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Escravos modernos no Brasil

Projeto de terceirização gera ‘escravos modernos’, analisa Antunes

O livro Adeus ao Trabalho?, quando foi publicado no Brasil em 1995, apontava entre suas teses que, se as empresas fossem deixadas em sua lógica livre, o que é exceção, como o trabalho terceirizado, tenderia a se tornar regra. “Esta é a tragédia que nós estamos vivendo hoje, 20 anos depois”, alertou o autor Ricardo Antunes, professor titular da Unicamp e sociólogo, em conversa com JB por telefone. Na entrevista, além de chamar a atenção para os perigos do projeto de terceirização da Câmara e sobre como este representa bem o caminho da informalidade global indicado pelo livro, Antunes oferece uma análise do mercado de trabalho nos últimos anos e atesta, “o dia de amanhã é razoavelmente imprevisível”, para todos.

Edição comemorativa de 'Adeus ao trabalho?' conta com novos textos do autorEdição comemorativa de ‘Adeus ao trabalho?’ conta com novos textos do autor

O livro, que se apresentava apenas como um ensaio sobre o tema proposto, se tornou um clássico da literatura sobre sociologia e trabalho. Ficou esgotado nas livrarias em três semanas e não só virou referência na América Latina como incrementou o debate vigente na Europa dos anos 1990. A Cortez Editora acaba de lançar uma edição comemorativa, com novos textos e uma visão atualizada.

O Brasil viveu, de certo modo, no contrafluxo do movimento que foi devastador para a Europa do Norte, por exemplo, com altos níveis de desemprego, a partir de 2008. No ano passado, entretanto, esse movimento chegou com intensidade. O país entrou em uma onda recessiva, expressa pelos milhares de desempregados, como os da indústria automobilística e dos setores vinculados à expansão da Petrobras, analisa Antunes.

“Entramos numa era terrível, como se constata agora com a votação do PL 4330, que é um projeto selvagem porque amplia de modo absoluto a terceirização e outras medidas que penalizam os trabalhadores. É uma regressão profunda que equivale ao caso brasileiro, com uma metáfora forte, a uma regressão à escravidão do trabalho. Esse projeto rasga a CLT no que ela tem de melhor. Ele precisa ser derrotado pela classe trabalhadora, é imperioso, senão nós entraremos em uma lei da selva que vai nos aproximar de trabalhadores escravos modernos em pleno século 21″, ressaltou Antunes.

De acordo com ele, exemplo dos malefícios desse processo é o caso de terceirizados de universidades brasileiras, como da UFRJ e da Uerj, que trabalham “como loucos” mas são os primeiros a pagar o ônus da crise quando ela vem. “Não há nenhuma pesquisa acadêmica séria que diz que a terceirização traz vantagem. Qual é a vantagem, então, da terceirização? Ela reduz custos para o empresariado, e divide a classe trabalhadora entre estáveis e terceirizados, regulamentados e terceirizados. Ela desorganiza ainda mais a vida sindical e cria dificuldades de identidade e de solidariedade no interior da classe.”

Os parlamentares brasileiros não têm ideia do potencial que o projeto de terceirização aprovado na Câmara tem para rebelar trabalhadores e trabalhadoras, aposta Antunes.

Para ele, no cenário mundial, a única certeza que se tem agora “é que o dia de amanhã é razoavelmente imprevisível”, em relação aos trabalhadores e trabalhadoras, mas também para grandes corporações.

Confira a entrevista, na íntegra:

Jornal do Brasil – O Brasil avançou muito nos últimos anos no mercado de trabalho, com redução na taxa de desemprego e aumento de direitos, por exemplo, no caso das empregadas domésticas. Considerando o caminho do mercado de trabalho global, como o senhor analisa esse período do país?

Ricardo Antunes – Na década de 2000, de fato, nós tivemos um crescimento forte de emprego, na casa de 20 milhões de empregos, o que é significativo num país como o nosso. Mas, segundo ponto, esses empregos foram predominantemente no setor de serviços, com maior força no setor de serviços, onde a rotatividade, as precárias condições de trabalho, eram muito acentuadas. Basta dizer que a grande maioria desses empregos encontram-se na faixa de um salário e um salário mínimo e meio. Terceiro ponto, isso desmonta o mito do país da classe média.

Sociologicamente falando, imaginar que um trabalhador ou uma trabalhadora que ganha entre um salário mínimo e um salário mínimo e meio seja parte da chamada classe média é um equívoco completo. As classes médias são muito heterogêneas. Quer no que diz respeito a sua inserção no mercado de trabalho, mais predominantemente intelectual, quer pela sua inserção no consumo, pelos seus valores, pela sua dimensão simbólica, a classe média é muito diferenciada desses trabalhadores. Quarto ponto, é verdade que esse crescimento com essas tendências foi um crescimento significativo de emprego, mas com alto nível de precariedade nas condições de trabalho.

Ricardo Antunes ressalta que parlamentares brasileiros não têm ideia do potencial que projeto de terceirização tem para rebelar trabalhadores e trabalhadorasRicardo Antunes ressalta que parlamentares brasileiros não têm ideia do potencial que projeto de terceirização tem para rebelar trabalhadores e trabalhadoras

Mas, é preciso dizer também, ponto quinto, que houve um crescimento, não pequeno, do chamado trabalho terceirizado. Basta dizer que nós estamos perto hoje de 13 milhões de trabalhadores e trabalhadoras terceirizados, espaço onde a burla da legislação social protetora do trabalho é completa.

O cenário global dos anos 2000 foi muito crítico no contexto dos países avançados, especialmente depois de 2007, 2008. Mas ele vinha, digamos, com tendências declinantes já em anos anteriores. O Brasil viveu, de certo modo, no contra fluxo desse movimento crítico que foi devastador nos países da Europa do Norte, por exemplo.

Os níveis de desemprego da Inglaterra, França, Itália, Espanha, Portugal e tantos outros [países] foram muito altos. A própria Alemanha mascarava os seus níveis de desemprego, considerando empregados, trabalhadores e trabalhadoras, que perderam o emprego em tempo integral e passaram a trabalhar em tempo parcial. Continuavam empregados, mas as condições de precarização do seu trabalho e do seu emprego se avultaram.

Acontece que a crise que devastou, digamos assim, o mercado de trabalho europeu, norte-americano e também afetando o Japão, a partir de 2008, chegou com intensidade aqui para nós a partir do ano passado. No final do ano passado já eram visíveis os traços de retração, e nós entramos numa onda recessiva acentuada, que se expressa pelos milhares de desempregados. Toda semana nós temos centenas de milhares de desempregados, na indústria automobilística, nas indústrias que dependem das atividades industriais, que estavam vinculadas à expansão da Petrobras. Mais de 200 mil terceirizados foram desempregados nesses últimos meses em função da crise da Petrobras, e tudo isso mostra a fragilidade do que foi conquistado nos anos 2000. Na verdade, nos anos 2000, houve, de fato, crescimento do emprego, mas ele era circunstancial, fundado num modelo de expansão do mercado interno, que esgotou-se. Hoje, de cada dez brasileiros, quatro, digamos assim, estão atolados em dívidas, em situação de insolvência.

Isso mostra, primeiro, que esse projeto dos anos 2000 faliu, ele fracassou, e que nós entramos numa era terrível, como se constata agora com a votação do PL 4330 [de terceirização das atividades-fim na Câmara], que é um projeto selvagem porque amplia de modo absoluto a terceirização. E também com as medidas do governo Dilma / Levy que estão penalizando os trabalhadores no seguro desemprego, abono salarial, etc.

O que esse projeto de terceirização aprovado pela Câmara representa neste momento?

Uma regressão profunda que equivale ao caso brasileiro, com uma metáfora forte, a uma regressão à escravidão do trabalho. Esse projeto rasga a CLT no que ela tem de melhor, no que concerne aos direitos do trabalho, este é o primeiro ponto. Segundo, rasga a CLT na medida em que as empresas poderão contratar trabalhadores e trabalhadoras em uma relação contratual, mas através de empresas contratantes, negociam com empresas de terceirização a contratação da força de trabalho, como era na escravidão, que os senhores de terras compravam escravos de comerciantes que viviam do tráfico de escravos.

O PL 4330 diz que quer beneficiar os terceirizados, mas isso é mentira. Que quer regulamentar os terceirizados, mas isso é falácia

Terceiro ponto, o PL 4330, que agora chama-se PLC 30/2015 no Senado, ele diz que quer beneficiar os terceirizados, mas isso é mentira. Que quer regulamentar os terceirizados, mas isso é falácia. De fato, ele quer desregulamentar o conjunto da classe trabalhadora assalariada.

Se nós quiséssemos regulamentar os terceirizados era só pegar o PL 4330, artigo 4º, isso aparece também no artigo 1 do PLC 30/2015, que é o que está valendo agora, quando ele diz nesse artigo 1 que todas as atividades estão liberadas, nós poderíamos dizer ‘aprovamos o PL 4330 beneficiando, ou seja, estendendo o direito a todos os terceirizados da CLT’. Agora, à medida que esse projeto amplia a extensão da terceirização das atividades meio para as atividades fim, o que ele efetivamente quer é criar um sistema onde o mercado de trabalho seja inteiramente terceirizado, de informais, precários, terceirizados, PJs, empreendedores, falsas cooperativas, e essa miríade de trabalhos precários. Esse é o objetivo do PL, por isso ele é nefasto, ele precisa ser derrotado pela classe trabalhadora, é imperioso. Senão nós entraremos em uma lei da selva, que vai nos aproximar de trabalhadores escravos modernos em pleno século 21.

Antunes, o Sr. Fala no prefácio da 16ª edição do livro Adeus ao Trabalho? que esse caminho da informalidade do trabalho só seria obstado com a confrontação aberta do trabalho. Como é isso?

Veja bem, por que há mais terceirização nos Estados Unidos e na Inglaterra do que na França e na Alemanha? Porque na França e na Alemanha os sindicatos de trabalhadores são mais fortes e eles conseguem, e então, conseguiram impedir que a flexibilização fosse ampliada. Na Inglaterra, com a eleição da Margaret Thatcher em 1979, e os governos que lhe sucederam, houve uma devastação da vida sindical, e uma devastação do mercado de trabalho. De tal modo que as terceirizações se ampliaram.

Há um contrato chamado zero hour contract, contrato de zero hora, lá na Inglaterra hoje, que os trabalhadores ficam com um celular esperando uma ligação, pode ficar um dia, pode ficar dois dias, três dias, quatro dias. Se vem uma ligação, eles têm que atender ao trabalho, se não vem, eles continuam sentados, não recebem. É isso que estou chamando de escravo moderno do século 21. Sem legislação protetora do trabalho, são como se fossem trabalhadores autônomos que são autônomos só na sua aparência, porque são completamente dependentes de um trabalho contingente e precário.

Onde e o que eu quis dizer então com essa frase que consta no meu livro Adeus ao Trabalho?, nessa edição comemorativa de 20 anos? Quando há resistência, oposição a estas pressões pela terceirização, pelas flexibilizações e pela informalidade, essas pressões do capital são controladas. Por exemplo, quando foi aprovada o PL 4330 na Câmara, foi uma votação esmagadora, na calada da noite, foi um projeto votado na surdina.

É um crime que um parlamento que se encontra no mais alto nível de rejeição da população brasileira vote um tema desta envergadura na calada da noite sem debate. Três semanas depois, algumas semanas depois, quando ele foi votado novamente, a votação se encurtou muito, porque a população trabalhadora, seja eles trabalhadores de limpeza, trabalhadores metalúrgicos, trabalhadores e trabalhadoras bancários, trabalhadores e trabalhadoras jornalistas, trabalhadores e trabalhadoras no call center, todos sabem o seguinte, os terceirizados padecem condições de precarização.

Você vê, por exemplo, o caso do Rio de Janeiro. Hoje, a UFRJ e a Uerj paralisadas porque os terceirizados não recebem, como se eles fossem párias sociais. E eles trabalham como loucos para manter as universidades, serviços públicos e empresas privadas onde estão limpas. E, na hora na crise, eles são os primeiros a pagarem o ônus da crise.

O terceirizado e a terceirizada sabem que se eles pudessem eles gostariam de ter direitos, e não há nenhum trabalhador que tenha direitos que diz ‘eu quero ser terceirizado’. Ele é um flagelo, só interessa ao capital financeiro, que são os bancos, as indústrias, o agronegócio e as suas fusões, e os grandes grupos corporativos. Então, ele [o PL] é muito nefasto. Ele é muito negativo, e só quando há oposição, resistência, greves, paralisações, manifestações, debates públicos – por exemplo, as associações de juízes do trabalho, magistrados, os procuradores do trabalho, têm se posicionado claramente contrário. Vários juízes progressistas do Tribunal Superior do Trabalho são contrários à terceirização. Vários intelectuais, críticos, pesquisadores, todas as pesquisas sérias.

Eu publiquei também junto com essa edição nova do Adeus ao Trabalho? o terceiro volume do meu livro Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil, o Adeus ao Trabalho? é pela Editora Cortez e o Riqueza e Miséria do Trabalho é pela editora Boitempo. Nesta pesquisa, nós mostramos como, digamos assim, os terceirizados têm salários mais baixos, jornadas mais altas, sofrem mais acidentes, adoecem mais, há mais mortes no trabalho, há mais assédio moral.

Federações não têm autoridade para falar em nome dos 13 milhões de terceirizados que padecem as agruras do mercado

Não há nenhuma pesquisa acadêmica séria que diz que a terceirização traz vantagem. Qual é a vantagem então da terceirização? Ela reduz custos para o empresariado, divide a classe trabalhadora entre estáveis e terceirizados, regulamentados e terceirizados. Ela desorganiza ainda mais a vida sindical, e ela cria dificuldades de identidade e de solidariedade no interior da classe. Agora, nenhum projeto com esse sentido malévolo vai dizer que esse é o sentido.

Então, é grotesco ver a Fiesp, em São Paulo, a Febraban, tantas outras, dizerem que esse projeto é bom para os terceirizados. A Fiesp, a Febraban e a Federação do Comércio não têm autoridade e nem legitimidade para falar em nome dos 13 milhões dos terceirizados e terceirizadas que padecem as agruras do mercado de trabalho.

Em uma tese importante do Adeus ao Trabalho?, publicado em 1995, 20 anos atrás, eu dizia, se deixarmos as empresas na sua lógica livre, o que é exceção, o trabalho terceirizado, tende a se tornar regra. Esta é a tragédia que nós estamos vivendo hoje, 20 anos depois, nós estamos na iminência da terceirização, do flagelo, e do precariado dentro da classe trabalhadora deixar de ser exceção para se tornar a regra e a totalidade.

Antunes, o Ministério do Trabalho brasileiro, por exemplo, já atuou para tentar combater sindicatos que existem apenas no papel. No ano passado, os garis do Rio de Janeiro se articularam e conquistaram um salário superior ao de outras categorias, sem a ajuda do sindicato. Como você enxerga a organização sindical no país hoje?

Veja, é natural que num quadro de tantas mudanças, no caso brasileiro, de 1990 para cá, nós tivemos uma profunda reestruturação produtiva, tivemos uma enorme privatização da res publica, do Estado brasileiro e das suas atividades públicas, das suas empresas públicas, tivemos uma forte desregulamentação do trabalho, tivemos o que eu chamo de – isso está apresentado no Adeus ao Trabalho? – redesenho, uma reconfiguração da classe-que-vive-do-trabalho. Há uma nova morfologia da classe trabalhadora, e os sindicatos, claro, sofreram com isso. É muito difícil para os sindicatos saírem de uma empresa taylorista e fordista, aquela que o Chaplin magistralmente caricatura nos Tempos Modernos, sua obra-prima, e ver uma empresa hoje que funciona toda ela terceirizada. Ela não contrata nenhum trabalhador, ela contrata empresas que alugam trabalhadores. Portanto, é uma relação interempresas. Isso mudou muito, isso dificultou muito.

Mais do que isso, o mercado de trabalho se tornou mais feminino, há uma feminização da força de trabalho, e o contrato de trabalho passa a ter mais terceirizados e precarizados para os quais não há tradição de organização sindical.

Então, o que se passou nesse período? Primeiro, há sindicatos e sindicatos. Sindicatos comprometidos com a classe trabalhadora e que lutam, que apesar das dificuldades fazem esforços para tentar impedir esse flagelo que afeta o mundo do trabalho. E há sindicatos e máfias sindicais que são verdadeiras burocracias, máfias sindicais que vivem do imposto sindical, vivem em colaboração com o patronato e não defendem os trabalhadores.

É por isso, por exemplo, sem ter estudado em detalhes esse fenômeno, que a greve dos garis foi muito importante, foi à margem do sindicato, mostrou que os sindicatos não os representam. Assim como frequentemente temos visto, por exemplo, greves de rodoviários, motoristas, que saem à margem do sindicato, porque os sindicatos estão corrompidos – lutas entre grupos, máfias sindicais.

Mas, atenção, isso não pode ser generalizado, há muitos sindicatos comprometidos, por exemplo, sindicatos dos professores do ensino superior, vários sindicatos dos bancários. O sindicato dos bancários de São Paulo e a Contraf têm feito esforços contra a terceirização. O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e de Campinas sempre lutaram contra a terceirização.

Os sindicatos vivem um momento difícil. Alguns buscam alternativas, outros são contrários aos trabalhadores

Então, os sindicatos vivem um momento difícil. Alguns buscam alternativas, outros, digamos, são contrários aos trabalhadores. Mas há casos em que temos, digamos assim, uma espécie de resistência da base, que passa por cima dos sindicatos, como tem ocorrido em vários casos. Isso mostra que o cenário sindical brasileiro está se redesenhando, assim como quando nós mudamos do século 19 para o século 20 de um sindicalismo de ofício, típico de empresas ainda manufatureiras, para sindicalismo de massa porque as empresas se tornaram, as grandes empresas automobilísticas, começando pela Ford, se tornaram, por exemplo, determinantes e grandes, foi preciso criar um sindicato de massa.

Hoje, nós temos empresas que se horizontalizaram. A terceirização invadiu vários setores, empresas que se fragmentam, e isso cria dificuldades sindicais, mas tem a ver com resistência sindical. Um exemplo disso é a ação que os sindicatos têm feito de modo importante, os sindicatos comprometidos de algum modo com os interesses da classe trabalhadora, contra o PL 4330, como há um outro fenômeno muito importante também, quando o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), quando o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) dizem que são contra a terceirização, são iniciativas importantes, porque a maioria dos que militam nesses movimentos já tiveram experiência de serem terceirizados e sabem que é o pior flagelo.

Nós estamos vendo agora uma manifestação importante, por exemplo, dos terceirizados na UFRJ, que não aceitam trabalho escravo, e eles haverão de buscar formas autônomas de organização, se os sindicatos não os representam. Como os garis do Rio conseguiram, de algum modo, uma organização embrionária na base dos garis que vai ser por certo um embrião de uma possível oposição sindical ou da criação de um outro tipo de sindicalismo. É mais ou menos esse o cenário que nós temos hoje. O quadro é muito difícil e não há um sindicato, há muitos sindicalismos.

É possível esboçar em que momento o mundo está?

É possível. O cenário mundial hoje é muito contraditório, complexamente contraditório. Se nós estivéssemos fazendo essa entrevista em 2012 eu diria ‘estamos em uma fase ascensional’, Indignados na Espanha, rebeliões na Grécia, rebelião que incendiou várias cidades da Inglaterra e do Reino Unido, etc., rebeliões dos estudantes do Chile, isso em 2011, 2012. Hoje, em 2015, eu diria, nesta complexidade que marca o mundo atual, nós estamos numa fase mais difícil.

As direitas, desde a direita autocrática até as direitas fascistas, ganham força em vários países, por exemplo, na Europa. Ainda que nós tenhamos tido, no final do ano passado, uma vitória importante da esquerda de esquerda da Grécia através do Syriza, e uma certa mobilização forte do Podemos na Espanha também, digamos que o momento hoje é mais difícil.

A crise econômica, essa nova fase dela a partir de 2008, que tanto a mídia diz que já estava superada, ela na verdade não só superou como nós tivemos 32% dos trabalhadores do Japão hoje são precarizados. Bom, não vou falar da China, da Índia. Aliás, com o meu livro Os Sentidos do Trabalho, eu tive o prazer de tê-lo publicado no final do ano passado também na Índia, depois de ter saído em vários países, e também de ter conhecido esses países e debatido com eles. O próprio Adeus ao Trabalho?, esse que está sendo reeditado, saiu na Itália em 2002 e está saindo agora uma edição atualizada em 2015, publicada pela editora da Universidade de Veneza, publicado também na Espanha, além de vários países da América Latina. Eu pude debater também outro livro, Sentidos do Trabalho, publicado na Inglaterra, Estados Unidos, Holanda, Portugal. Isso tem me dado condições de perceber esse cenário.

Esse cenário é oscilante, há rebelião, por exemplo, dos precarizados. Tem uma tese que ganhou força na Europa, com a qual eu não concordo, que diz, há uma nova classe, o precariado, que é o jovem que vai do imigrante ao pós-graduado, que pega os piores trabalhos, sendo imigrante sem qualificação ou sendo pós-graduado com ultraqualificação, ele não tem trabalho. Então, ele se forma em engenharia mas ele vai trabalhar no setor de limpeza de um motel, ou ele vai trabalhar num restaurante ou ele vai trabalhar num supermercado, atividades e serviços que são, em geral, as que mais precarizam as condições de trabalho. Mas há rebeliões importantes, há manifestações de descontentamento.

Nós estamos numa era, eu usaria uma frase clássica. ‘Tudo que é sólido desmancha no ar’ é a frase clássica. Fazendo uma pequena adaptação, tudo que é sólido pode derreter. Como vem derretendo, e gela de novo. Depois da crise das empresas de energia elétrica privatizadas, acaba a luz, derrete de novo. O cenário mundial é mais ou menos assim.

A precarização da classe trabalhadora que incide sobre a mulher e sobre as mulheres negras é ainda mais intensificada

No nosso caso, com o PL 4330, os parlamentares não têm ideia do potencial que ele tem de rebeldia dos trabalhadores e das trabalhadoras. Aliás, a terceirização afeta mais duramente a mulher trabalhadora. A precarização geral da classe trabalhadora que incide sobre a mulher e sobre as mulheres negras é ainda mais intensificada. Você citou um exemplo na tua primeira pergunta importante, do direitos das mulheres trabalhadoras domésticas, aquilo ainda é saldo de uma conjuntura de um período um pouquinho anterior, estava mais perto das manifestações de junho de 2013 que das manifestações das direitas de março de 2015.

Esse é o cenário mundial. A única certeza que nós temos é que o dia de amanhã é razoavelmente imprevisível. Desde o que vai acontecer com os trabalhadores e trabalhadoras, que só conseguem obstar estas quebras da legislação social protetora do trabalho com resistência, como também é mais ou menos imprevisível para grandes corporações, que não sabem se vão fechar, se vão pra Índia, se vão mudar de ramo. Porque o cenário é muito imprevisível. E isso é o que caracteriza uma economia em uma fase de mundialização do capital ou de globalização dos capitais. 

Comentários.

Enquanto ameaça direitos dos servidores, Beto Richa recebe denúncia de propina em campanha

Campanha de Richa à reeleição teve dinheiro de propina, diz delator

Acusado em esquema de corrupção em Londrina fez acordo de delação.
Governador não quis comentar o assunto; PSDB negou as acusações.

Parte da propina supostamente arrecadada por auditores da Receita Estadual em Londrina, no esquema de corrupção, foi usada para financiar a campanha de reeleição do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), afirmou o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, em depoimento prestado dentro de um acordo de delação premiada.

O advogado de Souza, Eduardo Duarte Ferreira, disse que, segundo o cliente, R$ 2 milhões foram arrecadados em fevereiro de 2014 para a campanha do tucano. O governador não quis comentar o assunto. Já o PSDB, partido de Richa, nega as acusações.

O governador do Paraná e candidato à reeleição, Beto Richa (PSDB), durante a votação no colégio Amáncio Moro, no bairro Jardim Social, em Curitiba(PR) (Foto: Giuliano Gomes/Estadão Conteúdo)Delator disse que R$ 2 mi foram para a campanha
(Foto: Giuliano Gomes/Estadão Conteúdo)

Ainda de acordo com o advogado do delator, Souza afirmou que não teve contato direto com o governador, mas que o pedido da propina para financiar a campanha teria sido feito por Marcio de Albuquerque Lima, chefe da quadrilha na Receita

“Ele não cita textualmente o governador Beto Richa, até porque ele não teve contato, mas o pedido que veio do delegado [como o advogado se refere a Márcio de Albuquerque Lima] era para arrecadação para a campanha do governador Beto Richa”, disse o advogado.

O dinheiro, segundo Souza, teria sido entregue por Lima ao empresário Luiz Abi Antoun, parente do governador. Antoun é acusado, além de ter participação no esquema da Receita, de chefiar esquema de propina envolvendo carros oficiais. Lima foi indicado à chefia da Receita em Londrina por Antoun.

Na campanha pela reeleição, Richa declarou ao TRE ter arrecadado menos do que gastou

As maiores fontes de recursos, conforme a prestação de contas, foram a Direção Nacional do PSDB, com R$ 4.110.000, e a Direção Estadual da legenda, com R$ 3.371.906,40. Na sequência, aparecem doações de empresas e pessoas físicas.

O Ministério Público (MP-PR) confirmou o teor da delação do auditor e afirmou que, agora, os promotores vão aprofundar as investigações com base no depoimento.

“Aquilo que está no acordo é uma das provas que precisam ser confirmadas e corroboradas por outras diligência e outras investigações que já estão em andamento aqui no Gaeco”, ressaltou o promotor Jorge Barreto Costa.

Souza está preso desde 13/1/15, quando foi flagrado pelo Gaeco em um motel em Londrina com uma adolescente de 15 anos. Por esse flagrante, o auditor responde por favorecimento à prostituição de menores.

As investigações destacam ainda que Luiz Antônio de Souza é dono de um patrimônio de R$ 40 milhões registrado em nome de “laranjas”, o que levantou a suspeita de enriquecimento ilícito. O Ministério Público apurou que ele seria dono de fazendas, carros e imóveis de luxo. Ele se comprometeu, dentro do acordo de delação, a devolver R$ 20 milhões aos cofres públicos.

Outro lado
O PSDB afirmou em nota que “refuta de forma veemente as declarações do auditor Luiz Antônio de Souza e informa, ainda, que Luiz Abi Antoun, nunca tratou de arrecadação para a campanha eleitoral”.

O partido ressalta que “todas as doações recebidas na campanha ocorreram dentro da legalidade, sendo registradas e atestadas pelo comitê financeiro”. As contas, diz o PSDB, foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.

O advogado de Luiz Abi Antoun não quis se pronunciar sobre a citação dele na delação e o de Márcio de Albuquerque Lima não foi encontrado.

Operação Publicano
A Operação Publicano foi deflagrada em março. Durante dez meses o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) investigou um esquema de corrupção dentro da Receita Estadual em Londrina

Nesse período, os promotores descobriram que auditores fiscais cobravam propina de empresários para não aplicarem multas. Para dar legitimidade ao esquema, os mesmos auditores e outros empresários abriam empresas em nomes de “laranjas” para emitir notas fiscais.

Um organograma foi criado pela promotoria para apontar o funcionamento do esquema. De acordo com o MP-PR, os chefes  geralmente eram os mesmos, mas outros integrantes se revezavam nas demais funções.

A Justiça aceitou as denúncias feitas pelo Ministério Público contra 62 pessoas acusadas no caso. O MP-PR denunciou o grupo por corrupção passiva, formação de organização criminosa, falso testemunho, falsidade ideológica e outros fatos criminosos.

Beto Richa sanciona lei que altera previdência dos servidores do Paraná

Votação do projeto na Assembleia gerou conflito entre PM e professores.
Proposta foi sancionada em 30/4/15 e passa a valer após publicação.

 Fonte: G1
Governador Beto Richa fala sobre a greve dos professores no Paraná (Foto: Reprodução/RPC)Beto Richa sancionou lei que altera custeio da
previdência estadual (Foto: Reprodução/RPC)

O governador Beto Richa (PSDB) sancionou na tarde desta quinta-feira (30) o projeto de lei que promove mudanças no custeio da ParanaPrevidência, o regime próprio da Previdência Social dos servidores paranaenses. A proposta foi aprovada em redação final na quarta (29) pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), o que motivou protestos de professores e servidores, que terminou em conflito com a Polícia Militar.

O objetivo do projeto é dar fôlego ao caixa da administração estadual, proporcionando economia de R$ 125 milhões por mês. Em janeiro deste ano, a ParanaPrevidência pagava R$ 502.185.821,98 mensais em aposentadorias e pensões nos três fundos que a compõem: o Militar, o Financeiro e o Previdenciário.

Com a sanção, a lei entra em vigor assim que publicada em Diário Oficial, o que deve ocorrer nos próximos dias, segundo o governo.

O projeto
Pela proposta, 33.556 beneficiários com 73 anos ou mais serão transferidos do Fundo Financeiro para o Previdenciário. O Fundo Financeiro é bancado pelo governo estadual. Já o Previdenciário é composto por contribuições dos servidores estaduais. Com essa mudança da origem do custeio, a administração economizaria mensalmente os referidos R$ 125 milhões.

O governo afirma que o Fundo Previdenciário está capitalizado em mais de R$ 8,5 bilhões em investimentos. Afirma que serão preservadas todas as garantias dos funcionários públicos, e que os cálculos atuariais realizados pelos técnicos garantem a solvência do sistema por 29 anos.

Os servidores protestaram alegando que a mudança comprometeria a saúde financeira da ParanaPrevidência, ou seja, faria que, com o tempo, a instituição tivesse mais a pagar do que a receber.

O projeto ainda prevê que o Fundo Previdenciário terá ainda o aporte de R$ 1 bilhão a partir de 2021, com o reinício de repasse ao Estado dos royalties da usina de Itaipu, que garantiria a solvência do sistema por pelo menos 29 anos.

Esta foi a segunda tentativa do governador Beto Richa de aprovar mudanças na ParanaPrevidência. Em fevereiro, ele retirou outro projeto apresentado na Assembleia e fez modificações antes de submetê-lo novamente à votação, após os professores estaduais invadirem o plenário da Assembleia em meio à votação.

Greve
Os professores, que retomaram a greve em 25/4/15, devem permanecer parados pelo menos até 5/5/15, quando haverá uma assembleia da categoria.

De acordo com o presidente do APP-Sindicato, Hermes Leão, até o dia da assembleia serão organizados atos simbólicos como passeatas para manifestar a indignação dos professores em relação à aprovação do projeto da ParanaPrevidência e, principalmente, em relação ao conflito registrado no Centro Cívico.

Conflito
Em 29/4/15, durante quase duas horas, perdurou um clima de tensão no Centro Cívico. Os professores protestavam pelo terceiro dia quando o Batalhão de Choque Polícia Militar (PM) fez uso de bombas de efeito moral, spray de pimenta, jatos d’água, balas de borracha e gás lacrimogênio para evitar a aproximação dos manifestantes que queriam assistir à sessão plenária. Segundo o sindicato dos professores, 230 pessoas ficaram feridas.

A Polícia Civil informou que 13 pessoas foram detidas no confronto. Entre elas professores, servidores de outras categorias e estudantes. A polícia não os considera black blocs. Ainda conforme a polícia, eles portavam pedras, pedaços de pau e barras de ferro. Todos assinaram termo circunstanciado e foram liberados.

Apoio
Em 30/4/15, um ato convocado pelas redes sociais protestou em apoio aos professores que foram vítimas de bombas, balas de borracha e cães da Polícia Militar, em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e ao Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná.

Um manifestante acabou preso suspeito de ter agredido um policial da Casa Militar. A polícia ainda não confirmou a identidade do manifestante. Fora esse incidente, não houve outros problemas no local.

Comentários.

Governo Alckmin fracassa em São Paulo

O Ministério Público de São Paulo denunciou seis executivos de quatro empresas acusados de formação de cartel para fraudar licitação de modernização de trens das Linhas 1 e 3 do Metrô de São Paulo entre os anos de 2008 a 2009.

Segundo o MP-SP, provas documentais demonstraram a ocorrência de práticas anticoncorrenciais nos procedimentos licitatórios instaurados pela Companhia do Metropolitano de São Paulo. As empresas, afirma o MP-SP, formaram conluios para evitar a efetiva concorrência, por meio de consórcios, com divisões pré-determinadas dos objetos dos contratos. São citadas as empresas Alstom, Temoinsa, Tejofran, e MPE.

O promotor Marcelo Batlouni Mendroni afirma que os denunciados estabeleceram e direcionaram os consórcios, dividiram o mercado e o preço final superfaturado, embora com simulações de descontos, “em sistema de rodízio, direcionando as licitações e sabendo previamente qual empresa seria a vencedora de cada um dos contratos, e ainda quais os preços de cada uma, o que fazia com que ocasionalmente algumas empresas que participavam do cartel ingressassem na concorrência de forma simulada ou simplesmente não participassem da concorrência, deixando de oferecer proposta”.

Segundo Mendroni, os executivos denunciados, representando as empresas, violaram criminosamente as leis naturais da economia, especialmente a da livre concorrência, o que configuraria crime contra a ordem econômica. O promotor também diz que eles cometeram crimes contra a Administração Pública. A denúncia é de quarta-feira (20/5).

Fonte: Conjur

Ajuste Fiscal do Governo Alckmin impõe queda de investimentos

Sob os argumentos da austeridade e da necessidade de enxugar a máquina, os tucanos se vangloriam de que são especialistas em “choques de gestão”

SUTACO, CEPAM, FUNDAP e CPETUR. Parece sopa de letrinha, mas não é. As siglas fazem parte da indigesta agenda de quebradeira imposta goela abaixo pelo governador Geraldo Alckmin à Assembléia Legislativa de São Paulo.

Depois de fechar a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (Sutaco), apesar de voto contrário do PT, o ciclo de extinção de órgãos importantes para a administração pública no atendimento a sociedade civil continua.

Atualmente o PT, através da Frente Parlamentar em Defesa dos Institutos Públicos de Pesquisa e das Fundações Públicas do Estado de São Paulo, liderada pelo deputado Carlos Neder – enfrenta a discussão na Assembleia Legislativa para impedir o fechamento da Fundap e do Cepam, duas fundações públicas que prestam relevantes serviços ao Estado e aos municípios, beneficiando inclusive as câmaras municipais.

Sob os argumentos da austeridade e da necessidade de enxugar a máquina, os tucanos se vangloriam de que são especialistas em “choques de gestão” mas, conforme informou a Fazenda estadual ao jornal Estadão, a realidade é outra. O PIB do Estado mais rico da federação encolheu 1,8% em 2014 frente a um crescimento nacional de 0,1%. Para se ter uma ideia da gravidade desta situação, o Nordeste no mesmo período teve crescimento de a de 3,7% em 2014 sobre 2013.

Grande Mentira! Sigam os números:

Diante da queda na arrecadação provocada por uma retração econômica que no estado de São Paulo é surpreendentemente maior do que a enfrentada no País como um todo, Alckmin reduziu em 37,5% o ritmo dos investimentos em São Paulo no primeiro quadrimestre deste ano. Na comparação com igual período em 2014, o valor destinado por secretarias e estatais a obras e ampliação de programas no Estado, entre janeiro e abril, caiu R$ 1,5 bilhão, segundo dados da Secretaria de Planejamento.

Uma das obras afetadas é a Linha 13-Jade, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que ligará São Paulo ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Os recursos aplicados no empreendimento caíram 58,8% neste ano em relação a 2014, e a entrega dos 12,2 km da linha, que já havia sido prometida para o ano passado, ficou para o fim de 2017.

Na área da Saúde, por exemplo, o repasse para entidades filantrópicas municipais caiu 98%, embora o orçamento para essa ação neste ano seja 33% maior do que o previsto em 2014, segundo dados do sistema de execução orçamentária da Secretaria da Fazenda.

Na Secretaria da Educação, houve queda de 65% na transferência de recursos para construção de escolas. E no transporte rodoviário, o valor investido em duplicação e recuperação de estradas no Estado foi 57% menor.

Fonte: Linha Direta
AGENTES FISCAIS DE RENDAS FAZEM OPERAÇÃO PADRÃO E ATRAPALHAM GOVERNO


Fonte: Folha de São Paulo, 10/4/15

Professores estaduais em São Paulo mantêm greve e pedem dissídio

Sindicato diz que procurou a Justiça para julgamento do reajuste salarial.
Governo move ação e pede multa contra Apeoesp por bloqueio de estrada.

Do G1 São Paulo

Os professores da rede estadual de São Paulo decidiram em assembleia nesta quinta-feira (30), manter a greve declarada em 13 de março. A concentração para o protesto ocorreu no vão livre do Masp, na Avenida Paulista.

Segundo a PM, 2 mil professores participaram da manifestação. A assessoria do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) afirma que 50 mil participaram do ato.

 

GREVE NAS ESCOLAS
Sindicato busca aumento em SP

Os professores caminharam até a Praça da República, no Centro, e jogaram sacos de sal perto do prédio da Secretaria Estadual da Educação. É uma referência à época em que os salários eram pagos com punhados de sal.

Nesta tarde, o Apeoesp informou que entrou com pedido de dissídio coletivo no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Uma audiência de conciliação foi agendada para 7/5/15, de acordo com o sindicato.

Em nota, a Secretaria da Educação diz que “cinco dos seis sindicatos que representam os professores, funcionários, supervisores e diretores da Educação de São Paulo não estão em greve porque entenderam o compromisso do Governo do Estado de manter a mesma política de valorização que garantiu aos funcionários da rede, desde 2011, aumento real de 21% (45% de aumento nominal)”.

A secretaria diz que “lamenta a decisão da Apeoesp de manter uma greve nitidamente contaminada por interesses incompatíveis com o momento econômico atual, que conflita com a harmonia que pauta o diálogo entre governo e professores e visa prejudicar o cotidiano de quatro milhões de alunos e de seus pais”.

Sal no chão da Praça da República (Foto: Roney Domingos/G1)Sacos de sal no chão da Praça da República, no Centro de SP (Foto: Roney Domingos/G1)

Pedidos e propostas
Os professores reivindicam 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior. Os professores também pedem melhores condições de trabalho.

A Secretaria de Estado da Educação diz ter dado reajuste de 45% no acumulado dos últimos quatro anos.  A secretaria diz que apresentou três propostas em reunião em 23 de abril, entre elas manutenção de uma “política salarial pelos próximos quatro anos com data base em 1º de julho”. Entretanto, o governo não deu números e não detalhou qual seria a proposta de reajuste para o dissídio.

As outras duas propostas citadas pela gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) durante a reunião estão contidas em uma proposta de projeto de lei que ainda precisa ser enviado para a Assembleia.

O projeto de lei prevê a inclusão dos professores temporários na rede de atendimento do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual) e estabelece a redução da exigência de 200 dias de intervalo a partir do terceiro contrato destes docentes (duzentena).

Greve e protesto
A continuidade da greve foi aprovada por unanimidade nesta tarde. Já o trajeto da passeata foi alvo de polêmica. Após a continuidade da greve ser declarada, a maioria dos professores decidiu seguir para a Rua da Consolação e protestar em frente à sede da Secretaria da Educação, na Praça da República.

Entretanto, um grupo dissidente queria ir até a Marginal Pinheiros e impediu os dois caminhões de som de deixarem o Masp (vídeo abaixo). Após nova deliberação, eles decidiram seguir a maioria e protestar no Centro.

Ação do governo do estado
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) entrou com pedido na Justiça para que o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) seja multado em R$ 100 mil bloquear totalmente uma rodovia durante um protesto. A solicitação foi protocolada na quarta-feira (29), segundo a assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes.

A PGE alega que uma decisão judicial de 22 de abril, em caráter liminar, proibia a Apeoesp de fechar total ou parcialmente rodovias de São Paulo.

Na manhã de quarta-feira, no entanto, professores da rede estadual de ensino interditaram um trecho da Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101), que liga Campinas (SP) a Monte Mor (SP), durante um protesto.

Cerca de 100 a 150 professores participaram da manifestação na SP-101, de acordo com a subsede de Sumaré (SP) da Apeoesp. Outro grupo de manifestantes ocupou o km 281 da Rodovia Régis Bittencourt, em São Paulo, no sentido Curitiba, por volta das 17h de quarta-feira, segundo a concessionária da via.

Mais cedo, às 8h15, dois protestos aconteceram, simultaneamente, na Zona Sul e na Zona Oeste da capital. Cerca de 100 pessoas fecharam o acesso do Rodoanel a Perus, segundo a concessionária CCR Rodoanel. A manifestação causou 2 km de congestionamento na via, e complicou o trânsito nas vias do entorno, como a Avenida Raimundo Pereira de Magalhães.

Anexo ao pedido de multa na Justiça, a PGE incluiu imagens cedidas pela concessionária  responsável pela rodovia e reportagens que comprovam o fechamento da via.

Professores aprovam continuidade da greve (Foto: Roney Domingos/G1)Professores aprovam continuidade da greve durante assembleia (Foto: Roney Domingos/G1)

Professores Praça da República Centro São Paulo (Foto: Roney Domingos/G1)Professores na Praça da República, no Centro de São Paulo (Foto: Roney Domingos/G1

Alckmin é vaiado por professores em greve no interior de São Paulo

Governador esteve na região de Piracicaba, em 25/4/15
Ele respondeu aos manifestantes em discurso dizendo que ‘greve é política’.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi vaiado por um grupo de pessoas que protestavam por reajustes nos salários dos professores no estado durante passagem por Saltinho (SP). Ele respondeu aos manifestantes dizendo que a atual greve da categoria, iniciada em março, é “política”.

Alckmin estava na cidade para assinatura de um repasse de recursos de um convênio que prevê perfuração de um poço de captação de água, já que Saltinho teve racionamento durante a crise hídrica. Durante a cerimônia na praça central do município, no entanto, cerca de 20 pessoas com cartazes gritavam críticas ao governador.

O governador aproveitou o discurso para se defender das vaias: “Nós pagamos um bônus de R$ 1 bilhão de bônus para os professores, merecidamente. O último reajuste foi em julho, há oito meses. Não tem trabalhador que tenha reajuste de oito em oito meses. Em julho (de 2015) vamos decidir, de acordo com o orçamento a possibilidade de novo reajuste, que será o máximo que pudermos fazer”, afirmou.

Ele ainda criticou os grevistas. “É uma greve política, comandada pelo PT e pela CUT, fazendo depredação de patrimônio público, que é do povo de São Paulo. O Brasil está vivendo o maior atraso dos últimos anos, o ápice do corporativismo. Corporativismo exacerbado em detrimento do conjunto da população”, declarou.

Grupo protesta durante visita de Geraldo Alckmin a Saltinho, no interior de SP (Foto: João Paulo Ferreira/EPTV)Grupo protesta durante visita de Alckmin a Saltinho, no interior de SP (Foto: João Paulo Ferreira/EPTV)

Reivindicações
Em greve desde 13/3/15, os professores estaduais pedem um aumento de 75,33% para equiparação salarial às demais categorias com formação de nível superior, conforme piso do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística para Estudos Socioeconômicos), e jornada de 20 horas semanais de trabalho. A categoria protesta ainda contra fechamento de classes e contra salas superlotadas.

Fonte: G1

Comentários.

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O Mestre El Morya teve Sua última encarnação na Terra como El Morya Khan, filho e herdeiro do trono do monarca Ali Vardi Khan, em Bangladesh. Como sucessor do seu pai, não seguiu essa estrutura que estava a si destinada. Dedicou-se a ser um líder religioso pelo restante da sua vida, passando pelos portais da iniciação em 1888. Teve esse Mestre, outras encarnações importantes na Terra, sempre conduzindo as pessoas e liderando o desenvolvimento da Vontade Divina.
Alguns Mestres fazem a opção de utilização de corpos semi-materializados para melhor desenvolver seu trabalho na Terra. O Mestre El Morya é um príncipe Rajput, possui um corpo indiano e vive em um vale dos Himalaias. Alto, majestoso e com uma “presença imponente”, possui cabelos e barba escuros e olhos de um azul bastante fechado, faiscantes e penetrantes.

 

 

 

 

 

 

 

 

DO PRIMEIRO RAIO – AZUL

Mestres  Ascensos acima são El  Morya e Miriam

 

São Diretores desse Raio o Lord e Lady Sirius

 

Os Elohims do Raio : Hércules e Amazônia


 

 

 

 

 

Dia da Semana: Domingo

 

Acima, o Arcanjo do Raio, Miguel, e sua chama gêmea, Fé

 

Virtudes: Fé, Força, Poder, Proteção, Vontade Divina, Iniciativa, Liderança, Proteção, Vontade-Equilíbrio.
Fascínios (Características de ego-dominância): Agressividade, Desejo de Dominar, Controle
Profissões Comuns: Executivos, Líderes, Administradores, Policiais, Advogados (defesa, proteção e comando)

O Primeiro raio é azul e representa a Vontade de Deus, fé, proteção, força e poder. O Mestre Ascensionado El Morya é o Diretor. As pessoas que pertencem a este raio estão, geralmente, na chefia e possuem ilimitadas forças de poder e capacidade de “executar alguma coisa”.

Aspectos Superiores:

Força abundante, coragem, firmeza, veracidade e destemor combinados com uma capacidade peculiar de dirigir ou governar.

As pessoas que atuam no 1° raio trazem enorme potencial de influenciar as pessoas com quem entram em contato ao irradiar, mediante suas férreas vontades, a própria Vontade do Universo. Se você julga isso aplicável a si mesmo, saiba que grande parte da sua missão está em seu poder de irradiar, implementar e atualizar a vontade do bem neste planeta. Sua mente é um grande e forte canal para as idéias que fluem da mente Universal, e o uso dessa capacidade faz parte do seu potencial. O funcionamento em sua mais alta capacidade deste raio, com o qual você esta mais sintonizado, levará inevitavelmente a realização do seu propósito de evolução mediante a descoberta e o acolhimento da sua função especifica perante o todo e, portanto, de sua própria maior realização pessoal.

Nunca se esqueça , todavia, de que estar num raio particular não significa necessariamente que você vá seguir a profissão geralmente associada a este raio. Mas as profusões dos raios servirão de guia útil. Quer encontre ou não seu propósito nas expressões profissionais mais prováveis de um dado raio, você levara certas qualidades desse raio para a sua linha escolhida de trabalho. Concentre-se em trazer a luz os aspectos mais elevados e espiritualizados do seu raio, e você vai por certo encontrar o lugar apropriado para manifestar essas qualidades. Esses quadros pretendem ser apenas um esboço amplo, e algumas das muitas subdivisões ou níveis podem ser analisados.

Aspectos Inferiores:

Amor ao poder e à autoridade, orgulho, ambição egoísta, impaciência, centração em si mesmo, separatividade, indiferença.

Aquele que é ligado ao primeiro raio e que esta na arena política e/ou governamental possui boas oportunidades de usar a sua posição para promover os planos Divinos e para servir a humanidade em larga escala. Entretanto, como opera a partir de uma base do primeiro raio, precisa ter particular atenção para não serem vitimado pelos aspectos fascinantes desse raio em particular. Se você os vir manifestando-se em você, na qualidade de Trabalhador da Luz e de ser no caminho da evolução, será sua responsabilidade de afastar esses elementos do ego negativo a fim de poder realizar sua missão ascensional no mais elevado grau possível.

O amor ao poder precisara ser transformado em amor ao serviço. O poder pessoal, uma das grandes chaves do caminho, deve suplantar o amor à autoridade sobre outras pessoas, grupos de pessoas ou nações. Um ser do primeiro raio tem de aprender a incorporar as qualidades mais importantes do amor/sabedoria, que são parte tão importante do segundo raio, para que a humanidade possa superar o orgulho e a ambição egoísta. Quanto mais sintonizada a pessoa estiver com o espírito, com a unidade e com a unicidade, tanto mais facilmente os sentimentos de centração em si mesma, de separatividade e do egoísmo cedem lugar ao sentido mais amplo da unidade. Você deve, portanto nunca cessar de se esforçar para “manter a mente sempre firme na luz” e para buscar uma sintonia cada vez mais elevada com sua poderosa Presença do Eu Sou. Procure ativar as qualidades da ternura, da humildade, da simpatia, da tolerância e da paciência.

Em ultima análise, qualquer que seja o raio no qual atuam a sua alma, a sua mônada ou a sua personalidade, as qualidades de outros raios têm de ser combinadas com a influência profunda do foco do seu raio primário de modo que se possa trazer à luz uma harmonia maior. Os aspectos fascinantes, contudo, são a maior área possível de fraqueza e de perigo, precisando ser evitados a todo custo. Lembre-se que o mesmo raio que traz o maior potencial de expansão oculta também o maior potencial de entrega ao seu aspecto fascinante especifico.

DO SEGUNDO RAIO – AMARELO DOURADO

O Mestre Kut Humi, como seu “irmão” El Morya, usa um corpo nobre cashmere. Dono de uma considerável altura, possui tez clara, cabelos e barba loiros e olhos azuis repletos de Luz. Vive também num vale dos Himalaias próximo ao Mestre El Morya. Teve sua última encarnação na pessoa do Sábio Kuthumi Cal Sing, onde morava ao pé das Montanhas Himalaias, numa localidade chamada Shigatze, vivendo 320 anos. Sua Ascensão ocorreu em 1888, continuando ainda por 4 anos a ensinar os seus discípulos na Índia.
Mestre Djwal Khul

O Mestre Djwhal Khul (DK), trabalha sobre a orientação do Mestre Kut Humi, ajudando-o intensamente no treinamento de discípulos avançados. É conhecido como o Mensageiro dos Mestres. Alcançou seu mestrado na presente encarnação. Continua com o mesmo corpo que atingiu no Adeptado, que alcançou há poucos anos. Seu corpo é bem de um, chinês tibetano, com aparência um pouco rústica e maçãs do rosto um tanto salientes. Mora em Shingatse, próximo a seu Mestre e a El Morya. Dedica-se a movimentos filantrópicos, à Cruz Vermelha, ao trabalho de cura e ao Reino dos Devas.


Lady Soo Shee

Os Mestres Ascensos são  Kwan Yin(*) e Confucio

Os Arcanjos são Jofiel e Constância


(*Kwan Yin também trabalha com o sétimo raio (violeta), trazendo uma característica mais amena ao mesmo para quem prefere que as mudanças sejam mais lentas e sutis. A chama violeta juntamente com a dourada traz um tom mais leve de lavanda, que é a chama mais comumente trazida pela mestra. Apesar da chama cor de lavanda também provocar transmutação e mudanças como a violeta, estas mudanças ocorrem de uma forma bem mais sutil e levam mais tempo para acontecer.)

Elohim: Cassiopéia e Minerva

Dia da Semana: Segunda-feira
Virtudes: Sabedoria, Iluminação, Amor, Paz, Intuição, Inteligência.
Fascínios (Características de ego-dominância): Orgulho e Acumulação de Conhecimento sem transmitir.
Profissões Comuns: Professores, Estudantes, Instrutores.

O 2o raio é cor de ouro e representa Sabedoria, equilíbrio e iluminação. Exercia esta função o Mestre Ascensionado Kuthumi (São Francisco de Assis) até a Sua ascensão como Instrutor do Mundo, juntamente com o Mestre Jesus. O Mestre Ascensionado Lanto sucedeu o Mestre Kuthumi tendo sido também elevado ao cargo de Instrutor do Mundo. O Mestre Ascensionado Confúcio é o atual Diretor deste raio que é relacionado com professores, ensinamentos – e pessoas de coração compreensivo.

Aspectos Superiores:

Capacidade inata de irradiar e de atrair outras pessoas que buscam a verdade, facilidade de ensinar e aprender, personificação do amor e da sabedoria

As pessoas encarnadas que funcionam no segundo raio como seu foco primordial trazem em sua essência uma enorme quantidade de energia amorosa. Eles têm o desejo de conhecimento em sua forma mais pura. No caso dos seres que já se encontram na condição de mestre encarnado, a sabedoria do plano divino está ancorada em seu ser
É o raio do professor no sentido mais elevado da palavra. Esse aspecto, que é parte tão intrínseca deste raio, flui por meio de qualquer linha de trabalho ou profissão que você descubra ser, em ultima analise, a melhor maneira dos seres do segundo raio realizarem sua evolução universal.
A capacidade de educar das pessoas sob a influencia dos segundo raio é parte de sua natureza seja qual for a escolha para manifestá-la.

Aspectos Inferiores:

Medo, negatividade, sentimento de inferioridade e de impropriedade, depressão, ansiedade constante, autopiedade, inércia, modéstia excessiva e ineficácia

Os segundo Raio, sendo o do amor/sabedoria, é o raio que compreende as próprias forças do nosso sistema solar, oferece muito a alma. Contudo, como sucede com todos os raios, este traz seu próprio conjunto de aspectos fascinantes contra os quais devemos nos guardar diligentemente. Por ser ele o raio que governa o sistema solar, os aspectos fascinantes desse raio especifico afetam a todos que estão no caminho da luz em um ou outro grau, ainda que aqueles cuja alma, mônada ou estrutura de personalidade se acham sobre esse raio sejam mais vulneráveis as suas fraquezas.

A forma mais eficaz de reverter as tendências negativas é invocar as qualidades opostas, o que recebe o nome de cura atitudinal. Por conseguinte, onde houver medo, a coragem deve suplantar; onde houver negatividade, tem-se de cultivar uma atitude positiva; se alguém é particularmente propenso a ficar deprimido, podemos substituir essa propensão ao afirmar constantemente uma atitude de jubilo.

Terceiro Raio – Rosa

Os Mestres Ascensos são Paulo Veneziano e Rowena

O Mestre Paulo Veneziano, o Maha Chohan, é um dos mais belos seres da Grande Fraternidade. Muito alto, cabelos e barba dourados e olhos de um azul profundo. Utiliza um corpo de veneziano, com traços acentuados dos godos, tendo sido esta a sua última encarnação. Como Paolo de Veronese, ligado ao período renascentista italiano. Praticou o dom do discernimento estimulando a arte e ficando conhecido por suas pinturas bíblicas.

Lady Venus

Arcanjos: Samuel (Chamuel) e Caridade (Carité)


Elohim: Órion e Angélica


Dia da Semana: Terça-feira
Virtudes: Tolerância, Amor Incondicional, Amor Puro, Beleza, Opulência, Inteligência Criativa, Adoração, Delicadeza, Diplomacia, Tolerância, Compaixão.
Fascínios (Características de ego-dominância): Ilusão de estar sempre ocupado, Desejo Carnal, Libertinagem, Controle (amor demais), falta de organização, pensar demais.
Profissões Comuns: Educadores, artistas, trabalhos que expressam beleza como design de interiores, decoração. Também como comércio e finanças (inteligência criativa).

O 3o raio é rosa e representa o Amor Divino, adoração, beleza e fraternidade.
A Mestra Ascensionada Rowena é a Diretora deste raio. As pessoas que a ele pertencem amam a beleza em todas as formas de expressão e são amáveis e compassivas.

Aspectos Superiores:

Qualidade singular de inteligência ativa com muito amor. São seres que estão em estreita sintonia com a evolução dévica ou angélica. Poder de manifestar sua visão de maneira concreta e pratica

As almas sobre atuação deste raio têm o dom peculiar de manifestar o que quer que se dediquem a fazer, podendo e devendo esse dom ser usado em toda linha de trabalho que possa ser seguida. São abençoados com a iluminação mental e com o poder de perseverar em meio a quaisquer obstáculos ou lições que devam aprender durante a vida.

Aspectos Inferiores:

Sempre ocupado, preocupação excessiva com os detalhes, materialismo, eficiência, busca ser importante tentando aparentar ser aquele que sabe. Calculista e manipulador; malignidade e interesse pessoal

É interessante notar que as finanças, o comércio e os negócios em são em larga medida as profissões do terceiro raio, e o aspecto fascinante da conspiração, da manipulação, da malignidade e do interesse por si mesmo tem amplo espaço de ação.
Como os seres humanos de modo geral regem sua vida e os negócios a partir do ego negativo, é demasiado fácil ver de que maneira isso corrompe o prodigioso potencial do terceiro raio atuar por meio de pessoas integradas e espiritualmente centradas.

Outra maneira básica de tratar os aspectos fascinantes alem da citada no primeiro raio é a invocação das energias de outro raio para trazer outra freqüência totalmente nova para a aura. Por exemplo, o raio azul é o raio da força e da coragem, e a sua invocação na vida de uma alma do terceiro raio que enfrenta a perda da fé em si mesmo terá efeitos sobre a auto-estima da pessoa e sua fé em si mesmo.

QUARTO RAIO – branco

Os Mestres Ascensos são Seraphis Bey e Isis

O Mestre Serapis Bey, ocupa um corpo grego, alto e louro embora tenha Seu trabalho desenvolvido no Egito, cujo sol deu-lhe uma tez cor de mel. Tem maneiras distintas e feições com ar contemplativo. Ocupa-se da música, arte, pintura e teatro. Trabalha através do som, da beleza e da cor. Através da beleza procura despertar os atributos gerais nos corações dos homens. Este grande chamado prende-se ao aprendizado de uma arte bem maior que é a expressão de genialidade que combinada com a perfeição elevam os discípulos às alturas. Teve sua última encarnação como Amenhotep III, Faraó do Egito, construindo um templo físico situado em Luxor, às margens do Rio Nilo, dedicado ao microcosmo ou homem. Este Mestre lembra que aquilo que criticamos nos outros, poderá ser a base de nossa própria miséria.

Os Arcanjos deste raio são Gabriel e Esperança
Os Elohins são Claire e Astréa

Dia da Semana: Quarta-feira
Virtudes: Pureza, transparência, ascensão, ressurreição, beleza, senso artístico e estético, harmonia, pureza.
Fascínios (Características de ego-dominância): boêmios, sentimentalistas, procrastinação (não-ação), muito pacifistas,
Profissões Comuns: Artistas, músicos, pintores.

O 4o raio é branco e representa a Pureza, a ressurreição e a ascensão. É seu Diretor o Mestre Ascensionado Serapis Bey. As pessoas que pertencem a este raio são artistas, músicos, arquitetos e são dotados de grande perseverança.

Aspectos Superiores:

Desenvolvimento artístico numa variedade de artes, fortes paixões, simpatia, coragem e generosidade.

Aqueles que estão sintonizados com este raio são pessoas que possuem a capacidade de visualizar a beleza em todas as formas. É essencialmente o raio dos artistas, são seres que possuem o poder de levar os que estão a sua volta à comunhão espiritual através da arte, Michelangelo, Mozart e Leonardo da Vinci são exemplos expoentes desse raio.

Esse raio possui também muita ligação com o reino dévico, especialmente com a energia do Arcanjo Gabriel.

A energia deste raio inspira a assimilação do aprendizado e em alguns momentos pode ser considerado o raio que ensina através da harmonia decorrente do conflito.  Existe também a fonte de energia que sustenta esse raio por meio da pureza de sentimentos e ações.

Aspectos Inferiores:

Interesse e energia difusos, sem capacidade prática e com imaginação fértil, mutabilidade, imprecisão e falta de objetividade, conflito interior e exterior constante. Provoca discussões; insatisfação por causa da resposta sensível diante da beleza e daquilo que é mais elevado e melhor.

A maioria dos aspectos fascinantes deste raio é de natureza emocional, o principal perigo associado é o de se perder numa abordagem sonhadora e imprecisa sobre a vida sem nenhuma ancora solida. Possuem seu corpo emocional hipersensível e tem dificuldade em se proteger das energias a sua volta.

A invocação da energia do primeiro raio e do Arcanjo Miguel, trazendo força da vontade dinâmica e proteção é uma das melhores alternativas para combater os aspectos inferiores desse raio.

QUINTO RAIO – VERDE

Os Mestres Ascensos são Hilarion e Palas Athenas

O Mestre Hilarion, representante das ciências concretas, da magia, pesquisas psíquicas, movimentos espiritualistas, ciência cristã e atividades literárias. Repassou livros a Mabel Colins (Luz no Caminho) e H. P. Blavatsky (A Vóz do Silêncio). Possui um corpo grego antigo, nariz aquilino, fronte larga, sendo de uma beleza admirável. Aparenta ser o mais jovem dos membros da Grande Fraternidade. Teve sua última encarnação como Paulo de Tarso, que tanto perseguiu os cristãos. Converteu-se ao cristianismo, aprendendo dolorosamente que a justiça jamais pode ser efetuada apenas com base em argumentos que podem ser falsos. Agora em corpo de um grego vive no Egito. Aparenta ser bastante moço. Normalmente repassa suas lições apresentando-se fisicamente, fato que os discípulos deverão acostumar-se.

Os Arcanjos são Rafael e Mãe Maria
Os Elohins são Vista e Cristal
SEXTO RAIO – RUBI
Os Mestres Ascensos são Nada e Tudo
Jesus, o bom pastor

Mestra Nada, completou sua ascensão no ano 700 a.C. através da Chama Rosa do Amor Divino. Ainda na Terra, pertencia a uma família da Mesopotâmia e possuía irmãs ligadas a área artística. Ainda pequena, sentia-se deficiente ante as irmãs. Tendo como instrutora a Bem-Amada Caridade, passava horas em silêncio irradiando para as irmãs o Amor Impessoal. O talento da dança, canto, declamação ia crescendo nas suas irmãs. As mesmas nunca ficaram sabendo que ela tão pequena ainda as ajudava no crescimento dessas qualidades. Aprendeu nessa época o que significava seu nome, NADA. Do nada, aprendeu a dominar o ciúme surgido da incerteza e do medo. Enquanto suas irmãs progrediam em beleza e graça, aumentava nela a capacidade desinteressada de servir. Dedicou-se a ajudar as Ordens Espirituais que ensinavam a Doutrina de Cristo e ajudava com a irradiação do seu amor.

O Mestre Sanandha, mais conhecido como Jesus, atualmente utiliza um corpo sírio; tem cabelos e barba escuros e olhos de um azul celeste. Vive próximo a Jebel Druze (Líbano). É um lingüista, falando árabe, copto, grego, turco, francês e inglês. Também conhecido como “O Mestre dos Mestres”, Jesus estruturou a base de crescimento do homem, através do estabelecimento de uma consciência de Cristo, queimando por si só, por Amor, imensa parcela do carma humano.

 Mestre João Evangelista

Salomé, mãe de João

Os Arcanjos são Uriel e Graça
Os Elohins são Tranquilitas e Pacífica
Dia da Semana: Sexta-feira
Virtudes: Paz, devoção, Misericórdia, Curas. Pessoas deste raio gostam de rituais e geralmente preferem religião organizada. Providência, devoção, serenidade, paciência.
Fascínios (Características de ego-dominância): Fanatismo religioso, dogma, rigidez consigo mesmo e com outros, perfeccionismo, dificuldade de aceitar mudanças, repressão sexual.
Profissões Comuns: Sacerdotes, Mediunidade, Líderes Religiosos.
O 6o raio é de cores vermelho-rubi e ouro, e representa a Paz, colaboração e dedicação à vida.O Mestre Jesus era seu Diretor até há pouco tempo, quando foi Ascensionado a Instrutor do Mundo. Atualmente é a Mestra Nada que ocupa o cargo de Diretor do 6o Raio. Sua capacidade especial é o Amor. Freqüentemente, os que pertencem a este raio são sacerdotes, assim como pessoas com desejos ardentes, no culto divino, em servir a humanidade, e muitas vezes sem colher reconhecimento pelos serviços prestados.*Muitos pertenceram à Igreja em vidas passadas apresentando bloqueios emocionais inconscientes para prazer e abundância. Isso porque fizeram votos de castidade, celibato e pobreza nas vidas passadas, muitas vezes com contratos de sangue, e as sequelas emocionais destas “promessas” continuam nesta vida (inconscientemente) causando uma espécie de “auto-boicote” quanto à manifestação financeira, também podendo apresentar problemas sexuais como repressão sexual, impotência ou frigidez. Para dissolver estas idéias limitantes (subconscientes) provenientes destes contratos não é necessário que se lembrem das vidas passadas, nem dos votos de castidade, pobreza, sofrimento e celibato.A melhor solução é escrever novos contratos nesta vida que cancelem àqueles das outras vidas. Em outras palavras, fisicamente escreva um novo documento (ou carta ao subconsciente, ou a Deus, ou aos Anjos) declarando seu desejo de cancelar quaisquer votos de celibato, pobreza, sofrimento e castidade feitos em outras vidas, em todas as linhas de tempo, espaço e matéria, no passado, presente e futuro. Após escrever o contrato de rescisão, assinar, datar, ler em voz alta e finalmente queimá-lo. Repetir o procedimento quantas vezes forem necessárias (em dias diferentes) até sentir que o contrato da vida passada tenha sido finalmente libertado da mente subconsciente.Os resultados desta libertação da mente subconsciente podem incluir maiores manifestações financeiras, melhores relacionamentos amorosos, melhor saúde sexual (emocional e física), sensação de leveza e de que finalmente merece ser feliz e sentir prazer. Mesmo se não tiver certeza de que tenha feito ou não estes contratos nas outras vidas, não há mal algum em prosseguir com este procedimento. O máximo que irá acontecer neste caso é sua vida não apresentar melhoras, o que significaria que a razão de seus bloqueios sexuais ou financeiros não são contratos de outras vidas, e sim alguma outra causa. Assim, esta rescisão só pode ser benéfica em ambos os casos.Aspectos Superiores do Raio Rubi:Devoção, idealismo, amor, ternura, lealdade, intuição e reverência.É a energia que Jesus manifestou sua missão, introduzindo a era do amor no planeta. São pessoas que possuem a capacidade do culto a uma figura divina ou de um líder que possa introduzir novos princípios.Aspectos Inferiores:Fanatismo, possessividade, excesso de devoção, estreiteza mental, amor ao passado e às formas existentes, relutância em mudar, rigidez, intensidade de sentimento excessiva.A intensidade excessiva de sentimentos, de modo geral desequilibra a pessoa do sexto raio, é preciso o desenvolvimento das energias mentais do terceiro e do quinto raio.Precisam trabalhar também a tolerância, a serenidade, o equilíbrio e o bom senso. A energia do sexto raio está se reduzindo com o advento da nova energia do sétimo raio. O ápice da manifestação da energia do sexto raio se deu na época de Jesus e agora estamos entrando num novo milênio, onde a força motriz condutora é substituída do sexto para o sétimo raio.
SÉTIMO RAIO – VIOLETA
Os Mestres Ascensos são Saint Germain e Portia
O Mestre Saint Germain, abrange o campo dos cerimoniais mágicos. Tem um corpo muito alto, esbelto, cabelos escuros e grandes olhos castanhos/violeta, exprimindo doçura, poder e humor. Sua presença majestosa, força todos se curvarem. É de raça húngara e vivia nas montanhas Vadja Hunyad (Transilvânia), hoje em Monte Chasta,   e leia a página Saint Germain.
Os Arcanjos são Ezequiel e Ametista
Os Elohins são Arcturus e Diana
Dia da Semana:SábadoVirtudes:Compaixão, Perdão, Amor, Liberdade, Transmutação, Diplomacia, Misericórdia, Prudência, Apelos. Geralmente não necessitam de uma religião, gostam de conhecer todas mas não ficam muito em uma só. São livres. Geralmente tiveram muitas vidas na Terra, desde as civilizações antigas. Interesse por física quântica, alquimia, civilizações antigas.Fascínios (Características de ego-dominância): Vaidade, perda de paciência/esperança com a humanidade. Intolerância e julgamento. Rigidez de pensamento (“sabe-tudo”).Profissões Comuns:Místicos, Diplomatas, Alquimistas. O 7o é o raio violeta da misericórdia, transformação e Liberdade.Quem rege este raio é o Mestre Ascensionado Saint Germain (imagem abaixo), que o fará durante os próximos dois mil anos, sobre a Terra.A Chama Violetaé o instrumento que TRANSFORMA todo erro e forças imperfeitas em Perfeição. Quando a humanidade usar este instrumento com acerto e ritmicamente, a Terra será salva. As pessoas que pertencem a este raio possuem muitas aptidões e em todos os aspectos grande amor pela Liberdade. Aspectos Superiores das pessoas influenciadas pela Chama Violeta:
Devoção, idealismo, amor, ternura, lealdade, intuição e reverência.É o raio conhecido como o raio da ordem cerimonial. Esta introduzindo a nova era e ajudando a ancorar o céu na terra.  Os mestres deste raio trabalham a fim de manifestar o plano de maneira perfeita e cultivam as virtudes do vigor, da perseverança, da cortesia e do extremo cuidado pelos detalhes e da confiança em si mesmo.É o raio da chama violeta transmutadora, que quando invocada, transmuta qualquer energia que esteja em desacordo com o amor incondicional.As pessoas desse raio têm uma forte presença física em sua aparência e tendem a ter um espírito bem ancorado no físico. São abençoados com a capacidade da disciplina e da ordem, gostam de cerimônias, de rituais e de procissões. Possuem a capacidade de usar a ajuda do reino Elemental a fim levar a manifestação de seus planos no planeta.Aspectos Inferiores:Adesão rígida à lei e à ordem, ênfase excessiva na organização e amor ao secreto e misterioso. Psiquismo, o fascínio da cerimônia e do ritual, a superstição, um profundo interesse por profecias .

Deve-se tomar particular cuidado para os vícios deste raio, que são a intolerância, o orgulho , a estreiteza mental, o juízo superficial.

OITAVO RAIO -TURQUESA

DIRETORES: LADY SERENA e MESTRE SOLAR KENICH-AHAN

Outros Membros da Grande Fraternidade Branca



Sidarta Gautama foi na última encarnação filho de um príncipe indiano e teve uma instrução especial. Todas as coisas tidas como mundanas não poderiam ser-lhes reveladas, incluindo a pobreza, destruição, degeneração e morte. Tornando-se adulto, tomou consciência dos fatos que lhe haviam sido escondidos. A infelicidade do mundo e sua decadência tornaram-se prioridades para serem compreendidas por Ele. Para obter esclarecimentos, deixou esposa e filhos, bem como a segurança do palácio e saiu em busca de soluções, não somente de esclarecimentos de coisas que tanto o afligiam: os problemas humanos, e também o entendimento dele mesmo. Passou sete anos percorrendo caminhos difíceis, possíveis e impossíveis. Depois de muito procurar externamente, cansado, voltou-se para os caminhos interiores. Através da meditação, concentração e visualização, alcançou os “degraus” da iluminação. Foi um dos primeiros seres humanos que atingiu os requisitos necessários para finalmente ser iniciada a trilha ascendente dos homens, através da Fraternidade, na Terra. Seu Amor pela humanidade era tão grande que resolveu renunciar a glória de permanecer nas esferas superiores descendo a Terra para trazer ensinamentos e a maneira de compreendê-los pela prática na vida diária. A partir de sua Ascensão ao cargo de BUDA, Lord Gautama desce das “oitavas” de Luz, uma vez por ano ao Festival de Wesak, entrando em contato com a humanidade para abençoa-la.


O Mestre Maitreya, foi o segundo a atender o chamado de Sanat Kumara, ocupando o cargo hoje na Fraternidade de Cristo Cósmico

 

Fonte: Haja Luz (Ponte para Liberdade)
Resumo, notas e comentários de Livia Maris Jepsen® – Angel Therapy Practitioner® www.mycrystalangel.com

Sobre o Mestre “P“, pouco é permitido falar. Tem residência na América do Norte e liga-se ao trabalho do Raio Violeta. Ocupa um corpo irlandês e tem suas atividades ligadas ao campo das ciências da mente, novo pensamento. A força despendida da sua aura é tamanha que torna-se difícil fixa-la, sem o devido controle do discípulo, no pleno desempenho dos seus ensinamentos.

 

O Mestre Afra, é o patrono da África e da raça negra. Afra foi o primeiro membro da raça negra a fazer a sua ascensão. Há muito tempo atrás ele sacrificou o seu nome e a sua fama para patrocinar um vasto continente e um povo poderoso. Quando Afra ascendeu, pediu para ser chamado simplesmente de “um irmão”, ou frater, em Latim. Então, “um frater” tornou-se o nome de Afra. A raça negra originalmente fazia parte do que era conhecido como a raça azul e a raça violeta. A sua pele, na realidade, tinha um tom azul ou violeta.
Essas almas viviam numa civilização espiritualmente avançada, que existiu no continente africano. Cada nação é chamada por Deus para manifestar uma virtude específica ou para cumprir um certo destino. Os membros do que chamamos a raça negra eram enviados à Terra para desenvolver a mestria sobre as qualidades do poder, vontade e fé divinas (no raio azul) e as qualidades da liberdade, justiça e misericórdia divinas (no raio violeta).
Afra viveu há 500.000 anos atrás, quando o povo desta antiga civilização havia atingido uma encruzilhada. Seres extra-terrestres e anjos caídos, que haviam invadido o planeta Terra, dividiam o povo. Isto pode parecer ficção científica. Mas a verdade é, com freqüência, mais estranha que a ficção. Estes anjos do mal decidiram-se a destruir as raças azul e violeta. Distorceram os rituais outrora sagrados e as formas de arte deste povo. Isto abriu as portas para a feitiçaria, o vodu e a magia negra. Voltaram o povo para o ódio, a superstição e a luta pelo poder. À medida que o povo desviou a sua atenção da sua Presença Divina, tornou-se cada vez mais vulnerável às técnicas dos anjos caídos de dividir para conquistar. A nação dividiu-se entre as facções guerreiras de suas tribos. O povo estava perdendo a batalha espiritual interna entre as forças da luz e das trevas dentro de si próprio.
A sua divisão, interna e externa, fez com que eles se tornassem escravos dos extraterrestres. Ao ver a situação em que seu povo se encontrava, Afra encarnou entre eles, para salvá-los.
Afra sabia que uma grande parte do seu povo havia perdido a chama trina, assim como muitos negros e brancos a estão perdendo hoje, através da raiva. Ele sabia também que, para conseguir recuperar esta chama trina, eles teriam que seguir a senda da fraternidade. Teriam que cuidar uns dos outros. A única forma dele ensiná-los a serem irmãos, era ser um irmão ele mesmo. E por isto ele foi crucificado pelo seu povo. Ele foi o Cristo no meio deles, mas eles não o reconheceram. Estavam cegos pela ânsia de poder.

ashtar sheran


 Imagens extraídas do Google para fins didáticos

 Fonte: Eu sou Luz

Fonte: Google
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