricardo Lozza (à dir.), há crime contra a honra na exposição de sua foto em cartaz que critica o MP
ACUSAÇÃO Para o promotor Ricardo Lozza (à dir.), há crime contra a honra na exposição de sua foto em cartaz que critica o MP

Já culparam até os mortos

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O Ministério Público ofereceu um acordo aos pais processados que, de tão exigente, só podia mesmo não ser aceito. A proposta envolvia o pagamento de um salário mínimo, doações de cestas básicas a casas de caridade e retratação pública. Para aí? Não. Os pais teriam a obrigatoriedade de se apresentarem à Justiça a cada três meses, como se fossem egressos de uma penitenciária, em cumprimento de liberdade condicional. E isso ao longo de dois anos. “Para mim, que carrego a dor de ter perdido um filho, não fará diferença ser preso ou não por denunciar o MP”, diz Sérgio. Defendendo-se do processo movido por Lozza, os dois pais requisitaram à Justiça o direito à exceção da verdade (provar que estão falando a verdade), mas vinte desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul rejeitaram o pedido. Ou seja: é quase certo que o destino de Flávio e Sérgio já esteja selado: sentença condenatória. Igualmente por calúnia, acrescida de difamação e falsidade ideológica, está sendo acionada judicialmente Irá Marta Beuren (mãe de Silvio Bauren Junior). Quem a processa é o promotor aposentado João Marcos Adede y Castro, e seu filho, o advogado Ricardo Luís Schultz. Ela denunciou uma situação que achou, no mínimo, estranha: Ricardo tornou-se advogado da Kiss após a aposentadoria do pai, que atuava ainda na promotoria

PELA INSTITUIÇÃO Os promotores Joel Dutra (à esq.) e Maurício Trevisan: “não existem corporativismo nem protecionismo no Ministério Público”
PELA INSTITUIÇÃO Os promotores Joel Dutra (acima.) e Maurício Trevisan: “não existem corporativismo nem protecionismo no Ministério Público” (Crédito:Fernanda Ramos/Agência RBS)

quando a boate começou a ser investigada pelo MP antes do incêndio, por outros motivos. Até agora respondem pela tragédia dois proprietários da casa e dois músicos da banda que se apresentava naquela noite (aguardam julgamento em liberdade). Pelo andar das coisas, porém, é capaz que sobre mesmo tudo para os pais que protestam contra a impunidade. Pouco a estranhar em um caso no qual até os próprios mortos já foram informalmente acusados de serem culpados, uma vez que estariam consumindo bebida alcoólica e por isso não conseguiram sair da boate. É surreal. E, como se disse, faz de Kafka a pessoa mais lógica do mundo.

MADRUGADA de 27 DE JANEIRO DE 2013 Toda Santa Maria correu para ajudar no socorro às vítimas da boate Kiss
MADRUGADA de 27 DE JANEIRO DE 2013 Toda Santa Maria correu para ajudar no socorro às vítimas da boate Kiss (Crédito: Germano Roratto/Ag. RBS/Folhapress)

O incêndio na Justiça
Nenhum dos indiciados na tragédia que matou 242 pessoas está preso

27/01/ 2013
Incêndio na Boate Kiss, na cidade gaúcha de Santa Maria

28/01/2013
Decretada a prisão temporária dos sócios da boate Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann e dos músicos da banda Gurizada Fandangueira Luciano Augusto Bonilha Leão e Marcelo de Jesus dos Santos

29/05/2013
Tribunal de Justiça revoga as prisões e todos passam a responder ao processo em liberdade

01/09/2015
O ex-chefe dos Bombeiros de Santa Maria, major Gerson da Rosa Pereira, é condenado a seis meses de detenção por fraude em documentos do inquérito policial que apurou o incêndio. A pena foi convertida em prestação de serviços à comunidade

27/07/20 16
A Justiça de Santa Maria acolhe integralmente a denúncia do MP e determina que os réus Elissandro Spohr, Mauro Londero Hoffmann, Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão sejam julgados pelo Tribunal do Júri

13/04/2017
A defesa de Marcelo de Jesus dos Santos entra com recurso para que o julgamento não vá ao Tribunal do Júri. Ainda
não houve decisão

Fonte: Isto é