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Uma guerra estelar está se travando entre os Sirianos e as Raças Gray, Draconiana, Reptilianos e Annunaki

GUERRA ESTELAR

Fonte: Youtube

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Mensagem da Frota Prateada sobre a crise no Brasil

Brasil

América do Sul

Fonte: Youtube

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Crescem manifestações pelas DIRETAS JÁ e FORA TEMER.

 

 

Multidão protesta contra Temer e pede eleições diretas

No protesto na Avenida Atlântica, desde as 12h deste domingo, 28/5/17, estão ocorrendo shows de diversos artistas

Uma multidão ocupa a Avenida Atlântica, na altura do posto 3, em Copacabana (zona sul do Rio), na tarde deste domingo (28) em protesto contra o presidente Michel Temer (PMDB) e por eleições diretas para ocupar a presidência. “A primeira medida necessária é a saída de Temer”, afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AM).

Para o congressista, há duas formas de isso ocorrer: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar a chapa formada por Dilma Rousseff e Michel Temer ou a Procuradoria Geral da República denunciar Temer, o que dependeria de autorização do Poder Legislativo. “O mais rápido seria o presidente renunciar, mas não se pode esperar isso dele”, afirmou.

Para o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), mesmo se a eleição direta para presidente nesse momento não for instituída, a mobilização popular é importante. “Em 1984 não conseguimos aprovar (a eleição direta), mas o movimento popular acelerou o fim da ditadura e as conquistas da Constituição de 1988.”

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) afirma ser possível prever hoje o desfecho da crise política. “Nós exigimos eleições diretas para presidente, mas não dá pra saber qual será a decisão do Congresso. Há uma proposta de emenda constitucional que será votada na próxima quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça. Mas tem outras variáveis: parece que o (deputado federal) Rocha Loures (flagrado recebendo R$ 500 mil) está negociando delação premiada. Então muita coisa pode acontecer”, avaliou.

O deputado federal Alessandro Molon (Rede), autor do primeiro pedido de impeachment de Temer após a divulgação da delação dos donos da Friboi, afirmou que a mobilização popular pode convencer os congressistas a aprovar uma emenda constitucional que institua eleições diretas.

A regra prevista na Constituição para substituição do presidente nos dois últimos anos de mandato é por eleição indireta. “Essa não é uma causa de um partido político, de um segmento, essa é a melhor solução para o País”. Molon acredita que o TSE vai cassar a chapa Dilma-Temer em 6 de junho. “Mas espero que não haja pedido de vista, que é a vontade de Temer”, afirmou.

No protesto na Avenida Atlântica, desde as 12h estão ocorrendo shows de diversos artistas. A principal exibição será de Caetano Veloso, a partir das 16h.

Fonte: Notícias ao minuto

Diretas Já? Oposição articula frente com 7 partidos por novas eleições

Manifestação em São Paulo pede saída do presidente Michel Temer e convocação de eleições diretas.© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Manifestação em São Paulo pede saída do presidente Michel Temer e convocação de eleições diretas.

Diante da crise política vivida pelo governo de Temer, partidos de oposição se articulam em torno de uma frente nacional para defender eleições diretas por meio de uma emenda à Constituição.

Presidentes do PT, Psol, Rede, PSB, PCdoB, PDT e PTN se reúnem na próxima segunda-feira à tarde, no Senado Federal, para discutir o tema. Parlamentares negam, contudo, conversas em torno de um nome para disputar o pleito.

Nesta quarta-feira (24), a bandeira das “diretas já” ganhou força tanto nas ruas quanto no Congresso. Manifestantes marcharam na Esplanada dos Ministérios e a sessão na Câmara foi interrompida duas vezes por discussões entre oposicionistas e governistas. No início da noite, deputados deixaram o plenário, em protesto.

“Temer decretou estado de exceção”, afirmou o deputado José Guimarães (PT-CE) em referência à decisão do presidente de chamar o Exército para atuar em Brasília até 31 de maio. A decisão foi tomada após confrontos no protesto na capital, com manifestantes feridos e prédios depredados.

Sem candidato

No PT, por enquanto, o candidato seria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, há certa resistência devido à possibilidade de ele ser preso. O petista é alvo de cinco inquéritos. Há uma avaliação, por outro lado, de que sua candidatura seria mais viável ainda em 2017 do que em 2018, devido ao tempo de atuação da Justiça.

Tanto a Câmara quanto o Senado discutem propostas de emenda à Constituição para viabilizar eleições diretas. O artigo 81 da Constituição Federal prevê que, caso os cargos de presidente e vice-presidente da República fiquem vagos após a metade do mandato de quatro anos, o Congresso deve eleger o novo presidente.

A PEC 227/2016 estabelece eleições diretas até os seis meses finais do mandato. A oposição espera votar o texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara na próxima quarta-feira (31). Se for aprovado, ainda passa por uma comissão especial e precisa do apoio de 308 deputados no plenário, em dois turnos.

Já a PEC 67/2016 prevê novas eleições no caso de vacância dos dois cargos até o final do terceiro ano de mandato. O texto pode ser votado na CCJ do Senado na próxima semana. Se for aprovado, segue a mesma tramitação.

Contagem de votos

De acordo com contagem das senadoras Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Fátima Bezerra (PT-RN), 38 senadores votariam a favor de eleições diretas. São necessários 54 votos, em dois turnos.

A contagem inclui nomes da base, como o senador Otto Alencar (PSD-BA), Omar Aziz (PSD/AM) e Eduardo Braga (PMDB-AM). Braga foi um dos cinco senadores do PMDB que não esteve na reunião com Temer nesta quarta-feira.

No encontro de quatro horas, o presidente repetiu que não renuncia e foram feitas críticas abertas ao líder da bancada no Senado, Renan Calheiros  (AL), também ausente na reunião.

Em plenário, Renan voltou a fazer duras críticas ao governo.

É constitucional chamar as Forças Armadas, mas beira a insensatez fazer isso num momento em que o País pega fogo. Beira a irresponsabilidade! Beira a irresponsabilidade (…) Se esse governo não se sustenta – é verdade, ou não é –, não serão as Forças Armadas que vão sustentar esse governo.

O senador criticou ainda a nomeação do deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR), aliado do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha  (PMDB-RJ), para o Ministério da Justiça.

É inadmissível que um governo chantageado publicamente, que não tem noção do que pode e do que não pode fazer, continue a ser pautado por um presidiário, inclusive na nomeação de um ministro da Justiça. Isso não pode acontecer.

Em resposta, o presidente do PMDB e líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), criticou a atuação da oposição. “Não é no grito, não é na pancada, não é na ameaça que vai se resolver as questões do País”, afirmou.

Fonte: MSN

Manifestações pedem ‘fora Temer’ em 15 estados

Faixas exigem eleições diretas.

 

Protestos são registrados em 15 estados neste domingo (21) pedindo a renúncia do presidente Michel Temer, convocados pelo PT e outros partidos, a CUT (Central Única dos Trabalhadores), grupos de esquerda, movimentos sociais e outras centrais sindicais. Os atos foram motivados pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. No sábado (20), Temer disse que continua na Presidência e pediu a suspensão do Inquérito Policial

Até as 18h, havia registro de protestos no Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.

 

Amazonas

 

Integrantes da Frente Brasil Popular e de centrais sindicais participaram de um ato na Praça do Congresso, no Centro de Manaus. Os manifestantes pedem a saída do presidente Michel Temer e são contrários às reformas trabalhista e da Previdência. A Polícia Militar (PM) e a organização do protesto estimaram cerca de 300 pessoas no ato.

Manifestação foi realizada na Praça do Congresso, em Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Manifestação foi realizada na Praça do Congresso, em Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Manifestação foi realizada na Praça do Congresso, em Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

 

Bahia

 

No Centro de Salvador, um grupo protesta contra o presidente Michel Temer e pedindo eleições diretas. A concentração da manifestação começou por volta das 13h, no Largo do Campo Grande, e às 15h eles iniciaram uma passeata, tendo como destino o Farol da Barra. Participam do ato, representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB-BA) e entidades populares. Segundo os organizadores, participam do protesto cerca de 10 mil pessoas. A Polícia Militar não estimou o público presente.

 

Ceará

 

Na Praia de Iracema, em Fortaleza,  o protesto pela renúncia ou impeachment do presidente Michel Temer reuniu cerca de 15 mil pessoas, segundo organizadores. A Polícia Militar não divulgou estimativa. O protesto é realizado pelos movimentos Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular Ceará, com a participação de ONGs, centrais sindicais, coletivos e entidades trabalhistas.

Manifestantes voltam a pedir a saída de Temer em Fortaleza (Foto: Dawlton Moura)Manifestantes voltam a pedir a saída de Temer em Fortaleza (Foto: Dawlton Moura)

Manifestantes voltam a pedir a saída de Temer em Fortaleza (Foto: Dawlton Moura)

 

Goiás

 

Ato em Goiânia pediu a saída de Temer e a realização de eleições diretas. A manifestação, organizada pela Central Única dos Trabalhadores em Goiás (CUT-GO), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e pela Frente Brasil Popular (FBP), ocorreu na Praça do Trabalhador, no Setor Central. Até as 11h40, ainda não havia estimativa da quantidade participantes por parte dos organizadores. A Polícia Militar não está no local. O ato teve início às 10h30 e terminou por volta das 13h.

 

Minas Gerais

 

Manifestantes pedem a saída de Temer na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte

Manifestantes pedem a saída de Temer na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte

Manifestantes se reuniram na Praça da Liberdade, Centro de BH. O ato foi convocado pela Frente Brasil Popular, pela Central Única dos Trabalhadores, e outros movimentos sociais, estudantis e partidos de esquerda. Não havia estimativa de público.

Representantes de movimentos estudantis, sindicatos e movimentos sociais realizaram ato em Juiz de Fora. Os organizadores estimaram a participação de mil pessoas. A Polícia Militar (PM) acompanhou o ato, mas não divulgou público presente.

Em Uberlândia, protesto pela saída do presidente Michel Temer (PMDB) e eleições gerais diretas imediatas foi organizado pelo Comitê Regional Contra as Reformas da Previdência e Trabalhistas – Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo. A Polícia Militar disse que 120 pessoas participaram do protesto. A organização informou 400 participantes.

 

Mato Grosso do Sul

 

Manifestantes fizeram um ato contra corrupção e reforma trabalhista e pediram a saída de Temer. O protesto, organizado pelo Frente Brasil Popular, reuniu cerca de 300 pessoas, segundo os organizadores. A Polícia Militar estimou o grupo em 150 participantes.

 

Maranhão

 

Cerca de 400 carros e três mil pessoas participaram de uma carreata pelas principais avenidas de São Luís, segundo Joel Nascimento, presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB). A Polícia Militar estimou que apenas 500 pessoas participaram do ato, convocado por centrais sindicais, além dos movimentos Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo.

 

Pará

 

Dezenas de manifestantes ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) realizaram ato em Belém pedindo a renúncia de Temer e a realização de eleições diretas para definir a sucessão do executivo nacional. A polícia e a organização do protesto não divulgaram estimativa de público.

 

Paraíba

 

Cerca de 500 pessoas participaram de ato no Busto do Tamandaré,em João Pessoa. O grupo pediu a renúncia do presidente Michel Temer e a convocação de eleições diretas. A manifestação, convocada pela Frente Brasil Popular, contou com a participação de integrantes de movimentos sociais. A Polícia Militar não divulgou estimativa de participantes.

 

Paraná

 

Um grupo saiu em marcha pelas ruas do Centro de Curitiba pedindo a suspensão das reformas trabalhista e da Previdência e também a saída de Temer. O protesto começou por volta das 14h30, na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O ato foi organizado pela Frente Brasil Popular.

 

Pernambuco

 

Um grupo de pessoas que pede a saída de Michel Temer e eleições diretas ocupou a Praça do Marco Zero, em Recife. A Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CUT-PE), que convocou o ato, disse que o número de participantes chegava a 5 mil.

Manifestantes se reuniram no Centro do Recife para exigir a saída de Temer (Foto: Marina Meireles/G1)Manifestantes se reuniram no Centro do Recife para exigir a saída de Temer (Foto: Marina Meireles/G1)

Manifestantes se reuniram no Centro do Recife para exigir a saída de Temer (Foto: Marina Meireles/G1)

 

Rio Grande do Norte

 

Os manifestantes protestaram em Natal, pedindo a saída do presidente Michel Temer e a convocação de eleições diretas. A concentração começou por volta das 9h na Praça das Flores e terminou às 12h30. O protesto foi convocado por movimentos sociais. Da Praça das Flores os manifestantes saíram em direção à Praia do Meio. A PM não estimou o número de participantes. De acordo com os organizadores, eram 4 mil manifestantes.

 

Rio de Janeiro

 

Manifestantes se reuniram na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, em ato contra a corrupção  (Foto: Matheus Rodrigues/G1)Manifestantes se reuniram na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, em ato contra a corrupção  (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

Manifestantes se reuniram na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, em ato contra a corrupção (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

A orla da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi palco de um protesto contra a corrupção. O ato, organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe), teve início por volta das 10h e pedia a saída do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e do presidente da República, Michel Temer. O movimento foi organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe). O número de manifestantes não foi informado.

 

Sergipe

 

Movimentos sociais e sindicalistas participaram de um protesto pedindo a renúncia do presidente Michel Temer nos Arcos da Orla da Atalaia, em Aracaju  O ato foi coordenado pela Frente Brasil Popular, formada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Sem Terra (MST), estudantes e Levante da Juventude. Segundo os organizadores, até pouco antes das 16h, cerca de 300 pessoas estavam no local.

 

São Paulo

 

Um grupo de manifestantes fez um protesto na Paulista   contra o governo Michel Temer e pedindo eleições diretas. O grupo se reúne em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). O ato foi convocado pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular. Centrais sindicais e movimentos estudantis também participam do ato.

Manifestantes fazem ato contra Temer em frente ao Masp (Foto: Livia Machado/G1)Manifestantes fazem ato contra Temer em frente ao Masp (Foto: Livia Machado/G1)

Manifestantes fazem ato contra Temer em frente ao Masp (Foto: Livia Machado/G1)

Em Piracicaba, um grupo de manifestantes realizou ato que teve início por volta das 14h30 na Praça José Bonifácio e percorreu vias da área central até a Rua do Porto, região turística da cidade. Cerca de 80 pessoas participaram, segundo organizadores. A Polícia Militar não acompanhou a manifestação, nem a Guarda Municipal ou a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Semuttran). A manifestação foi convocada por dois movimentos, a Frente Povo Sem Medo e a Frente Brasil Popular.

Em Campinas, um ato convocado nas redes sociais pela Frente Brasil Popular reuniu 400 pessoas, segundo a Guarda Municipal. A concentração ocorreu no Largo do Rosário e, em seguida, o grupo ocupou a Avenida Francisco Glicério.

 Fonte: G1

Eleições diretas: Confira o calendário de manifestações neste domingo

Frente Povo Sem Medo

 

Movimentos sociais e lideranças políticas denunciam que a eleição indireta seria um novo golpe ao Brasil, tendo em vista que o já desmoralizado Congresso Nacional seria o responsável por eleger um novo Presidente da República, justificando dessa forma a necessidade do povo decidir os rumos do país.

Michel Temer encontra-se, desde a última terça-feira (17), mergulhado em acusações envolvendo corrupção, organização criminosa e obstrução à justiça, após vir à tona a delação premiada do dono da Rede JBS, Joesley Batista, detalhando o envolvimento do presidente à situações escusas.


Confira o calendário de manifestações: 

09:00 — Belo Horizonte (MG)

Circuito Liberdade

09:00 — Campo Grande (MS)

Praça Ary Coelho

09:00 — Diamantina (MG)
Largo Dom João

09:30 — Uberlândia (MG)

Praça Tubal Vilela

10:00 — Goiânia (GO)
Praça do Trabalhador

10:00 — Porto Alegre (RS)
Redenção — Parque Farroupilha

13:00 — Feira de Santana
Bar Mangueira, Próximo A Igreja De Capuchinhos

14:00 — Campos dos Goytacazes (RJ)
Calçadão de Campos

14:00 — Piracicaba (SP)
Praça José Bonifácio

14:00 — Marília (SP)
Prefeitura de Marília

14:00 — Campo Mourão (PR)
Praça São José Campo Mourão

15:00 — São Paulo (SP)
MASP

15:00 — São Paulo (SP)
MASP

14:00 — Dublin — Irlanda
Phoenix Park

14:00 — Westmount, Canada
Westmount Square

15:00 — Fortaleza (CE)
Estátua De Iracema

15:00 — Santa Bárbara Do Oeste (SP)

Teatro Municipal Manoel Lyra

16:00 — Blumenau (SC)

Prefeitura de Blumenau

16:00 — Pato Branco (PR)
Praça Presidente Vargas

16:00 — Araçatuba (SP)

Praça Getúlio Vargas

16:00 — Hortolândia (SP)
Praça São Francisco de Assis

16:00 — Palmas (TO)
Praça Dos Girassois

16:00 — Bogotá, Colômbia
Plaza de Bolivar

17:30 — Nova Iorque — EUA
Union Square Park

Fonte: Portal Vermelho

Manifestações em todo Brasil pedem renúncia de Temer

Confira a situação dos protestos nas diferentes regiões do país

Manifestações em todo Brasil pedem renúncia de Temer; SIGA -

Manifestações em todo Brasil pedem renúncia de Temer; SIGA - São Paulo © REUTERS / PAULO WHITAKER

Mais de 50 manifestações foram marcadas em diferentes regiões do país nesta quinta-feira (18) pedindo a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB) e eleições diretas.

As chamadas para os protestos foram intensificadas após o presidente Michel Temer afirmar, no Palácio do Planalto, que não renunciará e que não teme delação.

Confira a situação dos protestos nas diferentes regiões do país.

Rio de Janeiro (RJ)

Manifestantes reuniram-se na Candelária, no Centro da capital, por volta das 17h. O batalhão de choque está no lugar para acompanhar o ato.

Os atores Wagner Moura, Leandra Leal e Humberto Carrão foram flagrados no protesto.

Em ato simbólico, manifestantes carregam caixão e fazem “velório” de Michel Temer, aos gritos de “Diretas, Já!”.

Goiânia (GO)

O ato seguia pacífico pelas ruas do centro da cidade, quando uma motorista tentou furar bloqueio feito para o protesto. A ação gerou tumulto e terminou com duas pessoas feridas.

São Paulo (SP)

A manifestação na capital paulista estava marcada para começar em frente ao Masp, na Avenida Paulista, às 19h. No entanto, manifestantes começaram a se reunir desde as 17h no local, com cartazes de ‘Fora Temer’, ‘Fora todos eles’ e ‘Diretas já!’.

Brasília (DF)

Por volta das 17h, manifestantes começaram uma passeata em direção à Praça dos Três Poderes. Um grupo a favor da intervenção militar compareceu ao local, e houve troca de provocações. De acordo com o G1, não há relato de confronto físico até o momento.

Curitiba (PR)

O frio de 15ºC e a chuva parecem ter esvaziado os protestos contra Michel Temer na praça Santos Andrade, no centro da capital. A maioria dos manifestantes ficou sob a cobertura do prédio da UFPR (Universidade Federal do Paraná), para se proteger da chuva.

Fonte: Notícias ao minuto

Comentários.

A CASA CAIU PARA TEMER, e as manifestações pelas DIRETAS se agravam, além dos pedidos de impeachment, já que ele insiste em não renunciar e ainda teve a coragem de chamar o Exército

Após delação da JBS, Temer enfrenta pior crise política e perde aliados

As bancadas do PSB, PPS, PTN e PHS anunciaram a saída da base aliada do governo

As delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista, empresários da JBS, aprofundaram a crise política no Brasil. As revelações feitas pelos executivos envolvem o nome do presidente Michel Temer e do senador Aécio Neves (PSDB-MG). O governo enfrenta desde o último dia 17 a maior crise desde que Temer assumiu o Planalto.

Aécio foi afastado do mandato parlamentar pelo Supremo Tribunal Federal e Michel Temer passou a ser investigado por três crimes.

No entanto, como destaca a reportagem do G1, as delações geraram ainda mais impactos. As bancadas do PSB, PPS, PTN e PHS anunciaram a saída da base aliada do governo. Juntos são 66 deputados que passarão a fazer oposição.

O governo de Temer que antes tinha o apoio de 413 dos 513 deputados, conta agora com 347 parlamentares, segundo a publicação.

Em meio à crise, Temer continua se esforçando para conquistar no Congresso Nacional o apoio necessário para aprovar as reformas, entre as quais a da Previdência Social e a trabalhista.

Embora tenha sido pressionado pela oposição e até mesmo pela base aliada, o presidente já disse que não renunciará ao cargo e tem rebatido as acusações dos delatores da JBS e negado ter cometido irregularidades no mandato do presidente da República.

Após as delações, a Procuradoria Geral da República pediu e o Supremo Tribunal Federal autorizou a abertura de inquérito para investigar Michel Temer por três crimes: corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa.

Além disso, a Câmara dos Deputados já recebeu 17 pedidos de impeachment, movidos principalmente pela oposição e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Fonte: Notícias ao minuto

Dilma faz novo pedido de liminar para voltar à presidência

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) – 18/02/2017: A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) - 18/02/2017© Evaristo Sá A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) – 18/02/2017A defesa de Dilma apresentou nesta quarta-feira um novo pedido de liminar ao Supremo Tribunal Federal(STF) para tentar anular o impeachment que a tirou definitivamente do cargo em agosto de 2016. O processo caiu nas mãos do Ministro Alexandre de Moraes, que assumiu os casos do ministro Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo em janeiro deste ano.Teori já havia indeferido a liminar em outubro do ano passado, dizendo que “não havia risco às instituições republicanas, ao estado democrático de direito ou à ordem constitucional”, uma vez que o então vice-presidente Temer havia ocupado o cargo da titular da chapa. Na ocasião, o ministro ainda escreveu que levaria para o plenário do STF apreciar o mérito do caso.

Nesta quarta-feira, o advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, citou as denúncias da delação de executivos da JBS que levaram Temer a ser alvo de inquérito no STF por crimes de corrupção, obstrução da Justiça e organização criminosa para reforçar o pedido de invalidação do impeachment.

“O quadro institucional do nosso país passou a sofrer uma forte e acentuada deterioração. Sua Excelência, o Presidente da República, por revelações que se tornaram fatos notórios, firmadas a partir de delações premiadas homologadas por este STF, foi atingido frontalmente por denúncias de corrupção e de tentativa de obstrução da Justiça. Em decorrência disso, o país passa por hoje por uma crise política e institucional aguda, em dimensões nunca antes vivenciadas. A cada dia se evidencia mais a ilegitimidade e a impossibilidade do atual Presidente da República permanecer no exercício de um mandato, para o qual não

foi eleito, e em que foi indevidamente investido por força de um processo de impeachment escandalosamente viciado e sem motivos jurídicos que pudessem vir a justificá-lo”, escreveu Cardozo no texto.

Por fim, o advogado faz um apelo a Moraes para que analise com a “máxima urgência” o pedido e que, se não for atendê-lo, coloque-o com celeridade para apreciação do plenário da Corte.

Fonte: MSN

Temer revoga decreto que autorizou atuação do Exército na Esplanada

Militares haviam sido enviados para as ruas de Brasília após protesto de centrais sindicais terminar em atos de vandalismo. Presidente decidiu retirar as tropas após se reunir com ministros.


 

O presidente Michel Temer sorri durante reunião, nesta quinta, com empresários no Palácio do Planalto (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)O presidente Michel Temer sorri durante reunião, nesta quinta, com empresários no Palácio do Planalto (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

O presidente Michel Temer sorri durante reunião, nesta quinta, com empresários no Palácio do Planalto (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

O presidente Michel Temer revogou nesta quinta-feira (25), por meio de uma edição extraordinária do “Diário Oficial da União”, o decreto que autorizou o uso de tropas das Forças Armadas na Esplanada dos Ministérios.

No decreto que revogou o ato anterior, o presidente afirma que, “considerando a cessação dos atos de depredação e violência e o consequente restabelecimento da Lei e da Ordem no Distrito Federal, em especial na Esplanada dos Ministérios”, ele decidiu retirar os militares das ruas de Brasília.

O decreto publicado nesta quinta-feira tem apenas dois artigos:

 

  • Art. 1º Fica revogado o Decreto de 24 de maio de 2017, que autoriza o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem no Distrito Federal;
  • Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 25 de maio de 2017; 196º da Independência e 129º da República.

 

Protesto contra governo espalha destruição em Brasília e Temer chama Forças Armadas

Protesto contra governo espalha destruição em Brasília e Temer chama Forças Armadas

A decisão se deu menos de 24 horas após a assinatura do decreto que determinou o envio de tropas das Forças Armadas para o Distrito Federal. Na manhã desta quinta, Temer se reuniu, no Palácio do Planalto, com ministros de seu núcleo político e de defesa para avaliar a eventual saída dos militares da Esplanada.

Participaram da reunião com o presidente da República os ministros Raul Jungmann (Defesa), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral), Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional).

Ao final do encontro, a assessoria da Presidência informou que, na manhã desta quinta, o ministro da Defesa vai fazer um novo pronunciamento no Planalto. Na véspera, coube ao titular da Defesa anunciar o envio de tropas do Exército para as ruas da capital federal.

 

Envio das tropas

 

Michel Temer havia assinado em 24/5/17 o decreto de garantia da lei e da ordem no Distrito Federal que autorizou o uso de tropas militares na segurança de prédios públicos federais.

A decisão foi motivada pelos tumultos e atos de vandalismo registrados nesta quarta, na área central de Brasília, durante a manifestação organizada por centrais sindicais para reivindicar que Temer deixe o comando do Palácio do Planalto e também para protestar contra as reformas nas regras previdenciárias e trabalhistas propostas pelo peemedebista (assista ao vídeo abaixo).

O protesto, que havia iniciado de forma pacífica e reuniu 35 mil pessoas, segundo a Polícia Militar do DF, terminou com sete presos, 49 feridos e prédios públicos queimados e depredados.

Jungmann informou nesta quarta que seriam usados 1,5 mil militares para cumprir o decreto presidencial – 1,3 mil do Exército e 200 fuzileiros navais.

Congresso tem sessões tumultuadas e oposição ocupa mesa diretora do plenário

Congresso tem sessões tumultuadas e oposição ocupa mesa diretora do plenário

 

Confusão na Câmara

 

No pronunciamento no qual comunicou nesta quarta o envio das tropas para as ruas do Distrito Federal, o ministro da Defesa informou que a decisão de Temer foi tomada após o o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), solicitar auxílio federal na segurança dos prédios públicos.

A presença de tropas do Exército nas ruas da capital federal gerou polêmica, especialmente, no Congresso Nacional. Assim que foi anunciado o envio dos militares para a área central de Brasília, deputados da oposição questionaram duramente o presidente da Câmara no plenário da Casa.

O notícia causou discussões e tumulto durante a sessão da Câmara. Maia, porém, disse que havia pedido a Temer o emprego da Força Nacional, e não das Forças Armadas.

Parlamentares da oposição chegaram a apresentar projetos na Câmara e no Senado com o objetivo de derrubar o decreto editado pelo presidente da República.

Além disso, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) mandado de segurança contra o ato da Presidência da República.

Na ação, o parlamentar pedi que a Suprema Corte derrubasse o decreto, argumentando que a medida só cabia “quando esgotados todos os meios normais para o reestabelecimento da lei e da ordem”.

O mandado de segurança, que perdeu o objeto com a revogação do ato anterior do presidente da República, será analisado pelo ministro Dias Toffolli

Fonte: G1

A cassação da chama Dilma-Temer já é prevista por aliados do presidente Michel Temer. Eles admitem, reservadamente, que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possa cassar a chapa formada por Dilma e Temer na eleição de 2014.

Em entrevista ao Blog da Andreia Sadi, do G1, ministros disseram que Temer não cogita renunciar ao cargo e não está preocupado com a possibilidade de sofrer impeachment, pois cabe ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), aliado do presidente, analisar os pedidos.

No entanto, embora Temer tenha se mostrado resistente ao período de crise em seu governo, aliados do presidente admitem que o “fator Rocha Loures” e a prisão do ex-vice-governador do DF Tadeu Fillipelli (PMDB) complicam a governabilidade do peemedebista.

Segundo a avaliação dos assessores de Temer, três dos sete ministros do TSE votariam pela cassação da chapa.

POSSÍVEIS NOMES

Diante da possbilidade de cassação, aliados do presidente discutem nomes para assumir o governo, em caso de eleições indiretas, como prevê a Constituição. Rodrigo Maia e Henrique Meirelles são os principais citados.

No entanto, Maia é alvo de dois inquéritos autorizados por Edson Fachin e isso pode ser um peso contra ele, segundo aliados. Enquanto isso, um dos personagens políticos que articula o nome de Maia acredita que, se ele assumir a presidência da República, não poderá ser investigado. A Constituição prevê que o presidente da República só pode ser investigado por atos cometidos durante o exercício do mandato e com autorização do STF.

Outra ala do Planalto defende o nome de Henrique Meirelles e avalia que ele tem respeito do mercado e seria capaz de garantir a continuidade da agenda da pauta fiscal, principalmente as reformas.

O nome da ministra Carmen Lúcia também é cogitado para assumir o governo. Mas, como destca a publicação, a presidente do STF negou qualquer intenção de se candidatar.

Fonte: Notícias ao minuto

TEMER PEDE E RECEBE PROPINAS DA JBS DESDE 2010, DISSE JOESLEY À PGR

Mais uma bomba atinge Michel Temer, que ontem falou em rede nacional prometendo não renunciar; segundo a delação de Joesley Batista, da JBS, Temer recebe propinas regularmente desde 2010; ou seja: além dos flagrantes de obstrução judicial e vazamento da taxa de juros do Banco Central, ele também foi acusado de corrupção sistemática por parte do empresário; diante do escândalo, a economia brasileira derrete e até aliados de Temer o abandonam

Mais uma bomba atinge Michel Temer, que ontem falou em rede nacional prometendo não renunciar.

Segundo a delação de Joesley Batista, da JBS, Temer recebe propinas regularmente desde 2010.”O anexo 9 trata do presidente e tem como título: Fatos diretamentes corroborados por elementos especiais de prova Michel Temer”, informa o jornalista Fausto Macedo.Leia a íntegra:

 

 

 

 

Fonte: brasil247

 

Gravação da JBS coloca Governo Michel Temer à beira do abismo

Reformas impopulares deverão ser travadas, e pode haver impeachment e eleições diretas

Manifestantes na Paulista contra Temer. FERNANDO BIZERRA JR (EFE).

O Governo Temer está à beira do abismo. A revelação de que os magnatas da JBS gravaram em acordo com a Lava Jato conversa em que Temer supostamente dá o aval para a compra do silêncio do ex-deputado preso Cunha mancham como nunca a imagem do presidente e ameaçam implodir o principal trunfo de sua impopular presidência: a supermaioria no Congresso. Brasília discute se a situação ficará insustentável e aguarda a íntegra das gravações  —a existência dos áudios foi reveladas pelo jornal O Globo, mas os registros, parte de um acordo de delação premiada, não foram divulgados pelas autoridades. Seja qual for o desfecho, o certo é que a crise de enorme proporções detonada nesta quarta-feira ameaça enterrar, ao menos, qualquer chance de o Planalto conseguir passar no Parlamento suas reformas liberais ambiciosas.

Temer confirmou ter se encontrado Joesley Batista, o dono da maior empresa de carnes no mundo, no Planalto, mas negou ter chancelado a compra, por milhões, do homem-bomba Eduardo Cunha. Artífice do impeachment de Dilma e próximo de presidente no PMDB, Cunha está preso desde outubro passado em Curitiba. Os empresários, alvo de diversas investigações, fizeram tudo, de acordo com O Globo, de maneira “controlada”, ou seja, com anuência dos investigadores e da Procuradoria-Geral da República, num dos lances mais ousados da Operação Lava Jato até agora. Além do áudio de Temer, um ex-assessor próximo do presidente teria sido gravado recebendo malas de dinheiro. Tudo está à espera agora da homologação da delação pelo Supremo Tribunal Federal.

A denúncia muda a situação de Temer na Lava Jato e, se confirmado, pode levar a um processo criminal e impeachment. Citado nas delações da Odebrecht, o presidente não pôde ser investigado pelos supostos crimes que lhe são atribuídos porque eles teriam sido cometidos fora de seu mandato. Agora, conforme noticiado pelo jornal O Globo, a tentativa de obstruir a operação ocorrera já no período em que estava no Planalto, há dois meses. Ou seja, abriu a possibilidade de que pedidos de impeachment fossem apresentados  —o que há aconteceu na noite desta quarta.

A diferença entre Temer e a antecessora que ele ajudou a derrubar é sobre quem ocupa a presidência da Câmara no momento da crise política. No caso de Dilma, era um adversário político, Eduardo Cunha, quem estava no cargo com o papel crucial de dar a largada em um processo de destituição. Já Temer tem na função alguém que ele lutou para que estivesse lá, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A ligação entre eles é tamanha que Maia foi um dos primeiros a chegar ao Planalto para participar de uma reunião de emergência convocada após as revelações.

Mesmo que o procurador-geral, Rodrigo Janot, avaliar que há motivos suficientes para processar o presidente, a decisão também tem de ser autorizada por dois terços da Câmara. E só nos próximos dias Temer saberá o tamanho do estrago em seu apoio parlamentar recorde. Ninguém na Nova República tinha exibido uma superbase no Congresso de quase 80% dos parlamentares. Nenhum antecessor havia chegado ao número de 61 senadores e 411 deputados.

Até esta semana o Governo não havia perdido nenhuma das importantes batalhas que teve no Legislativo. Aprovou desde o teto de gastos públicos (medida extremamente criticada pelos opositores) até a reforma do ensino médio nas duas Casas, entre outras medidas. Na Câmara, passou a reforma trabalhista e estava em vias de aprová-la no Senado. Seu plano era, até o fim de junho, concluir também a votação da sua principal proposta de mudança legislativa, a impopular reforma da Previdência. Mas tudo parece em suspenso agora. Mesmo que Maia não aceite nenhum dos pedidos de impedimento do presidente ou que os deputados barrem qualquer iniciativa de Janot, Temer pode ter que usar, na melhor das hipóteses, o seu requintado relógio Cartier apenas para contar as horas finais na cadeira presidencial.

“Negociações sobre a reforma da Previdência são agora reféns de uma saída desta crise política. Temer perdeu as condições de negociar a reforma”, disse a clientes a consultoria de risco Eurasia Group, que não descarta inclusive um cenário em que Temer, diante da confirmação das denúncias, se veja forçado a renunciar.

bomba dos irmãos Batista atinge o Planalto às vésperas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começar a julgar, em 6 de junho, a ação que pede a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer eleita em 2014. Antes desta quarta-feira explosiva, a maioria dos analistas não apostavam que Temer perderia um mandato no processo, mas a possível debandada do apoio no Congresso, a ampla cobertura midiática e os novos protestos que já começaram a pipocar pelo país são novos ingredientes na equação. Pelas leis atuais, se Temer cair, seja por qualquer via, haveria uma eleição indireta, pelo Congresso, de um novo mandatário no Congresso, mas os pedidos de “Diretas Já”, a opção preferida pelos brasileiros segundo a pesquisa Datafolha, já se fazem ouvir nas ruas nem das redes sociais

Fonte: El País

Joesley acusa Temer de pedir propina desde 2010, diz site

 

 

 

 

 

 

Michel Temer© image/jpeg Michel TemerO empresário Joesley teria acusado o presidente Temer de pedir propina desde 2010, segundo um anexo da delação do empresário divulgado pelo portal O Antagonista na madrugada desta sexta-feira, e confirmados pelo blog Fausto Macedo, do jornal O Estado de S. Paulo.O anexo traz a narrativa de Joesley para o relacionamento dos dois, e afirma que, em 2010, ele atendeu a um primeiro pedido de Temer e concordou em pagar R$ 3 milhões.Segundo o documento, foram R$ 1 milhão por meio de doação oficial e outros R$ 2 milhões para a Pública Comunicações. Em agosto e setembro, teriam sido pagos mais R$ 240 mil à Ilha Produções, também a pedido de Temer.Procurada pela Exame, a PGR informou que não confirma a autenticidade de nenhum dos documentos que têm sido divulgados pela imprensa, já que eles saem do órgão em sigilo. A assessoria de imprensa do STF também informou que não tem como confirmar a autenticidade dos documentos porque eles ainda constam como sigilosos no sistema.

Ministros de Temer receberam R$ 4,4 milhões da JBS

 

 

 

 

Ministros de Temer receberam R$ 4,4 milhões da JBS: Quem mais recebeu foi Helder Barbalho, ministro da Integração, o valor de R$ 2,1 milhões© DR Quem mais recebeu foi Helder Barbalho, ministro da Integração, o valor de R$ 2,1 milhõesOs ministros de Michel Temer receberam aproximadamente R$ 4,4 milhões como doação do grupo JBS nas últimas eleições. O senador Aécio Nves (PSDB-MG) teria pedido R$ 2 milhões de propina e Cunha receberia R$ 500 mil por semana ao longo de 20 anos.De acordo com a coluna Radar Online, da revista Veja, quem mais recebeu foi Helder Barbalho, ministro da Integração, o valor de R$ 2,1 milhões.O ministro da Saúde Ricardo Barros teria recebido R$ 1,2 milhões, Mauricio Quintella, ministro dos Transportes, R$ 450 mil, Marx Beltrão, do ministério do Turismo, R$ 236 mil, Osmar Serraglio, ministro da Justiça, R$ 200 mil, Osmar Terra, do Desenvolvimento Social, R$ 200 mil e Ronaldo Nogueira, do ministério do Planejamento, R$ 130 mil. Os valores teriam sido pagos em 2014, segundo a publicação.Em 2010, o ministério da Agricultura, Blairo Maggi recebeu R$ 12,9 mil.

Fonte: MSN

Aécio cita Alexandre de Moraes para impedir avanço da Lava-jato

Diálogo pouco republicano revela as intenções do tucano

Ministro Alexandre de Moraes

Ministro Alexandre de Moraes durante sessão no STF (Supremo Tribunal Federal) que analisa denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, teria recebido 5 milhões de dólares de propina em esquema de corrupção – 17/05/2017 (Nelson Jr./SCO/STF/Divulgação)

O senador Aécio Neves citou o ministro do STF Alexandre de Moraes em seu plano para impedir o avanço da Lava-Jato.

Um diálogo travado com Joesley Batista mostra que o tucano tentou encontrar uma forma de redistribuir os inquéritos entre os delegados, escolher quem eventualmente melhor o convinha. O plano caiu por terra ao não chegar a um acordo com Michel Temer e Alexandre de Moraes.

“O que vai acontecer agora, vai vir inquérito sobre uma porrada de gente, caralho, eles aqui são tão bunda mole, que eles não notaram o cara que vai distribuir os inquéritos para os delegados, você tem lá, sei lá, tem dois mil delegados na polícia federal, ai tem que escolher dez caras. O do Moreira, o que interessa a ele, sei lá, vai pro João, o do Aécio vai pro Zé. O outro filho da puta, foda-se, vai para o Marculino, nem isso conseguiram terminar, eu, o Alexandre e o Michel“, disse o senador.

Fonte: Veja

 

 

 

 

POLÍTICA

A compra do procurador – Joesley descreve a corrupção a Temer

O presidente Michel Temer ouviu de Joesley Batista relatos de corrupção de integrante do Ministério Público e um juiz

Joesley Batista gravou conversa com Michel Temer, em que descreve compra de procurador (Foto: ÉPOCA)

O presidente Temer ouviu um relato do empresário Joesley Batista sobre ilegalidades que cometia para livrar-se de investigações das Operações Lava Jato e Greenfield. Em dado momento, Joesley começa a queixar-se dos incômodos de ser investigado. Afirma, então, que cooptou um procurador – Ângelo Goulart Villela – por R$ 50 mil mensais, para dar-lhe informações privilegiadas sobre o andamento de investigações. Comenta também que comprou um juiz, tentava comprar seu substituto e também trocar o procurador que conduzia uma das investigações contra ele.

>> Joesley espionou procuradores até durante negociação de delação

Temer, portanto, ouviu que Joesley cometia crimes. “O presidente Michel Temer não acreditou na veracidade das declarações. O presidente não poderia crer que um juiz e um membro do Ministério Público estivessem sendo cooptados”, diz a nota do Palácio do Planalto.

>> Temer para Joesley: “Tem que manter isso”

Fonte: Época

 

 

 

 

Governabilidade de Temer fica prejudicada após debandada na base aliada

No Congresso, se já estava difícil a negociação para aprovação das reformas, em especial, a da Previdência, agora, dificilmente, Temer conseguirá número suficiente de votos

 

Roberto Freire (PPS-PE) pediu demissão do cargo de ministro da Cultura depois que Michel Temer se negou a renunciar à Presidência da República

Apesar de ter usado um tom de voz mais firme e seguro do que o normal nos cerca de cinco minutos de pronunciamento, a negativa do presidente Michel Temer (PMDB-SP) em renunciar ao cargo não serviu para acalmar o clima de debandada na base governista. Nos corredores do Palácio do Planalto, a sensação é de que o governo chegou ao fim e informações de bastidores indicam que até o próprio chefe do Executivo estuda a melhor maneira de abandonar o navio. No Congresso, se já estava difícil a negociação para aprovação das reformas, em especial, a da Previdência, agora, dificilmente, Temer conseguirá número suficiente de votos. Com isso, acaba o único trunfo que tinha para melhorar a condição da economia e, consequentemente, a imagem do governo.

 

Em um pronunciamento repleto de expectativa, Temer foi taxativo ao negar qualquer aval para a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha, preso em Curitiba. Ele afirmou que demonstrará ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não teve nenhum envolvimento com os fatos delatados pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS. “Não renunciarei. Repito. Não renunciarei. Sei dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos aos brasileiros. Essa situação de dubiedade, de dúvida, não pode existir por muito tempo”, declarou. O pronunciamento de Temer, no entanto, teve apoio de poucos no próprio Palácio do Planalto, que o aplaudiram timidamente.

Com baixíssimo apoio popular, Temer e aliados sabem que a governabilidade foi fortemente abalada pela delação e pela abertura de um inquérito contra ele no STF por obstrução de Justiça. A perda de apoio na base coloca em dúvida também a força política do presidente para conter o avanço de um processo de impeachment. A depender do tamanho do desembarque da base, o prazo de destituição de Temer pode não demorar muito.

 

 

Ronaldo Caiado: “O presidente Michel Temer decidiu desafiar a crise. Politicamente, ele já foi julgado. Ele não tem mais condições de governabilidade. Ele optou mais pela imunidade institucional do que pela realidade do país”

Para o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), o processo de impeachment é o único caminho diante da recusa de Temer em deixar o governo. “O presidente Michel Temer decidiu desafiar a crise. Politicamente, ele já foi julgado. Ele não tem mais condições de governabilidade. Ele optou mais pela imunidade institucional do que pela realidade do país. Infelizmente, ele não deixa opção que não seja o impeachment. No momento em que ele resolve desafiar a crise, não existe outro instrumento que não seja, a partir de agora, trabalhar o processo de afastamento”, afirmou Caiado.

Um dos reflexos imediatos das denúncias foi o desembarque do Podemos, o antigo PTN, do governo. Por meio de comunicado divulgado à imprensa, a bancada da Câmara anunciou posição de independência. “O partido, que nasce com uma nova proposta de representação política, reafirma seu compromisso com o povo brasileiro e com a consolidação de uma sociedade democrática. Podemos e devemos reconstruir instituições sólidas, baseadas na transparência e em princípios éticos e morais”, afirma texto assinado pela presidente nacional do partido, Renata Abreu. Entretanto, até o fechamento desta edição, a sigla não havia entregado o comando da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Abandono

As denúncias relacionadas a Michel Temer não mexeram com a base somente no Congresso. Por enquanto, o presidente já perdeu um dos seus ministros: o comandante da pasta da Cultura, Roberto Freire, presidente do PPS, deixou o governo no fim da tarde de ontem. Por meio de nota, Freire afirmou estar deixando o cargo por causa dos acontecimentos e da instabilidade política. “Com muita honra e responsabilidade, durante seis meses, servi ao país e contribuí com medidas importantes para aumentar a transparência, melhorar a eficiência e descentralizar o fomento cultural (…)”. “Retorno ao parlamento brasileiro para ajudar o país a buscar um mínimo de estabilidade política que nos permita avançar em reformas fundamentais”, destacou.

O outro ministro da legenda, Raul Jungmann, chefe da Defesa, também teria cogitado deixar o cargo, segundo fontes do ministério, mas desistiu e divulgou nota afirmando que segue no cumprimento das funções. A permanência de Jungmann no governo pode ter sido um aceno à sugestão de assessores. A recomendação foi de que não deixasse o cargo sob o risco de não ter um civil à frente da pasta. “Procurei sinalizar a ele a importância de não deixar o posto, porque ficaria um vazio institucional. Embora as Forças Armadas pensem diferente hoje, o Brasil tem um histórico de intervenção militar. Por isso, é tão importante manter um comandante civil”, ponderou uma pessoa próxima.

 

 

Paulo Bauer, líder do PSDB no Senado: ministros continuam até o partido se reunir com Temer

 

Panos quentes nas denúncias

Aliados de Michel Temer, especialmente, os da bancada do PMDB da Câmara, tentaram amenizar o clima de debandada da base governista com mensagens de apoio, certeza da inocência do presidente e uma disfarçada sensação de tranquilidade. Por meio de nota, o líder da bancada na Câmara dos Deputados, Baleia Rossi (SP), afirmou que os parlamentares confiam na palavra do presidente. “No seu pronunciamento, o presidente Michel Temer defendeu a celeridade das investigações comandadas pelo Supremo Tribunal Federal e deixou claro que responderá a todos os questionamentos. Neste momento, a Constituição Federal tem de ser nosso guia, a fim de garantir o funcionamento das instituições democráticas em favor do povo”, destaca trecho.O vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (PMDB-RS), usou até de xingamentos para defender Temer. “Esse moleque (Joesley), esse esc… brasileiro, quer se salvar em conluio não sei com quem”, disparou. E o parlamentar garante que a base não está fragilizada. “É normal que, em uma situação de crise, os parceiros questionem e reflitam. Uns mais, outros menos. Mas o governo de Michel Temer é um governo de todos os brasileiros”, declarou, assegurando, também, que as reformas serão mantidas.Outra legenda que saiu rapidamente em defesa do governo é a do líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE). Com cada vez mais espaço na Esplanada e de olho em cargos que serão deixados para trás, o PSC defendeu a ampla defesa do presidente. “O Brasil precisa sair da grave crise econômica e política em que se encontra para voltar a crescer e gerar empregos. O partido entende que o mais importante neste momento é o respeito à Constituição para que o Brasil saia dessa turbulência política como uma democracia madura, baseada em instituições fortes.Um dos principais partidos da base, o PSDB ainda aguarda o caminhar das investigações para anunciar um eventual desembarque do governo, deixando, inclusive, os ministros a postos para renunciarem aos cargos, o que pode acontecer ainda hoje. “Temos que, acima de tudo, preservar as instituições e fazer com que a vida do Brasil continue avançando. Nossos ministros continuam trabalhando e não vamos tomar nenhuma providência antes de termos uma conversa com o próprio Michel Temer”, afirmou o líder dos tucanos no Senado, Paulo Bauer (PR).
Fonte: Correioweb

Maiores fortunas do Brasil perdem US$ 6,2 bilhões com crise de Temer

Milionários sentem impacto de queda da Bolsa

Bilionário Jorge Paulo Lemann - Dado Galdieri / Bloomberg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Ibovespa caiu 8,8% e o real teve a maior queda desde 2008. A queda reduziu os ganhos acumulados no ano dos dezesseis bilionários de 15,8% na terça-feira para 10,6%. Apesar da crise, Temer disse em pronunciamento que não vai renunciar.

O bilionário Joseph Safra, fundador do Banco Safra, sofreu a maior perda, de mais de US$ 1 bilhão. Jorge Lemann, a pessoa mais rica do Brasil e um dos três parceiros bilionários por trás da empresa de private equity 3G Capital, perdeu US$ 930 milhões. Juntos, os bilionários por trás da 3G, que controla a maior cervejaria do mundo, a Anheuser-Busch InBev NV, perderam um total combinado de US$ 1,8 bilhão.

 

O único bilionário brasileiro que teve aumento no patrimônio líquido na quinta-feira foi o co-fundador do Facebook, Eduardo Saverin, que adicionou US$ 159 milhões com a alta de 1,9% das ações da empresa.

O índice Bloomberg é um ranking diário das 500 pessoas mais ricas do mundo, que possuem US$ 4,8 trilhões.

Após maior alta desde 1999, dólar cai a R$ 3,29 com BC; Bolsa sobe 2%

Ibovespa havia despencado 8,79% ontem

Casa de câmbio no Centro do Rio, em 16 de maio de 2017. Foto Monica Imbuzeiro/Agência O Globo

 

 

 

 

 

 

— O dólar está caindo muito em função da atuação do BC e do Tesouro, com a venda de dólares e a compra de títulos prefixados. Além disso, os ativos já estavam muito estressados. O ambiente externo também está favorecendo esse movimento, já que a divisa americana perde força em escala global hoje — analisou Paulo Petrassi, da Leme Investimentos. — Mas as gravações comprometem demais o presidente Temer. Para o mercado financeiro, a melhor coisa seria a renúncia.

 

Na quinta-feira, o Banco Central anunciou intervenção de até US$ 6 bilhões no mercado de câmbio por três sessões a partir desta sexta-feira, sendo US$ 2 bilhões por dia. A autoridade monetária fará leilões diários de 40 mil contratos de swap cambial, instrumento que funciona como venda de dólares no mercado futuro. Ontem, o BC já havia oferecido US$ 2 bilhões de contratos de swap

Ontem, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, desabou 8,79% ontem, aos 61.597 pontos, maior recuo desde outubro de 2008, auge da crise financeira internacional. Na abertura dos negócios, o Ibovespa chegou a cair mais de 10% e o circuit breaker foi acionado, paralisando os negócios por meia hora. Esse mecanismo não era usado há quase nove anos.

As ações que mais caíram ontem hoje registram alta, mas ainda longe de compensa as perdas da véspera. As ações ordinárias da Petrobras (ON, com voto) sobem 3,71% (R$ 14,80), depois de despencarem 13,22% na quinta-feira. As preferenciais (PN, sem voto) avançam 4,56% (R$ 13,75), depois de um tombo de 15,76%.

O Banco do Brasil sobe 6,27% (R$ 28,78), depois de derreter 19,91% no dia anterior. No Bradesco PN, a alta de 3,22% (R$ 28,18) ocorre depois de um tombo de 13,11%. A Cemig, que despencara 20,43%, agora salta 7,56% (R$ 7,54).

A JBS, porém, protagonista desta crise, segue em queda. No pregão desta sexta, a queda é de 0,34% (R$ 8,55), após recua de 9,8% ontem. É a sétima queda seguida dos papéis da companhia.

Nos juros futuros, os contratos não têm direção definida. O DI para janeiro de 2018 é negociado a 9,88%, contra 10,08% ontem; o DI para janeiro de 2019 está em 10,33%, ante 10,41%; o com vencimento em janeiro de 2021 projeta taxa de 11,42%, contra 11,39% ontem.

Fonte: O Globo

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Vamos aprender a usar os símbolos do Reiki em nosso dia a dia

TORUSTHÁ

TORUSTHÁ

CHOCUREI

SEI HE KI

HON SHA ZE SHO NEN

DAI KO MYO

KARUNA

Fonte: Youtube

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