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Grupo rebelde Houthi ocupa o poder no Iêmen

O Iêmen mergulhou ainda mais no limbo político em 23/1/15, depois da renúncia do presidente, Abd-Rabbu Mansour Hadi, que ficou exasperado por ver os rebeldes do grupo Houthi tomarem o país, uma manobra que pareceu pegar de surpresa o grupo apoiado pelo Irã.

O ex-general Hadi afirmou que, ao ocuparem a capital, Sanaa, os houthis impediram sua tentativa de levar estabilidade ao país depois de anos de tumultos e desavenças tribais, aprofundando a pobreza e intensificando os ataques de aeronaves não tripuladas, conhecidas como drones, dos Estados Unidos contra militantes islâmicos.

Sua renúncia na quinta-feira surpreendeu o país de 25 milhões de habitantes da Península Arábica, no qual os houthis emergiram como facção dominante assumindo o controle de Sanaa em setembro e ditando os termos a um Hadi humilhado, a quem mantiveram como prisioneiro virtual em sua residência particular nesta semana após embates com seguranças.

Os houthis e ativistas pró-democracia se rivalizaram em manifestações nesta sexta-feira.

Milhares se reuniram no centro da capital com cartazes pedindo “Morte à América (EUA), Morte a Israel”, um slogan que se tornou marca registrada dos houthis, um grupo xiita.

“Hadi deveria ter renunciado muito tempo atrás”, disse Al Sheikh Moghadal Al Wazeer, um ancião e apoiador dos houthis. “Ele deveria ter feito mais e deveria ter conduzido o país com mais firmeza.”

Mais cedo no mesmo dia, um pequeno grupo de ativistas pró-democracia entoava “nós somos a revolução”, enquanto convergia para a Praça Change, o epicentro dos protestos de 2011 que forçaram o longevo presidente Ali Abdullah Saleh a entregar o cargo após um acordo de transferência de poder.

“Estamos aqui por rejeitar os eventos que estão acontecendo. Viemos aqui para construir um Estado e nossa exigência ainda é ter um Estado”, declarou o ativista Farida al-Yareemi. “Viemos aqui contra Ali Abdullah Saleh e ele tinha todas as armas.”

Washington, que contou com a cooperação de Hadi para realizar os ataques com drones contra o braço iemenita da Al Qaeda, disse estar preocupado com a saída do mandatário e do primeiro-ministro, Khaled Bahah, que também se demitiu na quinta-feira.

“Os Estados Unidos ficaram perturbados com os relatos da renúncia do presidente Hadi e de seu gabinete”, afirmou a porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki, em comunicado. “Neste momento, é crucial que todos os lados evitem a violência.”

O Parlamento iemenita agendou uma reunião no domingo para discutir a abdicação de Hadi e pode aceitá-la ou rejeitá-la. Pela Constituição, o presidente da legislatura, Yahya al-Ra’i, oriundo do Congresso Geral do Povo, o partido de Saleh, assume o posto durante um período de transição enquanto novas eleições são organizadas.

Fonte: Uol

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Morre o Rei Abdullah, na Arábia Saudita, porém, sucessor não deve encarar as reformas pela democratização do País

O rei saudita Abdullah bin Abdulaziz morreu no hospital, aos 90 anos, anunciou a televisão estatal da Arábia Saudita. O monarca, o quinto filho do fundador da Arábia Saudita a ocupar o trono, será sucedido por outro meio-irmão, o príncipe Salman, numa mudança de testemunho esperada mas que não deixa de contribuir para as incertezas que rodeiam o Médio Oriente.

Abdullah, que terá nascido em 1923 ou 1924, era rei desde Agosto de 2005, embora tenha governado de facto o país na década anterior, depois de o antecessor, o rei Fahd, ter sofrido um acidente vascular cerebral.

À frente de uma das últimas monarquias absolutas do mundo, é creditado por algumas reformas internas: autorizou a realização de eleições municipais, que continuam a ser as únicas permitidas no país, e anunciou que as mulheres poderiam votar e ser eleitas (o que não chegou a acontecer), permitiu um nível mínimo de crítica ao governo na imprensa, deu o seu nome à primeira universidade não segregada do país e aprovou bolsas de estudo que permitiu a milhares de jovens estudar no estrangeiro. Reforçou também o papel da Arábia Saudita como potência incontestável da região e esmagou, há quase uma década, a presença da Al-Qaeda no país, após uma série de atentados que colocou em causa a segurança no maior produtor mundial de crude.

Mas a estrutura de poder não foi tocada e a Arábia Saudita mantém-se como um dos mais repressivos países do mundo, onde as mulheres são a ser presas por conduzirem, os partidos políticos são proibidos, a mínima dissidência é punida com prisão e as execuções em público uma prática corrente.

A notícia da sua morte, à 1h de sexta-feira (22h de quinta-feira em Portugal continental), foi antecedida pela recitação de versos do Corão na televisão estatal que, pouco depois, poria fim a uma especulação que durava desde 31 de Dezembro, altura em que Abdullah foi hospitalizado com uma pneumonia.

O funeral realizou-se a meio do dia de setxta-feira, um momento de grande solenidade religiosa uma vez que o rei saudita ostenta o título de guardião de Meca e Medina, o que faz dele uma das figuras mais importantes da fé muçulmana. Entre as presenças já confirmadas no funeral está o rei Abdallah da Jordânia e o Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

Os problemas de saúde de Abdullah foram recorrentes nos últimos anos, originando especulações sobre a sucessão no reino saudita, actor decisivo no Médio Oriente e potência mundial do petróleo. Para garantir a normalidade, Salman bin Abdulaziz al-Saud foi de imediato proclamado rei, passando o título de herdeiro para o príncipe Moqrin, o mais novo entre as dezenas de filhos de Abdulaziz al-Saud, o fundador da Arábia Saudita. Depois da sua morte, em 1952, o trono foi ocupado sucessivamente por cinco dos seus filhos, uma tradição que volta agora a ser respeitada.

Num primeiro discurso ao país, o novo monarca, tido como menos interessado em reformas e mais próximo da ultraconservadora liderança religiosa, assegurou que manterá a linha dos seus antecessores. “Permaneceremos, com o apoio de Alá, no caminho seguro que este Estado segue desde a sua criação pelo rei Abdulaziz e pelos seus filhos depois dele”, afirmou Salman numa intervenção em que prometeu manter o país a salvo de qualquer ameaça e apelou à união das nações árabes e muçulmanas.

Mas há incertezas que continuam a pairar sobre o trono saudita. Salman, que era príncipe herdeiro e ministro da Defesa desde 2011, tem 79 anos e há vários rumores sobre o seu estado de saúde, que a monarquia desmente. Moqrin foi designado no ano passado segundo na linha de sucessão, numa iniciativa de Abdullah para garantir a renovação da linha dinástica. Mas outros meios-irmãos contestam (ainda que veladamente) a escolha, apontando o facto de ser filho de mãe iemenita e de ter ultrapassado outros príncipes que, pela idade, estariam à sua frente na sucessão.

Se vier, efectivamente, a ocupar o trono saudita, Moqrin deverá ser o último da sua geração a fazê-lo, pelo que as atenções estão já centradas em perceber qual entre os netos de Saud assumirá um dia as rédeas do país. Salman deu um primeiro passo nesse sentido, ao nomear nesta quinta-feira o sobrinho Mohammed bin Nayef, actual ministro do Interior com boa reputação no Ocidente, como segundo na linha de sucessão, após Moqrin. Designou ainda um dos seus filhos, Mohammed bin Salman, como ministro da Defesa, mas manteve os titulares das outras pastas, incluindo Negócios Estrangeiros, Petróleo e Finanças.

Fonte: O Público (Portugal)

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DILMA pretende amenizar crise da água do Cantareira com obra do PAC que fará a transposição das águas do Paraíba do Sul

O governo federal incluiu na lista de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) a transposição de água da bacia do Rio Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro, para o Sistema Cantareira, um dos responsáveis pelo abastecimento de água na Grande São Paulo, informou  o Palácio do Planalto.

A transposição é um projeto do governo paulista para auxiliar o Sistema Cantareira, que enfrenta uma crise hídrica por conta da estiagem no Sudeste. O Rio de Janeiro era inicialmente contrário à obra porque a bacia abastece diversos municípios do estado, incluindo a região metropolitana da capital fluminense.

Alckmin apresentou a ideia em março do ano passado. A previsão é que, após definir contratação da empresa responsável, a obra seja executada em 14 meses.

Para defender o projeto, o governador esteve em Brasília com a presidente Dilma Rousseff após as eleições. Recentemente, em 7 de janeiro, Alckmin ouviu do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, que Dilma já tinha dado parecer favorável à inclusão do projeto no PAC. Entretanto, no encontro, Alckmin pediu a Kassab apoio para acelerar o “enquadramento” da obra, que é uma etapa burocrática de análise da proposta anterior ao aval oficial para o financiamento e lançamento de edital.

Agora com a inclusão na lista do PAC, os contratos firmados podem ser executados por meio do Regime Diferenciado de Contratações (RDC). O RDC acelera e simplifica procedimentos das licitações porque, entre outros mecanismos, permite a contratação por inteiro de uma obra, sem necessidade de contratar em separado o projeto básico, o projeto executivo e a execução.

Transposição vai custar R$ 830 milhões. (Foto: Arte/G1)

Conforme o Ministério do Planejamento, as obras serão executadas pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e custarão R$ 830,5 milhões. De acordo com a pasta, os recursos serão financiados via Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES).

Segundo estimativas do governo federal, a interligação aumentará, em média, a disponibilidade hídrica no sistema Cantareira em 5,1 metros cúbicos por segundo. De acordo com o Planejamento, as águas do Paraíba do Sul serão levadas ao Cantareira por meio de um canal entre as represas Jaguari (RJ) e Atibainha (SP).

Crise no abastecimento
A crise hídrica no estado de São Paulo começou ainda no ano passado. O Sistema Cantareira, que atendia 9 milhões de clientes da Sabesp, atualmente fornece água para 6,2 milhões de pessoas. Nesta sexta, o Cantareira operava com 5,3% da capacidade.

A ANA autorizou a obra de ligação da bacia do rio Paraíba do Sul com o Sistema Cantareira. O aval foi dado por um grupo de trabalho criado na agência, com representantes dos governos de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, para discutir soluções para a crise da falta de água em municípios paulistas.

O governador reeleito do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou, em Brasília, que acatará se o governo federal dedidir realizar a transposição do rio Paraíba do Sul para abastecer o Sistema Cantareira, em São Paulo. Pezão se reuniu na tarde desta quarta com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.

Nesta quarta, o presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, assegurou aos integrantes da CPI da Sabesp, em São Paulo, que a transposição do Paraíba do Sul é tecnicamente viável. A bacia abastece três estados: Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

“Os nossos técnicos estão aqui há dois dias discutindo com a ANA, com a ANEEL, com a ministra Izabella [Teixeira, ministra do Meio Ambiente]. Então, eu vou aguardar o posicionamento deles. Ali [Paraíba do Sul] é um rio federal que atende a três estados. Se os técnicos chegaram a essa conclusão [que é necessário transferir as águas], eu só tenho a acatar”, afirmou Pezão ao final da audiência com Dilma.

O governador fluminense disse que viajou a Brasília para congratular pessoalmente a petista pela reeleição e para agradecer o apoio que recebeu dela durante a disputa eleitoral.

A transposição do rio Paraíba do Sul é um projeto do governo paulista que pretende desviar água do rio para abastecer o Sistema Cantareira, que enfrenta uma crise hídrica por conta da estiagem na Região Sudeste. A bacia do Paraíba do Sul abastece diversos municípios do estado do Rio de Janeiro, incluindo a região metropolitana da capital fluminense.

Em maio, o Ministério Público Federal do Rio (MPF-RJ) protocolou uma ação civil pública na Justiça Federal para tentar barrar o projeto do governo de São Paulo que prevê a transposição das águas do Paraíba do Sul.

Os procuradores da República solicitaram, em junho, que a Agência Nacional das Águas não autorizasse a transposição do rio pelo menos até o que o Ibama realizasse estudos de viabilidade ambiental necessários para avalizar esse tipo de projeto.

Briga com SP
Questionado por jornalistas sobre se iria continuar “brigando” com o estado de São Paulo, o governador do Rio de Janeiro disse que não está “brigando com ninguém.

“Eu me relaciono otimamente com o governador Geraldo Alckmin, sempre. É um rio com regulação federal, então, é seguir o que determinam os órgãos de regulação federal, a ANA, a ANEEL, Ministério do Meio Ambiente”, destacou Pezão.

A Agência Nacional de Águas (ANA) autorizou nesta sexta-feira (16) as obras de interligação da bacia do rio Paraíba do Sul com o Sistema Cantareira,  que abastece a população da região metropolitana de São Paulo. O aval foi dado por um grupo de trabalho criado na ANA, com representantes dos governos de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, para discutir soluções para a crise da falta de água em municípios paulistas.

FALTA D’ÁGUA EM SP
Seca afeta abastecimento

A transposição do Paraíba do Sul é um projeto do governo paulista que pretende desviar água do rio para abastecer o Sistema Cantareira, que enfrenta uma crise hídrica por conta da estiagem no Sudeste. O Rio de Janeiro era inicialmente contrario à obra porque a bacia abastece diversos municípios do estado, incluindo a região metropolitana da capital fluminense.

Pelo projeto avalizado nesta sexta pela ANA, fica autorizada a interligação entre o reservatório de aproveitamento hidrelétrico Jaguari (UHE), que fica no rio Jaguari, na bacia do Paraíba do Sul, ao reservatório do rio Atibainha, parte do Sistema Cantareira, localizado na bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ).

Para o começo das operações da interligação, o relatório que autoriza as obras deverá passar pela análise do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap), composto por poder público e membros da sociedade civil dos três estados que a bacia abrange: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O comitê terá acesso ao relatório até o final de janeiro.

De acordo com a assessoria de imprensa da ANA, o início das operações da interligação dependem, ainda, da aprovação de novas regras de funcionamento para o Sistema Cantareira, que dependem da análise do comitê da bacia para serem validades. As novas normas alteram, por exemplo, a vazão que pode ser liberada por cada bacia do sistema. O objetivo é garantir que, mesmo em períodos de chuva escassa, os reservatórios possam durar mais.

Em março do ano passado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, informou que a ligação do Cantareira com o Paraíba do Sul poderia levar 18 meses. Na época, a estimativa era que a iniciativa teria um investimento estimado de R$ 500 milhões e seria executada pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Saneamento e Recursos Hidricos de São Paulo, o chefe da pasta, secretário Benedito, informou que as obras de interligação podem começar entre o final de janeiro e o início de fevereiro.

O secretário acrescentou, no entanto, que dependerá da liberação de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A secretaria informou que a estimativa de custo é de R$ 830 milhões. Não há previsão para a data de conclusão das obras.

Acordo entre estados
Em novembro de 2014, os governos de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais fecharam um acordo no Supremo Tribunal Federal (STF) para dar início a obras de infraestrutura a fim de reduzir os efeitos da crise hídrica que atinge atualmente a Região Sudeste. Pelo acordo, mediado pelo ministro do STF Luiz Fux, os três estados devem apresentar até 28 de fevereiro propostas para o enfrentamento da crise de falta d’água.

A transposição do rio Paraíba do Sul é uma dessas propostas. Em maio, o Ministério Público Federal do Rio protocolou uma ação civil pública na Justiça Federal pedindo que fosse concedida uma decisão liminar (provisória) para barrar o projeto do governo paulista que prevê a transposição das águas do Paraíba do Sul.

Na ocasião, a Justiça Federal enviou o processo ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando não ter competência para julgar o caso, já que o rio banha mais de um estado e o fato geraria um conflito federativo. Procuradores da República solicitaram, em junho, que a ANA não autorizasse a transposição do rio pelo menos até o que o Ibama realizasse estudos de viabilidade ambiental necessários para avalizar esse tipo de projeto

Fonte: G1

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A verticalização do eixo da Terra está em curso

O Pólo Norte está de mudança. Cientistas encontraram grandes buracos no campo magnético da Terra, sugerindo que os Pólos Norte e Sul estão se preparando para trocar de posição, numa guinada magnética. Há muitos anos se sabe que o pólo norte muda de lugar,mas achava-se que era um movimento pendular, conhecido pelos físicos e geodésicos como “Declinação Magnética”, também levada em consideração em levantamentos topográficos e mais recentemente em georreferenciamentos, porém o que se tem visto é que o Polo Norte já se deslocou mais de 400 km ao sul desde os anos 80 e não retornado à sua posição original, como se pensava no “movimento pendular”. Um período de caos poderia ser iminente, no qual as bússolas não mais apontariam para o Norte, animais migratórios tomariam o rumo errado e satélites seriam queimados pela radiação solar. Os buracos estão sobre o sul do Atlântico e do Ártico. As mudanças foram divulgadas depois da análise de dados detalhados do satélite dinamarquês Orsted, cujos resultados foram comparados com dados coletados antes por outros satélites. A velocidade da mudança surpreendeu os cientistas. Nils Olsen, do Centro para a Ciência Planetária da Dinamarca, um dos vários institutos que analisam os dados, afirmou que o núcleo da Terra parece estar passando por mudanças dramáticas. ”Esta poderia ser a situação na qual o geodínamo da Terra opera antes de se reverter”, diz o pesquisador. O geodínamo é o processo pelo qual o campo magnético é produzido: por correntes de ferro derretido fluindo em torno de um núcleo sólido. Às vezes, turbilhões gigantes formam-se no metal líquido, com o poder de mudar ou mesmo reverter os campos magnéticos acima deles. A equipe de Olson acredita que turbilhões se formaram sob o Pólo Norte e o sul do Atlântico. Se eles se tornarem fortes o bastante, poderão reverter todas as outras correntes, levando os pólos Norte e Sul a trocar seus lugares. Andy Jackson, especialista em geomagnetismo da Universidade de Leeds, Inglaterra, disse que a mudança está atrasada: ”Tais guinadas normalmente acontecem a cada 500 mil anos, mas já se passaram 750 mil desde a última.” Impacto A mudança poderia afetar tanto os seres humanos quanto a vida selvagem. A magnetosfera fornece proteção vital contra a radiação solar abrasadora, que de outro modo esterilizaria a Terra. A magnetosfera é a extensão do campo magnético do planeta no espaço. Ela forma uma espécie de bolha magnética protetora, que protege a Terra das partículas e radiação trazidas pelo ”vento solar”.Outra hipótese é a de que a mudança nos pólos teria influência nos terremotos e tsunamis cada vez mais frequentes de algum tempo para cá. O campo magnético provavelmente não desapareceria de uma vez, mas ele poderia enfraquecer enquanto os pólos trocam de posições. A onda de radiação resultante poderia causar câncer, reduzir as colheitas e confundir animais migratórios, das baleias aos pingüins. Muitas aves e animais marinhos se guiam pelo campo magnético da Terra para viajar de um lugar para outro. A navegação por bússola se tornaria muito difícil. E os satélites – ferramentas alternativas de navegação e vitais para as redes de comunicação – seriam rapidamente danificados pela radiação. O ponto zero e a mudança das eras do calendário Maia Profecias ancestrais e diversas tradições indígenas anteviram o fenômeno. Mas agora para surpresa de muita gente, é a própria ciência que começa a reconhecer importantes mudanças no campo magnético e na freqüência vibratória da Terra. O ápice do processo, que segundo alguns especialistas, deverá ocorrer em alguns anos provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação do nosso planeta e também a inversão dos pólos magnéticos. O texto que o Guia Lótus agora veicula é baseado nas informações que enfoca o trabalho do geólogo norte-americano Greg Braden, maior estudioso do fenômeno. Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e é autor do livro “Awakening to Zero Point ” (Despertando para o Ponto Zero – ainda não traduzido para o português) e de um vídeo de quatro horas sobre o fenômeno e suas possíveis conseqüências para a humanidade. Greg Braden está constantemente viajando pelos Estados Unidos e marcando presença na mídia demonstrando com provas científicas que a Terra vem passando pelo Cinturão de Fótons e que há uma desaceleração na rotação do planeta. Ao mesmo tempo, ocorre um aumento na freqüência ressonante da Terra (a chamada Ressonância de Schumann). Quando a Terra perder por completo a sua rotação e a freqüência ressonante alcançar o índice de 13 ciclos, nós estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético. A Terra ficará parada e, após dois ou três dias, recomeçará a girar só que na direção oposta. Isto produzirá uma total reversão nos campos magnéticos terrestres. Freqüência de base crescente A freqüência de base da Terra, ou ”pulsação” (chamada Ressonância de Schumann, ou RS), está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas, durante décadas a média foi de 7 e 8 ciclos por segundo. Esta medida já foi considerada uma constante; comunicações globais militares foram desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. Recentes relatórios estabeleceram a taxa num índice superior a 11 ciclos. A ciência não sabe porque isso acontece – nem o que fazer com essa situação. Greg Baden encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto – que, por sinal, não é amplamente tratado nos Estados Unidos. A única referência à RS encontrada na Biblioteca de Seattle está relacionada à meteorologia: a ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de temperatura e condições amplas de clima. Braden acredita que a RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das severas tempestades e enchentes dos últimos anos. Campo magnético decrescente Enquanto a taxa de ”pulsação” está crescendo, seu campo de força magnético está declinando. De acordo com professor Banerjee, da Universidade do Novo México – EUA, o campo reduziu sua intensidade à metade, nos últimos quatro (4) mil anos. E como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução deste campo de força, ele acredita que outra inversão deve estar acontecendo. Braden afirma, em função disso, que os registros geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente. E, considerando a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta. Impacto sobre o Planeta Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. Têm acontecido ao longo da história do planeta muitas transformações geológicas importantes, incluindo aquelas que ocorrem a cada treze (13) mil anos, precisamente na metade dos vinte e seis (26) mil anos de Precessão dos Equinócios. O Ponto Zero ou uma inversão dos pólos magnéticos provavelmente acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se com o biorritmo de quatro (4) ciclos da Terra, que ocorre a cada vinte (20) anos, sempre no dia 12 de Agosto. A última ocorrência foi em 2003. Afirma-se que depois do Ponto Zero o sol nascerá no oeste e se porá no leste. Ocorrências passadas, deste mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registros ancestrais. Os reflexos na vida humana Greg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade de regular o sistema imunológico e a percepção do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sonhos intensos. Ele associa uma série de conceitos de ordem esotéricos aos processos geológicos e cosmológicos relacionados ao Ponto Zero. Para Braden, cada ser humano está vivendo um intenso processo de iniciação. O tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero, em função do aumento da freqüência vibratória do planeta: 16 horas agora equivaleriam a um dia inteiro, ou seja, 24 horas. Durante o fenômeno da mudança, aponta ele, a maior parte de tecnologia que conhecemos deverá parar de operar. Possíveis exceções poderiam ser em aparelhos com tecnologia baseada no ”Ponto Zero” ou Energia Livre.

Fonte: Jornal Sunday Times

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Manifestações populares contra o aumento do preço das passagens do transporte público voltaram, mas acabam em depredação, repressão policial e prisão em São Paulo

Ao menos quatro pessoas foram detidas e outras quatro ficaram feridas em 23/1/15, no quarto ato contra a tarifa de transporte público convocado pelo Movimento Passe Livre (MPL) em São Paulo. A manifestação, que ocorreu de forma pacífica até poucos metros do destino final – a Praça da República, no centro da cidade – foi repreendida pela Polícia Militar na esquina da rua Conselheiro Crispiniano com a Avenida São João.

Mesmo debaixo de uma chuva forte, que durou cerca de 40 minutos, a manifestação levou, segundo o MPL, 15.000 pessoas às ruas. A PM afirma que eram 1.200 pessoas -quase uma para cada um dos 1.100 policiais que foram destacados para acompanhar a marcha.

Segundo Luíze Tavares, do movimento, um rojão foi atirado em direção à manifestação, sendo o estopim para a ação da polícia. “O ato estava pacífico, mas quando estávamos passando em frente à ocupação do MSTS [Movimento Sem Teto de São Paulo], alguém atirou um rojão sobre os manifestantes, causando o tumulto”, diz. “Acreditamos que foi alguém infiltrado tentando fazer com que o ato acabasse sob repressão, uma vez que o protesto estava grande, animado e pacífico”. A polícia também afirma que começou a atirar nos manifestantes depois de seus homens serem atingidos por rojões. Segundo a PM, quatro pessoas suspeitas de atirarem os fogos de artifício  foram detidas.

Depois de a polícia lançar bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha, o ato se dispersou. Grupos de black bloc correram até a praça da República, onde atiraram pedras contra as vidraças de ao menos dois bancos. Durante o confronto, os policiais tiraram suas identificações da farda, uma prática já usual nas manifestações. Ao menos uma viatura da PM circulou pelo centro atirando com armas não-letais em manifestantes de dentro do veículo ainda em movimento. Dois policiais foram flagrados por participantes do ato portando metralhadoras .40 – a PM afirmou em seu Twitter que, apesar de eles estarem ao lado da marcha, não faziam parte do grupo destacado para acompanhá-la.

A reportagem do EL PAÍS presenciou o momento em que um menino foi ferido na boca por estilhaços de bomba. De acordo com o Grupo de Apoio ao Protesto Popular (GAPP), outro participante do ato foi atingido no tórax por um cassetete. Um repórter do jornal O Estado de S. Paulo e um fotógrafo também foram atingidos por balas de borracha, sem gravidade.

A manifestação, que teve início em frente ao Theatro Municipal, por volta das 18h, estava marcada para terminar na Praça da República, a duas quadras de onde o tumulto começou.  “Eles [a polícia] podem machucar nossos corpos, mas da rua não sairemos”, disse Luíze. Um novo ato, o quinto desde o início deste ano na cidade de São Paulo, já está marcado para a próxima terça-feira, no Largo da Batata, zona oeste da cidade, a partir das 17h.

Fonte: El País

Manifestação conjunta em BH, Recife, Rio e SP tenta dar viés nacional à reivindicação; Joinville e Salvador têm atos pacíficos

Após protestos com algumas centenas de pessoas em cidades como Joinville (SC) e Salvador nesta semana, movimentos contrários ao aumento das passagens de transporte público realizam, em 9/1/15, manifestações em outras quatro capitais para dar mais visibilidade à revindicação.

“Em 2013 foi assim. Antes dos grandes atos no centro de São Paulo houve vários pequenos”, justifica Andreza Delgado, do Movimento Passe Livre São Paulo (MPL-SP).

Foram convocados protestos em Belo Horizonte (Praça Sete, 17h), Recife (Grande Recife,-São José 7h30) e Rio de Janeiro (Cinelândia, 17h) e São Paulo (Theatro Municipal, 17h) – onde a Polícia Militar espera a presença de 5 mil pessoas.

A coincidência tem por objetivo dar um caráter nacional à pauta – “por isso escolhemos sexta-feira”, diz Letícia Delgado, do Tarifa Zero BH. Os grupos discutem a realização de um novo ato na semana que vem.

O objetivo é forçar o Poder Público a revogar os reajustes nas tarifas de ônibus (e Metrô, em São Paulo) aplicados nas últimas semanas ou, no caso pernambucano, impedir o aumento.

Em São Paulo, no Rio e em Belo Horizonte, as passagens de ônibus subiram respectivamente, 16,7%, 13,3% e 8,8% (no ônibus mais comum), mais do que os aumentos que acabaram revogados após as manifestações de junho de 2013 (6,7%, 7,3% e 5,7%).

No Recife, a Frente de Luta Pelo Transporte Público em Pernambuco visa a impedir uma reunião do Conselho Superior do Transporte Metropolitano (CSTP), que definirá o aumento nesta sexta-feira (9). O Ministério Público local também pediu o adiamento do encontro, mas segundo um representante dos manifestantes, ele está mantido.

“A gente vai estar lá para não deixar que a reunião aconteça”, diz Túlio de Luna, da Frente de Luta Pelo Transporte Público em Pernambuco. “Se o aumento se concretizar, na próxma semana vai ocorrer novo protesto”, afirma.

Segundo levantamento do iG, grupos ligados ou não ao MPL convocaram protestos em 14 cidades contra o aumento de tarifas. Florianópolis, no dia 13, é uma delas.

Polícia paulista é criticada por ONGs de direitos humanos
A Polícia Militar de São Paulo vai usar o “acompanhamento aproximado” durante a manifestação. Segundo o Major Larry de Almeida Saraiva, serão criados cordões de policiais para isolar os manifestantes durante o protesto. “Estaremos em duas colunas nas laterais do grupo que vai se deslocar nas vias”, afirma.

A estratégia, usada em 2013 e 2014, preocupa as organizações de direitos humanos. A Anistia Internacional afirma que, em fevereiro de 2014, documentou a ação de policiais que cercaram os manifestantes e os detiveram arbitrariamente.

“Temos registros em vídeo que mostram que a manifestação estava pacifica quando a polícia decidiu arbitrariamente por encerrá-la, e ficou horas cercando o pessoal no local. Nos preocupamos porque a Polícia Militar de São Paulo tem um histórico de violar o direito à manifestação com o uso abusivo da força”, afirma Renata Neder, assessora de direitos humanos da AI.

A Artigo 19 também critica. “Já vimos o uso dessa tática antes com um número desproporcional da presença da policia. Isso gera um efeito intimidatório e pode aumentar o conflito. Além disso, se tem tumulto, não tem rota de escoamento. Os manifestantes são reféns da PM”, explica Camila Marques, advogada da organização.

Em 7/1/1/5, a Polícia Militar afirmou que a ação visa garantir a segurança das pessoas que não estão participando do ato. Revistas acontecerão nos entornos do local da manifestação apenas para quem tiver algum tipo de comportamento suspeito.

O uso de armas menos letais, como balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo estão autorizados. Segundo o Major, a utilização se dará em último caso, apenas quando for necessário.

“As armas menos letais não são devidamente regulamentas. Existem diversos tipos de balas de borracha com diferentes potenciais de letalidade e isso precisa estar regulamentado: que tipo de bala, como ela deve ser usada, qual o treinamento específico”, diz Renata.

Fonte: IG

Cinquenta e dois dos 53 detidos durante e depois da manifestação convocada pelo Movimento Passe Livre (MPL) contra o reajuste das tarifas de ônibus, trens e metrô para R$ 3,50 em 9/1/1/5 foram liberados em 10/1/15, entre às 2h e 3h. Eles estavam detidos no 2º Distrito Policial (Bom Retiro) e 78º Distrito Policial (Jardins).

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), um jovem de 23 anos segue detido porque foi preso em flagrante por depredação. Com base em imagens do jovem depredando agências bancárias na Avenida Angélica, segundo a secretaria, ele foi indiciado por dano qualificado.

Ao final da manifestação houve tumulto na Rua da Consolação, no Centro de São Paulo. Ao menos três agências bancárias e duas concessionárias de veículos foram depredadas. O SPTV mostrou que funcionários de uma das concessionárias atingidas colocavam tapumes de madeira no local das paredes de vidro na manhã deste sábado.

A concentração do ato começou pacífica por volta das 17h em frente ao Theatro Municipal. Os participantes votaram o trajeto da passeata e definiram que seguiriam pela Praça da República e Rua da Consolação para chegar até a Praça do Ciclista, na Avenida Paulista.

Em nota no Facebook, o movimento diz ter reunido 30 mil manifestantes ao longo da manifestação. A Polícia Militar afirma que 2 mil pessoas participavam do ato às 18h30.

Começo do tumulto
O tumulto começou quando o grupo subia a Rua da Consolação em direção à Av. Paulista. Repórteres do G1 acompanharam quando a PM tentava impedir que o sentido Centro fosse bloqueado. Uma pedra foi jogada contra um carro da Força Tática.

O ato prosseguiu, mas mascarados que estavam perto da Avenida Paulista jogaram lixo e chutaram portas de lojas. A PM usou bombas de efeito moral para dispersar os grupos. Algumas pessoas correram por ruas que cruzam a Rua da Consolação e depredaram imóveis na região.

Três agências bancárias tiveram vidros e caixas eletrônicos quebrados: uma do Santander na Rua da Consolação, outra do mesmo banco na Avenida Angélica e uma do Banco do Brasil também na Avenida Angélica. Uma concessionária da Toyota e outra da Kia Motors tiveram vidros quebrados na Rua Matias Aires, na esquina com Rua Augusta. Barricadas com lixo queimado foram usadas para bloquear trechos da Avenida Angélica e da Rua Haddock Lobo.

O tumulto começou por volta das 19h20 e se estendeu por mais de uma hora. Por volta das 20h50, cerca de 200 manifestantes encerram o ato perto da esquina da Rua da Consolação com a Avenida Paulista. Eles combinaram a realização de outro protesto na próxima semana.

O Movimento Passe Livre (MPL) afirmou, em nota, que a PM reprimiu violentamente a manifestação. “(A PM) lançou bombas de gás, bombas de estilhaço mutilante e atirou com balas de borracha para impedir que a marcha chegasse à Av. Paulista”, diz o grupo. O MPL não aponta agressões contra a PM ou atos de vandalismo. O movimento diz que a prisão de manifestantes foi “repressão brutal”.

Também em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) rebateu o MPL. “As imagens da imprensa e da própria corporação deixam claro que as agressões partiram de vândalos. Por isso, foi necessário o uso de técnicas de dispersão para conter estas práticas criminosas, com a prisão e detenção, até o momento, de cerca de 50 pessoas.”, afirma a SSP.

“A PM lembra que mais de uma vez convidou o MPL para participar das reuniões preparatórias do esquema de segurança da manifestação realizada nesta sexta-feira. Infelizmente, os integrantes do MPL não compareceram.”

Histórico de mobilizações
O MPL iniciou as manifestações que tomaram o país em junho de 2013. À época, o objetivo era impedir o aumento de 20 centavos nos ônibus, trens e Metrô de São Paulo. O protesto desta sexta-feira é novamente contra o aumento das tarifas do transporte público, que subiram de R$ 3 para R$ 3,50 no início deste ano.

A Prefeitura e o governo de São Paulo disseram que a tarifa não era reajustada desde 2011 e que o aumento agora foi abaixo da inflação. A Prefeitura afirmou ainda que implantou o passe livre para estudantes de baixa renda. Também em nota, o governo do estado informou que manifestações pacíficas e democráticas devem ser asseguradas e respeitadas, assim como o direito de ir e vir dos cidadãos e a preservação do patrimônio público.

Fonte: G1

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