Participe de nossos abaixo-assinados
Petição Pública
Prezado Leitor, sua participação é muito importante para nós. Pedimos que, no site www.peticaopublica.com.br,
para cada abaixo-assinado de que você queira participar, digite seu nome completo, RG ou CPF e e-mail. Aproveite para recomendar o site a sua rede de contatos. Obrigada.
Lista de Links
Sala de atendimento
Clique na porta
para acessar Porta

Brasil sobe uma posição no ranking do IDH

Brasil sobe uma posição no IDH, mas sofre para vencer desigualdade

País passou da 80ª para a 79ª posição em ranking da ONU de desenvolvimento, mas é o mais desigual entre os 100 países melhores avaliados

O IDH avalia dados relativos à expectativa de vida, educação e renda. Se considerada a metodologia aplicada neste ano (diferente do ano passado), o IDH do Brasil foi de de 0,744 em 2013 frente a 0,742 em 2012, passando da 80ª para a 79ª em posição entre os 187 países analisados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). De uma escala que vai de Muito Alto a Baixo, o Brasil é considerado de “Alto Desenvolvimento Humano.”

O índice do Brasil é composto por três eixos: expectativa de vida de 73,9 anos, renda per capita de US$ 14.275 por ano e conta com dois dados relativos a educação: média de anos de estudo (7,2) e anos esperados de escolaridade ao ingressar na escola (15,2). Apenas 38 países galgaram posições no ranking ao comparar os dados de 2012 e 2013.

Cinco deles na América Latina e Caribe: além do Brasil, ganharam posições Chile, Suriname (uma cada) Panamá e Uruguai (duas).

— Brasil mostra uma melhora consistente nos últimos 30 anos. Em nível global, é um dos países que mais melhorou. Melhorias estruturais, como a consolidação da democracia, estabilidade econômica e expansão e universalização da educação — elogiou o argentino Jorge Chediek, representante residente do Pnud e coordenador do sistema ONU no Brasil.

Embora a evolução de 0,95% ao ano entre 1980 e 2013 seja aplaudida pela ONU, o Brasil ainda está distante de alguns países da própria América Latina, como Chile (41), Argentina (49), Uruguai (50) e Venezeula (67). É o único destes, por exemplo, em que a média de escolaridade é inferior a oito anos de formação — é de 7,2 anos.

— O Brasil não está muito melhor porque o passivo histórico é enorme. Estamos falando de um país que, há apenas 30 anos, tinha metade da sua população praticamente de analfabetos — contemporiza Chediek.

Paralelamente ao IDH, a ONU divulga o IDH Ajustado à Desigualdade (IDHAD). Neste, a avaliação do país cai conforme seus índices não se verificam em toda a população de forma proporcional. O Brasil cairia de 0,744 de IDH para 0,542 de IDHAD, e estaria 16 posições abaixo no ranking.

Em razão, sobretudo, da má distribuição de sua renda, a redução de 27% do IDH para o IDHAD faz do Brasil o mais desigual entre os 100 melhores avaliados.

— Não que isso torne o país pior ou sua avaliação inferior, mas o dado é divulgado para demonstrar que a desigualdade está lá. Existe e precisa ser corrigida — avalia Andrea Bolzon, coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano nacional.

Fonte: Zero Hora

Comentários.

Por que ocorrem os desencarnes coletivos?

É o desencarne que ocorre em acidentes e catástrofes de toda sorte, que vitimam pequeno ou grande número de criaturas. Ocorre porque um grupo ou grupos de espíritos comprometidos com um mesmo débito ou com débitos semelhantes, em reencarnações pregressas, se associam, ainda na espiritualidade, antes do renascimento, com a finalidade de realizar “trabalho redentor em resgates coletivos”.

Por estar relacionado a experiências evolutivas, o desencarne coletivo é previsto por entidades Benfeitoras Espirituais, que acolhem os desencarnantes imediatamente, muitas vezes em postos de socorro por eles montados através da vontade/pensamento, na própria região da catástrofe ou desastre.

O resgate de nossas ações contrárias à Lei Divina, ao bem e ao amor pode ocorrer de várias formas, inclusive coletivamente. O objetivo, segundo “O Livro dos Espíritos”, questão 737, é “fazê-lo avançar mais depressa” e as calamidades “são freqüentemente necessárias para fazerem com que as coisas cheguem mais prontamente a uma ordem melhor, realizando-se em alguns anos o que necessitaria de muitos séculos”. Além disso (questão 740), “são provas que proporcionam ao homem a ocasião de exercitar a inteligência, de mostrar sua paciência e sua resignação ante a vontade de Deus, ao mesmo tempo em que lhe permitem desenvolver os sentimentos de abnegação, de desinteresse próprio e de amor ao próximo”.

E assim, entendemos o sentimento de solidariedade que essas calamidades despertam, auxiliando todos a desenvolver o amor. O importante para os mais diretamente envolvidos, para que tenham o progresso devido, como está dito em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, capítulo 14, item 9, é “não falir pela murmuração”, pois “as grandes provas são quase sempre um indício de um fim de sofrimento e de aperfeiçoamento do Espírito, desde que sejam aceitas por amor a Deus”.

Nesta frase selecionada no “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, está uma informação de cabal importância: indício de aperfeiçoamento do espírito. E qual seria o objetivo prático de tudo isso e como esses fatos atuam em nosso progresso, com que finalidade?

A resposta está na Lei do Progresso, que determina ao homem o progresso incessante, sem retrocesso, no campo intelectual e moral; cada um há seu tempo, seguindo seu ritmo próprio, sendo que “se um povo não avança bastante rápido, Deus lhe provoca, de tempo em tempos, um abalo físico ou moral que o transforma” (“O Livro dos Espíritos”, questão 783).

Como vemos, o progresso se faz, sempre, e quando estamos atravancando-o, Deus, em sua infinita bondade e justiça, lança mão de instrumentos que nos impulsionem à frente. O objetivo é nos levar a cumprir a escala evolutiva, saindo de nossa condição de Espíritos imperfeitos moralmente para a de espíritos regenerados, até atingirmos a condição de Espíritos puros.

Essa transposição de imperfeito moralmente para regenerado marca a atual fase de transição que vivenciamos, plena de flagelos destruidores, de calamidades, de acidentes com grande número de mortos.

Nos evangelhos segundo Mateus, Marcos e João, há várias referências aos sinais precursores de uma transformação no estado moral do Planeta, caracterizada pelo anúncio de calamidades diversas que atingirão a humanidade e dizimarão grande número de pessoas, para que, na seqüência, ocorra o reinado do bem, sejam instituídas a paz e a fraternidade universal, confirmando a predição de que após os dias de aflição virão os dias de alegria.

O que é anunciado nessas passagens evangélicas não é o fim do mundo de forma absoluta e real, mas o fim deste mundo que conhecemos, em que o mal aparentemente se sobrepõem ao bem, e, como afirma Allan Kardec em “A Gênese”, capítulo 17, item 58, “o fim do velho mundo, do mundo governado pela incredulidade, pela cupidez e por todas as más paixões a que o Cristo alude”.

Para que esse novo mundo se instale (“A Gênese”, capítulo 18), é fundamental que a população seja preparada para habitá-lo. Para tanto, teremos, todos nós, de equacionar alguns problemas de nosso passado, construindo nosso progresso moral.

Não há transformação sem crise, e catástrofes e cataclismos são crises que agitam a humanidade, despertando-a para a solidariedade, a fraternidade, o bem.

Temos, então, de ver a humanidade como “um ser coletivo no qual se operam as mesmas revoluções morais que em cada ser individual” (“A Gênese”, capítulo 18 item 12).

Nesse contexto, a fraternidade será a pedra angular da nova ordem social, com o progresso moral, secundado pelo progresso da inteligência assegurando a felicidade dos homens sobre a Terra.

Para que possamos habitar esse novo mundo, não temos de nos renovar integralmente. Segundo Kardec (“A Gênese”, capítulo 18 item 33), “basta uma modificação nas disposições morais”, e, para isso, temos de equacionar débitos do passado e nos conscientizarmos de nossa condição de espíritos imortais perfectíveis, em fase de desenvolvimento de nossas potencialidades.

Como forma de acelerar esse processo de modificação da disposição moral, a presente fase é marcada pela multiplicidade das causas de destruição, até como forma de estimular em nós o desenvolvimento de nossas potencialidades no bem, pois “o mal de hoje há de ser o bem de amanhã. Somente a educação do Espírito poderá libertá-lo do mal, dando-lhe condições de alçar os mais altos vôos no plano infinito da vida. O importante em tudo isso é mantermos a serenidade, olharmos para frente, divisarmos o futuro, pois “a marcha do Espírito é sempre crescente e ascendente”. É preciso descobrir quanto bem se é capaz de fazer agora para que o próprio crescimento não se detenha” (Portásio).

Em todo ser humano, como ressalta o Espírito Clelie Duplantier, em “Obras Póstumas”, “há três caracteres: o do indivíduo ou do ente em si mesmo, o do membro da família e o do cidadão. Sob cada uma dessas três fases, pode ele ser criminoso ou virtuoso; isto é, pode ser virtuoso como pai de família e criminoso como cidadão, e vice-versa”.

Além disso, pode-se admitir como regra geral que todos os que se ligam numa existência por empenhos comuns, já viveram juntos, trabalhando para o mesmo fim e se encontrarão no futuro, até expiarem o passado ou cumprirem a missão que aceitaram.

Essas calamidades – se olharmos para elas sob o ponto de vista espiritual, fundamentando nossa reflexão nos princípios da Doutrina Espírita – têm, portanto, objetivos saneadores que, conforme Joanna de Ângelis, removem as pesadas cargas psíquicas existentes na atmosfera e significam a realização da justiça integral, pois a Justiça Divina, para nosso reequilíbrio, recorre a métodos purificadores e liberativos, de que não nos podemos furtar.

Assim, tocados pelas dores gerais, ajudemo-nos e oremos, formando a corrente da fraternidade e estaremos construindo a coletividade harmônica, sempre lembrando a advertência do Espírito Hammed: “a função da dor é ampliar horizontes para realmente vislumbrarmos os concretos caminhos amorosos do equilíbrio. Como o golpe ao objeto pode ser modificado, repensa e muda também tuas ações, diminuindo intensidades e freqüências e recriando novos roteiros em sua existência”. Desse modo, estaremos utilizando nossos problemas como ferramenta evolutiva, não nos perdendo em murmurações, mas utilizando nosso livre-arbítrio como patrimônio.

O progresso de todos os seres da criação é o objetivo de tudo que aconteceTenhamos a consciência desperta e procuremos entender o mundo à nossa volta, cientes de que a solidariedade é o verdadeiro laço social, não só para o presente, mas, como está em “Obras Póstumas”, “estende-se ao passado e ao futuro, pois que os mesmos indivíduos se encontram e se encontrarão para juntos seguirem as vias do progresso, prestando mútuo concurso. Eis o que faz compreender o Espiritismo pela eqüitativa lei da reencarnação e da continuidade das relações entre os mesmos seres”.

E mais: Graças ao Espiritismo, compreende-se hoje a justiça das provações desde que as consideremos uma amortização de débitos do passado. As faltas coletivas devem ser expiadas coletivamente pelos que juntos as praticaram, e os mentores estão sempre trabalhando, ajudando a todos nós, reunindo-nos em grupos de forma a favorecer a correção de rumo, amparando-nos e nos fortalecendo para darmos conta daquilo a que nos propomos, além de nos equilibrarem para podermos auxiliar o outro com nossos pensamentos positivos, nossos.

Fonte:Yahoo groups
PARTE TERCEIRA  DO LIVRO DOS ESPÍRITOS
CAPÍTULO VI     *DA LEI DE DESTRUIÇÃO*
*Flagelos destruidores* 737.

Com que fim fere Deus a Humanidade por meio de flagelos destruidores?

“Para fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição ma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada ova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados.

Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são frequentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.” (744)

738. Para conseguir a melhora da Humanidade, não podia Deus empregar outros meios que não os flagelos destruidores?

“Pode e os emprega todos os dias, pois que deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. O homem, porém, não se aproveita desses meios. Necessário, portanto, se torna que seja castigado no seu orgulho e que se lhe faça sentir a sua fraqueza.”

a) – Mas, nesses flagelos, tanto sucumbe o homem de bem como o perverso. Será justo isso?

“Durante a vida, o homem tudo refere ao seu corpo; entretanto, de maneira diversa pensa depois da morte. Ora, conforme temos dito, a vida do corpo bem pouca coisa é. Um século no vosso mundo não passa de um relâmpago na eternidade. Logo, nada são os sofrimentos de alguns dias ou de alguns meses, de que tanto vos queixais. Representam um ensino que se vos dá e que vos servirá no futuro. Os Espíritos, que preexistem e sobrevivem a tudo, formam o mundo real (85). Esses os filhos de Deus e o objeto de toda a Sua solicitude. Os corpos são meros disfarces com que eles aparecem no mundo. Por ocasião das grandes calamidades que dizimam os homens, o espetáculo é semelhante ao de um exército cujos soldados, durante a guerra, ficassem com seus uniformes estragados, rotos, ou perdidos. O general se preocupa mais com seus soldados do que com os uniformes deles.”

b) – Mas, nem por isso as vítimas desses flagelos deixam de o ser.

“Se considerásseis a vida qual ela é e quão pouca coisa representa com relação ao infinito, menos importância lhe daríeis. Em outra vida, essas vítimas acharão ampla compensação aos seus sofrimentos, se souberem suportá-los sem murmurar.

” Venha por um flagelo a morte, ou por uma causa comum, ninguém deixa por isso de morrer, desde que haja soado a hora da partida. A única diferença, em caso de flagelo, é que maior número parte ao mesmo tempo.

Se, pelo pensamento, pudéssemos elevar-nos de maneira a dominar a Humanidade e abrangê-la em seu conjunto, esses tão terríveis flagelos não nos pareceriam mais do que passageiras tempestades no destino do mundo.

739. Têm os flagelos destruidores utilidade, do ponto de vista físico, não obstante os males que ocasionam?

“Têm. Muitas vezes mudam as condições de uma região. Mas, o bem que deles resulta só as gerações vindouras o experimentam.”

740. Não serão os flagelos, igualmente, provas morais para o homem, pondo-o a braços com as mais aflitivas necessidades?

“Os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo.”

741. Dado é ao homem conjurar os flagelos que o afligem?

“Em parte, é; não, porém, como geralmente o entendem. Muitos flagelos resultam da imprevidência do homem. À medida que adquire conhecimentos e experiência, ele os vai podendo conjurar, isto é, prevenir, se lhes sabe pesquisar as causas. Contudo, entre os males que afligem a Humanidade, alguns há de carácter geral, que estão nos decretos da Providência e dos quais cada indivíduo recebe, mais ou menos, o contragolpe. A esses nada pode o homem opor, a não ser sua submissão à vontade de Deus. Esses mesmos males, entretanto, ele muitas vezes os agrava pela sua negligência.”

Na primeira linha dos flagelos destruidores, naturais e independentes do homem, devem ser colocados a peste, a fome, as inundações, as intempéries fatais às produções da terra. Não tem, porém, o homem encontrado na Ciência, nas obras de arte, no aperfeiçoamento da agricultura, nos afolhamentos e nas irrigações, no estudo das condições higiénicas, meios de impedir, ou, quando menos, de atenuar muitos desastres? Certas regiões, outrora assoladas por terríveis flagelos, não  estão hoje preservadas deles? Que não fará, portanto, o homem pelo seu bem-estar material, quando souber aproveitar-se de todos os recursos da sua inteligência e quando aos cuidados da sua conservação pessoal, souber aliar o sentimento de verdadeira caridade para com os seus semelhantes? (707)

Oremos pelos nossos irmãos que vivem o desespero das enchentes.
O Livro dos Espíritos /Allan Kardec

Fonte: Cura e Ascensão

Comentários.

Palestinos disparam foguetes contra Israel, que revida, matando cerca de 300 civis, o que torna essa região da Terra sob o domínio do mal

Pelo menos seis palestinos morreram e outros 20 ficaram feridos em um novo ataque aéreo noturno israelense durante a segunda noite da incursão militar terrestre na Faixa de Gaza, informaram fontes médicas e testemunhas.

O porta-voz do Ministério da Saúde de Gaza, Ashraf al-Qedra, informou que as mortes ocorreram na cidade de Khan Yunes, no sul do território palestino, uma das mais castigadas desde o início da ofensiva em 8 de julho.

Segundo testemunhas, um grupo de pessoas estava sentado perto de suas casas quando um míssil israelense os atingiu, matando seis jovens no local.

O número de mortes já passou de 300 após 12 dias de operação militar.

Cerca de dois terços das vítimas são civis, inclusive mulheres e crianças, lembraram fontes médicas.

O Ministério da Saúde de Gaza disse, em entrevista coletiva, que mais de 1,3 mil pessoas foram feridas somente pelo disparo de mísseis e artilharia, e advertiu que esse número pode aumentar muito se Israel não parar com sua ofensiva.

Entre os israelenses, um soldado morreu no primeiro dia da incursão terrestre, a segunda vítima de Israel desde o início da operação Limite Protetor, que também deixou sete feridos da mesma nacionalidade.

Desde então, segundo o Exército, 1.637 foguetes foram lançados pelas milícias palestinas contra território israelense. Destes, 340 foram interceptados pelo sistema antimísseis ‘Domo de Ferro’.

Durante as primeiras 24 horas de combate terrestre, o Exército israelense atacou por terra, mar e ar 240 posições islamitas, entre elas, cerca de dez túneis com mais de 20 saídas na Faixa de Gaza.

A operação militar terrestre israelense na Faixa de Gaza é essencial para destruir os túneis do movimento islamita palestino Hamas, pois os bombardeios eram insuficientes, afirmou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nesta sexta-feira (18).

“Não é possível solucionar (o problema) dos túneis do ar apenas. Nossos soldados também fazem isto no terreno”, disse em uma reunião de gabinete.

O premiê disse que Israel está se preparando para intensificar sua ação. “Minhas instruções são para se preparar para a possibilidade de ampliar significativamente a operação terrestre, e os militares estão se preparando adequadamente”, afirmou ele a repórteres antes da reunião.

De acordo com o primeiro-ministro, a ofensiva não é uma garantia de êxito 100%, mas é necessária depois que Israel testou outras alternativas.

“O Tsahal (exército) opera contra o Hamas e outras organizações terroristas na Faixa de Gaza do mar, ar e agora também por terra. A operação terrestre iniciada por nossas forças ontem (quinta-feira) à tarde pretende destruir os túneis do terror que vão de Gaza a Israel”, completou o premiê.

Pelo menos 24 palestinos, incluindo três crianças e um bebê, foram mortos na Faixa de Gaza desde o início da ofensiva terrestre. Um soldado israelense morreu durante a incursão

Desde o início dos combates, há 11 dias, pelo menos 265 palestinos morreram. Durante o mesmo período, dois israelenses morreram, segundo o exército.

Segundo o Centro Palestino para os Direitos Humanos, com sede em Gaza, os civis representam mais de 80% das vítimas da ofensiva de Israel.

Túneis e combates
Os túneis subterrâneos de contrabando construídos pelo Hamas, que controla o território, são usados para introduzir mercadorias, dinheiro e armas. Segundo Israel, os túneis também são usados para preparar plataformas de lançamento de foguetes e alguns para entrar em território israelense.

A maioria dos confrontos após a ofensiva terrestre aconteceu no sul do território de 360 quilômetros quadrados, em Khan Yunes e em Rafah, e na zona norte, perto da fronteira com Israel.

A Organização das Nações Unidas condenou o lançamento de foguetes contra Israel a partir da Faixa de Gaza, que terminou uma trégua humanitária de cinco horas, e está “alarmada pela forte resposta de Israel”, disse o chefe de assuntos políticos da ONU, Jeffrey Feltman, ao Conselho de Segurança durante reunião realizada nesta sexta-feira (18).

“Israel tem preocupações de segurança legitimas, e nós condenamos o disparo indiscriminado de foguetes a partir de Gaza contra Israel que terminou com o cessar-fogo temporário de ontem. Mas nós estamos alarmados com a forte resposta de Israel”, disse Feltman na sessão de emergência do Conselho.

Israel intensificou sua ofensiva terrestre à Faixa de Gaza com artilharia, tanques e canhoneiros nesta sexta e alertou que poderia “ampliar significadamente” a operação que as autoridades palestinas disseram que está matando grande número de civis. De acordo com a agência France Presse, Israel começou a destruir nesta sexta os túneis utilizados pelo Hamas em Gaza.

A reunião de emergência do Conselho de Segurança foi convocada após a ofensiva terrestre de Israel, a pedido da Jordânia e da Turquia.

Durante a reunião, Feltman ainda afirmou que o secretário-geral da organização, Ban Ki-moon irá ao Oriente Médio no próximo sábado para tratar das hostilidades entre Israel e Gaza com autoridades locais.

Ofensiva dura 11 dias
Segundo o Centro Palestino para os Direitos Humanos, com sede em Gaza, os civis representam mais de 80% das vítimas da ofensiva de Israel, que tem como objetivo impedir os lançamentos de foguetes do Hamas, que controla o território.

Ao menos 292 palestinos foram mortos desde o início da ofensiva israelense em Gaza, no dia 8 de julho. Dois israelenses, um civil e um soldado, morreram no mesmo período.

O civil foi atingido por um foguete do movimento palestino Hamas, e o soldado por “fogo amigo”, durante a ofensiva terrestre, iniciada na noite desta quinta-feira.

De acordo com a agência Associated Press, desde o início desta ofensiva terrestre, o Exército israelense reportou ter matado 20 milicianos, enquanto autoridades de saúde em Gaza disseram que mais de 50 palestinos morreram desde então.

Operação terrestre
A operação militar terrestre israelense na Faixa de Gaza é essencial para destruir os túneis do movimento islamita palestino Hamas, pois os bombardeios eram insuficientes, afirmou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nesta sexta. O premiê também disse que Israel está se preparando para intensificar sua ação.

Os túneis subterrâneos de contrabando construídos pelo Hamas, que controla o território, são usados para introduzir mercadorias, dinheiro e armas. Segundo Israel, os túneis também são usados para preparar plataformas de lançamento de foguetes e alguns para entrar em território israelense.

A maioria dos confrontos após a ofensiva terrestre aconteceu no sul do território de 360 quilômetros quadrados, em Khan Yunes e em Rafah, e na zona norte, perto da fronteira com Israel.

O posto de fronteira israelense de Erez, único ponto de passagem para pedestres, foi fechado

Fonte: G1

Comentários.

Desencarnes coletivos

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak,  ”com grande tristeza” que dados confirmam que o Boeing 777 da Malaysia Airlines caiu no Oceano Índico, a cerca de 2.500 quilômetros da costa australiana. Pouco antes do anúncio oficial do premiê malaio, a companhia aérea Malaysia Airlines tinha informado, em mensagens de texto enviadas aos familiares das vítimas, que o voo MH370 caiu no Índico e que todas as pessoas a bordo estão mortas. “A Malaysia Airlines lamenta profundamente ter de assumir que, sem margem de dúvida, o MH370 foi perdido e nenhum dos que estavam a bordo sobreviveu”, diz o texto enviado aos parentes.  Na área de buscas já foram encontrados objetos flutuantes que podem ser destroços do voo MH370.

O voo MH370, que viajava entre Kuala Lumpur e Pequim, desapareceu pouco depois da decolagem em 8 de março com 239 pessoas a bordo, sendo doze tripulantes e 227 passageiros. No meio do caminho entre a Malásia e o Vietnã, o avião mudou de rumo, para o oeste, em direção contrária a sua rota, e os sistemas de comunicação foram desativados “deliberadamente”, segundo as autoridades malaias. A aeronave teria voado durante várias horas até esgotar o combustível e cair no mar.

 

“Palavras não podem descrever o que sinto hoje à noite [nesta manhã, no horário de Brasília], mas eu prometo a vocês, especialmente às famílias de todos os passageiros e tripulantes: a busca continua”, escreveu o ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, no Twitter oficial do Ministério. De acordo com a BBC, o breve e grave pronunciamento de Razak usou como base dados de satélite da empresa britânica Inmarsat. Os dez aviões que sobrevoavam a área de buscas procurando por destroços já voltaram às suas bases por causa da baixa visibilidade, reporta a rede britânica.

Aviões e navios intensificaram a busca pelos destroços do Boeing 777 da Malaysia Airlines nesta segunda no Sul do Oceano Índico, após a detecção de vários objetos que poderiam ser destroços da aeronave. A Austrália, que coordena as operações na região, confirmou que enviou um navio para tentar recuperar os possíveis destroços do avião. Nesta segunda, um avião australiano detectou dois objetos na área de buscas, a cerca de 2.500 quilômetros do porto de Perth, na costa da Austrália. Um dos objetos é circular e cinza e o outro é retangular e laranja, disse o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott. Um avião chinês também reportou ter avistado “objetos brancos e quadrados” na região de buscas, relata agência estatal Xinhua.

 

 No dia 7 de março, a companhia aérea Malaysia Airlines comunicou que havia perdido o contato com o voo MH370, que decolou do aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino à capital chinesa Pequim. O anúncio foi feito após as autoridades do Vietnã confirmarem que o avião não se encontrava mais em seu espaço aéreo, onde o piloto trocou a última mensagem com os controladores. Segundo o relato inicial da empresa, o Boeing B777-200 transportava 239 pessoas de treze nacionalidades, sendo 227 passageiros, incluindo dois menores de idade, e doze tripulantes.

A Ucrânia acusou  rebeldes pró-Rússia de tentar destruir as evidências de “crimes internacionais” no local da queda do avião da Malaysia Airlines.

O governo ucraniano disse que os separatistas estavam impedindo o início das investigações de representantes internacionais e de seus especialistas e, em comunicado, afirmou que “os terroristas” retiraram 38 corpos do local, que teriam sido levados a um necrotério na cidade de Donetsk, controlada por rebeldes.

Todos os 298 ocupantes do avião morreram.

Kiev alegou que separatistas estariam tentando transportar os destroços do avião para a Rússia e disse que a comunidade internacional deveria pressionar Moscou pela retirada dos rebeldes e para que especialistas ucranianos e internacionais realizem suas investigações.

Mais cedo no sábado, uma equipe de 25 observadores internacionais disse que separatistas limitaram o acesso aos destroços da aeronave. Um porta-voz da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) disse na sexta-feira que homens armados realizavam a segurança da área, e um deles atirava para o ar.

Separatistas haviam garantido que permitiriam o acesso de investigadores internacionais à área da queda do avião, segundo a OSCE.

Ainda não há confimação sobre o que provocou a queda do Boeing 777, mas acredita-se que a aeronave tenha sido atingida por um míssil terra-ar disparado de uma área sob controle de rebeldes no leste da Ucrânia em 17/7/14

O avião da Malaysia Airlines fazia o vôo de Amsterdã a Kuala Lumpur e caiu entre Krasni Luch, na região de Luhansk, e Shakhtarsk, em Donetsk.

O ministro dos Transportes malaio, Liow Tiong-lai, disse que seria “desumano” se especialistas do país não tiverem acesso à área da queda. Ele também expressou preocupação de que o local não seja devidamente preservado e que possa ser adulterado.

A Ucrânia classificou a queda como um “ato de terrorismo” e divulgou o que disse ser ligações interceptadas que provam que a aeronave foi derrubada por separatistas.

Mas os rebeldes pró-Rússia alegam que um jato da força aérea ucraniana abateu o avião.

Troca de acusações
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse na sexta-feira que há “evidências” de que o avião foi derrubado por separatistas apoiados pela Rússia.

Obama afirmou que a ajuda dada por Moscou a rebeldes inclui armamentos antiaéreos, mas que ainda é cedo para dizer quais eram as intenções de quem lançou o míssil.

A Rússia, no entanto, tem atacado países do Ocidente, acusando-os de travar uma guerra de informação contra Moscou. O Ministério da Defesa russo desafiou a Ucrânia a detalhar a operação de seus sistemas antiaéreos no momento da queda.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou na sexta-feira um comunicado pedindo por uma “investigação internacional independente e completa”.

O presidente da França, François Hollande, informou que “não há sobreviventes” na queda do avião da Air Algérie, segundo a France Presse. Hollande também afirmou que uma caixa-preta da aeronave já foi encontrada.

“Não há lamentavelmente nenhum sobrevivente”, disse Hollande. “A caixa-preta foi recuperada e encaminhada para Gao”, detalhou o presidente em uma declaração na TV. Hollande acrescentou que todas as hipóteses para o acidente são investigadas, em particular problemas meteorológicos.

“Os soldados franceses que já estão ali protegeram o local e realizaram as primeiras investigações”, disse.

A presidência francesa informou que havia 118 pessoas a bordo, 112 passageiros e seis tripulantes, e não 116, como foi informado anteriormente.

Investigadores no local do desastre no norte do Mali concluíram que o avião se partiu quando atingiu o solo, disseram, sugerindo que isso indica ser improvável ter sido alvo de um atentado.

Uma coluna de 100 soldados e 30 veículos das forças francesas estacionadas na região chegou ao local na manhã desta sexta para proteger a área da queda, perto da cidade de Gossi, no norte malinês, e recuperar os corpos, informou uma autoridade do Ministério da Defesa.

O avião da Air Algerie desapareceu na quinta-feira (24) com 116 pessoas a bordo, entre elas seis tripulantes espanhóis e 50 passageiros franceses, quando se dirigia de Uagadugu a Argel. Os destroços da aeronave foram localizados por um avião teleguiado das forças francesas presentes no Mali, levando um destacamento de soldados franceses a se dirigir ao local por terra.

“O que já sabemos é que os destroços do avião estão concentrados em um espaço limitado, mas ainda é muito cedo para tirar conclusões”, indicou Hollande. “Há hipóteses, em particular climáticas, mas não descartamos nenhuma porque queremos saber tudo o que aconteceu”, acrescentou.

Após a confirmação, o presidente François Hollande manifestou solidariedade com os parentes e pessoas próximas das vítimas.

Dois caças procedentes de uma base francesa nessa região da África realizaram voos de reconhecimento no Mali para tentar encontrar a aeronave. Depois, os caças foram substituídos por um avião militar C-130 e helicópteros franceses.

Hollande, assim como fez anteriormente o ministro das Relações Exteriores francês, Laurent Fabius, explicou que o contato com o avião foi perdido após 40 minutos de voo, pouco depois que o capitão solicitou uma mudança de rumo devido às difíceis condições meteorológicas. Ao ser perguntado sobre a possibilidade de uma ação terrorista, Fabius afirmou que “nenhuma hipótese pode ser excluída”, mas especificou que “a única certeza que temos é o alerta meteorológico”.

Burkina Faso
A informação sobre a localização dos restos da aeronave de propriedade da companhia espanhola Swiftair já havia sido dada pelo general burkinês Gilbert Diendere, colaborador próximo do presidente Blaise Compaore e chefe da comissão criada para investigar o incidente.

Os destroços estavam a cerca de 50 km da fronteira de Burkina Faso no povoado de Bulikesi. “Enviamos homens ao local com a aprovação do governo do Mali e foram encontrados destroços do avião com a ajuda de moradores locais”, disse o militar

De acordo com a rede CNN, Diendere afirmou que nenhum sobrevivente foi encontrado e que a descoberta dos destroços também foi reportada pela TV estatal RTB. “Foram encontrados restos humanos e do avião totalmente queimados e dispersos”, disse à agência de notícias Associated Press.

Diendere acrescentou que os homens foram à área depois de ouvir relatos de um morador que descreveu a queda de um avião a 80 km a sudeste do povoado de Gosi. O porta-voz do governo de Burkina Faso disse que o país guardará luto por 48 horas.

Antes de perder contato, os pilotos do voo enviaram uma mensagem para pedir ao controle de voo do Níger para mudar sua rota devido a chuva intensa, disse o ministro dos Transportes de Burkina Faso, Jean Bertin Ouedraogo. Um diplomata em Bamako, capital do Mali, afirmou que houve uma forte tempestade de areia à noite no norte malinês, que fica na rota de voo do avião.

O general Diendiéré afirmou ainda que “nas imagens de radar”, vemos que “o avião saiu de seu curso por causa de uma tempestade”, que “pode ser a causa do que aconteceu.”

Aviões militares franceses, efetivos da ONU e outros buscavam sinais do avião na região remota.

Segundo a Air Algérie publicou em sua conta no Twitter, a lista de 50 franceses, 24 burquineses, oito libaneses, seis argelinos, cinco canadenses, quatro alemães, dois luxemburgueses, um malinês, um nigeriano, um camaronês, um belga, um ucraniano, um romeno, um suíço. As nacionalidades dos demais passageiros não foram divulgadas.

Todos os seis tripulantes eram espanhóis, de acordo com o sindicato de pilotos comerciais espanhol Sepla.

Fonte:G1

Comentários.

Situação da economia brasileira em 2014 preocupa

Mais de 40% dos trabalhadores brasileiros trocam de emprego pelo menos uma vez por ano. Essa alta rotatividade tem aumentado os pedidos de seguro-desemprego. Mas essa não é única explicação. Muita gente acaba caindo na informalidade para burlar a lei e pegar o seguro-desemprego.

Existe hoje uma distorção. Com as regras atuais, em algumas situações pode ser até vantajoso sair do emprego formal e trabalhar sem carteira assinada por um período. O problema é que os gastos com o seguro-desemprego são pagos pelo contribuinte.

A Andréia está sem emprego, mas não reclama. “Tem oferta. Quando você tem experiência na área, fica mais fácil”, diz Andréia.

Já Edmilson, quer o seguro-desemprego. “Enquanto não arranja outro, a gente recorre a alguma coisa, para que a gente possa equilibrar as nossas contas”, afirma Edmilson Ribeiro, encarregado de obra.

Apesar da queda expressiva do desemprego no país, os postos de atendimento ao trabalhador continuam recebendo um grande número de pessoas em busca do seguro-desemprego. Os números mostram essa contradição. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego tem caído nos últimos 10 anos. Entre 2003 e 2013, passou de 12,4% para 5,4%.

Ao mesmo tempo, aumentou muito a procura pelo seguro-desemprego, principalmente nos últimos anos. Até 2005, ficava por volta de cinco milhões de pessoas por ano. Mas de lá pra cá, esse número tem subido constantemente. No ano passado, chegou a 8,5 milhões de pessoas. E pode passar de nove milhões este ano.

Além disso, segundo o governo, mais de 40% dos trabalhadores brasileiros trocam de emprego pelo menos uma vez por ano. Uma alta rotatividade. “Esse número, em princípio, parece um número elevado. E o ministério está justamente tentando ver se há como diminuir o patamar dessa rotatividade de mão-de-obra, inclusive com uma melhor qualificação profissional do trabalhador”, diz Rodolfo Torelly, diretor do departamento de emprego/MTE.

Camila está sempre em busca de um emprego melhor. “Trabalhava em uma outra empresa, aí eu saí e agora eu estou buscando um outro. Uma coisa melhor, um salário melhor”, afirma Camila Silva, estudante.

O governo diz que o aumento dos gastos com seguro-desemprego se deve, em parte, ao fato de que hoje há mais trabalhadores com carteira assinada e, portanto, mais gente tem direito ao seguro-desemprego. O especialista José Márcio Camargo diz que essa é apenas uma das explicações e mostra que há um estímulo a essa alta rotatividade no mercado de trabalho.

Para quem ganha até dois salários mínimos compensa trabalhar sete meses, porque o dinheiro que o trabalhador ganha com a demissão com todos os benefícios equivale a um ano de trabalho.

“O trabalhador ainda pode tentar trabalhar sem carteira assinada, enquanto está recebendo o seguro-desemprego. Isso significa que ao longo de três meses que ele está recebendo o seguro desemprego, ele tem dois salários. Tem que mudar a legislação. O acesso ao seguro-desemprego tinha que ser mais restrito”, afirma José Márcio Camargo, professor da PUC-RJ.

Michelli, que é formada em administração e mudou há pouco tempo para Brasília, pediu o seguro-desemprego. Mas, quer voltar a trabalhar o mais rápido possível. “Eu requeri o seguro para esse tempo, até eu achar um emprego bacana para mim”, diz Michelli Kotoski, administradora.

Segundo o governo, o trabalhador é o grande prejudicado nessa manobra de não assinar carteira para continuar recebendo o seguro-desemprego. O tempo de trabalho não conta para a aposentadoria. E no fim da vida profissional, quando já está cansado, ele será obrigado a trabalhar em média, mais cinco meses para completar o prazo mínimo para se aposent

A balança comercial brasileira registrou um déficit (importações maiores do que vendas externas) de US$ 6,07 bilhões no primeiro trimestre deste ano, informou  o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Em igual período do ano passado, o saldo ficou deficitário em US$ 5,15 bilhões, de acordo com números oficiais. Segundo a série histórica do Ministério do Desenvolvimento, o déficit registrado nos três primeiros meses deste ano é o maior, para este período, desde o início da sua série histórica, em 1994. Até o momento, o pior resultado para o primeiro trimestre havia sido registrado em 2013.

No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 44,58 bilhões, com média diária de US$ 812 milhões, uma queda de 4,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. As importações, por sua vez, totalizaram US$ 55,66 bilhões, o equivalente a US$ 912 milhões em média por dia útil, com recuo de 2,2% sobre o mesmo período de 2013.

De acordo com dados do governo, as vendas ao exterior de produtos semimanufaturados recuaram 11,4% no trimestre, enquanto que as exportações de manufaturados caíram 9,5%. Já as vendas de produtos básicos subiram 2% nos três primeiros meses deste ano. Do lado das importações, houve queda nas aquisições de combustíveis e lubrificantes (-12%), de bens de capital (-2,7%) e de matérias-primas e intermediários (-0,2%), enquanto cresceram as compras de bens de consumo (+3,9%).

Pior março desde 2001
Somente no mês de março, ainda de acordo com informações do governo, a balança comercial registrou um superávit (exportações menos importações) de US$ 112 milhões. Trata-se do pior resultado, para meses de março, desde 2001 – quando foi registrado um déficit comercial de US$ 276 milhões. Em março de 2013, houve um saldo positivo de US$ 161 milhões.

No mês passado, as exportações recuaram 4%, contra o março de 2013, para US$ 17,62 bilhões. Ao mesmo tempo, as compras do exterior somaram US$ 17,51 bilhões, e registraram queda de 3,8% sobre o mesmo mês do ano passado.

Resultado de 2013
Em 2013, a balança comercial brasileira registrou superávit (exportações menos importações) de US$ 2,56 bilhões, o pior resultado para um ano fechado desde 2000 – quando houve déficit de US$ 731 milhões.

De acordo com o governo, a piora do resultado comercial do ano passado aconteceu, principalmente, por conta do serviço de manutenção de plataformas de petróleo no Brasil, que resultou na queda da produção ao longo de 2013, e pelo aumento da importação de combustíveis para atender à demanda da economia brasileira.

Os dados oficiais mostram, porém, que o saldo comercial do ano passado só foi positivo por conta da “exportação” de plataformas de petróleo que, na realidade, nunca deixaram o Brasil. Essas operações somaram US$ 7,73 bilhões em 2013.

As plataformas foram compradas de fornecedores brasileiros por subsidiárias (empresas que têm o capital de outras) no exterior de companhias como a Petrobras e, depois, “internalizadas” no país como se estivessem sendo “alugadas”, mesmo sem saírem fisicamente do Brasil. Com isso, as empresas do setor recolhem menos tributos.

Expectativa para este ano
A expectativa do mercado financeiro para este ano, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, é de pequena melhora do saldo comercial. A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 4,25 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior.

O BC, por sua vez, baixou na semana passada sua previsão para o superávit da balança comercial deste ano. Antes, a autoridade monetária projetava um saldo positivo de US$ 10 bilhões para 2014 – valo

Contas externas têm maior déficit da série histórica no 1º trimestre

No primeiro trimestre de 2014, resultado negativo somou US$ 25,18 bilhões.
Em 12 meses até março, déficit em conta corrente foi de 3,64% do PIB.

O déficit em transações correntes, um dos principais indicadores das contas externas brasileiras (resultado da balança comercial, balança de serviços e transferências unilaterais, como remessas de lucros e doações), somou US$ 25,18 bilhões no primeiro trimestre deste ano, o maior valor nominal da série histórica, que tem início em 1947.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, o resultado está relacionado com uma “reação mais lenta da balança comercial”. “Foi um resultado abaixo do que se esperava, grande parte em função dos preços de produtos importantes na nossa pauta. Estão em patamar relativamente baixo, em especial produtos agrícolas”, declarou ele.

Na proporção com o Produto Interno Bruto (PIB), o resultado negativo somou 4,71% nos três primeiros meses de 2014. Trata-se, do pior resultado para o primeiro trimestre de um ano, desde 1983 – ou seja, em mais de 30 anos.

Nos três primeiros meses do ano passado, ainda segundo informações da autoridade monetária, o resultado negativo havia somado US$ 24,76 bilhões – o equivalente a 2,98% do Produto Interno Bruto.

Resultado em doze meses
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central avaliou que, na proporção com o PIB, o resultado mais importante é o acumulado em doze meses – que somou US$ 81,5 bilhões, ou 3,64% do PIB – até março.

“O PIB tem sazonalidade acentuada. A proporção em relação ao PIB mais adequada é aquela que a gente faz em doze meses, quando o efeito da sazonalidade é anulado”, declarou Tulio Maciel.

Para todo este ano, a previsão do Banco Central é de um resultado negativo de US$ 80 bilhões na conta de transações correntes – a “conta” do Brasil com o exterior, formada pela balança comercial, pelos serviços e pelas rendas, em 2014.

Componentes das contas externas
Nos três primeiros meses deste ano, ainda segundo informações do Banco Central, a balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 6,07 bilhões, contra um resultado negativo de US$ 5,15 bilhões em igual período do ano passado.

A conta de serviços, por sua vez, que engloba os gastos de brasileiros no exterior, registrou um déficit de US$ 10,43 bilhões no primeiro trimestre de 2014, contra um resultado negativo também de US$ 10,4 bilhões no mesmo período do ano passado.

Já as rendas registraram um déficit de US$ 9,1 bilhões no acumulado deste ano, contra um valor negativo de US$ 10 bilhões no mesmo período de 2013.

Investimentos estrangeiros
O BC informou que os investimentos estrangeiros diretos somaram US$ 14,17 bilhões no primeiro trimestre deste ano, contra US$ 13,25 bilhões nos três primeiros meses de 2013. A previsão da autoridade monetária, para todo este ano, é de um ingresso de US$ 63 bilhões em investimentos estrangeiros no país.

Com isso, o resultado negativo da conta corrente, nos três primeiros meses deste ano, não foi, novamente, “financiado” em sua totalidade pela entrada de investimentos produtivos na economia brasileira – algo que já aconteceu em 2013 e que, antes disso, não ocorria desde 2001.

Financiamento do déficit externo
Quando o déficit não é “coberto” pelos investimentos estrangeiros, o país tem de se apoiar em outros fluxos, como ingresso de recursos para aplicações financeiras, ou empréstimos buscados no exterior, para fechar as contas.

Analistas alertam, entretanto, que em um cenário de crescimento menor do PIB e menor disponibilidade de recursos nos mercados (com a sinalização do fim das medidas de estímulo nos Estados Unidos), a atratividade da economia brasileira também é menor – o que pode significar um pouco mais de dificuldade no financiamento do déficit das contas externas.

O governo tem lembrado, entretanto, que as reservas internacionais brasileiras, acima de US$ 375 bilhões, conferem tranquilidade na administração das contas externas brasileiras.

Despesas de brasileiros no exterior caem para US$ 1,83 bilhão em março

Com isso, houve leve queda de 1,34% sobre o mesmo mês de 2013.
No trimestre, gastos somaram US$ 5,87 bilhões, com recuo de 1,83%.

 

O recorde para março continua sendo o de 2013, quando as despesas lá fora somaram US$ 1,86 bilhão

Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 1,83 bilhão em março, com um pequeno recuo de 1,34% sobre o mesmo mês do ano passado, informou nesta sexta-feira (25) o Banco Central (BC).

Desse modo, o recorde para o terceiro mês do ano continua sendo o de 2013, quando as despesas lá fora somaram US$ 1,86 bilhão, ainda de acordo com números da autoridade monetária. A série histórica do Banco Central teve início em 1947.

Dólar
Em março, o dólar fechou em R$ 2,26, com queda de 3,22% em relação ao final de fevereiro  O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, observou, porém, que o dólar estava em R$ 1,98 em março do ano passado.

Com isso, houve um encarecimento de passagens e hotéis no exterior frente ao mesmo mês de 2013. “O principal fator [que impactou os gastos no exterior] foi o câmbio. Houve uma mudança do câmbio: o dólar ficou mais caro [na comparação com março de 2013], o que desestimulou as viagens”, declarou Maciel.

Primeiro trimestre
Ainda de acordo com o Banco Central, as despesas no exterior somaram US$ 5,87 bilhões nos três primeiros meses deste ano – o que representa queda de 1,83% frente ao mesmo período do ano passado, quando somaram US$ 5,98 bilhões (recorde histórico para o período).

Alta do IOF
No fim de 2013, o governo também adotou medidas para conter os gastos no exterior. A alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente nos pagamentos em moeda estrangeira feitos com cartão de débito, saques em moeda estrangeira no exterior, compras de cheques de viagem (traveller checks) e carregamento de cartões pré-pagos foi elevada de 0,38% para 6,38%. Com isso, essas operações passaram a ter a mesma tributação dos cartões de crédito internacionais.

Histórico de gastos no exterior
Em 2013, os gastos no exterior somaram US$ 25,3 bilhões e bateram recorde para um ano inteiro, contra US$ 22,2 bilhões nos 12 meses anteriores. Em 2011, as despesas de brasileiros lá fora haviam somado US$ 21,2 bilhões.

Até 1994, quando foi editado o Plano Real para conter a hiperinflação no Brasil, os gastos de brasileiros no exterior não tinham atingido a barreira dos US$ 2 bilhões. Naquele ano, porém, somaram US$ 2,23 bilhões. Entre 1996 e 1998, as despesas no exterior oscilaram entre US$ 4 bilhões e US$ 5,7 bilhões.

Com a maxidesvalorização cambial de 1999, com o dólar subindo para além de R$ 3 em um primeiro momento, as despesas no exterior também ficaram mais caras. Com isso, os gastos voltaram a recuar e ficaram, naquele ano, próximo de US$ 3 bilhões.

As despesas de brasileiros fora do país voltaram a atingir a barreira de US$ 5 bilhões por ano apenas em 2006. Desde então, têm apresentado forte crescimento: em 2007, 2008 e 2009, por exemplo, atingiram US$ 8,2 bilhões, US$ 10,9 bilhões e US$ 10,8 bilhões, respectivamente

INFLAÇÃO

A previsão do mercado para
o IPCA de 2014 subiu pela sétima semana consecutiva

Os economistas do mercado financeiro já esperam que a inflação deste ano ultrapasse o teto da meta do governo, de 6,5%. Segundo dados coletados pelo Banco Central, a expectativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), passou de 6,47% para 6,51% na semana passada. O relatório de mercado, também conhecido como Focus, é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

Esta foi a sétima alta consecutiva da previsão para a inflação. Para 2015, a estimativa ficou estável em 6%. Pelo sistema que vigora no Brasil, a meta central, para 2014 e 2015, é de 4,5%. Entretanto, há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida.

No início de 2013, o mercado previa que o IPCA deste ano somaria 5,5%. Nos meses seguintes, a estimativa foi se deteriorando, terminando o ano passado em 5,97%. A estimativa ficou consistentemente acima de 6% a partir de 20 de fevereiro, e superou o teto da meta após a inflação de março ter registrado o pior resultado para esse mês desde 2003.

Quando a meta de inflação é descumprida, o presidente da autoridade monetária precisa escrever uma carta aberta ao ministro da Fazenda explicando as razões que motivaram o “estouro” da meta formal. No começo do ano, a inflação avançou com mais intensidade por conta do aumento dos preços dos alimentos – resultado das condições climáticas adversas (seca ou excesso de chuvas) no país.

Taxa de juros
A perspectiva do mercado financeiro é que a elevação dos juros, feita no fim do mês passado pelo Banco Central, não seja a última alta do ano na taxa básica (Selic) da economia brasileira – que vem avançando desde abril do ano passado para conter pressões inflacionárias.

Para o fechamento de 2014, a previsão dos analistas para a taxa de juros permaneceu em 11,25% ao ano e, para o final de 2015, ficou estável em 12% ao ano.

Crescimento do PIB
Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2014, a previsão dos economistas caiu de 1,65% para 1,63% na última semana. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz.

O crescimento do PIB do país previsto para 2014 continua abaixo do estimado no orçamento federal – de 2,5% – e também menor que a previsão (2%) divulgada pelo Banco Central no mês passado. Para 2015, a perspectiva de expansão da economia brasileira, feita por analistas do mercado financeiro, ficou inalterada em 2% de alta.

Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2014 ficou estável em R$ 2,45 por dólar. Para o fechamento de 2015, a estimativa dos analistas dos bancos para o dólar caiu de R$ 2,53 para R$ 2,51.

A projeção para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2014 subiu de US$ 3 bilhões para US$ 3,02 bilhões na semana passada. Para 2015, a previsão de superávit comercial permaneceu em US$ 10 bilhões.

Para 2013, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros ficou inalterada em US$ 55 bilhões.

Fonte: G1

Reportagem publicada  no site do jornal britânico “Financial Times” utilizou o termo “sentença de morte” em uma projeção para o futuro da estratégia econômica brasileira.

A publicação afirma que a nova matriz de políticas econômicas, que consiste em taxas de juros baixas e o câmbio enfraquecido por meio de controles cambiais e incentivos fiscais temporários para a indústria, visava uma taxa de crescimento de 4%. Entretanto, de acordo com o jornal, o resultado dessas medidas foi um cenário de baixo crescimento e alta inflação.

O jornal apontou que, este ano, a economia do Brasil deverá crescer cerca de 2%, continuando com uma de suas mais lentas taxas desde a década de 1990. Enquanto isso, a inflação deverá atingir 6,3%.

Pressões inflacionárias forçaram o Banco Central do Brasil a retomar as taxas de juros, que estavam em uma baixa recorde de 7,25% em 2012, para 11% na última semana, com possibilidade de novos aumentos, segundo o jornal.

De acordo com a publicação, entre as questões estruturais mais importantes estaria a redução da carga tributária, que subiu de 27% do Produto Interno Bruto (PIB) em 1997 para 36% em 2012. Essa taxa é maior que a do Chile, cerca de 20%, e superior à média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, criticou a falta de crédito para estimular o consumo do brasileiro e, consequentemente, a economia do país. “Temos um dos maiores mercados internos do mundo porque a massa salarial do brasileiro continua crescendo e continuará crescendo, mas temos crédito escasso para o consumo. Tão logo ele seja reimplantado, teremos um avanço maior do mercado interno”, afirmou Mantega durante o Seminário Brasil Novo, na Câmara dos Deputados, em 29/4/14.

Para o presidente do banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, essa análise é equivocada. “Não existe escassez de crédito. Mesmo nos balanços que foram publicados, o crédito, ano a ano tem crescido acima de 10%. Ele tem uma relação com o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). Temos um PIB potencial e a oferta de crédito vai crescer na proporção da demanda por parte das pessoas físicas e das empresas. O credito está colocado”, afirmou o presidente do Bradesco, após participar de um debate no mesmo seminário na Câmara e pouco antes de participar de um encontro na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Na avaliação de Trabuco, o peso dos tributos sobre financiamentos chega a 16% do PIB e é um dos fatores que inibem o crédito porque compõem boa parte do spread bancário. “Segundo as estatísticas, metade da carga tributária quando olhada para os impostos que são relacionados ao crédito, ele chega a esse nível. Não cogitaríamos não ter imposto. O problema é que a cunha fiscal é forte, que responde por mais de um terço do spread final”, disse ele destacando que o lucro dos bancos, que tem sido bastante elevado é resultado, em sua essência, da eficiência dos bancos porque eles investem bilhões de reais em informatização. “O spread é uma parte do lucro”, resumiu.

Diálogo

De acordo com Trabuco, o setor financeiro tem tido várias conversas com o governo e representantes do setor automotivo para facilitar a retomada das vendas de veículos, criando um fundo garantidor para os financiamentos. “Existe um diálogo no sentido de criar condições para que o crédito seja mais acessível. O volume total de crédito ao setor automotivo não caiu. O fundo tem relação com a demanda. Cada banco possui sua política e o financiamento depende do montante de entrada e do prazo de cada instituição. Os carros no pátio não podem ser justificados unicamente pela falta de crédito”, ponderou.

Nesta tarde, Mantega se reúne em seu gabinete com representantes do governo argentino e das montadoras para tentar encontrar uma solução para a retomada das vendas de veículos fabricados no país para o parceiro do Mercosul.

Análises rasas

Mantega voltou a afirmar que o governo não vai deixar a inflação estourar o teto da meta (de 6,5% ao ano). Na avaliação do ministro, a taxa de investimento está crescendo e as críticas de especialistas de que o modelo econômico está somente baseado no consumo não passam de “análises rasas”. “O investimento cresceu 6,1% de 2003 a 2012, e a gente espera que ele avance 7% a partir de 2013 até 2022. O investimento é uma prioridade do governo. A crise derrubou o investimento, mas ele vem se recuperando. No ano passado, cresceu 6,2%, e foi um excelente desempenho e poucos países tiveram um crescimento do investimento tão grande”, afirmou Mantega destacando que o plano de concessões em infraestrutura vai atrair quase R$ 700 bilhões de recursos da iniciativa privada no país, o que vai garantir “um novo ciclo de desenvolvimento da economia brasileira”. “Temos necessidade de aumentar a oferta de infraestrutura do país”, disse ele enumerando as áreas estratégicas como transportes, energia elétrica, petróleo e construção civil.

A taxa de juros do crédito para as famílias de 41,6% ao ano, em março deste ano, é a mais alta desde fevereiro de 2012, quando ficou em 41,7% ao ano, de acordo com dados do Banco Central (BC)

A alta dos juros ocorre em momento de ciclo de alta da taxa básica Selic, usada pelo BC para regular a inflação. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic, que serve de referência para as demais taxas no mercado, nove vezes seguidas. Atualmente, a Selic está em 11% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, o crédito é um canal importante de transmissão dos efeitos da alta da Selic. “Boa parte das modalidades [de crédito] tem taxas de juros em março deste ano superior àquela observada no início do ano passado, refletindo o ciclo [de alta da Selic], mas muito aquém do pico da série [histórica do BC, iniciada em março de 2011]. A taxa média de juros mais alta na série histórica para as famílias foi registrada em julho de 2011, quando ficou em 42,7% ao ano.”

A taxa de inadimplência para as famílias ficou estável em relação a fevereiro, em 6,5%. Segundo Maciel, a inadimplência na maioria das modalidades de crédito “está no piso ou muito próximas a isso”. Uma exceção é a inadimplência de financiamento de veículos que ficou em 11,3%, em março. Por isso, Maciel acredita que ainda há espaço para recuo na inadimplência de financiamento de carros.

O BC classifica como inadimplência atrasos superiores a 90 dias. Mas o BC também tem dados de atrasos entre 15 e 90 dias, considerado um indicador antecedente de inadimplência. Por esse indicador, os atrasos para pessoas físicas subiram de 6,2%, em fevereiro, para 6,8%, em março. Entretanto, Maciel disse que ainda é preciso esperar para saber se esse aumento mostra uma tendência de alta da inadimplência nos próximos meses. É preciso aguardar um pouco mais para inferir se isso representa uma interrupção da trajetória de declínio das taxas de inadimplência que temos observado desde 2012”, destacou.

Fonte: Correioweb

O percentual de famílias brasileiras que afirmaram ter dívidas chegou a 63,4% em janeiro, alta de 1,2 ponto percentual em relação aos 62,2% registrados em dezembro de 2013, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).. Os débitos dos brasileiros incluem cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro.

O índice também aumentou na comparação com janeiro de 2013, quando marcou 60,2%. Já o percentual de famílias com contas em atraso recuou tanto na comparação mensal quanto anual, passando de 20,8% em dezembro para 19,5% em janeiro. Em  janeiro de 2013, o  indicador alcançava 21,2%.

A diferença entre os índices de famílias que têm dívidas com o das que têm contas em atraso é simples. Um consumidor que usa cartão de crédito, por exemplo, e paga suas mensalidades em dia, entra na primeira categoria: ele tem dívidas programadas e se organiza para quitá-las dentro do prazo. Se esse sujeito deixa de pagar um único mês, torna-se inadimplente e entra na segunda categoria, ainda que tenha recursos para cumprir com seu débito no futuro. Se não tiver o dinheiro, vai para um terceiro indicador, o das famílias que não têm condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso, permanecendo inadimplentes.

O percentual dessas famílias ficou estável nas comparações mensal e anual, alcançando 6,5% em janeiro, mostrou a pesquisa da CNC.

Marianne Hanson, economista da confederação, afirma que, apesar da alta do endividamento no país, os indicadores de inadimplência diminuíram em janeiro.

“O efeito sazonal dos ganhos com o 13° salário continuou influenciando positivamente esse resultado. Houve, também, melhora na percepção das famílias em relação à sua capacidade de pagar débitos em atraso. Na comparação anual, a melhora no perfil de endividamento permitiu que os indicadores de inadimplência recuassem, apesar do maior nível de endividamento”

Fonte: G1

Em Jundiaí, foram demitidos 1.500 trabalhadores. Fabricantes de plásticos que fornecem para montadoras enfrentam redução de pedidos e suspensão de encomendas

Eduardo* foi pego de surpresa – ou quase. Aos 34 anos, 15 deles dedicados à empresa onde trabalhava com produção de autopeças plásticas, foi demitido. Cursando a faculdade e pai de dois filhos, de fato, não esperava ficar sem emprego, mas confessa não ter estranhado a decisão. A empresa onde ele trabalhava passa por uma reestruturação e o mercado de plásticos para veículos vai mal.

 

“Esse segmento é muito cruel. É uma disputa brava por projetos, qualquer coisa que perde já reflete na operação”, conta. A crise na venda de veículos não passaria despercebida. “As montadoras arrancam o couro mesmo. Já vi pegar projeto que dá prejuízo para poder manter o fornecimento para a montadora. As empresas estão cambaleando.”

Agora, Eduardo vai procurar uma nova colocação. Diz já estar acionando os contatos pelo LinkedIn. “A rescisão foi boa, mas não dá para ficar descansando muito, a oportunidade passa”, comenta. Difícil vai ser conseguir novamente os R$ 7,5 mil que ganhava. “Era acima da média de mercado, já havia recebido propostas em que não pagavam isso.”

Eduardo é um dos 1,5 mil já demitidos em Jundiaí (no interior paulista), conhecida pela forte produção de materiais plásticos para veículos. O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) ainda não tem número consolidado, uma vez que o aumento no volume de demissões começou neste mês, segundo Alexandro Zavarizi, vice-diretor da instituição.

No Estado de São Paulo, o saldo de emprego no setor transformação de plásticos – que inclui produtos para cozinha, entre outros – é de 791 empregos neste ano, segundo números fornecidos ao iG pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Esse valor é brutalmente menor que o saldo de 2.297 vagas no mesmo período do ano passado.

Na empresa que Zavarizi preside, a demanda das montadoras já caiu 25%. Por enquanto o Ciesp segue consolidando as informações de outras fabricantes da região. “Já estamos acompanhando a redução das encomendas e até a suspensão de alguns pedidos”, comenta.

Os fabricantes de plástico que investiram em diversos mercados ainda encaram o momento sem grandes traumas. O mesmo não acontece com as indústrias que produzem exclusivamente para a cadeia automotiva. “Esses já estão demitindo em massa”, comenta Zavarizi. “Especialmente quem fabrica para modelos de veículos mais antigos, que estão para sair de linha. Os modelos novos ainda estão rendendo algumas encomendas.” O executivo não sabe dizer quais são as montadoras que estão cortando os pedidos;

Zavarizi explica que a queda na produção tem como pano de fundo em questões relacionadas ao mercado externo. O fechamento das portas do mercado e a queda na cotação do dólar não só dificultaram a venda de produtos nacionais como também estimularam a entrada de produtos importados.

Os efeitos do programa Inovar-Auto, que previa 60% de nacionalização do conteúdo, também frustraram os industriais. “A coisa não ficou como imaginávamos ainda”, lamenta o empresário. O mau momento enterra a expectativa dos empresários do mercado de plástico, que contavam um aumento de demanda das montadoras, que estariam de olho no cumprimento dos requisitos de redução no consumo de combustível – quanto mais plástico, mais leve e menos poluente o veículo.

Sindicatos entram em estado de alerta

Na base do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Material Plástico de Jundiaí e Região (Sindiplástico, ligado à Força Sindical), desde janeiro já foram demitidos 11% ou 1,5 mil trabalhadores ligados à produção de materiais plásticos, segundo João Henrique dos Santos, presidente da

Os fabricantes de plástico que investiram em diversos mercados ainda encaram o momento sem grandes traumas. O mesmo não acontece com as indústrias que produzem exclusivamente para a cadeia automotiva. “Esses já estão demitindo em massa”, comenta Zavarizi. “Especialmente quem fabrica para modelos de veículos mais antigos, que estão para sair de linha. Os modelos novos ainda estão rendendo algumas encomendas.” O executivo não sabe dizer quais são as montadoras que estão cortando os pedidos;

Zavarizi explica que a queda na produção tem como pano de fundo em questões relacionadas ao mercado externo. O fechamento das portas do mercado e a queda na cotação do dólar não só dificultaram a venda de produtos nacionais como também estimularam a entrada de produtos importados.

Os efeitos do programa Inovar-Auto, que previa 60% de nacionalização do conteúdo, também frustraram os industriais. “A coisa não ficou como imaginávamos ainda”, lamenta o empresário. O mau momento enterra a expectativa dos empresários do mercado de plástico, que contavam um aumento de demanda das montadoras, que estariam de olho no cumprimento dos requisitos de redução no consumo de combustível – quanto mais plástico, mais leve e menos poluente o veículo.

Sindicatos entram em estado de alerta

Na base do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Material Plástico de Jundiaí e Região (Sindiplástico, ligado à Força Sindical), desde janeiro já foram demitidos 11% ou 1,5 mil trabalhadores ligados à produção de materiais plásticos, segundo João Henrique dos Santos, presidente da entidade.

Para Santos, os empresários estão contando com a mão amiga de Brasília para estimular as vendas e resgatar a indústria. “Só que o governo já está na defensiva, não há previsão de novas medidas e o cenário que se desenha não é nem um pouco favorável”, diz. Futuras demissões não estão descartadas.

A grande sensibilidade do setor estaria na fragilidade da gestão. “Cerca de 90% dessas empresas são pequenas, aquelas típicas empresas ‘do dono’, que giram conforme o mercado”, explica o sindicalista. A falta de planejamento teria feito com que os administradores fossem pegos de surpresa por esse momento de retração. “Com as empresas grandes a gente até conseguiu negociar três avisos prévios ou extensão do plano de saúde, mas com as pequenas foi demissão sumária mesmo.”

Sérgio Luiz Leite, presidente Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimifar, ligada à Força Sindical), já solicitou mais informações às suas regionais. “Estamos em alerta, porque como as montadoras não trabalham com estoques a crise chega instantaneamente no nosso setor”, sinaliza.

Ameaça se espalha pelo interior de São Paulo

As regiões de Americana e Sorocaba (no interior paulista) também estão em estado de alerta com a crise na indústria automotiva. Fabrício Cardoso, presidente do Sindicato dos Químicos de Americana e Região (ligado à Força Sindical), que engloba sete cidades, conta que ainda não enfrenta demissões, mas não desconsidera essa possibilidade. Por conta disso, três advogados já estão o dia inteiro fazendo homologações de funcionários.

Já em Guarulhos (na Grande São Paulo), Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região (ligado à Força Sindical), acha que o aumento no custo dos juros tem sido o maior gerador de impacto. “A demanda ainda não caiu tanto, mas as empresas já estão sem capital de giro”, explica. “As demissões que tivemos estão mais relacionadas às dificuldades financeiras que à parada de produção.”

Na região, além dos plásticos também são produzidas as tintas para automóveis. “Ainda acho que vamos ver uma melhora do cenário no segundo semestre.”

Com pátios lotados, montadoras liberam pessoal e cortam produção

Quase metade das fabricantes de veículos do país anunciou medidas de redução da jornada de trabalho, como férias coletivas e dispensa temporária de funcionário

A queda de 8% na produção de veículos no primeiro trimestre e de 32% nas exportações para a Argentina no mesmo período já afeta o regime de trabalho nos principais parques automotivos brasileiros. Das 20 fabricantes de automóveis, comerciais leves e caminhões instaladas no país, quase metade anunciou alguma medida para reduzir o ritmo de produção, como corte de turno, férias coletivas e plano de demissão voluntária. Nessa lista estão Volkswagen, Renault, Fiat, Peugeot-Citroen, Ford e GM, na área de automóveis, e Mercedes-Benz, Man e Scania, na de caminhões.

Sem saída

Metalúrgicos da Volks aprovam suspensão de mais 400 contratos

Após três assembleias, os trabalhadores da Volkswagen em São José dos Pinhais aprovaram a proposta da montadora de suspender os contratos de trabalho de mais 400 empregados. Em fevereiro outros 300 já tinham tido seus contratos interrompidos por três meses. Com essa nova leva, cerca de 30% dos funcionários de chão de fábrica da Volks no Paraná vão ficar em casa nos próximos meses.

A suspensão – conhecida como layoff – é um mecanismo previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que autoriza a empresa a interromper temporariamente os contratos de trabalho. Os 400 funcionários da Volks ficarão cinco meses sem trabalhar a partir do próximo dia 5.

Segundo Jamil D’Avila, secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, dos 300 que tiveram os contratos suspensos no início do ano, 150 entraram em recesso em fevereiro e outros 150 vão parar em junho. Cada grupo desse ficará afastado das funções por três meses.

Nesse período, a empresa vai pagar parte dos salários, que serão complementados com o valor do seguro-desemprego. Benefícios como participação nos lucros e resultados (PLR), férias e 13.º salário são mantidos. A empresa pagará 8% do valor do FGTS. A medida tem como objetivo equilibrar a demanda aos estoques. A Volks tem uma capacidade de produção de 870 veículos por dia, mas hoje monta 640.

Os funcionários que estarão fora da linha de produção receberão treinamento e qualificação. A Volks planeja lançar novos produtos em 2015, entre eles o novo Golf. Hoje a empresa fabrica os modelos Fox, CrossFox e Spacefox no Paraná.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no fim de março havia 387,1 mil veículos acumulados nos pátios, o que equivale ao volume de vendas de 48 dias. É o estoque mais alto desde novembro de 2008, quando correspondia a 56 dias de vendas. O setor considera saudável um estoque entre 25 e 35 dias.

Impacto

Diante disso, montadoras instaladas no Paraná adotaram medidas de contenção. Ontem, os funcionários da fábrica da Volkswagem em São José dos Pinhais, na região de Curitiba, aprovaram a proposta da montadora para suspender temporariamente mais 400 contratos de trabalho, a partir de maio.

Já a Renault, que cortou parte da produção após o Carnaval, parou a linha de montagem de automóveis, também em São José, ao decidir prolongar a folga do feriado de Tiradentes até o fim da semana.

Antes da Páscoa, a Fiat concedeu férias coletivas de 20 dias a 800 funcionários na fábrica de Betim (MG). Mas a ação mais radical até agora foi da Mercedes-Benz, que anunciou um plano de demissão voluntária e suspendeu um dos dois turnos da linha de caminhões em São Bernardo do Campo (SP). Parte do excedente de mão de obra – estimada em cerca de 2 mil operários – ficará afastada da fábrica por meio de licença remunerada.

Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Sergio Butka, a situação preocupa porque não há sinais de reação do mercado. “No Paraná, o caso mais difícil é o da Volkswagen, porque a empresa adiou a renovação de produtos e o mercado interno está mais fraco. No caso da Renault, o principal problema é a crise na Argentina”, diz. O mercado argentino é o destino de 13% da produção brasileira de veículos.

Autopeças

O pé no freio das montadoras já atinge a cadeia de autopeças. “O ajuste é imediato”, diz o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) no Paraná, Benedicto Kubrusly Júnior. Segundo ele, no entanto, ainda não há informações sobre demissões no setor.

Kubrusly afirma que o mercado não deve esboçar reação até o fim do semestre, ainda pressionado pelo endividamento do consumidor, o fim da redução do IPI e o crédito mais seletivo por parte dos bancos. “As montadoras não vão conseguir produzir o mesmo que em 2013, como previam inicialmente. A produção vai cair”, prevê.

Anfavea propõe mais prazo para férias coletivas

Da Redação

A indústria automotiva e as centrais sindicais discutem, conjuntamente, uma proposta para flexibilizar as férias coletivas e manter o emprego na indústria. Segundo o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, a proposta consiste em ampliar o prazo para suspensão de contratos de trabalho (o chamado layoff) em tempos de queda na produção para evitar demissões. As informações são da Agência Brasil.

Atualmente, a legislação permite que as montadoras concedam férias coletivas de até cinco meses aos empregados. Nesse período, os trabalhadores ficam em casa recebendo 100% do salário líquido. Do total, parte é bancada pelas empresas e parte é coberta pelo seguro-desemprego. De acordo com Moan, os empresários e os trabalhadores querem a ampliação do prazo de dispensa, mas o novo período de férias coletivas ainda não está definido.

A proposta, disse o presidente da Anfavea, ainda não foi discutida com o governo. “Essa é uma ideia que está sendo formatada. Não há nenhuma definição. Estamos traçando, com as centrais sindicais, um planejamento de médio e longo prazo”, esclareceu.

Na opinião dele, a flexibilização das férias coletivas é essencial para preservar os postos de trabalho.

Fonte: Gazeta do Povo

Comentários.

Prezado Leitor: este site também é seu. Publique aqui GRÁTIS seu post

Colabore

Últimas atualizações

ogtzuq

Deseja um Amigo Virtual?

Clique aqui

EnglishFrenchGermanItalianPortugueseRussianSpanish
Acessar

Meu perfil
Perfil de usuário Terra 2012 .
Receba newsletters

Seu e-mail

Leitores do Terra 2012 pelo mundo
Quem está Online
10 visitantes online agora
2 visitantes, 8 bots, 0 membros
Map of Visitors
Rádio Anjos de Luz

Com agradecimento à Fada San. Visite www.anjodeluz.net

Enquetes

QUE LIÇÃO O POVO BRASILEIRO PODE TIRAR DA COPA DO MUNDO?

View Results

Loading ... Loading ...
Escreva para a grande fraternidade branca

Grande Fraternidade Branca
Com agradecimento ao Espaço Hankarra. Visite hankarralynda.blogspot.com

Prezado Leitor, se você é uma pessoa solitária, quer desabafar ou deseja uma opinião fraterna e desinteressada sobre algum problema que o aflige, escreva-nos carta para o endereço informado no rodapé do site, ou, se preferir, mande e-mail para grandefraternidadebranca
@terra2012.com.br
.

Todas as correspondências serão respondidas no menor prazo possível.

arvore

Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE!